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4
4
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2,008
1.ª Fase
Portuguese
GRUPO II
1
Documento document_2: Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte, seja ela literária ou de outra qualquer natureza; mas também não penso que a prejudiquem. Por isso, ao terminar a leitura de Memorial do Convento, ainda sob o império da fascinação que ela me provocou, s...
2
[ "inadequado.", "impossível.", "indiferente.", "imprescindível." ]
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2,008
1.ª Fase
Portuguese
GRUPO II
2
Documento document_2: Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte, seja ela literária ou de outra qualquer natureza; mas também não penso que a prejudiquem. Por isso, ao terminar a leitura de Memorial do Convento, ainda sob o império da fascinação que ela me provocou, s...
0
[ "introdução à temática que vai desenvolver.", "questionamento dirigido a outros críticos.", "rol de suspeitas decorrentes da leitura do livro.", "efeito meramente retórico e estilístico." ]
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2,008
1.ª Fase
Portuguese
GRUPO II
3
Documento document_2: Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte, seja ela literária ou de outra qualquer natureza; mas também não penso que a prejudiquem. Por isso, ao terminar a leitura de Memorial do Convento, ainda sob o império da fascinação que ela me provocou, s...
1
[ "obscura na sua multiplicidade.", "multifacetada como a vida.", "emaranhada como um labirinto.", "única na sua singularidade." ]
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2,008
1.ª Fase
Portuguese
GRUPO II
4
Documento document_2: Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte, seja ela literária ou de outra qualquer natureza; mas também não penso que a prejudiquem. Por isso, ao terminar a leitura de Memorial do Convento, ainda sob o império da fascinação que ela me provocou, s...
2
[ "o testemunho de um autor dramático.", "a variedade possível de epígrafes.", "o paralelismo com Memorial do Convento.", "a semelhança com as anteriores epígrafes." ]
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2,008
1.ª Fase
Portuguese
GRUPO II
5
Documento document_2: Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte, seja ela literária ou de outra qualquer natureza; mas também não penso que a prejudiquem. Por isso, ao terminar a leitura de Memorial do Convento, ainda sob o império da fascinação que ela me provocou, s...
3
[ "«romance» (linha 29).", "«estilo incomparável» (linha 30).", "«perfeito domínio» (linha 30).", "«língua portuguesa» (linha 30)." ]
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2,008
1.ª Fase
Portuguese
GRUPO II
6
Documento document_2: Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte, seja ela literária ou de outra qualquer natureza; mas também não penso que a prejudiquem. Por isso, ao terminar a leitura de Memorial do Convento, ainda sob o império da fascinação que ela me provocou, s...
1
[ "inclusão numa frase em discurso indirecto.", "inserção numa frase subordinada relativa.", "dependência de uma construção negativa.", "integração numa frase interrogativa indirecta." ]
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2,008
2.ª Fase
Portuguese
II
1
Documento document_II: Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando [...]. A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo. Quando era pequeno – muito pequeno, talvez oito ou nove anos – lembro-me de estar deitado ...
0
[ "se sentia marcado para toda a vida por aquela frase e por aquela cena.", "transportava consigo, sempre que viajava, um livro sobre David Crockett.", "se lembrava daquela frase e daquela cena sempre que viajava.", "tinha aquela frase gravada na pasta que usava em viagem." ]
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2,008
2.ª Fase
Portuguese
II
2
Documento document_II: Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando [...]. A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo. Quando era pequeno – muito pequeno, talvez oito ou nove anos – lembro-me de estar deitado ...
1
[ "leu a história aventurosa e acidentada do desbravador David Crockett.", "tomou consciência de que David Crockett era o símbolo da sua infância.", "sentiu a necessidade de preservar na memória o herói David Crockett.", "julgou que era David Crockett, o mítico combatente de Forte Álamo." ]
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2,008
2.ª Fase
Portuguese
II
3
Documento document_II: Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando [...]. A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo. Quando era pequeno – muito pequeno, talvez oito ou nove anos – lembro-me de estar deitado ...
1
[ "momentânea, no passado.", "repetida, do passado ao presente.", "apenas começada, no passado.", "posta em prática, no momento." ]
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2,008
2.ª Fase
Portuguese
II
4
Documento document_II: Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando [...]. A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo. Quando era pequeno – muito pequeno, talvez oito ou nove anos – lembro-me de estar deitado ...
2
[ "causalidade.", "completamento.", "finalidade.", "retoma." ]
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2,008
2.ª Fase
Portuguese
II
5
Documento document_II: Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando [...]. A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo. Quando era pequeno – muito pequeno, talvez oito ou nove anos – lembro-me de estar deitado ...
0
[ "destacar uma explicitação.", "registar falas em discurso directo.", "marcar alteração de interlocutor.", "sinalizar uma conclusão." ]
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2,008
2.ª Fase
Portuguese
II
6
Documento document_II: Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando [...]. A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo. Quando era pequeno – muito pequeno, talvez oito ou nove anos – lembro-me de estar deitado ...
0
[ "constitui um mecanismo de coesão lexical.", "assegura a progressão temática.", "constitui um processo retórico.", "assegura a coesão interfrásica do texto." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
1
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
0
[ "crítica severa à actuação de Salazar.", "análise neutra da política salazarista.", "censura suave ao papel de Salazar.", "reflexão objectiva sobre a governação salazarista." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
2
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
2
[ "elogio aos seus compatriotas.", "desabafo dirigido ao povo.", "alerta aos seus contemporâneos.", "apelo dirigido aos governantes." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
3
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
1
[ "magros, esguios.", "inteligentes, perspicazes.", "activos, diligentes.", "polidos, educados." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
4
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
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[ "lexical.", "frásica.", "temporal.", "interfrásica." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
5
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
3
[ "sujeito.", "complemento directo.", "vocativo.", "complemento indirecto." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
6
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
0
[ "«Torga» (linha 13).", "«Velho Mundo» (linha 13).", "«resultado» (linha 13).", "«primeiro livro» (linha 14)." ]
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2,009
1.ª Fase
Portuguese
II
7
Documento Texto B: Onde Miguel Torga desembestou¹ mais furiosamente foi contra a política salazarista. Prova disso é o poema Cântico do Homem, as prisões nos aljubes² da PIDE³ e o embargo de algumas obras. (...) A escalada dos grandes fascismos europeus coincidiu com a maturidade física e intelectual de Miguel Torga. M...
2
[ "substituição.", "retoma.", "consequência.", "comparação." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
1
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
3
[ "ambição.", "neutralidade.", "imparcialidade.", "comunicação." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
2
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
2
[ "máxima liberdade para a mínima responsabilidade.", "mínima liberdade para a maior responsabilidade.", "máxima liberdade para a máxima responsabilidade.", "mínima liberdade para a menor responsabilidade." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
3
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
1
[ "casualmente.", "frequentemente.", "invariavelmente.", "esporadicamente." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
4
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
2
[ "se integrar numa frase em discurso indirecto.", "depender do advérbio «também» (linha 7).", "se inserir numa oração subordinada.", "pertencer a uma frase de forma negativa." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
5
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
0
[ "condicional.", "futuro do indicativo.", "imperativo.", "imperfeito do indicativo." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
6
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
1
[ "anunciar uma enumeração.", "introduzir uma explicação.", "preceder uma citação.", "anteceder um discurso directo." ]
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2,009
2.ª Fase
Portuguese
II
7
Documento document_2: Se te dizem que faças o que quiseres, a primeira coisa que parece aconselhável é que penses com tempo e a fundo o que é aquilo que queres. Apetecem-te com certeza muitas coisas, amiúde contraditórias, como acontece com toda a gente: queres ter uma moto, mas não queres partir a cabeça no asfalto, q...
3
[ "obrigação.", "permissão.", "certeza.", "possibilidade." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
1
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
2
[ "similar.", "irrelevante.", "superior.", "inconcebível." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
2
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
1
[ "inculta.", "instruída.", "poderosa.", "belicosa." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
3
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
2
[ "marcou o término da aventura portuguesa.", "constituiu um hiato na evolução do conhecimento.", "marcou o começo de uma nova época.", "constituiu um embargo ao avanço científico." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
4
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
1
[ "frásica.", "lexical.", "interfrásica.", "temporal." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
5
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
2
[ "equivalência.", "hierarquia.", "oposição.", "inclusão." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
6
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
1
[ "«as navegações» (linha 5).", "«os homens» (linha 5).", "«o pensamento» (linha 6).", "«novos horizontes» (linha 6)." ]
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2,010
1.ª Fase
Portuguese
II
7
Documento document_1: Camões viveu a fase terminal da expansão portuguesa e, depois, a da decadência e do desmoronamento político do seu país. (...) Mas, ao mesmo tempo, Camões viveu um período intelectual singular da história sociocultural, económica e política de Portugal, da Europa e do Mundo. (...) Com as navegaçõe...
0
[ "pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo.", "pretérito mais-que-perfeito do conjuntivo.", "pretérito perfeito composto do indicativo.", "pretérito perfeito do conjuntivo." ]
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2,010
2.ª Fase
Portuguese
II
1.1
Documento document_2: Poucos países terão usado o mar de forma tão negligente¹ como nós. E, contudo, ao longo dos anos, foi possível planear e desenvolver no nosso país iniciativas económicas, científicas e tecnológicas em torno do mar, com elevados níveis de qualidade. A grande mudança assinala-se em meados dos anos 9...
0
[ "contrariaram uma tradição de negligência.", "recorreram a uma tecnologia dispendiosa.", "falharam no planeamento sustentável.", "atingiram baixos níveis de qualidade." ]
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2,010
2.ª Fase
Portuguese
II
1.2
Documento document_2: Poucos países terão usado o mar de forma tão negligente¹ como nós. E, contudo, ao longo dos anos, foi possível planear e desenvolver no nosso país iniciativas económicas, científicas e tecnológicas em torno do mar, com elevados níveis de qualidade. A grande mudança assinala-se em meados dos anos 9...
2
[ "teve uma motivação apenas turística e recreativa.", "respondeu a um estado de desastre ecológico.", "promoveu uma nova sensibilidade à vida marinha.", "consistiu só no desenvolvimento do projecto do Oceanário." ]
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2,010
2.ª Fase
Portuguese
II
1.3
Documento document_2: Poucos países terão usado o mar de forma tão negligente¹ como nós. E, contudo, ao longo dos anos, foi possível planear e desenvolver no nosso país iniciativas económicas, científicas e tecnológicas em torno do mar, com elevados níveis de qualidade. A grande mudança assinala-se em meados dos anos 9...
2
[ "«mar» (linha 3).", "«o objectivo» (linha 5).", "«o Oceanário de Lisboa» (linha 7).", "«país» (linha 8)." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.1.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
3
[ "povoação, localidade.", "país, pátria.", "região, território.", "solo, chão." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.2.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
1
[ "o desenvolvimento de paraísos suburbanos.", "a construção de edifícios.", "o cultivo dos terrenos agrícolas.", "a aproximação entre grupos de crianças." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.3.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
2
[ "uma ideia equivalente.", "uma consequência.", "um outro ponto de vista.", "um facto semelhante." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.4.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
3
[ "anterior.", "posterior.", "inacabado.", "simultâneo." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.5.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
2
[ "frásica.", "interfrásica.", "lexical.", "temporal." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.6.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
0
[ "progressiva.", "pontual.", "habitual.", "acabada." ]
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2,011
1.ª Fase
Portuguese
II
1.7.
Documento document_1: Como um ser vivo, as cidades crescem à custa do que as rodeia. O grande alimento das cidades é a terra, que, tomada no seu imediato sentido de superfície limitada, ganha o nome de terreno, no qual, feita esta operação linguística, passa a ser possível construir. E enquanto nós vamos ali comprar o ...
0
[ "adjectivas relativas explicativas.", "substantivas completivas.", "adjectivas relativas restritivas.", "adverbiais consecutivas." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.1.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
3
[ "exploração de temas, mitos e símbolos do universo marítimo.", "crítica à dimensão guerreira e expansionista dos Descobrimentos.", "rejeição do lirismo tradicional em nome do pensamento científico.", "descoberta pessoal do sentido pleno das navegações portuguesas." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.2.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
0
[ "o deslumbramento face ao novo conhecimento.", "a curiosidade face à evolução tecnológica.", "o temor e a coragem face ao mundo desconhecido.", "a contemplação e a dúvida face à inovação." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.3.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
2
[ "recordação da infância passada na costa atlântica.", "informação recolhida em livros sobre o Oriente.", "evocação do sentimento vivido pelos descobridores.", "nostalgia da época das navegações portuguesas." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.4.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
2
[ "determinante que funciona como deíctico temporal.", "pronome que funciona como deíctico pessoal.", "determinante que funciona como deíctico pessoal.", "pronome que funciona como deíctico temporal." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.5.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
3
[ "tempo.", "condição.", "causa.", "contraste." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.6.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
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[ "anterior.", "posterior.", "inacabado.", "simultâneo." ]
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2,011
2.ª Fase
Portuguese
II
1.7.
Documento Entrevista de Virgílio de Lemos a Sophia de Mello Breyner Andresen: OCEANOS - Se revisitarmos a sua obra, incidindo sobre «Mediterrâneo», «Navegações», ««Ilhas», sem esquecer «Geografia», somos tentados a dizer que, [estando em] continuidade com a tradição literária portuguesa, a sua poesia é também ruptura, ...
1
[ "certeza.", "hipótese.", "obrigatoriedade.", "concessão." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.1
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
2
[ "a preocupação com a salvaguarda dos centros históricos das cidades.", "uma consciencialização da necessidade de proteger a Natureza.", "uma nova concepção quanto à salvaguarda do património.", "a subalternização do Património Natural face ao Património Cultural." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.2
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
1
[ "mudança de lugar.", "acção colectiva e organizada.", "deslocação de pessoas.", "gesto que expressa uma reacção." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.3
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
0
[ "partilhado por outras pessoas.", "contrário ao da maioria das pessoas.", "mais correcto do que o da maioria das pessoas.", "uma novidade para muitas pessoas." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.4
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
0
[ "clarifica uma informação.", "introduz uma ideia oposta.", "repete uma informação.", "introduz uma comparação." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.5
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
3
[ "a criação de áreas e locais protegidos.", "uma progressiva redução do consumo de matérias-primas.", "a preservação dos combustíveis fósseis.", "uma exploração económica que preserve esse património." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.6
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
1
[ "descritivos.", "expositivos.", "argumentativos.", "narrativos." ]
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2,011
Época Especial
Portuguese
II
1.7
Documento document_II: Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmb...
2
[ "temporal.", "frásica.", "interfrásica.", "lexical." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.1
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
2
[ "à valorização dos acontecimentos históricos evocados ao longo do texto.", "ao entendimento de que todos os acontecimentos relatados são verídicos.", "ao reconhecimento do carácter aventuroso dos acontecimentos narrados.", "à repreensão de que o autor é alvo por apresentar acontecimentos falsos." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.2
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
1
[ "confirma o interesse do público pela obra.", "ilustra a controvérsia existente em torno da obra.", "acentua a natureza autobiográfica da obra.", "constitui uma prova da verosimilhança da obra." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.3
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
3
[ "se privilegiar um universo fantasioso.", "permitir a descoberta de novos mundos.", "mostrar as dificuldades das descobertas.", "se tratar de uma autobiografia ficcionada." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.4
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
0
[ "especifica uma manifestação particular da controvérsia em torno de Peregrinação.", "comprova as fantasias e as mentiras presentes em Peregrinação.", "enfatiza a qualidade científica do conjunto das leituras críticas de Peregrinação.", "desvaloriza a existência de diferentes leituras de Peregrinação." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.5
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
2
[ "introduz uma conclusão.", "introduz uma citação.", "destaca uma explicação.", "destaca uma oposição." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.6
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
0
[ "durativo.", "perfetivo.", "genérico.", "pontual." ]
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2,012
1.ª Fase
Portuguese
II
1.7
Documento Peregrinação de Fernão Mendes Pinto: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, como é abreviadamente conhecida, é um daqueles textos deslumbrantes que surpreende pela capacidade de interpelar o leitor. Não é por acaso que a sua leitura crítica tem sido controversa, às vezes desabrida, ora admoestando o autor pel...
1
[ "lexical.", "interfrásica.", "frásica.", "temporal." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.1
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
1
[ "rarefação das imagens.", "supremacia das imagens.", "rarefação das palavras.", "supremacia das palavras." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.2
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
3
[ "ilustra as consequências do esvaziamento das palavras.", "justifica o amortecimento do impacto das palavras.", "exemplifica a banalização das palavras.", "comprova o poder das palavras." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.3
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
1
[ "a luminosidade.", "a violência.", "a durabilidade.", "a persistência." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.4
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
2
[ "comparação.", "hipálage.", "metáfora.", "perífrase." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.5
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
0
[ "pertencem ao mesmo campo lexical.", "estabelecem uma relação de hiperonímia/hiponímia.", "pertencem ao mesmo campo semântico.", "estabelecem uma relação de holonímia/meronímia." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.6
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
2
[ "conclusão.", "comparação.", "tempo.", "modo." ]
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2,012
2.ª Fase
Portuguese
II
1.7
Documento 1: É possível (e até bastante provável) que o nosso tempo se caracterize por um esvaziamento do significado das palavras ou, no mínimo, do seu impacto. Como se todos os limites da linguagem tivessem há muito sido transpostos, comprimindo as margens de uma transgressão em tempos celebrada (e ocasionalmente pra...
3
[ "o início e o final de uma citação.", "o uso irónico de certas palavras.", "o recurso a palavras invulgares.", "o valor de significação das palavras." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.1
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
2
[ "se dissociam completamente do mundo visível.", "são equivalentes uns aos outros.", "pressupõem a existência de um sujeito.", "se associam ao mundo mediático." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.2
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
0
[ "um exemplo.", "uma consequência.", "uma comparação.", "uma definição." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.3
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
2
[ "os ecrãs utilizam vários tipos de imagens.", "o uso da palavra «imagem» é excessivo.", "os ecrãs utilizam vários tipos de linguagens.", "o uso das imagens anula o som e a escrita." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.4
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
3
[ "uma citação.", "uma enumeração.", "uma frase no discurso direto.", "uma explicação." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.5
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
1
[ "adição.", "concessão.", "causa.", "alternativa." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.6
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
2
[ "lexical.", "frásica.", "interfrásica.", "temporal." ]
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2,012
Época Especial
Portuguese
II
1.7
Documento document_II: O termo «imagem» é tão utilizado, com tantos significados sem ligação aparente, que parece muito difícil apresentar uma definição simples e que abarque todas as maneiras de a empregar. De facto, numa primeira abordagem, o que haverá de comum entre um desenho de uma criança, um filme, uma pintura ...
3
[ "declarativo.", "compromissivo.", "diretivo.", "assertivo." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.1
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
2
[ "a coleção de «textozitos» (linha 7).", "a obra a publicar «em 2014» (linha 7).", "a «espécie de post-scriptum» (linha 6).", "a coleção de «prosinhas» (linha 8)." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.2
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
1
[ "condicionado pela vida do autor.", "misterioso e inexplicável.", "desmontável e decifrável.", "controlado pela razão." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.3
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
2
[ "na sua biografia.", "no que disse em entrevistas.", "nos seus livros.", "no que rodeia a literatura." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.4
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
2
[ "defende que existe um único sentido para a sua obra.", "enfatiza a dependência do leitor em relação ao autor.", "desvincula-se do papel que cabe ao leitor.", "rejeita o esforço interpretativo do leitor." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.5
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
3
[ "imutável e singular.", "lógica e constante.", "impessoal e racional.", "múltipla e variável." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.6
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
3
[ "temporal.", "frásica.", "interfrásica.", "lexical." ]
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2,013
1.ª Fase
Portuguese
II
1.7
Documento document_2: O meu trabalho está praticamente terminado. Escrevi os livros que queria, da maneira como queria, dizendo o que queria: não altero uma linha ao que fiz e, se me dessem mais cem anos de vida em troca deles, não aceitava. Era exatamente isto que ambicionava fazer. Há uns dez dias acabei o último. Se...
0
[ "compromissivo.", "declarativo.", "expressivo.", "diretivo." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.1
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
2
[ "fantasista.", "metafísico.", "autobiográfico.", "intelectualizado." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.2
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
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[ "explicação.", "contradição.", "fatalidade.", "incoerência." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.3
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
1
[ "resignação.", "insurreição.", "apatia.", "indiferença." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.4
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
1
[ "da observação da natureza.", "de vivências da infância.", "de leituras da obra pessoana.", "da consciência da eternidade." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.5
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
3
[ "à introdução de uma ideia nova, oposta à anterior.", "a uma síntese da opinião do entrevistado.", "a uma leitura alternativa da obra do poeta.", "à clarificação daquilo que se pretende perguntar." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.6
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
1
[ "possibilidade.", "obrigatoriedade.", "permissão.", "concessão." ]
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2,013
2.ª Fase
Portuguese
II
1.7
Documento document_2: O que é que o levou a decidir contar a sua vida? Toda a minha poesia é, em certo sentido, uma biografia. O João Gaspar Simões, quando saiu o meu primeiro livro e com toda a razão –, interrogou-se: «Mas quem é este poeta António Osório que ninguém conhece?» Depois observou: «Este homem, ao contrári...
2
[ "predicativo do sujeito e complemento direto.", "complemento indireto e complemento direto.", "complemento direto e complemento indireto.", "predicativo do sujeito e complemento indireto." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.1.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
3
[ "«casas de papel» (linha 11).", "«coisa entre capas» (linha 15).", "«ilustração sem pilhas» (linha 16).", "«texto que se desliga» (linha 24)." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.2.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
0
[ "relutância.", "intransigência.", "rebelião.", "indiferença." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.3.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
2
[ "imprevisibilidade.", "instabilidade.", "imutabilidade.", "impessoalidade." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.4.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
1
[ "solicita uma informação.", "reforça uma opinião.", "introduz uma ideia nova.", "reformula um pedido." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.5.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
2
[ "à interpretação pessoal do texto.", "ao processo de criação do texto.", "à dimensão palpável do texto.", "à complexidade do texto." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.6.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
1
[ "hipónimo.", "merónimo.", "holónimo.", "hiperónimo." ]
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2,013
Época Especial
Portuguese
II
1.7.
Documento Chronicle: Chamar Casa de Papel a uma crónica em torno das coisas dos livros é já denunciar um saudosismo romântico. Fica um tom melancólico no ar, uma poeticidade a mudar para antiga, talvez um certo lamento. Não sou nada contra o livro digital e a maravilha que as tecnologias oferecem. Mas sou do tempo do p...
3
[ "hipálage.", "metáfora.", "metonímia.", "ironia." ]
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2,014
1.ª Fase
Portuguese
II
1.1.
Documento document_II: Como sucede com todo o escritor genial, a grandeza da obra de Eça corresponde ao triunfo de um ponto de vista. No seu caso, é o olhar oblíquo sobre a realidade, a troça avassaladora dos segmentos do tempo e do Mundo que lhe coube testemunhar e viver, cruzados com a emoção das experiências abismai...
1
[ "natureza enigmática da sua personalidade.", "interpretação idealista daquilo que o rodeia.", "crítica mordaz sobre a sociedade do seu tempo.", "influência de importantes autores do Romantismo." ]
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