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gostaria de saber se o meu filho nascera com algum tipo de problema pois o meu tipo de sangue é a e o do meu filho deu o e por uma falta de atenção do medico ele não aplicou a vacina que eu deveria tomar então agora estou gravida do meu segundo filho e estou com apenas um mês de gestação
sugiro que você realize um exame chamado pesquisa de anticorpos irregulares através dele podemos ter uma idéia se a falta da vacina na gestação anterior fez com que você produzisse anticorpos contra o rh positivo caso você esteja sim produzindo talvez ocorra algum problema neste sentido nesta gestação caso não esteja positivo provavelmente não haverá qualquer prejuízo
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
• Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural. • Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único). • Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística). • Mãe carreadora de doença ligada ao X. • Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre. • Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia. --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30. 6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81. --- - Membrana interfetal: quando não visualizada, deve-se descartar a síndrome da transfusão feto-fetal, em que, na 6Manejo de gravidez múltiplaProtocolos Febrasgo | Nº37 | 2018Marcação dos fetos• Determinar o feto A como o feto da direita e o feto B como o feto da esquerda, deve-se aumentar a identi/f_i cação do feto acrescentando se está superior ou inferior, localização da pla-centa, inserção do cordão umbilical em relação às bordas pla-centárias e a topogra/f_i a da inserção da membrana. --- • Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo corial, amniocentese, funiculocentese, versão cefálica externa ou feto morto, toda aquela com Rh negativa, com CI negativo e parceiro Rh positivo ou desconhecido, recebe pro/f_i -laxia com 250µg de anti-D intramuscular, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o evento, reaplicadas a cada 12 semanas naquelas que se mantenham grávidas.
{"justificativa": "O contexto fornece informações relacionadas a geneticidade e condições obstétricas que podem afetar a saúde do bebê, o que é relevante para a inquietação do usuário sobre problemas com o filho devido ao tipo de sangue. No entanto, não aborda diretamente a preocupação específica com a vacina e a possibilidade de problemas no novo bebê. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute temas relacionados à genética e riscos associados a desordens cromossômicas e monogênicas durante a gestação. Isso pode ser relevante para a pergunta do usuário, que menciona preocupações sobre problemas de saúde do filho devido a fatores de sangue e falta de vacina. No entanto, o foco do contexto é mais técnico e específico, o que pode não responder diretamente à preocupação do usuário sobre a saúde do segundo filho.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relacionadas a desordens genéticas e questões imunológicas durante a gravidez, mas não aborda especificamente as preocupações sobre o tipo sanguíneo ou a vacina que a mãe deve ter tomado. Assim, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre problemas genéticos que podem ser relevantes para a discussão sobre possíveis condições do filho, principalmente no que diz respeito à hereditariedade e vacinas. No entanto, o documento não aborda diretamente a preocupação do usuário sobre o tipo de sangue e a vacina não aplicada. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresentado inclui informações sobre doenças genéticas, problemas cromossômicos e aspectos relacionados a vacinação e imunologia, que podem se relacionar com a preocupação do usuário sobre a saúde do filho em relação ao tipo sanguíneo e vacinação. Entretanto, a conexão não é direta o suficiente para fornecer uma resposta clara e específica à pergunta, o que diminui sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discutido contém informações sobre problemas genéticos e cromossômicos que podem afetar a gravidez, mas não aborda a questão específica da incompatibilidade do tipo sanguíneo ou da vacinação que o usuário menciona. Portanto, a relevância é limitada a apenas alguns aspectos.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa aspectos genéticos e imunológicos da gravidez, além de mencionar a vacinação, o que pode ser relevante para a preocupação do usuário sobre problemas que seu filho pode ter devido ao tipo sanguíneo. Porém, as informações não são diretamente aplicáveis à situação específica do usuário quanto à falta da vacina e à gravidez atual.", "nota": 2}
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iniciei tomar ciclo como repositor hormonal queria saber se quando terminar o envelope devo parar por sete dias ou devo continuar tomando o remédio sem intervalos
anticoncepcional não deve ser utilizado como terapia de reposição hormonal a pílula tem indicação contraceptivo mas na pós menopausa seus efeitos podem ser nocivosexistem inúmeras possibilidades de se fazer uma reposição com hormônios adequados preferencialmente naturais ou bioidenticosmarque uma consulta imediatamente com alguém com experiência em conduzir casos de climatério para rever esta prescrição
4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperplasia endometrial não atípicaPacientes pré-menopáusicas. As mulheres pré-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica em geral requerem te-rapia com baixa dosagem de progestogênio por um período de três a seis meses. Normalmente, costuma-se administrar acetato de medroxiprogesterona (MPA, de medroxyprogesterone acetate) cíclico por via oral por 12 a 14 dias em cada mês, na dosagem de 10 a 20 mg diários. Outra opção frequentemente utilizada é iniciar com contraceptivo oral combinado naquelas pacientes sem contraindicações. Os DIUs com progesterona também se mostraram efetivos (Wildemeersch, 2007). Em-bora as lesões possam regredir espontaneamente sem terapia, os progestogênios em geral são usados para tratar a etiologia subjacente, ou seja, anovulação crônica e hiperestrogenismo (T erakawa, 1997). Caso não seja identificado endométrio hi-perplásico residual na biópsia de controle, as pacientes devem continuar recebendo progestogênio e mantidas em observação até a menopausa. Caso haja novo episódio de sangramento será necessária outra biópsia do endométrio,. --- A oportunidade ideal para iniciar reposição hormonal após histerectomia com ooforectomia não está definida (Ame-rican College of Obstetricians and Gynecologists, 1999). Al-guns autores defendem retardo de seis semanas para permitir ablação hormonal de qualquer resíduo da doença. Contudo, as evidências a corroborar essa recomendação são insuficientes. Em um ensaio de pequeno porte não foram demonstradas di-ferenças significativas nas taxas de recorrência de dor pós-ope-ratória quando os hormônios foram iniciados imediatamente após a cirurgia ou posteriormente a ela (Hickman, 1998). --- 9Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 201830®), clormadinona (Belara®, Aixa®), desogestrel (Primera 20 ou 30®, Minian®, Microdiol®, Mercilon®, Femina 20 ou 30®), drospirenona (Yasmin®, Elani Ciclo®, Diva®, Molieri 30®) e ci -proterona (Diane 35®, Diane®, Selene®);• 22 dias, com 6 dias de pausa – etinilestradiol associado com desogestrel trifásico (Gracial®);• 24 dias, com 4 dias de pausa – etinilestradiol associado com dros-pirenona (Yaz®, Iumi®, Molieri 20®) ou gestodeno (Siblima®, Minima®, Minesse®, Mirelle®, Adoless®, Alexa®, Tantin®);• 24 dias, seguidos de até 120 dias de uso contínuo (Yaz Flex®);• 28 dias contínuos, sendo 24 dias de estradiol associado à nomegestrol, seguidos de 4 dias com comprimidos inativos (Stezza®);• 28 dias contínuos, sendo 26 dias de valerato de estradiol e/ou dienogeste, seguidos de 2 dias com comprimidos inativos (Qlaira®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e drospirenona (Elani 28®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e gestodeno (Gestinol 28®).
4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- 7. Recomenda-se realizar regularmente hemograma e exames de função hepática erenal. Em caso de IR, considerar a descontinuação do fármaco. REFERÊNCIAS1. Schatzberg AF, Cole JO, Debattista C. Manual of clinical psychopharmacology. 3rded. Washington: American Psychiatric Press; 1997. 2. Dossenbach MR, Folnegovic-Smalc V, Hotujac L, Uglesic B, Tollefson GD, GrundySL, et al. Double-blind, randomized comparison of olanzapine versus fluphenazine in3. Conley RR, Kelly DL, Nelson MW, Richardson CM, Feldman S, Benham R, et al. --- iniciar com doses mais baixas (entre 2,5 e 5 mg/dia) e ir aumentando conformeclinicamente indicado e tolerado, monitorando cuidadosamente a possibilidade dehipotensão ortostática. Solicitar dosagem de glicemia de jejum e perfil lipídico (colesterol total, HDL, LDL etriglicerídeos) em jejum. Esses exames devem ser solicitados de forma prévia ao iníciodo tratamento, após 3 meses e, depois desse período, a cada ano. ECG em repouso enível de prolactina devem ser solicitados se clinicamente indicado. Controlarperiodicamente as transaminases. 1. Observar cuidadosamente a possibilidade de ganho de peso. O peso deve serobtido antes do início do tratamento, após 4, 8 e 12 semanas e, então, a cadatrimestre. Considerar a troca para outro AP se houver ganho maior que 5% emrelação ao peso inicial. 2. A dosagem da olanzapina não precisa ser ajustada em casos de doença hepática ourenal, uma vez que sua farmacocinética parece não ser afetada. 13. --- ► Todos os pacientes em uso de carbamazepina devem realizar hemograma completonos 2 primeiros meses de tratamento, a cada 2 semanas e, se não houver nenhumaalteração, continuar a repeti-lo a cada 3 meses. O fármaco deve ser suspenso se acontagem de células brancas cair para menos de 3.000 células/mm3 ou a deneutrófilos for inferior a 1.500/mm3, devendo ser solicitada uma consultoriahematológica. MANEJO► Interrupção do medicamento e consultoria hematológica podem ser necessárias. 12, e associada a trombocitopenia. Existe relato de caso de anemia macrocítica induzida por amisulprida. MANEJO► Interrupção do medicamento e consultoria hematológica podem ser necessárias.
É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Quantos dias depois de terminar a cartela a menstruação vem? “Meu ginecologista me orientou parar o anticoncepcional por 7 dias antes de começar uma nova cartela. Quantos dias depois de terminar a cartela do anticoncepcional a menstruação vem?” Geralmente, a menstruação ocorre de 2 a 3 dias após terminar a cartela do anticoncepcional, durante o período de pausa. Ao terminar a cartela (21 ou 24 comprimidos), as mulheres que tomam o anticoncepcional da forma correta (ou seja, 1 comprimido por dia, sempre no mesmo horário e sem esquecer de tomar o comprimido) normalmente têm a menstruação entre 2 a 3 dias depois do último comprimido. A próxima cartela deve ser iniciada no dia programado, normalmente após 7 ou 4 dias (a depender se a cartela tem 21 ou 24 comprimidos) de pausa, mesmo que ainda haja sangramento, de acordo com a orientação do médico. Para saber qual a pílula anticoncepcional mais indicada para você e como tomá-la corretamente, é recomendado consultar um ginecologista. --- Como tomar anticoncepcional depois de ter parado “Eu tomei anticoncepcional por um tempo e parei há um mês, mas agora quero voltar a tomar. Como faço depois de ter parado?” Depois de ter parado o anticoncepcional, o ideal é passar por uma avaliação médica antes de voltar a tomá-lo, embora, em princípio, não exista qualquer problema caso o medicamento não tenha causado efeitos colaterais anteriormente. Caso tenha parado o anticoncepcional há um mês e não apresentava nenhum efeito colateral, pode ser indicado voltar a tomar o medicamento de forma semelhante à primeira vez, de acordo com a orientação do médico. Normalmente, quando não é possível começar o anticoncepcional no primeiro dia da menstruação, é recomendado associar outro método contraceptivo ou evitar ter relações até que se tenha tomado o medicamento por 7 dias seguidos. Antes de voltar a tomar o anticoncepcional, principalmente quando se parou há muito tempo, o ideal é consultar um ginecologista para saber se este medicamento continua sendo o mais indicado para você e como voltar a tomá-lo corretamente. Como escolher o melhor anticoncepcional para tomar? A escolha do melhor anticoncepcional é feita em conjunto com o médico, que leva em consideração fatores, como: Estado de saúde atual da pessoa; Riscos e benefícios do uso do anticoncepcional; Fatores de risco para doenças como trombose, infarto ou AVC; Interação com outros medicamentos em uso. Por isso, para escolher o melhor anticoncepcional para tomar é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para te orientar quanto às opções mais indicadas para o seu caso.
É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Quantos dias depois de terminar a cartela a menstruação vem? “Meu ginecologista me orientou parar o anticoncepcional por 7 dias antes de começar uma nova cartela. Quantos dias depois de terminar a cartela do anticoncepcional a menstruação vem?” Geralmente, a menstruação ocorre de 2 a 3 dias após terminar a cartela do anticoncepcional, durante o período de pausa. Ao terminar a cartela (21 ou 24 comprimidos), as mulheres que tomam o anticoncepcional da forma correta (ou seja, 1 comprimido por dia, sempre no mesmo horário e sem esquecer de tomar o comprimido) normalmente têm a menstruação entre 2 a 3 dias depois do último comprimido. A próxima cartela deve ser iniciada no dia programado, normalmente após 7 ou 4 dias (a depender se a cartela tem 21 ou 24 comprimidos) de pausa, mesmo que ainda haja sangramento, de acordo com a orientação do médico. Para saber qual a pílula anticoncepcional mais indicada para você e como tomá-la corretamente, é recomendado consultar um ginecologista. --- Como tomar anticoncepcional depois de ter parado “Eu tomei anticoncepcional por um tempo e parei há um mês, mas agora quero voltar a tomar. Como faço depois de ter parado?” Depois de ter parado o anticoncepcional, o ideal é passar por uma avaliação médica antes de voltar a tomá-lo, embora, em princípio, não exista qualquer problema caso o medicamento não tenha causado efeitos colaterais anteriormente. Caso tenha parado o anticoncepcional há um mês e não apresentava nenhum efeito colateral, pode ser indicado voltar a tomar o medicamento de forma semelhante à primeira vez, de acordo com a orientação do médico. Normalmente, quando não é possível começar o anticoncepcional no primeiro dia da menstruação, é recomendado associar outro método contraceptivo ou evitar ter relações até que se tenha tomado o medicamento por 7 dias seguidos. Antes de voltar a tomar o anticoncepcional, principalmente quando se parou há muito tempo, o ideal é consultar um ginecologista para saber se este medicamento continua sendo o mais indicado para você e como voltar a tomá-lo corretamente. Como escolher o melhor anticoncepcional para tomar? A escolha do melhor anticoncepcional é feita em conjunto com o médico, que leva em consideração fatores, como: Estado de saúde atual da pessoa; Riscos e benefícios do uso do anticoncepcional; Fatores de risco para doenças como trombose, infarto ou AVC; Interação com outros medicamentos em uso. Por isso, para escolher o melhor anticoncepcional para tomar é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para te orientar quanto às opções mais indicadas para o seu caso.
4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperplasia endometrial não atípicaPacientes pré-menopáusicas. As mulheres pré-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica em geral requerem te-rapia com baixa dosagem de progestogênio por um período de três a seis meses. Normalmente, costuma-se administrar acetato de medroxiprogesterona (MPA, de medroxyprogesterone acetate) cíclico por via oral por 12 a 14 dias em cada mês, na dosagem de 10 a 20 mg diários. Outra opção frequentemente utilizada é iniciar com contraceptivo oral combinado naquelas pacientes sem contraindicações. Os DIUs com progesterona também se mostraram efetivos (Wildemeersch, 2007). Em-bora as lesões possam regredir espontaneamente sem terapia, os progestogênios em geral são usados para tratar a etiologia subjacente, ou seja, anovulação crônica e hiperestrogenismo (T erakawa, 1997). Caso não seja identificado endométrio hi-perplásico residual na biópsia de controle, as pacientes devem continuar recebendo progestogênio e mantidas em observação até a menopausa. Caso haja novo episódio de sangramento será necessária outra biópsia do endométrio,. --- A oportunidade ideal para iniciar reposição hormonal após histerectomia com ooforectomia não está definida (Ame-rican College of Obstetricians and Gynecologists, 1999). Al-guns autores defendem retardo de seis semanas para permitir ablação hormonal de qualquer resíduo da doença. Contudo, as evidências a corroborar essa recomendação são insuficientes. Em um ensaio de pequeno porte não foram demonstradas di-ferenças significativas nas taxas de recorrência de dor pós-ope-ratória quando os hormônios foram iniciados imediatamente após a cirurgia ou posteriormente a ela (Hickman, 1998). --- 9Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 201830®), clormadinona (Belara®, Aixa®), desogestrel (Primera 20 ou 30®, Minian®, Microdiol®, Mercilon®, Femina 20 ou 30®), drospirenona (Yasmin®, Elani Ciclo®, Diva®, Molieri 30®) e ci -proterona (Diane 35®, Diane®, Selene®);• 22 dias, com 6 dias de pausa – etinilestradiol associado com desogestrel trifásico (Gracial®);• 24 dias, com 4 dias de pausa – etinilestradiol associado com dros-pirenona (Yaz®, Iumi®, Molieri 20®) ou gestodeno (Siblima®, Minima®, Minesse®, Mirelle®, Adoless®, Alexa®, Tantin®);• 24 dias, seguidos de até 120 dias de uso contínuo (Yaz Flex®);• 28 dias contínuos, sendo 24 dias de estradiol associado à nomegestrol, seguidos de 4 dias com comprimidos inativos (Stezza®);• 28 dias contínuos, sendo 26 dias de valerato de estradiol e/ou dienogeste, seguidos de 2 dias com comprimidos inativos (Qlaira®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e drospirenona (Elani 28®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e gestodeno (Gestinol 28®).
4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperplasia endometrial não atípicaPacientes pré-menopáusicas. As mulheres pré-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica em geral requerem te-rapia com baixa dosagem de progestogênio por um período de três a seis meses. Normalmente, costuma-se administrar acetato de medroxiprogesterona (MPA, de medroxyprogesterone acetate) cíclico por via oral por 12 a 14 dias em cada mês, na dosagem de 10 a 20 mg diários. Outra opção frequentemente utilizada é iniciar com contraceptivo oral combinado naquelas pacientes sem contraindicações. Os DIUs com progesterona também se mostraram efetivos (Wildemeersch, 2007). Em-bora as lesões possam regredir espontaneamente sem terapia, os progestogênios em geral são usados para tratar a etiologia subjacente, ou seja, anovulação crônica e hiperestrogenismo (T erakawa, 1997). Caso não seja identificado endométrio hi-perplásico residual na biópsia de controle, as pacientes devem continuar recebendo progestogênio e mantidas em observação até a menopausa. Caso haja novo episódio de sangramento será necessária outra biópsia do endométrio,. --- A oportunidade ideal para iniciar reposição hormonal após histerectomia com ooforectomia não está definida (Ame-rican College of Obstetricians and Gynecologists, 1999). Al-guns autores defendem retardo de seis semanas para permitir ablação hormonal de qualquer resíduo da doença. Contudo, as evidências a corroborar essa recomendação são insuficientes. Em um ensaio de pequeno porte não foram demonstradas di-ferenças significativas nas taxas de recorrência de dor pós-ope-ratória quando os hormônios foram iniciados imediatamente após a cirurgia ou posteriormente a ela (Hickman, 1998). --- 9Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 201830®), clormadinona (Belara®, Aixa®), desogestrel (Primera 20 ou 30®, Minian®, Microdiol®, Mercilon®, Femina 20 ou 30®), drospirenona (Yasmin®, Elani Ciclo®, Diva®, Molieri 30®) e ci -proterona (Diane 35®, Diane®, Selene®);• 22 dias, com 6 dias de pausa – etinilestradiol associado com desogestrel trifásico (Gracial®);• 24 dias, com 4 dias de pausa – etinilestradiol associado com dros-pirenona (Yaz®, Iumi®, Molieri 20®) ou gestodeno (Siblima®, Minima®, Minesse®, Mirelle®, Adoless®, Alexa®, Tantin®);• 24 dias, seguidos de até 120 dias de uso contínuo (Yaz Flex®);• 28 dias contínuos, sendo 24 dias de estradiol associado à nomegestrol, seguidos de 4 dias com comprimidos inativos (Stezza®);• 28 dias contínuos, sendo 26 dias de valerato de estradiol e/ou dienogeste, seguidos de 2 dias com comprimidos inativos (Qlaira®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e drospirenona (Elani 28®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e gestodeno (Gestinol 28®).
4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperplasia endometrial não atípicaPacientes pré-menopáusicas. As mulheres pré-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica em geral requerem te-rapia com baixa dosagem de progestogênio por um período de três a seis meses. Normalmente, costuma-se administrar acetato de medroxiprogesterona (MPA, de medroxyprogesterone acetate) cíclico por via oral por 12 a 14 dias em cada mês, na dosagem de 10 a 20 mg diários. Outra opção frequentemente utilizada é iniciar com contraceptivo oral combinado naquelas pacientes sem contraindicações. Os DIUs com progesterona também se mostraram efetivos (Wildemeersch, 2007). Em-bora as lesões possam regredir espontaneamente sem terapia, os progestogênios em geral são usados para tratar a etiologia subjacente, ou seja, anovulação crônica e hiperestrogenismo (T erakawa, 1997). Caso não seja identificado endométrio hi-perplásico residual na biópsia de controle, as pacientes devem continuar recebendo progestogênio e mantidas em observação até a menopausa. Caso haja novo episódio de sangramento será necessária outra biópsia do endométrio,. --- A oportunidade ideal para iniciar reposição hormonal após histerectomia com ooforectomia não está definida (Ame-rican College of Obstetricians and Gynecologists, 1999). Al-guns autores defendem retardo de seis semanas para permitir ablação hormonal de qualquer resíduo da doença. Contudo, as evidências a corroborar essa recomendação são insuficientes. Em um ensaio de pequeno porte não foram demonstradas di-ferenças significativas nas taxas de recorrência de dor pós-ope-ratória quando os hormônios foram iniciados imediatamente após a cirurgia ou posteriormente a ela (Hickman, 1998). --- 9Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 201830®), clormadinona (Belara®, Aixa®), desogestrel (Primera 20 ou 30®, Minian®, Microdiol®, Mercilon®, Femina 20 ou 30®), drospirenona (Yasmin®, Elani Ciclo®, Diva®, Molieri 30®) e ci -proterona (Diane 35®, Diane®, Selene®);• 22 dias, com 6 dias de pausa – etinilestradiol associado com desogestrel trifásico (Gracial®);• 24 dias, com 4 dias de pausa – etinilestradiol associado com dros-pirenona (Yaz®, Iumi®, Molieri 20®) ou gestodeno (Siblima®, Minima®, Minesse®, Mirelle®, Adoless®, Alexa®, Tantin®);• 24 dias, seguidos de até 120 dias de uso contínuo (Yaz Flex®);• 28 dias contínuos, sendo 24 dias de estradiol associado à nomegestrol, seguidos de 4 dias com comprimidos inativos (Stezza®);• 28 dias contínuos, sendo 26 dias de valerato de estradiol e/ou dienogeste, seguidos de 2 dias com comprimidos inativos (Qlaira®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e drospirenona (Elani 28®);• 28 dias contínuos de etinilestradiol e gestodeno (Gestinol 28®).
{"justificativa": "O contexto menciona detalhes sobre a administração de hormônios, incluindo o uso de determinados progestógenos e ciclos de tratamento, que são diretamente relevantes para a questão do usuário sobre como proceder após o término do ciclo de reposição hormonal. As informações sobre padrões de dosagem e intervalos de uso ajudam a responder à dúvida apresentada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda aspectos relacionados à terapia de reposição hormonal e menciona informações sobre a administração de hormônios e intervalos de dose, o que é parcialmente relevante para a dúvida do usuário. No entanto, não esclarece diretamente a questão específica do usuário sobre o que fazer após terminar um ciclo.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a utilização de anticoncepcionais e o manejo de pausas entre cartelas, o que é pertinente à dúvida do usuário sobre o uso de hormônios. No entanto, o foco do documento é mais específico sobre anticoncepcionais, o que pode não responder diretamente à pergunta sobre reposição hormonal. Assim, é relacionado mas não totalmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a questão do uso de pílulas anticoncepcionais, incluindo informações sobre a pausa de 7 dias e o que fazer em casos de menstruação antes do término da cartela. Os detalhes mencionados são aplicáveis à pergunta do usuário sobre o uso de hormônios, embora a pergunta se refira a hormônios de reposição, que pode não ser exatamente a mesma situação.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a administração de hormônios, incluindo regime de dosagem e intervalos de pausa, que podem ser diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre o uso contínuo ou pausa após o fim do ciclo de reposição hormonal. Isso pode ajudar o LLM a oferecer uma resposta mais precisa.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona diferentes regimes de uso de hormônios e a administração cíclica de progestogênios, que pode ser relevante para a pergunta sobre a continuidade do tratamento hormonal após o término do ciclo. Entretanto, a informação não é específica sobre se deve haver uma pausa após o uso do ciclo hormonal, tornando a relevância moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute diferentes protocolos de reposição hormonal, incluindo ciclos de administração e pausas. Embora o documento mencione a abordagem de uso contínuo e pausas de 7 dias, não aborda diretamente a dúvida específica sobre a manutenção ou interrupção do medicamento após um ciclo, o que limita sua relevância.", "nota": 2}
2,101
bom dia tive cancer de utero a anos e agora estou com nodulo na mama devo me preocupar que me aconselham
olá toda lesão mamária tem que ser avaliada através do exame físico do seu médico dos exames de imagem como mamografia ultrassom e ressonância e da biópsia se necessáriaassim a avaliação do seu médico é fundamental quantos anos você tem como é este nódulo ao exame físico tem algum antecedente de câncer na famíliaconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento
24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349. --- FATORES DE RISCO PARA CÂNCER DE MAMA10075502500 5 10 15268 258 143 28Número de pacientes em riscoSobrevivência (%)AnosGeralCausa específica98%99% 97% 96%87%94%FIGURA 12-12 Sobrevivência geral e específica para a causa para o car-cinoma ductal in situ. (Segundo Solin, 1996, com permissão.)A B CFIGURA 12-13 A. e B. Doença de Paget do mamilo. C. Dermatite reativa benigna. (Fotografias cedidas pela Dra. Marilyn Leith.)Hoffman_12.indd 345 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.comGravidezA mama é peculiar na medida em que é o único órgão que permanece em estágio inicial por uma década ou mais, antes de entrar em estado altamente proliferativo na menarca e, ainda assim, não amadurecer por completo até o nascimento do pri-meiro filho. O epitélio mamário imaturo é mais suscetível aos carcinógenos do que o epitélio pós-lactacional (Russo, 1996). Consequentemente, quanto mais tarde for a vinda do primeiro filho, maior o risco de câncer de mama. Em relação à multi-paridade, o nascimento dos primeiros filhos antes dos 28 anos está associado à redução no risco de câncer de mama, enquan-to aqueles daí em diante estão associados a aumento do risco (Gail, 1989). As mulheres que tiveram o primeiro filho nati-vivo em idade jovem assim como aquelas com grande número de filhos nascidos vivos têm risco reduzido de câncer de mama (Layde, 1989; MacMahon, 1970; Pathak, 1986; Pike, 1983).
24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349. --- FATORES DE RISCO PARA CÂNCER DE MAMA10075502500 5 10 15268 258 143 28Número de pacientes em riscoSobrevivência (%)AnosGeralCausa específica98%99% 97% 96%87%94%FIGURA 12-12 Sobrevivência geral e específica para a causa para o car-cinoma ductal in situ. (Segundo Solin, 1996, com permissão.)A B CFIGURA 12-13 A. e B. Doença de Paget do mamilo. C. Dermatite reativa benigna. (Fotografias cedidas pela Dra. Marilyn Leith.)Hoffman_12.indd 345 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.comGravidezA mama é peculiar na medida em que é o único órgão que permanece em estágio inicial por uma década ou mais, antes de entrar em estado altamente proliferativo na menarca e, ainda assim, não amadurecer por completo até o nascimento do pri-meiro filho. O epitélio mamário imaturo é mais suscetível aos carcinógenos do que o epitélio pós-lactacional (Russo, 1996). Consequentemente, quanto mais tarde for a vinda do primeiro filho, maior o risco de câncer de mama. Em relação à multi-paridade, o nascimento dos primeiros filhos antes dos 28 anos está associado à redução no risco de câncer de mama, enquan-to aqueles daí em diante estão associados a aumento do risco (Gail, 1989). As mulheres que tiveram o primeiro filho nati-vivo em idade jovem assim como aquelas com grande número de filhos nascidos vivos têm risco reduzido de câncer de mama (Layde, 1989; MacMahon, 1970; Pathak, 1986; Pike, 1983).
24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349. --- FATORES DE RISCO PARA CÂNCER DE MAMA10075502500 5 10 15268 258 143 28Número de pacientes em riscoSobrevivência (%)AnosGeralCausa específica98%99% 97% 96%87%94%FIGURA 12-12 Sobrevivência geral e específica para a causa para o car-cinoma ductal in situ. (Segundo Solin, 1996, com permissão.)A B CFIGURA 12-13 A. e B. Doença de Paget do mamilo. C. Dermatite reativa benigna. (Fotografias cedidas pela Dra. Marilyn Leith.)Hoffman_12.indd 345 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.comGravidezA mama é peculiar na medida em que é o único órgão que permanece em estágio inicial por uma década ou mais, antes de entrar em estado altamente proliferativo na menarca e, ainda assim, não amadurecer por completo até o nascimento do pri-meiro filho. O epitélio mamário imaturo é mais suscetível aos carcinógenos do que o epitélio pós-lactacional (Russo, 1996). Consequentemente, quanto mais tarde for a vinda do primeiro filho, maior o risco de câncer de mama. Em relação à multi-paridade, o nascimento dos primeiros filhos antes dos 28 anos está associado à redução no risco de câncer de mama, enquan-to aqueles daí em diante estão associados a aumento do risco (Gail, 1989). As mulheres que tiveram o primeiro filho nati-vivo em idade jovem assim como aquelas com grande número de filhos nascidos vivos têm risco reduzido de câncer de mama (Layde, 1989; MacMahon, 1970; Pathak, 1986; Pike, 1983).
24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349. --- FATORES DE RISCO PARA CÂNCER DE MAMA10075502500 5 10 15268 258 143 28Número de pacientes em riscoSobrevivência (%)AnosGeralCausa específica98%99% 97% 96%87%94%FIGURA 12-12 Sobrevivência geral e específica para a causa para o car-cinoma ductal in situ. (Segundo Solin, 1996, com permissão.)A B CFIGURA 12-13 A. e B. Doença de Paget do mamilo. C. Dermatite reativa benigna. (Fotografias cedidas pela Dra. Marilyn Leith.)Hoffman_12.indd 345 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.comGravidezA mama é peculiar na medida em que é o único órgão que permanece em estágio inicial por uma década ou mais, antes de entrar em estado altamente proliferativo na menarca e, ainda assim, não amadurecer por completo até o nascimento do pri-meiro filho. O epitélio mamário imaturo é mais suscetível aos carcinógenos do que o epitélio pós-lactacional (Russo, 1996). Consequentemente, quanto mais tarde for a vinda do primeiro filho, maior o risco de câncer de mama. Em relação à multi-paridade, o nascimento dos primeiros filhos antes dos 28 anos está associado à redução no risco de câncer de mama, enquan-to aqueles daí em diante estão associados a aumento do risco (Gail, 1989). As mulheres que tiveram o primeiro filho nati-vivo em idade jovem assim como aquelas com grande número de filhos nascidos vivos têm risco reduzido de câncer de mama (Layde, 1989; MacMahon, 1970; Pathak, 1986; Pike, 1983).
24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349. --- Alterações fibrocísticas na mamaPorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: fev. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosAlterações fibrocísticas da mama (anteriormente chamadas de doença fibrocística da mama) incluem dor na mama, cistos e nódulos que não são decorrentes do câncer.Diagnóstico|Tratamento|(Consulte também Considerações gerais sobre distúrbios de mama e Nódulos na mama.)A maioria das mulheres tem algum nódulo geral nas mamas, geralmente na parte superior externa, perto da axila. Muitas mulheres têm esse tipo de nódulo, dor na mama, cistos mamários ou alguma combinação desses sintomas – um quadro clínico chamado de alterações fibrocísticas.Normalmente, os níveis dos hormônios femininos estrogênio e progesterona variam durante o ciclo menstrual. As glândulas mamárias e os dutos de leite aumentam e as mamas retêm líquidos quando os níveis aumentam, e as mamas retornam ao normal quando os níveis diminuem. (Essas variações explicam em parte por que as mamas estão inchadas e mais sensíveis durante um determinado momento de cada ciclo menstrual.) Alterações fibrocísticas podem resultar de estimulação repetida por esses hormônios. Os itens a seguir aumentam o risco de apresentar alterações fibrocísticas, possivelmente porque envolvem uma exposição mais prolongada ao estrogênio:Começar a menstruar muito cedoTer um primeiro filho aos 30 anos de idade ou maisNunca ter um filhoOutros distúrbios de mama, como infecções da mama, podem causar essas alterações fibrocísticas.As regiões irregulares podem aumentar, causando uma sensação de peso, desconforto, sensibilidade ao toque ou uma dor em ardência. Os sintomas tendem a diminuir após a menopausa.As alterações fibrocísticas não aumentam o risco de ter câncer de mama.Diagnóstico de alterações fibrocísticas na mama Exames de diagnóstico por imagemAlgumas vezes, biópsiaA mamografia é recomendada como exame preventivo em mulheres com mais de 40 anos de idade. As alterações fibrocísticas da mama incluem nódulos e cistos na mama. Se for encontrado um nódulo na mama ou outra alteração suspeita no tecido da mama no exame da mama ou em exames de imagem realizados como exames preventivos para câncer de mama, outros exames serão necessários para descartar a possibilidade de câncer. Caso uma mamografia ainda não tenha sido realizada, geralmente um ultrassom é feito primeiro para tentar diferenciar nódulos sólidos de cistos, que raramente são cancerosos. Se o nódulo parecer sólido, normalmente é feita mamografia seguida por uma biópsia. Durante uma biópsia, uma amostra de tecido é removida de uma região cujo aspecto é anômalo ou diferente das outras regiões e então examinada ao microscópio para descartar a possibilidade de câncer. Às vezes, a amostra pode ser coletada com uma agulha, mas às vezes precisa ser removida cirurgicamente.As alterações fibrocísticas podem fazer com que as mamas tenham um aspecto denso nas mamografias e, com isso, dificultam a detecção do câncer de mama.Tratamento de alterações fibrocísticas na mama Às vezes, a retirada do nóduloÀs vezes, medicamentos para aliviar os sintomasSe houver apenas um nódulo ou se um nódulo parecer ser diferente dos outros nódulos, o nódulo pode ser removido.Nenhum tratamento específico está disponível ou é necessário para alterações fibrocísticas, mas algumas medidas podem ajudar a aliviar os sintomas:Usar um sutiã macio e sustentador como um sutiã esportivoTomar analgésicos como paracetamolÀs vezes, os cistos são drenados, mas eles podem reaparecer.Se os sintomas forem graves, o médico pode receitar medicamentos, como o danazol (um hormônio masculino sintético) ou o tamoxifeno (que bloqueia os efeitos do estrogênio). Uma vez que efeitos colaterais podem ocorrer com o uso prolongado, os medicamentos geralmente são administrados apenas por um período curto. O tamoxifeno tem menos efeitos colaterais que o danazol.Test your KnowledgeTake a Quiz!
Massas mamárias (nódulos na mama)PorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: jan. 2024Visão Educação para o pacienteEtiologia|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (6)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Massa mamária (fibroadenoma)Massa mamáriaMassa mamária (câncer de mama)Mamilo retraídoUltrassom de nódulo mamárioUltrassom de um nódulo mamário...Uma massa mamária (nódulo) pode ser descoberta acidentalmente pela paciente, ou durante o autoexame da mama, ou pelo médico durante o exame físico de rotina.Massas podem ser indolores ou dolorosas e, às vezes, são acompanhadas por eliminação de secreção mamilar ou alterações da pele.Etiologia das massas mamáriasTodas as massas mamárias devem ser avaliadas a fim de excluir um câncer de mama, mas a maioria é não maligna. As causas mais comuns incluemAlterações fibrocísticasFibroadenomasAs alterações fibrocísticas (anteriormente, doença mamária fibrocística) referem-se a lesões não proliferativas, como cistos mamários e a massas indefinidas (geralmente no quadrante superior externo da mama); esses achados podem ocorrer isoladamente ou em conjunto. Mamas têm uma textura nodular e densa e são frequentemente sensíveis quando palpadas. As mamas podem parecer pesadas e desconfortáveis. As mulheres podem sentir dor em queimação nas mamas. Alterações fibrocísticas são a causa dos sintomas mamários mais comumente relatados. Os sintomas tendem a desaparecer depois da menopausa.Estimulação repetida com estrogênio e progesterona pode contribuir para o desenvolvimento das alterações fibrocísticas, que são mais comuns em mulheres que tiveram menarca precoce, que deram à luz ao primeiro filho com > 30 anos de idade ou que são nulíparas. As alterações fibrocísticas não estão associadas a maior risco de câncer.Fibroadenomas são tipicamente massas arredondadas, macias, indolores e móveis; podem ser confundidos com câncer. Geralmente se desenvolvem em mulheres durante a idade reprodutiva e o tamanho pode diminuir ao longo do tempo. Fibroadenomas simples não parecem representar maior risco de câncer de mama. Fibroadenomas complexos estão associados a um risco ligeiramente maior de câncer de mama (1). Fibroadenomas juvenis são uma variante que ocorre em adolescentes e, ao contrário de fibroadenomas em mulheres mais velhas, esses fibroadenomas continuam a crescer ao longo do tempo.Massa mamária (fibroadenoma)Imagem GIRAND/SCIENCE PHOTO LIBRARYAs infecções das mamas (mastite) causam dor, eritema e edema; um abscesso pode produzir uma massa distinta. A mastite puerperal, geralmente causada por Staphylococcus aureus, pode provocar inflamação maciça e dor mamária intensa, às vezes com abscesso. As infecções são extremamente raras, exceto após o puerpério (pós-parto) ou após trauma penetrante. Elas podem ocorrer após cirurgia da mama. Se ocorrer infecção sob outra circunstância, deve-se averiguar a existência de câncer subjacente imediatamente. Os tipos de mastite não lactacional benigna são a mastite periductal, a mastite granulomatosa idiopática e a mastite tuberculosa (ver Tuberculose extrapulmonar); esses tipos ocorrem principalmente em mulheres jovens.Massa mamáriaImagem MID ESSEX HOSPITAL SERVICES NHS TRUST/SCIENCE PHOTO LIBRARYGalactocele é um cisto arredondado, repleto de leite e facilmente mobilizado, que habitualmente ocorre cerca de 6 a 10 meses após a interrupção da lactação. Esses cistos raramente se tornam infectados.Massa mamária (câncer de mama)Imagem DR M.A. ANSARY/SCIENCE PHOTO LIBRARYCânceres de vários tipos podem se manifestar como uma massa.Referência sobre etiologia1. Nassar A, Visscher DW, Degnim AC, et al: Complex fibroadenoma and breast cancer risk: a Mayo Clinic Benign Breast Disease Cohort Study. Breast Cancer Res Treat 153(2):397-405, 2015. doi:10.1007/s10549-015-3535-8Avaliação das massas mamáriasHistóriaHistória da doença atual deve incluir há quanto tempo a massa está presente, se o tamanho é constante ou varia e se a massa é dolorosa. Deve-se inquirir sobre a ocorrência pregressa da massa e os resultados da avaliação destes.A revisão dos sistemas deve determinar se há secreção mamilar e, se houver, se é unilateral, espontânea ou somente em resposta à manipulação da mama e se é clara, leitosa ou sanguinolenta. É necessário averiguar a existência de sintomas de neoplasia avançada (p. ex., perda ponderal, mal-estar e dor óssea).A história clínica deve compreender os fatores de risco do câncer de mama, incluindo o diagnóstico pregresso de câncer de mama, e antecedente de irradiação terapêutica para a área do tórax antes dos 30 anos de idade (p. ex., para linfoma de Hodgkin). A história familiar deve observar a ocorrência de câncer de mama em parentes de 1º grau (mãe, irmã e filha) e, sendo positiva, se a pessoa tinha uma das mutações genéticas hereditárias que predispõe ao câncer de mama (p. ex., BRCA1 ou BRCA2).Exame físicoO exame físico deve concentrar-se na mama e nos tecidos adjacentes. Inspeciona-se na mama alterações da pele sobre a área da massa, inversão de mamilo (retração) e secreção mamilar. As alterações cutâneas podem incluir eritema, aparência eczematosa, edema ou ondulações [às vezes chamadas de peau d’orange (casca de laranja)].Mamilo retraídoImagem SCIENCE PHOTO LIBRARYPalpa-se a massa para avaliar as dimensões, a sensibilidade, a consistência (isto é, dura ou macia, lisa ou irregular), bordas (bem definidas ou não delimitadas) e a mobilidade (se é livremente móvel ou fixo à pele ou à parede torácica).Palpam-se as áreas axilar, supraclavicular e infraclavicular para averiguar a existência de massas e linfadenopatia.Sinais de alertaOs achados a seguir são particularmente preocupantes:Massa que adere à pele ou à parede torácicaMassa irregular e extremamente rígidaPregueamento da pelePele engrossada e eritematosaSecreção mamilar espontânea ou sanguinolentaLinfonodos axilares aderidos ou pouco definidosInterpretação dos achadosMassas elásticas, sensíveis e dolorosas em mulheres mais jovens e com história de resultados similares e que estão em idade reprodutiva sugerem alterações fibrocísticas.Resultados alarmantes sugerem câncer. Porém, as características das lesões benignas e malignas, incluindo a existência ou a ausência de fatores de risco, se sobrepõem consideravelmente. Por essa razão e porque a falha em reconhecer o câncer tem consequências sérias, pacientes necessita de exames subsidiários para excluir, de forma mais conclusiva, o câncer de mama.ExamesInicialmente, os médicos tentam diferenciar massas sólidas de císticas, uma vez que as císticas raramente são neoplásicas. Tipicamente, primeiro realiza-se ultrassonografia. Pode-se aspirar as lesões de aparência cística (p. ex., quando causam sintomas).Envia-se o líquido aspirado de um cisto para citologia seÉ turva ou excessivamente sanguinolenta.Volume de líquido mínimo é obtido.Uma massa permanece após a aspiração.Se esses achados estão presentes, realiza-se mamografia seguida de biópsia com agulha orientada por imagem.Reexaminam-se as pacientes em 4 a 8 semanas. Se o cisto não for mais palpável, é considerado benigno. Se houver reincidência do cisto, aspira-se novamente e encaminha-se o líquido obtido para a citologia, independentemente do aspecto. A terceira recorrência ou a persistência de massa após a aspiração inicial (mesmo que a citologia seja negativa) exige biópsia.Avaliam-se as massas sólidas com mamografia seguida de biópsia por agulha orientada por imagem. Realiza-se biópsia cirúrgica se a biópsia orientada por imagem não é possível porque a lesão está muito perto da pele ou da parede torácica, se a paciente não é capaz de manter a posição necessária para a biópsia por agulha ou se a paciente prefere uma biópsia cirúrgica.Ultrassom de nódulo mamárioImagem ZEPHYR/SCIENCE PHOTO LIBRARYUltrassom de um nódulo mamário (cisto)Imagem DR NAJEEB LAYYOUS/SCIENCE PHOTO LIBRARY Tratamento das massas mamáriasO tratamento de um nódulo mamário é direcionado para a causa.Um fibroadenoma normalmente é removido se ele cresce ou causa sintomas. Em geral, pode-se excisar cirurgicamente os fibroadenomas ou se, Test your KnowledgeTake a Quiz! --- 24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349.
Massas mamárias (nódulos na mama)PorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: jan. 2024Visão Educação para o pacienteEtiologia|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (6)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Massa mamária (fibroadenoma)Massa mamáriaMassa mamária (câncer de mama)Mamilo retraídoUltrassom de nódulo mamárioUltrassom de um nódulo mamário...Uma massa mamária (nódulo) pode ser descoberta acidentalmente pela paciente, ou durante o autoexame da mama, ou pelo médico durante o exame físico de rotina.Massas podem ser indolores ou dolorosas e, às vezes, são acompanhadas por eliminação de secreção mamilar ou alterações da pele.Etiologia das massas mamáriasTodas as massas mamárias devem ser avaliadas a fim de excluir um câncer de mama, mas a maioria é não maligna. As causas mais comuns incluemAlterações fibrocísticasFibroadenomasAs alterações fibrocísticas (anteriormente, doença mamária fibrocística) referem-se a lesões não proliferativas, como cistos mamários e a massas indefinidas (geralmente no quadrante superior externo da mama); esses achados podem ocorrer isoladamente ou em conjunto. Mamas têm uma textura nodular e densa e são frequentemente sensíveis quando palpadas. As mamas podem parecer pesadas e desconfortáveis. As mulheres podem sentir dor em queimação nas mamas. Alterações fibrocísticas são a causa dos sintomas mamários mais comumente relatados. Os sintomas tendem a desaparecer depois da menopausa.Estimulação repetida com estrogênio e progesterona pode contribuir para o desenvolvimento das alterações fibrocísticas, que são mais comuns em mulheres que tiveram menarca precoce, que deram à luz ao primeiro filho com > 30 anos de idade ou que são nulíparas. As alterações fibrocísticas não estão associadas a maior risco de câncer.Fibroadenomas são tipicamente massas arredondadas, macias, indolores e móveis; podem ser confundidos com câncer. Geralmente se desenvolvem em mulheres durante a idade reprodutiva e o tamanho pode diminuir ao longo do tempo. Fibroadenomas simples não parecem representar maior risco de câncer de mama. Fibroadenomas complexos estão associados a um risco ligeiramente maior de câncer de mama (1). Fibroadenomas juvenis são uma variante que ocorre em adolescentes e, ao contrário de fibroadenomas em mulheres mais velhas, esses fibroadenomas continuam a crescer ao longo do tempo.Massa mamária (fibroadenoma)Imagem GIRAND/SCIENCE PHOTO LIBRARYAs infecções das mamas (mastite) causam dor, eritema e edema; um abscesso pode produzir uma massa distinta. A mastite puerperal, geralmente causada por Staphylococcus aureus, pode provocar inflamação maciça e dor mamária intensa, às vezes com abscesso. As infecções são extremamente raras, exceto após o puerpério (pós-parto) ou após trauma penetrante. Elas podem ocorrer após cirurgia da mama. Se ocorrer infecção sob outra circunstância, deve-se averiguar a existência de câncer subjacente imediatamente. Os tipos de mastite não lactacional benigna são a mastite periductal, a mastite granulomatosa idiopática e a mastite tuberculosa (ver Tuberculose extrapulmonar); esses tipos ocorrem principalmente em mulheres jovens.Massa mamáriaImagem MID ESSEX HOSPITAL SERVICES NHS TRUST/SCIENCE PHOTO LIBRARYGalactocele é um cisto arredondado, repleto de leite e facilmente mobilizado, que habitualmente ocorre cerca de 6 a 10 meses após a interrupção da lactação. Esses cistos raramente se tornam infectados.Massa mamária (câncer de mama)Imagem DR M.A. ANSARY/SCIENCE PHOTO LIBRARYCânceres de vários tipos podem se manifestar como uma massa.Referência sobre etiologia1. Nassar A, Visscher DW, Degnim AC, et al: Complex fibroadenoma and breast cancer risk: a Mayo Clinic Benign Breast Disease Cohort Study. Breast Cancer Res Treat 153(2):397-405, 2015. doi:10.1007/s10549-015-3535-8Avaliação das massas mamáriasHistóriaHistória da doença atual deve incluir há quanto tempo a massa está presente, se o tamanho é constante ou varia e se a massa é dolorosa. Deve-se inquirir sobre a ocorrência pregressa da massa e os resultados da avaliação destes.A revisão dos sistemas deve determinar se há secreção mamilar e, se houver, se é unilateral, espontânea ou somente em resposta à manipulação da mama e se é clara, leitosa ou sanguinolenta. É necessário averiguar a existência de sintomas de neoplasia avançada (p. ex., perda ponderal, mal-estar e dor óssea).A história clínica deve compreender os fatores de risco do câncer de mama, incluindo o diagnóstico pregresso de câncer de mama, e antecedente de irradiação terapêutica para a área do tórax antes dos 30 anos de idade (p. ex., para linfoma de Hodgkin). A história familiar deve observar a ocorrência de câncer de mama em parentes de 1º grau (mãe, irmã e filha) e, sendo positiva, se a pessoa tinha uma das mutações genéticas hereditárias que predispõe ao câncer de mama (p. ex., BRCA1 ou BRCA2).Exame físicoO exame físico deve concentrar-se na mama e nos tecidos adjacentes. Inspeciona-se na mama alterações da pele sobre a área da massa, inversão de mamilo (retração) e secreção mamilar. As alterações cutâneas podem incluir eritema, aparência eczematosa, edema ou ondulações [às vezes chamadas de peau d’orange (casca de laranja)].Mamilo retraídoImagem SCIENCE PHOTO LIBRARYPalpa-se a massa para avaliar as dimensões, a sensibilidade, a consistência (isto é, dura ou macia, lisa ou irregular), bordas (bem definidas ou não delimitadas) e a mobilidade (se é livremente móvel ou fixo à pele ou à parede torácica).Palpam-se as áreas axilar, supraclavicular e infraclavicular para averiguar a existência de massas e linfadenopatia.Sinais de alertaOs achados a seguir são particularmente preocupantes:Massa que adere à pele ou à parede torácicaMassa irregular e extremamente rígidaPregueamento da pelePele engrossada e eritematosaSecreção mamilar espontânea ou sanguinolentaLinfonodos axilares aderidos ou pouco definidosInterpretação dos achadosMassas elásticas, sensíveis e dolorosas em mulheres mais jovens e com história de resultados similares e que estão em idade reprodutiva sugerem alterações fibrocísticas.Resultados alarmantes sugerem câncer. Porém, as características das lesões benignas e malignas, incluindo a existência ou a ausência de fatores de risco, se sobrepõem consideravelmente. Por essa razão e porque a falha em reconhecer o câncer tem consequências sérias, pacientes necessita de exames subsidiários para excluir, de forma mais conclusiva, o câncer de mama.ExamesInicialmente, os médicos tentam diferenciar massas sólidas de císticas, uma vez que as císticas raramente são neoplásicas. Tipicamente, primeiro realiza-se ultrassonografia. Pode-se aspirar as lesões de aparência cística (p. ex., quando causam sintomas).Envia-se o líquido aspirado de um cisto para citologia seÉ turva ou excessivamente sanguinolenta.Volume de líquido mínimo é obtido.Uma massa permanece após a aspiração.Se esses achados estão presentes, realiza-se mamografia seguida de biópsia com agulha orientada por imagem.Reexaminam-se as pacientes em 4 a 8 semanas. Se o cisto não for mais palpável, é considerado benigno. Se houver reincidência do cisto, aspira-se novamente e encaminha-se o líquido obtido para a citologia, independentemente do aspecto. A terceira recorrência ou a persistência de massa após a aspiração inicial (mesmo que a citologia seja negativa) exige biópsia.Avaliam-se as massas sólidas com mamografia seguida de biópsia por agulha orientada por imagem. Realiza-se biópsia cirúrgica se a biópsia orientada por imagem não é possível porque a lesão está muito perto da pele ou da parede torácica, se a paciente não é capaz de manter a posição necessária para a biópsia por agulha ou se a paciente prefere uma biópsia cirúrgica.Ultrassom de nódulo mamárioImagem ZEPHYR/SCIENCE PHOTO LIBRARYUltrassom de um nódulo mamário (cisto)Imagem DR NAJEEB LAYYOUS/SCIENCE PHOTO LIBRARY Tratamento das massas mamáriasO tratamento de um nódulo mamário é direcionado para a causa.Um fibroadenoma normalmente é removido se ele cresce ou causa sintomas. Em geral, pode-se excisar cirurgicamente os fibroadenomas ou se, Test your KnowledgeTake a Quiz! --- 24Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018neas, a idade da menarca e da menopausa, a idade da primeira ges-tação de termo, a lactação, a exposição a hormônios ou à radiação ionizante, as cirurgias mamárias, e especial atenção deve ser dada aos antecedentes pessoais e familiares de câncer. As queixas mais frequentes na prática clínica da mastologia são a dor mamária, o nódulo e a descarga papilar. A idade, depois do sexo, é o princi-pal fator de risco para câncer de mama, sendo uma patologia cuja incidência é maior quanto mais idosa for a paciente. Um antece-dente pessoal de câncer mamário aumenta signi/f_i cativamente o risco de um segundo câncer. As cirurgias mamárias, estéticas ou diagnósticas, podem produzir distorções no parênquima mamário que comprometem o exame clínico e prejudicam a interpretação da mamogra/f_i a. A dor mamária, usualmente de natureza cíclica, é a queixa mais comum que leva a paciente a consultar seu médi-co. Muitas mulheres pré-menopausadas referem um desconforto mamário pré-menstrual que cede espontaneamente. Uma situação similar ocorre em pacientes pós-menopausadas que fazem terapia de reposição hormonal. A dor também pode ser causada por doen-ças benignas como: ingurgitamento da lactação, mastite puerperal, alterações funcionais benignas das mamas, entre outras. O câncer de mama raramente causa dor. O nódulo mamário é outra queixa frequente e permanece ainda como a apresentação mais comum do câncer de mama. Nesse sentido, Haagensen observou que 65% de 2.198 casos de câncer de mama identi/f_i cados antes do rastrea-mento mamográ/f_i co se apresentaram como nódulos mamários.(36) A descarga papilar espontânea ou a expressão também preocupa a mulher devendo ser caracterizado quanto à coloração em sangui-25Filassi JR, Ricci MDProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018guinolento, uniductal, unilateral e espontâneo. Entre os eventos reprodutivos relacionados ao aumento no risco de desenvolver câncer de mama, tem-se: idade da menarca, característica do ciclo menstrual, paridade, idade da primeira gestação e lactação. A idade da menarca representa o desenvolvimento do ambiente hormonal maduro e o desenvolvimento do ciclo hormonal mensal que induz ovulação, menstruação e proliferação celular no endométrio e na mama. Quanto menor a idade da menarca, maior o risco para o câncer de mama.(36) A primeira gestação está associada a alterações permanentes do epitélio glandular e outras alterações biológicas nas células mamárias. Quanto mais tardia a gestação, maior a pro-babilidade que erros no DNA se propaguem com a proliferação das células mamárias. A nuliparidade representa aumento do risco, sendo este mais evidente após 40 a 45 anos.(36) Ainda relacionado ao tempo sob a ação estrogênica, quanto mais precoce a menopau-sa, menor o risco. Lilienfel demonstrou que mulheres submetidas à ooforectomia antes dos 45 anos tiveram seu risco reduzido à me-tade quando comparadas àquelas com menopausa aos 55 anos.(37) O aumento no risco para desenvolvimento de câncer de mama é relacionado ao número e grau de parentes afetados, bem como se o tumor foi uni ou bilateral e se diagnosticado antes ou depois da menopausa. Exame clínicoO exame clínico completo consiste na inspeção estática, dinâmi-ca, palpação, expressão, palpação axilar e fossa supraclavicular. As anomalias detectadas devem ser anotadas, se possível registrando 26Rastreamento e propedêutica do câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº79 | 2018encontrada. A sequência convencional é a inspeção estática, dinâ-mica, palpação axilar e supraclavicular, seguida da mudança de de-cúbito, palpação das mamas com as mãos dispostas atrás da nuca e expressão do complexo areolopapilar. Não é necessário obedecê-la, desde que todos os tempos sejam realizados. Uma forma alterna-tiva de realizar o exame é iniciar pela palpação da zona apontada pela paciente como suspeita. --- Carcinoma tireóideoA gestação não parece ser um fator de agravamento do comportamento dos tumores da tireoide. Mulherescom diagnóstico prévio de carcinoma da tireoide devem ser orientadas a evitar a gravidez após o tratamentoablativo com radioisótopos (131I) por um período de até 1 ano com o objetivo de estabilizar a função tireoidiana. Otratamento com 131I está contraindicado durante o aleitamento. De maneira geral, deve-se aguardar 1 a 2 mesesapós suspender a amamentação para indicar a terapia com radioisótopos com o objetivo de evitar a exposição damama ao material radioativo. Durante a gestação de mulheres com carcinoma diferenciado da tireoide, antes ouapós tireoidectomia, o objetivo é manter a terapêutica supressiva do TSH com l-T4 que alcance uma dosesuficiente para atingir medidas de T4 livre séricas no limite superior do método. Tabela 44.7 Pontos-chave | Nódulos tireóideos. Os nódulos tireóideos são comuns; a maioria é benigna. --- • Adenocarcinoma in situ: colposcopia e avaliação endometrial em pacientes acima de 35 anos e abaixo dessa idade se sangra-mento uterino anormal, anovulação crônica ou obesidade. Se alteração colposcópica: biopsia. Se câncer: encaminhar unida-de terciária. Se negativo para invasão: conização. Conduta em pacientes com alterações de acordo com achados histopatológicos:• NIC 1 em biopsia: conduta expectante, pois são altos os índices de regressão no intervalo de 2 anos. Manter controle citoló-gico e colposcópico semestral, realizando nova biopsia, caso apresente alterações maiores. Após 2 anos, a manutenção do seguimento ou tratamento é aceitável. --- White TT. Carcinoma of the breast in the pregnant and the nursing patient. Am J Obstet Gynecol 1955; 69: 1277. Woo JC, Yu T, Hurd TC. Breast cancer in pregnancy: a literature review. Arch Surg 2003; 138: 91. World Health Organization. Breast Cancer. [citado 2016 Junho 24] Disponível em:http://www.euro.who.int/en/health-topics/noncommunicable-diseases/cancer/news​/news/2012/2/early-detection-of-common-cancers/breast-cancerYang WT, Dryden MJ, Gwyn K et al. Imaging of breast cancer diagnosed and treated with chemotherapy duringpregnancy. Radiology 2006; 239: 52. Zagouri F, Sergentanis TN, Chrysikos D et al. Trastuzumab administration during pregnancy: a systematic reviewand meta-analysis. Breast Cancer Res Treat 2013; 137: 349.
{"justificativa": "O contexto aborda fatores de risco, incidência e detecção de câncer de mama, incluindo a importância de antecedentes pessoais de câncer. Considerando a preocupação do usuário em relação a um novo nódulo na mama após um histórico de câncer de útero, as informações no documento são úteis para entender os riscos e quando buscar ajuda médica.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda aspectos relevantes sobre nódulos mamários, fatores de risco e câncer de mama, o que pode ser útil para a usuária, que já teve câncer de útero e agora está enfrentando um novo nódulo na mama. As informações sobre a apresentação de nódulos e riscos na relação com câncer de mama são pertinentes para sua preocupação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre fatores de risco, queixas frequentes e a relação entre histórico de câncer e nódulos mamários, o que pode ajudar a entender a preocupação em relação ao nódulo encontrado. No entanto, não fornece aconselhamentos diretos sobre o que fazer em relação ao nódulo ou suporte emocional, ou qualquer orientação específica para a situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relevantes sobre nódulos mamários e fatores de risco associados ao câncer de mama, o que pode ser útil para a pessoa que teve câncer de colo de útero e agora tem um nódulo na mama. Embora o contexto não mencione diretamente a experiência pessoal da usuária, fornece informações sobre a natureza dos nódulos mamários e os riscos relacionados, que podem contribuir para uma resposta informativa e preocupações a serem consideradas.","nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute nódulos mamários, risco de câncer de mama e a importância de exames diagnósticos. Isso é relevante para o usuário que está preocupado com um nódulo na mama após ter histórico de câncer de útero. As informações ajudam a entender a necessidade de investigação e monitoramento do nódulo, assim como outros fatores que podem ser relevantes para sua situação de saúde.", "nota": 3}
{"justificativa": "O documento analisado aborda diretamente a questão do nódulo na mama, fornecendo informações sobre a avaliação, os riscos e o tratamento de massas mamárias, especialmente no contexto de uma paciente com histórico de câncer. Isso é relevante para a preocupação do usuário, que já teve câncer de útero e agora apresenta um nódulo na mama.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado oferece informações sobre nódulos mamários, suas características, avaliação diagnóstica e a importância de diferenciar entre massas benignas e malignas, o que é crucial para a preocupação expressa pelo usuário devido ao histórico de câncer de útero. Entretanto, o contexto poderia ser mais específico em relação aos antecedentes de câncer da paciente para fornecer uma resposta mais direcionada. Portanto, a relevância é significativa, mas não completa.", "nota": 2}
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após um aborto espontâneo de semanas posso tentar engravidar logo
após um primeiro abortamento espontâneo precoce de semanas se não houve necessidade de curetagem uterina então você pode tentar engravidar já no próximo ciclo menstrual se estiver tudo normalnão esquece de passar antes no seu ginecologista e de tomar ácido fólico previamente a gestação
Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- O abortamento pode ser precoce ou tardio, conforme a idade ges -tacional, ou seja, até a 12ª semana e entre a 13ª e a 20ª semana, respectivamente. Os abortamentos precoces, com menos de 12 se-manas, respondem por 80% dos abortamentos e reconhecem uma multiplicidade maior de causas. (3)Espontâneo ou provocadoO abortamento espontâneo é aquele que ocorre sem nenhuma intervenção externa e pode ser causado por doenças da mãe ou por anormalidades do embrião ou feto. A incidência de aborta -mento espontâneo, clinicamente reconhecido na população em geral, é de 10% a 15%. No entanto, através de testes altamen -te sensíveis da gonadotrofina coriônica humana, evidenciou-se que a magnitude da perda gestacional após a implantação é da ordem de 62%. (4,5) Por isso, o abortamento espontâneo é a com -plicação mais frequente da gravidez, e a grande maioria ocorre no primeiro trimestre. As anormalidades cromossômicas são as causas mais frequentes de abortamento espontâneo. Já o aborta -mento provocado refere-se à interrupção da gravidez causada por uma intervenção externa e intencional. Estima-se que, no Brasil, por ano, são realizados em torno de um milhão de abortamentos provocados, a maioria de forma insegura, gerando um custo de mais de 30 milhões de reais ao Sistema Único de Saúde (SUS) em consequência de suas complicações, principalmente, quando evo -lui para aborto infectado. (3,6) Conforme a pesquisa de 2010, (7) 22% das mulheres brasileiras de 35 a 39 anos, residentes em áreas ur -banas, já provocaram aborto. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- - Três ou mais abortamentos espontâneos inexplicados an-tes de dez semanas de gestação, excluídas causas anatô-micas ou hormonais maternas e alterações genéticas no casal. Critérios laboratoriais:1. Anticoagulante lúpico (AL) presente no plasma em duas ou mais ocasiões com intervalo mínimo de 12 semanas, de-tectados segundo as normas da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia.
Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- O abortamento pode ser precoce ou tardio, conforme a idade ges -tacional, ou seja, até a 12ª semana e entre a 13ª e a 20ª semana, respectivamente. Os abortamentos precoces, com menos de 12 se-manas, respondem por 80% dos abortamentos e reconhecem uma multiplicidade maior de causas. (3)Espontâneo ou provocadoO abortamento espontâneo é aquele que ocorre sem nenhuma intervenção externa e pode ser causado por doenças da mãe ou por anormalidades do embrião ou feto. A incidência de aborta -mento espontâneo, clinicamente reconhecido na população em geral, é de 10% a 15%. No entanto, através de testes altamen -te sensíveis da gonadotrofina coriônica humana, evidenciou-se que a magnitude da perda gestacional após a implantação é da ordem de 62%. (4,5) Por isso, o abortamento espontâneo é a com -plicação mais frequente da gravidez, e a grande maioria ocorre no primeiro trimestre. As anormalidades cromossômicas são as causas mais frequentes de abortamento espontâneo. Já o aborta -mento provocado refere-se à interrupção da gravidez causada por uma intervenção externa e intencional. Estima-se que, no Brasil, por ano, são realizados em torno de um milhão de abortamentos provocados, a maioria de forma insegura, gerando um custo de mais de 30 milhões de reais ao Sistema Único de Saúde (SUS) em consequência de suas complicações, principalmente, quando evo -lui para aborto infectado. (3,6) Conforme a pesquisa de 2010, (7) 22% das mulheres brasileiras de 35 a 39 anos, residentes em áreas ur -banas, já provocaram aborto. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- - Três ou mais abortamentos espontâneos inexplicados an-tes de dez semanas de gestação, excluídas causas anatô-micas ou hormonais maternas e alterações genéticas no casal. Critérios laboratoriais:1. Anticoagulante lúpico (AL) presente no plasma em duas ou mais ocasiões com intervalo mínimo de 12 semanas, de-tectados segundo as normas da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia.
Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo. Isso também vale para o seu parceiro. Além disso, é importante conversar com seu médico sobre os seus medos. --- Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias. Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado. --- Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos. Na cesárea, o útero é cortado, assim como outros tecidos que começam a cicatrizar logo no dia do parto, mas demora mais de 270 dias para estar realmente todos estes tecidos estarem realmente cicatrizados. Quando posso engravidar depois do parto normal? O intervalo ideal para engravidar depois do parto normal é de 2 anos idealmente, mas ser for menos um pouco não é muito grave. Porém, após uma cesariana não menos que os 2 anos entre gravidezes. O tempo real e ideal não é uniforme sendo importante a opinião do médico obstetra que deverá considerar também o tipo de incisão cirúrgica feita no parto anterior, a idade da mulher e até mesmo a qualidade muscular do útero, além do número de cesarianas que a mulher já fez. Período em que a mulher tem mais chance de engravidar O período em que a mulher tem mais chance de engravidar é durante o seu período fértil, que começa no 14º dia após o início da menstruação passada. Mulheres que pretendam engravidar não devem fazer uso do medicamento Voltaren, que tem o diclofenaco como princípio ativo. É uma das advertências presentes na bula do medicamento. --- Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente. --- Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual.
Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo. Isso também vale para o seu parceiro. Além disso, é importante conversar com seu médico sobre os seus medos. --- Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias. Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado. --- Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos. Na cesárea, o útero é cortado, assim como outros tecidos que começam a cicatrizar logo no dia do parto, mas demora mais de 270 dias para estar realmente todos estes tecidos estarem realmente cicatrizados. Quando posso engravidar depois do parto normal? O intervalo ideal para engravidar depois do parto normal é de 2 anos idealmente, mas ser for menos um pouco não é muito grave. Porém, após uma cesariana não menos que os 2 anos entre gravidezes. O tempo real e ideal não é uniforme sendo importante a opinião do médico obstetra que deverá considerar também o tipo de incisão cirúrgica feita no parto anterior, a idade da mulher e até mesmo a qualidade muscular do útero, além do número de cesarianas que a mulher já fez. Período em que a mulher tem mais chance de engravidar O período em que a mulher tem mais chance de engravidar é durante o seu período fértil, que começa no 14º dia após o início da menstruação passada. Mulheres que pretendam engravidar não devem fazer uso do medicamento Voltaren, que tem o diclofenaco como princípio ativo. É uma das advertências presentes na bula do medicamento. --- Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente. --- Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual.
Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Aborto(Interrupção da gravidez)PorFrances E. Casey, MD, MPH, Virginia Commonwealth University Medical CenterRevisado/Corrigido: ago. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosO aborto induzido é o término voluntário de uma gravidez por cirurgia ou medicamentos.Métodos|Complicações|Uma gravidez pode ser encerrada removendo cirurgicamente o conteúdo do útero ou administrando certos medicamentos.Complicações são pouco frequentes quando o aborto é feito por um profissional de saúde treinado em um hospital ou uma clínica.O aborto induzido não aumenta os riscos para o feto ou a mulher em gestações futuras.Nos Estados Unidos, aproximadamente 50% das gestações não são planejadas. Aproximadamente 40% das gestações não intencionais terminam com aborto induzido; 90% dos abortos são feitos durante o primeiro trimestre. Os estados podem estabelecer restrições (por exemplo, períodos de espera obrigatória, número de semanas de gestação ou consentimento com reconhecimento de firma para menores de idade). Essas restrições podem retardar ou impedir o acesso ao aborto. É raro acontecer complicações em países em que o aborto é permitido por lei. No mundo todo, aproximadamente 13% das mortes de gestantes se deve a aborto inseguro. A maioria das mortes ocorre em países em que o aborto é extremamente limitado ou ilegal.A gravidez é confirmada antes de ser iniciado o procedimento de aborto. Muitas vezes, uma ultrassonografia é usada para estimar a idade do feto mas às vezes, a avaliação de um profissional de saúde consegue estimar a idade durante o primeiro trimestre. Se a mulher tiver fatores de risco para problemas relacionados a um aborto (por exemplo, doença cardíaca ou pulmonar, convulsões ou histórico de partos por cesariana), talvez ela precise de outras avaliações. A contracepção pode ser iniciada imediatamente após um aborto realizado até a 28ª semana de gravidez.Métodos abortivosOs métodos abortivos incluemAborto cirúrgico (evacuação cirúrgica): Remoção do conteúdo do útero através do colo do úteroMedicamentos que causam (induzem) o aborto: Uso de medicamentos para estimular contrações do útero, que expelem o conteúdo do úteroO método usado depende, em parte, do tempo de gestação. Ultrassonografia costuma ser realizada para estimar o tempo de gravidez. O aborto cirúrgico pode ser usado na maioria das gestações com até 24 semanas de duração. Os medicamentos para aborto podem ser usados nas gestações que têm menos de 11 semanas ou mais de 15 semanas de duração.No caso de abortos realizados no início da gravidez, talvez seja necessária apenas anestesia local. A sedação consciente (medicamentos que aliviam a dor e ajudam a mulher a relaxar, mas permitem que a mulher permaneça consciente) também pode ser usada. Anestesia geral é raramente necessária.Antes de um aborto cirúrgico, a mulher recebe antibióticos que combatem infecções no aparelho reprodutor.Depois de todo aborto (quer cirúrgico ou medicamentoso), as mulheres com sangue Rh negativo recebem uma injeção de anticorpos Rh denominada imunoglobulina Rho(D). Se o feto tiver sangue Rh positivo, uma mulher com sangue Rh negativo pode vir a produzir anticorpos contra o fator Rh. Esses anticorpos podem destruir os glóbulos vermelhos do feto. O tratamento com a imunoglobulina Rho(D) reduz o risco de que o sistema imunológico da mulher produza esses anticorpos e coloque em risco gestações posteriores. O tratamento com imunoglobulina pode ser opcional antes da oitava semana de gravidez.Aborto cirúrgicoO conteúdo do útero é removido pela vagina. Diferentes técnicas são utilizadas, dependendo do tempo de gravidez. IncluemDilatação e curetagem (D e C) com sucçãoDilatação e evacuação (D e E)O processo de dilatação diz respeito ao alargamento do colo do útero. É possível utilizar vários tipos de dilatadores, dependendo de quanto tempo a gravidez durou e quantos filhos a mulher já teve. Para reduzir a possibilidade de haver lesões ao colo do útero durante a dilatação, é possível que o médico use substâncias que absorvem líquidos, como caules de algas marinas secas (laminária) ou um dilatador sintético. A laminária é colocada na abertura do colo do útero e permanece no lugar por, no mínimo, quatro horas e, às vezes, de um dia para outro. Conforme os dilatadores absorvem grandes quantidades de líquido do corpo, eles aumentam de tamanho e dilatam a abertura do colo do útero. Também é possível usar medicamentos, como o misoprostol (um tipo de prostaglandina) para dilatar o colo do útero.A dilatação e curetagem (D e C) com sucção costuma ser utilizada em gestações com menos de 14 semanas de duração. Um espéculo é usado na vagina para que o clínico consiga ver o colo do útero. Um anestésico local (por exemplo, lidocaína) é injetado no colo do útero para reduzir o desconforto, e o colo do útero é dilatado. Em seguida, um tubo flexível conectado a uma fonte de vácuo é inserido no útero para remover o feto e a placenta. A fonte de vácuo pode ser uma seringa portátil ou instrumento similar ou um aparelho de sucção elétrico. Às vezes, um pequeno instrumento afiado em forma de colher (cureta) é inserido para remover algum tecido remanescente. Esse procedimento é realizado delicadamente para reduzir o risco de haver formação de cicatrizes e infertilidade.O procedimento de dilatação e evacuação (D e E) costuma ser usado em gestações com 14 e 24 semanas de duração. Depois da dilatação do colo do útero, utilizam-se sucção e fórceps para remover o feto e a placenta. Uma cureta afiada talvez seja usada gentilmente para garantir que todos os produtos da concepção foram removidos.Caso a mulher queira evitar futuras gestações, ela pode iniciar um método contraceptivo, inclusive a colocação de um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre ou liberador de levonorgestrel assim que o aborto tiver sido concluído.Aborto medicamentosoOs medicamentos para aborto podem ser usados nas gestações com menos de 11 semanas ou com mais de 15 semanas de duração. No caso de um aborto no início da gravidez (menos de onze semanas), o processo de aborto pode ser concluído em casa. No caso de um aborto durante uma fase mais avançada da gravidez, a mulher costuma ser internada no hospital para tomar os medicamentos que irão induzir o trabalho de parto. Entre os anos de 2014 e 2017 nos Estados Unidos, o aborto medicamentoso foi responsável por 53% dos abortos realizados em gestações de menos de 11 semanas. Os medicamentos utilizados para induzir o aborto incluem a mifepristona (RU 486) seguida por uma prostaglandina, como, por exemplo, o misoprostol.A mifepristona, tomada por via oral, bloqueia a ação do hormônio progesterona, que prepara o revestimento do útero para uma gravidez. A mifepristona também faz com que o útero fique mais suscetível ao segundo medicamento que é administrado (a prostaglandina).Os clínicos confirmam a conclusão do aborto por meio de:UltrassonografiaUm exame de urina para medir a gonadotrofina coriônica humana (hCG) no dia em que o medicamento é administrado e uma semana depois (o hCG é produzido no início da gravidez)Um exame de gravidez na urina de cinco semanas no caso de um aborto medicamentosoAs prostaglandinas são uma substância semelhante aos hormônios que estimulam as contrações do útero. Elas podem ser usadas com a mifepristona. As prostaglandinas podem ser mantidas na boca (junto à bochecha ou sob a língua) até dissolverem ou podem ser colocadas na vagina. O esquema mais comum para abortos em gestações de menos de onze semanas envolve tomar um comprimido de mifepristona seguido de misoprostol, que é tomado um a dois dias depois. O comprimido de misoprostol é mantido entre a gengiva e a bochecha até ele dissolver ou é colocado na vagina. A mulher pode tomar mifepristona ou misoprostol por conta própria ou pedi-la ao médico. Esse esquema causa o aborto em aproximadamente95% das gestações entre oito a nove semanas de duração87% a 92% das gestações entre nove e onze semanas de duraçãoUma dose adicional de misoprostol melhora a eficácia em gestações com mais de nove semanas de duração.Talvez seja necessário realizar um aborto cirúrgico se um aborto medicamentoso falhar.Em gestações com mais de 15 semanas, a mulher fica na clínica ou no hospital até que o aborto seja concluído. É possível tomar comprimidos de mifepristona, seguidos por uma prostaglandina, como o misoprostol, um a dois dias depois ou o misoprostol pode ser tomado isoladamente.Complicações do abortoAs complicações do aborto são raras quando ele é realizado por um profissional de saúde qualificado, em um hospital ou clínica. Ainda, as complicações ocorrem com muito mais frequência após um aborto do que após o parto de um bebê a termo. Complicações graves ocorrem em menos de 1% das mulheres que fizeram um aborto. A morte após um aborto ocorre muito raramente. Aproximadamente seis de cada milhão de mulheres que fizeram um aborto morrem, em comparação com aproximadamente 140 de cada milhão de mulheres que dão à luz um bebê a termo.Quanto mais avançada a gestação, maior é o número de complicações.O risco de complicações está relacionado ao método utilizado.Evacuação cirúrgica: Complicações são raras quando abortos cirúrgicos são feitos por profissionais de saúde. Uma laceração (perfuração) no útero por um instrumento cirúrgico ocorre em menos de um em cada mil abortos. Lesão ao intestino ou a outro órgão é ainda mais rara. Hemorragia grave durante ou imediatamente após o procedimento ocorre em seis em cada dez mil abortos. Muito raramente, o procedimento ou uma infecção posterior causa a formação de tecido cicatricial no revestimento do útero, resultando em infertilidade. Esse distúrbio se chama síndrome de Asherman. Medicamentos: A mifepristona e a prostaglandina misoprostol têm efeitos colaterais. Os mais comuns são dor pélvica tipo cólica, sangramento vaginal e problemas gastrointestinais, como náusea, vômito e diarreia.Qualquer um dos métodos: Hemorragia ou infecção pode ocorrer se parte da placenta permanecer no útero. Se ocorrer hemorragia ou houver suspeita de infecção, o clínico usa uma ultrassonografia para determinar se parte da placenta permanece no útero.Você sabia que...As complicações do aborto são raras quando ele é realizado por um profissional de saúde qualificado, em um hospital ou clínica.Posteriormente, especialmente se a mulher estiver inativa, é possível que surjam coágulos sanguíneos nas pernas.Se o feto tiver sangue Rh positivo, uma mulher com sangue Rh negativo pode produzir anticorpos Rh, como em qualquer gravidez, aborto espontâneo ou parto. Esses anticorpos podem prejudicar gestações seguintes. Administrar à mulher injeções de imunoglobulina Rho(D) previne o desenvolvimento de anticorpos. A imunoglobulina pode ser opcional para gestações com menos de oito semanas de duração.Existe uma probabilidade maior de haver problemas psicológicos após um aborto caso os fatores a seguir estejam presentesSintomas psicológicos antes da gravidezApoio social limitado ou sentimento de condenação pelo sistema de apoioTest your KnowledgeTake a Quiz! --- O abortamento pode ser precoce ou tardio, conforme a idade ges -tacional, ou seja, até a 12ª semana e entre a 13ª e a 20ª semana, respectivamente. Os abortamentos precoces, com menos de 12 se-manas, respondem por 80% dos abortamentos e reconhecem uma multiplicidade maior de causas. (3)Espontâneo ou provocadoO abortamento espontâneo é aquele que ocorre sem nenhuma intervenção externa e pode ser causado por doenças da mãe ou por anormalidades do embrião ou feto. A incidência de aborta -mento espontâneo, clinicamente reconhecido na população em geral, é de 10% a 15%. No entanto, através de testes altamen -te sensíveis da gonadotrofina coriônica humana, evidenciou-se que a magnitude da perda gestacional após a implantação é da ordem de 62%. (4,5) Por isso, o abortamento espontâneo é a com -plicação mais frequente da gravidez, e a grande maioria ocorre no primeiro trimestre. As anormalidades cromossômicas são as causas mais frequentes de abortamento espontâneo. Já o aborta -mento provocado refere-se à interrupção da gravidez causada por uma intervenção externa e intencional. Estima-se que, no Brasil, por ano, são realizados em torno de um milhão de abortamentos provocados, a maioria de forma insegura, gerando um custo de mais de 30 milhões de reais ao Sistema Único de Saúde (SUS) em consequência de suas complicações, principalmente, quando evo -lui para aborto infectado. (3,6) Conforme a pesquisa de 2010, (7) 22% das mulheres brasileiras de 35 a 39 anos, residentes em áreas ur -banas, já provocaram aborto. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto.
Aborto espontâneo(Aborto espontâneo; Perda de gestação)PorAparna Sridhar, MD, UCLA HealthRevisado/Corrigido: out. 2023Visão Educação para o pacienteAborto espontâneo é a perda da gestação antes de 20 semanas de gestação. Realiza-se o diagnóstico por exame pélvico, mensuração da subunidade beta da gonadotropina coriônica humana e ultrassonografia. O tratamento pode envolver uma conduta expectante, ou utilizar medicação ou um procedimento de evacuação uterina.Etiologia|Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (4)Vídeo (0)Classificação do abortoSinais e sintomas característicos...Algumas causas de sangramento...Algumas causas da dor pélvica...Aproximadamente 10 a 15% das gestações confirmadas evoluem com aborto espontâneo e mais de 80% dos abortos espontâneos ocorrem no primeiro trimestre de gestação (1).A morte fetal e o parto prematuro são classificados como segue (2, 3):Aborto espontâneo: perda da gravidez antes de 20 semanas de gestaçãoMorte fetal (natimorto): morte do feto com ≥ 20 semanasParto prematuro: parto de feto vivo entre 20 e 36 semanas/6 diasO American College of Obstetricians and Gynecologists define um aborto espontâneo no primeiro trimestre como uma gestação intrauterina não viável com um saco gestacional vazio ou um saco gestacional contendo um embrião ou feto sem atividade cardíaca fetal nas primeiras 12 6/7 semanas de gestação (3).A terminologia para o aborto varia com base em vários fatores. As definições especificam o estágio de desenvolvimento, embrionário (≤ 10 semanas de gestação) ou fetal (≥ 11 semanas). No caso do aborto espontâneo, as descrições baseiam-se na localização do feto e de outros produtos da concepção e se há dilatação do colo do útero (ver tabela Classificação do aborto).TabelaClassificação do abortoTabela Classificação do abortoTipoDefiniçãoPrecoceAborto antes de 12 semanas de gestaçãoTardioAborto entre a 12 e a 20 semanas de gestaçãoEspontâneoPerda de gestação com 45 (57%) (1).Distúrbios subclínicos da tireoide, um útero retrovertido e traumas leves não são considerados causas de abortos espontâneos.Referência sobre etiologia1. Magnus MC, Wilcox AJ, Morken NH, et al: Role of maternal age and pregnancy history in risk of miscarriage: Prospective register based study. BMJ 364:l869, 2019. doi: 10.1136/bmj.l869Sinais e sintomas do aborto espontâneoOs sintomas do aborto espontâneo incluem dor pélvica do tipo cólica, sangramento uterino e, com o tempo, expulsão de restos ovulares.O sangramento no início da gestação é comum; em um estudo com mais de 4.500 mulheres, ocorreu sangramento em aproximadamente 25% das gestações no primeiro trimestre e 12% das gestações com sangramento resultaram em aborto espontâneo (1).Aborto espontâneo tardio pode se iniciar com golfada de líquido em decorrência da ruptura das membranas. A hemorragia raramente é excessiva. A dilatação do colo do útero indica que o aborto é inevitável.Caso os produtos da concepção permaneçam no interior da cavidade uterina após o aborto espontâneo, o sangramento uterino pode ocorrer, normalmente, algumas vezes após um atraso de horas ou dias. Infecção também pode ocorrer, causando febre, dor e, algumas vezes, sepse (chamado aborto séptico).Referência sobre sinais e sintomas1. Hasan R, Baird DD, Herring AH, et al: Patterns and predictors of vaginal bleeding in the first trimester of pregnancy. Ann Epidemiol 20(7):524-531, 2010. doi:10.1016/j.annepidem.2010.02.006 Diagnóstico do aborto espontâneoUltrassonografia transvaginalNormalmente, subunidade beta quantitativa da gonadotropina coriônica humana (beta-hCG)Exame pélvicoA gravidez é diagnosticada por meio de um teste de beta-hCG na urina ou soro sanguíneo. A ultrassonografia transvaginal é o principal método utilizado para avaliar o aborto espontâneo. Se a ultrassonografia não estiver disponível, os resultados do hCG podem ser informativos. Não existe um nível único de hCG que seja diagnóstico de aborto espontâneo; níveis seriados de beta-hCG que diminuem em várias medições são consistentes com uma gravidez malsucedida.Realiza-se ultrassonografia transvaginal para confirmar a gestação intrauterina e verificar a atividade cardíaca fetal, que geralmente é detectável após 5,5 a 6 semanas de gestação. Entretanto, a idade gestacional costuma ser incerta e frequentemente é necessária uma ultrassonografia seriada. Se a atividade cardíaca estiver ausente e tiver sido detectada previamente na atual gestação, diagnostica-se morte fetal.No início da gestação, para pacientes com suspeita de aborto espontâneo, os achados da ultrassonografia transvaginal diagnósticos de falha da gestação são um ou mais dos seguintes (1):Comprimento coroa-nádega ≥ 7 mm e ausência de batimento cardíaco fetalDiâmetro médio do saco ≥ 25 mm e nenhum embriãoAusência de um embrião com batimento cardíaco, depois de um exame prévio na gestação atual: ≥ 2 semanas antes que mostrou um saco gestacional sem um saco vitelino OU ≥ 11 dias antes na gestação atual que mostrou um saco gestacional com um saco vitelinoHá muitos achados ultrassonográficos que levantam a suspeita, mas não são diagnósticos de falha gestacional, incluindo características do saco gestacional ou vitelínico, ausência de embrião ou batimento cardíaco fetal e comprimento coroa-nádega. Se esses achados estiverem presentes, é necessário fazer uma avaliação seriada para confirmar se a gestação é viável.Tradicionalmente, o status do processo de aborto é classificado como a seguir:Ameaça de aborto: as pacientes têm sangramento uterino e é muito cedo para avaliar se o feto está vivo e viável e se o colo do útero está fechado. Potencialmente, a gestação pode continuar sem complicações.Aborto inevitável: o colo do útero está dilatada. Se o colo do útero estiver dilatado, deve-se avaliar o volume de sangramento porque ele às vezes é significativo.Aborto incompleto: os produtos da concepção são parcialmente expelidos.Aborto completo: os produtos da concepção passaram e o colo do útero está fechado (ver tabela Sinais e sintomas característicos nos abortos espontâneos).Aborto não percebido: confirma-se a morte de um embrião ou feto, mas não há sangramento ou dilatação do colo do útero e os produtos da concepção não foram expelidos.TabelaSinais e sintomas característicos em abortos espontâneosTabela Sinais e sintomas característicos em abortos espontâneosTipo de abortoSangramento vaginalDilatação do colo do útero*Passagem de produtos da concepção†Ameaça de abortoSNNInevitávelSSNIncompletoSSY†CompletoSS ou NSOcultoS ou NNN*O orifício do colo do útero interno encontra-se aberto o suficiente para admitir a ponta do dedo durante exame digital.†Os produtos da concepção podem ser visíveis na vagina. O exame dos tecidos às vezes é necessário para diferenciação entre os coágulos sanguíneos e os produtos da concepção. Antes da avaliação, os produtos da concepção podem ter sido eliminados sem a paciente reconhecê-los.Uma gestação anembrionária (anteriormente denominada "ovo cego") refere-se a uma gestação não viável com presença de saco gestacional, mas na ausência de saco vitelínico ou embrião na ultrassonografia transvaginal.Para o aborto recorrente, geralmente se faz um teste para determinar a causa do aborto.Diagnóstico diferencialSangramento é comum no início da gravidez (para diagnóstico diferencial, ver tabela Algumas causas de sangramento vaginal no início da gestação).TabelaAlgumas causas de sangramento vaginal no início da gestaçãoTabela Algumas causas de sangramento vaginal no início da gestaçãoCausaAchados sugestivosAbordagem diagnóstica*Doenças obstétricasGestação ectópicaSangramento vaginal com ou sem dor abdominal ou pélvica (muitas vezes súbita, localizada e constante, sem cãibras)Óstio do útero fechadoAusência de sons cardíacos fetaisPossível instabilidade hemodinâmica, caso a gestação ectópica esteja rotaAlgumas vezes, massa anexial palpávelDosagem quantitativa de beta-hCG, repetida a cada 2 dias se o diagnóstico for incertoHemograma completoUltrassonografia pélvicaÀs vezes, amostragem endometrialLaparoscopia ou, se a paciente está hemodinamicamente instável, laparotomiaAmeaça de abortoSangramento vaginal com ou sem dor abdominal em cólicaÓstio do útero fechadoAusculta de frequência cardíaca fetalMedida quantitativa de beta-hCGHemograma completoUltrassonografia pélvicaAborto inevitávelSangramento vaginal com dor abdominal em cólicaÓstio do útero aberto (colo do útero dilatado)Avaliação de risco de abortoAborto incompletoSangramento vaginal com dor abdominal em cólicaÓstio do útero aberto ou fechadoEm geral, produtos de concepção observados ou palpados através do óstioAvaliação de risco de abortoAborto completoSangramento vaginal brando à apresentação, mas, geralmente, história de sangramento vaginal significativo imediatamente antes da visita médica; às vezes, com dor abdominal leve em cólicaÓstio do útero fechado; o útero não tem tamanho suficiente para uma gestaçãoAvaliação de risco de abortoAborto sépticoEm geral, história de aborto induzido ou espontâneo recente (o risco é maior se o aborto induzido for realizado sem médicos e equipamentos adequadamente treinados ou se autoinduzido)Febre, calafrios, dor abdominal ou pélvica constanteSangramento vaginal e/ou corrimento vaginal purulentoDor do úteroÓstio do útero abertoAvaliação de risco de aborto mais avaliação para ISTs e vaginiteDoença trofoblástica gestacional (mola hidatiforme)Sangramento vaginal com ou sem dor abdominal em cólicaTamanho do útero maior do que o esperado, geralmente pressão arterial elevada, vômitos intensosSe mais avançada, às vezes, a passagem de tecido com aparência vesicular pela vaginaAvaliação quanto à ameaça de aborto mais testes de tireoide, creatinina, exames de fígado, radiografia de tóraxRuptura de cisto de corpo lúteoDor abdominal localizada, sangramento vaginal, algumas vezes náuseas e vômitosInício súbito dos sintomasAvaliação semelhante à da gestação ectópicaDoenças ginecológicas ou outrasTraumaHistória ou suspeita de trauma físico (p. ex., acidente automobilístico, laceração do colo do útero ou da vagina decorrente de instrumentação ou violência sexual, às vezes uma complicação da biópsia da vilosidade coriônica, ou por causa da uma amniocentese)Hemograma completoUltrassonografia pélvica (para avaliar o feto)Outros exames de imagem (para avaliar lesão ou sangramento interno)Perguntas sobre possível violência por parceiro íntimo ou agressão sexual, se houver suspeitaVaginiteGotas ou sangramento escasso acompanhado de corrimentoAlgumas vezes, dispareuniaAvaliação de vaginite e infecções sexualmente transmissíveisCerviciteCorrimento do colo do útero mucopurulentoAlgumas vezes, sangramento vaginalAlgumas vezes, sensibilidade à movimentação do colo do útero, dor abdominal ou ambosAvaliação para infecções sexualmente transmissíveis e vaginitesPólipo do colo do úteroSangramento vaginal escasso, sem dorMassa polipoide que se protrai na colo do úteroExame pélvicoHistologia da amostra após biópsia ou remoçãoBeta-hCG = subunidade beta da gonadotropina coriônica humana; IST = infecções sexualmente transmissíveis.* A avaliação dos sintomas preocupantes em todas as gestantes deve incluir avaliação dos sinais vitais maternos, exame físico e avaliação do estado fetal com monitoramento da frequência cardíaca fetal ou ultrassonografia.Dor ou pressão pélvica também são sintomas comuns da gestação (ver tabela Algumas causas de dor pélvica no início da gestação para diagnóstico diferencial).TabelaAlgumas causas da dor pélvica no início da gestaçãoTabela Algumas causas da dor pélvica no início da gestaçãoCausaAchados sugestivosAbordagem diagnóstica*Doenças obstétricasAlterações normais da gestação, incluindo aqueles decorrentes de estiramento e crescimento do útero e tecidos conjuntivos circundantesSensação de cólica ou pressão na parte inferior do abdome, pelve, região lombar ou uma combinação destesÀs vezes, com movimento, dor aguda repentina (dor no ligamento redondo)Avaliação pré-natal de rotina com sinais vitais maternos, exame abdominal, às vezes exame pélvico e ausculta da frequência cardíaca fetal (dependendo da idade gestacional)Às vezes, ultrassonografia pélvicaAvaliação para gestação ectópica ou outras condições, se houver suspeitaGestação ectópicaDor abdominal ou pélvica, geralmente de início súbito, localizada, constante (sem cãibras), geralmente com sangramento vaginalÓstio do útero fechadoAusência de sons cardíacos fetaisPossível instabilidade hemodinâmica, se houver ruptura da gestação ectópicaAlgumas vezes, massa anexial palpávelDosagem quantitativa de beta-hCG, repetida a cada 2 dias se o diagnóstico for incertoHemograma completoUltrassonografia pélvicaÀs vezes, amostragem endometrialLaparoscopia ou, se a paciente está hemodinamicamente instável, laparotomiaAborto espontâneo (ameaça, inevitável, incompleto, completo, perdido ou retido)Dor abdominal difusa com cólica, geralmente com sangramento vaginalÓstio do útero aberto ou fechado, dependendo do tipo de aborto (ver tabela Algumas causas do sangramento vaginal)Ausculta de frequência cardíaca fetalDosagem quantitativa de beta-hCG, repetida a cada 2 dias se o diagnóstico for incertoHemograma completoUltrassonografia pélvicaAborto sépticoEm geral, história de aborto induzido ou espontâneo recente (o risco é maior se o aborto induzido for realizado sem médicos e equipamentos adequadamente treinados ou se autoinduzido)Febre, calafrios, dor abdominal ou pélvica constanteSangramento vaginal e/ou corrimento vaginal purulentoDor do úteroÓstio do útero abertoAvaliação como para aborto espontâneo mais avaliação para DSTs e vaginiteDistúrbios ginecológicosDegeneração de mioma uterinoInício súbito de dor pélvica, difusa ou pontual, geralmente aguda, frequentemente com náuseas, vômitos e febreAlgumas vezes, sangramento vaginalDor do úteroUltrassonografiaRM (utilizada apenas se o diagnóstico for incerto)Torção de anexo (ovariano)Início súbito de dor pélvica localizada, que pode ser aguda e intermitente (se a torção desaparecer espontaneamente)Em geral, náuseas, vômitosUltrassonografia por DopplerRuptura de cisto de corpo lúteoDor abdominal ou pélvica localizadaAlgumas vezes, sangramento vaginalEm geral, início súbitoUltrassonografiaHemograma completoDoença inflamatória pélvica (pouco comum durante a gestação)Corrimento cervicovaginal purulentoMovimento do colo do útero significativo, sensibilidade uterina e/ou anexialFrequentemente febre e/ou sangramento vaginal anormalAvaliação para infecções sexualmente transmissíveis e vaginitesLeucócitosTumor ovariano benigno ou malignoDor abdominal maçante ou pressãoÀs vezes, perda ponderalÀs vezes, distensão abdominal e asciteÀs vezes, fatores de risco de câncer ovarianoUltrassonografiaMarcadores tumoraisÀs vezes, laparoscopia diagnósticaSíndrome de hiperestimulação ovarianaUso de medicamentos para fertilidade na gestação atualDor abdominal maçante ou pressãoSe moderada ou grave, ganho ponderal, distensão abdominal e ascite, doença renal aguda, derrame pleural ou coagulação intravascular disseminadaUltrassonografiaHemograma completoPerfil metabólico abrangenteDoenças não ginecológicasApendiciteEm geral, dor abdominal contínua, difusa ou localizada, e sensibilidadePossível localização atípica (p. ex., no hipocôndrio direito) ou qualidades atípicas (mais leves, cólicas, sem sinais peritoneais), comparadas à dor em mulheres não grávidas; o apêndice pode estar em uma posição diferente devido ao aumento do úteroÀs vezes, sinais peritoneaisÀs vezes, náuseas, vômitos ou perda de apetiteUltrassonografia pélvica/abdominal, seguida de RM se a ultrassonografia for inconclusiva; considerar TC se RM não estiver prontamente disponívelLeucócitos ou proteína C reativaInfecção do trato urinárioDesconforto suprapúbico, geralmente com sintomas vesicais (p. ex., ardor, polaciúria, urgência)Às vezes, febre, calafrios e/ou dor no flanco (o risco de pielonefrite aumenta na gestação)Urinálise e cultura de urinaDoença inflamatória intestinalDor variável (cãibras ou constante), sem localização consistente; em geral, com diarreia, algumas vezes com muco ou sangueÀs vezes, febreGeralmente com história conhecida de DIIÀs vezes, calprotectina fecalAlgumas vezes, endoscopiaObstrução intestinalNáuseas e vômitos intensos, geralmente em pacientes submetidos a cirurgia abdominal, têm neoplasia intra-abdominal ou, eventualmente, hérnia encarcerada detectada durante o exameDor em cólica, vômitos, ausência de movimentos intestinais ou flatosAbdome distendido, timpânico à percussãoEm geral, história de cirurgia abdominal (causando aderências), têm uma neoplasia intra-adominal, ou, algumas vezes, hérnia encarcerada, detectada durante o examePode ser causada por apendicite ou ocorrer em pacientes com a doençaAvaliação semelhante à da gestação ectópicaExames de imagem abdominais com radiografia simples e em pé; ultrassonografia e, possivelmente, TC (se os resultados da radiografia e da ultrassonografia não forem conclusivos)GastroenteriteGeralmente vômitos e diarreiaSem sinais peritoneaisÀs vezes, exames de fezes (se houver suspeita de infecção bacteriana ou parasitária)Beta-hCG = subunidade beta da gonadotropina coriônica humana; ISTs = infecções sexualmente transmissíveis.* A avaliação dos sintomas preocupantes em todas as gestantes deve incluir avaliação dos sinais vitais maternos, exame físico e avaliação do estado fetal com monitoramento da frequência cardíaca fetal ou ultrassonografia.Referência sobre diagnóstico1. Doubilet PM, Benson CB, Bourne T, et al: Diagnostic criteria for nonviable pregnancy early in the first trimester. N Engl J Med 369(15):1443-1451, 2013. doi:10.1056/NEJMra1302417 Tratamento do aborto espontâneoPara ameaça de aborto, observação Para abortos inevitáveis, incompletos ou perdidos, observação ou esvaziamento uterino cirúrgica ou clínicaSe a mãe é Rh-negativa, imunoglobulina Rho(D)Medicação para dor conforme necessárioSuporte emocionalNa ameaça de aborto, a conduta é expectante, mas os médicos podem avaliar periodicamente os sintomas da mulher ou fazer uma ultrassonografia para verificar o estado fetal. Nenhuma evidência sugere que o repouso diminui o risco de subsequente aborto completo.Para abortos inevitáveis, incompletos ou ocultos, o tratamento é esperar pela passagem espontânea dos produtos da concepção, tratamento com medicamentos ou esvaziamento uterino.No primeiro trimestre, a conduta expectante é uma opção, mas essa abordagem não é recomendada durante o segundo trimestre em razão dos estudos de segurança limitados e do risco de hemorragia (1). A conduta expectante tem uma taxa de sucesso de 80% de expulsão completa em 8 semanas, com mulheres sintomáticas tendo melhores desfechos do que mulheres assintomáticas. Pode ocorrer sangramento e cólicas; as pacientes devem ser aconselhadas em relação a quando retornar à unidade de saúde se os sintomas forem graves ou para confirmar a passagem dos tecidos gestacionais. Utilizam-se ultrassonografia e sintomas relatados para confirmar a passagem dos tecidos gestacionais; em uma paciente cuja ultrassonografia prévia mostrava um saco gestacional, uma ultrassonografia de acompanhamento sem o saco gestacional é o critério mais comum para se considerar que houve uma expulsão completa. Para pacientes que não podem retornar para confirmação por ultrassonografia, o acompanhamento via telemedicina e/ou testes de gravidez com coleta domiciliar de urina podem ser úteis. Se a expulsão completa não for alcançada dentro de um período de tempo razoável, pode ser necessário tratamento clínico ou cirurgia.Até 10 a 12 semanas de gestação, pode-se utilizar tratamento clínico se a expulsão espontânea não ocorrer ou se a paciente preferir o uso de medicamentos para possibilitar um processo mais previsível. Um esquema medicamentoso comumente utilizado inclui 800 mcg de misoprostol por via vaginal; pode ser necessário repetir a dose. A administração de 200 mg de mifepristona por via oral 24 horas antes do misoprostol pode melhorar significativamente o sucesso do tratamento se a mifepristona estiver disponível (1).Abortos espontâneos que não são completamente expelidos com conduta expectante ou os medicamentos requerem evacuação cirúrgica do útero. Além disso, algumas mulheres podem preferir uma evacuação cirúrgica por causa da resolução mais imediata da condição e da menor necessidade de cuidados de acompanhamento. Tradicionalmente, a evacuação uterina era realizada apenas com curetagem afiada. Entretanto, atualmente prefere-se a curetagem por sucção por causa dos desfechos melhores e da possibilidade de realização em consultório com anestesia local e/ou sedação em pacientes com aborto ocorrido no primeiro trimestre de gestação.A evacuação cirúrgica de urgência pode ser necessária em casos de hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecção.Se parece provável que houve um aborto completo com base nos sintomas e/ou ultrassonografia, tipicamente não é necessário tratamento adicional com medicamentos ou evacuação uterina. O esvaziamento uterino pode ser necessário no caso de ocorrer sangramento e/ou outros sinais indicarem que os produtos da concepção podem estar retidos.Deve-se administrar analgésicos, conforme apropriado. Administra-se imunoglobulina Rho(D) se a paciente grávida é Rh-negativa.Após um aborto espontâneo, os pais podem sentir pesar ou culpa. Devem receber apoio emocional e, na maioria dos caso de abortos espontâneos, tranquilização no sentido de que seus atos não foram a causa. Aconselhamento formal ou grupos de apoio podem ser disponibilizados, se apropriado.Referências sobre o tratamento1. American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG): ACOG Practice Bulletin No. 200: Early pregnancy loss. Obstet Gynecol 132(5):e197–e207, 2018. doi:10.1097/AOG.00000000000028992. Zhang J, Gilles JM, Barnhart K, et al: A comparison of medical management with misoprostol and surgical management for early pregnancy failure. N Engl J Med 353(8):761-769, 2005. doi:10.1056/NEJMoa0440643. Schreiber CA, Creinin MD, Atrio J, et al: Mifepristone pretreatment for the medical management of early pregnancy loss. N Engl J Med 378(23):2161-2170, 2018. doi:10.1056/NEJMoa1715726Pontos-chaveAborto espontâneo é a perda de gestação antes de 20 semanas de gestação; ocorre em aproximadamente 10-15% das gestações.O aborto espontâneo é muitas vezes causado por anormalidades cromossômicas ou anormalidades do trato reprodutivo materno (p. ex., útero bicorno, miomas), mas a etiologia de cada caso específico geralmente não é confirmada.Confirmar o aborto espontâneo e determinar o estado da gestação com um exame de beta-hCG quantitativo, ultrassonografia e exame ginecológico; um colo do útero dilatado significa que o aborto é inevitável.Tratar com conduta expectante (observar a passagem dos produtos da concepção), cirurgia ou esvaziamento uterino com medicação (com misoprostol ou, às vezes, mifepristona).Com frequência, o esvaziamento uterino não é necessário para abortos completos.Fornecer apoio emocional aos pais.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Aborto sépticoPorAparna Sridhar, MD, UCLA HealthRevisado/Corrigido: out. 2023Visão Educação para o pacienteO aborto séptico é uma infecção uterina grave durante, um pouco antes ou depois de um aborto espontâneo ou induzido. O aborto séptico é uma emergência ginecológica.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Os abortos sépticos geralmente resultam do uso de técnicas não estéreis para esvaziamento uterino após um aborto induzido ou espontâneo. Os abortos sépticos são muito mais comuns após um aborto induzido feito por médicos não treinados (ou pela própria gestante) e sem equipamento cirúrgico adequado e preparo estéril, geralmente porque há barreiras legais, de acesso à saúde ou pessoais para receber cuidados médicos profissionais.O aborto séptico também pode resultar de um aborto incompleto que foi secundariamente infectado em razão de um óstio do útero aberto.Os microrganismos causadores típicos incluem Escherichia coli, Enterobacter aerogenes, Proteus vulgaris, estreptococos hemolíticos, estafilococos e alguns organismos anaeróbios (p. ex., Clostridium perfringens). Um ou mais organismos podem estar envolvidos.Sinais e sintomas do aborto sépticoOs sinais e sintomas do aborto séptico tipicamente aparecem em 24 a 48 horas depois do aborto e são similares àqueles da doença inflamatória pélvica (p. ex., calafrios, febre, corrimento vaginal e, geralmente, peritonite) e geralmente aqueles de ameaça de aborto ou aborto incompleto (p. ex., sangramento vaginal, dilatação do colo do útero, passagem dos produtos da concepção). A perfuração do útero durante o aborto geralmente provoca dores pélvicas ou abdominais intensas.Pode acontecer choque séptico, provocando hipotermia, hipotensão, oligúria e dificuldade respiratória. Sepse por C. perfringens pode resultar em trombocitopenia, equimoses e achados de hemólise intravascular (p. ex., anúria, anemia, icterícia, hemoglobinúria e hemossiderinúria). Diagnóstico do aborto sépticoSinais vitais e exame pélvico e abdominalHemoculturas para orientar a terapia antibióticaHemograma completo e outros exames para avaliar o estado da pacienteUltrassonografiaO aborto séptico costuma ser evidente clinicamente, em geral, com base no achado de sinais e sintomas de infecção grave em mulheres que estão ou estiveram grávidas recentemente. Ultrassonografia deve ser feita para verificar se há produtos retidos como uma possível causa. Perfuração uterina deve ser suspeita quando as mulheres têm dor abdominal intensa inexplicável e peritonite. Ultrassonografia não é sensível para detectar perfuração.Quando há suspeita de aborto séptico, culturas organismo aeróbias e anorganismo aeróbias do sangue são feitas para ajudar a direcionar a terapia antibiótica. Os testes laboratoriais devem incluir hemograma completo (HC) com diferencial, testes de função hepática, níveis de eletrólitos, glicose, nitrogênio da ureia sanguínea e creatinina. Tempo de protrombina (TP) e tempo de tromboplastina parcial (TTP) são medidos se os resultados dos testes de função hepática são anormais ou se as mulheres têm sangramento excessivo. Os produtos da concepção devem ser enviados à microbiologia, se possível. Em pacientes com sepse, avaliar a procura de Streptococcus do grupo A e Clostridia. Tratamento do aborto sépticoTerapia intravenosa empírica com antibióticos de amplo espectro (p. ex., clindamicina mais gentamicina com ou sem ampicilina)Esvaziamento uterinoÀs vezes, exames de imagem da parede pélvica ou abdominalO tratamento do aborto séptico inclui antibioticoterapia intravenosa de amplo espectro, que deve ser iniciada imediatamente. A escolha dos antibióticos deve levar em consideração que as infecções são polimicrobianas e o tratamento deve abranger bactérias Gram-positivas, Gram-negativas e anaeróbias. Um esquema típico com antibióticos empíricos inclui clindamicina 900 mg IV a cada 8 horas mais gentamicina 5 mg/kg IV, uma vez ao dia, com ou sem ampicilina 2 g IV a cada 4 horas. Alternativamente, uma combinação de ampicilina, gentamicina e metronidazol 500 mg IV, a cada 8 horas, pode ser utilizada. Pode-se modificar o esquema de antibióticos com base nos resultados da cultura.Além disso, a evacuação uterina deve ser realizada quando a paciente estiver estável. Pacientes com sangramento ou suspeita de perfuração uterina ou lesão de órgão podem precisar de exames de imagem adicionais (p. ex., RM).Pontos-chaveEm geral, os abortos sépticos resultam do uso de técnicas não estéreis para esvaziamento uterino após um aborto induzido ou espontâneo; são muito mais comuns após procedimentos de aborto induzido feitos por médicos não treinados, utilizando técnicas não estéreis.O aborto séptico também pode surgir de um aborto incompleto que foi secundariamente infectado em razão de um óstio do útero aberto.Os sinais e sintomas (p. ex., calafrios, febre, descarga vaginal, peritonite, sangramento vaginal) geralmente aparecem em 24 a 48 horas após o aborto. As pacientes também podem apresentar dor pélvica ou abdominal grave inexplicável.Se houver suspeita de aborto séptico, iniciar imediatamente o tratamento com antibióticos de amplo espectro, seguido de evacuação uterina imediata; obter hemoculturas para orientar a terapia antibiótica.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- O abortamento pode ser precoce ou tardio, conforme a idade ges -tacional, ou seja, até a 12ª semana e entre a 13ª e a 20ª semana, respectivamente. Os abortamentos precoces, com menos de 12 se-manas, respondem por 80% dos abortamentos e reconhecem uma multiplicidade maior de causas. (3)Espontâneo ou provocadoO abortamento espontâneo é aquele que ocorre sem nenhuma intervenção externa e pode ser causado por doenças da mãe ou por anormalidades do embrião ou feto. A incidência de aborta -mento espontâneo, clinicamente reconhecido na população em geral, é de 10% a 15%. No entanto, através de testes altamen -te sensíveis da gonadotrofina coriônica humana, evidenciou-se que a magnitude da perda gestacional após a implantação é da ordem de 62%. (4,5) Por isso, o abortamento espontâneo é a com -plicação mais frequente da gravidez, e a grande maioria ocorre no primeiro trimestre. As anormalidades cromossômicas são as causas mais frequentes de abortamento espontâneo. Já o aborta -mento provocado refere-se à interrupção da gravidez causada por uma intervenção externa e intencional. Estima-se que, no Brasil, por ano, são realizados em torno de um milhão de abortamentos provocados, a maioria de forma insegura, gerando um custo de mais de 30 milhões de reais ao Sistema Único de Saúde (SUS) em consequência de suas complicações, principalmente, quando evo -lui para aborto infectado. (3,6) Conforme a pesquisa de 2010, (7) 22% das mulheres brasileiras de 35 a 39 anos, residentes em áreas ur -banas, já provocaram aborto.
Aborto espontâneo(Aborto espontâneo; Perda de gestação)PorAparna Sridhar, MD, UCLA HealthRevisado/Corrigido: out. 2023Visão Educação para o pacienteAborto espontâneo é a perda da gestação antes de 20 semanas de gestação. Realiza-se o diagnóstico por exame pélvico, mensuração da subunidade beta da gonadotropina coriônica humana e ultrassonografia. O tratamento pode envolver uma conduta expectante, ou utilizar medicação ou um procedimento de evacuação uterina.Etiologia|Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (4)Vídeo (0)Classificação do abortoSinais e sintomas característicos...Algumas causas de sangramento...Algumas causas da dor pélvica...Aproximadamente 10 a 15% das gestações confirmadas evoluem com aborto espontâneo e mais de 80% dos abortos espontâneos ocorrem no primeiro trimestre de gestação (1).A morte fetal e o parto prematuro são classificados como segue (2, 3):Aborto espontâneo: perda da gravidez antes de 20 semanas de gestaçãoMorte fetal (natimorto): morte do feto com ≥ 20 semanasParto prematuro: parto de feto vivo entre 20 e 36 semanas/6 diasO American College of Obstetricians and Gynecologists define um aborto espontâneo no primeiro trimestre como uma gestação intrauterina não viável com um saco gestacional vazio ou um saco gestacional contendo um embrião ou feto sem atividade cardíaca fetal nas primeiras 12 6/7 semanas de gestação (3).A terminologia para o aborto varia com base em vários fatores. As definições especificam o estágio de desenvolvimento, embrionário (≤ 10 semanas de gestação) ou fetal (≥ 11 semanas). No caso do aborto espontâneo, as descrições baseiam-se na localização do feto e de outros produtos da concepção e se há dilatação do colo do útero (ver tabela Classificação do aborto).TabelaClassificação do abortoTabela Classificação do abortoTipoDefiniçãoPrecoceAborto antes de 12 semanas de gestaçãoTardioAborto entre a 12 e a 20 semanas de gestaçãoEspontâneoPerda de gestação com 45 (57%) (1).Distúrbios subclínicos da tireoide, um útero retrovertido e traumas leves não são considerados causas de abortos espontâneos.Referência sobre etiologia1. Magnus MC, Wilcox AJ, Morken NH, et al: Role of maternal age and pregnancy history in risk of miscarriage: Prospective register based study. BMJ 364:l869, 2019. doi: 10.1136/bmj.l869Sinais e sintomas do aborto espontâneoOs sintomas do aborto espontâneo incluem dor pélvica do tipo cólica, sangramento uterino e, com o tempo, expulsão de restos ovulares.O sangramento no início da gestação é comum; em um estudo com mais de 4.500 mulheres, ocorreu sangramento em aproximadamente 25% das gestações no primeiro trimestre e 12% das gestações com sangramento resultaram em aborto espontâneo (1).Aborto espontâneo tardio pode se iniciar com golfada de líquido em decorrência da ruptura das membranas. A hemorragia raramente é excessiva. A dilatação do colo do útero indica que o aborto é inevitável.Caso os produtos da concepção permaneçam no interior da cavidade uterina após o aborto espontâneo, o sangramento uterino pode ocorrer, normalmente, algumas vezes após um atraso de horas ou dias. Infecção também pode ocorrer, causando febre, dor e, algumas vezes, sepse (chamado aborto séptico).Referência sobre sinais e sintomas1. Hasan R, Baird DD, Herring AH, et al: Patterns and predictors of vaginal bleeding in the first trimester of pregnancy. Ann Epidemiol 20(7):524-531, 2010. doi:10.1016/j.annepidem.2010.02.006 Diagnóstico do aborto espontâneoUltrassonografia transvaginalNormalmente, subunidade beta quantitativa da gonadotropina coriônica humana (beta-hCG)Exame pélvicoA gravidez é diagnosticada por meio de um teste de beta-hCG na urina ou soro sanguíneo. A ultrassonografia transvaginal é o principal método utilizado para avaliar o aborto espontâneo. Se a ultrassonografia não estiver disponível, os resultados do hCG podem ser informativos. Não existe um nível único de hCG que seja diagnóstico de aborto espontâneo; níveis seriados de beta-hCG que diminuem em várias medições são consistentes com uma gravidez malsucedida.Realiza-se ultrassonografia transvaginal para confirmar a gestação intrauterina e verificar a atividade cardíaca fetal, que geralmente é detectável após 5,5 a 6 semanas de gestação. Entretanto, a idade gestacional costuma ser incerta e frequentemente é necessária uma ultrassonografia seriada. Se a atividade cardíaca estiver ausente e tiver sido detectada previamente na atual gestação, diagnostica-se morte fetal.No início da gestação, para pacientes com suspeita de aborto espontâneo, os achados da ultrassonografia transvaginal diagnósticos de falha da gestação são um ou mais dos seguintes (1):Comprimento coroa-nádega ≥ 7 mm e ausência de batimento cardíaco fetalDiâmetro médio do saco ≥ 25 mm e nenhum embriãoAusência de um embrião com batimento cardíaco, depois de um exame prévio na gestação atual: ≥ 2 semanas antes que mostrou um saco gestacional sem um saco vitelino OU ≥ 11 dias antes na gestação atual que mostrou um saco gestacional com um saco vitelinoHá muitos achados ultrassonográficos que levantam a suspeita, mas não são diagnósticos de falha gestacional, incluindo características do saco gestacional ou vitelínico, ausência de embrião ou batimento cardíaco fetal e comprimento coroa-nádega. Se esses achados estiverem presentes, é necessário fazer uma avaliação seriada para confirmar se a gestação é viável.Tradicionalmente, o status do processo de aborto é classificado como a seguir:Ameaça de aborto: as pacientes têm sangramento uterino e é muito cedo para avaliar se o feto está vivo e viável e se o colo do útero está fechado. Potencialmente, a gestação pode continuar sem complicações.Aborto inevitável: o colo do útero está dilatada. Se o colo do útero estiver dilatado, deve-se avaliar o volume de sangramento porque ele às vezes é significativo.Aborto incompleto: os produtos da concepção são parcialmente expelidos.Aborto completo: os produtos da concepção passaram e o colo do útero está fechado (ver tabela Sinais e sintomas característicos nos abortos espontâneos).Aborto não percebido: confirma-se a morte de um embrião ou feto, mas não há sangramento ou dilatação do colo do útero e os produtos da concepção não foram expelidos.TabelaSinais e sintomas característicos em abortos espontâneosTabela Sinais e sintomas característicos em abortos espontâneosTipo de abortoSangramento vaginalDilatação do colo do útero*Passagem de produtos da concepção†Ameaça de abortoSNNInevitávelSSNIncompletoSSY†CompletoSS ou NSOcultoS ou NNN*O orifício do colo do útero interno encontra-se aberto o suficiente para admitir a ponta do dedo durante exame digital.†Os produtos da concepção podem ser visíveis na vagina. O exame dos tecidos às vezes é necessário para diferenciação entre os coágulos sanguíneos e os produtos da concepção. Antes da avaliação, os produtos da concepção podem ter sido eliminados sem a paciente reconhecê-los.Uma gestação anembrionária (anteriormente denominada "ovo cego") refere-se a uma gestação não viável com presença de saco gestacional, mas na ausência de saco vitelínico ou embrião na ultrassonografia transvaginal.Para o aborto recorrente, geralmente se faz um teste para determinar a causa do aborto.Diagnóstico diferencialSangramento é comum no início da gravidez (para diagnóstico diferencial, ver tabela Algumas causas de sangramento vaginal no início da gestação).TabelaAlgumas causas de sangramento vaginal no início da gestaçãoTabela Algumas causas de sangramento vaginal no início da gestaçãoCausaAchados sugestivosAbordagem diagnóstica*Doenças obstétricasGestação ectópicaSangramento vaginal com ou sem dor abdominal ou pélvica (muitas vezes súbita, localizada e constante, sem cãibras)Óstio do útero fechadoAusência de sons cardíacos fetaisPossível instabilidade hemodinâmica, caso a gestação ectópica esteja rotaAlgumas vezes, massa anexial palpávelDosagem quantitativa de beta-hCG, repetida a cada 2 dias se o diagnóstico for incertoHemograma completoUltrassonografia pélvicaÀs vezes, amostragem endometrialLaparoscopia ou, se a paciente está hemodinamicamente instável, laparotomiaAmeaça de abortoSangramento vaginal com ou sem dor abdominal em cólicaÓstio do útero fechadoAusculta de frequência cardíaca fetalMedida quantitativa de beta-hCGHemograma completoUltrassonografia pélvicaAborto inevitávelSangramento vaginal com dor abdominal em cólicaÓstio do útero aberto (colo do útero dilatado)Avaliação de risco de abortoAborto incompletoSangramento vaginal com dor abdominal em cólicaÓstio do útero aberto ou fechadoEm geral, produtos de concepção observados ou palpados através do óstioAvaliação de risco de abortoAborto completoSangramento vaginal brando à apresentação, mas, geralmente, história de sangramento vaginal significativo imediatamente antes da visita médica; às vezes, com dor abdominal leve em cólicaÓstio do útero fechado; o útero não tem tamanho suficiente para uma gestaçãoAvaliação de risco de abortoAborto sépticoEm geral, história de aborto induzido ou espontâneo recente (o risco é maior se o aborto induzido for realizado sem médicos e equipamentos adequadamente treinados ou se autoinduzido)Febre, calafrios, dor abdominal ou pélvica constanteSangramento vaginal e/ou corrimento vaginal purulentoDor do úteroÓstio do útero abertoAvaliação de risco de aborto mais avaliação para ISTs e vaginiteDoença trofoblástica gestacional (mola hidatiforme)Sangramento vaginal com ou sem dor abdominal em cólicaTamanho do útero maior do que o esperado, geralmente pressão arterial elevada, vômitos intensosSe mais avançada, às vezes, a passagem de tecido com aparência vesicular pela vaginaAvaliação quanto à ameaça de aborto mais testes de tireoide, creatinina, exames de fígado, radiografia de tóraxRuptura de cisto de corpo lúteoDor abdominal localizada, sangramento vaginal, algumas vezes náuseas e vômitosInício súbito dos sintomasAvaliação semelhante à da gestação ectópicaDoenças ginecológicas ou outrasTraumaHistória ou suspeita de trauma físico (p. ex., acidente automobilístico, laceração do colo do útero ou da vagina decorrente de instrumentação ou violência sexual, às vezes uma complicação da biópsia da vilosidade coriônica, ou por causa da uma amniocentese)Hemograma completoUltrassonografia pélvica (para avaliar o feto)Outros exames de imagem (para avaliar lesão ou sangramento interno)Perguntas sobre possível violência por parceiro íntimo ou agressão sexual, se houver suspeitaVaginiteGotas ou sangramento escasso acompanhado de corrimentoAlgumas vezes, dispareuniaAvaliação de vaginite e infecções sexualmente transmissíveisCerviciteCorrimento do colo do útero mucopurulentoAlgumas vezes, sangramento vaginalAlgumas vezes, sensibilidade à movimentação do colo do útero, dor abdominal ou ambosAvaliação para infecções sexualmente transmissíveis e vaginitesPólipo do colo do úteroSangramento vaginal escasso, sem dorMassa polipoide que se protrai na colo do úteroExame pélvicoHistologia da amostra após biópsia ou remoçãoBeta-hCG = subunidade beta da gonadotropina coriônica humana; IST = infecções sexualmente transmissíveis.* A avaliação dos sintomas preocupantes em todas as gestantes deve incluir avaliação dos sinais vitais maternos, exame físico e avaliação do estado fetal com monitoramento da frequência cardíaca fetal ou ultrassonografia.Dor ou pressão pélvica também são sintomas comuns da gestação (ver tabela Algumas causas de dor pélvica no início da gestação para diagnóstico diferencial).TabelaAlgumas causas da dor pélvica no início da gestaçãoTabela Algumas causas da dor pélvica no início da gestaçãoCausaAchados sugestivosAbordagem diagnóstica*Doenças obstétricasAlterações normais da gestação, incluindo aqueles decorrentes de estiramento e crescimento do útero e tecidos conjuntivos circundantesSensação de cólica ou pressão na parte inferior do abdome, pelve, região lombar ou uma combinação destesÀs vezes, com movimento, dor aguda repentina (dor no ligamento redondo)Avaliação pré-natal de rotina com sinais vitais maternos, exame abdominal, às vezes exame pélvico e ausculta da frequência cardíaca fetal (dependendo da idade gestacional)Às vezes, ultrassonografia pélvicaAvaliação para gestação ectópica ou outras condições, se houver suspeitaGestação ectópicaDor abdominal ou pélvica, geralmente de início súbito, localizada, constante (sem cãibras), geralmente com sangramento vaginalÓstio do útero fechadoAusência de sons cardíacos fetaisPossível instabilidade hemodinâmica, se houver ruptura da gestação ectópicaAlgumas vezes, massa anexial palpávelDosagem quantitativa de beta-hCG, repetida a cada 2 dias se o diagnóstico for incertoHemograma completoUltrassonografia pélvicaÀs vezes, amostragem endometrialLaparoscopia ou, se a paciente está hemodinamicamente instável, laparotomiaAborto espontâneo (ameaça, inevitável, incompleto, completo, perdido ou retido)Dor abdominal difusa com cólica, geralmente com sangramento vaginalÓstio do útero aberto ou fechado, dependendo do tipo de aborto (ver tabela Algumas causas do sangramento vaginal)Ausculta de frequência cardíaca fetalDosagem quantitativa de beta-hCG, repetida a cada 2 dias se o diagnóstico for incertoHemograma completoUltrassonografia pélvicaAborto sépticoEm geral, história de aborto induzido ou espontâneo recente (o risco é maior se o aborto induzido for realizado sem médicos e equipamentos adequadamente treinados ou se autoinduzido)Febre, calafrios, dor abdominal ou pélvica constanteSangramento vaginal e/ou corrimento vaginal purulentoDor do úteroÓstio do útero abertoAvaliação como para aborto espontâneo mais avaliação para DSTs e vaginiteDistúrbios ginecológicosDegeneração de mioma uterinoInício súbito de dor pélvica, difusa ou pontual, geralmente aguda, frequentemente com náuseas, vômitos e febreAlgumas vezes, sangramento vaginalDor do úteroUltrassonografiaRM (utilizada apenas se o diagnóstico for incerto)Torção de anexo (ovariano)Início súbito de dor pélvica localizada, que pode ser aguda e intermitente (se a torção desaparecer espontaneamente)Em geral, náuseas, vômitosUltrassonografia por DopplerRuptura de cisto de corpo lúteoDor abdominal ou pélvica localizadaAlgumas vezes, sangramento vaginalEm geral, início súbitoUltrassonografiaHemograma completoDoença inflamatória pélvica (pouco comum durante a gestação)Corrimento cervicovaginal purulentoMovimento do colo do útero significativo, sensibilidade uterina e/ou anexialFrequentemente febre e/ou sangramento vaginal anormalAvaliação para infecções sexualmente transmissíveis e vaginitesLeucócitosTumor ovariano benigno ou malignoDor abdominal maçante ou pressãoÀs vezes, perda ponderalÀs vezes, distensão abdominal e asciteÀs vezes, fatores de risco de câncer ovarianoUltrassonografiaMarcadores tumoraisÀs vezes, laparoscopia diagnósticaSíndrome de hiperestimulação ovarianaUso de medicamentos para fertilidade na gestação atualDor abdominal maçante ou pressãoSe moderada ou grave, ganho ponderal, distensão abdominal e ascite, doença renal aguda, derrame pleural ou coagulação intravascular disseminadaUltrassonografiaHemograma completoPerfil metabólico abrangenteDoenças não ginecológicasApendiciteEm geral, dor abdominal contínua, difusa ou localizada, e sensibilidadePossível localização atípica (p. ex., no hipocôndrio direito) ou qualidades atípicas (mais leves, cólicas, sem sinais peritoneais), comparadas à dor em mulheres não grávidas; o apêndice pode estar em uma posição diferente devido ao aumento do úteroÀs vezes, sinais peritoneaisÀs vezes, náuseas, vômitos ou perda de apetiteUltrassonografia pélvica/abdominal, seguida de RM se a ultrassonografia for inconclusiva; considerar TC se RM não estiver prontamente disponívelLeucócitos ou proteína C reativaInfecção do trato urinárioDesconforto suprapúbico, geralmente com sintomas vesicais (p. ex., ardor, polaciúria, urgência)Às vezes, febre, calafrios e/ou dor no flanco (o risco de pielonefrite aumenta na gestação)Urinálise e cultura de urinaDoença inflamatória intestinalDor variável (cãibras ou constante), sem localização consistente; em geral, com diarreia, algumas vezes com muco ou sangueÀs vezes, febreGeralmente com história conhecida de DIIÀs vezes, calprotectina fecalAlgumas vezes, endoscopiaObstrução intestinalNáuseas e vômitos intensos, geralmente em pacientes submetidos a cirurgia abdominal, têm neoplasia intra-abdominal ou, eventualmente, hérnia encarcerada detectada durante o exameDor em cólica, vômitos, ausência de movimentos intestinais ou flatosAbdome distendido, timpânico à percussãoEm geral, história de cirurgia abdominal (causando aderências), têm uma neoplasia intra-adominal, ou, algumas vezes, hérnia encarcerada, detectada durante o examePode ser causada por apendicite ou ocorrer em pacientes com a doençaAvaliação semelhante à da gestação ectópicaExames de imagem abdominais com radiografia simples e em pé; ultrassonografia e, possivelmente, TC (se os resultados da radiografia e da ultrassonografia não forem conclusivos)GastroenteriteGeralmente vômitos e diarreiaSem sinais peritoneaisÀs vezes, exames de fezes (se houver suspeita de infecção bacteriana ou parasitária)Beta-hCG = subunidade beta da gonadotropina coriônica humana; ISTs = infecções sexualmente transmissíveis.* A avaliação dos sintomas preocupantes em todas as gestantes deve incluir avaliação dos sinais vitais maternos, exame físico e avaliação do estado fetal com monitoramento da frequência cardíaca fetal ou ultrassonografia.Referência sobre diagnóstico1. Doubilet PM, Benson CB, Bourne T, et al: Diagnostic criteria for nonviable pregnancy early in the first trimester. N Engl J Med 369(15):1443-1451, 2013. doi:10.1056/NEJMra1302417 Tratamento do aborto espontâneoPara ameaça de aborto, observação Para abortos inevitáveis, incompletos ou perdidos, observação ou esvaziamento uterino cirúrgica ou clínicaSe a mãe é Rh-negativa, imunoglobulina Rho(D)Medicação para dor conforme necessárioSuporte emocionalNa ameaça de aborto, a conduta é expectante, mas os médicos podem avaliar periodicamente os sintomas da mulher ou fazer uma ultrassonografia para verificar o estado fetal. Nenhuma evidência sugere que o repouso diminui o risco de subsequente aborto completo.Para abortos inevitáveis, incompletos ou ocultos, o tratamento é esperar pela passagem espontânea dos produtos da concepção, tratamento com medicamentos ou esvaziamento uterino.No primeiro trimestre, a conduta expectante é uma opção, mas essa abordagem não é recomendada durante o segundo trimestre em razão dos estudos de segurança limitados e do risco de hemorragia (1). A conduta expectante tem uma taxa de sucesso de 80% de expulsão completa em 8 semanas, com mulheres sintomáticas tendo melhores desfechos do que mulheres assintomáticas. Pode ocorrer sangramento e cólicas; as pacientes devem ser aconselhadas em relação a quando retornar à unidade de saúde se os sintomas forem graves ou para confirmar a passagem dos tecidos gestacionais. Utilizam-se ultrassonografia e sintomas relatados para confirmar a passagem dos tecidos gestacionais; em uma paciente cuja ultrassonografia prévia mostrava um saco gestacional, uma ultrassonografia de acompanhamento sem o saco gestacional é o critério mais comum para se considerar que houve uma expulsão completa. Para pacientes que não podem retornar para confirmação por ultrassonografia, o acompanhamento via telemedicina e/ou testes de gravidez com coleta domiciliar de urina podem ser úteis. Se a expulsão completa não for alcançada dentro de um período de tempo razoável, pode ser necessário tratamento clínico ou cirurgia.Até 10 a 12 semanas de gestação, pode-se utilizar tratamento clínico se a expulsão espontânea não ocorrer ou se a paciente preferir o uso de medicamentos para possibilitar um processo mais previsível. Um esquema medicamentoso comumente utilizado inclui 800 mcg de misoprostol por via vaginal; pode ser necessário repetir a dose. A administração de 200 mg de mifepristona por via oral 24 horas antes do misoprostol pode melhorar significativamente o sucesso do tratamento se a mifepristona estiver disponível (1).Abortos espontâneos que não são completamente expelidos com conduta expectante ou os medicamentos requerem evacuação cirúrgica do útero. Além disso, algumas mulheres podem preferir uma evacuação cirúrgica por causa da resolução mais imediata da condição e da menor necessidade de cuidados de acompanhamento. Tradicionalmente, a evacuação uterina era realizada apenas com curetagem afiada. Entretanto, atualmente prefere-se a curetagem por sucção por causa dos desfechos melhores e da possibilidade de realização em consultório com anestesia local e/ou sedação em pacientes com aborto ocorrido no primeiro trimestre de gestação.A evacuação cirúrgica de urgência pode ser necessária em casos de hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecção.Se parece provável que houve um aborto completo com base nos sintomas e/ou ultrassonografia, tipicamente não é necessário tratamento adicional com medicamentos ou evacuação uterina. O esvaziamento uterino pode ser necessário no caso de ocorrer sangramento e/ou outros sinais indicarem que os produtos da concepção podem estar retidos.Deve-se administrar analgésicos, conforme apropriado. Administra-se imunoglobulina Rho(D) se a paciente grávida é Rh-negativa.Após um aborto espontâneo, os pais podem sentir pesar ou culpa. Devem receber apoio emocional e, na maioria dos caso de abortos espontâneos, tranquilização no sentido de que seus atos não foram a causa. Aconselhamento formal ou grupos de apoio podem ser disponibilizados, se apropriado.Referências sobre o tratamento1. American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG): ACOG Practice Bulletin No. 200: Early pregnancy loss. Obstet Gynecol 132(5):e197–e207, 2018. doi:10.1097/AOG.00000000000028992. Zhang J, Gilles JM, Barnhart K, et al: A comparison of medical management with misoprostol and surgical management for early pregnancy failure. N Engl J Med 353(8):761-769, 2005. doi:10.1056/NEJMoa0440643. Schreiber CA, Creinin MD, Atrio J, et al: Mifepristone pretreatment for the medical management of early pregnancy loss. N Engl J Med 378(23):2161-2170, 2018. doi:10.1056/NEJMoa1715726Pontos-chaveAborto espontâneo é a perda de gestação antes de 20 semanas de gestação; ocorre em aproximadamente 10-15% das gestações.O aborto espontâneo é muitas vezes causado por anormalidades cromossômicas ou anormalidades do trato reprodutivo materno (p. ex., útero bicorno, miomas), mas a etiologia de cada caso específico geralmente não é confirmada.Confirmar o aborto espontâneo e determinar o estado da gestação com um exame de beta-hCG quantitativo, ultrassonografia e exame ginecológico; um colo do útero dilatado significa que o aborto é inevitável.Tratar com conduta expectante (observar a passagem dos produtos da concepção), cirurgia ou esvaziamento uterino com medicação (com misoprostol ou, às vezes, mifepristona).Com frequência, o esvaziamento uterino não é necessário para abortos completos.Fornecer apoio emocional aos pais.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Aborto sépticoPorAparna Sridhar, MD, UCLA HealthRevisado/Corrigido: out. 2023Visão Educação para o pacienteO aborto séptico é uma infecção uterina grave durante, um pouco antes ou depois de um aborto espontâneo ou induzido. O aborto séptico é uma emergência ginecológica.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Os abortos sépticos geralmente resultam do uso de técnicas não estéreis para esvaziamento uterino após um aborto induzido ou espontâneo. Os abortos sépticos são muito mais comuns após um aborto induzido feito por médicos não treinados (ou pela própria gestante) e sem equipamento cirúrgico adequado e preparo estéril, geralmente porque há barreiras legais, de acesso à saúde ou pessoais para receber cuidados médicos profissionais.O aborto séptico também pode resultar de um aborto incompleto que foi secundariamente infectado em razão de um óstio do útero aberto.Os microrganismos causadores típicos incluem Escherichia coli, Enterobacter aerogenes, Proteus vulgaris, estreptococos hemolíticos, estafilococos e alguns organismos anaeróbios (p. ex., Clostridium perfringens). Um ou mais organismos podem estar envolvidos.Sinais e sintomas do aborto sépticoOs sinais e sintomas do aborto séptico tipicamente aparecem em 24 a 48 horas depois do aborto e são similares àqueles da doença inflamatória pélvica (p. ex., calafrios, febre, corrimento vaginal e, geralmente, peritonite) e geralmente aqueles de ameaça de aborto ou aborto incompleto (p. ex., sangramento vaginal, dilatação do colo do útero, passagem dos produtos da concepção). A perfuração do útero durante o aborto geralmente provoca dores pélvicas ou abdominais intensas.Pode acontecer choque séptico, provocando hipotermia, hipotensão, oligúria e dificuldade respiratória. Sepse por C. perfringens pode resultar em trombocitopenia, equimoses e achados de hemólise intravascular (p. ex., anúria, anemia, icterícia, hemoglobinúria e hemossiderinúria). Diagnóstico do aborto sépticoSinais vitais e exame pélvico e abdominalHemoculturas para orientar a terapia antibióticaHemograma completo e outros exames para avaliar o estado da pacienteUltrassonografiaO aborto séptico costuma ser evidente clinicamente, em geral, com base no achado de sinais e sintomas de infecção grave em mulheres que estão ou estiveram grávidas recentemente. Ultrassonografia deve ser feita para verificar se há produtos retidos como uma possível causa. Perfuração uterina deve ser suspeita quando as mulheres têm dor abdominal intensa inexplicável e peritonite. Ultrassonografia não é sensível para detectar perfuração.Quando há suspeita de aborto séptico, culturas organismo aeróbias e anorganismo aeróbias do sangue são feitas para ajudar a direcionar a terapia antibiótica. Os testes laboratoriais devem incluir hemograma completo (HC) com diferencial, testes de função hepática, níveis de eletrólitos, glicose, nitrogênio da ureia sanguínea e creatinina. Tempo de protrombina (TP) e tempo de tromboplastina parcial (TTP) são medidos se os resultados dos testes de função hepática são anormais ou se as mulheres têm sangramento excessivo. Os produtos da concepção devem ser enviados à microbiologia, se possível. Em pacientes com sepse, avaliar a procura de Streptococcus do grupo A e Clostridia. Tratamento do aborto sépticoTerapia intravenosa empírica com antibióticos de amplo espectro (p. ex., clindamicina mais gentamicina com ou sem ampicilina)Esvaziamento uterinoÀs vezes, exames de imagem da parede pélvica ou abdominalO tratamento do aborto séptico inclui antibioticoterapia intravenosa de amplo espectro, que deve ser iniciada imediatamente. A escolha dos antibióticos deve levar em consideração que as infecções são polimicrobianas e o tratamento deve abranger bactérias Gram-positivas, Gram-negativas e anaeróbias. Um esquema típico com antibióticos empíricos inclui clindamicina 900 mg IV a cada 8 horas mais gentamicina 5 mg/kg IV, uma vez ao dia, com ou sem ampicilina 2 g IV a cada 4 horas. Alternativamente, uma combinação de ampicilina, gentamicina e metronidazol 500 mg IV, a cada 8 horas, pode ser utilizada. Pode-se modificar o esquema de antibióticos com base nos resultados da cultura.Além disso, a evacuação uterina deve ser realizada quando a paciente estiver estável. Pacientes com sangramento ou suspeita de perfuração uterina ou lesão de órgão podem precisar de exames de imagem adicionais (p. ex., RM).Pontos-chaveEm geral, os abortos sépticos resultam do uso de técnicas não estéreis para esvaziamento uterino após um aborto induzido ou espontâneo; são muito mais comuns após procedimentos de aborto induzido feitos por médicos não treinados, utilizando técnicas não estéreis.O aborto séptico também pode surgir de um aborto incompleto que foi secundariamente infectado em razão de um óstio do útero aberto.Os sinais e sintomas (p. ex., calafrios, febre, descarga vaginal, peritonite, sangramento vaginal) geralmente aparecem em 24 a 48 horas após o aborto. As pacientes também podem apresentar dor pélvica ou abdominal grave inexplicável.Se houver suspeita de aborto séptico, iniciar imediatamente o tratamento com antibióticos de amplo espectro, seguido de evacuação uterina imediata; obter hemoculturas para orientar a terapia antibiótica.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Diversos testes laboratoriais são realizados após a morte fetal (Tabela 41.2). PartoO método e a época do parto após a morte fetal dependem do período da gravidez no qual ocorre o óbito, dahistória de cicatriz prévia e do desejo materno. A grande maioria das mulheres prefere a interrupção imediata dagravidez, logo após a morte fetal; mas a espera não é crítica, pois são raros os acidentes de coagulaçãointravascular disseminada (CID). No segundo trimestre, a dilatação e o esvaziamento (D & E) podem ser oferecidos. Antes de 28 semanas, omisoprostol vaginal é o método mais eficiente: 200 a 400 μg a cada 4 a 12 h. Após 28 semanas, a indução doparto segue o protocolo habitual. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Aborto(Interrupção da gravidez)PorFrances E. Casey, MD, MPH, Virginia Commonwealth University Medical CenterRevisado/Corrigido: ago. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosO aborto induzido é o término voluntário de uma gravidez por cirurgia ou medicamentos.Métodos|Complicações|Uma gravidez pode ser encerrada removendo cirurgicamente o conteúdo do útero ou administrando certos medicamentos.Complicações são pouco frequentes quando o aborto é feito por um profissional de saúde treinado em um hospital ou uma clínica.O aborto induzido não aumenta os riscos para o feto ou a mulher em gestações futuras.Nos Estados Unidos, aproximadamente 50% das gestações não são planejadas. Aproximadamente 40% das gestações não intencionais terminam com aborto induzido; 90% dos abortos são feitos durante o primeiro trimestre. Os estados podem estabelecer restrições (por exemplo, períodos de espera obrigatória, número de semanas de gestação ou consentimento com reconhecimento de firma para menores de idade). Essas restrições podem retardar ou impedir o acesso ao aborto. É raro acontecer complicações em países em que o aborto é permitido por lei. No mundo todo, aproximadamente 13% das mortes de gestantes se deve a aborto inseguro. A maioria das mortes ocorre em países em que o aborto é extremamente limitado ou ilegal.A gravidez é confirmada antes de ser iniciado o procedimento de aborto. Muitas vezes, uma ultrassonografia é usada para estimar a idade do feto mas às vezes, a avaliação de um profissional de saúde consegue estimar a idade durante o primeiro trimestre. Se a mulher tiver fatores de risco para problemas relacionados a um aborto (por exemplo, doença cardíaca ou pulmonar, convulsões ou histórico de partos por cesariana), talvez ela precise de outras avaliações. A contracepção pode ser iniciada imediatamente após um aborto realizado até a 28ª semana de gravidez.Métodos abortivosOs métodos abortivos incluemAborto cirúrgico (evacuação cirúrgica): Remoção do conteúdo do útero através do colo do úteroMedicamentos que causam (induzem) o aborto: Uso de medicamentos para estimular contrações do útero, que expelem o conteúdo do úteroO método usado depende, em parte, do tempo de gestação. Ultrassonografia costuma ser realizada para estimar o tempo de gravidez. O aborto cirúrgico pode ser usado na maioria das gestações com até 24 semanas de duração. Os medicamentos para aborto podem ser usados nas gestações que têm menos de 11 semanas ou mais de 15 semanas de duração.No caso de abortos realizados no início da gravidez, talvez seja necessária apenas anestesia local. A sedação consciente (medicamentos que aliviam a dor e ajudam a mulher a relaxar, mas permitem que a mulher permaneça consciente) também pode ser usada. Anestesia geral é raramente necessária.Antes de um aborto cirúrgico, a mulher recebe antibióticos que combatem infecções no aparelho reprodutor.Depois de todo aborto (quer cirúrgico ou medicamentoso), as mulheres com sangue Rh negativo recebem uma injeção de anticorpos Rh denominada imunoglobulina Rho(D). Se o feto tiver sangue Rh positivo, uma mulher com sangue Rh negativo pode vir a produzir anticorpos contra o fator Rh. Esses anticorpos podem destruir os glóbulos vermelhos do feto. O tratamento com a imunoglobulina Rho(D) reduz o risco de que o sistema imunológico da mulher produza esses anticorpos e coloque em risco gestações posteriores. O tratamento com imunoglobulina pode ser opcional antes da oitava semana de gravidez.Aborto cirúrgicoO conteúdo do útero é removido pela vagina. Diferentes técnicas são utilizadas, dependendo do tempo de gravidez. IncluemDilatação e curetagem (D e C) com sucçãoDilatação e evacuação (D e E)O processo de dilatação diz respeito ao alargamento do colo do útero. É possível utilizar vários tipos de dilatadores, dependendo de quanto tempo a gravidez durou e quantos filhos a mulher já teve. Para reduzir a possibilidade de haver lesões ao colo do útero durante a dilatação, é possível que o médico use substâncias que absorvem líquidos, como caules de algas marinas secas (laminária) ou um dilatador sintético. A laminária é colocada na abertura do colo do útero e permanece no lugar por, no mínimo, quatro horas e, às vezes, de um dia para outro. Conforme os dilatadores absorvem grandes quantidades de líquido do corpo, eles aumentam de tamanho e dilatam a abertura do colo do útero. Também é possível usar medicamentos, como o misoprostol (um tipo de prostaglandina) para dilatar o colo do útero.A dilatação e curetagem (D e C) com sucção costuma ser utilizada em gestações com menos de 14 semanas de duração. Um espéculo é usado na vagina para que o clínico consiga ver o colo do útero. Um anestésico local (por exemplo, lidocaína) é injetado no colo do útero para reduzir o desconforto, e o colo do útero é dilatado. Em seguida, um tubo flexível conectado a uma fonte de vácuo é inserido no útero para remover o feto e a placenta. A fonte de vácuo pode ser uma seringa portátil ou instrumento similar ou um aparelho de sucção elétrico. Às vezes, um pequeno instrumento afiado em forma de colher (cureta) é inserido para remover algum tecido remanescente. Esse procedimento é realizado delicadamente para reduzir o risco de haver formação de cicatrizes e infertilidade.O procedimento de dilatação e evacuação (D e E) costuma ser usado em gestações com 14 e 24 semanas de duração. Depois da dilatação do colo do útero, utilizam-se sucção e fórceps para remover o feto e a placenta. Uma cureta afiada talvez seja usada gentilmente para garantir que todos os produtos da concepção foram removidos.Caso a mulher queira evitar futuras gestações, ela pode iniciar um método contraceptivo, inclusive a colocação de um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre ou liberador de levonorgestrel assim que o aborto tiver sido concluído.Aborto medicamentosoOs medicamentos para aborto podem ser usados nas gestações com menos de 11 semanas ou com mais de 15 semanas de duração. No caso de um aborto no início da gravidez (menos de onze semanas), o processo de aborto pode ser concluído em casa. No caso de um aborto durante uma fase mais avançada da gravidez, a mulher costuma ser internada no hospital para tomar os medicamentos que irão induzir o trabalho de parto. Entre os anos de 2014 e 2017 nos Estados Unidos, o aborto medicamentoso foi responsável por 53% dos abortos realizados em gestações de menos de 11 semanas. Os medicamentos utilizados para induzir o aborto incluem a mifepristona (RU 486) seguida por uma prostaglandina, como, por exemplo, o misoprostol.A mifepristona, tomada por via oral, bloqueia a ação do hormônio progesterona, que prepara o revestimento do útero para uma gravidez. A mifepristona também faz com que o útero fique mais suscetível ao segundo medicamento que é administrado (a prostaglandina).Os clínicos confirmam a conclusão do aborto por meio de:UltrassonografiaUm exame de urina para medir a gonadotrofina coriônica humana (hCG) no dia em que o medicamento é administrado e uma semana depois (o hCG é produzido no início da gravidez)Um exame de gravidez na urina de cinco semanas no caso de um aborto medicamentosoAs prostaglandinas são uma substância semelhante aos hormônios que estimulam as contrações do útero. Elas podem ser usadas com a mifepristona. As prostaglandinas podem ser mantidas na boca (junto à bochecha ou sob a língua) até dissolverem ou podem ser colocadas na vagina. O esquema mais comum para abortos em gestações de menos de onze semanas envolve tomar um comprimido de mifepristona seguido de misoprostol, que é tomado um a dois dias depois. O comprimido de misoprostol é mantido entre a gengiva e a bochecha até ele dissolver ou é colocado na vagina. A mulher pode tomar mifepristona ou misoprostol por conta própria ou pedi-la ao médico. Esse esquema causa o aborto em aproximadamente95% das gestações entre oito a nove semanas de duração87% a 92% das gestações entre nove e onze semanas de duraçãoUma dose adicional de misoprostol melhora a eficácia em gestações com mais de nove semanas de duração.Talvez seja necessário realizar um aborto cirúrgico se um aborto medicamentoso falhar.Em gestações com mais de 15 semanas, a mulher fica na clínica ou no hospital até que o aborto seja concluído. É possível tomar comprimidos de mifepristona, seguidos por uma prostaglandina, como o misoprostol, um a dois dias depois ou o misoprostol pode ser tomado isoladamente.Complicações do abortoAs complicações do aborto são raras quando ele é realizado por um profissional de saúde qualificado, em um hospital ou clínica. Ainda, as complicações ocorrem com muito mais frequência após um aborto do que após o parto de um bebê a termo. Complicações graves ocorrem em menos de 1% das mulheres que fizeram um aborto. A morte após um aborto ocorre muito raramente. Aproximadamente seis de cada milhão de mulheres que fizeram um aborto morrem, em comparação com aproximadamente 140 de cada milhão de mulheres que dão à luz um bebê a termo.Quanto mais avançada a gestação, maior é o número de complicações.O risco de complicações está relacionado ao método utilizado.Evacuação cirúrgica: Complicações são raras quando abortos cirúrgicos são feitos por profissionais de saúde. Uma laceração (perfuração) no útero por um instrumento cirúrgico ocorre em menos de um em cada mil abortos. Lesão ao intestino ou a outro órgão é ainda mais rara. Hemorragia grave durante ou imediatamente após o procedimento ocorre em seis em cada dez mil abortos. Muito raramente, o procedimento ou uma infecção posterior causa a formação de tecido cicatricial no revestimento do útero, resultando em infertilidade. Esse distúrbio se chama síndrome de Asherman. Medicamentos: A mifepristona e a prostaglandina misoprostol têm efeitos colaterais. Os mais comuns são dor pélvica tipo cólica, sangramento vaginal e problemas gastrointestinais, como náusea, vômito e diarreia.Qualquer um dos métodos: Hemorragia ou infecção pode ocorrer se parte da placenta permanecer no útero. Se ocorrer hemorragia ou houver suspeita de infecção, o clínico usa uma ultrassonografia para determinar se parte da placenta permanece no útero.Você sabia que...As complicações do aborto são raras quando ele é realizado por um profissional de saúde qualificado, em um hospital ou clínica.Posteriormente, especialmente se a mulher estiver inativa, é possível que surjam coágulos sanguíneos nas pernas.Se o feto tiver sangue Rh positivo, uma mulher com sangue Rh negativo pode produzir anticorpos Rh, como em qualquer gravidez, aborto espontâneo ou parto. Esses anticorpos podem prejudicar gestações seguintes. Administrar à mulher injeções de imunoglobulina Rho(D) previne o desenvolvimento de anticorpos. A imunoglobulina pode ser opcional para gestações com menos de oito semanas de duração.Existe uma probabilidade maior de haver problemas psicológicos após um aborto caso os fatores a seguir estejam presentesSintomas psicológicos antes da gravidezApoio social limitado ou sentimento de condenação pelo sistema de apoioTest your KnowledgeTake a Quiz!
{"justificativa": "O contexto analisado se concentra em detalhes sobre abortos espontâneos, suas causas, e as implicações clínicas, mas não aborda diretamente a questão de quando é seguro tentar engravidar após um aborto espontâneo. Portanto, a relação é limitada e não fornece informações diretas ou práticas sobre o momento ideal para uma nova tentativa de gravidez após essa experiência.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute diversas questões relacionadas a abortamentos espontâneos e procedimentos após a morte fetal, mas não aborda explicitamente a questão sobre o tempo seguro para tentar engravidar novamente após um aborto espontâneo. Assim, a informação é apenas tangencialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda diretamente a questão da possibilidade de engravidar após um aborto espontâneo, discutindo a recuperação e quando é seguro tentar novamente. Menciona que não há risco imediato em engravidar logo após uma perda, além de alertar sobre cuidados e recomendações médicas, tornando-o muito relevante para a pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a possibilidade de engravidar após um aborto espontâneo, incluindo a ausência de risco em engravidar rapidamente e a importância de consultar um médico. Ele aborda direto a questão levantada pelo usuário, mencionando o que considerar após um aborto e o que conversar com o ginecologista, tornando-se útil para a sua decisão.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute várias informações sobre aborto espontâneo, suas causas, tipos e procedimentos relacionados. No entanto, ele não aborda diretamente a questão de quando uma mulher pode tentar engravidar após um aborto espontâneo, deixando a pergunta sem resposta específica. Portanto, a relevância é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o aborto espontâneo, suas causas, diagnósticos e opções de tratamento. No entanto, não aborda diretamente a questão sobre a possibilidade de engravidar logo após um aborto espontâneo, o que a torna apenas marginalmente relevante para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto aborda o aborto espontâneo, incluindo informações sobre sua ocorrência, diagnóstico e tratamento, mas não fornece dados específicos sobre quando é seguro tentar engravidar novamente após um aborto. Embora algumas informações sobre o tempo de espera possam ser implicitamente relevantes, elas não estão claras no texto, o que limita a utilidade do contexto para a pergunta.", "nota": 2} ```
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faço o uso do elani há um mês e depois de ter iniciado a segunda cartela tive um pequeno sangramento que depois começou a sair parecido com borra de café e agora voltou a cor de sangue vivo novamente devo me preocupar ou é normal pelo tempo de usoter tido que tomar antibiótico pode ter causado
olánunca inicie uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associada a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaos antibióticos utilizados para o tratamento de infecção urinária infecções de pele amigdalite pneumonia não cortam o efeito do anticoncepcional não aumentam risco de uma gravidez indesejada e não favorecem o surgimento de sangramento os antibióticos para tuberculose e hanseníase cortam o efeito do anticoncepcional por via oraltodo o anticoncepcional continuo pode gerar escapes menstruais o seu médico nunca deverá prometer que você ficará do tempo sem menstruaras mulheres com miomas polipos adenomiose e infecção podem ter mais escapes menstruaisos três primeiros meses do anticoncepcional podem estar associados com mais escapes menstruaisalgumas medicações podem reduzir ou cessar o escape menstrual
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Após a reinstituição pós-operatória da anticoagulação, se-rão necessários cerca de 3 dias para que sejam atingidos níveis terapêuticos (Harrison, 1997; White, 1995). É importante res-saltar que não se deve reiniciar a administração de heparina no pós-operatório antes de, no mínimo, 12 horas em caso de cirurgia de grande porte, e por maior período, caso haja evi-dência de sangramento. A Tabela 39-3 apresenta um exemplo de protocolo para anticoagulação perioperatória. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- TratamentoReposição volêmicaDois acessos venosos calibrosos. Deve-se evitar punção de vasos profundos, preferindo-se vasos compressíveisCautela ao instalar cateter nasogástricoHematócrito (hemoconcentração) a cada 2 hRigorosa observação de enfermagem e reavaliação clínica constante na fase de expansãoAvaliar necessidade de UTI (hematócrito em queda e choque, gravidade do comprometimento clínico, insuficiência respiratória etc.)Havendo melhora clínica e laboratorial, deve-se tratar a paciente como as classificadas como amarelo. Reposição volêmica▶ Fase de expansão.
► Todos os pacientes em uso de carbamazepina devem realizar hemograma completonos 2 primeiros meses de tratamento, a cada 2 semanas e, se não houver nenhumaalteração, continuar a repeti-lo a cada 3 meses. O fármaco deve ser suspenso se acontagem de células brancas cair para menos de 3.000 células/mm3 ou a deneutrófilos for inferior a 1.500/mm3, devendo ser solicitada uma consultoriahematológica. MANEJO► Interrupção do medicamento e consultoria hematológica podem ser necessárias. 12, e associada a trombocitopenia. Existe relato de caso de anemia macrocítica induzida por amisulprida. MANEJO► Interrupção do medicamento e consultoria hematológica podem ser necessárias. --- MANEJO► O tratamento é feito com a redução da dose do AP, com a troca por outro de baixapotência (p. ex., tioridazina, clorpromazina) ou com a associação deantiparkinsonianos, como biperideno, na dosagem de 4 a 6 mg/dia, VO, fixo, podendochegar até 12 mg/dia, ou triexifenidil, 5 a 15 mg/dia. Pode-se, ainda, adicionarprometazina (até 150 mg/dia) ao regime AP. Para mais informações, verParkinsonismo. ### Ver Congestão Nasal.### Ver Arritmia e Alteração na Condução Cardíaca.de aspirina ou AINEs pode potencializar o risco de sangramento desses medicamentos. Em pacientes com coagulopatias, em especial trombocitopenia ou alteraçõesplaquetárias, o uso dessa classe farmacológica deve ser cauteloso. MANEJO► Pacientes com fatores de risco para sangramento devem, preferencialmente, fazer usode antidepressivos não serotonérgicos. ► Suspensão pré-operatória de ISRSs em pacientes com risco aumentado desangramento deve ser cogitada. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- 5► O quadro regride depois de 2 a 3 semanas. Entretanto, essa reversão pode demorarse a clozapina for substituída por olanzapina. ► Os pacientes não devem voltar a utilizar a clozapina, pois a agranulocitose tende arecorrer. Em casos excepcionais, nos quais existe risco muito elevado de recaída comquadro grave do transtorno psiquiátrico (esquizofrenia), pode ser considerada areintrodução, desde que exista a facilidade de monitoramento e acompanhamentorigoroso. Para esses casos, considerar associação do fator estimulador de colônia degranulócitos (filgrastima). 5► Não se deve associar clozapina e carbamazepina, pois o risco de agranulocitoseaumenta. ► Os pacientes devem ser orientados a referir ao médico a ocorrência de febre,petéquias e dor de garganta. ► O uso de lítio para estimular a produção leucocitária parece não proteger contraagranulocitose induzida por clozapina. e Agitação. --- 2. A vortioxetina não deve ser iniciada em pacientes que estejam em uso delinezolida ou azul de metileno (ver seção “Interações medicamentosas”). Caso opaciente esteja em uso de vortioxetina e necessitar com urgência de um dessemedicamentos, e os potenciais benefícios superarem os riscos, deve-se suspendera vortioxetina imediatamente. Sinais de síndrome serotonérgica devem sermonitorados por 21 dias. A vortioxetina pode ser reiniciada 24 horas após aúltima dose de linezolida ou azul de metileno. 3. Como ocorre com todos os antidepressivos, deve-se observar atentamente o RS,principalmente no início do tratamento e a cada aumento de dose. 4. O tratamento com antidepressivos serotonérgicos vem sendo associado asangramentos anormais. Utilizar com cuidado quando em associação a AINEs,aspirina, varfarina ou outras substâncias que alterem a coagulação.
É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Após a reinstituição pós-operatória da anticoagulação, se-rão necessários cerca de 3 dias para que sejam atingidos níveis terapêuticos (Harrison, 1997; White, 1995). É importante res-saltar que não se deve reiniciar a administração de heparina no pós-operatório antes de, no mínimo, 12 horas em caso de cirurgia de grande porte, e por maior período, caso haja evi-dência de sangramento. A Tabela 39-3 apresenta um exemplo de protocolo para anticoagulação perioperatória. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Após a reinstituição pós-operatória da anticoagulação, se-rão necessários cerca de 3 dias para que sejam atingidos níveis terapêuticos (Harrison, 1997; White, 1995). É importante res-saltar que não se deve reiniciar a administração de heparina no pós-operatório antes de, no mínimo, 12 horas em caso de cirurgia de grande porte, e por maior período, caso haja evi-dência de sangramento. A Tabela 39-3 apresenta um exemplo de protocolo para anticoagulação perioperatória. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Após a reinstituição pós-operatória da anticoagulação, se-rão necessários cerca de 3 dias para que sejam atingidos níveis terapêuticos (Harrison, 1997; White, 1995). É importante res-saltar que não se deve reiniciar a administração de heparina no pós-operatório antes de, no mínimo, 12 horas em caso de cirurgia de grande porte, e por maior período, caso haja evi-dência de sangramento. A Tabela 39-3 apresenta um exemplo de protocolo para anticoagulação perioperatória. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- TratamentoReposição volêmicaDois acessos venosos calibrosos. Deve-se evitar punção de vasos profundos, preferindo-se vasos compressíveisCautela ao instalar cateter nasogástricoHematócrito (hemoconcentração) a cada 2 hRigorosa observação de enfermagem e reavaliação clínica constante na fase de expansãoAvaliar necessidade de UTI (hematócrito em queda e choque, gravidade do comprometimento clínico, insuficiência respiratória etc.)Havendo melhora clínica e laboratorial, deve-se tratar a paciente como as classificadas como amarelo. Reposição volêmica▶ Fase de expansão.
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Após a reinstituição pós-operatória da anticoagulação, se-rão necessários cerca de 3 dias para que sejam atingidos níveis terapêuticos (Harrison, 1997; White, 1995). É importante res-saltar que não se deve reiniciar a administração de heparina no pós-operatório antes de, no mínimo, 12 horas em caso de cirurgia de grande porte, e por maior período, caso haja evi-dência de sangramento. A Tabela 39-3 apresenta um exemplo de protocolo para anticoagulação perioperatória. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- TratamentoReposição volêmicaDois acessos venosos calibrosos. Deve-se evitar punção de vasos profundos, preferindo-se vasos compressíveisCautela ao instalar cateter nasogástricoHematócrito (hemoconcentração) a cada 2 hRigorosa observação de enfermagem e reavaliação clínica constante na fase de expansãoAvaliar necessidade de UTI (hematócrito em queda e choque, gravidade do comprometimento clínico, insuficiência respiratória etc.)Havendo melhora clínica e laboratorial, deve-se tratar a paciente como as classificadas como amarelo. Reposição volêmica▶ Fase de expansão.
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Após a reinstituição pós-operatória da anticoagulação, se-rão necessários cerca de 3 dias para que sejam atingidos níveis terapêuticos (Harrison, 1997; White, 1995). É importante res-saltar que não se deve reiniciar a administração de heparina no pós-operatório antes de, no mínimo, 12 horas em caso de cirurgia de grande porte, e por maior período, caso haja evi-dência de sangramento. A Tabela 39-3 apresenta um exemplo de protocolo para anticoagulação perioperatória. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- TratamentoReposição volêmicaDois acessos venosos calibrosos. Deve-se evitar punção de vasos profundos, preferindo-se vasos compressíveisCautela ao instalar cateter nasogástricoHematócrito (hemoconcentração) a cada 2 hRigorosa observação de enfermagem e reavaliação clínica constante na fase de expansãoAvaliar necessidade de UTI (hematócrito em queda e choque, gravidade do comprometimento clínico, insuficiência respiratória etc.)Havendo melhora clínica e laboratorial, deve-se tratar a paciente como as classificadas como amarelo. Reposição volêmica▶ Fase de expansão.
{"justificativa":"O contexto fornecido discute aspectos de sangramento e complicações associadas a diferentes tratamentos, incluindo anticoagulantes e contraceptivos. Apesar de mencionar sangramentos uterinos e problemas relacionados a métodos contraceptivos, a informação é limitada e não aborda diretamente a experiência do usuário com elani ou o impacto do antibiótico mencionado na pergunta. Portanto, a relevância é moderada, mas não suficiente para fornecer uma resposta clara.","nota":2}
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona associações entre medicamentos e sangramentos, além de destacar a necessidade de cuidado com pacientes em uso de antidepressivos e outros medicamentos que afetam a coagulação. Porém, não aborda especificamente a situação do usuário em relação ao uso do elani e o seu sangramento, tornando a informação apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o sangramento de escape associado ao uso de anticoncepcionais, especialmente o Elani 28, abordando a normalidade desses eventos e a continuidade do uso do medicamento. Isso se relaciona diretamente com a preocupação do usuário sobre seu sangramento atual e se deve se preocupar ou não, tornando a informação bastante útil para responder à pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto é altamente relevante, pois aborda diretamente a questão do sangramento durante o uso do anticoncepcional Elani, esclarecendo que é normal ter sangramentos de escape ao usar métodos contraceptivos hormonais e que esses episódios podem ocorrer nos primeiros meses de uso. Além disso, reforça a ideia de que o sangramento de escape não indica falha do anticoncepcional, o que pode ajudar o usuário a entender melhor sua situação.", "nota": 3}
{ "justificativa": "O contexto fornecido não aborda a questão específica sobre o uso do elani, sangramento vaginal ou os efeitos do antibiótico relacionado ao uso de contraceptivos. A informação é mais focada em anticoagulação e heparinas, que não são pertinentes à preocupação do usuário.", "nota": 1 }
{"justificativa": "O contexto não possui informações diretamente relacionadas ao uso de elani ou a padrões de sangramento vaginal que poderiam ajudar a responder à preocupação do usuário. As informações são sobre anticoagulação e heparinas, que não se aplicam ao contexto da contracepção e o sangramento mencionado.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute complicações e padrões de sangramento relacionados a métodos contraceptivos, mencionando também sangramentos uterinos irregulares. Apesar de algumas informações sobre anticoagulação e medicamentos, a maioria não responde diretamente à preocupação específica do usuário sobre o sangramento após iniciar o uso de Elani e a relação com antibióticos. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
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cisto no ovário pode desenvolver câncer
olá conforme as características do cisto na ecografia exames laboratoriais a sua história clínica história familiar de câncer e exame físico avaliamos a chance do cisto ser benigno ou maligno procure um ginecologista com experiência em oncologia e ou cirurgião oncológico para avaliação abc
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos. --- Glândula de Bartholin pode virar câncer? “Estava sentindo muita dor na parte externa da região genital. Fui ao médico e ele me disse que estou com cisto de Bartholin. As glândulas de Bartholin podem virar câncer?” As glândulas de Bartholin são estruturas normais da vulva, produtoras de muco, presentes perto da entrada da vagina. Por isso, não são sinal de câncer. No entanto, existe câncer da glândula de Bartholin, mas é muito raro. As glândulas de Bartholin podem formar cistos, quando o orifício de saída do muco fica obstruído, ou abscessos, quando infeccionam. Quando existe infecção, a dor é intensa e pode haver febre, sendo necessário o uso de antibióticos. Os cistos grandes e os abscessos costumam ser drenados. Os cistos ou os abscessos da glândula de Bartholin não causam câncer na glândula, mas o câncer pode ser confundido com eles. Por isso, por segurança, alguns médicos podem: Fazer a biópsia do cisto nas mulheres com mais de 40 anos. Assim, podem ter certeza de que o problema não é câncer; Optar pela cirurgia para remoção da glândula nas mulheres com mais de 40 anos. Se continuar com dúvida sobre o que está acontecendo no seu caso, ou se tem alguma alteração na região íntima, o ideal é que consulte um ginecologista.
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos. --- Glândula de Bartholin pode virar câncer? “Estava sentindo muita dor na parte externa da região genital. Fui ao médico e ele me disse que estou com cisto de Bartholin. As glândulas de Bartholin podem virar câncer?” As glândulas de Bartholin são estruturas normais da vulva, produtoras de muco, presentes perto da entrada da vagina. Por isso, não são sinal de câncer. No entanto, existe câncer da glândula de Bartholin, mas é muito raro. As glândulas de Bartholin podem formar cistos, quando o orifício de saída do muco fica obstruído, ou abscessos, quando infeccionam. Quando existe infecção, a dor é intensa e pode haver febre, sendo necessário o uso de antibióticos. Os cistos grandes e os abscessos costumam ser drenados. Os cistos ou os abscessos da glândula de Bartholin não causam câncer na glândula, mas o câncer pode ser confundido com eles. Por isso, por segurança, alguns médicos podem: Fazer a biópsia do cisto nas mulheres com mais de 40 anos. Assim, podem ter certeza de que o problema não é câncer; Optar pela cirurgia para remoção da glândula nas mulheres com mais de 40 anos. Se continuar com dúvida sobre o que está acontecendo no seu caso, ou se tem alguma alteração na região íntima, o ideal é que consulte um ginecologista.
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Cistos ovarianos e outras massas ovarianas benignas(Tumores ovarianos benignos)PorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDENódulos ovarianos não cancerosos (benignos) incluem cistos (principalmente cistos funcionais) e massas, incluindo tumores não cancerosos.Sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Cisto ovarianoA maioria dos cistos e tumores não cancerosos não causa nenhum sintoma, mas alguns causam dor e sensação de pressão na região pélvica.É possível que o médico detecte nódulos durante um exame pélvico, e então utilize ultrassonografia para confirmar o diagnóstico.Alguns cistos desaparecem sozinhos.Cistos ou tumores podem ser removidos através de uma ou mais incisões pequenas ou mesmo uma incisão grande no abdômen e, às vezes, o ovário afetado também precisa ser removido.Cisto ovarianoImagem VERONIKA ZAKHAROVA/SCIENCE PHOTO LIBRARYCistos ovarianos são bolsas repletas de líquido que se formam dentro ou sobre um ovário. Tais cistos são relativamente comuns. A maioria não é cancerosa (benigna) e desaparece sozinha. O câncer de ovário tem mais probabilidade de ocorrer em mulheres com mais de 50 anos de idade.Cistos ovarianos funcionaisOs cistos funcionais se formam a partir das cavidades repletas de líquido (folículos) nos ovários. Cada folículo contém um óvulo. Normalmente, durante cada ciclo menstrual, um folículo libera um óvulo e então desaparece depois que o óvulo é liberado. Contudo, se o óvulo não for liberado, o folículo pode continuar a aumentar, formando um cisto maior.Aproximadamente 30% das mulheres na pré‑menopausa desenvolvem um cisto. Cistos funcionais raramente surgem após a menopausa.Há dois tipos de cistos funcionais:Cistos foliculares: Esses cistos se formam conforme o óvulo está se desenvolvendo no folículo.Cistos do corpo lúteo: Esses cistos se desenvolvem a partir da estrutura que se forma após a ruptura do folículo e liberação do óvulo. Essa estrutura é chamada de corpo lúteo. Os cistos do corpo lúteo podem sangrar, fazendo com que o ovário fique volumoso ou eles podem se romper. Se o cisto se romper, os líquidos escapam para os espaços no abdômen (cavidade abdominal) e podem causar dor intensa.A maioria dos cistos funcionais tem menos de aproximadamente 1,5 centímetros de diâmetro. Alguns medem cinco centímetros ou mais.Os cistos funcionais normalmente desaparecem sozinhos depois de alguns dias ou semanas.Tumores ovarianos benignosTumores ovarianos não cancerosos (benignos) em geral crescem lentamente e raramente se tornam cancerosos. Os mais comuns incluem:Teratomas benignos (cistos dermoides): Esses tumores normalmente se desenvolvem a partir de todas as três camadas de tecido no embrião (denominadas de célula germinativa). Todos os órgãos se formam a partir desses tecidos. Assim, teratomas podem conter tecidos de outras estruturas, como nervos, glândulas e pele.Fibromas: Esses tumores são massas sólidas formadas por tecido conjuntivo (o tecido que une as estruturas). O crescimento dos fibromas é lento e eles costumam ter menos de sete centímetros de diâmetro. Normalmente ocorrem apenas em um lado.Cistadenomas: Esses cistos repletos de líquidos se desenvolvem a partir da superfície do ovário e contêm algum tecido das glândulas nos ovários.SintomasA maioria dos cistos funcionais e dos tumores ovarianos não cancerosos não causa sintomas. Porém, alguns causam dor pélvica intermitente, tanto surda como em pontada. Às vezes, eles causam anomalias menstruais. Algumas mulheres sentem dor abdominal profunda durante a atividade sexual.Alguns cistos produzem hormônios que afetam os períodos menstruais. Assim, as menstruações podem ser irregulares ou mais intensas que o normal. É possível que ocorram manchas de sangue entre as menstruações. Em mulheres na pós-menopausa, tais cistos podem causar sangramento vaginal.Se os cistos do corpo lúteo sangrarem, eles podem causar dor ou sensibilidade na área pélvica. Ocasionalmente, dor abdominal intensa ocorre, porque um cisto ou massa grande causa a torção do ovário (um distúrbio denominado torção anexial).Em casos raros, ocorre um acúmulo de líquido no abdômen (ascite) ou ao redor dos pulmões (derrame pleural) em mulheres com fibromas ou câncer de ovário. A combinação de fibromas, ascite e derrame pleural é denominada síndrome de Meigs. A ascite pode causar uma sensação de pressão ou peso no abdômen.DiagnósticoUm exame pélvicoUltrassonografiaÀs vezes, exames de sangueÀs vezes, o médico detecta cistos ou tumores durante um exame pélvico de rotina. Às vezes, a suspeita do médico toma por base os sintomas. Muitas vezes, eles são identificados quando um exame de diagnóstico por imagem (por exemplo, ultrassonografia) é realizado por outro motivo.Uma ultrassonografia na qual um dispositivo de ultrassom é inserido na vagina (ultrassonografia transvaginal) é realizada quando for necessário confirmar o diagnóstico.Um exame de gravidez é realizado para descartar a hipótese de gravidez, incluindo gravidez localizada fora do útero (gravidez ectópica).Caso os exames de imagem sugiram que o nódulo pode ser canceroso ou se ascite estiver presente, o médico o remove e o examina ao microscópio. Um laparoscópio inserido através de uma pequena incisão um pouco abaixo do umbigo pode ser utilizado para examinar os ovários e remover o nódulo.Se o médico suspeitar da presença de câncer de ovário, ele realiza exames de sangue para verificar quanto à presença de substâncias denominadas marcadores de tumor, que podem aparecer no sangue ou podem aumentar quando alguns tipos de câncer estão presentes. No entanto, esses exames não são confiáveis para fazer um diagnóstico. Eles são mais úteis para monitorar de que maneira as mulheres com câncer de ovário respondem ao tratamentoTratamentoPara alguns tipos de cisto, monitoramento regular com ultrassonografia transvaginalÀs vezes, cirurgiaCistos ovarianosSe os cistos ovarianos tiverem menos de aproximadamente cinco centímetros de diâmetro, eles normalmente desaparecem sem tratamento. A ultrassonografia transvaginal é realizada periodicamente para determinar se eles estão desaparecendo.Se um cisto tiver mais de cinco centímetros e não desaparecer, pode ser necessário removê-lo. Se o câncer não puder ser descartado, o ovário será removido. Se o cisto for canceroso, tanto os cistos como o ovário afetado e as trompas de Falópio são removidos. Apenas o monitoramento com ultrassonografia transvaginal pode ser suficiente no caso de alguns tipos de cistos grandes que não têm características de câncer.Tumores ovarianosOs tumores benignos, tais como fibromas e cistadenomas, exigem tratamento.Se um tumor parecer canceroso, uma cirurgia é feita para avaliar o tumor e, se possível, removê-lo. Um dos procedimentos a seguir é realizado:LaparoscopiaLaparotomiaA laparoscopia exige a realização de uma ou mais incisões pequenas no abdômen. Ela é feita em um hospital e normalmente requer um anestésico geral. No entanto, a mulher talvez não precise passar a noite no hospital.A laparotomia é parecida, mas exige a realização de uma incisão maior e uma internação de um dia para outro no hospital.O procedimento que será usado depende do tamanho do nódulo e se outros órgãos foram afetados. Caso tecnicamente possível, o objetivo do médico é preservar os ovários ao remover apenas o cisto (cistectomia).A remoção do ovário afetado (ooforectomia) é necessária no caso de:Fibromas ou outros tumores sólidos se o tumor não puder ser removido por cistectomiaCistadenomasTeratomas císticos maiores que 10 centímetrosCistos que não podem ser cirurgicamente separados do ovárioA maioria dos cistos que ocorre em mulheres na pós-menopausa e que medem aproximadamente cinco centímetros ou maisTest your KnowledgeTake a Quiz! --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos.
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
■ QuimioprevençãoO uso de contraceptivos orais está associado a risco 50% me-nor de desenvolvimento de câncer de ovário. Contudo, há maior risco em curto prazo de câncer de mama e colo uterino que deve ser considerado no aconselhamento de pacientes (In-ternational Collaboration of Epidemiological Studies of Cer-vical Cancer, 2006, 2007; National Cancer Institute, 2011b). --- Cistos ovarianos e outras massas ovarianas benignas(Tumores ovarianos benignos)PorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDENódulos ovarianos não cancerosos (benignos) incluem cistos (principalmente cistos funcionais) e massas, incluindo tumores não cancerosos.Sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Cisto ovarianoA maioria dos cistos e tumores não cancerosos não causa nenhum sintoma, mas alguns causam dor e sensação de pressão na região pélvica.É possível que o médico detecte nódulos durante um exame pélvico, e então utilize ultrassonografia para confirmar o diagnóstico.Alguns cistos desaparecem sozinhos.Cistos ou tumores podem ser removidos através de uma ou mais incisões pequenas ou mesmo uma incisão grande no abdômen e, às vezes, o ovário afetado também precisa ser removido.Cisto ovarianoImagem VERONIKA ZAKHAROVA/SCIENCE PHOTO LIBRARYCistos ovarianos são bolsas repletas de líquido que se formam dentro ou sobre um ovário. Tais cistos são relativamente comuns. A maioria não é cancerosa (benigna) e desaparece sozinha. O câncer de ovário tem mais probabilidade de ocorrer em mulheres com mais de 50 anos de idade.Cistos ovarianos funcionaisOs cistos funcionais se formam a partir das cavidades repletas de líquido (folículos) nos ovários. Cada folículo contém um óvulo. Normalmente, durante cada ciclo menstrual, um folículo libera um óvulo e então desaparece depois que o óvulo é liberado. Contudo, se o óvulo não for liberado, o folículo pode continuar a aumentar, formando um cisto maior.Aproximadamente 30% das mulheres na pré‑menopausa desenvolvem um cisto. Cistos funcionais raramente surgem após a menopausa.Há dois tipos de cistos funcionais:Cistos foliculares: Esses cistos se formam conforme o óvulo está se desenvolvendo no folículo.Cistos do corpo lúteo: Esses cistos se desenvolvem a partir da estrutura que se forma após a ruptura do folículo e liberação do óvulo. Essa estrutura é chamada de corpo lúteo. Os cistos do corpo lúteo podem sangrar, fazendo com que o ovário fique volumoso ou eles podem se romper. Se o cisto se romper, os líquidos escapam para os espaços no abdômen (cavidade abdominal) e podem causar dor intensa.A maioria dos cistos funcionais tem menos de aproximadamente 1,5 centímetros de diâmetro. Alguns medem cinco centímetros ou mais.Os cistos funcionais normalmente desaparecem sozinhos depois de alguns dias ou semanas.Tumores ovarianos benignosTumores ovarianos não cancerosos (benignos) em geral crescem lentamente e raramente se tornam cancerosos. Os mais comuns incluem:Teratomas benignos (cistos dermoides): Esses tumores normalmente se desenvolvem a partir de todas as três camadas de tecido no embrião (denominadas de célula germinativa). Todos os órgãos se formam a partir desses tecidos. Assim, teratomas podem conter tecidos de outras estruturas, como nervos, glândulas e pele.Fibromas: Esses tumores são massas sólidas formadas por tecido conjuntivo (o tecido que une as estruturas). O crescimento dos fibromas é lento e eles costumam ter menos de sete centímetros de diâmetro. Normalmente ocorrem apenas em um lado.Cistadenomas: Esses cistos repletos de líquidos se desenvolvem a partir da superfície do ovário e contêm algum tecido das glândulas nos ovários.SintomasA maioria dos cistos funcionais e dos tumores ovarianos não cancerosos não causa sintomas. Porém, alguns causam dor pélvica intermitente, tanto surda como em pontada. Às vezes, eles causam anomalias menstruais. Algumas mulheres sentem dor abdominal profunda durante a atividade sexual.Alguns cistos produzem hormônios que afetam os períodos menstruais. Assim, as menstruações podem ser irregulares ou mais intensas que o normal. É possível que ocorram manchas de sangue entre as menstruações. Em mulheres na pós-menopausa, tais cistos podem causar sangramento vaginal.Se os cistos do corpo lúteo sangrarem, eles podem causar dor ou sensibilidade na área pélvica. Ocasionalmente, dor abdominal intensa ocorre, porque um cisto ou massa grande causa a torção do ovário (um distúrbio denominado torção anexial).Em casos raros, ocorre um acúmulo de líquido no abdômen (ascite) ou ao redor dos pulmões (derrame pleural) em mulheres com fibromas ou câncer de ovário. A combinação de fibromas, ascite e derrame pleural é denominada síndrome de Meigs. A ascite pode causar uma sensação de pressão ou peso no abdômen.DiagnósticoUm exame pélvicoUltrassonografiaÀs vezes, exames de sangueÀs vezes, o médico detecta cistos ou tumores durante um exame pélvico de rotina. Às vezes, a suspeita do médico toma por base os sintomas. Muitas vezes, eles são identificados quando um exame de diagnóstico por imagem (por exemplo, ultrassonografia) é realizado por outro motivo.Uma ultrassonografia na qual um dispositivo de ultrassom é inserido na vagina (ultrassonografia transvaginal) é realizada quando for necessário confirmar o diagnóstico.Um exame de gravidez é realizado para descartar a hipótese de gravidez, incluindo gravidez localizada fora do útero (gravidez ectópica).Caso os exames de imagem sugiram que o nódulo pode ser canceroso ou se ascite estiver presente, o médico o remove e o examina ao microscópio. Um laparoscópio inserido através de uma pequena incisão um pouco abaixo do umbigo pode ser utilizado para examinar os ovários e remover o nódulo.Se o médico suspeitar da presença de câncer de ovário, ele realiza exames de sangue para verificar quanto à presença de substâncias denominadas marcadores de tumor, que podem aparecer no sangue ou podem aumentar quando alguns tipos de câncer estão presentes. No entanto, esses exames não são confiáveis para fazer um diagnóstico. Eles são mais úteis para monitorar de que maneira as mulheres com câncer de ovário respondem ao tratamentoTratamentoPara alguns tipos de cisto, monitoramento regular com ultrassonografia transvaginalÀs vezes, cirurgiaCistos ovarianosSe os cistos ovarianos tiverem menos de aproximadamente cinco centímetros de diâmetro, eles normalmente desaparecem sem tratamento. A ultrassonografia transvaginal é realizada periodicamente para determinar se eles estão desaparecendo.Se um cisto tiver mais de cinco centímetros e não desaparecer, pode ser necessário removê-lo. Se o câncer não puder ser descartado, o ovário será removido. Se o cisto for canceroso, tanto os cistos como o ovário afetado e as trompas de Falópio são removidos. Apenas o monitoramento com ultrassonografia transvaginal pode ser suficiente no caso de alguns tipos de cistos grandes que não têm características de câncer.Tumores ovarianosOs tumores benignos, tais como fibromas e cistadenomas, exigem tratamento.Se um tumor parecer canceroso, uma cirurgia é feita para avaliar o tumor e, se possível, removê-lo. Um dos procedimentos a seguir é realizado:LaparoscopiaLaparotomiaA laparoscopia exige a realização de uma ou mais incisões pequenas no abdômen. Ela é feita em um hospital e normalmente requer um anestésico geral. No entanto, a mulher talvez não precise passar a noite no hospital.A laparotomia é parecida, mas exige a realização de uma incisão maior e uma internação de um dia para outro no hospital.O procedimento que será usado depende do tamanho do nódulo e se outros órgãos foram afetados. Caso tecnicamente possível, o objetivo do médico é preservar os ovários ao remover apenas o cisto (cistectomia).A remoção do ovário afetado (ooforectomia) é necessária no caso de:Fibromas ou outros tumores sólidos se o tumor não puder ser removido por cistectomiaCistadenomasTeratomas císticos maiores que 10 centímetrosCistos que não podem ser cirurgicamente separados do ovárioA maioria dos cistos que ocorre em mulheres na pós-menopausa e que medem aproximadamente cinco centímetros ou maisTest your KnowledgeTake a Quiz! --- Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico. Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia. --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere. --- Microscopicamente, podem ser encontrados derivados endo-dérmicos ou mesodérmicos, mas os elementos ectodérmicos ge-ralmente predominam. Em geral, o cisto é revestido por epitélio escamoso queratinizado e contém glândulas sebáceas e sudorípa-ras em abundância. Cabelos e secreções gordurosas são frequentes no seu interior (Fig. 9-19). A protuberância de Rokitansky geral-mente é o sítio onde é encontrada a maioria dos diversos tipos de tecido e é também um local comum de transformação maligna. A transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos ca-sos, em geral nas mulheres com mais de 40 anos. Esses cânce-res representam apenas 1% de todas as malignidades ovarianas (Kelley, 1961; Koonings, 1989; Peterson, 1957). Em razão da preponderância de revestimento com epitélio escamoso nesses cistos, parece lógico que o carcinoma de células escamosas per-faça 80% dos casos malignos.
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre cistos ovarianos e a possibilidade de transformação maligna, mencionando que essa transformação ocorre em apenas 1 a 3% dos casos, o que é diretamente relacionado à pergunta sobre o risco de câncer associado a cistos no ovário. Além disso, discute o tratamento e a necessidade de monitoramento, o que enriquece a resposta da pergunta.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre cistos ovarianos e seu potencial para desenvolver condições malignas, assim como dados sobre o risco de câncer associado. Isso ajuda a responder à pergunta sobre o risco de câncer em cistos ovarianos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o risco de malignidade associado aos cistos ovarianos, destacando que a transformação maligna é rara, ocorrendo entre 1 a 3% dos casos, predominantemente em mulheres acima de 40 anos. Isso é altamente relevante para a pergunta, pois aborda diretamente a possibilidade de cistos ovarianos se transformarem em câncer.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre cistos ovarianos e o risco de transformação maligna, destacando que a transformação maligna ocorre em uma pequena porcentagem de casos. Isso é diretamente pertinente à pergunta sobre se um cisto no ovário pode desenvolver câncer, ajudando a responder a questão do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto é relevante para a pergunta, pois oferece informações sobre a natureza dos cistos ovarianos, sua prevalência, e a possibilidade de transformação maligna, mencionando que a transformação maligna ocorre em apenas 1 a 3% dos casos, especialmente em mulheres acima de 40 anos. Isso fornece uma base para entender a relação entre cistos no ovário e o risco de câncer.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre cistos ovarianos, incluindo o risco de transformação maligna e a necessidade de monitoramento em casos específicos. Isso é diretamente relacionado à pergunta sobre cistos no ovário e câncer. Embora mencione aspectos adicionais, a conexão com a pergunta principal é clara.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre cistos ovarianos, explicando que a maioria é benigna e discute a possibilidade de malignidade, principalmente em casos específicos. Isso ajuda a responder a pergunta do usuário sobre o potencial de cistos no ovário para desenvolver câncer.", "nota": 3}
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meu beta semana passada era e ontem fiz o beta novamente e deu será que está evoluindo para uma gravidez ou é normal produzirmos esses valores
olá entendo que esse momento pode gerar muita expectativa e ansiedade em geral um betahcg o teste que você mencionou acima de muiml é geralmente considerado positivo para gravidez os valores que você compartilhou mostram um aumento mas ainda estão abaixo desse limiar vale lembrar que o betahcg pode apresentar variações mesmo em pessoas que não estão grávidas já que é um hormônio que pode ser produzido em baixas quantidades pelo corpo fora da gestaçãoé fundamental conversar com seu médico sobre esses resultados elea poderá interpretar esses números no contexto do seu histórico médico completo e guiará você de forma clara e seguradesejo tudo de bom para você neste momento fique tranquila e mantenhase em contato com seu médico elea é seua melhor parceiroa nesse processo
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- O aumento da expressão dessas proteínas resulta no aumento da produção de prostaglandinas, que causamas contrações uterinas. Assim, pode ser que sinais do feto precipitem o início do trabalho de parto e onascimento. --- TABELA 19-7 Espermograma*Volume /H11350 1,5 mLpH (Acidez) . 7,2Motilidade /H11350 32% MP (motilidade progressiva) ou/H11350 40% MP1NP (motilidade não progressiva)Morfologia /H11350 4% ovais normais, segundo Kruger. Vitalidade /H11350 58%Concentração Superior a 15 MILHÕESConcentração/mL /H11350 15 3 106 /mLConcentração/ejaculado /H11350 39 3 106 /mL/ejacSegundo a Organização Mundial da Saúde, 2010* N. de R.T. Na obra original, em inglês, constam os valores publicados em 1992 e 1999. Durante o processo de produção, a OMS atualizou esses dados, em 2010, e para a publicação em português optou-se por disponibilizar a tabela atualizada. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- 7. Os casos que responderam bem ao tratamento com MTX ou expectante devem ser seguidos com dosagens semanais do beta-hCG até ficarem negativos. Caso não haja queda, deve-se reavaliar o caso (B). Referências1. Elito J Jr, Montenegro NA, Soares RC, Camano L. [Unruptured ectopic pregnancy: diagnosis and treatment. State of art]. Rev Bras Ginecol Obstet. 2008;30(3):149–59. Portuguese. 2. Elito J Jr, Reichmann AP , Uchiyama MN, Camano L. Predictive score for the systemic treatment of unruptured ectopic pregnancy with a single dose of methotrexate. Int J Gynaecol Obstet. 1999;67(2):75–9. 3. Barnhart KT, Guo W, Cary MS, Morse CB, Chung K, Takacs P , et al. Differences in serum human chorionic gonadotropin rise in early pregnancy by race and value at presentation. Obstet Gynecol. 2016 ;128(3):504–11.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- O aumento da expressão dessas proteínas resulta no aumento da produção de prostaglandinas, que causamas contrações uterinas. Assim, pode ser que sinais do feto precipitem o início do trabalho de parto e onascimento. --- TABELA 19-7 Espermograma*Volume /H11350 1,5 mLpH (Acidez) . 7,2Motilidade /H11350 32% MP (motilidade progressiva) ou/H11350 40% MP1NP (motilidade não progressiva)Morfologia /H11350 4% ovais normais, segundo Kruger. Vitalidade /H11350 58%Concentração Superior a 15 MILHÕESConcentração/mL /H11350 15 3 106 /mLConcentração/ejaculado /H11350 39 3 106 /mL/ejacSegundo a Organização Mundial da Saúde, 2010* N. de R.T. Na obra original, em inglês, constam os valores publicados em 1992 e 1999. Durante o processo de produção, a OMS atualizou esses dados, em 2010, e para a publicação em português optou-se por disponibilizar a tabela atualizada. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- 7. Os casos que responderam bem ao tratamento com MTX ou expectante devem ser seguidos com dosagens semanais do beta-hCG até ficarem negativos. Caso não haja queda, deve-se reavaliar o caso (B). Referências1. Elito J Jr, Montenegro NA, Soares RC, Camano L. [Unruptured ectopic pregnancy: diagnosis and treatment. State of art]. Rev Bras Ginecol Obstet. 2008;30(3):149–59. Portuguese. 2. Elito J Jr, Reichmann AP , Uchiyama MN, Camano L. Predictive score for the systemic treatment of unruptured ectopic pregnancy with a single dose of methotrexate. Int J Gynaecol Obstet. 1999;67(2):75–9. 3. Barnhart KT, Guo W, Cary MS, Morse CB, Chung K, Takacs P , et al. Differences in serum human chorionic gonadotropin rise in early pregnancy by race and value at presentation. Obstet Gynecol. 2016 ;128(3):504–11.
Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame. --- Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório. Calculadora de beta hCG quantitativo Se já fez o exame de beta hCG introduza o seu valor para saber se pode estar grávida e, se sim, de quantas semanas: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular O que é hCG? O hCG, ou hormônio gonadotrofina coriônica, é um hormônio que geralmente é produzido pela placenta, quando a mulher está grávida. Além disso, como o hCG também pode ser produzido por células cancerígenas, este hormônio também pode estar presente em situações, como câncer de ovário, testículo, bexiga ou colo do útero, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como entender o resultado O resultado do exame de beta hCG varia de acordo se a mulher está grávida, ou não, e as semanas de gestação: Idade gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml 3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml 4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml 5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml 6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml 7 a 8 semanas de gestação 7.650 a 229.000 mlU/ml 9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml 13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml 17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml 25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml Além disso, o beta hCG qualitativo positivo em homens e mulheres também pode indicar problemas de saúde, como câncer de testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, ovário, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg É recomendado que o exame beta hCG qualitativo seja feito pela mulher após, pelo menos, 10 dias de atraso menstrual, para evitar um resultado falso. Isso porque após a fecundação o óvulo fecundado pode demorar vários dias para chegar até o útero. Dessa forma, os valores de beta hCG podem demorar até 6 dias da fecundação para começarem a aumentar. Como saber se está grávida de gêmeos Em casos de gravidez de gêmeos, os valores do hormônio são superiores aos indicados para cada semana, mas para confirmar e saber o número de gêmeos, deve-se fazer uma ultrassonografia a partir da 6ª semana de gestação. A mulher pode suspeitar de que está grávida de gêmeos quando ela consegue saber aproximadamente em que semana ela engravidou, e comparar com a tabela acima para verificar a quantidade de beta hCG correspondente. Se os números não baterem certo, possivelmente ela estará grávida de mais de 1 bebê, mas isso só pode ser confirmado através da ultrassonografia. Veja que exame de sangue fazer para saber o sexo do bebê antes da ultrassom. Outros resultados do exame Os resultados de beta hCG também podem indicar problemas como gravidez ectópica, aborto ou gravidez anembrionária, que é quando o embrião não se desenvolve. Estes problemas normalmente podem ser identificados quando os valores do hormônio são inferiores aos esperados para a idade gestacional da gravidez, sendo necessário procurar o obstetra para avaliar a causa da alteração hormonal. Diferença entre beta hCG quantitativo e qualitativo O exame de beta hCG quantitativo indica a quantidade hormônio presente no sangue. Esse exame é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue que é enviada ao laboratório para análise. A partir do resultado do exame é possível identificar a concentração do hormônio hCG no sangue e, a depender da concentração, indicar a semana de gestação. Já o exame beta hCG qualitativo é o teste de gravidez de farmácia que só indica se a mulher está grávida ou não, não sendo informada a concentração de hormônio no sangue e sendo indicado pelo ginecologista a realização de exame de sangue para confirmação da gravidez. Entenda melhor o que é o beta hCG qualitativo, quando fazer e resultados. O que fazer após confirmar a gravidez Após confirmar a gravidez com o exame de sangue, é importante marcar uma consulta no obstetra para iniciar o acompanhamento pré-natal, fazendo os exames necessários para garantir uma gravidez saudável, sem complicações como pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional. Saiba quais são os exames mais importantes para se fazer durante o primeiro trimestre da gravidez. --- Calculadora de beta hCG O exame de beta hCG é um tipo de exame de sangue que ajuda a confirmar uma possível gravidez, além de orientar para a idade gestacional da mulher, caso a gravidez seja confirmada. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Caso tenha o resultado do seu exame de beta hCG, por favor, preencha com o valor para saber se está grávida e qual a sua possível idade gestacional: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular O que é beta hCG? Beta hCG é a sigla que designa a gonadotrofina coriônica humana, um tipo de hormônio que apenas é produzido pela mulher durante a gravidez e que é responsável pelo surgimento do sintomas mais comuns de gravidez. Dessa forma, a medição deste hormônio através de um exame de sangue é muito utilizada como forma de confirmar uma possível gravidez. Esse exame de sangue pode ser solicitado por seu médico de forma quantitativa ou qualitativa. O primeiro trará valores associados ao nível desse hormônio enquanto o segundo terá como resultado: positivo, no caso de uma gravidez, ou negativo. Saiba mais sobre o beta hCG e o que pode dizer sobre a gravidez. Marque uma consulta com o ginecologista ou obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber mais sobre o beta hCG: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o beta hCG permite saber a idade gestacional? A produção de beta hCG é iniciada logo após a fecundação do óvulo e, geralmente, seus níveis no sangue vão aumentando gradualmente até à 12º semana de gestação, momento em que estabilizam e voltam a diminuir até ao final da gravidez. Por esse motivo, saber a quantidade de beta hCG no sangue ajuda o obstetra a entender melhor em que semana gestacional a mulher deverá estar, já que existem intervalos de valores estipulados para a quantidade de beta hCG em cada semana de gravidez: Idade Gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml 3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml 4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml 5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml 6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml 7 a 8 semanas de gestação 7.650 a 229.000 mlU/ml 9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml 13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml 17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml 25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml Por que o beta hCG não é detectável na 1ª e 2ª semana de gravidez? O hormônio beta hCG é produzido pelo embrião pouco depois da implantação no útero, o que acontece entra a segunda e terceira semana de gestação. Antes disso, o embrião não está implantado, de forma que não há hormônio suficiente circulante no sangue para ser detectável no exame. Como entender o resultado da calculadora? De acordo com o valor de beta hCG inserido, a calculadora irá indicar as possíveis semanas de gestação, tendo por base os intervalos indicados na tabela anterior. Caso o valor de beta hCG se insira em mais do que uma semana de gestação, a calculadora poderá oferecer múltiplos resultados. Dessa forma, é importante avaliar qual a semana de gestação indicada pela calculadora que parece ser mais fiável, de acordo com o desenvolvimento da gestação. Por exemplo, uma mulher com valor de beta hCG de 3.800 mlU/ml poderá receber como resultado as semanas 5 e 6, assim como as semanas 25 a 40. Caso a mulher se encontre no início da gestação, significa que deverá estar nas semanas 5 a 6. Porém, se se encontrar numa fase mais avançada da gravidez, é possível que o resultado mais correto seja a idade gestacional de 25 a 40 semanas. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Teste de sangue de gravidez: quando fazer e possíveis resultados O teste de gravidez de sangue é um exame que detecta a quantidade de beta hCG no sangue, sendo indicado para confirmar a gravidez. Normalmente, é considerado positivo quando os níveis de beta hCG são maiores que 25 IU/L. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Este exame geralmente é feito no laboratório e pode identificar a gravidez ainda nas primeiras semanas após a relação íntima sem preservativo. No entanto, resultados falsos positivos podem ser causados por alguns tumores, como câncer de mama ou do endométrio, e alterações do sistema imune, por exemplo. Em caso de um resultado positivo ou indeterminado no teste de gravidez de sangue, é recomendado consultar um obstetra e, se confirmada a gravidez, iniciar o acompanhamento do pré-natal. Quando fazer O teste de sangue de gravidez é feito para identificar os níveis de beta hCG circulantes no sangue, sendo recomendado que seja realizado cerca de 10 a 14 dias após o atraso menstrual. Antes desse período, os níveis desse hormônio podem não ser suficientes para serem detectados no exame e confirmar a gravidez. Leia também: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado tuasaude.com/resultado-do-exame-de-beta-hcg Possíveis resultados O resultado do teste de gravidez de sangue pode ser: Negativo: nível de beta hCG é menor que 5 IU/L; Indeterminado: quantidade de beta hCG entre 5 a 25 IU/L; Positivo: dosagem de beta hCG maior que 25 IU/L. Os níveis de beta hCG no sangue aumentam durante a gravidez e normalmente chegam até em torno de 100.000 IU/L por volta da 10ª semana de gestação. Calculadora da idade gestacional Embora possa não ser um cálculo muito preciso, é possível calcular a idade gestacional levando em consideração os valores de beta hCG do teste de gravidez de sangue. Para saber sua idade gestacional aproximada, coloque o valor do resultado do exame de beta hCG na calculadora: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Alterações em caso de gravidez ectópica O teste de gravidez de sangue pode indicar uma gravidez ectópica quando os níveis de beta hCG param de aumentar antes das 8 semanas de gravidez ou aumentam mais lentamente do que o esperado. Além disso, quando a quantidade de beta hCG é maior que 3.500 IU/mL e o ultrassom não encontra o bebê no interior do útero, também pode ser indicativo de uma gravidez ectópica. Entenda melhor o que é gravidez ectópica e como identificar. Resultado falso positivo ou falso negativo O resultado do teste de gravidez de sangue pode ser falso positivo em caso de: Mola hidatiforme; Coriocarcinoma; Mieloma múltiplo; Alguns tumores, como câncer de mama ou endométrio; Alterações do sistema imune, como deficiência de IgA ou presença de fator reumatóide no sangue; Doença renal crônica. Além disso, o resultado do teste de sangue também pode ser falso negativo em alguns casos, especialmente quando é feito muito cedo ou quando os níveis de beta hCG estão anormalmente elevados. O teste de sangue é melhor que o de farmácia? O teste de gravidez de sangue é o mais indicado para confirmar a gravidez, por mostrar a quantidade exata de beta hCG no sangue. Este teste é feito em laboratório e pode identificar até mesmo pequenas concentrações de beta hCG, que poderiam não ser detectadas no exame de urina. Além disso, o teste de gravidez de sangue pode ser feito após 8 a 10 dias da relação íntima sem preservativo, dando um resultado mais cedo que os testes de farmácia. Veja quando e como fazer o teste de gravidez de farmácia.
Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame. --- Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório. Calculadora de beta hCG quantitativo Se já fez o exame de beta hCG introduza o seu valor para saber se pode estar grávida e, se sim, de quantas semanas: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular O que é hCG? O hCG, ou hormônio gonadotrofina coriônica, é um hormônio que geralmente é produzido pela placenta, quando a mulher está grávida. Além disso, como o hCG também pode ser produzido por células cancerígenas, este hormônio também pode estar presente em situações, como câncer de ovário, testículo, bexiga ou colo do útero, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como entender o resultado O resultado do exame de beta hCG varia de acordo se a mulher está grávida, ou não, e as semanas de gestação: Idade gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml 3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml 4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml 5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml 6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml 7 a 8 semanas de gestação 7.650 a 229.000 mlU/ml 9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml 13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml 17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml 25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml Além disso, o beta hCG qualitativo positivo em homens e mulheres também pode indicar problemas de saúde, como câncer de testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, ovário, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg É recomendado que o exame beta hCG qualitativo seja feito pela mulher após, pelo menos, 10 dias de atraso menstrual, para evitar um resultado falso. Isso porque após a fecundação o óvulo fecundado pode demorar vários dias para chegar até o útero. Dessa forma, os valores de beta hCG podem demorar até 6 dias da fecundação para começarem a aumentar. Como saber se está grávida de gêmeos Em casos de gravidez de gêmeos, os valores do hormônio são superiores aos indicados para cada semana, mas para confirmar e saber o número de gêmeos, deve-se fazer uma ultrassonografia a partir da 6ª semana de gestação. A mulher pode suspeitar de que está grávida de gêmeos quando ela consegue saber aproximadamente em que semana ela engravidou, e comparar com a tabela acima para verificar a quantidade de beta hCG correspondente. Se os números não baterem certo, possivelmente ela estará grávida de mais de 1 bebê, mas isso só pode ser confirmado através da ultrassonografia. Veja que exame de sangue fazer para saber o sexo do bebê antes da ultrassom. Outros resultados do exame Os resultados de beta hCG também podem indicar problemas como gravidez ectópica, aborto ou gravidez anembrionária, que é quando o embrião não se desenvolve. Estes problemas normalmente podem ser identificados quando os valores do hormônio são inferiores aos esperados para a idade gestacional da gravidez, sendo necessário procurar o obstetra para avaliar a causa da alteração hormonal. Diferença entre beta hCG quantitativo e qualitativo O exame de beta hCG quantitativo indica a quantidade hormônio presente no sangue. Esse exame é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue que é enviada ao laboratório para análise. A partir do resultado do exame é possível identificar a concentração do hormônio hCG no sangue e, a depender da concentração, indicar a semana de gestação. Já o exame beta hCG qualitativo é o teste de gravidez de farmácia que só indica se a mulher está grávida ou não, não sendo informada a concentração de hormônio no sangue e sendo indicado pelo ginecologista a realização de exame de sangue para confirmação da gravidez. Entenda melhor o que é o beta hCG qualitativo, quando fazer e resultados. O que fazer após confirmar a gravidez Após confirmar a gravidez com o exame de sangue, é importante marcar uma consulta no obstetra para iniciar o acompanhamento pré-natal, fazendo os exames necessários para garantir uma gravidez saudável, sem complicações como pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional. Saiba quais são os exames mais importantes para se fazer durante o primeiro trimestre da gravidez. --- Calculadora de beta hCG O exame de beta hCG é um tipo de exame de sangue que ajuda a confirmar uma possível gravidez, além de orientar para a idade gestacional da mulher, caso a gravidez seja confirmada. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Caso tenha o resultado do seu exame de beta hCG, por favor, preencha com o valor para saber se está grávida e qual a sua possível idade gestacional: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular O que é beta hCG? Beta hCG é a sigla que designa a gonadotrofina coriônica humana, um tipo de hormônio que apenas é produzido pela mulher durante a gravidez e que é responsável pelo surgimento do sintomas mais comuns de gravidez. Dessa forma, a medição deste hormônio através de um exame de sangue é muito utilizada como forma de confirmar uma possível gravidez. Esse exame de sangue pode ser solicitado por seu médico de forma quantitativa ou qualitativa. O primeiro trará valores associados ao nível desse hormônio enquanto o segundo terá como resultado: positivo, no caso de uma gravidez, ou negativo. Saiba mais sobre o beta hCG e o que pode dizer sobre a gravidez. Marque uma consulta com o ginecologista ou obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber mais sobre o beta hCG: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o beta hCG permite saber a idade gestacional? A produção de beta hCG é iniciada logo após a fecundação do óvulo e, geralmente, seus níveis no sangue vão aumentando gradualmente até à 12º semana de gestação, momento em que estabilizam e voltam a diminuir até ao final da gravidez. Por esse motivo, saber a quantidade de beta hCG no sangue ajuda o obstetra a entender melhor em que semana gestacional a mulher deverá estar, já que existem intervalos de valores estipulados para a quantidade de beta hCG em cada semana de gravidez: Idade Gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml 3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml 4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml 5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml 6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml 7 a 8 semanas de gestação 7.650 a 229.000 mlU/ml 9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml 13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml 17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml 25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml Por que o beta hCG não é detectável na 1ª e 2ª semana de gravidez? O hormônio beta hCG é produzido pelo embrião pouco depois da implantação no útero, o que acontece entra a segunda e terceira semana de gestação. Antes disso, o embrião não está implantado, de forma que não há hormônio suficiente circulante no sangue para ser detectável no exame. Como entender o resultado da calculadora? De acordo com o valor de beta hCG inserido, a calculadora irá indicar as possíveis semanas de gestação, tendo por base os intervalos indicados na tabela anterior. Caso o valor de beta hCG se insira em mais do que uma semana de gestação, a calculadora poderá oferecer múltiplos resultados. Dessa forma, é importante avaliar qual a semana de gestação indicada pela calculadora que parece ser mais fiável, de acordo com o desenvolvimento da gestação. Por exemplo, uma mulher com valor de beta hCG de 3.800 mlU/ml poderá receber como resultado as semanas 5 e 6, assim como as semanas 25 a 40. Caso a mulher se encontre no início da gestação, significa que deverá estar nas semanas 5 a 6. Porém, se se encontrar numa fase mais avançada da gravidez, é possível que o resultado mais correto seja a idade gestacional de 25 a 40 semanas. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Teste de sangue de gravidez: quando fazer e possíveis resultados O teste de gravidez de sangue é um exame que detecta a quantidade de beta hCG no sangue, sendo indicado para confirmar a gravidez. Normalmente, é considerado positivo quando os níveis de beta hCG são maiores que 25 IU/L. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Este exame geralmente é feito no laboratório e pode identificar a gravidez ainda nas primeiras semanas após a relação íntima sem preservativo. No entanto, resultados falsos positivos podem ser causados por alguns tumores, como câncer de mama ou do endométrio, e alterações do sistema imune, por exemplo. Em caso de um resultado positivo ou indeterminado no teste de gravidez de sangue, é recomendado consultar um obstetra e, se confirmada a gravidez, iniciar o acompanhamento do pré-natal. Quando fazer O teste de sangue de gravidez é feito para identificar os níveis de beta hCG circulantes no sangue, sendo recomendado que seja realizado cerca de 10 a 14 dias após o atraso menstrual. Antes desse período, os níveis desse hormônio podem não ser suficientes para serem detectados no exame e confirmar a gravidez. Leia também: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado tuasaude.com/resultado-do-exame-de-beta-hcg Possíveis resultados O resultado do teste de gravidez de sangue pode ser: Negativo: nível de beta hCG é menor que 5 IU/L; Indeterminado: quantidade de beta hCG entre 5 a 25 IU/L; Positivo: dosagem de beta hCG maior que 25 IU/L. Os níveis de beta hCG no sangue aumentam durante a gravidez e normalmente chegam até em torno de 100.000 IU/L por volta da 10ª semana de gestação. Calculadora da idade gestacional Embora possa não ser um cálculo muito preciso, é possível calcular a idade gestacional levando em consideração os valores de beta hCG do teste de gravidez de sangue. Para saber sua idade gestacional aproximada, coloque o valor do resultado do exame de beta hCG na calculadora: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Alterações em caso de gravidez ectópica O teste de gravidez de sangue pode indicar uma gravidez ectópica quando os níveis de beta hCG param de aumentar antes das 8 semanas de gravidez ou aumentam mais lentamente do que o esperado. Além disso, quando a quantidade de beta hCG é maior que 3.500 IU/mL e o ultrassom não encontra o bebê no interior do útero, também pode ser indicativo de uma gravidez ectópica. Entenda melhor o que é gravidez ectópica e como identificar. Resultado falso positivo ou falso negativo O resultado do teste de gravidez de sangue pode ser falso positivo em caso de: Mola hidatiforme; Coriocarcinoma; Mieloma múltiplo; Alguns tumores, como câncer de mama ou endométrio; Alterações do sistema imune, como deficiência de IgA ou presença de fator reumatóide no sangue; Doença renal crônica. Além disso, o resultado do teste de sangue também pode ser falso negativo em alguns casos, especialmente quando é feito muito cedo ou quando os níveis de beta hCG estão anormalmente elevados. O teste de sangue é melhor que o de farmácia? O teste de gravidez de sangue é o mais indicado para confirmar a gravidez, por mostrar a quantidade exata de beta hCG no sangue. Este teste é feito em laboratório e pode identificar até mesmo pequenas concentrações de beta hCG, que poderiam não ser detectadas no exame de urina. Além disso, o teste de gravidez de sangue pode ser feito após 8 a 10 dias da relação íntima sem preservativo, dando um resultado mais cedo que os testes de farmácia. Veja quando e como fazer o teste de gravidez de farmácia.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- O aumento da expressão dessas proteínas resulta no aumento da produção de prostaglandinas, que causamas contrações uterinas. Assim, pode ser que sinais do feto precipitem o início do trabalho de parto e onascimento. --- TABELA 19-7 Espermograma*Volume /H11350 1,5 mLpH (Acidez) . 7,2Motilidade /H11350 32% MP (motilidade progressiva) ou/H11350 40% MP1NP (motilidade não progressiva)Morfologia /H11350 4% ovais normais, segundo Kruger. Vitalidade /H11350 58%Concentração Superior a 15 MILHÕESConcentração/mL /H11350 15 3 106 /mLConcentração/ejaculado /H11350 39 3 106 /mL/ejacSegundo a Organização Mundial da Saúde, 2010* N. de R.T. Na obra original, em inglês, constam os valores publicados em 1992 e 1999. Durante o processo de produção, a OMS atualizou esses dados, em 2010, e para a publicação em português optou-se por disponibilizar a tabela atualizada. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- 7. Os casos que responderam bem ao tratamento com MTX ou expectante devem ser seguidos com dosagens semanais do beta-hCG até ficarem negativos. Caso não haja queda, deve-se reavaliar o caso (B). Referências1. Elito J Jr, Montenegro NA, Soares RC, Camano L. [Unruptured ectopic pregnancy: diagnosis and treatment. State of art]. Rev Bras Ginecol Obstet. 2008;30(3):149–59. Portuguese. 2. Elito J Jr, Reichmann AP , Uchiyama MN, Camano L. Predictive score for the systemic treatment of unruptured ectopic pregnancy with a single dose of methotrexate. Int J Gynaecol Obstet. 1999;67(2):75–9. 3. Barnhart KT, Guo W, Cary MS, Morse CB, Chung K, Takacs P , et al. Differences in serum human chorionic gonadotropin rise in early pregnancy by race and value at presentation. Obstet Gynecol. 2016 ;128(3):504–11.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- O aumento da expressão dessas proteínas resulta no aumento da produção de prostaglandinas, que causamas contrações uterinas. Assim, pode ser que sinais do feto precipitem o início do trabalho de parto e onascimento. --- TABELA 19-7 Espermograma*Volume /H11350 1,5 mLpH (Acidez) . 7,2Motilidade /H11350 32% MP (motilidade progressiva) ou/H11350 40% MP1NP (motilidade não progressiva)Morfologia /H11350 4% ovais normais, segundo Kruger. Vitalidade /H11350 58%Concentração Superior a 15 MILHÕESConcentração/mL /H11350 15 3 106 /mLConcentração/ejaculado /H11350 39 3 106 /mL/ejacSegundo a Organização Mundial da Saúde, 2010* N. de R.T. Na obra original, em inglês, constam os valores publicados em 1992 e 1999. Durante o processo de produção, a OMS atualizou esses dados, em 2010, e para a publicação em português optou-se por disponibilizar a tabela atualizada. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- 7. Os casos que responderam bem ao tratamento com MTX ou expectante devem ser seguidos com dosagens semanais do beta-hCG até ficarem negativos. Caso não haja queda, deve-se reavaliar o caso (B). Referências1. Elito J Jr, Montenegro NA, Soares RC, Camano L. [Unruptured ectopic pregnancy: diagnosis and treatment. State of art]. Rev Bras Ginecol Obstet. 2008;30(3):149–59. Portuguese. 2. Elito J Jr, Reichmann AP , Uchiyama MN, Camano L. Predictive score for the systemic treatment of unruptured ectopic pregnancy with a single dose of methotrexate. Int J Gynaecol Obstet. 1999;67(2):75–9. 3. Barnhart KT, Guo W, Cary MS, Morse CB, Chung K, Takacs P , et al. Differences in serum human chorionic gonadotropin rise in early pregnancy by race and value at presentation. Obstet Gynecol. 2016 ;128(3):504–11.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- O aumento da expressão dessas proteínas resulta no aumento da produção de prostaglandinas, que causamas contrações uterinas. Assim, pode ser que sinais do feto precipitem o início do trabalho de parto e onascimento. --- TABELA 19-7 Espermograma*Volume /H11350 1,5 mLpH (Acidez) . 7,2Motilidade /H11350 32% MP (motilidade progressiva) ou/H11350 40% MP1NP (motilidade não progressiva)Morfologia /H11350 4% ovais normais, segundo Kruger. Vitalidade /H11350 58%Concentração Superior a 15 MILHÕESConcentração/mL /H11350 15 3 106 /mLConcentração/ejaculado /H11350 39 3 106 /mL/ejacSegundo a Organização Mundial da Saúde, 2010* N. de R.T. Na obra original, em inglês, constam os valores publicados em 1992 e 1999. Durante o processo de produção, a OMS atualizou esses dados, em 2010, e para a publicação em português optou-se por disponibilizar a tabela atualizada. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- 7. Os casos que responderam bem ao tratamento com MTX ou expectante devem ser seguidos com dosagens semanais do beta-hCG até ficarem negativos. Caso não haja queda, deve-se reavaliar o caso (B). Referências1. Elito J Jr, Montenegro NA, Soares RC, Camano L. [Unruptured ectopic pregnancy: diagnosis and treatment. State of art]. Rev Bras Ginecol Obstet. 2008;30(3):149–59. Portuguese. 2. Elito J Jr, Reichmann AP , Uchiyama MN, Camano L. Predictive score for the systemic treatment of unruptured ectopic pregnancy with a single dose of methotrexate. Int J Gynaecol Obstet. 1999;67(2):75–9. 3. Barnhart KT, Guo W, Cary MS, Morse CB, Chung K, Takacs P , et al. Differences in serum human chorionic gonadotropin rise in early pregnancy by race and value at presentation. Obstet Gynecol. 2016 ;128(3):504–11.
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações sobre exames de beta-hCG e considerações sobre sua evolução em gravidez, o que é diretamente relevante para a pergunta sobre os resultados do beta. No entanto, há informações adicionais que podem não se relacionar diretamente com a evolução do hCG em casos de gravidez. Portanto, a relevância é alta, mas não total.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre exames, resultados de beta-hCG e recomendações referentes ao acompanhamento em casos de gravidez. Isso está diretamente relacionado à pergunta do usuário sobre a evolução dos valores do beta-hCG e suas implicações na gravidez. Contudo, a relevância é moderada, pois não fornece detalhes específicos sobre a situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre os níveis de beta-hCG e como eles se relacionam com a gravidez. Ele menciona que valores abaixo de 5 mlU/ml indicam que não há gravidez e que os valores podem variar ao longo das primeiras semanas de gestação, o que é pertinente para entender a evolução dos resultados do exame mencionado pelo usuário.", "nota": 3}
{ "justificativa": "O contexto fornece informações sobre os resultados do Beta-hCG e o que significam diferentes níveis desse hormônio em relação à gravidez, além de sugerir que um resultado inferior a 2,0 mlU/ml é considerado negativo para a gravidez. Isso é diretamente relevante para a dúvida do usuário sobre seus resultados e a evolução em sua gravidez.", "nota": 3 }
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre exames de beta-hCG e possíveis interpretações relacionadas à gravidez, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre a evolução do beta e a possibilidade de gravidez. Entretanto, também menciona outros diagnósticos que não estão diretamente relacionados à questão principal, como infertilidade e tumores. Logo, o contexto é relevante, mas não completamente focado na pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute exames como o beta-hCG e as condições ao redor da gravidez, mas a informação apresentada é muito técnica e não responde diretamente à dúvida sobre a evolução dos valores do beta ou se é normal a produção desses valores. Portanto, embora haja alguma relação, a informação não é a mais útil para a pergunta específica do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações sobre exames e avaliações relacionados à gravidez, como a dosagem de beta-hCG. Isso pode ser útil para entender a evolução dos resultados do beta, embora não aborde diretamente a pergunta sobre a normalidade dos valores. Por isso, a relevância é moderada.", "nota": 2}
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fiz uma biópsia de mama e o diagnóstico foi mastite crônica superativa depois que fiz a biopsia veio a furo e saiu todo o pus que tinha dentro e agora está cicatrizando pode ser perigoso
não é perigoso mas precisa de tratamento procura um mastologista para avaliar a necessidade de realizar drenagem ou apenas o uso de antibióticos
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
Mastite crônica e fístula lácteaTrata-se de intercorrência tardia e rara, que se instala meses após um quadro de mastite puerperal agudae/ou abscesso mamário tratados de maneira inadequada. Caracteriza-se pela presença de tecido conjuntivo efenômeno exsudativo no parênquima mamário. Após várias recidivas, drena espontaneamente em diversos pontosda mama, formando fístulas lácteas. O diagnóstico é clínico, com a observação da drenagem espontânea doé cirúrgico, com ressecção completa da fístula e de todo o sistema ductal envolvido. Dependendo da extensão doprocesso, pode ser necessária também mamoplastia reparadora. O material retirado será sempre encaminhadopara exame histopatológico, que é fundamental para diagnóstico diferencial com neoplasia maligna de mama(Nascimento et al. , 2015). --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil. --- Embora a mastite ou mesmo a insuficiência cardíaca con-gestiva possam produzir um quadro clínico similar, a possi-bilidade de câncer de mama inflamatório deve ser excluída definitivamente. A investigação deve sempre incluir mamogra-fia diagnóstica e biópsia por punção da pele, mas pode haver necessidade de biópsias múltiplas e exames adicionais de ima-gem, como RM ou rastreamento com sestamibi. O tratamento inicial inclui quimioterapia de indução, seguida de mastecto-mia radical modificada (mastectomia total e dissecção axilar) seguidas por radioterapia pós-operatória na parede do tórax com ou sem quimioterapia adicional (Cariati, 2005). A taxa de sobrevivência em cinco anos é de 30 a 55%, significativamente pior do que para câncer de mama primário avançado sem tra-tamento (Brenner, 2002; Harris, 2003). --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- ■ Biópsia de mamaA avaliação de uma massa sólida de mama é finalizada com biópsia por agulha. Essas biópsias devem ser realizadas após exame de imagem ou, no mínimo, duas semanas antes do exa-me de imagem, uma vez que o trauma tecidual resultante pode produzir artefatos de imagem que simulam malignidade (Si-ckles, 1983). As opções incluem biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) ou biópsia por agulha grossa (Boer-ner, 1999). A tendência dos últimos anos tem sido a preferên-cia por biópsia com agulha grossa (Tabbara, 2000). Embora a PAAF demande menos tempo para sua realização e tenha custo menor do que a biópsia por agulha grossa, a probabilidade de que produza um diagnóstico específico é menor e apresenta taxa mais alta de amostragem insuficiente (Shannon, 2001). A PAAF extrai grupos de células epiteliais que podem ser in-terpretadas como benignas ou malignas, além de não permitir diferenciar, com certeza, entre lesões proliferativas benignas e neoplasias fibroepiteliais, ou entre carcinoma ductal in situ e câncer invasivo (Boerner, 1999; Ringberg, 2001).
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre mastite crônica, drenagem e diagnóstico diferencial, que são relevantes para o estado atual do usuário após a biópsia. Isso ajuda a entender as possíveis complicações e a gravidade da condição. Entretanto, não aborda diretamente a questão sobre se pode ser perigoso, o que diminui um pouco a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre mastite crônica, fístulas e complicações associadas à biópsia mamária, que são relevantes para a preocupação expressa na pergunta sobre os riscos associados à drenagem de pus e cicatrização. Essas informações ajudam a entender melhor a situação clínica do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a mastite crônica e suas complicações, incluindo a possibilidade de fístulas lácteas e a necessidade de tratamento cirúrgico em casos complicados. Embora não aborde diretamente a situação específica do usuário, que menciona a cicatrização após a drenagem de pus, o contexto discute aspectos importantes que podem ajudar na compreensão da condição. Isso sugere que existem perigos potenciais associados à mastite crônica, tornando o contexto útil para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre mastite crônica, sua relação com fístulas e abscessos, além de discutir a importância de biópsias e diagnósticos diferenciais. Isso é relevante para entender o que a usuária está enfrentando após sua biópsia e as possíveis complicações como a fístula e a cicatrização. No entanto, não aborda diretamente se a situação atual da usuária é perigosa.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute aspectos da mastite crônica e complicações cirúrgicas relacionadas, o que é relevante para a situação descrita pelo usuário. No entanto, não aborda diretamente os riscos que o usuário está preocupado, como a perigosidade da cicatrização e a saúde futura.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado discute questões relacionadas à mastite crônica, abscessos mamários, e a importância de diagnóstico e tratamento, incluindo drenagem. Essas informações são relevantes para a pergunta do usuário sobre possíveis perigos após a biópsia e a drenagem do pus, pois oferecem contexto sobre o diagnóstico e tratamento, assim como sobre potenciais complicações. No entanto, faltam detalhes específicos sobre a recuperação e os riscos associados, o que limita a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre mastite crônica, drenagem e possibilidade de fístulas, além de discutir a importância de diagnóstico e intervenções cirúrgicas. Esses detalhes são úteis para entender o que ocorreu após a biópsia e convalescimento. No entanto, não abordam diretamente o potencial perigo da condição após a drenagem, o que limita a relevância.", "nota": 2}
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tive recentemente gravidez molar incompleta semanas fiz uma curetagem não estou sagrando só cólica leves faz dias estou em repouso gostaria de saber quais serão os outros passo e tbm saber se essa mola pode acontecer de novo
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretoscheque a biópsia da curetagemno caso da mola hidatiforme o tratamento é o esvaziamento uterino através da vacuoaspiração após o esvaziamento uterino o seguimento clinico deverá ser realizado até que o bhcg fique negativoaté que o bhcg fique negativo você não deverá engravidar você deve discutir com o seu médico a sua anticoncepção antes de ano do esvaziamento uterino você não deverá engravidarse você engravidar antes do seguimento e do diagnóstico de cura da mola hidatiforme não saberemos se o bhcg é devido a mola hidatiforme ou a gravidezmesmo que o seu bhcg seja negativo o seguimento deve ser mantido para garantir que esta curada em casos raros a doença pode retornarconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento corretos
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
Muitas pacientes com mola completa exibem imagens típicas (Figura 29.9): útero cheio de material ecogênico,contendo múltiplas vesículas anecoicas de diferentes tamanhos, sem fluxo ao Doppler; não há feto nem batimentocardíaco fetal. Na MHP, observa-se placenta grande de aspecto normal com lesões intraplacentárias anecoicasdifusas (Figura 29.10). Com frequência, o diagnóstico de MHC ou MHP vem sendo realizado em material de curetagem indicado paraabortamento incompleto. ▶ Mola e feto coexistente. --- Após o esvaziamento da MH, o diagnóstico de NTG pós-molar inclui a estabilização ou o aumento dos níveisdo hCG, caracterização histológica da mola invasiva ou de coriocarcinoma no material de curetagem. A imagemsonográfica de mola invasiva não é indicação para recuretagem porque não induz à remissão da doença ouinfluencia o tratamento e pode resultar em hemorragia e perfuração uterina. Uma nova gravidez deve ser afastadapor meio da ultrassonografia e da hCG, especialmente após longo acompanhamento com pacientes nãocooperativas. ▶ hCG. --- Curetagem com lâmina. Quando não houver mais saída de tecido pelo tubo de as-piração, deve-se proceder a uma curetagem suave com lâmina para remover qualquer fragmento fetal ou de placenta remanescente, conforme descrição em mais detalhes na Se-ção 41-15 (p. 1.057) (Fig. 41-16.9). PÓS-OPERATÓRIOA recuperação do procedimento de dilata-ção e aspiração normalmente é rápida e sem complicações. As pacientes podem voltar às atividades quando se sentirem aptas, porém recomenda-se abstinência sexual na primeira semana após a cirurgia. A ovulação pode voltar a ocorrer 2 sema-nas após o término de gestação inicial. Assim, se não há interesse de engravidar, a contracep-ção deve ser iniciada logo após o abortamento. PÓS-OPERATÓRIOCBAFIGURA 41-16.2 A. Aplicação correta da laminária. B. Laminária expandida. C. Laminária inserida muito profundamente, ultrapassando o orifício cervical interno óstio interno do colo uterino. --- Abortamento em evolução, incompleto, inevitável e retidoEstão indicadas internação e curetagem uterina. A conduta conservadora nas gestações iniciais, aguardando-se a expulsão espontânea, é possí-vel em casos selecionados. O emprego de pros-taglandinas como o Misoprotol (Cytotec ) ou o Dinoprostona (Propess) para indução do aborto retido é geralmente indicado. Este tipo de medi-camento é empregado para maturação e dilata-ção do colo uterino. Em casos de aborto retido que se opta pela dilatação mecânica do colo ute-rino como medida inicial pode-se utilizar a Lami-naria natural ou o tipo sintético (Dilapan). Alta após 12 horas de observação do sangramento. Recomendação retorno ao médico assistente para exames de rotina pré-concepção. Abortamento infectadoInternação e início da antibioticoterapia. Após 4 horas de infusão antibiótica realiza-se curetagem uterina. Vários esquemas podem ser utilizados visando à cobertura da infecção polimicrobiana. Sugere-se a associação de penicilina cristalina, gentamicina e metronidazol ou clindamicina. Abortamento de repetiçãoConduta: A gestante deverá receber avaliação ginecológica e genética antes de nova concep-ção. Casos de insuficiência ístimo-cervical serão tratados pelo método de cerclage, sob aneste-sia geral e após esvaziamento da bexiga, de pre-ferência entre 14 e 16 semanas. --- Para o esvaziamento, o colo uterino é dilatado para ad-mitir uma cureta plástica de 10 a 12 mm. À medida que os tecidos molares são aspirados, administra-se ocitocina por via intravenosa. Em nossa instituição, 20 unidades de ocitocina sintética são diluídas em 1 L de cristaloide para infusão em velocidade que produza contração uterina. Em alguns casos, há indicação de ultrassonografia intraoperatória para reduzir o risco de perfuração uterina e auxiliar na confirmação da eva-cuação completa do útero. Por fim, procede-se à curetagem meticulosa e delicadaApós a curetagem, considerando a possibilidade de mola parcial com tecido fetal associado, deve-se administrar imuno-globulina anti-Rh às mulheres Rh D-negativas não sensibili-zadas. Porém, a imunoglobulina anti-Rh pode ser suspensa se houver confirmação do diagnóstico de mola completa (Fung Kee, 2003).
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a gravidez molar incompleta, cuidados pós-curetagem e indicações para acompanhamento do nível de hCG. Esses detalhes ajudam a entender os próximos passos e a possibilidade de recorrência da mola. Portanto, é útil para responder às preocupações do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o diagnóstico e manejo de gestações molares, incluindo detalhes sobre curetagem, acompanhamento pós-operatório e a possibilidade de gravidez futura. Isso é diretamente aplicável à situação do usuário, que pergunta sobre os passos após a curetagem e a recorrência da mola. Portanto, o conteúdo analisado contribui para uma resposta informada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre cura-tingem e acompanhamento pós-aborto, incluindo questões sobre a possibilidade de novas gravidezes e cuidados necessários após o procedimento. Embora não responda diretamente a todas as perguntas do usuário, fornece informações úteis sobre o tratamento e diagnóstico da mola, que podem ajudar a entender a situação.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a cura e acompanhamento após uma gravidez molar, incluindo detalhes sobre curetagem e a importância do monitoramento dos níveis de hCG. Entretanto, embora seja informativo, não aborda diretamente os próximos passos que o usuário deve seguir ou a possibilidade de uma nova mola, o que limita sua aplicabilidade direta à pergunta. Portanto, é pertinente, mas não completamente abrangente.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda aspectos relacionados à gravidez molar, curetagem e cuidados pós-operatórios, além de mencionar o acompanhamento do hCG e possibilidades de uma nova gravidez. Isso possui relevância direta para a pergunta do usuário sobre os próximos passos após a curetagem e a possibilidade de uma nova mola. As informações contidas no documento oferecem um entendimento sobre o que esperar nesse período e a importância do acompanhamento médico.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute aspectos relevantes sobre a gravidez molar, diagnóstico, curetagem e cuidados pós-operatórios, o que pode ajudá-la a entender os próximos passos no tratamento e os riscos de recorrência da mola. Especialmente, menciona a necessidade de acompanhamento após a curetagem e informações sobre as implicações de uma nova gravidez.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a gravidez molar, curetagem e possíveis complicações, além de recomendar acompanhamento médico. Embora não responda diretamente a perguntas específicas sobre o que deve ser feito a seguir ou a possibilidade de repetição da mola, oferece um entendimento geral das questões associadas a uma gravidez molar, o que pode ajudar a formular uma resposta.", "nota": 2}
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tive gravidez que na semana o bebe pára de desenvolver fiz varios exames e minha médica disse que eu não tenho nada eu já tenho uma filha de anos parto cezaria será que a cezaria tem alguma ligação com essas perdas tenho anos
olá as perdas gestacionais abaixo de semanas não tem relação com a cesárea e a principal causa são as malformações ou aneuploidiasnão é necessário nenhuma investigação adicional na prática a investigação é recomendada se um terceiro aborto abaixo de semanas ou se aborto acima de semanas ocorrervocê tem anos a grande chance é que uma próxima gravidez ocorra tudo bem fique tranquilalembre de usar o ácido fólico antes das tentativas de gravidez faça o prénatal corretamenteconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- Interrupção da gravidez•••••••••••Grávidas com hipertensão leve sem complicações geralmente são candidatas ao parto vaginal a termo (após39 semanas) porque a maioria mostra prognóstico favorável materno e neonatal (ACOG, 2012). A cesárea estaráindicada por razões obstétricas. Mulheres cuja pressão tenha sido controlada com medicação devem parir entre 37 e 39 semanas e aquelascom hipertensão grave de difícil controle a gestação deve ser interrompida com 36 a 37 semanas. A pré-eclâmpsia superajuntada equivale à pré-eclâmpsia grave, e a nosso ver a gestação deve serinterrompida imediatamente, embora muitos indiquem a conduta conservadora até 34 semanas em benefício fetal. Trabalho recente de Harper et al. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo. --- A Correlação Clínica 18.1 discute o estudo clínico e a manipulação do feto. Feto com grande distensão abdominal resultante de um megaciste (bexiga grande)causada por uma placa cloacal. (Cortesia de M. Barr, Ann Arbor, Mich.)parto, processo do nascimento do bebê, ocorre aproximadamente 38 semanas após afertilização (Fig. 18.16). O processo do parto consiste em três estágios distintos detrabalho. O primeiro, o estágio de dilatação, que começa com o aparecimento das fortescontrações regulares do útero e termina com a dilatação completa do colo do útero. --- Horas após o nascimento, a criança estava obviamente em grande aflição e morreuapós dois dias. Qual é o diagnóstico?10. Uma mulher aparentemente normal apresentou dor pélvica durante os estágios finaisda gravidez. Um exame de ultrassom revelou que ela apresentava um útero bicórneo. Qual é a base embriológica para esta condição?Trends Endocrinol Metab. 2006; 17:223–228. Baskin, L. S., et al. Urethral seam formation and hypospadias. Cell Tissue Res. 2001; 305:379–387. Basson, M. A., et al. Sprouty1 is a critical regulator of GDNF/RET-mediated kidney induction. Dev Cell. 2005; 8:229–239. Bowles, J., Koopman, P. Retinoic acid, meiosis and germ cell fate in mammals. Development. 2007; 134:3401–3411. Boyle, S., de Caestecker, M. Role of transcriptional networks in coordinating early events during kidney development. Am J Physiol Renal Physiol. 2006; 291:F1–F8.
{"justificativa": "O contexto fornecido sobre o parto vaginal e complicações relacionadas à cesárea não aborda diretamente a questão sobre a relação entre cesárea e perdas gestacionais. Embora mencione algumas complicações que podem ser associadas a cesáreas, não fornece informações sobre como isso pode impactar a gravidez ou as perdas que a usuária enfrentou. Portanto, a relevância é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda temas relacionados a parto, como complicações e consequências de cesáreas, porém não se concentra nas questões de gravidez parada ou relações entre cesárea e perdas gestacionais, que são os principais tópicos da pergunta do usuário. A relação é fraca, pois só menciona cesárea de maneira geral.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado sobre parto vaginal e cesárea apresenta informações relacionadas aos possíveis riscos e complicações do parto, incluindo cesárea. No entanto, não aborda diretamente a relação entre cesárea e perdas gestacionais, que é o foco da pergunta do usuário. Portanto, apesar de alguma relação, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido está completamente focado em parto vaginal e cesárea, mas não aborda questões relacionadas a perdas gestacionais, razões médicas para interrupções ou condições que possam levar a problemas de desenvolvimento fetal. A pergunta do usuário se refere a preocupações sobre a cesárea e suas possíveis ligações com a perda gestacional, que não é discutida no documento.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado, que fala sobre parto vaginal e cesárea, aborda a possibilidade de complicações relacionadas a partos anteriores, mas não fornece informações diretas sobre o impacto de cesarianas em perdas gestacionais ou falhas no desenvolvimento do feto. Portanto, a relevância é muito limitada, pois não aborda diretamente a preocupação expressa na pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado fala sobre parto vaginal e cesárea, mas não aborda diretamente os impactos das cesáreas em gestações subsequentes ou perdas gestacionais, que são o foco da pergunta do usuário. Apesar de mencionar cesárea, as informações não são diretamente relevantes para responder se a cesárea pode ter ligação com as perdas gestacionais que a usuária menciona.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre parto vaginal, cesárea e algumas complicações relacionadas, mas não aborda diretamente a questão da relação entre cesárea e perdas gestacionais. A pergunta do usuário foca em preocupações com perdas e desenvolvimento fetal após a cesárea, o que não é claramente respondido no contexto. Portanto, as informações não são muito relevantes para a questão específica do usuário.", "nota": 2}
22,900
é certo de que se meu parceiro estiver com hpv eu também provavelmente tenha o vírus
você pode entrar em contato com o vírus mas não se infectar o ideal seria procurar seu ginecologista e fazer o exame preventivo do colo uterino
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Prevalência de HPVO HPV genital é o tipo de infecção sexualmente transmissível mais comum. O Centers for Disease Control and Prevention (2002) estima que o risco de uma mulher ter HPV genital até os 50 anos é maior que 80%. A maior parte das infecções incidentes por HPV ocorre em mulheres com menos de 25 anos. A prevalência pontual nos indivíduos do sexo feminino nos EUA com idade entre 14 e 59 anos a partir de um único teste para HPV genital é 27%. A prevalência pontual é máxi-ma na faixa etária entre 20 e 24 anos (45%) e vai reduzindo com o aumento da idade (Dunne, 2007). Comparativamente, a prevalência de verrugas genitais é aproximadamente 1%, e de anormalidades citológicas é inferior a 10%. Esses dados in-dicam que a infecção subclínica é muito mais comum que as infecções clinicamente evidentes (Koutsky, 1997). --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Os tipos de HPV mais encontrados nos cânceres de colo uterino (tipos 16, 18, 45 e 31) são também os mais prevalen-tes na população geral. O HPV 16 é o tipo mais comumente descrito nas lesões de baixo grau e nas mulheres sem neoplasia (Herrero, 2000). A infecção por HPV de alto risco não resulta em neoplasia na maioria das mulheres infectadas. Isso indica que fatores ligados à hospedeira e ao ambiente determinam se o HPV de alto risco causará ou não neoplasia. ■ Transmissão do HPVA transmissão do HPV genital ocorre por contato direto, nor-malmente contato sexual com pele ou mucosas genitais ou com líquidos corporais de um parceiro com verrugas ou in-fecção subclínica por HPV (Abu, 2005; American College of Obstetricians and Gynecologists, 2005). --- Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
{"justificativa": "O contexto fornece informações pertinentes sobre a transmissão do HPV, indicando que o vírus geralmente é transmitido através do contato sexual. Isso é relevante para a pergunta, pois sugere que se um parceiro estiver infectado, a probabilidade de o outro parceiro também estar infectado é alta. Informações adicionais sobre a prevalência de HPV e seus tipos também ajudam a contextualizar a questão.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre HPV, incluindo sua prevalência, modos de transmissão e relação com a saúde, que ajudam a responder à pergunta sobre a probabilidade de a pessoa também ter HPV se o parceiro estiver infectado. As informações detalham que a transmissão ocorre por contato íntimo, indicando que se um parceiro estiver infectado, a probabilidade de contágio é alta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute a prevalência e transmissão do HPV, afirmando que a infecção geralmente ocorre por contato sexual com um parceiro infectado. A informação é relevante para a pergunta, pois contempla a alta probabilidade de transmissão do HPV de um parceiro para outro.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a transmissão de HPV, a prevalência da infecção e o fato de que a transmissão pode ocorrer mesmo em casos assintomáticos. Isso é altamente relevante para a pergunta do usuário, que questiona a probabilidade de contrair HPV se o parceiro estiver infectado.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a transmissão do HPV, incluindo como ocorre o contato direto com a pele ou mucosas genitais, o que é relevante para a pergunta do usuário sobre a probabilidade de contrair o vírus se o parceiro estiver infectado. No entanto, não fornece uma explicação direta sobre a certeza da transmissão, apenas menciona aspectos gerais sobre prevalência e agentes etiológicos.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o HPV, incluindo sua prevalência, modos de transmissão e a relação com a saúde sexual. A afirmação de que a transmissão ocorre através do contato sexual com parceiros infectados apoia a resposta à pergunta sobre a probabilidade de o usuário contrair o vírus se o parceiro já estiver infectado. Portanto, o contexto oferece suporte para compreender a questão.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a transmissão do HPV, incluindo o fato de que o HPV é uma infecção sexualmente transmissível comum e que o contato sexual com uma pessoa infectada pode levar à infecção. No entanto, não aborda diretamente a questão da certeza de infecção caso o parceiro tenha HPV.", "nota": 2}
29,179
tenho dores no testículo pode ser sinal de alguma infecção tenho poucos espermatozoides com baixa motilidade se eu fizer um tratamento com medicações consigo engravidar minha esposa
dores nos testiculos dentre as inúmeras causas podem ser causadas por varicocele dilatação de veias testiculares processos inflamatórios infecções as alterações espermaticas podem ter melhoras com o uso de medicamentos como em problemas infecciosos na varicocele dependendo do grau de intensidade a cirurgia pode melhorar a qualidade do semen em alterações no semen de maior intensidade é recomendável conversar com um especialista em reprodução para juntos analisarem qual a causa e quais as possíveis alternativas
No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Motilidade dos espermatozoides. A redução na motilidade de espermatozoides é denominada astenospermia. Alguns labo-ratórios fazem distinção entre movimentos rápidos (graus 3 a 4), lentos (grau 2) e não progressivos (graus 0 a 1). A motili-dade progressiva total é o percentual de espermatozoides que se movimenta para frente (graus 2 a 4). A astenospermia foi atribuída à abstinência prolongada, a anticorpos antiesperrmá-ticos, infecções no trato genital ou varicocele. O teste de intumescência hipo-osmótica facilita a distin-ção entre espermatozoide morto e espermatozoide imóvel. Di-ferentemente dos espermatozoides mortos, os espermatozoides vivos mantêm gradiente osmótico. Portanto, quando mistu-rados a uma solução hipo-osmótica, os espermatozoides vivos e imóveis, com função de membrana normal, incham e for-mam uma espiral à medida que o líquido é absorvido (Casper, 1996). Após serem identificados, esses espermatozoides viáveis podem ser usados para injeção intracitoplasmática. --- Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente. Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B). --- 8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos.
No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Motilidade dos espermatozoides. A redução na motilidade de espermatozoides é denominada astenospermia. Alguns labo-ratórios fazem distinção entre movimentos rápidos (graus 3 a 4), lentos (grau 2) e não progressivos (graus 0 a 1). A motili-dade progressiva total é o percentual de espermatozoides que se movimenta para frente (graus 2 a 4). A astenospermia foi atribuída à abstinência prolongada, a anticorpos antiesperrmá-ticos, infecções no trato genital ou varicocele. O teste de intumescência hipo-osmótica facilita a distin-ção entre espermatozoide morto e espermatozoide imóvel. Di-ferentemente dos espermatozoides mortos, os espermatozoides vivos mantêm gradiente osmótico. Portanto, quando mistu-rados a uma solução hipo-osmótica, os espermatozoides vivos e imóveis, com função de membrana normal, incham e for-mam uma espiral à medida que o líquido é absorvido (Casper, 1996). Após serem identificados, esses espermatozoides viáveis podem ser usados para injeção intracitoplasmática. --- Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente. Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B). --- 8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos.
Fertilização: o que é e como saber se aconteceu O que é: A fertilização é o nome que se dá quando o espermatozoide consegue penetrar no óvulo maduro, que pode ser implantado no útero e resultar na gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A fertilização, também chamada de fecundação, pode ser conseguida naturalmente através da relação sexual durante o período fértil ou em laboratório, sendo então chamada de fertilização in vitro. A fertilização in vitro é uma forma de reprodução assistida indicada quando o casal não consegue engravidar após 1 ano de tentativas, sem o uso de nenhum método contraceptivo. Nela, são colhidos tanto os óvulos maduros da mulher quanto os espermatozoides e após uni-los em laboratório, o embrião é colocado dentro do útero da mulher que deverá levar a gravidez até o fim. Entenda como é feita a fertilização in vitro. Como saber que teve fertilização Caso o óvulo tenha sido fertilizado pelo espermatozoide, a mulher pode apresentar alguns sintomas como cólica abdominal leve, corrimento rosado e seios mais inchados e doloridos. No entanto, nem sempre esses sintomas são presentes. Veja como saber se teve fertilização. Como aumentar as chances de gravidez Para aumentar as chances de gravidez pode-se adotar um estilo de vida mais saudável com menos estresse, boa alimentação, prática de exercícios físicos e tratar outras doenças relacionadas. Além disso, recomenda-se: Aos homens: não usar roupas íntimas muito apertadas, pois abafam a região, aumentando a temperatura dos testículos, sendo nocivo para os espermatozoides; Para o casal: Ter relações dia sim, dia não nos dias que antecedem a menstruação. Se não for possível engravidar tomando todos estes cuidados, a fertilização in vitro poderá ser uma das opções a serem seguidas e esta pode ser realizada em clínicas e em hospitais particulares ou através do SUS, de forma totalmente gratuita. Principais causas da infertilidade As principais causas de infertilidade são: Fumar; Excesso de peso; Alterações hormonais; Complicações de infecções sexualmente transmissíveis, como a clamídia; Endometriose; Ligadura das trompas uterinas; Comprometimento dos espermatozoides, sendo estes poucos, lentos ou anormais; Vasectomia. É importante que seja identificada a causa da infertilidade, pois assim o médico pode indicar a melhor opção de tratamento ou sugerir que seja realizada a reprodução assistida, como a fertilização in vitro, por exemplo. --- Quando o homem ejacula pouco, pode engravidar? “Eu e minha esposa estamos tentando ter filhos faz um tempo, mas sempre achei que ejaculo pouco e não sei se isso pode estar dificultado agora. Quando o homem ejacula pouco, pode engravidar?” Quando o homem ejacula pouco, pode haver problemas para o casal engravidar em alguns casos. O volume de sêmen inferior a 1,5 ml pode indicar problemas, como ejaculação retrógrada, deficiência de testosterona ou anormalidades nas vias de transporte do esperma, que podem afetar a fertilidade. No entanto, outros fatores como a quantidade de espermatozoides e alterações no seu desenvolvimento também podem afetar a capacidade de ter filhos. Estas alterações normalmente são identificadas por meio de um exame conhecido como espermograma. Caso você suspeite de alguma alteração na quantidade do seu sêmen, o ideal é consultar um urologista para confirmar se realmente existe algum problema de fertilidade e iniciar o tratamento mais adequado. O que posso fazer para aumentar a quantidade de esperma? Algumas medidas que podem ajudar a aumentar a quantidade de esperma incluem: Ter uma alimentação saudável e equilibrada; Fazer atividades físicas regularmente e perder peso; Não fumar e diminuir o consumo de bebidas alcoólicas; Evitar o estresse; Dormir bem e o suficiente. No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado. --- No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
Fertilização: o que é e como saber se aconteceu O que é: A fertilização é o nome que se dá quando o espermatozoide consegue penetrar no óvulo maduro, que pode ser implantado no útero e resultar na gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A fertilização, também chamada de fecundação, pode ser conseguida naturalmente através da relação sexual durante o período fértil ou em laboratório, sendo então chamada de fertilização in vitro. A fertilização in vitro é uma forma de reprodução assistida indicada quando o casal não consegue engravidar após 1 ano de tentativas, sem o uso de nenhum método contraceptivo. Nela, são colhidos tanto os óvulos maduros da mulher quanto os espermatozoides e após uni-los em laboratório, o embrião é colocado dentro do útero da mulher que deverá levar a gravidez até o fim. Entenda como é feita a fertilização in vitro. Como saber que teve fertilização Caso o óvulo tenha sido fertilizado pelo espermatozoide, a mulher pode apresentar alguns sintomas como cólica abdominal leve, corrimento rosado e seios mais inchados e doloridos. No entanto, nem sempre esses sintomas são presentes. Veja como saber se teve fertilização. Como aumentar as chances de gravidez Para aumentar as chances de gravidez pode-se adotar um estilo de vida mais saudável com menos estresse, boa alimentação, prática de exercícios físicos e tratar outras doenças relacionadas. Além disso, recomenda-se: Aos homens: não usar roupas íntimas muito apertadas, pois abafam a região, aumentando a temperatura dos testículos, sendo nocivo para os espermatozoides; Para o casal: Ter relações dia sim, dia não nos dias que antecedem a menstruação. Se não for possível engravidar tomando todos estes cuidados, a fertilização in vitro poderá ser uma das opções a serem seguidas e esta pode ser realizada em clínicas e em hospitais particulares ou através do SUS, de forma totalmente gratuita. Principais causas da infertilidade As principais causas de infertilidade são: Fumar; Excesso de peso; Alterações hormonais; Complicações de infecções sexualmente transmissíveis, como a clamídia; Endometriose; Ligadura das trompas uterinas; Comprometimento dos espermatozoides, sendo estes poucos, lentos ou anormais; Vasectomia. É importante que seja identificada a causa da infertilidade, pois assim o médico pode indicar a melhor opção de tratamento ou sugerir que seja realizada a reprodução assistida, como a fertilização in vitro, por exemplo. --- Quando o homem ejacula pouco, pode engravidar? “Eu e minha esposa estamos tentando ter filhos faz um tempo, mas sempre achei que ejaculo pouco e não sei se isso pode estar dificultado agora. Quando o homem ejacula pouco, pode engravidar?” Quando o homem ejacula pouco, pode haver problemas para o casal engravidar em alguns casos. O volume de sêmen inferior a 1,5 ml pode indicar problemas, como ejaculação retrógrada, deficiência de testosterona ou anormalidades nas vias de transporte do esperma, que podem afetar a fertilidade. No entanto, outros fatores como a quantidade de espermatozoides e alterações no seu desenvolvimento também podem afetar a capacidade de ter filhos. Estas alterações normalmente são identificadas por meio de um exame conhecido como espermograma. Caso você suspeite de alguma alteração na quantidade do seu sêmen, o ideal é consultar um urologista para confirmar se realmente existe algum problema de fertilidade e iniciar o tratamento mais adequado. O que posso fazer para aumentar a quantidade de esperma? Algumas medidas que podem ajudar a aumentar a quantidade de esperma incluem: Ter uma alimentação saudável e equilibrada; Fazer atividades físicas regularmente e perder peso; Não fumar e diminuir o consumo de bebidas alcoólicas; Evitar o estresse; Dormir bem e o suficiente. No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado. --- No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Motilidade dos espermatozoides. A redução na motilidade de espermatozoides é denominada astenospermia. Alguns labo-ratórios fazem distinção entre movimentos rápidos (graus 3 a 4), lentos (grau 2) e não progressivos (graus 0 a 1). A motili-dade progressiva total é o percentual de espermatozoides que se movimenta para frente (graus 2 a 4). A astenospermia foi atribuída à abstinência prolongada, a anticorpos antiesperrmá-ticos, infecções no trato genital ou varicocele. O teste de intumescência hipo-osmótica facilita a distin-ção entre espermatozoide morto e espermatozoide imóvel. Di-ferentemente dos espermatozoides mortos, os espermatozoides vivos mantêm gradiente osmótico. Portanto, quando mistu-rados a uma solução hipo-osmótica, os espermatozoides vivos e imóveis, com função de membrana normal, incham e for-mam uma espiral à medida que o líquido é absorvido (Casper, 1996). Após serem identificados, esses espermatozoides viáveis podem ser usados para injeção intracitoplasmática. --- Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente. Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B). --- 8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos.
No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Motilidade dos espermatozoides. A redução na motilidade de espermatozoides é denominada astenospermia. Alguns labo-ratórios fazem distinção entre movimentos rápidos (graus 3 a 4), lentos (grau 2) e não progressivos (graus 0 a 1). A motili-dade progressiva total é o percentual de espermatozoides que se movimenta para frente (graus 2 a 4). A astenospermia foi atribuída à abstinência prolongada, a anticorpos antiesperrmá-ticos, infecções no trato genital ou varicocele. O teste de intumescência hipo-osmótica facilita a distin-ção entre espermatozoide morto e espermatozoide imóvel. Di-ferentemente dos espermatozoides mortos, os espermatozoides vivos mantêm gradiente osmótico. Portanto, quando mistu-rados a uma solução hipo-osmótica, os espermatozoides vivos e imóveis, com função de membrana normal, incham e for-mam uma espiral à medida que o líquido é absorvido (Casper, 1996). Após serem identificados, esses espermatozoides viáveis podem ser usados para injeção intracitoplasmática. --- Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente. Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B). --- 8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos.
No diagnóstico de clamídia, não cabem improvisações. Necessariamente, devem-se ter recursos para coleta,transporte e armazenamento de espécimes clínicos adequados, bem como execução correta das técnicaslaboratoriais. Tratamento e controle de curaNão é necessário novo exame para controle de cura, a menos que os sintomas não regridam ou que apossibilidade de reinfecção seja grande. Doxiciclina, ofloxacino e levofloxacino são contraindicados na gravidez. Assim como a eritromicina (estolato) écontraindicada na gestação por sua hepatotoxicidade. ComplicaçõesEpididimite, orquite, prostatite, salpingite, pelviperitonite, peri-hepatite, infertilidade, esterilidade, artrite. Diagnóstico diferencialEm todos os quadros clínicos em que há suspeita de infecção por gonococo ou micoplasma e vice-versa. Homens com dor e/ou aumento testicular podem ter tumor ou torção de testículo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Motilidade dos espermatozoides. A redução na motilidade de espermatozoides é denominada astenospermia. Alguns labo-ratórios fazem distinção entre movimentos rápidos (graus 3 a 4), lentos (grau 2) e não progressivos (graus 0 a 1). A motili-dade progressiva total é o percentual de espermatozoides que se movimenta para frente (graus 2 a 4). A astenospermia foi atribuída à abstinência prolongada, a anticorpos antiesperrmá-ticos, infecções no trato genital ou varicocele. O teste de intumescência hipo-osmótica facilita a distin-ção entre espermatozoide morto e espermatozoide imóvel. Di-ferentemente dos espermatozoides mortos, os espermatozoides vivos mantêm gradiente osmótico. Portanto, quando mistu-rados a uma solução hipo-osmótica, os espermatozoides vivos e imóveis, com função de membrana normal, incham e for-mam uma espiral à medida que o líquido é absorvido (Casper, 1996). Após serem identificados, esses espermatozoides viáveis podem ser usados para injeção intracitoplasmática. --- Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente. Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B). --- 8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre infecções que podem causar dor testicular, complicações associadas, e fatores que afetam a motilidade dos espermatozoides, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário. No entanto, não aborda especificamente o tratamento e a possibilidade de gravidez, resultando em algumas lacunas.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado menciona infecções, complicações como infertilidade, e a relação com a motilidade dos espermatozoides, que são diretamente relevantes para a pergunta sobre dores testiculares e dificuldades de engravidar. Embora não aborde diretamente todas as preocupações do usuário, fornece informações úteis que podem auxiliar na compreensão da situação. Portanto, a relevância é moderada a alta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona informações sobre fertilização, causas de infertilidade e a importância de consultar médicos especialistas, que são relevantes para a dúvida do usuário sobre a possibilidade de engravidar e o efeito de infecções e motilidade de espermatozoides na fertilidade. No entanto, não aborda diretamente as dores testiculares ou a relação entre infecções e a fertilidade masculina, o que limita sua relevância total.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto abordado trata da fertilização, causas de infertilidade e algumas recomendações para aumentar as chances de gravidez, mas não responde diretamente à questão sobre dores no testículo e sua relação com infecções ou baixa contagem de espermatozoides. Embora mencione algumas condições e tratamentos que podem afetar a fertilidade, não apresenta informações diretas sobre tratamento para os sintomas mencionados pelo usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relacionadas à dor testicular e à motilidade dos espermatozoides, além de mencionar complicações como infertilidade. Embora não aborde diretamente a questão sobre a possibilidade de engravidar após tratamento, os dados sobre a astenospermia e sobre os efeitos de infecções são relevantes para a condição do usuário. Portanto, o contexto é considerável para a pergunta feita.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre infecções testiculares, tratamento e fatores que afetam a motilidade dos espermatozoides, que são relevantes para a situação do usuário. Ele menciona complicações como infertilidade, o que se relaciona diretamente com a preocupação do usuário sobre a possibilidade de engravidar sua esposa. Além disso, há detalhes sobre condições que podem causar dores testiculares, o que pode ajudar o usuário a entender melhor seu quadro clínico.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações sobre infecções como clamídia e suas complicações, além de discutir a motilidade dos espermatozoides e fatores que podem afetar a fertilidade. Isso está diretamente relacionado à pergunta do usuário sobre dores no testículo, a possibilidade de infecção e a preocupação com a fertilidade. Portanto, o contexto é relevante para a pergunta.", "nota": 3}
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gostaria de saber se um cisto ovariano pode causar gestação ectópica se sim como ocorre
olá muito prazerexcelente pergunta habitualmente um cisto ovariano não se caracteriza como fator de risco para ocorrência de gestação ectópica porém é importante fazer seguimento ginecológico adequado para avaliar a evolução do mesmo ainda mais se a paciente já está no período de tentativas gestacionais até a próxima
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- ▶ Cistos e tumores do ovário. Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima. Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A. Neste caso, o tumor não impede a parturição. B. Neste caso, assumeas características de tumor prévio. A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial. TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal. Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- Massas ovarianas benignasPorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023Visão Educação para o pacienteMassas ovarianas benignas consistem em cistos funcionais (p. ex., cistos do corpo lúteo) e neoplasias (p. ex., teratomas benignos). A maioria é assintomática; algumas causam dor pélvica. A avaliação inclui exame ginecológico, ultrassonografia transvaginal e, às vezes, mensuração de marcadores tumorais. O tratamento varia de acordo com o tipo de massa; realizam-se cirurgias de cistectomia ou ooforectomia se a massa for sintomática ou houver suspeita de câncer.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Cistos ovarianos ou outras massas ovarianas são um problema ginecológico comum. Cistos funcionais, que se desenvolvem como parte do ciclo menstrual, são comuns e, em geral, desaparecem sem tratamento. Talvez seja necessário remover massas sintomáticas ou que não desaparecem cirurgicamente para serem tratadas e verificadas quanto à presença de câncer de ovário.Cistos ovarianos funcionaisHá 2 tipos de cistos funcionais:Cistos foliculares: esses cistos se desenvolvem dos folículos de Graaf (sacos cheios de líquido que contêm ovos e estão localizados nos ovários).Cistos do corpo lúteo: esses cistos se desenvolvem do corpo lúteo (que se forma a partir do folículo dominante depois da ovulação). Podem sangrar para o interior da cavidade cística, distendendo a cápsula ovariana ou se rompendo no peritônio.A maioria dos cistos funcionais tem 4 cm.Em casos raros, ascite e derrame pleural acompanham fibromas ovarianos; essa tríade de achados é chamada de síndrome de Meigs. Diagnóstico das massas ovarianas benignasUltrassonografia transvaginalÀs vezes, testes para marcadores tumoraisEm geral, as massas são detectadas casualmente durante exame pélvico ou exames de imagem, mas podem ser sugeridas por sinais e sintomas.Realiza-se teste de gravidez para excluir gestação ectópica ou ameaça de aborto em uma paciente com dor pélvica ou sangramento uterino anormal.Em geral, ultrassonografia transvaginal é o exame de primeira linha para confirmar o diagnóstico.Massas com características radiográficas de câncer (p. ex., componentes císticos e sólidos mistos, excrescências na superfície, aparência multilocular, septações espessas, forma irregular) ou acompanhadas de ascite exigem consulta com um especialista e excisão.Realizam-se testes para marcadores tumorais se houver suspeita de câncer de ovário. Em geral, dosa-se a proteína CA 125 em mulheres na pós-menopausa com massa ovariana, mas seu uso em mulheres na pré-menopausa requer julgamento clínico. Esse e outros marcadores tumorais não são confiáveis para o diagnóstico porque não têm sensibilidade, especificidade e valores preditivos adequados. Por exemplo, os valores dos marcadores tumorais podem ser falsamente elevados em mulheres com endometriose, miomas uterinos, peritonite, colecistite, pancreatite, doença inflamatória do intestino ou vários cânceres. Marcadores tumorais são mais bem utilizados para monitorar a resposta ao tratamento nas pacientes com câncer ovariano conhecido Tratamento das massas ovarianas benignasMonitoramento com ultrassonografia transvaginal seriada para acompanhar cistos específicosÀs vezes, cirurgia (cistectomia ou ooforectomia)Muitos cistos funcionais 10 cmOutros tipos de cistos que não podem ser removidos separadamente dos ováriosEm mulheres na pós-menopausa, a maioria dos cistos ou massas, especialmente se tiverem > 5 cmPontos-chaveCistos ovarianos e tumores ovarianos benignos são problemas ginecológicos comuns.Cistos funcionais, que se desenvolvem como parte do ciclo menstrual, tendem a ser pequenos (geralmente Test your KnowledgeTake a Quiz!
A incidência da gravidez ectópica é de 1,5 a 2% das gestações, e é uma patologia que ameaça a vida dapaciente. A frequência é maior em mulheres que já tenham concebido. A gravidez tubária representa > 95% dasectópicas. Em grandes centros, a gravidez extrauterina pode ser considerada a causa mais frequente de decesso dasgestantes e o maior problema de saúde pública, em alguns países (EUA), à vista de sua incidência ascensional eda elevada mortalidade materna (9% de todos os óbitos gestacionais). A gravidez cervical e a gravidez em cicatriz de cesárea, na verdade, constituem tipos de gravidez heterotópica,mas o quadro clínico e o tratamento guardam alguma analogia com a gravidez ectópica e, por isso, são aquiestudadas. Mauriceau, em1694, no seu tratado de Obstetrícia, discute as complicações da ectopia. --- um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205). Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes. --- Cistos ovarianos fetais e neonataisQuase todas as massas ovarianas nessa faixa etária são císticas normalmente identificadas incidentalmente durante exame ultrassonográfico materno no pré-natal. Embora a incidência real dos cistos ovarianos fetais seja desconhecida, há relato de algum grau de desenvolvimento cístico em 30 a 70% dos fetos (Brandt, 1991; Lindeque, 1988). A maioria dos cistos resulta da estimulação hormonal materna na vida intrauterina. Carac-teristicamente são unilaterais, assintomáticos e com tendência a regredir espontaneamente aos quatro meses de idade, sejam eles simples ou complexos. Durante período neonatal e lactância também é possível o desenvolvimento de cistos ovarianos. Nesse caso, os cistos re-sultam da onda de gonadotrofina pós-natal em razão da queda dos hormônios maternos após o nascimento. Em sua maioria, esses cistos são simples, assintomáticos e tendem a regredir ao longo dos meses seguintes. --- EtiologiaLesão das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica (DIP), cirurgia tubária prévia ou gravidez ectópicaanterior são importantes fatores de risco para a ectopia (Tabela 28.1). A concepção com o dispositivo intrauterino(DIU) ou após a ligadura tubária é rara, mas estima-se que 25 a 50% dessas gestações sejam ectópicas. Tem-se atribuído ao uso do DIU o incremento verificado na incidência de gravidez ectópica nos últimos anos. O DIU, provavelmente, não é fator causal direto, mas ao não proteger a paciente da ectopia, como o faz para agravidez intrauterina, aumenta, indiretamente, a incidência da afecção. Em pacientes usuárias de DIU, aproporção de gravidez ectópica/intrauterina é de 1:10, muito mais elevada do que na população geral; a relaçãogravidez ovariana/tubária também está aumentada, 1:10 (esperada 1:200). Tabela 28.1 Fatores de risco para gravidez ectópica. --- Massas ovarianas benignasPorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023Visão Educação para o pacienteMassas ovarianas benignas consistem em cistos funcionais (p. ex., cistos do corpo lúteo) e neoplasias (p. ex., teratomas benignos). A maioria é assintomática; algumas causam dor pélvica. A avaliação inclui exame ginecológico, ultrassonografia transvaginal e, às vezes, mensuração de marcadores tumorais. O tratamento varia de acordo com o tipo de massa; realizam-se cirurgias de cistectomia ou ooforectomia se a massa for sintomática ou houver suspeita de câncer.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Cistos ovarianos ou outras massas ovarianas são um problema ginecológico comum. Cistos funcionais, que se desenvolvem como parte do ciclo menstrual, são comuns e, em geral, desaparecem sem tratamento. Talvez seja necessário remover massas sintomáticas ou que não desaparecem cirurgicamente para serem tratadas e verificadas quanto à presença de câncer de ovário.Cistos ovarianos funcionaisHá 2 tipos de cistos funcionais:Cistos foliculares: esses cistos se desenvolvem dos folículos de Graaf (sacos cheios de líquido que contêm ovos e estão localizados nos ovários).Cistos do corpo lúteo: esses cistos se desenvolvem do corpo lúteo (que se forma a partir do folículo dominante depois da ovulação). Podem sangrar para o interior da cavidade cística, distendendo a cápsula ovariana ou se rompendo no peritônio.A maioria dos cistos funcionais tem 4 cm.Em casos raros, ascite e derrame pleural acompanham fibromas ovarianos; essa tríade de achados é chamada de síndrome de Meigs. Diagnóstico das massas ovarianas benignasUltrassonografia transvaginalÀs vezes, testes para marcadores tumoraisEm geral, as massas são detectadas casualmente durante exame pélvico ou exames de imagem, mas podem ser sugeridas por sinais e sintomas.Realiza-se teste de gravidez para excluir gestação ectópica ou ameaça de aborto em uma paciente com dor pélvica ou sangramento uterino anormal.Em geral, ultrassonografia transvaginal é o exame de primeira linha para confirmar o diagnóstico.Massas com características radiográficas de câncer (p. ex., componentes císticos e sólidos mistos, excrescências na superfície, aparência multilocular, septações espessas, forma irregular) ou acompanhadas de ascite exigem consulta com um especialista e excisão.Realizam-se testes para marcadores tumorais se houver suspeita de câncer de ovário. Em geral, dosa-se a proteína CA 125 em mulheres na pós-menopausa com massa ovariana, mas seu uso em mulheres na pré-menopausa requer julgamento clínico. Esse e outros marcadores tumorais não são confiáveis para o diagnóstico porque não têm sensibilidade, especificidade e valores preditivos adequados. Por exemplo, os valores dos marcadores tumorais podem ser falsamente elevados em mulheres com endometriose, miomas uterinos, peritonite, colecistite, pancreatite, doença inflamatória do intestino ou vários cânceres. Marcadores tumorais são mais bem utilizados para monitorar a resposta ao tratamento nas pacientes com câncer ovariano conhecido Tratamento das massas ovarianas benignasMonitoramento com ultrassonografia transvaginal seriada para acompanhar cistos específicosÀs vezes, cirurgia (cistectomia ou ooforectomia)Muitos cistos funcionais 10 cmOutros tipos de cistos que não podem ser removidos separadamente dos ováriosEm mulheres na pós-menopausa, a maioria dos cistos ou massas, especialmente se tiverem > 5 cmPontos-chaveCistos ovarianos e tumores ovarianos benignos são problemas ginecológicos comuns.Cistos funcionais, que se desenvolvem como parte do ciclo menstrual, tendem a ser pequenos (geralmente Test your KnowledgeTake a Quiz!
{"justificativa": "O contexto apresentado menciona a gravidez ectópica e alguns fatores de risco associados, como lesão das tubas uterinas e cirurgia tubária anterior, mas não aborda especificamente a relação entre cistos ovarianos e gravidez ectópica. Portanto, a informação é parcialmente relevante, mas não responde diretamente à pergunta sobre se um cisto ovariano pode causar gravidez ectópica e como isso ocorre.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a gravidez ectópica, suas causas e fatores de risco, mas não fornece informações diretas sobre a relação entre cistos ovarianos e a ocorrência de gravidez ectópica. Embora mencione que cistos e tumores do ovário podem estar envolvidos em complicações, não esclarece se e como um cisto ovariano especificamente poderia causar uma gestação ectópica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a gravidez ectópica, suas causas e fatores de risco, mas não estabelece uma conexão clara entre cistos ovarianos e a possibilidade de causarem ectopia. Embora mencione que cistos podem estar relacionados a fatores de risco, não aborda diretamente a relação entre eles. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre gravidezes ectópicas e riscos associados, mas não aborda diretamente o papel dos cistos ovarianos em causar gestações ectópicas. Embora mencione que complicações como a ectopia podem ser influenciadas por cistos, não explica como isso ocorre, resultando em relevância moderada.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto menciona a gravidez ectópica e fatores de risco associados, mas não aborda diretamente a relação com cistos ovarianos. A informação sobre cistos ovarianos é limitada e não explica como podem influenciar ou causar uma gravidez ectópica. Portanto, é apenas parcialmente relevante.", "nota": 2} ```
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a gravidez ectópica, mencionando fatores de risco e possíveis complicações, mas não aborda diretamente a relação entre cistos ovarianos e a ocorrência de gestações ectópicas. A relevância é limitada, pois falta uma conexão clara com a pergunta específica sobre cistos ovarianos causarem ectopia.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a gravidez ectópica e fatores de risco associados, mas não aborda diretamente a relação específica entre cistos ovarianos e a gravidez ectópica. Embora mencione a gravidez ectópica e fatores relevantes, a conexão com cistos ovarianos não é clara o suficiente para dar uma resposta completa.", "nota": 2}
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oi me chamo patrícia tenho anos nunca mestruei na vida os médicos diagosniticaran que tenho útero e ovarios infantil tem algum tratamento que posso fazer para engravidar
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretoso seu quadro precisa ser melhor vistovocê tem uma disgenesia gonadal tem alguma alteração genéticaa reposição hormonal pode ser importante para a diferenciação dos caracteres secundários para desenvolvimento psicológico para prevenção de doenças como osteoporose e doenças cardiovascularesse você tiver ovários disgenéticos possivelmente você não tem óvulos e não poderá engravidar com óvulos própriosse você tem o útero você pode engravidar através de doação de óvulosconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento corretos
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada. --- • Para as pacientes que desejam engravidar, as técnicas de re-produção assistida utilizando doação de oócito representam alternativa com bons resultados. Referências1. Webber L, Davies M, Anderson R, Bartlett J, Braat D, Cartwright B, et al.; European Society for Human Reproduction and Embryology (ESHRE) Guideline Group on POI. ESHRE Guideline: management of women with premature ovarian insuffi ciency. Hum Reprod. 2016;31(5):926–37. 2. Luisi S, Orlandini C, Regini C, Pizzo A, Vellucci F, Petraglia F. Premature ovarian insuffi ciency: from pathogenesis to clinical management. J Endocrinol Invest. 2015;38(6):597–603. 3. Chen S, Sawicka J, Betterle C, Powell M, Prentice L, Volpato M, et al. Autoantibodies to steroidogenic enzymes in autoimmune polyglandular syndrome, Addison’s disease, and premature ovarian failure. J Clin Endocrinol Metab. 1996;81(5):1871–6.
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada. --- • Para as pacientes que desejam engravidar, as técnicas de re-produção assistida utilizando doação de oócito representam alternativa com bons resultados. Referências1. Webber L, Davies M, Anderson R, Bartlett J, Braat D, Cartwright B, et al.; European Society for Human Reproduction and Embryology (ESHRE) Guideline Group on POI. ESHRE Guideline: management of women with premature ovarian insuffi ciency. Hum Reprod. 2016;31(5):926–37. 2. Luisi S, Orlandini C, Regini C, Pizzo A, Vellucci F, Petraglia F. Premature ovarian insuffi ciency: from pathogenesis to clinical management. J Endocrinol Invest. 2015;38(6):597–603. 3. Chen S, Sawicka J, Betterle C, Powell M, Prentice L, Volpato M, et al. Autoantibodies to steroidogenic enzymes in autoimmune polyglandular syndrome, Addison’s disease, and premature ovarian failure. J Clin Endocrinol Metab. 1996;81(5):1871–6.
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Fertilização: o que é e como saber se aconteceu O que é: A fertilização é o nome que se dá quando o espermatozoide consegue penetrar no óvulo maduro, que pode ser implantado no útero e resultar na gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A fertilização, também chamada de fecundação, pode ser conseguida naturalmente através da relação sexual durante o período fértil ou em laboratório, sendo então chamada de fertilização in vitro. A fertilização in vitro é uma forma de reprodução assistida indicada quando o casal não consegue engravidar após 1 ano de tentativas, sem o uso de nenhum método contraceptivo. Nela, são colhidos tanto os óvulos maduros da mulher quanto os espermatozoides e após uni-los em laboratório, o embrião é colocado dentro do útero da mulher que deverá levar a gravidez até o fim. Entenda como é feita a fertilização in vitro. Como saber que teve fertilização Caso o óvulo tenha sido fertilizado pelo espermatozoide, a mulher pode apresentar alguns sintomas como cólica abdominal leve, corrimento rosado e seios mais inchados e doloridos. No entanto, nem sempre esses sintomas são presentes. Veja como saber se teve fertilização. Como aumentar as chances de gravidez Para aumentar as chances de gravidez pode-se adotar um estilo de vida mais saudável com menos estresse, boa alimentação, prática de exercícios físicos e tratar outras doenças relacionadas. Além disso, recomenda-se: Aos homens: não usar roupas íntimas muito apertadas, pois abafam a região, aumentando a temperatura dos testículos, sendo nocivo para os espermatozoides; Para o casal: Ter relações dia sim, dia não nos dias que antecedem a menstruação. Se não for possível engravidar tomando todos estes cuidados, a fertilização in vitro poderá ser uma das opções a serem seguidas e esta pode ser realizada em clínicas e em hospitais particulares ou através do SUS, de forma totalmente gratuita. Principais causas da infertilidade As principais causas de infertilidade são: Fumar; Excesso de peso; Alterações hormonais; Complicações de infecções sexualmente transmissíveis, como a clamídia; Endometriose; Ligadura das trompas uterinas; Comprometimento dos espermatozoides, sendo estes poucos, lentos ou anormais; Vasectomia. É importante que seja identificada a causa da infertilidade, pois assim o médico pode indicar a melhor opção de tratamento ou sugerir que seja realizada a reprodução assistida, como a fertilização in vitro, por exemplo. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada.
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Fertilização: o que é e como saber se aconteceu O que é: A fertilização é o nome que se dá quando o espermatozoide consegue penetrar no óvulo maduro, que pode ser implantado no útero e resultar na gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A fertilização, também chamada de fecundação, pode ser conseguida naturalmente através da relação sexual durante o período fértil ou em laboratório, sendo então chamada de fertilização in vitro. A fertilização in vitro é uma forma de reprodução assistida indicada quando o casal não consegue engravidar após 1 ano de tentativas, sem o uso de nenhum método contraceptivo. Nela, são colhidos tanto os óvulos maduros da mulher quanto os espermatozoides e após uni-los em laboratório, o embrião é colocado dentro do útero da mulher que deverá levar a gravidez até o fim. Entenda como é feita a fertilização in vitro. Como saber que teve fertilização Caso o óvulo tenha sido fertilizado pelo espermatozoide, a mulher pode apresentar alguns sintomas como cólica abdominal leve, corrimento rosado e seios mais inchados e doloridos. No entanto, nem sempre esses sintomas são presentes. Veja como saber se teve fertilização. Como aumentar as chances de gravidez Para aumentar as chances de gravidez pode-se adotar um estilo de vida mais saudável com menos estresse, boa alimentação, prática de exercícios físicos e tratar outras doenças relacionadas. Além disso, recomenda-se: Aos homens: não usar roupas íntimas muito apertadas, pois abafam a região, aumentando a temperatura dos testículos, sendo nocivo para os espermatozoides; Para o casal: Ter relações dia sim, dia não nos dias que antecedem a menstruação. Se não for possível engravidar tomando todos estes cuidados, a fertilização in vitro poderá ser uma das opções a serem seguidas e esta pode ser realizada em clínicas e em hospitais particulares ou através do SUS, de forma totalmente gratuita. Principais causas da infertilidade As principais causas de infertilidade são: Fumar; Excesso de peso; Alterações hormonais; Complicações de infecções sexualmente transmissíveis, como a clamídia; Endometriose; Ligadura das trompas uterinas; Comprometimento dos espermatozoides, sendo estes poucos, lentos ou anormais; Vasectomia. É importante que seja identificada a causa da infertilidade, pois assim o médico pode indicar a melhor opção de tratamento ou sugerir que seja realizada a reprodução assistida, como a fertilização in vitro, por exemplo. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada.
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada. --- • Para as pacientes que desejam engravidar, as técnicas de re-produção assistida utilizando doação de oócito representam alternativa com bons resultados. Referências1. Webber L, Davies M, Anderson R, Bartlett J, Braat D, Cartwright B, et al.; European Society for Human Reproduction and Embryology (ESHRE) Guideline Group on POI. ESHRE Guideline: management of women with premature ovarian insuffi ciency. Hum Reprod. 2016;31(5):926–37. 2. Luisi S, Orlandini C, Regini C, Pizzo A, Vellucci F, Petraglia F. Premature ovarian insuffi ciency: from pathogenesis to clinical management. J Endocrinol Invest. 2015;38(6):597–603. 3. Chen S, Sawicka J, Betterle C, Powell M, Prentice L, Volpato M, et al. Autoantibodies to steroidogenic enzymes in autoimmune polyglandular syndrome, Addison’s disease, and premature ovarian failure. J Clin Endocrinol Metab. 1996;81(5):1871–6.
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada. --- • Para as pacientes que desejam engravidar, as técnicas de re-produção assistida utilizando doação de oócito representam alternativa com bons resultados. Referências1. Webber L, Davies M, Anderson R, Bartlett J, Braat D, Cartwright B, et al.; European Society for Human Reproduction and Embryology (ESHRE) Guideline Group on POI. ESHRE Guideline: management of women with premature ovarian insuffi ciency. Hum Reprod. 2016;31(5):926–37. 2. Luisi S, Orlandini C, Regini C, Pizzo A, Vellucci F, Petraglia F. Premature ovarian insuffi ciency: from pathogenesis to clinical management. J Endocrinol Invest. 2015;38(6):597–603. 3. Chen S, Sawicka J, Betterle C, Powell M, Prentice L, Volpato M, et al. Autoantibodies to steroidogenic enzymes in autoimmune polyglandular syndrome, Addison’s disease, and premature ovarian failure. J Clin Endocrinol Metab. 1996;81(5):1871–6.
Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acompanhada por malformações na função do espermatozoi-de, que podem alterar a fertilização, a ICSI deve ser considera-da, caso a TRA seja a modalidade selecionada. --- • Para as pacientes que desejam engravidar, as técnicas de re-produção assistida utilizando doação de oócito representam alternativa com bons resultados. Referências1. Webber L, Davies M, Anderson R, Bartlett J, Braat D, Cartwright B, et al.; European Society for Human Reproduction and Embryology (ESHRE) Guideline Group on POI. ESHRE Guideline: management of women with premature ovarian insuffi ciency. Hum Reprod. 2016;31(5):926–37. 2. Luisi S, Orlandini C, Regini C, Pizzo A, Vellucci F, Petraglia F. Premature ovarian insuffi ciency: from pathogenesis to clinical management. J Endocrinol Invest. 2015;38(6):597–603. 3. Chen S, Sawicka J, Betterle C, Powell M, Prentice L, Volpato M, et al. Autoantibodies to steroidogenic enzymes in autoimmune polyglandular syndrome, Addison’s disease, and premature ovarian failure. J Clin Endocrinol Metab. 1996;81(5):1871–6.
{"justificativa": "O contexto discute tratamentos para amenorreia e aborda explicitamente que o tratamento depende das metas da paciente, como o desejo de engravidar. Também menciona alternativas como técnicas de reprodução assistida e a utilização de doação de óvulos, que são relevantes para a situação de Patrícia.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute amenorreia, tratamentos e opções de fertilidade para mulheres, o que é diretamente relevante para a pergunta de Patrícia sobre engravidar. Ele menciona tratamentos para amenorreia, técnicas de reprodução assistida e o uso de doação de óvulos, todos importantes para seu caso específico.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda amenorreia e opções de tratamento que valorizam o desejo de engravidar, mencionando a fertilização in vitro e explicando a importância de identificar a causa da infertilidade. Essas informações são altamente relevantes para a pergunta da usuária, que busca saber sobre tratamentos para engravidar com o diagnóstico de útero e ovários infantis.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a amenorreia, seu tratamento e menciona a reprodução assistida, como a fertilização in vitro, que é relevante para a possibilidade de engravidar. Embora o contexto não trate diretamente do caso de uma mulher com útero e ovários infantis, as informações sobre tratamento da amenorreia e opções para engravidar são úteis para a pergunta de Patrícia.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre amenorreia e tratamentos relacionados, que são relevantes para a situação da paciente que nunca menstruou e deseja engravidar. Fala sobre a avaliação da função ovariana e opções de tratamento, como tratamentos hormonais e técnicas de reprodução assistida, que podem ser pertinentes ao caso da Patrícia.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda o tratamento da amenorreia e menciona opções para mulheres que desejam engravidar, como a utilização da progesterona e técnicas de reprodução assistida. Essas informações são relevantes para a situação de Patrícia, que enfrenta dificuldades relacionadas à sua condição reprodutiva e busca opções para engravidar.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a amenorreia, tratamentos e opções para mulheres que desejam engravidar, incluindo a utilização de técnicas de reprodução assistida. Isso é altamente relevante para a pergunta de Patrícia, que busca informações sobre a possibilidade de engravidar, dado seu diagnóstico de útero e ovários infantis.", "nota": 3}
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olá estou gravida de s meu colo è feito uma conização não tenho cerclagem sera porque meu obstetra disse que o colo esta fechado mesmo assim posso perder a gravidez
olá se você fez a conização o acompanhamento do comprimento do colo uterino pelo ultrassom transvaginal é importante mesmo que o seu colo uterino esteja fechado ao exame físico do seu médicoconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas faça o prénatal corretamente
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- TratamentoO tratamento é cirúrgico por meio da cerclagem do colo uterino, realizada na gravidez. Há duas técnicas decerclagem vaginal, Shirodkar e McDonald, e uma de cerclagem transabdominal. Apesar de não havercomprovação da superioridade de uma técnica sobre a outra (ACOG, 2014), a técnica de Shirodkar (Figura27.15) está praticamente em desuso e a de McDonald, mais simples, é o procedimento de escolha. A técnica deMcDonald consiste em uma sutura em bolsa no nível da junção cervicovaginal com fio Ethibond 5 (Figura 27.16). A cerclagem deve ser limitada a gestações no 2o trimestre (até 24 semanas), antes da viabilidade fetal(ACOG, 2014). Nem antibióticos nem tocolíticos profiláticos melhoram a eficácia da cerclagem (ACOG, 2014). Certas condutas não cirúrgicas, incluindo restrição da atividade física e repouso no leito e pélvico, não sãoefetivas para o tratamento da insuficiência cervical e devem ser desencorajadas (ACOG, 2014).
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- TratamentoO tratamento é cirúrgico por meio da cerclagem do colo uterino, realizada na gravidez. Há duas técnicas decerclagem vaginal, Shirodkar e McDonald, e uma de cerclagem transabdominal. Apesar de não havercomprovação da superioridade de uma técnica sobre a outra (ACOG, 2014), a técnica de Shirodkar (Figura27.15) está praticamente em desuso e a de McDonald, mais simples, é o procedimento de escolha. A técnica deMcDonald consiste em uma sutura em bolsa no nível da junção cervicovaginal com fio Ethibond 5 (Figura 27.16). A cerclagem deve ser limitada a gestações no 2o trimestre (até 24 semanas), antes da viabilidade fetal(ACOG, 2014). Nem antibióticos nem tocolíticos profiláticos melhoram a eficácia da cerclagem (ACOG, 2014). Certas condutas não cirúrgicas, incluindo restrição da atividade física e repouso no leito e pélvico, não sãoefetivas para o tratamento da insuficiência cervical e devem ser desencorajadas (ACOG, 2014).
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Cerclagem uterina: o que é, como é feita e recuperação O que é: A cerclagem uterina é uma cirurgia indicada para evitar o parto prematuro em mulheres que possuem insuficiência do colo do útero, que é uma dilatação que pode começar ainda no primeiro ou no segundo trimestre de gestação. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Essa cirurgia, também chamada de cerclagem do colo uterino ou cerclagem cervical, é feita pelo obstetra no hospital, por via transvaginal e, em alguns casos, por laparoscopia, podendo ser feita de urgência ou de forma programada pelo obstetra. A cerclagem uterina pode ser oferecida gratuitamente pelo SUS e sua recuperação é rápida mas necessita de alguns cuidados como evitar esforços nos primeiros dias ou contato íntimo nas primeiras semanas, conforme orientação do obstetra. Quando é indicada A cirurgia de cerclagem uterina é indicada para: Insuficiência do colo do útero, de forma a prevenir o risco de parto prematuro ou aborto; Histórico de uma ou mais perdas da gravidez no segundo trimestre relacionada à dilatação do colo do útero indolor ou descolamento prematuro da placenta; Histórico de cerclagem uterina devido à dilatação do colo uterino indolor no segundo trimestre; Colo do útero curto, com menos de 25 milímetros, antes das 24 semanas da gravidez; Histórico de perda espontânea ou parto prematuro com menos de 34 semanas de gestação, devido ao colo do útero curto; Dilatação do colo do útero durante o segundo trimestre da gestação. Além disso, a cerclagem uterina de emergência pode ser indicada pelo obstetra no caso de dilatação do colo do útero avançada, na gravidez com menos de 24 semanas, e com ausência de contrações, infecção intra amniótica ou descolamento da placenta. Quando a cirurgia pode ser feita? Geralmente, a cerclagem uterina é indicada para ser realizada entre as 12 e as 14 semanas de gestação, mas também pode ser feita até as 23 semanas, no caso do exame ginecológico ou o ultrassom mostrarem insuficiência do colo uterino. Entenda melhor o que é insuficiência do colo do útero. A cerclagem só pode ser realizada durante a gravidez e não é indicada para mulheres que ainda não engravidaram, mesmo que já tenham tido abortos anteriores. Se deseja a avaliação de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como se preparar para a cirurgia A cirurgia de cerclagem uterina pode ser feita de emergência, mas também pode ser programada pelo obstetra. Nesse caso, alguns cuidados são importantes para se preparar para a cirurgia, como: Esclarecer com o médico todas as dúvidas sobre a cirurgia, recuperação e riscos para a mulher e para o bebê; Evitar o contato sexual por cerca de 1 semana antes da cirurgia, ou conforme orientado pelo médico; Fazer um ultrassom para verificar os sinais vitais do bebê, como batimentos cardíacos, além de avaliar se o feto tem alguma malformação. Outro exame que o médico pode fazer outros exames como avaliação das secreções do colo do útero e uma amniocentese, para identificar infecções. Saiba como é feita a amniocentese. Como é feita a cirurgia A cirurgia de cerclagem uterina é simples, dura cerca de 20 minutos, e consiste em costurar o colo do útero com alguns pontos, que depois são retirados na 37ª semana de gestação. Essa cirurgia é feita no hospital, com internamento, e antes de iniciar a cirurgia, é administrado soro fisiológico na veia, pelo enfermeiro, para hidratar e administrar medicamentos, caso necessário. A cerclagem uterina é feita com anestesia epidural, sendo geralmente realizada por via transvaginal, no entanto, em alguns casos, o médico pode decidir fazê-la por laparoscopia. Veja como é feita a laparoscopia e recuperação. Como é a recuperação A recuperação após a cirurgia de cerclagem uterina, nos primeiros 1 a 2 dias é feita no hospital, com acompanhamento do obstetra, do anestesista e do enfermeiro. Neste período, o médico pode receitar analgésicos para dor e remédios como o Utrogestan, para impedir as contrações uterinas. Além disso, logo depois da cirurgia, o médico pode fazer uma ultrassonografia para verificar como ficaram os pontos e para avaliar se o bebê está bem. A mulher deve ficar de repouso e evitar o contato íntimo nas primeiras semanas. Além disso, também não é recomendado fazer exercícios, levantar pesos ou fazer grandes esforços, pelo menos nos 3 primeiros dias após a cirurgia. Como fica o parto após a cerclagem Geralmente, a cerclagem é removida por volta das 37 semanas de gravidez, no entanto se o parto for realizado por cesariana, não é necessário remover a cerclagem, já que poderá ser útil numa próxima gravidez. A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento.
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Cerclagem uterina: o que é, como é feita e recuperação O que é: A cerclagem uterina é uma cirurgia indicada para evitar o parto prematuro em mulheres que possuem insuficiência do colo do útero, que é uma dilatação que pode começar ainda no primeiro ou no segundo trimestre de gestação. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Essa cirurgia, também chamada de cerclagem do colo uterino ou cerclagem cervical, é feita pelo obstetra no hospital, por via transvaginal e, em alguns casos, por laparoscopia, podendo ser feita de urgência ou de forma programada pelo obstetra. A cerclagem uterina pode ser oferecida gratuitamente pelo SUS e sua recuperação é rápida mas necessita de alguns cuidados como evitar esforços nos primeiros dias ou contato íntimo nas primeiras semanas, conforme orientação do obstetra. Quando é indicada A cirurgia de cerclagem uterina é indicada para: Insuficiência do colo do útero, de forma a prevenir o risco de parto prematuro ou aborto; Histórico de uma ou mais perdas da gravidez no segundo trimestre relacionada à dilatação do colo do útero indolor ou descolamento prematuro da placenta; Histórico de cerclagem uterina devido à dilatação do colo uterino indolor no segundo trimestre; Colo do útero curto, com menos de 25 milímetros, antes das 24 semanas da gravidez; Histórico de perda espontânea ou parto prematuro com menos de 34 semanas de gestação, devido ao colo do útero curto; Dilatação do colo do útero durante o segundo trimestre da gestação. Além disso, a cerclagem uterina de emergência pode ser indicada pelo obstetra no caso de dilatação do colo do útero avançada, na gravidez com menos de 24 semanas, e com ausência de contrações, infecção intra amniótica ou descolamento da placenta. Quando a cirurgia pode ser feita? Geralmente, a cerclagem uterina é indicada para ser realizada entre as 12 e as 14 semanas de gestação, mas também pode ser feita até as 23 semanas, no caso do exame ginecológico ou o ultrassom mostrarem insuficiência do colo uterino. Entenda melhor o que é insuficiência do colo do útero. A cerclagem só pode ser realizada durante a gravidez e não é indicada para mulheres que ainda não engravidaram, mesmo que já tenham tido abortos anteriores. Se deseja a avaliação de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como se preparar para a cirurgia A cirurgia de cerclagem uterina pode ser feita de emergência, mas também pode ser programada pelo obstetra. Nesse caso, alguns cuidados são importantes para se preparar para a cirurgia, como: Esclarecer com o médico todas as dúvidas sobre a cirurgia, recuperação e riscos para a mulher e para o bebê; Evitar o contato sexual por cerca de 1 semana antes da cirurgia, ou conforme orientado pelo médico; Fazer um ultrassom para verificar os sinais vitais do bebê, como batimentos cardíacos, além de avaliar se o feto tem alguma malformação. Outro exame que o médico pode fazer outros exames como avaliação das secreções do colo do útero e uma amniocentese, para identificar infecções. Saiba como é feita a amniocentese. Como é feita a cirurgia A cirurgia de cerclagem uterina é simples, dura cerca de 20 minutos, e consiste em costurar o colo do útero com alguns pontos, que depois são retirados na 37ª semana de gestação. Essa cirurgia é feita no hospital, com internamento, e antes de iniciar a cirurgia, é administrado soro fisiológico na veia, pelo enfermeiro, para hidratar e administrar medicamentos, caso necessário. A cerclagem uterina é feita com anestesia epidural, sendo geralmente realizada por via transvaginal, no entanto, em alguns casos, o médico pode decidir fazê-la por laparoscopia. Veja como é feita a laparoscopia e recuperação. Como é a recuperação A recuperação após a cirurgia de cerclagem uterina, nos primeiros 1 a 2 dias é feita no hospital, com acompanhamento do obstetra, do anestesista e do enfermeiro. Neste período, o médico pode receitar analgésicos para dor e remédios como o Utrogestan, para impedir as contrações uterinas. Além disso, logo depois da cirurgia, o médico pode fazer uma ultrassonografia para verificar como ficaram os pontos e para avaliar se o bebê está bem. A mulher deve ficar de repouso e evitar o contato íntimo nas primeiras semanas. Além disso, também não é recomendado fazer exercícios, levantar pesos ou fazer grandes esforços, pelo menos nos 3 primeiros dias após a cirurgia. Como fica o parto após a cerclagem Geralmente, a cerclagem é removida por volta das 37 semanas de gravidez, no entanto se o parto for realizado por cesariana, não é necessário remover a cerclagem, já que poderá ser útil numa próxima gravidez. A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento.
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- TratamentoO tratamento é cirúrgico por meio da cerclagem do colo uterino, realizada na gravidez. Há duas técnicas decerclagem vaginal, Shirodkar e McDonald, e uma de cerclagem transabdominal. Apesar de não havercomprovação da superioridade de uma técnica sobre a outra (ACOG, 2014), a técnica de Shirodkar (Figura27.15) está praticamente em desuso e a de McDonald, mais simples, é o procedimento de escolha. A técnica deMcDonald consiste em uma sutura em bolsa no nível da junção cervicovaginal com fio Ethibond 5 (Figura 27.16). A cerclagem deve ser limitada a gestações no 2o trimestre (até 24 semanas), antes da viabilidade fetal(ACOG, 2014). Nem antibióticos nem tocolíticos profiláticos melhoram a eficácia da cerclagem (ACOG, 2014). Certas condutas não cirúrgicas, incluindo restrição da atividade física e repouso no leito e pélvico, não sãoefetivas para o tratamento da insuficiência cervical e devem ser desencorajadas (ACOG, 2014).
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- TratamentoO tratamento é cirúrgico por meio da cerclagem do colo uterino, realizada na gravidez. Há duas técnicas decerclagem vaginal, Shirodkar e McDonald, e uma de cerclagem transabdominal. Apesar de não havercomprovação da superioridade de uma técnica sobre a outra (ACOG, 2014), a técnica de Shirodkar (Figura27.15) está praticamente em desuso e a de McDonald, mais simples, é o procedimento de escolha. A técnica deMcDonald consiste em uma sutura em bolsa no nível da junção cervicovaginal com fio Ethibond 5 (Figura 27.16). A cerclagem deve ser limitada a gestações no 2o trimestre (até 24 semanas), antes da viabilidade fetal(ACOG, 2014). Nem antibióticos nem tocolíticos profiláticos melhoram a eficácia da cerclagem (ACOG, 2014). Certas condutas não cirúrgicas, incluindo restrição da atividade física e repouso no leito e pélvico, não sãoefetivas para o tratamento da insuficiência cervical e devem ser desencorajadas (ACOG, 2014).
▶ Cerclagem história-indicada. A história de uma ou mais perdas gestacionais, com quadro clinico deinsuficiência cervical, compõe o grupo de mulheres que se beneficiarão da cerclagem história-indicada (ACOG,2014) (Figura 27.17). A cirurgia deve ser realizada entre 12 e 14 semanas de gravidez, após a ultrassonografiarevelar feto vivo e sem anomalias (SOGC, 2013). ▶ Cerclagem ultrassonografia-indicada. Após uma perda fetal, com o quadro clínico de insuficiência cervical,está indicado o exame transvaginal do colo uterino a partir de 16 a 24 semanas da gravidez. O colo < 25 mmindica a cerclagem ultrassonografia-indicada, também denominada terapêutica (SOGC, 2013; ACOG, 2014)(Figura 27.17). ▶ Cerclagem de emergência. Está indicada, até 24 semanas da gestação, em pacientes com dilatação cervical< 4 cm e herniação das membranas, sem contração e/ou parto, afastada a infecção intramniótica (cerclagemexame-indicada) (SOGC, 2013; ACOG, 2014) (Figura 27.17). ▶ Cerclagem transabdominal. --- Recomendações finais sobre a cerclagem (Berguella et al., 2013)Deve-se sugerir uma ultrassonografia antes da cerclagem para assegurar a viabilidade fetal, confirmar a idadeda gravidez e avaliar a anatomia do feto para afastar anomalias estruturais maioresUtilizar anestesia espinal e não geralProceder à técnica de McDonald com a colocação da sutura a mais elevada possívelRealizar a cirurgia com a alta da paciente no mesmo diaNos casos de conização extensa do colo do útero, pode estar indicado o pessário de Arabin associado àprogesterona, tendo em vista que a cerclagem não trouxe resultados animadores. Polycystic ovarian morphology with regular ovulatory cycles:insights into the pathology of polycystics ovarian syndrome. J Clin Endocrinol Metabol 2004; 89: 4343. Alijotas-Reig R, Garrido-Gimenez C. Current concepts and new trends in the diagnosis and management ofrecurrent miscarriage. Obstet Gynecol Survey 2013; 68: 445. --- Anatomia da região. B. Fita cardíaca pela zonaavasculada, mostrando-se esboçado o nó de aproximação. (Adaptada de O’Grady, Gimovsky, 1995.)Contraindicações para a cerclagemNa ausência de parto pré-termo anterior, colo curto identificado no 2o trimestre não é diagnóstico deinsuficiência cervical e a cerclagem não está indicada nesse cenário. A progesterona vaginal é recomendadacomo opção para reduzir o risco de parto pré-termo em mulheres assintomáticas com gravidez única, sem históriade parto pré-termo e colo ≥ 20 mm identificado entre 16 e 24 semanas (ACOG, 2014). Na gravidez gemelar, a cerclagem pode aumentar o risco de parto pré-termo e, mesmo que a ultrassonografiaidentifique colo < 25 mm, ela deve ser evitada (ACOG, 2014). ComplicaçõesNo geral, o risco de complicações com a cerclagem é pequeno. São relacionados: ruptura das membranas,corioamnionite, laceração cervical e deslocamento da sutura (ACOG, 2014). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- TratamentoO tratamento é cirúrgico por meio da cerclagem do colo uterino, realizada na gravidez. Há duas técnicas decerclagem vaginal, Shirodkar e McDonald, e uma de cerclagem transabdominal. Apesar de não havercomprovação da superioridade de uma técnica sobre a outra (ACOG, 2014), a técnica de Shirodkar (Figura27.15) está praticamente em desuso e a de McDonald, mais simples, é o procedimento de escolha. A técnica deMcDonald consiste em uma sutura em bolsa no nível da junção cervicovaginal com fio Ethibond 5 (Figura 27.16). A cerclagem deve ser limitada a gestações no 2o trimestre (até 24 semanas), antes da viabilidade fetal(ACOG, 2014). Nem antibióticos nem tocolíticos profiláticos melhoram a eficácia da cerclagem (ACOG, 2014). Certas condutas não cirúrgicas, incluindo restrição da atividade física e repouso no leito e pélvico, não sãoefetivas para o tratamento da insuficiência cervical e devem ser desencorajadas (ACOG, 2014).
{"justificativa": "O contexto aborda a cerclagem do colo uterino, as indicações e complicações associadas, assim como a conização. Embora a gravidez e a preocupação com a perda sejam mencionadas na pergunta do usuário, o documento não discute diretamente o caso específico da paciente que não tem cerclagem e que está na situação de risco. Portanto, ele tem alguma relação, mas não é totalmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa a cerclagem cervical e suas indicações, além de descrever o manejo de situações relacionadas à insuficiência cervical, o que se relaciona diretamente com a pergunta sobre o estado do colo uterino durante a gestação e o risco de perder a gravidez. Portanto, é relevante para entender as preocupações da usuária.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre cerclagem, incluindo seus indicações, procedimentos e circunstâncias em que pode ser relevante. Embora a pergunta do usuário mencione a conização e a questão de perda da gravidez, o foco do contexto é na cerclagem, que está relacionada, mas não aborda diretamente a situação específica da usuária. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre cerclagem uterina, suas indicações, procedimentos e potenciais complicações, que podem ajudar a entender a situação do usuário em relação ao colo do útero e à gravidez. Há informações que se conectam à pergunta sobre o fechamento do colo e o risco de perda da gravidez, embora não abordem diretamente a situação de conização sem cerclagem.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute cerclagem e insuficiência cervical, que são relevantes para entender a situação da usuária, já que ela mencionou que seu colo está fechado e não tem cerclagem. No entanto, não aborda diretamente a preocupação sobre perder a gravidez sem cerclagem, o que limita um pouco a relevância. Assim, o contexto possui alguma relação, mas não fornece informações específicas sobre a situação apresentada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a cerclagem cervical e a gestão de gestantes com histórico de insuficiência cervical ou conização. Embora forneça informações relevantes sobre os métodos e indicações para cerclagem, não aborda diretamente a situação específica da usuária sobre a condição do colo uterino fechado e os riscos de perda da gravidez, o que diminui sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre cerclagem, insuficiência cervical, e suas indicações, que são diretamente relevantes para a situação da usuária. Ele discute a importância do colo uterino estar fechado e menciona as circunstâncias nas quais a cerclagem é indicada, o que pode ajudar a esclarecer as preocupações da usuária sobre o risco de perda da gravidez.", "nota": 3}
24,735
tomei a injeção contracept dia de março hoje já e dia de abril e ainda estou menstruada é normal isso se não o que fazer que remédio posso tomar
olá nunca inicie uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta a sua anticoncepção agende a sua consulta faça os seus exames de rotina não corra o risco de uma gravidez indesejadadurante o uso da injeção trimestral você ficará a maior parte do tempo sem menstruar os escapes menstruais poderão ocorrer eventualmente principalmente nos primeiros meses o seu médico não deverá prometer que você ficará do tempo sem menstruaras mulheres com miomas pólipos adenomiose e infecção podem ter mais escapes menstruaisexistem medicações que podem reduzir ou cessar o seu sangramento como anticoncepcional antiinflamatórios e antifibrinolíticoso risco de falha da injeção trimestral é de gravidezes a cada mulheres por ano risco de desde que você esteja usando corretamente
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- IntroduçãoA anticoncepção moderna ofereceu à humanidade um avanço inestimável na qualidade de vida, principalmente, às mulheres, que, hoje, conseguem planejar quando e se querem engravidar. O advento do anticoncepcional hormonal combinado (AHC), que marca o início dessa nova fase da anticoncepção, é resultado da associação entre um componente estrogênico e outro progestogê -nico, sendo esse último o principal responsável pela eficácia con -traceptiva, visto que provoca anovulação por inibição do eixo hi -potálamo-hipófise-ovariano. Os AHCs podem ser administrados por várias vias, sendo o contraceptivo oral combinado (COC) o 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. 2Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil. 3Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. *Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Ginecologia nº 69, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos4Protocolos Febrasgo | Nº69 | 2018e está associado a benefícios não contraceptivos, como alívio dos sintomas menstruais e, até mesmo, diminuição no risco de câncer de ovário e endométrio. ClassificaçãoPodemos classificar os AHCs de acordo com sua forma de ad -ministração, resultando em quatro grupos: injetável, vaginal, transdérmico e oral. Com exceção da via injetável, as outras apresentam a vantagem de não dependerem de um profissional da saúde para seu uso. O anel vaginal disponível no Brasil libe -ra etonogestrel (120 µg/dia) e etinilestradiol (EE) (15 µg/dia). (2) O adesivo libera EE (20 µg/dia) e norelgestromin (150 µg/dia), e é a única formulação de AHC transdérmico acessível em todo o mundo. (3) Utilizados mensalmente, dois AHC injetáveis foram extensamente estudados pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Reprodução Humana (HRP) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um deles é composto de 5 mg de valerato de estradiol e 50 mg de enantanto de noretis -terona e outro, 5 mg de cipionato de estradiol e 25 mg de acetato de medroxiprogesterona. (4) Os contraceptivos orais combinados (COC) apresentam grande variabilidade de formulações. O com -ponente estrogênico mais comum é o EE, utilizado em doses que variam entre 35 µg e 15 µg. Há duas formulações mais recentes compostas por estrógenos naturais. Existe uma grande variabili -dade de progestagênios, o que classifica os COCs em gerações e são os responsáveis, na maioria das vezes, pelos benefícios não contraceptivos associados aos AHC (Quadro 1). 5Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018Primeira COC com dose de EE ≥ 50 mcg associado a um dos progestagênios: noretindrona, noretisterona, linestrol ou noretinodrelSegunda COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: levonorgestrel ou norgestrelTerceira COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: gestodeno, desogestrel ou norgestimatoSem classificação COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: drospirenona*, clormadinona* e ciproterona. Os COCs com estrogênio natural entrariam no grupo sem classificação. --- • Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- Anticoncepção oral O anticoncepcional hormonal oral que apresenta apenas o compo-nente progestagênico pode ser constituído de levonorgestrel, de-sogestrel, noretisterona ou linistrenol (Quadro 2). O contraceptivo com desogestrel (75 mcg) apresenta maior e/f_i cácia quando compa-rado aos outros progestagênios, semelhante à obtida com o uso dos hormonais combinados.(22) Os anticoncepcionais orais contendo apenas progestagênio são de uso contínuo, sem interrupção entre as cartelas, com tomada de um comprimido por dia. --- (21) O mesmo resultado foi observado com a formulação de valerato de estradiol e dienogeste em regime de pausa curta (26 dias).(22) Os índices de falha dos métodos contraceptivos e suas taxas de continuidade estão expostos na Tabela 1.(17)54métodos índice de PearlafalHa de uso (efetividade)acontinuidadeb (%)nÃo ReveRsÍveisesterilização Ligadura tubária VasectomiaReveRsÍveis1. Contracepção hormonal COC POP c Injetáveis combinados Injetável trimestral -DMPA implante de etonogestrel Adesivos transdérmicos Anel vaginal 2. dispositivo intrauterino (diu) TCu380A SIU 3. Métodos de barreira Condom Diafragma Capuz cervical Espermicida4. Métodos comportamentais Ritmo (Ogino-Knaus) Muco cervical Sintotérmico Coito interrompido Ducha vaginal0,040,010,010,4<1,00,70,650,3-0,50,5-1,02,02,02,03,02,03,510-19160,15-0,50,02960,050,880,30,14181217-2328241232-4578-9178816028-2628-26{aNúmero de gestações/100 mulheres/ano; bContinuidade de uso do método após um ano;cAnticoncepcional oral só com progestógeno (Progestagen only pill).
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- IntroduçãoA anticoncepção moderna ofereceu à humanidade um avanço inestimável na qualidade de vida, principalmente, às mulheres, que, hoje, conseguem planejar quando e se querem engravidar. O advento do anticoncepcional hormonal combinado (AHC), que marca o início dessa nova fase da anticoncepção, é resultado da associação entre um componente estrogênico e outro progestogê -nico, sendo esse último o principal responsável pela eficácia con -traceptiva, visto que provoca anovulação por inibição do eixo hi -potálamo-hipófise-ovariano. Os AHCs podem ser administrados por várias vias, sendo o contraceptivo oral combinado (COC) o 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. 2Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil. 3Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. *Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Ginecologia nº 69, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos4Protocolos Febrasgo | Nº69 | 2018e está associado a benefícios não contraceptivos, como alívio dos sintomas menstruais e, até mesmo, diminuição no risco de câncer de ovário e endométrio. ClassificaçãoPodemos classificar os AHCs de acordo com sua forma de ad -ministração, resultando em quatro grupos: injetável, vaginal, transdérmico e oral. Com exceção da via injetável, as outras apresentam a vantagem de não dependerem de um profissional da saúde para seu uso. O anel vaginal disponível no Brasil libe -ra etonogestrel (120 µg/dia) e etinilestradiol (EE) (15 µg/dia). (2) O adesivo libera EE (20 µg/dia) e norelgestromin (150 µg/dia), e é a única formulação de AHC transdérmico acessível em todo o mundo. (3) Utilizados mensalmente, dois AHC injetáveis foram extensamente estudados pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Reprodução Humana (HRP) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um deles é composto de 5 mg de valerato de estradiol e 50 mg de enantanto de noretis -terona e outro, 5 mg de cipionato de estradiol e 25 mg de acetato de medroxiprogesterona. (4) Os contraceptivos orais combinados (COC) apresentam grande variabilidade de formulações. O com -ponente estrogênico mais comum é o EE, utilizado em doses que variam entre 35 µg e 15 µg. Há duas formulações mais recentes compostas por estrógenos naturais. Existe uma grande variabili -dade de progestagênios, o que classifica os COCs em gerações e são os responsáveis, na maioria das vezes, pelos benefícios não contraceptivos associados aos AHC (Quadro 1). 5Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018Primeira COC com dose de EE ≥ 50 mcg associado a um dos progestagênios: noretindrona, noretisterona, linestrol ou noretinodrelSegunda COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: levonorgestrel ou norgestrelTerceira COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: gestodeno, desogestrel ou norgestimatoSem classificação COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: drospirenona*, clormadinona* e ciproterona. Os COCs com estrogênio natural entrariam no grupo sem classificação. --- • Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- Anticoncepção oral O anticoncepcional hormonal oral que apresenta apenas o compo-nente progestagênico pode ser constituído de levonorgestrel, de-sogestrel, noretisterona ou linistrenol (Quadro 2). O contraceptivo com desogestrel (75 mcg) apresenta maior e/f_i cácia quando compa-rado aos outros progestagênios, semelhante à obtida com o uso dos hormonais combinados.(22) Os anticoncepcionais orais contendo apenas progestagênio são de uso contínuo, sem interrupção entre as cartelas, com tomada de um comprimido por dia. --- (21) O mesmo resultado foi observado com a formulação de valerato de estradiol e dienogeste em regime de pausa curta (26 dias).(22) Os índices de falha dos métodos contraceptivos e suas taxas de continuidade estão expostos na Tabela 1.(17)54métodos índice de PearlafalHa de uso (efetividade)acontinuidadeb (%)nÃo ReveRsÍveisesterilização Ligadura tubária VasectomiaReveRsÍveis1. Contracepção hormonal COC POP c Injetáveis combinados Injetável trimestral -DMPA implante de etonogestrel Adesivos transdérmicos Anel vaginal 2. dispositivo intrauterino (diu) TCu380A SIU 3. Métodos de barreira Condom Diafragma Capuz cervical Espermicida4. Métodos comportamentais Ritmo (Ogino-Knaus) Muco cervical Sintotérmico Coito interrompido Ducha vaginal0,040,010,010,4<1,00,70,650,3-0,50,5-1,02,02,02,03,02,03,510-19160,15-0,50,02960,050,880,30,14181217-2328241232-4578-9178816028-2628-26{aNúmero de gestações/100 mulheres/ano; bContinuidade de uso do método após um ano;cAnticoncepcional oral só com progestógeno (Progestagen only pill).
Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo regularmente ou de acordo com as orientações do médico, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar um método que seja mais adequado para você. --- Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo. --- Tomo anticoncepcional e a menstruação não veio, posso estar grávida? “Tomo anticoncepcional mas a menstruação não veio quando deveria, posso estar grávida?” Caso tenha ocorrido alguma irregularidade no uso do anticoncepcional existe o risco de gravidez, mas caso o uso do anticoncepcional tenha sido correto, sem nenhuma falha, dificilmente você pode estar grávida. É um efeito adverso comum dos anticoncepcionais hormonais causarem irregularidade menstrual, diminuição do fluxo menstrual ou a total ausência da menstruação (amenorreia). Uso irregular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se você tomou o anticoncepcional de forma irregular, esqueceu de tomar a pílula ou ainda apresentou diarreia, vômitos, ou usou algum medicamento que interfere na eficácia da pílula (rifampicina, anticonvulsivantes, barbitúricos ou antirretrovirais), pode estar grávida. Caso a menstruação se mantenha atrasada por mais de 15 dias, realize um teste de gravidez para confirmar ou afastar essa hipótese e, se a dúvida persistir, consulte um médico para uma avaliação. Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças. --- Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura. --- Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo regularmente ou de acordo com as orientações do médico, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar um método que seja mais adequado para você. --- Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo. --- Tomo anticoncepcional e a menstruação não veio, posso estar grávida? “Tomo anticoncepcional mas a menstruação não veio quando deveria, posso estar grávida?” Caso tenha ocorrido alguma irregularidade no uso do anticoncepcional existe o risco de gravidez, mas caso o uso do anticoncepcional tenha sido correto, sem nenhuma falha, dificilmente você pode estar grávida. É um efeito adverso comum dos anticoncepcionais hormonais causarem irregularidade menstrual, diminuição do fluxo menstrual ou a total ausência da menstruação (amenorreia). Uso irregular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se você tomou o anticoncepcional de forma irregular, esqueceu de tomar a pílula ou ainda apresentou diarreia, vômitos, ou usou algum medicamento que interfere na eficácia da pílula (rifampicina, anticonvulsivantes, barbitúricos ou antirretrovirais), pode estar grávida. Caso a menstruação se mantenha atrasada por mais de 15 dias, realize um teste de gravidez para confirmar ou afastar essa hipótese e, se a dúvida persistir, consulte um médico para uma avaliação. Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças. --- Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura. --- Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- IntroduçãoA anticoncepção moderna ofereceu à humanidade um avanço inestimável na qualidade de vida, principalmente, às mulheres, que, hoje, conseguem planejar quando e se querem engravidar. O advento do anticoncepcional hormonal combinado (AHC), que marca o início dessa nova fase da anticoncepção, é resultado da associação entre um componente estrogênico e outro progestogê -nico, sendo esse último o principal responsável pela eficácia con -traceptiva, visto que provoca anovulação por inibição do eixo hi -potálamo-hipófise-ovariano. Os AHCs podem ser administrados por várias vias, sendo o contraceptivo oral combinado (COC) o 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. 2Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil. 3Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. *Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Ginecologia nº 69, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos4Protocolos Febrasgo | Nº69 | 2018e está associado a benefícios não contraceptivos, como alívio dos sintomas menstruais e, até mesmo, diminuição no risco de câncer de ovário e endométrio. ClassificaçãoPodemos classificar os AHCs de acordo com sua forma de ad -ministração, resultando em quatro grupos: injetável, vaginal, transdérmico e oral. Com exceção da via injetável, as outras apresentam a vantagem de não dependerem de um profissional da saúde para seu uso. O anel vaginal disponível no Brasil libe -ra etonogestrel (120 µg/dia) e etinilestradiol (EE) (15 µg/dia). (2) O adesivo libera EE (20 µg/dia) e norelgestromin (150 µg/dia), e é a única formulação de AHC transdérmico acessível em todo o mundo. (3) Utilizados mensalmente, dois AHC injetáveis foram extensamente estudados pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Reprodução Humana (HRP) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um deles é composto de 5 mg de valerato de estradiol e 50 mg de enantanto de noretis -terona e outro, 5 mg de cipionato de estradiol e 25 mg de acetato de medroxiprogesterona. (4) Os contraceptivos orais combinados (COC) apresentam grande variabilidade de formulações. O com -ponente estrogênico mais comum é o EE, utilizado em doses que variam entre 35 µg e 15 µg. Há duas formulações mais recentes compostas por estrógenos naturais. Existe uma grande variabili -dade de progestagênios, o que classifica os COCs em gerações e são os responsáveis, na maioria das vezes, pelos benefícios não contraceptivos associados aos AHC (Quadro 1). 5Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018Primeira COC com dose de EE ≥ 50 mcg associado a um dos progestagênios: noretindrona, noretisterona, linestrol ou noretinodrelSegunda COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: levonorgestrel ou norgestrelTerceira COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: gestodeno, desogestrel ou norgestimatoSem classificação COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: drospirenona*, clormadinona* e ciproterona. Os COCs com estrogênio natural entrariam no grupo sem classificação. --- • Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- Anticoncepção oral O anticoncepcional hormonal oral que apresenta apenas o compo-nente progestagênico pode ser constituído de levonorgestrel, de-sogestrel, noretisterona ou linistrenol (Quadro 2). O contraceptivo com desogestrel (75 mcg) apresenta maior e/f_i cácia quando compa-rado aos outros progestagênios, semelhante à obtida com o uso dos hormonais combinados.(22) Os anticoncepcionais orais contendo apenas progestagênio são de uso contínuo, sem interrupção entre as cartelas, com tomada de um comprimido por dia. --- (21) O mesmo resultado foi observado com a formulação de valerato de estradiol e dienogeste em regime de pausa curta (26 dias).(22) Os índices de falha dos métodos contraceptivos e suas taxas de continuidade estão expostos na Tabela 1.(17)54métodos índice de PearlafalHa de uso (efetividade)acontinuidadeb (%)nÃo ReveRsÍveisesterilização Ligadura tubária VasectomiaReveRsÍveis1. Contracepção hormonal COC POP c Injetáveis combinados Injetável trimestral -DMPA implante de etonogestrel Adesivos transdérmicos Anel vaginal 2. dispositivo intrauterino (diu) TCu380A SIU 3. Métodos de barreira Condom Diafragma Capuz cervical Espermicida4. Métodos comportamentais Ritmo (Ogino-Knaus) Muco cervical Sintotérmico Coito interrompido Ducha vaginal0,040,010,010,4<1,00,70,650,3-0,50,5-1,02,02,02,03,02,03,510-19160,15-0,50,02960,050,880,30,14181217-2328241232-4578-9178816028-2628-26{aNúmero de gestações/100 mulheres/ano; bContinuidade de uso do método após um ano;cAnticoncepcional oral só com progestógeno (Progestagen only pill).
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- IntroduçãoA anticoncepção moderna ofereceu à humanidade um avanço inestimável na qualidade de vida, principalmente, às mulheres, que, hoje, conseguem planejar quando e se querem engravidar. O advento do anticoncepcional hormonal combinado (AHC), que marca o início dessa nova fase da anticoncepção, é resultado da associação entre um componente estrogênico e outro progestogê -nico, sendo esse último o principal responsável pela eficácia con -traceptiva, visto que provoca anovulação por inibição do eixo hi -potálamo-hipófise-ovariano. Os AHCs podem ser administrados por várias vias, sendo o contraceptivo oral combinado (COC) o 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. 2Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil. 3Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. *Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Ginecologia nº 69, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos4Protocolos Febrasgo | Nº69 | 2018e está associado a benefícios não contraceptivos, como alívio dos sintomas menstruais e, até mesmo, diminuição no risco de câncer de ovário e endométrio. ClassificaçãoPodemos classificar os AHCs de acordo com sua forma de ad -ministração, resultando em quatro grupos: injetável, vaginal, transdérmico e oral. Com exceção da via injetável, as outras apresentam a vantagem de não dependerem de um profissional da saúde para seu uso. O anel vaginal disponível no Brasil libe -ra etonogestrel (120 µg/dia) e etinilestradiol (EE) (15 µg/dia). (2) O adesivo libera EE (20 µg/dia) e norelgestromin (150 µg/dia), e é a única formulação de AHC transdérmico acessível em todo o mundo. (3) Utilizados mensalmente, dois AHC injetáveis foram extensamente estudados pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Reprodução Humana (HRP) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um deles é composto de 5 mg de valerato de estradiol e 50 mg de enantanto de noretis -terona e outro, 5 mg de cipionato de estradiol e 25 mg de acetato de medroxiprogesterona. (4) Os contraceptivos orais combinados (COC) apresentam grande variabilidade de formulações. O com -ponente estrogênico mais comum é o EE, utilizado em doses que variam entre 35 µg e 15 µg. Há duas formulações mais recentes compostas por estrógenos naturais. Existe uma grande variabili -dade de progestagênios, o que classifica os COCs em gerações e são os responsáveis, na maioria das vezes, pelos benefícios não contraceptivos associados aos AHC (Quadro 1). 5Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018Primeira COC com dose de EE ≥ 50 mcg associado a um dos progestagênios: noretindrona, noretisterona, linestrol ou noretinodrelSegunda COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: levonorgestrel ou norgestrelTerceira COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: gestodeno, desogestrel ou norgestimatoSem classificação COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: drospirenona*, clormadinona* e ciproterona. Os COCs com estrogênio natural entrariam no grupo sem classificação. --- • Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- Anticoncepção oral O anticoncepcional hormonal oral que apresenta apenas o compo-nente progestagênico pode ser constituído de levonorgestrel, de-sogestrel, noretisterona ou linistrenol (Quadro 2). O contraceptivo com desogestrel (75 mcg) apresenta maior e/f_i cácia quando compa-rado aos outros progestagênios, semelhante à obtida com o uso dos hormonais combinados.(22) Os anticoncepcionais orais contendo apenas progestagênio são de uso contínuo, sem interrupção entre as cartelas, com tomada de um comprimido por dia. --- (21) O mesmo resultado foi observado com a formulação de valerato de estradiol e dienogeste em regime de pausa curta (26 dias).(22) Os índices de falha dos métodos contraceptivos e suas taxas de continuidade estão expostos na Tabela 1.(17)54métodos índice de PearlafalHa de uso (efetividade)acontinuidadeb (%)nÃo ReveRsÍveisesterilização Ligadura tubária VasectomiaReveRsÍveis1. Contracepção hormonal COC POP c Injetáveis combinados Injetável trimestral -DMPA implante de etonogestrel Adesivos transdérmicos Anel vaginal 2. dispositivo intrauterino (diu) TCu380A SIU 3. Métodos de barreira Condom Diafragma Capuz cervical Espermicida4. Métodos comportamentais Ritmo (Ogino-Knaus) Muco cervical Sintotérmico Coito interrompido Ducha vaginal0,040,010,010,4<1,00,70,650,3-0,50,5-1,02,02,02,03,02,03,510-19160,15-0,50,02960,050,880,30,14181217-2328241232-4578-9178816028-2628-26{aNúmero de gestações/100 mulheres/ano; bContinuidade de uso do método após um ano;cAnticoncepcional oral só com progestógeno (Progestagen only pill).
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- IntroduçãoA anticoncepção moderna ofereceu à humanidade um avanço inestimável na qualidade de vida, principalmente, às mulheres, que, hoje, conseguem planejar quando e se querem engravidar. O advento do anticoncepcional hormonal combinado (AHC), que marca o início dessa nova fase da anticoncepção, é resultado da associação entre um componente estrogênico e outro progestogê -nico, sendo esse último o principal responsável pela eficácia con -traceptiva, visto que provoca anovulação por inibição do eixo hi -potálamo-hipófise-ovariano. Os AHCs podem ser administrados por várias vias, sendo o contraceptivo oral combinado (COC) o 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. 2Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil. 3Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. *Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Ginecologia nº 69, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos4Protocolos Febrasgo | Nº69 | 2018e está associado a benefícios não contraceptivos, como alívio dos sintomas menstruais e, até mesmo, diminuição no risco de câncer de ovário e endométrio. ClassificaçãoPodemos classificar os AHCs de acordo com sua forma de ad -ministração, resultando em quatro grupos: injetável, vaginal, transdérmico e oral. Com exceção da via injetável, as outras apresentam a vantagem de não dependerem de um profissional da saúde para seu uso. O anel vaginal disponível no Brasil libe -ra etonogestrel (120 µg/dia) e etinilestradiol (EE) (15 µg/dia). (2) O adesivo libera EE (20 µg/dia) e norelgestromin (150 µg/dia), e é a única formulação de AHC transdérmico acessível em todo o mundo. (3) Utilizados mensalmente, dois AHC injetáveis foram extensamente estudados pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Reprodução Humana (HRP) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um deles é composto de 5 mg de valerato de estradiol e 50 mg de enantanto de noretis -terona e outro, 5 mg de cipionato de estradiol e 25 mg de acetato de medroxiprogesterona. (4) Os contraceptivos orais combinados (COC) apresentam grande variabilidade de formulações. O com -ponente estrogênico mais comum é o EE, utilizado em doses que variam entre 35 µg e 15 µg. Há duas formulações mais recentes compostas por estrógenos naturais. Existe uma grande variabili -dade de progestagênios, o que classifica os COCs em gerações e são os responsáveis, na maioria das vezes, pelos benefícios não contraceptivos associados aos AHC (Quadro 1). 5Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018Primeira COC com dose de EE ≥ 50 mcg associado a um dos progestagênios: noretindrona, noretisterona, linestrol ou noretinodrelSegunda COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: levonorgestrel ou norgestrelTerceira COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: gestodeno, desogestrel ou norgestimatoSem classificação COC com dose de EE <50 mcg associado a um dos progestagênios: drospirenona*, clormadinona* e ciproterona. Os COCs com estrogênio natural entrariam no grupo sem classificação. --- • Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- Anticoncepção oral O anticoncepcional hormonal oral que apresenta apenas o compo-nente progestagênico pode ser constituído de levonorgestrel, de-sogestrel, noretisterona ou linistrenol (Quadro 2). O contraceptivo com desogestrel (75 mcg) apresenta maior e/f_i cácia quando compa-rado aos outros progestagênios, semelhante à obtida com o uso dos hormonais combinados.(22) Os anticoncepcionais orais contendo apenas progestagênio são de uso contínuo, sem interrupção entre as cartelas, com tomada de um comprimido por dia. --- (21) O mesmo resultado foi observado com a formulação de valerato de estradiol e dienogeste em regime de pausa curta (26 dias).(22) Os índices de falha dos métodos contraceptivos e suas taxas de continuidade estão expostos na Tabela 1.(17)54métodos índice de PearlafalHa de uso (efetividade)acontinuidadeb (%)nÃo ReveRsÍveisesterilização Ligadura tubária VasectomiaReveRsÍveis1. Contracepção hormonal COC POP c Injetáveis combinados Injetável trimestral -DMPA implante de etonogestrel Adesivos transdérmicos Anel vaginal 2. dispositivo intrauterino (diu) TCu380A SIU 3. Métodos de barreira Condom Diafragma Capuz cervical Espermicida4. Métodos comportamentais Ritmo (Ogino-Knaus) Muco cervical Sintotérmico Coito interrompido Ducha vaginal0,040,010,010,4<1,00,70,650,3-0,50,5-1,02,02,02,03,02,03,510-19160,15-0,50,02960,050,880,30,14181217-2328241232-4578-9178816028-2628-26{aNúmero de gestações/100 mulheres/ano; bContinuidade de uso do método após um ano;cAnticoncepcional oral só com progestógeno (Progestagen only pill).
{"justificativa": "O contexto é relevante pois discute métodos anticoncepcionais e suas implicações, incluindo a utilização de injeções contraceptivas, que é o tema central da pergunta do usuário. No entanto, não oferece informações específicas sobre a menstruação após a injeção contraceptiva ou recomendações sobre medicamentos, fazendo com que a relevância seja um pouco limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento contém informações detalhadas sobre anticoncepcionais e o seu funcionamento, que podem contextualizar a situação do usuário. Porém, não aborda diretamente a preocupação sobre a continuidade da menstruação após a injeção contraceptiva ou remédios a serem tomados, o que limita a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa casos de irregularidades menstruais relacionadas ao uso de métodos contraceptivos, incluindo injeções. Ele aborda a normalidade de não menstruar após a injeção e sugere consultas com um ginecologista se houver dúvidas, o que é relevante para a pergunta do usuário sobre menstruar após a injeção contraceptiva.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute questões relacionadas à menstruação e ao uso de anticoncepcionais, incluindo diferentes cenários de uso e seus efeitos sobre o ciclo menstrual. Embora a pergunta do usuário mencione especificamente a injeção anticoncepcional e a menstruação, a informação é relevante para entender que é normal ter alterações menstruais ao utilizar métodos contraceptivos, o que pode ajudar a responder a pergunta sobre a situação da menstruação e o que fazer a seguir.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute anticoncepção, incluindo injeções contraceptivas e seus efeitos, mas não aborda diretamente a situação específica da menstruação prolongada após a administração do contraceptivo. Embora mencione aspectos de sangramento e controle hormonal, falta informação direta sobre o que fazer em caso de menstruação contínua e sobre medicamentos apropriados, tornando-se parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda anticoncepção hormonal e diferentes métodos contraceptivos, mas não fornece informações específicas sobre o sangramento menstrual após a aplicação do contraceptivo injetável, que é a dúvida principal do usuário. Além disso, não menciona remédios recomendados para essa situação.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre anticoncepcionais, seus efeitos e classificação, mas não aborda diretamente a queixa específica do usuário sobre a menstruação prolongada após uma injeção contraceptiva. Não oferece alternativas de medicamentos especificamente relacionados ao sangramento, o que torna a informação apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
28,080
tenho nódulo miometral alteração textural posso engravidar com esse mioma
bom dia querida existem tipos de localização do mioma depende da licslizaçao q o nódulo se encontra para poder responder melhor sua pergunta o mioma submucoso pode dar mais sangramento e esse pode dificultar a gravidez o ideal seria você procurar um especislusta e fazer alguns exames é claro esclarecer suas dúvidas leve seu exame
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Tumorações préviasDenominam-se prévias as tumorações que ficam à frente da apresentação fetal e, por sua localização,dificultam ou impedem a progressão do móvel. Distinguem-se em genitais e extragenitais, sendo as primeirasmais frequentes. Miomas uterinos. Os miomas do corpo raramente obstruem o canal do parto (Figura 83.3 A); somente ossubserosos, com grande pedículo, tendem, eventualmente, a penetrar na pelve. Os nódulos que se desenvolvemno segmento inferior, por sua situação mais baixa que a apresentação, costumam prejudicar ou impedir o partotranspélvico (Figura 83.3 B). Não é rara a ascensão do tumor durante a gravidez ou no decurso do trabalho, tornando possível a passagemda cabeça fetal. No parto, deve-se atentar para a possibilidade de ocorrer ruptura uterina quando a parturição éobstruída. Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso. ▶ Cistos e tumores do ovário.
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Tumorações préviasDenominam-se prévias as tumorações que ficam à frente da apresentação fetal e, por sua localização,dificultam ou impedem a progressão do móvel. Distinguem-se em genitais e extragenitais, sendo as primeirasmais frequentes. Miomas uterinos. Os miomas do corpo raramente obstruem o canal do parto (Figura 83.3 A); somente ossubserosos, com grande pedículo, tendem, eventualmente, a penetrar na pelve. Os nódulos que se desenvolvemno segmento inferior, por sua situação mais baixa que a apresentação, costumam prejudicar ou impedir o partotranspélvico (Figura 83.3 B). Não é rara a ascensão do tumor durante a gravidez ou no decurso do trabalho, tornando possível a passagemda cabeça fetal. No parto, deve-se atentar para a possibilidade de ocorrer ruptura uterina quando a parturição éobstruída. Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso. ▶ Cistos e tumores do ovário.
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero. Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero. Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Tumorações préviasDenominam-se prévias as tumorações que ficam à frente da apresentação fetal e, por sua localização,dificultam ou impedem a progressão do móvel. Distinguem-se em genitais e extragenitais, sendo as primeirasmais frequentes. Miomas uterinos. Os miomas do corpo raramente obstruem o canal do parto (Figura 83.3 A); somente ossubserosos, com grande pedículo, tendem, eventualmente, a penetrar na pelve. Os nódulos que se desenvolvemno segmento inferior, por sua situação mais baixa que a apresentação, costumam prejudicar ou impedir o partotranspélvico (Figura 83.3 B). Não é rara a ascensão do tumor durante a gravidez ou no decurso do trabalho, tornando possível a passagemda cabeça fetal. No parto, deve-se atentar para a possibilidade de ocorrer ruptura uterina quando a parturição éobstruída. Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso. ▶ Cistos e tumores do ovário.
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Tumorações préviasDenominam-se prévias as tumorações que ficam à frente da apresentação fetal e, por sua localização,dificultam ou impedem a progressão do móvel. Distinguem-se em genitais e extragenitais, sendo as primeirasmais frequentes. Miomas uterinos. Os miomas do corpo raramente obstruem o canal do parto (Figura 83.3 A); somente ossubserosos, com grande pedículo, tendem, eventualmente, a penetrar na pelve. Os nódulos que se desenvolvemno segmento inferior, por sua situação mais baixa que a apresentação, costumam prejudicar ou impedir o partotranspélvico (Figura 83.3 B). Não é rara a ascensão do tumor durante a gravidez ou no decurso do trabalho, tornando possível a passagemda cabeça fetal. No parto, deve-se atentar para a possibilidade de ocorrer ruptura uterina quando a parturição éobstruída. Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso. ▶ Cistos e tumores do ovário.
A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma. ▶ Abortamento. Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir. ▶ Outras complicações. --- ▶ Outras complicações. Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose. Não parece haver aumento no risco de ruptura prematura de membranas, embora haja dados conflitantessobre o assunto. --- Em pacientes submetidas a miomectomia intramural sem comprometimento significativo do endométrio, épossível tentar o parto normal mediante monitoramento fetal contínuo e estrutura suficiente para conversão acesárea de emergência em caso de suspeita de ruptura uterina. Não se espera qualquer prejuízo à integridademiometrial nas pacientes submetidas a excisão de miomas subserosos ou pedunculados. Há propostas sobre o uso de exames de imagem para predizer o risco de ruptura em pacientes com cicatrizuterina prévia, tanto antes do parto como ao longo do trabalho de parto. A técnica mais comum é a medidaultrassonográfica da espessura do miométrio residual no segmento inferior ou da espessura do próprio segmento. --- O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico. Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto. A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico. --- Tumorações préviasDenominam-se prévias as tumorações que ficam à frente da apresentação fetal e, por sua localização,dificultam ou impedem a progressão do móvel. Distinguem-se em genitais e extragenitais, sendo as primeirasmais frequentes. Miomas uterinos. Os miomas do corpo raramente obstruem o canal do parto (Figura 83.3 A); somente ossubserosos, com grande pedículo, tendem, eventualmente, a penetrar na pelve. Os nódulos que se desenvolvemno segmento inferior, por sua situação mais baixa que a apresentação, costumam prejudicar ou impedir o partotranspélvico (Figura 83.3 B). Não é rara a ascensão do tumor durante a gravidez ou no decurso do trabalho, tornando possível a passagemda cabeça fetal. No parto, deve-se atentar para a possibilidade de ocorrer ruptura uterina quando a parturição éobstruída. Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso. ▶ Cistos e tumores do ovário.
{"justificativa": "O contexto menciona a relação entre miomas e complicações na gestação, como a possibilidade de abortamento e o efeito do tamanho e localização do mioma na gravidez. Essas informações são relevantes para a pergunta sobre a possibilidade de engravidar com um nódulo miometral alterado. No entanto, não são suficientes para a resposta definitiva, pois não abordam diretamente a questão específica do nódulo miometral.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute complicações relacionadas a miomas, incluindo a influência sobre a gravidez, abortamento e parto. Ele fornece informações sobre miomas intramurais, subserosos e submucosos, que são relevantes para a pergunta sobre a possibilidade de engravidar mesmo com um nódulo miometral. A presença de miomas e suas localizações podem afetar a gestação, tornando esta informação útil para a resposta do usuário.", "nota": 3}
{ "justificativa": "O contexto fornece informações sobre as implicações dos miomas na gravidez, incluindo riscos como abortamento e parto prematuro, além de discutir a possibilidade de parto normal e cesárea dependendo da localização e tamanho do mioma. Isso é relevante para a pergunta do usuário sobre engravidar com um nódulo miometral e suas potenciais complicações.", "nota": 3 }
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre miomas uterinos, suas complicações na gravidez, e o risco de abortamento e parto prematuro, o que pode ajudar a responder a pergunta sobre a possibilidade de engravidar com um nódulo miometral. No entanto, não aborda diretamente a questão específica do mioma mencionado pelo usuário, tornando a aplicabilidade das informações um pouco limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado contém informações relevantes sobre miomas, suas complicações e a possibilidade de impacto na gestação, como abortamento e parto prematuro, o que pode ser útil para responder à pergunta sobre a gravidez com um nódulo miometral. No entanto, não aborda diretamente a questão específica do nódulo miometral com alteração textural.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute como os miomas podem afetar a gestação, incluindo questões relacionadas ao abortamento e complicações durante o parto. Embora a pergunta se concentre em um nódulo miometral específico, as informações sobre como os miomas intramurais e submucosos podem influenciar a gravidez são relevantes, especialmente em relação à capacidade de engravidar e as possíveis complicações. Isso contribui para uma resposta mais completa.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o impacto dos miomas, incluindo os miomas intramurais, na gestação, como a possibilidade de abortamento e complicações durante a gravidez. Isso é diretamente aplicável à pergunta do usuário sobre a capacidade de engravidar com nódulo miometral e suas respectivas considerações. No entanto, não aborda diretamente o caso específico do nódulo mencionado, o que afeta a pontuação.", "nota": 2}
22,884
pode existir doença de paget extramamaria em pele de perna
pode embora seja raro geralmente fora da mama ocorre em vulva axila região perianal tem de se consultar com dermatologista e na biopsia se tem o diagnostico
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
DOENÇA DE PAGET VULVARA doença de Paget extramamária é um grupo heterogê-neo de neoplasias intraepiteliais e, quando ocorre na vulva, apresenta-se como região eczematoide, hiperemiada e úmida (Fig. 31-12). Com frequência localiza-se em grandes lábios, corpo perineal ou região do clitóris. Essa doença caracteristi-camente se desenvolve em mulheres brancas de mais idade, representando cerca de 2% de todos os tumores vulvares. A doença de Paget vulvar é acompanhada de adenocarcinoma in-vasivo em 10 a 20% dos casos (Hoskins, 2000). Além disso, 20 a 30% das pacientes apresentam ou evoluirão posteriormente com adenocarcinoma em outra localização não vulvar. --- ■ Doença de Paget do mamiloEsse tipo de CDIS apresenta-se como rash eczematoso focal do mamilo (Fig. 12-13 ). Células do carcinoma ductal, em resposta a substâncias quimioatrativas secretadas por células da derme, migram para a superfície do mamilo provocando rachadura na pele (Schelfhout, 2000). A condição é de fácil diagnóstico histológico após a excisão da ponta do mami-lo afetado sob bloqueio anestésico local de aréola/mamilo. A avaliação também deve incluir exame físico cuidadoso, considerando que em aproximadamente 60% dos casos identifica-se uma massa associada (Ashikari, 1970). Entre as pacientes sem anormalidades à palpação, a mamografia re-velará densidades ou calcificações suspeitas em 21% (Ikeda, 1993). Identifica-se CDIS subjacente em cerca de dois terços dos casos e câncer invasivo em aproximadamente um terço (Ashikari, 1970). --- A doença de Paget vulvar cutânea primária tem crescimen-to lento. As áreas de lesão devem ser removidas com excisão lo-cal ampla. É frequente haver margens positivas, e a recorrência é comum independentemente de margens cirúrgicas positivas ou negativas (Black, 2007). Se houver suspeita de doença inva-siva, recomenda-se a vulvectomia radical parcial com extensão das margens profundas até a membrana perineal. A recorrência de doença de Paget é comum e é prudente o monitoramento em longo prazo, uma vez que, frequentemente, há necessidade DOENÇA DE PAGET VULVARFIGURA 31-11 Sarcoma epitelioide vulvar. --- • Tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita com au -mento de androgênios que pode levar a casos de PPP heteros -sexual (levando à virilização das meninas). • Síndrome de McCune Albright (SMA), composta por PPP , manchas café com leite na pele e displasia fibrosa poliostótica. Ocorre a formação de cistos ovarianos funcionantes que levam à secreção de estradiol e sangramento vaginal intermitente. --- Tabela 10.3Algumas Condições Genéticas que Causam Defeitos de Padronização Primária dosMembros### Adaptado de Bamshad M and others: Pediatr Res 45:291-299, 1999.As mãos e os pés de um indivíduo com a malformação da divisão das mãos e dos pés. Neste caso, a condição foi causada por uma mutação no P63, um gene supressor de tumor. Emadição à malformação do membro, este paciente também sofria de displasia ectodérmica,caracterizada por defeitos nos esmalte dos dentes e fios de cabelos finos e desgastados. (Cortesiade Piranit N. Kantaputra, Chiang Mai, Thailand). amputações intrauterinas por faixas amnióticas, presumivelmente causadas porlacerações do âmnio, podem resultar em perda de parte dos dedos ou mesmo das mãos edos pés (Fig. 8.16). Outras deformidades, tais como pé torto (talipes equivovarus), ealguns casos de deslocamentos congênitos, têm sido atribuídos a pressões mecânicaspersistentes da parede uterina sobre o feto, particularmente nos casos de oligoidrâmnio(Capítulo 7).
{"justificativa": "O contexto discute a doença de Paget, mas se concentra exclusivamente na região vulvar e não menciona a presença dessa condição na pele da perna ou em outras partes do corpo. Portanto, embora exista alguma menção à doença de Paget, as informações não são aplicáveis à pergunta específica sobre a pele da perna.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido se concentra predominantemente na doença de Paget vulvar, suas características, diagnóstico e manejo. Embora mencione que a doença de Paget pode ocorrer em locais extramamários, não aborda especificamente a presença da doença de Paget na pele da perna, o que seria crucial para responder à pergunta do usuário. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto se concentra na doença de Paget, mas limita-se a sua manifestação na vulva e no mamilo, sem abordar a possibilidade de ocorrências em outras áreas da pele, como nas pernas. Portanto, embora referencie a doença, não fornece informações diretas ou relevantes sobre a doença de Paget extramamária na pele de perna.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fala sobre a doença de Paget, mas de forma específica se concentra na forma vulvar, sem mencionar especificamente a ocorrência em outras partes do corpo, como a pele da perna. Embora forneça informações sobre a doença, não responde diretamente à questão proposta sobre a presença da doença de Paget na pele da perna.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fala exclusivamente sobre a doença de Paget vulvar e suas manifestações, mas não menciona a possibilidade de doença de Paget extramamária na pele da perna. Embora a pergunta faça uma indagação sobre a doença de Paget em uma localização que não é a vulva, o contexto não fornece informações relevantes sobre essa possibilidade na pele da perna.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido se concentra na doença de Paget vulvar e sua apresentação em outras áreas, mas não aborda especificamente a ocorrência na pele da perna. Portanto, embora relacionado ao tema da doença de Paget, a informação é insuficiente para responder diretamente à pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto se refere especificamente à doença de Paget vulvar, enquanto a pergunta do usuário questiona sobre a possibilidade de ocorrência da doença de Paget em pele de perna. Embora a doença de Paget vulvar seja mencionada, não há informações diretas sobre a manifestação em outras áreas da pele, o que limita a relevância do contexto para a pergunta.", "nota": 2}
26,296
estou com mastite estou tomando antibiótico e fazendo compressas com gelo mas apliquei direto na pele e percebi que está havendo queimadura arde coça e meu braço começou a ficar amortecido e meus seios mais avermelhado q que devo fazer
se você está em uso de antibiótico e ainda assim os sinais de mastite não melhoram sugiro que você procure um prontosocorroabraços
TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2). --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração.
TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2). --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração.
TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2). --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração.
TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2). --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração.
Mastite(Infecção de mama)PorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: ago. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosA mastite é uma inflamação dolorosa da mama que é geralmente acompanhada por infecção.Tratamento|A mastite pode ocorrer após o parto, em geral durante as primeiras seis semanas e quase sempre em mulheres que estão amamentando. Com menos frequência, a infecção de mama ocorre após uma lesão ou cirurgia. Ter diabetes ou tomar corticosteroides aumenta o risco de apresentar infecções de mama.Rachaduras e dor podem ocorrer se o bebê não estiver corretamente posicionado durante a amamentação. A mastite é diferente da dor e rachaduras dos mamilos que costumam acompanhar os primeiros dias de amamentação. Se a pele dos mamilos ou ao redor deles ficar rachada, as bactérias da pele podem penetrar nos canais de leite e causar infecção.A presença de febre várias semanas após o início da amamentação costuma ser causada por mastite.A mama infectada costuma ter aspecto inchado e avermelhado e fica quente e sensível ao toque. Talvez apenas parte da mama esteja vermelha e dolorida. Em casos raros, uma infecção de mama causa uma bolsa de pus (abscesso mamário). A área ao redor das paredes do abscesso incha e pus pode sair do mamilo.O médico faz o diagnóstico tomando por base os resultados de um exame físico.Você sabia que...Caso a mulher apresente infecção da mama após o parto, ela normalmente deve continuar amamentando.Tratamento da mastiteEsvaziamento completo do leite da mamaAnalgésicos, tais como paracetamol ou medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Às vezes antibióticosA dor e o inchaço são controlados com compressas frias e analgésicos, tais como paracetamol ou AINEs, inclusive ibuprofeno. A mama deve ser completamente esvaziada quando os dutos de leite estiverem cheios através da amamentação ou bombeamento. Para esvaziar completamente a mama, podem ser aplicadas compressas mornas na mama antes ou durante a amamentação ou bombeamento. A mulher é incentivada a permanecer hidratada (aumentar a ingestão de líquidos). Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada. Se a causa da mastite parece ser uma infecção bacteriana, ela será tratada com antibióticos, tais como dicloxacilina, cefalexina, clindamicina ou, às vezes, eritromicina.A mulher é incentivada a beber bastante líquido. Caso os sintomas da infecção não diminuírem ou se os sintomas forem graves, a mulher deve procurar assistência médica; por exemplo, se a mama estiver vermelha, a vermelhidão estiver se espalhando ou se a mulher tiver febre e calafrios.A mulher com infecção de mama que está amamentando deve continuar a fazê-lo, porque esvaziar a mama ajuda no tratamento e reduz o risco de ter um abscesso mamário.Os abscessos na mama são diagnosticados por ultrassom. Os abscessos são tratados com antibióticos e costumam ser drenados cirurgicamente. Esse procedimento pode ser feito com a aplicação de um anestésico local, porém, pode ser necessária a administração de sedativos por via intravenosa (pela veia) ou de anestesia geral.Se a administração de antibióticos não melhorar a infecção ou se não houver infecção, o médico faz uma avaliação para verificar quanto à presença de outras causas para os nódulos ou inflamação da mama.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2). --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado.
MastitePorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: abr. 2024Visão Educação para o pacienteMastite é a inflamação dolorosa da mama, geralmente acompanhada por infecção.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|A febre que ocorre várias semanas após o início da amamentação é frequentemente decorrente de mastite. Espécies de estafilococos são as causas mais comuns.Os abscessos de mama são muito raros e algumas vezes causados por Staphylococcus aureus resistente à meticilina.Sinais e sintomas da mastiteOs sintomas da mastite podem incluir febre alta e sintomas mamários: eritema, endurecimento, sensibilização, dor, edema e calor ao toque. A mastite é diferente da dor e das fissuras dos mamilos que frequentemente acompanham o início da amamentação.Diagnóstico da mastiteHistória e exame físicoO diagnóstico da mastite é por anamnese e exame físico. Mastite deve ser diferenciada do ingurgitamento mamário sem inflamação ou infecção. Tratamento da mastiteAnalgésicosEsvaziamento completo do leite maternoAntibióticos antiestafilocócicosA terapia inicial é para controlar a dor e o edema com analgésicos (paracetamol ou anti-inflamatórios não esteroides [AINEs]). Para esvaziar completamente o leite do seio, compressas quentes podem ser aplicadas ao seio antes ou durante a amamentação ou bombeamento. Incentiva-se a ingestão de líquidos. Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada.A mastite que não responde a medidas conservadoras ou se manifesta como grave (p. ex., eritema progressivo, sinais de doença sistêmica) é tratada com antibióticos direcionados contra o Staphylococcus aureus, o patógeno causador mais comum (1). Exemplos sãoDicloxacilina, 500 mg por via oral a cada 6 horas, durante 7 a 10 diasPara mulheres alérgicas à penicilina, cefalexina, 500 mg por via oral 4 vezes ao dia, ou clindamicina, 300 mg por via oral 3 vezes ao dia, por 10 a 14 diasEritromicina, 250 mg por via oral a cada 6 horas, é administrada com menos frequência.Caso a paciente não melhore e nenhum abscesso se desenvolva, deve ser considerada vancomicina, 1 g IV a cada 12 horas, ou cefotetana, 1 a 2 g IV a cada 12 horas, para cobrir organismos resistentes. A amamentação e/ou bombeamento deve ser continuada durante o tratamento porque o tratamento inclui esvaziar a mama afetada. Abscessos mamários são diagnosticados por ultrassonografia e são tratados principalmente com drenagem via aspiração por agulha ou incisão cirúrgica. Antibióticos destinados a S. aureus geralmente são utilizados.Não está claro se os antibióticos destinados a S. aureus resistente à meticilina são necessários para o tratamento de mastite ou abscessos peitorais. Em raras situações em que não há abscesso e a paciente não melhora com antibióticos, pode-se fazer cultura de leite.Referência sobre tratamento1. Breastfeeding Challenges: ACOG Committee Opinion Summary, Number 820. Obstet Gynecol. 2021 Feb 1;137(2):394-395. doi: 10.1097/AOG.0000000000004254.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2). --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado.
Mastite(Infecção de mama)PorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: ago. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosA mastite é uma inflamação dolorosa da mama que é geralmente acompanhada por infecção.Tratamento|A mastite pode ocorrer após o parto, em geral durante as primeiras seis semanas e quase sempre em mulheres que estão amamentando. Com menos frequência, a infecção de mama ocorre após uma lesão ou cirurgia. Ter diabetes ou tomar corticosteroides aumenta o risco de apresentar infecções de mama.Rachaduras e dor podem ocorrer se o bebê não estiver corretamente posicionado durante a amamentação. A mastite é diferente da dor e rachaduras dos mamilos que costumam acompanhar os primeiros dias de amamentação. Se a pele dos mamilos ou ao redor deles ficar rachada, as bactérias da pele podem penetrar nos canais de leite e causar infecção.A presença de febre várias semanas após o início da amamentação costuma ser causada por mastite.A mama infectada costuma ter aspecto inchado e avermelhado e fica quente e sensível ao toque. Talvez apenas parte da mama esteja vermelha e dolorida. Em casos raros, uma infecção de mama causa uma bolsa de pus (abscesso mamário). A área ao redor das paredes do abscesso incha e pus pode sair do mamilo.O médico faz o diagnóstico tomando por base os resultados de um exame físico.Você sabia que...Caso a mulher apresente infecção da mama após o parto, ela normalmente deve continuar amamentando.Tratamento da mastiteEsvaziamento completo do leite da mamaAnalgésicos, tais como paracetamol ou medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Às vezes antibióticosA dor e o inchaço são controlados com compressas frias e analgésicos, tais como paracetamol ou AINEs, inclusive ibuprofeno. A mama deve ser completamente esvaziada quando os dutos de leite estiverem cheios através da amamentação ou bombeamento. Para esvaziar completamente a mama, podem ser aplicadas compressas mornas na mama antes ou durante a amamentação ou bombeamento. A mulher é incentivada a permanecer hidratada (aumentar a ingestão de líquidos). Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada. Se a causa da mastite parece ser uma infecção bacteriana, ela será tratada com antibióticos, tais como dicloxacilina, cefalexina, clindamicina ou, às vezes, eritromicina.A mulher é incentivada a beber bastante líquido. Caso os sintomas da infecção não diminuírem ou se os sintomas forem graves, a mulher deve procurar assistência médica; por exemplo, se a mama estiver vermelha, a vermelhidão estiver se espalhando ou se a mulher tiver febre e calafrios.A mulher com infecção de mama que está amamentando deve continuar a fazê-lo, porque esvaziar a mama ajuda no tratamento e reduz o risco de ter um abscesso mamário.Os abscessos na mama são diagnosticados por ultrassom. Os abscessos são tratados com antibióticos e costumam ser drenados cirurgicamente. Esse procedimento pode ser feito com a aplicação de um anestésico local, porém, pode ser necessária a administração de sedativos por via intravenosa (pela veia) ou de anestesia geral.Se a administração de antibióticos não melhorar a infecção ou se não houver infecção, o médico faz uma avaliação para verificar quanto à presença de outras causas para os nódulos ou inflamação da mama.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- MastitePorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: abr. 2024Visão Educação para o pacienteMastite é a inflamação dolorosa da mama, geralmente acompanhada por infecção.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|A febre que ocorre várias semanas após o início da amamentação é frequentemente decorrente de mastite. Espécies de estafilococos são as causas mais comuns.Os abscessos de mama são muito raros e algumas vezes causados por Staphylococcus aureus resistente à meticilina.Sinais e sintomas da mastiteOs sintomas da mastite podem incluir febre alta e sintomas mamários: eritema, endurecimento, sensibilização, dor, edema e calor ao toque. A mastite é diferente da dor e das fissuras dos mamilos que frequentemente acompanham o início da amamentação.Diagnóstico da mastiteHistória e exame físicoO diagnóstico da mastite é por anamnese e exame físico. Mastite deve ser diferenciada do ingurgitamento mamário sem inflamação ou infecção. Tratamento da mastiteAnalgésicosEsvaziamento completo do leite maternoAntibióticos antiestafilocócicosA terapia inicial é para controlar a dor e o edema com analgésicos (paracetamol ou anti-inflamatórios não esteroides [AINEs]). Para esvaziar completamente o leite do seio, compressas quentes podem ser aplicadas ao seio antes ou durante a amamentação ou bombeamento. Incentiva-se a ingestão de líquidos. Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada.A mastite que não responde a medidas conservadoras ou se manifesta como grave (p. ex., eritema progressivo, sinais de doença sistêmica) é tratada com antibióticos direcionados contra o Staphylococcus aureus, o patógeno causador mais comum (1). Exemplos sãoDicloxacilina, 500 mg por via oral a cada 6 horas, durante 7 a 10 diasPara mulheres alérgicas à penicilina, cefalexina, 500 mg por via oral 4 vezes ao dia, ou clindamicina, 300 mg por via oral 3 vezes ao dia, por 10 a 14 diasEritromicina, 250 mg por via oral a cada 6 horas, é administrada com menos frequência.Caso a paciente não melhore e nenhum abscesso se desenvolva, deve ser considerada vancomicina, 1 g IV a cada 12 horas, ou cefotetana, 1 a 2 g IV a cada 12 horas, para cobrir organismos resistentes. A amamentação e/ou bombeamento deve ser continuada durante o tratamento porque o tratamento inclui esvaziar a mama afetada. Abscessos mamários são diagnosticados por ultrassonografia e são tratados principalmente com drenagem via aspiração por agulha ou incisão cirúrgica. Antibióticos destinados a S. aureus geralmente são utilizados.Não está claro se os antibióticos destinados a S. aureus resistente à meticilina são necessários para o tratamento de mastite ou abscessos peitorais. Em raras situações em que não há abscesso e a paciente não melhora com antibióticos, pode-se fazer cultura de leite.Referência sobre tratamento1. Breastfeeding Challenges: ACOG Committee Opinion Summary, Number 820. Obstet Gynecol. 2021 Feb 1;137(2):394-395. doi: 10.1097/AOG.0000000000004254.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e o edema e mornas imediatamente antes das mamadas pode auxiliar a extração do leite. Essas práticas devem ser orientadas com cautela para que a mulher não exagere na tem-peratura da compressa, o que pode causar queimadura.(24)BLOQUEIO DE DUCTOS LACTÍFEROSOcorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drena -do adequadamente. Ocorre com frequência quando a mamada é infrequente ou quando a sucção não é efetiva. Pode ocorrer também devido a pressão exercida por concha ou sutiã apertados, ou como consequência de uso de creme nos mamilos. Tipicamente se manifesta por nódulos mamários sensíveis e dolorosos. Pode haver eritema na área comprometida, sem comprometimento sistêmico. Pode estar asso-ciado a um ponto branco na ponta do mamilo que pode ser muito doloroso durante a mamada.(32)PREVENÇÃOMedidas de esvaziamento correto das mamas, mamadas frequentes, uso de sutiãs adequados, evitar uso de cremes nos mamilos. --- Segundo os critérios de Vinha, as mastites são, ainda, classificadas em lobar (acomete uma região ou umlóbulo, e é a mais comum), ampolar (acomete parte ou toda a aréola) e glandular (toda mama é afetada). Oducto lactífero bloqueado difere da mastite lobar por não haver comprometimento sistêmico da mãe. Geralmentese associa à compressão de ducto com roupas muito apertadas ou dedos da mãe em um determinado ponto. Aorientação para evitar essa compressão e a realização de massagem e ordenha, em geral, resolvem o caso(King, 2001). No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2).
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre mastite, seu tratamento e a aplicação de compressas frias, que ajuda a entender a questão da queimadura causada pela compressa aplicada diretamente na pele. Contudo, não aborda diretamente as preocupações específicas sobre a queimadura, coceira e o estado do braço e seios da usuária. Portanto, é relevante, mas não completamente satisfaça a dúvida imediata do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre mastite, tratamento com antibióticos e o uso de compressas, incluindo advertências sobre a aplicação de calor excessivo, que podem levar a queimaduras. Essas informações são úteis para entender os sintomas e os cuidados necessários para a situação apresentada na pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute a mastite, seu tratamento e prevenção, além de abordar casos de infecção e medidas para aliviar o desconforto. Embora a pergunta do usuário mencione sintomas adicionais como queimaduras e coceira, a base sobre mastite e cuidados com mamas pode ser útil, porém não aborda diretamente as preocupações específicas do usuário com as queimaduras causadas pelas compressas. Isso torna o contexto apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre mastite, tratamento e cuidados gerais. Isso pode ajudar a entender a gravidade da situação do usuário e indicar que uma queimadura causada por compressa fria deve ser tratada com atenção. No entanto, não aborda diretamente os sintomas de queimadura e dormência mencionados pelo usuário, o que limita a especificidade da resposta que pode ser dada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto tratado aborda especificamente a mastite, suas causas, sintomas e tratamentos, incluindo o uso de antibióticos e compressas. Entretanto, a questão do usuário menciona uma queimadura causada pela aplicação de gelo direto na pele, que não é especificamente abordada no contexto. Embora haja informações relevantes sobre a mastite e cuidados relacionados, a reação adversa descrita não é abordada de forma direta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a mastite, incluindo sintomas, diagnósticos e tratamentos adequados. A pergunta do usuário sobre a mastite, efeitos do tratamento com antibióticos e o uso de compressas frias se relaciona diretamente com as informações sobre cuidados e complicações na condição. Embora mencione queimadura por compressas frias, o contexto oferece orientações que podem ajudar o usuário a entender sua situação e buscar a solução apropriada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre mastite, seu tratamento e complicações, que são relevantes para a situação apresentada pelo usuário. As informações sobre o uso de compressas e a importância de evitar queimaduras na pele ajudam a compreender os sintomas descritos. Além disso, o documento menciona a necessidade de procurar assistência médica, o que é crucial para o usuário que está enfrentando reações adversas. Portanto, as informações são bastante pertinentes.", "nota": 3}
20,668
tive um aborto espontâneo no dia e até hoje tenho tido sangramentos sendo que já passei pela borra de café já fiz um ultravaginal que não acusou nada quanto tempo mais ou menos o sangramento pode cessar
olá sempre siga as orientações pósoperatórias do seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnósticoa sua avaliação clínica através da história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosagende a sua consulta de reavaliação cheque o resultado da biópsia da sua curetagem discuta a sua anticoncepção
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico. --- sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico. --- sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Menstruação na gravidez: principais causas e o que fazer Não é normal haver menstruação durante a gravidez porque o ciclo menstrual é interrompido durante a gestação. Assim, não existe descamação do revestimento interno do útero, que é necessário para o adequado desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Dessa forma, a perda de sangue durante a gravidez não é referente à menstruação, mas é na verdade um sangramento, que deve ser sempre avaliado pelo obstetra já que pode colocar a vida do bebê em risco. Em caso de menstruação durante a gravidez é importante ir ao médico para realizar exames que possam identificar as possíveis alterações, como gravidez ectópica ou descolamento da placenta, que podem causar este sangramento. Principais causas do sangramento na gravidez O sangramento durante a gravidez pode ter diferentes causas dependendo do tempo de gestação. As causas mais comuns de sangramento durante a gravidez são: Tempo de gestação Causas comuns de sangramento Primeiro trimestre - 1 a 13 semanas Concepção; Descolamento ovular; Gravidez ectópica; Descolamento da placenta; Aborto espontâneo. Segundo trimestre - 14 a 27 semanas Inflamação no útero; Ferimento no útero causado pelo contato íntimo; Placenta prévia; Placenta acreta; Aborto espontâneo. Terceiro trimestre - 28 a 41 semanas Placenta prévia; Descolamento da placenta; Sangramento após o contato íntimo; Início do trabalho de parto. Também pode haver um pequeno sangramento vaginal após a realização de exames como toque, ultrassonografia transvaginal e amniocentese, e após fazer exercícios. Grávida pode menstruar até quantos meses? A mulher grávida não menstrua, uma vez que não ocorre ovulação e descamação do endométrio, que é a camada interna do útero, o que provoca a descida da menstruação. No entanto, logo no início da gravidez, pode ocorrer um pequeno sangramento, que é comum nos primeiros 15 dias após a concepção, devido a implantação do embrião no endométrio, e, neste caso, o sangramento é rosado ou amarronzado, dura cerca de 2 a 3 dias, e pode provocar cólicas iguais às da menstruação. Assim, uma mulher que esteja grávida de 2 semanas, mas que ainda não fez o teste de gravidez, pode achar que está menstruando, quando na verdade já está grávida. Veja quais são os primeiros sintomas de gravidez e como confirmar a gravidez. É possível menstruar com fluxo intenso e estar gravida? Não é possível menstruar com fluxo intenso e estar grávida, no entanto, podem ocorrer sangramentos que podem ser confundidos com menstruação. Nesses casos, deve-se procurar atendimento com o obstetra imediatamente, para avaliar a causa do sangramento e iniciar o tratamento mais adequado. O que fazer em caso de sangramento Em caso de sangramento na gravidez, em qualquer fase da gestação, deve-se ficar de repouso evitando qualquer tipo de esforço e ir ao médico o quanto antes para que ele possa examinar e se preciso, realizar exames como o ultrassom para identificar a causa do sangramento. Na maior parte das vezes um pequeno sangramento que acontece esporadicamente em qualquer fase da gravidez não é grave e não coloca a vida da mãe e do bebê em risco, no entanto deve-se ir imediatamente ao hospital quando houver: Sangramento frequente, sendo preciso utilizar mais que um protetor diário de calcinha por dia; Perda de sangue vermelho vivo em qualquer fase da gravidez; Sangramento com ou sem coágulos e forte dor abdominal; Sangramento, perda de líquido e febre. Nos últimos 3 meses de gravidez, é frequente que a mulher apresente sangramento após o contato íntimo, uma vez que o canal de parto se torna mais sensível, sangrando com facilidade. Neste caso a mulher só deve ir ao hospital se o sangramento continuar por mais de 1 hora. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- Sangramento de nidação: como é, quando acontece (e quanto tempo dura) Sangramento de nidação é um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode acontecer cerca de 10 a 14 dias após a fecundação, durando poucas horas ou até três dias. No entanto, nem todas as mulheres apresentam esse sintoma. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A nidação, também chamada de implantação embrionária, é a fixação do óvulo fecundado pelo espermatozoide na parede do útero, dando início à gestação, em que há variações hormonais e formação das estruturas essenciais para o desenvolvimento do bebê. Saiba mais sobre a nidação. O sangramento de nidação é considerado normal, sendo geralmente um dos primeiros sinais de gravidez, no entanto, se o sangramento é excessivo, dura mais de 3 dias ou é acompanhado de cólicas, ou vômitos, é importante ir ao hospital pois pode ser sinal de aborto, gravidez ectópica ou gravidez molar, por exemplo. Como é o sangramento de nidação O sangramento de nidação pode ser identificado através de sintomas, como: Pequeno sangramento com cor que varia desde o marrom, semelhante à borra de café, ao rosado; Manchas ou pontinhos de sangue; Cólica fraca; Sensação de pontadas na barriga. Além disso, o sangramento de nidação pode estar acompanhado de outros sintomas de gravidez, como náusea, sensibilidade nas mamas ou dor de cabeça, por exemplo, sendo considerado um dos primeiros sinais de gravidez. Conheça os primeiros sintomas de gravidez. Quando acontece O sangramento de nidação é aquele que surge após o período ovulatório, desde que tenha havido relação sexual. Esse sangramento não é abundante e surge de 10 a 14 dias após a fecundação. Veja como saber se houve fecundação. Caso tenha sintomas sugestivos de nidação, faça o teste a seguir para verificar as chances de estar grávida: Descubra se você pode estar grávida / Descubra se você pode estar grávida Começar o teste Anterior Próxima Qual a diferença entre o sangramento de nidação e a menstruação? A menstruação pode ser caracterizada por sangramento abundante de cor vermelha viva, principalmente nos primeiros dias do ciclo, que dura em média 5 dias e que pode vir, em alguns casos, acompanhada por alguns coágulos. Já o sangramento de nidação não é abundante, dura poucas horas ou 1 a 2 dias e possui cor rosa ou marrom semelhante à borra de café. Quanto tempo dura O sangramento de nidação, quando acontece, normalmente dura de poucas horas até 3 dias e o fluxo do sangramento não é grande e nem aumenta. No caso dos sintomas desaparecerem em 3 dias, há grande possibilidade da mulher estar grávida e, por isso, é importante que vá ao obstetra para que seja indicada a realização do teste de gravidez, o beta-HCG, para que seja verificada a concentração do hormônio da gravidez no sangue. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Quando ir ao médico É importante consultar o obstetra ou ir ao hospital nas seguintes situações: Sangramento intenso ou vermelho vivo; Sangramento que dura mais de 3 dias; Dor abdominal forte, semelhante à cólica menstrual intensa, que pode irradiar para as costas; Cólica forte em apenas um lado da barriga; Corrimento vaginal com mau cheiro; Febre ou calafrio. Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico.
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Menstruação na gravidez: principais causas e o que fazer Não é normal haver menstruação durante a gravidez porque o ciclo menstrual é interrompido durante a gestação. Assim, não existe descamação do revestimento interno do útero, que é necessário para o adequado desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Dessa forma, a perda de sangue durante a gravidez não é referente à menstruação, mas é na verdade um sangramento, que deve ser sempre avaliado pelo obstetra já que pode colocar a vida do bebê em risco. Em caso de menstruação durante a gravidez é importante ir ao médico para realizar exames que possam identificar as possíveis alterações, como gravidez ectópica ou descolamento da placenta, que podem causar este sangramento. Principais causas do sangramento na gravidez O sangramento durante a gravidez pode ter diferentes causas dependendo do tempo de gestação. As causas mais comuns de sangramento durante a gravidez são: Tempo de gestação Causas comuns de sangramento Primeiro trimestre - 1 a 13 semanas Concepção; Descolamento ovular; Gravidez ectópica; Descolamento da placenta; Aborto espontâneo. Segundo trimestre - 14 a 27 semanas Inflamação no útero; Ferimento no útero causado pelo contato íntimo; Placenta prévia; Placenta acreta; Aborto espontâneo. Terceiro trimestre - 28 a 41 semanas Placenta prévia; Descolamento da placenta; Sangramento após o contato íntimo; Início do trabalho de parto. Também pode haver um pequeno sangramento vaginal após a realização de exames como toque, ultrassonografia transvaginal e amniocentese, e após fazer exercícios. Grávida pode menstruar até quantos meses? A mulher grávida não menstrua, uma vez que não ocorre ovulação e descamação do endométrio, que é a camada interna do útero, o que provoca a descida da menstruação. No entanto, logo no início da gravidez, pode ocorrer um pequeno sangramento, que é comum nos primeiros 15 dias após a concepção, devido a implantação do embrião no endométrio, e, neste caso, o sangramento é rosado ou amarronzado, dura cerca de 2 a 3 dias, e pode provocar cólicas iguais às da menstruação. Assim, uma mulher que esteja grávida de 2 semanas, mas que ainda não fez o teste de gravidez, pode achar que está menstruando, quando na verdade já está grávida. Veja quais são os primeiros sintomas de gravidez e como confirmar a gravidez. É possível menstruar com fluxo intenso e estar gravida? Não é possível menstruar com fluxo intenso e estar grávida, no entanto, podem ocorrer sangramentos que podem ser confundidos com menstruação. Nesses casos, deve-se procurar atendimento com o obstetra imediatamente, para avaliar a causa do sangramento e iniciar o tratamento mais adequado. O que fazer em caso de sangramento Em caso de sangramento na gravidez, em qualquer fase da gestação, deve-se ficar de repouso evitando qualquer tipo de esforço e ir ao médico o quanto antes para que ele possa examinar e se preciso, realizar exames como o ultrassom para identificar a causa do sangramento. Na maior parte das vezes um pequeno sangramento que acontece esporadicamente em qualquer fase da gravidez não é grave e não coloca a vida da mãe e do bebê em risco, no entanto deve-se ir imediatamente ao hospital quando houver: Sangramento frequente, sendo preciso utilizar mais que um protetor diário de calcinha por dia; Perda de sangue vermelho vivo em qualquer fase da gravidez; Sangramento com ou sem coágulos e forte dor abdominal; Sangramento, perda de líquido e febre. Nos últimos 3 meses de gravidez, é frequente que a mulher apresente sangramento após o contato íntimo, uma vez que o canal de parto se torna mais sensível, sangrando com facilidade. Neste caso a mulher só deve ir ao hospital se o sangramento continuar por mais de 1 hora. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- Sangramento de nidação: como é, quando acontece (e quanto tempo dura) Sangramento de nidação é um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode acontecer cerca de 10 a 14 dias após a fecundação, durando poucas horas ou até três dias. No entanto, nem todas as mulheres apresentam esse sintoma. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A nidação, também chamada de implantação embrionária, é a fixação do óvulo fecundado pelo espermatozoide na parede do útero, dando início à gestação, em que há variações hormonais e formação das estruturas essenciais para o desenvolvimento do bebê. Saiba mais sobre a nidação. O sangramento de nidação é considerado normal, sendo geralmente um dos primeiros sinais de gravidez, no entanto, se o sangramento é excessivo, dura mais de 3 dias ou é acompanhado de cólicas, ou vômitos, é importante ir ao hospital pois pode ser sinal de aborto, gravidez ectópica ou gravidez molar, por exemplo. Como é o sangramento de nidação O sangramento de nidação pode ser identificado através de sintomas, como: Pequeno sangramento com cor que varia desde o marrom, semelhante à borra de café, ao rosado; Manchas ou pontinhos de sangue; Cólica fraca; Sensação de pontadas na barriga. Além disso, o sangramento de nidação pode estar acompanhado de outros sintomas de gravidez, como náusea, sensibilidade nas mamas ou dor de cabeça, por exemplo, sendo considerado um dos primeiros sinais de gravidez. Conheça os primeiros sintomas de gravidez. Quando acontece O sangramento de nidação é aquele que surge após o período ovulatório, desde que tenha havido relação sexual. Esse sangramento não é abundante e surge de 10 a 14 dias após a fecundação. Veja como saber se houve fecundação. Caso tenha sintomas sugestivos de nidação, faça o teste a seguir para verificar as chances de estar grávida: Descubra se você pode estar grávida / Descubra se você pode estar grávida Começar o teste Anterior Próxima Qual a diferença entre o sangramento de nidação e a menstruação? A menstruação pode ser caracterizada por sangramento abundante de cor vermelha viva, principalmente nos primeiros dias do ciclo, que dura em média 5 dias e que pode vir, em alguns casos, acompanhada por alguns coágulos. Já o sangramento de nidação não é abundante, dura poucas horas ou 1 a 2 dias e possui cor rosa ou marrom semelhante à borra de café. Quanto tempo dura O sangramento de nidação, quando acontece, normalmente dura de poucas horas até 3 dias e o fluxo do sangramento não é grande e nem aumenta. No caso dos sintomas desaparecerem em 3 dias, há grande possibilidade da mulher estar grávida e, por isso, é importante que vá ao obstetra para que seja indicada a realização do teste de gravidez, o beta-HCG, para que seja verificada a concentração do hormônio da gravidez no sangue. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Quando ir ao médico É importante consultar o obstetra ou ir ao hospital nas seguintes situações: Sangramento intenso ou vermelho vivo; Sangramento que dura mais de 3 dias; Dor abdominal forte, semelhante à cólica menstrual intensa, que pode irradiar para as costas; Cólica forte em apenas um lado da barriga; Corrimento vaginal com mau cheiro; Febre ou calafrio. Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico.
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico. --- sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico. --- sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ▶ Hemorragia. É o elemento mais comum e costuma ser o 1o a revelar distúrbios na evolução da gravidez (Figura27.1). De modo geral, o fluxo sanguíneo na fase de ameaça é menor do que na interrupção inevitável. Ossangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são considerados mais sérios. Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto. ▶ Dores. Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível. Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável. ▶ Exame físico. --- sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre diferentes tipos de abortos e suas implicações, incluindo a hemorragia, que é o foco da pergunta. Embora não responda diretamente ao tempo de duração do sangramento após um aborto espontâneo, discute a relação entre sangramentos persistentes e abortos incompletos, ajudando a contextualizar a situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre abortamento e suas classificações, além de mencionar que o sangramento pode ser um sinal de abortamento incompleto. Isso ajuda a contextualizar a situação da usuária, que está lidando com sangramentos após um aborto espontâneo. Contudo, não fornece uma resposta direta sobre a duração esperada do sangramento, o que pode ser um ponto de desconexão.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto é altamente relevante para a pergunta, pois discute diferentes aspectos relacionados ao aborto espontâneo, incluindo a duração do sangramento e as implicações clínicas, como o abortamento incompleto. Ele oferece informações que ajudam a entender possíveis causas e a necessidade de acompanhamento médico, o que é diretamente útil para a situação da usuária.", "nota": 3} ```
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre sangramentos pós-aborto, abortamento incompleto e as complicações associadas, que são diretamente relacionadas à pergunta do usuário. Esse conteúdo ajuda a entender a situação clínica descrita, podendo auxiliar na formulação de uma resposta apropriada à dúvida sobre a duração do sangramento.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações relevantes sobre diferentes tipos de abortamento e seus sintomas, incluindo sangramentos e suas possíveis causas. Ele menciona o abortamento incompleto e suas consequências, que se relacionam diretamente com a situação da usuária, que está experimentando sangramentos após um aborto espontâneo. Isso ajuda a entender o que pode estar acontecendo e o tempo que o sangramento pode persistir. Portanto, é bastante pertinente à pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa diferentes tipos de abortamento e suas complicações, incluindo sangramentos, o que é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre a duração do sangramento após um aborto espontâneo. As informações sobre a hemorragia e o abortamento incompleto fornecem uma base para entender as experiências relatadas pela usuária.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre o abortamento, hemorragia e suas consequências, que são muito relevantes para entender a situação da usuária. Ele menciona possíveis causas para o sangramento persistente, como abortamento incompleto, e caracteriza a hemorragia e cólicas que podem acompanhá-la. Isso ajuda a responder a pergunta sobre a duração do sangramento.", "nota": 3}
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qual especialistas faz cirurgia para retirada de granuloma de corpo estranho na região pélvica
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosqual é a causa do granuloma de corpo estranho qual a cirurgia você realizou qual a sua idadeo diagnóstico diferencial é importante por exemplo com endometriomaconverse com o seu médico procure um cirurgião ginecológico agende a sua consulta esclareça suas dúvidas
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011). --- Remoção de corpo estranho. Corpos estranhos, como cálculos, podem ser remo-vidos com a mesma técnica descrita para biópsia. O instrumento é usado para pinçar o corpo estranho e removê-lo junto com o cistoscópio. FIGURA 43-1.3 Durante a cistoscopia a orientação é mantida segurando-se a câmera com fir-meza enquanto o cabo de luz e o cistoscópio são girados em conjunto. FIGURA 43-1.4 Telescopia suprapúbica. --- Macroscopicamente, os tumores de células da granulosa do tipo adulto são grandes, multicísticos, em geral com diâme-tro acima de 10 a 15 cm (Fig. 36-10). A superfície frequente-mente é edematosa e incomumente aderente a outros órgãos pélvicos. Por essa razão, em geral se faz necessária dissecção mais extensa que a exigida para cânceres epiteliais ovarianos ou para tumores malignos de células germinativas. Durante a excisão, também é comum haver ruptura inadvertida com san-gramento intraoperatório do próprio tumor.
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011). --- Remoção de corpo estranho. Corpos estranhos, como cálculos, podem ser remo-vidos com a mesma técnica descrita para biópsia. O instrumento é usado para pinçar o corpo estranho e removê-lo junto com o cistoscópio. FIGURA 43-1.3 Durante a cistoscopia a orientação é mantida segurando-se a câmera com fir-meza enquanto o cabo de luz e o cistoscópio são girados em conjunto. FIGURA 43-1.4 Telescopia suprapúbica. --- Macroscopicamente, os tumores de células da granulosa do tipo adulto são grandes, multicísticos, em geral com diâme-tro acima de 10 a 15 cm (Fig. 36-10). A superfície frequente-mente é edematosa e incomumente aderente a outros órgãos pélvicos. Por essa razão, em geral se faz necessária dissecção mais extensa que a exigida para cânceres epiteliais ovarianos ou para tumores malignos de células germinativas. Durante a excisão, também é comum haver ruptura inadvertida com san-gramento intraoperatório do próprio tumor.
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011). --- Remoção de corpo estranho. Corpos estranhos, como cálculos, podem ser remo-vidos com a mesma técnica descrita para biópsia. O instrumento é usado para pinçar o corpo estranho e removê-lo junto com o cistoscópio. FIGURA 43-1.3 Durante a cistoscopia a orientação é mantida segurando-se a câmera com fir-meza enquanto o cabo de luz e o cistoscópio são girados em conjunto. FIGURA 43-1.4 Telescopia suprapúbica. --- Macroscopicamente, os tumores de células da granulosa do tipo adulto são grandes, multicísticos, em geral com diâme-tro acima de 10 a 15 cm (Fig. 36-10). A superfície frequente-mente é edematosa e incomumente aderente a outros órgãos pélvicos. Por essa razão, em geral se faz necessária dissecção mais extensa que a exigida para cânceres epiteliais ovarianos ou para tumores malignos de células germinativas. Durante a excisão, também é comum haver ruptura inadvertida com san-gramento intraoperatório do próprio tumor.
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011). --- Remoção de corpo estranho. Corpos estranhos, como cálculos, podem ser remo-vidos com a mesma técnica descrita para biópsia. O instrumento é usado para pinçar o corpo estranho e removê-lo junto com o cistoscópio. FIGURA 43-1.3 Durante a cistoscopia a orientação é mantida segurando-se a câmera com fir-meza enquanto o cabo de luz e o cistoscópio são girados em conjunto. FIGURA 43-1.4 Telescopia suprapúbica. --- Macroscopicamente, os tumores de células da granulosa do tipo adulto são grandes, multicísticos, em geral com diâme-tro acima de 10 a 15 cm (Fig. 36-10). A superfície frequente-mente é edematosa e incomumente aderente a outros órgãos pélvicos. Por essa razão, em geral se faz necessária dissecção mais extensa que a exigida para cânceres epiteliais ovarianos ou para tumores malignos de células germinativas. Durante a excisão, também é comum haver ruptura inadvertida com san-gramento intraoperatório do próprio tumor.
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Pólipos cervicaisPorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEPólipos cervicais são nódulos de tecido comuns semelhantes a um dedo que avançam para a passagem através do colo do útero. Os pólipos são quase sempre benignos (não cancerosos).Sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Pólipo do colo do úteroOs pólipos cervicais podem ser causados por inflamação crônica ou infecção.Geralmente, os pólipos cervicais não causam nenhum sintoma, mas alguns deles podem causar sangramento vaginal ou secreção vaginal purulenta.O médico normalmente consegue diagnosticar os pólipos cervicais durante um exame pélvico.Os pólipos que causam sangramento ou secreção são removidos durante o exame pélvico.Aproximadamente 2% a 5% das mulheres têm pólipos cervicais. Eles podem ser causados por inflamação ou infecção crônica.Sintomas de pólipos cervicais A maioria dos pólipos cervicais não causa sintomas. Alguns pólipos causam sangramento entre as menstruações ou após a atividade sexual. Em casos raros, os pólipos ficam infeccionados, causando uma secreção vaginal purulenta.Os pólipos normalmente são rosa-avermelhados e têm menos de um centímetro de diâmetro.Pólipo do colo do úteroImagem DR P. MARAZZI/SCIENCE PHOTO LIBRARYDiagnóstico de pólipos cervicais Um exame pélvicoO médico consegue detectar pólipos quando realiza um exame pélvico.Tratamento de pólipos cervicaisRemoção dos póliposOs pólipos que causam sangramento ou secreção são removidos durante o exame pélvico no consultório médico. Geralmente, o procedimento não é doloroso e não é necessário administrar anestesia. Em casos raros, ocorre sangramento após a remoção dos pólipos. Se houver, uma substância cáustica, como nitrato de prata, é aplicada à área afetada com um cotonete para interromper o sangramento.Os pólipos são examinados para confirmar que eles não são cancerosos.Caso os sintomas (sangramento e secreção) persistam após a remoção dos pólipos, uma amostra de tecido do revestimento do útero (endométrio) será coletada e examinada ao microscópio (biópsia do endométrio) para descartar a hipótese de câncer de endométrio.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011). --- Remoção de corpo estranho. Corpos estranhos, como cálculos, podem ser remo-vidos com a mesma técnica descrita para biópsia. O instrumento é usado para pinçar o corpo estranho e removê-lo junto com o cistoscópio. FIGURA 43-1.3 Durante a cistoscopia a orientação é mantida segurando-se a câmera com fir-meza enquanto o cabo de luz e o cistoscópio são girados em conjunto. FIGURA 43-1.4 Telescopia suprapúbica.
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Pólipos de colo do úteroPorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023Visão Educação para o pacienteOs pólipos de colo do útero são alterações benignas e comuns no colo do útero e no endocérvix. A maioria dos pólipos de colo do útero é assintomática, mas alguns provocam sangramento vaginal. O diagnóstico é por exame pélvico. O tratamento é por polipectomia, geralmente em um procedimento ambulatorial simples.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Pólipo de colo do úteroPólipos de colo do útero ocorrem em cerca de 2 a 5% das mulheres. Geralmente se originam no canal endocervical. Os pólipos endocervicais podem ser causados por inflamação crônica. Raramente se tornam malignos. Sinais e sintomas dos pólipos de colo do úteroA maioria dos pólipos de colo do útero é assintomática, mas podem sangrar entre as menstruações ou após relações sexuais, ou infectar-se, causando corrimento vaginal purulento (leucorreia).Os pólipos endocervicais são rosa-avermelhados, têm Imagem DR P. MARAZZI/SCIENCE PHOTO LIBRARY Diagnóstico dos pólipos de colo do úteroExame por espéculo vaginalO diagnóstico dos pólipos de colo do útero é por exame especular vaginal.Deve-se fazer citologia do colo do útero. Tratamento dos pólipos de colo do úteroExcisãoOs pólipos que causam sangramento ou corrimento vaginal devem ser removidos. Excisão costuma ser um procedimento menor e pode ser feita no consultório segurando a base com uma pinça e torcendo o pólipo (polipectomia). Tipicamente, a polipectomia não é dolorosa e não exige anestésicos locais. O sangramento após a excisão é raro e pode ser controlado com cauterização química.Se o sangramento ou corrimento persistirem após o tratamento, realiza-se biópsia endometrial para excluir câncer.Pontos-chaveOs pólipos de colo do útero são alterações benignas e comuns no colo do útero e no endocérvix; eles geralmente são benignos.A maioria é assintomática, mas alguns causam sangramento e tornam-se infectados, provocando corrimento vaginal purulento.Diagnosticar por exame especular vaginal.Se os pólipos provocarem sintomas, removê-los; se o sangramento ou o corrimento persistir após a remoção, biópsia é necessária para excluir câncer.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011). --- Remoção de corpo estranho. Corpos estranhos, como cálculos, podem ser remo-vidos com a mesma técnica descrita para biópsia. O instrumento é usado para pinçar o corpo estranho e removê-lo junto com o cistoscópio. FIGURA 43-1.3 Durante a cistoscopia a orientação é mantida segurando-se a câmera com fir-meza enquanto o cabo de luz e o cistoscópio são girados em conjunto. FIGURA 43-1.4 Telescopia suprapúbica.
TRATAMENTO CIRÚRGICO ■ Procedimentos obliterativosAs duas abordagens para cirurgia de prolapso são a obliterativa e a reconstrutiva. Entre as abordagens obliterativas estão colpo-cleise de Lefort e colpocleise completa (ver Seções 43-24 e 43-25, p. 1.246). Esses procedimentos envolvem remoção extensa TRATAMENTO CIRÚRGICOBADCFIGURA 24-19 Fotografias mostrando a técnica para colocação e remoção de pessário Gellhorn. As Figuras A, B e C mostram a colocação. D. Para remover o pessário Gellhorn, coloca-se um dedo atrás do disco para neutralizar a pressão negativa antes da remoção. Hoffman_24.indd 650 03/10/13 17:08651de epitélio vaginal, sutura das paredes vaginais anterior e pos-terior uma à outra, obliteração da cúpula vaginal e fechamento efetivo da vagina. Os procedimentos obliterativos são apropria-dos somente para pacientes idosas ou clinicamente comprome-tidas, que não tenham desejo de atividade sexual futura. --- Embora o tratamento médico inclua manipulação hor-monal para suprimir o tecido funcional, a excisão cirúrgica é necessária em muitos casos sintomáticos (Lafferty, 1996). Em razão da frequência com que o ureter está envolvido com as aderências que revestem o tecido residual, a laparotomia é in-dicada em muitos casos. Entretanto, os profissionais com gran-de habilidade laparoscópica podem obter resultados positivos (Nezhat, 2000, 2005). Síndrome da congestão pélvica. O fluxo sanguíneo retrógrado em razão de incompetência valvar com frequência produz veias ovarianas ou pélvicas tortuosas ou congestas. Como resultado, é possível haver DPC, além de sensações de pressão e peso, e esse conjunto é denominado síndrome da congestão pélvica (Breard, 1988). --- Pólipos cervicaisPorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEPólipos cervicais são nódulos de tecido comuns semelhantes a um dedo que avançam para a passagem através do colo do útero. Os pólipos são quase sempre benignos (não cancerosos).Sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Pólipo do colo do úteroOs pólipos cervicais podem ser causados por inflamação crônica ou infecção.Geralmente, os pólipos cervicais não causam nenhum sintoma, mas alguns deles podem causar sangramento vaginal ou secreção vaginal purulenta.O médico normalmente consegue diagnosticar os pólipos cervicais durante um exame pélvico.Os pólipos que causam sangramento ou secreção são removidos durante o exame pélvico.Aproximadamente 2% a 5% das mulheres têm pólipos cervicais. Eles podem ser causados por inflamação ou infecção crônica.Sintomas de pólipos cervicais A maioria dos pólipos cervicais não causa sintomas. Alguns pólipos causam sangramento entre as menstruações ou após a atividade sexual. Em casos raros, os pólipos ficam infeccionados, causando uma secreção vaginal purulenta.Os pólipos normalmente são rosa-avermelhados e têm menos de um centímetro de diâmetro.Pólipo do colo do úteroImagem DR P. MARAZZI/SCIENCE PHOTO LIBRARYDiagnóstico de pólipos cervicais Um exame pélvicoO médico consegue detectar pólipos quando realiza um exame pélvico.Tratamento de pólipos cervicaisRemoção dos póliposOs pólipos que causam sangramento ou secreção são removidos durante o exame pélvico no consultório médico. Geralmente, o procedimento não é doloroso e não é necessário administrar anestesia. Em casos raros, ocorre sangramento após a remoção dos pólipos. Se houver, uma substância cáustica, como nitrato de prata, é aplicada à área afetada com um cotonete para interromper o sangramento.Os pólipos são examinados para confirmar que eles não são cancerosos.Caso os sintomas (sangramento e secreção) persistam após a remoção dos pólipos, uma amostra de tecido do revestimento do útero (endométrio) será coletada e examinada ao microscópio (biópsia do endométrio) para descartar a hipótese de câncer de endométrio.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Pólipos de colo do úteroPorCharles Kilpatrick, MD, MEd, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: fev. 2023Visão Educação para o pacienteOs pólipos de colo do útero são alterações benignas e comuns no colo do útero e no endocérvix. A maioria dos pólipos de colo do útero é assintomática, mas alguns provocam sangramento vaginal. O diagnóstico é por exame pélvico. O tratamento é por polipectomia, geralmente em um procedimento ambulatorial simples.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Pólipo de colo do úteroPólipos de colo do útero ocorrem em cerca de 2 a 5% das mulheres. Geralmente se originam no canal endocervical. Os pólipos endocervicais podem ser causados por inflamação crônica. Raramente se tornam malignos. Sinais e sintomas dos pólipos de colo do úteroA maioria dos pólipos de colo do útero é assintomática, mas podem sangrar entre as menstruações ou após relações sexuais, ou infectar-se, causando corrimento vaginal purulento (leucorreia).Os pólipos endocervicais são rosa-avermelhados, têm Imagem DR P. MARAZZI/SCIENCE PHOTO LIBRARY Diagnóstico dos pólipos de colo do úteroExame por espéculo vaginalO diagnóstico dos pólipos de colo do útero é por exame especular vaginal.Deve-se fazer citologia do colo do útero. Tratamento dos pólipos de colo do úteroExcisãoOs pólipos que causam sangramento ou corrimento vaginal devem ser removidos. Excisão costuma ser um procedimento menor e pode ser feita no consultório segurando a base com uma pinça e torcendo o pólipo (polipectomia). Tipicamente, a polipectomia não é dolorosa e não exige anestésicos locais. O sangramento após a excisão é raro e pode ser controlado com cauterização química.Se o sangramento ou corrimento persistirem após o tratamento, realiza-se biópsia endometrial para excluir câncer.Pontos-chaveOs pólipos de colo do útero são alterações benignas e comuns no colo do útero e no endocérvix; eles geralmente são benignos.A maioria é assintomática, mas alguns causam sangramento e tornam-se infectados, provocando corrimento vaginal purulento.Diagnosticar por exame especular vaginal.Se os pólipos provocarem sintomas, removê-los; se o sangramento ou o corrimento persistir após a remoção, biópsia é necessária para excluir câncer.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Idealmente, nas pacientes com massas anexiais suspeitas, a cirurgia deve ser realizada em um hospital na presença de um patologista capacitado a interpretar amostras de congelação in-traoperatória. No mínimo, amostras para citologia peritoneal devem ser obtidas quando da entrada no abdome. A massa deve, então, ser removida intacta por meio de incisão que per-mita o estadiamento completo e a ressecção de possíveis im-plantes metastáticos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2011).
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre vários procedimentos cirúrgicos na região pélvica, incluindo a remoção de corpos estranhos e a excisão cirúrgica em casos de massas anexiais, mas não menciona especificamente quais especialistas realizam a cirurgia para retirada de granulomas de corpo estranho na região pélvica. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre cirurgias pélvicas e a remoção de corpos estranhos, mas não menciona especificamente os especialistas que realizam a cirurgia para retirada de granulomas. Embora haja informações relevantes sobre procedimentos cirúrgicos, a conexão direta com a pergunta não está clara.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa procedimentos cirúrgicos relacionados a tratamentos pélvicos, mas não menciona diretamente a especialidade médica que realiza a cirurgia para retirada de granuloma de corpo estranho na região pélvica. Portanto, a conexão é fraca e não fornece informações específicas sobre o especialista requerido.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda procedimentos cirúrgicos e menções a removação de massas e corpos estranhos, mas não especifica quais especialistas realizam a cirurgia para retirada de granuloma de corpo estranho na região pélvica. As informações podem ser tangencialmente relacionadas, mas não respondem diretamente à pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado não menciona especificamente especialistas que realizam a cirurgia para retirada de granuloma de corpo estranho na região pélvica. As informações tratam de procedimentos cirúrgicos variados, mas não direcionam ou conectam diretamente à questão sobre especialistas nesse tipo de cirurgia.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto menciona procedimentos cirúrgicos relacionados à remoção de corpos estranhos, mas não especifica quais especialistas realizam a cirurgia para granuloma de corpo estranho na região pélvica. Embora exista alguma relação, as informações não são diretamente relevantes para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona procedimentos cirúrgicos relacionados à saúde pélvica, mas não informa diretamente sobre especialistas que realizam a cirurgia para retirar granuloma de corpo estranho na região pélvica. Embora tenha conteúdo sobre tratamento cirúrgico, não está claramente conectado à pergunta sobre o tipo específico de especialista.", "nota": 2}
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olá tenho anos e estou a dias sem menstruar fiz exames de gravidez para eliminar qualquer suspeita todos deram negativosinto alteração no humor irritabilidade dores abdominais parecidas com início de cólica menstrual porém não ocorre o ciclo poderia ser o início da menopausa
boa noitenão é comum estar na fase do climatério aos anosmas algumas pacientes apresentam esses sintomas mais cedodeve observar e se persistirem os sintomas na ausência de menstruações é importante fazer uma avaliação com ao ginecologista para avaliar as possíveis causas e a necessidade de reposição hormonal
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE. --- Os sintomas de apresentação mais comuns são dor ab-dominal e diarreia. Outros sinais incluem perda de peso, os-teopenia e fadiga provocada por anemia; todos causados por disabsorção. Além disso, a doença celíaca foi associada à infer-tilidade, embora os mecanismos não tenham sido esclarecidos. Deve-se suspeitar de doença celíaca nos pacientes com os sinais característicos e naqueles com história familiar do distúrbio. DOENÇA GASTRINTESTINALHoffman_11.indd 321 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comO diagnóstico requer biópsia duodenal e resposta positiva à dieta sem glúten. Contudo, um número significativo de pa-cientes apresenta-se com dor abdominal e diarreia e não têm doença celíaca. Consequentemente, muitos médicos optam por rastreamento sorológico não invasivo para evitar biópsia desne-cessária. Dos exames sorológicos diagnósticos disponíveis, a pes-quisa para IgA antiendomísio e IgA antitransglutaminase teci-dual apresenta acurácia superior a 90% (van der Windt, 2010).
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE. --- Os sintomas de apresentação mais comuns são dor ab-dominal e diarreia. Outros sinais incluem perda de peso, os-teopenia e fadiga provocada por anemia; todos causados por disabsorção. Além disso, a doença celíaca foi associada à infer-tilidade, embora os mecanismos não tenham sido esclarecidos. Deve-se suspeitar de doença celíaca nos pacientes com os sinais característicos e naqueles com história familiar do distúrbio. DOENÇA GASTRINTESTINALHoffman_11.indd 321 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comO diagnóstico requer biópsia duodenal e resposta positiva à dieta sem glúten. Contudo, um número significativo de pa-cientes apresenta-se com dor abdominal e diarreia e não têm doença celíaca. Consequentemente, muitos médicos optam por rastreamento sorológico não invasivo para evitar biópsia desne-cessária. Dos exames sorológicos diagnósticos disponíveis, a pes-quisa para IgA antiendomísio e IgA antitransglutaminase teci-dual apresenta acurácia superior a 90% (van der Windt, 2010).
Sinto cólicas, mas a menstruação não vem. Posso estar grávida? “Estou sentindo cólicas hoje, mas não estou menstruada. Será que posso estar grávida?” As cólicas podem ser um sintoma inicial de gravidez, mas também podem ser normais na fase pré-menstrual. Por isso, para tirar a dúvida, faça um teste de gravidez de farmácia. Ele é fácil de usar e muito confiável. Se o teste der um resultado positivo, o ideal é confirmar o diagnóstico com um médico, dessa forma, é recomendado que consulte um ginecologista. Caso esteja suspeitando de gravidez, mas ainda não tenha conseguido fazer o teste, observe também se existem outros sintomas clássicos, como: Náuseas; Vômitos; Cansaço ou sonolência. O aumento das mamas é outro sinal que tende a estar presente no início da gravidez, mas que também pode acontecer no período pré-menstrual normal. Se as cólicas se tornarem muito intensas, é importante ir a um pronto socorro ou emergência médica, para identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
Sinto cólicas, mas a menstruação não vem. Posso estar grávida? “Estou sentindo cólicas hoje, mas não estou menstruada. Será que posso estar grávida?” As cólicas podem ser um sintoma inicial de gravidez, mas também podem ser normais na fase pré-menstrual. Por isso, para tirar a dúvida, faça um teste de gravidez de farmácia. Ele é fácil de usar e muito confiável. Se o teste der um resultado positivo, o ideal é confirmar o diagnóstico com um médico, dessa forma, é recomendado que consulte um ginecologista. Caso esteja suspeitando de gravidez, mas ainda não tenha conseguido fazer o teste, observe também se existem outros sintomas clássicos, como: Náuseas; Vômitos; Cansaço ou sonolência. O aumento das mamas é outro sinal que tende a estar presente no início da gravidez, mas que também pode acontecer no período pré-menstrual normal. Se as cólicas se tornarem muito intensas, é importante ir a um pronto socorro ou emergência médica, para identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
Cólicas menstruais(Dismenorreia; menstruação dolorosa)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosCausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Algumas causas e características...As cólicas menstruais são dores na parte inferior do abdômen (pelve), sentidas alguns dias antes, durante ou depois da menstruação. A dor tende a ser mais intensa aproximadamente 24 horas depois do início da menstruação e começa a diminuir após dois a três dias. A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e intermitente. Às vezes, a dor se irradia para a região lombar ou para as pernas.Muitas mulheres também apresentam dor de cabeça, náuseas (às vezes com vômitos), constipação ou diarreia. Elas também podem sentir uma necessidade de urinar com frequência.Algumas mulheres com menstruações dolorosas também apresentam sintomas de tensão pré-menstrual (por exemplo, irritabilidade, nervosismo, depressão, fadiga e inchaço abdominal). Esses sintomas podem persistir durante parte ou toda a menstruação.Às vezes, o sangue menstrual contém coágulos. Os coágulos, que podem ter uma coloração vermelho-vivo ou vermelho escuro, podem conter tecidos e líquidos do revestimento uterino, além de sangue.Os sintomas tendem a ser mais graves seA menstruação começar cedo, em idade precoce.A menstruação for prolongada ou com fluxo intenso.A mulher for fumante.Mulheres da família também tiverem dismenorreia.Os sintomas tendem a diminuir depois que a mulher tem a primeira gravidez e à medida que envelhece.Causas das cólicas menstruaisÉ possível que as cólicas menstruais Não tenham uma causa identificável (um quadro clínico denominado dismenorreia primária)Sejam causadas por outro distúrbio (um quadro clínico denominado dismenorreia secundária)A dismenorreia primária geralmente começa durante a adolescência e pode ficar menos intensa com a idade e após a gravidez. Ela é mais comum que a dismenorreia secundária.A dismenorreia secundária geralmente começa durante a idade adulta (a menos que seja causada por um defeito congênito do sistema reprodutor).Causas comunsMais de 50% das mulheres com dismenorreia têm dismenorreia primária. Em aproximadamente 5% a 15% dessas mulheres, as cólicas são intensas o suficiente para interferir nas atividades diárias, e pode levá-las a faltar à escola ou ao trabalho.Os especialistas acreditam que a dismenorreia primária talvez seja causada pela liberação de substâncias chamadas prostaglandinas no sangue ou tecidos durante a menstruação. A concentração de prostaglandina é elevada em mulheres com dismenorreia primária. As prostaglandinas podem causar a contração do útero (como ocorre durante o parto), reduzindo o fluxo sanguíneo para o útero. Essas contrações podem causar dor e desconforto. As prostaglandinas também fazem com que as terminações nervosas no útero fiquem mais sensíveis à dor.A ansiedade também pode contribuir para a dor.A dismenorreia secundária é causada por anomalias no sistema reprodutor. Ela costuma ser causada porEndometriose: Os tecidos que normalmente se encontram apenas no revestimento uterino (tecido endometrial) crescem para fora do útero. A endometriose é a causa mais comum da dismenorreia secundária.Adenomiose: O tecido endometrial cresce dentro da parede uterina, fazendo com ela se expanda e inche durante a menstruação.Miomas: Esses tumores não cancerosos são compostos de músculo e tecido fibroso e crescem no útero.Causas menos comunsExistem várias causas de dismenorreia secundária menos frequentes. Incluem Cistos e tumores nos ováriosUso de um dispositivo intrauterino (DIU)Doença inflamatória pélvicaTecido cicatricial no úteroDefeitos congênitos da vagina, do colo do útero ou do úteroOs DIUs que liberam cobre costumam ser associados a menstruações dolorosas. Aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) geralmente não causam menstruações dolorosas.Algumas mulheres sentem dor porque a passagem através do colo do útero (canal cervical) é estreita. O estreitamento do canal cervical (estenose cervical) pode surgir após um procedimento, tal como no caso do tratamento de um quadro clínico pré‑canceroso (displasia) do colo do útero.Avaliação das cólicas menstruaisGeralmente, o médico faz um diagnóstico de dismenorreia quando a mulher relata sentir dores incômodas regulares durante a menstruação. Após esse diagnóstico inicial, ele determina se é uma dismenorreia primária ou secundária.Sinais de alertaAlguns sintomas são motivos de preocupação em mulheres com dismenorreia:Dor intensa que surgiu repentinamente ou é novaDor contínuaFebreCorrimento vaginal purulentoDor aguda que piora quando o abdômen é tocado levemente ou até mesmo com um movimento mínimoQuando consultar um médicoA mulher com qualquer sinal de alerta deve consultar um médico assim que possível (geralmente no mesmo dia).Caso a mulher sem sinais de alerta sinta cólicas mais intensas que o normal, ou sinta dores que durem mais que o habitual, ela também deve procurar um médico dentro de poucos dias.Outras mulheres que sentem cólicas menstruais devem entrar em contato com seu médico. É ele quem decide se a mulher ou não precisa vir logo ou não a uma consulta tomando por base os outros sintomas, a idade e o histórico clínico da mulher.O que o médico fazO médico ou outro profissional de saúde faz perguntas sobre a dor e o histórico clínico da mulher, incluindo seu histórico menstrual. Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa para as cólicas menstruais e os exames que talvez precisem ser realizados (consulte a tabela Algumas causas e características das cólicas menstruais).Para poder obter um histórico menstrual completo, o médico pergunta à mulherQual era a sua idade quando as menstruações começaramQuantos dias elas duramQual é a intensidade do fluxoQuanto tempo de intervalo há entre as menstruaçõesSe sua menstruação é regularSe aparecem manchas de sangue nas roupas íntimas entre as menstruaçõesQuando os sintomas apareceram em relação à menstruaçãoO profissional também pergunta à mulher:A idade da mulher quando começou a ter cólica menstrual Quais outros sintomas ela temUma descrição da dor, incluindo seu grau de intensidade, o que alivia ou agrava os sintomas, e de que maneira os sintomas interferem nas atividades diáriasSe ela sente dor pélvica não relacionada com a menstruaçãoSe os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ajudam ou não a aliviar a dorSe ela sente dor durante a atividade sexual ou se teve problemas para engravidar (como pode ocorrer na endometriose)Eles ainda perguntam para a mulher se ela tem ou teve doenças e outros distúrbios que possam causar cólicas, incluindo o uso de certos medicamentos (por exemplo, pílulas anticoncepcionais) ou DIUs. O médico pergunta se ela realizou algum procedimento cirúrgico que aumenta o risco de ter dor pélvica, como, por exemplo, um procedimento que destrói ou remove o revestimento do útero (ablação endometrial).É realizado um exame pélvico. O médico verifica quanto à presença de alterações, inclusive secreção, dor, pólipos e miomas.O médico também apalpa levemente o abdômen na tentativa de detectar áreas que estão particularmente doloridas, pois isso pode indicar uma inflamação grave no abdômen (peritonite).TabelaAlgumas causas e características das cólicas menstruaisTabela Algumas causas e características das cólicas menstruaisCausaCaracterísticas comuns*ExamesAdenomiose (crescimento do tecido que normalmente reveste o útero – chamado de tecido endometrial – por dentro da parede uterina)Menstruação de fluxo intenso e dolorido, com sangramento vaginal entre as menstruações, dor na parte inferior do abdômen (pelve) e uma sensação de pressão sobre a bexiga e o retoÀs vezes, dor durante a relação sexualUltrassonografia ou RM da pelveÀs vezes, é feita uma biópsia em mulheres com sangramento vaginal anômalo para descartar outras causas de sangramentoDefeitos congênitos do trato reprodutor (raros)Às vezes, menstruações que nunca começam (amenorreia primária) Às vezes, alterações encontradas durante o exame pélvico, tais como obstrução vaginal ou um nódulo na pelveExame médicoÀs vezes, histerossalpingografia (uma radiografia realizada depois que um meio de contraste é injetado no útero e nas trompas de Falópio), histerossonografia (uma ultrassonografia realizada após injeção de líquido no útero) ou RMEstenose cervical (estreitamento da passagem através do colo do útero)Ausência de menstruação ou menstruações irregulares, sangramento vaginal entre as menstruações, infertilidade e dor abdominal cíclicaExame médicoÀs vezes, ultrassonografia da pelveCistos e tumores nos ovários (câncer de ovário ou nódulos não malignos nos ovários)Frequentemente, nenhum outro sintomaSangramento vaginal anômalo (às vezes)Às vezes, indigestão, inchaço, alterações na micção, dor pélvica ou dor nas costasUltrassonografiaSe houver suspeita de câncer, são realizados exames de sangue para medir as substâncias produzidas por certos tumoresEndometriose (retalhos de tecido endometrial que se localizam anormalmente fora do útero)Dor surda ou do tipo cólica que ocorre antes e durante os primeiros dias da menstruaçãoInfertilidadeDor durante a relação sexual, dores nos movimentos intestinais ou na micção (com frequência)Exame médicoUltrassonografia da pelveÀs vezes, laparoscopia (a inserção de microcâmera através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo)MiomasFrequentemente, nenhum outro sintomaNo caso de miomas grandes, às vezes, dor, sensação de pressão ou sangramento vaginal intensoUltrassonografiaÀs vezes, histerossonografia ou histeroscopia (que utiliza um tubo de visualização fino para ver o interior do útero)RM, caso os resultados sejam incongruentesDispositivos intrauterinos (DIUs) que liberam cobre ou, com menos frequência, aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona)Forte sangramento menstrualExame médicoÀs vezes, é feita uma ultrassonografia da pelve para determinar se o DIU está corretamente colocado no úteroSíndrome de congestão pélvica (dor crônica decorrente do acúmulo de sangue nas veias da pelve)Descrição da dorNormalmente dolorida, prolongada e indistinta, mas às vezes aguda ou latejantePior no fim do dia e diminui quando a mulher fica deitadaPior durante ou após a relação sexualDor lombar frequente, dores nas pernas e sangramento vaginal anômaloDe vez em quando, a presença de uma secreção vaginal transparente ou líquidaÀs vezes, a dor é acompanhada pela fadiga, oscilações do humor, dores de cabeça e inchaço abdominalExame médicoUltrassonografia ou técnicas de imagem especializadasLaparoscopia (às vezes)* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.RM = ressonância magnética.ExamesOs exames são feitos para excluir as doenças que talvez estejam causando a dor. A maioria das mulheres faz os seguintes exames:Um exame de gravidez em todas as mulheres em idade fértilUltrassonografia da pelve para verificar se há miomas, endometriose, adenomiose e cistos nos ováriosEm caso de suspeita de doença inflamatória pélvica, uma amostra das secreções é colhida do colo do útero, examinada em microscópio e enviada para um laboratório para ser testada.Se o resultado desses exames for indeterminado e se os sintomas persistirem, um ou mais dos exames a seguir será realizado:Exames de imagem, tais como histerossalpingografia ou histerossonografia para identificar pólipos, miomas e defeitos congênitosHisteroscopia para identificar problemas no colo do útero ou no útero (mas não nos ovários)Ressonância magnética (RM) para identificar outras alteraçõesLaparoscopia se os resultados de outros exames forem indefinidosDurante uma histerossalpingografia, uma radiografia é tirada depois que uma substância que pode ser visualizada na radiografia (meio de contraste radiopaco) é injetada no útero e nas trompas de Falópio através do colo do útero. Uma ressonância magnética (RM) será realizada caso os resultados sejam indeterminados.Na histerossonografia, uma ultrassonografia é realizada depois que o líquido é injetado no útero por um tubo fino inserido através da vagina e colo do útero. O líquido facilita a identificação das anomalias. Durante uma histeroscopia, o médico insere um tubo de visualização fino através da vagina e do colo do útero para ver o interior do útero. Esse procedimento pode ser realizado no consultório médico ou em um hospital em caráter ambulatorial.Durante uma laparoscopia, um tubo de visualização que é inserido através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo é utilizado para visualizar o útero, as trompas de Falópio, os ovários e os órgãos no abdômen. Esse procedimento é realizado em um hospital ou centro cirúrgico. A laparoscopia permite que o médico visualize diretamente as estruturas na pelve.Tratamento das cólicas menstruaisMedicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Com frequência, contraceptivos hormonais Tratamento dos distúrbios de baseQuando as cólicas menstruais derivam de outro distúrbio, ele será devidamente tratado, se possível. Por exemplo, um canal cervical estreito pode ser alargado com uma cirurgia. No entanto, essa operação costuma aliviar a dor apenas temporariamente. Se necessário, o mioma ou tecido endometrial ectópico (decorrente de endometriose) é removido cirurgicamente.Se a mulher tiver dismenorreia primária e não tiver um distúrbio específico que possa ser tratado, é possível que ela use medidas gerais ou AINEs para aliviar os sintomas.Medidas geraisCalor úmido aplicado no abdômen talvez possa ajudar.Dormir e descansar bem e praticar exercícios regularmente talvez também possam ajudar.Outras medidas que são sugeridas para ajudar a aliviar a dor incluem seguir uma dieta pobre em gordura e o consumo de suplementos, tais como ácidos graxos da série ômega 3, semente de linhaça, magnésio, vitamina B1, vitamina E e zinco. Não existe muita evidência para respaldar a utilidade da dieta ou desses suplementos nutricionais, mas a maioria tem poucos riscos e, portanto, é possível que algumas mulheres os experimentem. A mulher deve conversar com o médico antes de usar esses suplementos.MedicamentosSe a dor for incômoda, AINEs, tais como ibuprofeno, naproxeno ou ácido mefenâmico, podem ajudar. Os AINEs devem ser tomados de 24 a 48 horas antes do início da menstruação, até um ou dois dias após o início da menstruação.Caso os AINEs sejam ineficazes, é possível que o médico recomende à mulher que também tome pílulas anticoncepcionais que contêm uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) e estrogênio. Essas pílulas impedem que os ovários liberem um óvulo (ovulação). A mulher que não pode tomar estrogênio pode tomar pílulas anticoncepcionais que contêm apenas uma progestina.Outros tratamentos hormonais podem ser usados se os AINEs ou as pílulas anticoncepcionais não aliviarem os sintomas. Eles incluem progestinas (por exemplo, o levonorgestrel, o etonogestrel, a medroxiprogesterona ou a progesterona micronizada, tomados por via oral), os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (por exemplo, a leuprolida e a nafarelina), os antagonistas do GnRH (por exemplo, o elagolix), um DIU que libera uma progestina ou o danazol (um hormônio masculino sintético). Os agonistas e antagonistas do GnRH ajudam a aliviar as cólicas menstruais causadas por endometriose. O danazol não costuma ser usado porque tem muitos efeitos colaterais.Outros tratamentosCaso exista a possibilidade de a mulher ter endometriose e os medicamentos não tiverem funcionado ou se ela tiver infertilidade, é possível que o médico faça uma cirurgia laparoscópica para confirmar o diagnóstico de endometriose e remover o tecido endometrial (tecido do revestimento do útero) que está localizado fora do útero.Se a mulher tiver dor grave que persiste apesar de ter recebido todos os outros tipos de tratamento, é possível que o médico realize um procedimento que afeta os nervos ligados ao útero e, com isso, bloqueia os sinais de dor. Esses procedimentos incluem:Injeção de um agente anestésico nos nervos (bloqueio nervoso)Eliminação dos nervos com laser, eletricidade ou ultrassomCortar os nervosOs procedimentos para afetar os nervos podem ser realizados com um laparoscópio. Quando esses nervos são cortados, outros órgãos na pelve, tais como os ureteres, são ocasionalmente lesionados.Alguns tratamentos alternativos para as cólicas menstruais foram sugeridos, mas não foram bem estudados. Eles incluem aconselhamento comportamental (por exemplo, dessensibilização sistemática e relaxamento e treinamento para controle da dor), acupuntura e acupressão. A hipnose também está sendo estudada como uma forma de tratamento.Pontos-chaveEm geral, as cólicas menstruais podem não ter uma causa identificável (chamadas de dismenorreia primária).A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e, geralmente, começa alguns dias antes da menstruação e desaparece após dois ou três dias.Para a maioria das mulheres, os exames para diagnosticar a causa da dor são um exame de gravidez, exame médico e ultrassonografia (para verificar se há estruturas anormais ou massas na pelve).Medidas gerais que talvez possam ajudar a aliviar os sintomas da dismenorreia primária incluem sono adequado, praticar atividade física com regularidade e aplicação de calor.AINEs ou um AINE mais pílulas anticoncepcionais que contêm progestina e estrogênio podem ajudar a aliviar a dor.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE. --- Os sintomas de apresentação mais comuns são dor ab-dominal e diarreia. Outros sinais incluem perda de peso, os-teopenia e fadiga provocada por anemia; todos causados por disabsorção. Além disso, a doença celíaca foi associada à infer-tilidade, embora os mecanismos não tenham sido esclarecidos. Deve-se suspeitar de doença celíaca nos pacientes com os sinais característicos e naqueles com história familiar do distúrbio. DOENÇA GASTRINTESTINALHoffman_11.indd 321 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comO diagnóstico requer biópsia duodenal e resposta positiva à dieta sem glúten. Contudo, um número significativo de pa-cientes apresenta-se com dor abdominal e diarreia e não têm doença celíaca. Consequentemente, muitos médicos optam por rastreamento sorológico não invasivo para evitar biópsia desne-cessária. Dos exames sorológicos diagnósticos disponíveis, a pes-quisa para IgA antiendomísio e IgA antitransglutaminase teci-dual apresenta acurácia superior a 90% (van der Windt, 2010).
Cólicas menstruais(Dismenorreia; menstruação dolorosa)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosCausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Algumas causas e características...As cólicas menstruais são dores na parte inferior do abdômen (pelve), sentidas alguns dias antes, durante ou depois da menstruação. A dor tende a ser mais intensa aproximadamente 24 horas depois do início da menstruação e começa a diminuir após dois a três dias. A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e intermitente. Às vezes, a dor se irradia para a região lombar ou para as pernas.Muitas mulheres também apresentam dor de cabeça, náuseas (às vezes com vômitos), constipação ou diarreia. Elas também podem sentir uma necessidade de urinar com frequência.Algumas mulheres com menstruações dolorosas também apresentam sintomas de tensão pré-menstrual (por exemplo, irritabilidade, nervosismo, depressão, fadiga e inchaço abdominal). Esses sintomas podem persistir durante parte ou toda a menstruação.Às vezes, o sangue menstrual contém coágulos. Os coágulos, que podem ter uma coloração vermelho-vivo ou vermelho escuro, podem conter tecidos e líquidos do revestimento uterino, além de sangue.Os sintomas tendem a ser mais graves seA menstruação começar cedo, em idade precoce.A menstruação for prolongada ou com fluxo intenso.A mulher for fumante.Mulheres da família também tiverem dismenorreia.Os sintomas tendem a diminuir depois que a mulher tem a primeira gravidez e à medida que envelhece.Causas das cólicas menstruaisÉ possível que as cólicas menstruais Não tenham uma causa identificável (um quadro clínico denominado dismenorreia primária)Sejam causadas por outro distúrbio (um quadro clínico denominado dismenorreia secundária)A dismenorreia primária geralmente começa durante a adolescência e pode ficar menos intensa com a idade e após a gravidez. Ela é mais comum que a dismenorreia secundária.A dismenorreia secundária geralmente começa durante a idade adulta (a menos que seja causada por um defeito congênito do sistema reprodutor).Causas comunsMais de 50% das mulheres com dismenorreia têm dismenorreia primária. Em aproximadamente 5% a 15% dessas mulheres, as cólicas são intensas o suficiente para interferir nas atividades diárias, e pode levá-las a faltar à escola ou ao trabalho.Os especialistas acreditam que a dismenorreia primária talvez seja causada pela liberação de substâncias chamadas prostaglandinas no sangue ou tecidos durante a menstruação. A concentração de prostaglandina é elevada em mulheres com dismenorreia primária. As prostaglandinas podem causar a contração do útero (como ocorre durante o parto), reduzindo o fluxo sanguíneo para o útero. Essas contrações podem causar dor e desconforto. As prostaglandinas também fazem com que as terminações nervosas no útero fiquem mais sensíveis à dor.A ansiedade também pode contribuir para a dor.A dismenorreia secundária é causada por anomalias no sistema reprodutor. Ela costuma ser causada porEndometriose: Os tecidos que normalmente se encontram apenas no revestimento uterino (tecido endometrial) crescem para fora do útero. A endometriose é a causa mais comum da dismenorreia secundária.Adenomiose: O tecido endometrial cresce dentro da parede uterina, fazendo com ela se expanda e inche durante a menstruação.Miomas: Esses tumores não cancerosos são compostos de músculo e tecido fibroso e crescem no útero.Causas menos comunsExistem várias causas de dismenorreia secundária menos frequentes. Incluem Cistos e tumores nos ováriosUso de um dispositivo intrauterino (DIU)Doença inflamatória pélvicaTecido cicatricial no úteroDefeitos congênitos da vagina, do colo do útero ou do úteroOs DIUs que liberam cobre costumam ser associados a menstruações dolorosas. Aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) geralmente não causam menstruações dolorosas.Algumas mulheres sentem dor porque a passagem através do colo do útero (canal cervical) é estreita. O estreitamento do canal cervical (estenose cervical) pode surgir após um procedimento, tal como no caso do tratamento de um quadro clínico pré‑canceroso (displasia) do colo do útero.Avaliação das cólicas menstruaisGeralmente, o médico faz um diagnóstico de dismenorreia quando a mulher relata sentir dores incômodas regulares durante a menstruação. Após esse diagnóstico inicial, ele determina se é uma dismenorreia primária ou secundária.Sinais de alertaAlguns sintomas são motivos de preocupação em mulheres com dismenorreia:Dor intensa que surgiu repentinamente ou é novaDor contínuaFebreCorrimento vaginal purulentoDor aguda que piora quando o abdômen é tocado levemente ou até mesmo com um movimento mínimoQuando consultar um médicoA mulher com qualquer sinal de alerta deve consultar um médico assim que possível (geralmente no mesmo dia).Caso a mulher sem sinais de alerta sinta cólicas mais intensas que o normal, ou sinta dores que durem mais que o habitual, ela também deve procurar um médico dentro de poucos dias.Outras mulheres que sentem cólicas menstruais devem entrar em contato com seu médico. É ele quem decide se a mulher ou não precisa vir logo ou não a uma consulta tomando por base os outros sintomas, a idade e o histórico clínico da mulher.O que o médico fazO médico ou outro profissional de saúde faz perguntas sobre a dor e o histórico clínico da mulher, incluindo seu histórico menstrual. Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa para as cólicas menstruais e os exames que talvez precisem ser realizados (consulte a tabela Algumas causas e características das cólicas menstruais).Para poder obter um histórico menstrual completo, o médico pergunta à mulherQual era a sua idade quando as menstruações começaramQuantos dias elas duramQual é a intensidade do fluxoQuanto tempo de intervalo há entre as menstruaçõesSe sua menstruação é regularSe aparecem manchas de sangue nas roupas íntimas entre as menstruaçõesQuando os sintomas apareceram em relação à menstruaçãoO profissional também pergunta à mulher:A idade da mulher quando começou a ter cólica menstrual Quais outros sintomas ela temUma descrição da dor, incluindo seu grau de intensidade, o que alivia ou agrava os sintomas, e de que maneira os sintomas interferem nas atividades diáriasSe ela sente dor pélvica não relacionada com a menstruaçãoSe os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ajudam ou não a aliviar a dorSe ela sente dor durante a atividade sexual ou se teve problemas para engravidar (como pode ocorrer na endometriose)Eles ainda perguntam para a mulher se ela tem ou teve doenças e outros distúrbios que possam causar cólicas, incluindo o uso de certos medicamentos (por exemplo, pílulas anticoncepcionais) ou DIUs. O médico pergunta se ela realizou algum procedimento cirúrgico que aumenta o risco de ter dor pélvica, como, por exemplo, um procedimento que destrói ou remove o revestimento do útero (ablação endometrial).É realizado um exame pélvico. O médico verifica quanto à presença de alterações, inclusive secreção, dor, pólipos e miomas.O médico também apalpa levemente o abdômen na tentativa de detectar áreas que estão particularmente doloridas, pois isso pode indicar uma inflamação grave no abdômen (peritonite).TabelaAlgumas causas e características das cólicas menstruaisTabela Algumas causas e características das cólicas menstruaisCausaCaracterísticas comuns*ExamesAdenomiose (crescimento do tecido que normalmente reveste o útero – chamado de tecido endometrial – por dentro da parede uterina)Menstruação de fluxo intenso e dolorido, com sangramento vaginal entre as menstruações, dor na parte inferior do abdômen (pelve) e uma sensação de pressão sobre a bexiga e o retoÀs vezes, dor durante a relação sexualUltrassonografia ou RM da pelveÀs vezes, é feita uma biópsia em mulheres com sangramento vaginal anômalo para descartar outras causas de sangramentoDefeitos congênitos do trato reprodutor (raros)Às vezes, menstruações que nunca começam (amenorreia primária) Às vezes, alterações encontradas durante o exame pélvico, tais como obstrução vaginal ou um nódulo na pelveExame médicoÀs vezes, histerossalpingografia (uma radiografia realizada depois que um meio de contraste é injetado no útero e nas trompas de Falópio), histerossonografia (uma ultrassonografia realizada após injeção de líquido no útero) ou RMEstenose cervical (estreitamento da passagem através do colo do útero)Ausência de menstruação ou menstruações irregulares, sangramento vaginal entre as menstruações, infertilidade e dor abdominal cíclicaExame médicoÀs vezes, ultrassonografia da pelveCistos e tumores nos ovários (câncer de ovário ou nódulos não malignos nos ovários)Frequentemente, nenhum outro sintomaSangramento vaginal anômalo (às vezes)Às vezes, indigestão, inchaço, alterações na micção, dor pélvica ou dor nas costasUltrassonografiaSe houver suspeita de câncer, são realizados exames de sangue para medir as substâncias produzidas por certos tumoresEndometriose (retalhos de tecido endometrial que se localizam anormalmente fora do útero)Dor surda ou do tipo cólica que ocorre antes e durante os primeiros dias da menstruaçãoInfertilidadeDor durante a relação sexual, dores nos movimentos intestinais ou na micção (com frequência)Exame médicoUltrassonografia da pelveÀs vezes, laparoscopia (a inserção de microcâmera através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo)MiomasFrequentemente, nenhum outro sintomaNo caso de miomas grandes, às vezes, dor, sensação de pressão ou sangramento vaginal intensoUltrassonografiaÀs vezes, histerossonografia ou histeroscopia (que utiliza um tubo de visualização fino para ver o interior do útero)RM, caso os resultados sejam incongruentesDispositivos intrauterinos (DIUs) que liberam cobre ou, com menos frequência, aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona)Forte sangramento menstrualExame médicoÀs vezes, é feita uma ultrassonografia da pelve para determinar se o DIU está corretamente colocado no úteroSíndrome de congestão pélvica (dor crônica decorrente do acúmulo de sangue nas veias da pelve)Descrição da dorNormalmente dolorida, prolongada e indistinta, mas às vezes aguda ou latejantePior no fim do dia e diminui quando a mulher fica deitadaPior durante ou após a relação sexualDor lombar frequente, dores nas pernas e sangramento vaginal anômaloDe vez em quando, a presença de uma secreção vaginal transparente ou líquidaÀs vezes, a dor é acompanhada pela fadiga, oscilações do humor, dores de cabeça e inchaço abdominalExame médicoUltrassonografia ou técnicas de imagem especializadasLaparoscopia (às vezes)* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.RM = ressonância magnética.ExamesOs exames são feitos para excluir as doenças que talvez estejam causando a dor. A maioria das mulheres faz os seguintes exames:Um exame de gravidez em todas as mulheres em idade fértilUltrassonografia da pelve para verificar se há miomas, endometriose, adenomiose e cistos nos ováriosEm caso de suspeita de doença inflamatória pélvica, uma amostra das secreções é colhida do colo do útero, examinada em microscópio e enviada para um laboratório para ser testada.Se o resultado desses exames for indeterminado e se os sintomas persistirem, um ou mais dos exames a seguir será realizado:Exames de imagem, tais como histerossalpingografia ou histerossonografia para identificar pólipos, miomas e defeitos congênitosHisteroscopia para identificar problemas no colo do útero ou no útero (mas não nos ovários)Ressonância magnética (RM) para identificar outras alteraçõesLaparoscopia se os resultados de outros exames forem indefinidosDurante uma histerossalpingografia, uma radiografia é tirada depois que uma substância que pode ser visualizada na radiografia (meio de contraste radiopaco) é injetada no útero e nas trompas de Falópio através do colo do útero. Uma ressonância magnética (RM) será realizada caso os resultados sejam indeterminados.Na histerossonografia, uma ultrassonografia é realizada depois que o líquido é injetado no útero por um tubo fino inserido através da vagina e colo do útero. O líquido facilita a identificação das anomalias. Durante uma histeroscopia, o médico insere um tubo de visualização fino através da vagina e do colo do útero para ver o interior do útero. Esse procedimento pode ser realizado no consultório médico ou em um hospital em caráter ambulatorial.Durante uma laparoscopia, um tubo de visualização que é inserido através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo é utilizado para visualizar o útero, as trompas de Falópio, os ovários e os órgãos no abdômen. Esse procedimento é realizado em um hospital ou centro cirúrgico. A laparoscopia permite que o médico visualize diretamente as estruturas na pelve.Tratamento das cólicas menstruaisMedicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Com frequência, contraceptivos hormonais Tratamento dos distúrbios de baseQuando as cólicas menstruais derivam de outro distúrbio, ele será devidamente tratado, se possível. Por exemplo, um canal cervical estreito pode ser alargado com uma cirurgia. No entanto, essa operação costuma aliviar a dor apenas temporariamente. Se necessário, o mioma ou tecido endometrial ectópico (decorrente de endometriose) é removido cirurgicamente.Se a mulher tiver dismenorreia primária e não tiver um distúrbio específico que possa ser tratado, é possível que ela use medidas gerais ou AINEs para aliviar os sintomas.Medidas geraisCalor úmido aplicado no abdômen talvez possa ajudar.Dormir e descansar bem e praticar exercícios regularmente talvez também possam ajudar.Outras medidas que são sugeridas para ajudar a aliviar a dor incluem seguir uma dieta pobre em gordura e o consumo de suplementos, tais como ácidos graxos da série ômega 3, semente de linhaça, magnésio, vitamina B1, vitamina E e zinco. Não existe muita evidência para respaldar a utilidade da dieta ou desses suplementos nutricionais, mas a maioria tem poucos riscos e, portanto, é possível que algumas mulheres os experimentem. A mulher deve conversar com o médico antes de usar esses suplementos.MedicamentosSe a dor for incômoda, AINEs, tais como ibuprofeno, naproxeno ou ácido mefenâmico, podem ajudar. Os AINEs devem ser tomados de 24 a 48 horas antes do início da menstruação, até um ou dois dias após o início da menstruação.Caso os AINEs sejam ineficazes, é possível que o médico recomende à mulher que também tome pílulas anticoncepcionais que contêm uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) e estrogênio. Essas pílulas impedem que os ovários liberem um óvulo (ovulação). A mulher que não pode tomar estrogênio pode tomar pílulas anticoncepcionais que contêm apenas uma progestina.Outros tratamentos hormonais podem ser usados se os AINEs ou as pílulas anticoncepcionais não aliviarem os sintomas. Eles incluem progestinas (por exemplo, o levonorgestrel, o etonogestrel, a medroxiprogesterona ou a progesterona micronizada, tomados por via oral), os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (por exemplo, a leuprolida e a nafarelina), os antagonistas do GnRH (por exemplo, o elagolix), um DIU que libera uma progestina ou o danazol (um hormônio masculino sintético). Os agonistas e antagonistas do GnRH ajudam a aliviar as cólicas menstruais causadas por endometriose. O danazol não costuma ser usado porque tem muitos efeitos colaterais.Outros tratamentosCaso exista a possibilidade de a mulher ter endometriose e os medicamentos não tiverem funcionado ou se ela tiver infertilidade, é possível que o médico faça uma cirurgia laparoscópica para confirmar o diagnóstico de endometriose e remover o tecido endometrial (tecido do revestimento do útero) que está localizado fora do útero.Se a mulher tiver dor grave que persiste apesar de ter recebido todos os outros tipos de tratamento, é possível que o médico realize um procedimento que afeta os nervos ligados ao útero e, com isso, bloqueia os sinais de dor. Esses procedimentos incluem:Injeção de um agente anestésico nos nervos (bloqueio nervoso)Eliminação dos nervos com laser, eletricidade ou ultrassomCortar os nervosOs procedimentos para afetar os nervos podem ser realizados com um laparoscópio. Quando esses nervos são cortados, outros órgãos na pelve, tais como os ureteres, são ocasionalmente lesionados.Alguns tratamentos alternativos para as cólicas menstruais foram sugeridos, mas não foram bem estudados. Eles incluem aconselhamento comportamental (por exemplo, dessensibilização sistemática e relaxamento e treinamento para controle da dor), acupuntura e acupressão. A hipnose também está sendo estudada como uma forma de tratamento.Pontos-chaveEm geral, as cólicas menstruais podem não ter uma causa identificável (chamadas de dismenorreia primária).A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e, geralmente, começa alguns dias antes da menstruação e desaparece após dois ou três dias.Para a maioria das mulheres, os exames para diagnosticar a causa da dor são um exame de gravidez, exame médico e ultrassonografia (para verificar se há estruturas anormais ou massas na pelve).Medidas gerais que talvez possam ajudar a aliviar os sintomas da dismenorreia primária incluem sono adequado, praticar atividade física com regularidade e aplicação de calor.AINEs ou um AINE mais pílulas anticoncepcionais que contêm progestina e estrogênio podem ajudar a aliviar a dor.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a amenorreia, sintomas associados, possíveis diagnósticos e exames a serem realizados. Isso se relaciona diretamente com a dúvida do usuário sobre a ausência de menstruação e a possibilidade de estar iniciando a menopausa, uma vez que menciona sintomas como irritabilidade e dores abdominais. A menção de condições como estresse e SOP também é pertinente, pois pode contribuir para a análise da situação apresentada pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre as possíveis causas da amenorreia e apresenta sintomas que podem estar associados ao início da menopausa, como irritabilidade e alterações hormonais. No entanto, a conexão direta com a situação do usuário é um pouco limitada, pois não aborda diretamente os exames negativos de gravidez e não analisa os sintomas específicos mencionados pelo usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa sintomas relacionados à menstruação e gravidez, mas não aborda diretamente a possibilidade de menopausa. Portanto, embora haja uma certa relação com a questão da amenorreia e sintomas associados, não responde especificamente às preocupações sobre a menopausa.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona cólicas e menstruação, tendo informações sobre gravidez e sintomas relacionados, como alterações menstruais e dor pélvica. Isso é relevante para a pergunta, que envolve a menstruação ausente e a possibilidade de menopausa. Apesar de não abordar diretamente a menopausa, fornece informações sobre causas da amenorreia, que podem incluir essa condição, assim como outros fatores. No entanto, a conexão com o início da menopausa não é tão forte.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto descreve cólicas menstruais, dismenorreia, e pode fornecer informações relevantes sobre sintomas menstruais e possível menopausa. No entanto, não aborda diretamente a questão da amenorreia e do início da menopausa. As informações sobre sintomas gerais e causas de dismenorreia e amenorreia não se conectam de forma concreta aos sintomas mencionados na pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre amenorreia, suas possíveis causas e associações com a menopausa, além de mencionar sintomas como alteração de humor e dores abdominais, que são relevantes para a pergunta do usuário. Essa conexão ajuda a entender se a situação descrita poderia de fato estar relacionada à menopausa ou a outras condições.", "nota": 3}
{ "justificativa": "O contexto fornecido aborda cólicas menstruais, dismenorreia e sintomas relacionados ao ciclo menstrual, mas não menciona especificamente a menopausa. Embora o usuário esteja descrevendo sintomas que podem estar relacionados à menopausa, não há informações diretas sobre essa condição no documento analisado. A ausência de menstruação e sintomas como alterações de humor e irritabilidade estão mais alinhados com questões menstruais, portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2 }
18,472
o sabonete facial avene cleanense intense que contém ácido lático ácido succinico pode ser usado durante a gravidez e o ácido azelaico para acne também pode ou não ser usado
olá estes ácidos contidos neste sabonete não conferem risco a gravidez o ácido azelaico por ser usado com segurança também durante a gestação espero ter ajudado
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez. --- A seção de novas recomendações sobre uso de medicamentos no aleitamento deve informar sobre aquantidade excretada no leite e os potenciais efeitos no lactente. Alguns medicamentos recém-aprovados já serãodescritos por esse novo parâmetro, enquanto os já estabelecidos gradualmente migrarão para a novaclassificação (Tabela 47.2). Ácido acetilsalicílico e paracetamolO AAS é usado unicamente durante a gravidez e o puerpério em baixas doses (80 a 100 μg/dia), comoantiagregante de plaquetas na prevenção de perdas fetais relacionadas com SAF (Capítulo 48, Trombofilias) epara pacientes com alto risco de pré-eclâmpsia. O paracetamol pode ser usado durante toda a gestação e noaleitamento na menor dose possível.
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- MANEJO► A melhora espontânea pode ocorrer mesmo com a continuação do medicamento, demodo que a observação do quadro pode ser o suficiente. ► A redução na dose ou a descontinuação da medicação podem ser necessárias. ► O agente preferido para acne grau I (comedoniana) tem sido ácido retinoico tópicoem loções, cremes ou gel. Durante o tratamento, é imprescindível o uso de protetorsolar com FPS maior que 15 e evitar a exposição ao sol, devido ao risco de irritação. Deve-se atentar para não aplicar nas mucosas. Esse tratamento deve ser evitadodurante a gestação. ► Outra opção é o peróxido de benzoíla em concentrações que variam de 2,5 a 10%,que, além de esfoliativo, é antibacteriano. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez.
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez. --- A seção de novas recomendações sobre uso de medicamentos no aleitamento deve informar sobre aquantidade excretada no leite e os potenciais efeitos no lactente. Alguns medicamentos recém-aprovados já serãodescritos por esse novo parâmetro, enquanto os já estabelecidos gradualmente migrarão para a novaclassificação (Tabela 47.2). Ácido acetilsalicílico e paracetamolO AAS é usado unicamente durante a gravidez e o puerpério em baixas doses (80 a 100 μg/dia), comoantiagregante de plaquetas na prevenção de perdas fetais relacionadas com SAF (Capítulo 48, Trombofilias) epara pacientes com alto risco de pré-eclâmpsia. O paracetamol pode ser usado durante toda a gestação e noaleitamento na menor dose possível.
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez. --- A seção de novas recomendações sobre uso de medicamentos no aleitamento deve informar sobre aquantidade excretada no leite e os potenciais efeitos no lactente. Alguns medicamentos recém-aprovados já serãodescritos por esse novo parâmetro, enquanto os já estabelecidos gradualmente migrarão para a novaclassificação (Tabela 47.2). Ácido acetilsalicílico e paracetamolO AAS é usado unicamente durante a gravidez e o puerpério em baixas doses (80 a 100 μg/dia), comoantiagregante de plaquetas na prevenção de perdas fetais relacionadas com SAF (Capítulo 48, Trombofilias) epara pacientes com alto risco de pré-eclâmpsia. O paracetamol pode ser usado durante toda a gestação e noaleitamento na menor dose possível.
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez. --- A seção de novas recomendações sobre uso de medicamentos no aleitamento deve informar sobre aquantidade excretada no leite e os potenciais efeitos no lactente. Alguns medicamentos recém-aprovados já serãodescritos por esse novo parâmetro, enquanto os já estabelecidos gradualmente migrarão para a novaclassificação (Tabela 47.2). Ácido acetilsalicílico e paracetamolO AAS é usado unicamente durante a gravidez e o puerpério em baixas doses (80 a 100 μg/dia), comoantiagregante de plaquetas na prevenção de perdas fetais relacionadas com SAF (Capítulo 48, Trombofilias) epara pacientes com alto risco de pré-eclâmpsia. O paracetamol pode ser usado durante toda a gestação e noaleitamento na menor dose possível.
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez. --- A seção de novas recomendações sobre uso de medicamentos no aleitamento deve informar sobre aquantidade excretada no leite e os potenciais efeitos no lactente. Alguns medicamentos recém-aprovados já serãodescritos por esse novo parâmetro, enquanto os já estabelecidos gradualmente migrarão para a novaclassificação (Tabela 47.2). Ácido acetilsalicílico e paracetamolO AAS é usado unicamente durante a gravidez e o puerpério em baixas doses (80 a 100 μg/dia), comoantiagregante de plaquetas na prevenção de perdas fetais relacionadas com SAF (Capítulo 48, Trombofilias) epara pacientes com alto risco de pré-eclâmpsia. O paracetamol pode ser usado durante toda a gestação e noaleitamento na menor dose possível.
Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- FármacoRisco fetalConsiderações clínicasFontes dos dadosÁcido acetilsalicílico(baixa dose)NãoPrevenção de pré-eclâmpsia em grupos dealto risco, recomendado em síndromeGrandes estudos prospectivos em humanosNãoHepatotoxicidade em altas dosesEstudos observacionais em humanosAnti-inflamatórionão esteroide(AINE) e inibidorda COX-2Fechamento do ducto arterioso no 3otrimestre, redução da funçãorenal fetalAntiagregante plaquetário, redução dafunção renalAINE: Estudos observacionais em humanosInibidor da COX-2: sem estudosHidroxicloroquinaNãoRecomendada em lúpus eritematososistêmico (LES), síndrome de Sjögren eanti-Ro/SSA(+). --- Modificada de Zaenglein, 2006, com permissão. Hoffman_17.indd 476 03/10/13 17:02477formações congênitas (Jick, 1993; Loureiro, 2005). O tazaro-teno pertence à categoria X e também não deve ser usado na gravidez e no período de amamentação ou sem que se utilize contracepção efetiva. Peróxido de benzoíla tópicoO peróxido de benzoíla é um excelente agente antimicrobiano e anti-inflamatório. É o ingrediente ativo de muitos produ-tos sem prescrição médica para o tratamento de acne. Alguns produtos controlados também combinam 5% de peróxido de benzoíla com antibióticos como clindamicina ou eritromicina (Tabela 17-8). --- Anti-inflamatórios não esteroides e inibidores da ciclo-oxigenase 2Quando usados na gravidez, devem ser empregados na menor dose possível e suspensos em torno da 32asemana, devido aos riscos de sangramento fetal e materno, além de relatos de disgenesia renal, oligodrâmnio ede fechamento prematuro do ducto arterioso. Os anti-inflamatórios com meia-vida mais curta e metabólitosinativos podem ser usados com mais segurança (p. ex., ibuprofeno, diclofenaco) nos dois primeiros trimestres. Alguns deles foram considerados seguros pela American Academy of Pediatrics e podem ser usados durante oaleitamento, como o ibuprofeno, a indometacina e o naproxeno. Deve-se considerar, antes da administraçãodessas medicações, o uso de paracetamol para controle da dor. O inibidor da COX-2 celecoxibe pode influenciara formação renal e seu uso deve ser evitado na gravidez. --- A seção de novas recomendações sobre uso de medicamentos no aleitamento deve informar sobre aquantidade excretada no leite e os potenciais efeitos no lactente. Alguns medicamentos recém-aprovados já serãodescritos por esse novo parâmetro, enquanto os já estabelecidos gradualmente migrarão para a novaclassificação (Tabela 47.2). Ácido acetilsalicílico e paracetamolO AAS é usado unicamente durante a gravidez e o puerpério em baixas doses (80 a 100 μg/dia), comoantiagregante de plaquetas na prevenção de perdas fetais relacionadas com SAF (Capítulo 48, Trombofilias) epara pacientes com alto risco de pré-eclâmpsia. O paracetamol pode ser usado durante toda a gestação e noaleitamento na menor dose possível.
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente o uso do sabonete facial Avene Cleanance Intense, ácido lático, ácido succínico ou ácido azelaico durante a gravidez. Ele menciona medicamentos e suas interações na gestação, mas não fornece informações específicas sobre os produtos citados na pergunta, tornando as informações pouco relevantes.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto aborda o uso de medicamentos e seus riscos durante a gestação, incluindo diretrizes sobre certos tratamentos para acne. No entanto, ele não menciona especificamente o sabonete facial Avene Cleanance Intense, ácido lático, ácido succínico ou ácido azelaico, o que limita a relevância da informação para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido trata de medicamentos em uso durante a gravidez, mas não menciona diretamente o sabonete facial Avene ou os ácidos lático, succínico e azelaico. Embora haja menção de medicamentos que podem afetar a gravidez, as informações são muito gerais e não respondem diretamente à pergunta sobre os produtos específicos mencionados pelo usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda o uso de medicamentos durante a gravidez, mas não fornece informações específicas sobre o sabonete facial Avene Cleanance Intense ou sobre o uso de ácido azelaico para acne. Portanto, a conexão com a pergunta do usuário é fraca e não responde diretamente às suas dúvidas.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto não fornece informações sobre o sabonete facial Avene Cleanance Intense ou o uso de ácido azelaico durante a gravidez. Ele trata de medicamentos e suas recomendações em gestantes, mas não abrange os produtos mencionados na pergunta, tornando-o irrelevante para a consulta do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto não aborda especificamente o uso do sabonete facial Avène, ácido lático, ácido succínico ou ácido azelaico durante a gravidez. Ele menciona medicamentos e suas considerações na gravidez, mas isso não responde diretamente à pergunta sobre os produtos específicos mencionados. Portanto, é irrelevante para a questão apresentada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações sobre o uso de medicamentos durante a gravidez, mencionando riscos e considerações clínicas, mas não aborda diretamente os produtos específicos mencionados na pergunta, como o sabonete facial Avene ou o ácido azelaico. Portanto, embora o contexto tenha alguma relação com a gravidez e medicamentos, não é suficientemente relevante para a pergunta.", "nota": 2}
7,093
sou homem e desenvolvi algumas lesões reacionadas ao hpv na base do pênis porém ja me livrei delas com o uso de um acido recomendado pelo médicoserá que isso poderia se tornar algo mais grave futuramente
o importante no seu caso é manter a vigilância clínica sobre o surgimento de novas lesões e buscar se proteger sempre de novos contágios preservativo e boa higiene antes e após as relações abraços
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca. Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV. Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV. Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral. Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos. --- Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer. Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”. Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- TratamentoO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.13. ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada. Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso. Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação. Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital. Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital. ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o HPV, suas manifestações clínicas e possíveis consequências, incluindo a evolução das lesões e o impacto do tratamento. No entanto, não aborda diretamente o histórico do usuário ou a preocupação sobre a gravidade futura das lesões. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda informações sobre lesões causadas pelo HPV, incluindo tratamento e complicações. Embora não responda diretamente à pergunta sobre se as lesões podem se tornar mais graves, oferece informações relevantes que podem ajudar a entender os potenciais riscos associados ao HPV e seu tratamento.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento de lesões relacionadas ao HPV, mas se concentra em aspectos específicos de casos em grávidas e manifestações clínicas em ambos os sexos. A pergunta do usuário busca entender se suas lesões tratadas podem evoluir para algo mais grave, algo que não é abordado diretamente no contexto. Assim, a relevância é moderada, mas não diretamente aplicável ao caso específico do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda a infecção por HPV e menciona o tratamento e lesões associadas, o que pode ser relevante para a preocupação do usuário sobre a gravidade potencial das lesões que teve. No entanto, não responde diretamente à pergunta sobre a possibilidade de complicações futuras; falta uma conexão clara com o risco específico mencionado.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto lido aborda lesões associadas ao HPV, suas manifestações, métodos de visualização e abordagens terapêuticas, o que pode ser relevante para o usuário que está preocupado com as lesões que desenvolveu. Entretanto, não aborda diretamente a questão sobre a possibilidade de agravamento futuro das lesões após a aplicação de ácido, resultando em uma avaliação média de relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações sobre lesões relacionadas ao HPV e suas manifestações, incluindo tratamento e complicações, o que é relevante para a pergunta sobre o risco futuro de gravidade das lesões. No entanto, ele é mais focado em aspectos gerais e menos sobre a situação específica do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre lesões relacionadas ao HPV, sua evolução e possíveis tratamentos, mas ele se concentra especialmente em aspectos que não respondem diretamente à preocupação do usuário sobre a gravidade futura das lesões. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
27,311
estou a meses sentindo ardência e queimação no canal vaginal e os médicos me falam que é vaginitefiz tratamento com pomadas e também comprimidos e não obtive melhorasera que existe algum exame específico para detectar o que pode estar causando isso que nao seja o exame preventivo que já fiz
quanto a ardência e queimação também pode ser outra coisa não sei a sua idade mas se estiver na pré menopausa e ou menopausada é comum isso acontecer então o laser vaginal é uma excelente opção
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015). --- Exames diagnósticosCaso o local da fístula não tenha sido determinado com as manobras anteriores, indica-se exame contrastado. Os exames contrastados podem ser enema baritado e tomografia compu-tadorizada (TC). Além disso, pode-se realizar vaginoscopia. A vagina é preenchida com água estéril ou solução salina, os pequenos lábios são fechados e um pequeno endoscópio é inse-rido na vagina para inspeção das paredes. A não ser que as FRVs sejam evidentemente causadas por evento obstétrico prévio, há indicação de biópsia do trato fis-tuloso para investigar possíveis processos malignos ou inflama-tórios. Adicionalmente, justifica-se proceder à proctoscopia ou à colonoscopia caso haja suspeita de doença inflamatória intes-tinal, processo maligno ou infecção gastrintestinal. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015). --- Exames diagnósticosCaso o local da fístula não tenha sido determinado com as manobras anteriores, indica-se exame contrastado. Os exames contrastados podem ser enema baritado e tomografia compu-tadorizada (TC). Além disso, pode-se realizar vaginoscopia. A vagina é preenchida com água estéril ou solução salina, os pequenos lábios são fechados e um pequeno endoscópio é inse-rido na vagina para inspeção das paredes. A não ser que as FRVs sejam evidentemente causadas por evento obstétrico prévio, há indicação de biópsia do trato fis-tuloso para investigar possíveis processos malignos ou inflama-tórios. Adicionalmente, justifica-se proceder à proctoscopia ou à colonoscopia caso haja suspeita de doença inflamatória intes-tinal, processo maligno ou infecção gastrintestinal. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015). --- Exames diagnósticosCaso o local da fístula não tenha sido determinado com as manobras anteriores, indica-se exame contrastado. Os exames contrastados podem ser enema baritado e tomografia compu-tadorizada (TC). Além disso, pode-se realizar vaginoscopia. A vagina é preenchida com água estéril ou solução salina, os pequenos lábios são fechados e um pequeno endoscópio é inse-rido na vagina para inspeção das paredes. A não ser que as FRVs sejam evidentemente causadas por evento obstétrico prévio, há indicação de biópsia do trato fis-tuloso para investigar possíveis processos malignos ou inflama-tórios. Adicionalmente, justifica-se proceder à proctoscopia ou à colonoscopia caso haja suspeita de doença inflamatória intes-tinal, processo maligno ou infecção gastrintestinal. --- Apareceu uma massinha branca na parte íntima, como posso tratar? “Estou com um corrimento e hoje apareceu uma massinha branca na parte íntima. O que pode ser? Como posso tratar?” Uma massinha branca na parte íntima pode ser causada por uma inflamação conhecida como vulvovaginite, especialmente se existirem sintomas associados à região genital, e o tratamento deve ser específico para a sua causa. A candidíase vaginal, por exemplo, é uma vulvovaginite que frequentemente causa um corrimento branco, espesso e um tipo secreção que pode ser semelhante a uma massinha branca em alguns casos, além de coceira e desconforto no local. Entenda melhor o que é candidíase vaginal e os sintomas. Neste caso, o tratamento normalmente é feito com o uso de antifúngicos na forma de creme vaginal ou comprimidos, por exemplo, que devem ser usados de acordo com a orientação do médico.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015). --- Exames diagnósticosCaso o local da fístula não tenha sido determinado com as manobras anteriores, indica-se exame contrastado. Os exames contrastados podem ser enema baritado e tomografia compu-tadorizada (TC). Além disso, pode-se realizar vaginoscopia. A vagina é preenchida com água estéril ou solução salina, os pequenos lábios são fechados e um pequeno endoscópio é inse-rido na vagina para inspeção das paredes. A não ser que as FRVs sejam evidentemente causadas por evento obstétrico prévio, há indicação de biópsia do trato fis-tuloso para investigar possíveis processos malignos ou inflama-tórios. Adicionalmente, justifica-se proceder à proctoscopia ou à colonoscopia caso haja suspeita de doença inflamatória intes-tinal, processo maligno ou infecção gastrintestinal. --- Apareceu uma massinha branca na parte íntima, como posso tratar? “Estou com um corrimento e hoje apareceu uma massinha branca na parte íntima. O que pode ser? Como posso tratar?” Uma massinha branca na parte íntima pode ser causada por uma inflamação conhecida como vulvovaginite, especialmente se existirem sintomas associados à região genital, e o tratamento deve ser específico para a sua causa. A candidíase vaginal, por exemplo, é uma vulvovaginite que frequentemente causa um corrimento branco, espesso e um tipo secreção que pode ser semelhante a uma massinha branca em alguns casos, além de coceira e desconforto no local. Entenda melhor o que é candidíase vaginal e os sintomas. Neste caso, o tratamento normalmente é feito com o uso de antifúngicos na forma de creme vaginal ou comprimidos, por exemplo, que devem ser usados de acordo com a orientação do médico.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015). --- Exames diagnósticosCaso o local da fístula não tenha sido determinado com as manobras anteriores, indica-se exame contrastado. Os exames contrastados podem ser enema baritado e tomografia compu-tadorizada (TC). Além disso, pode-se realizar vaginoscopia. A vagina é preenchida com água estéril ou solução salina, os pequenos lábios são fechados e um pequeno endoscópio é inse-rido na vagina para inspeção das paredes. A não ser que as FRVs sejam evidentemente causadas por evento obstétrico prévio, há indicação de biópsia do trato fis-tuloso para investigar possíveis processos malignos ou inflama-tórios. Adicionalmente, justifica-se proceder à proctoscopia ou à colonoscopia caso haja suspeita de doença inflamatória intes-tinal, processo maligno ou infecção gastrintestinal. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al.
Vaginite inflamatória(Vaginite inflamatória descamativa)PorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteVaginite inflamatória é uma inflamação vaginal sem evidências das causas infecciosas comuns de vaginite. Ocorre mais comumente após a menopausa ou em outros estados hipoestrogênicos. Os sintomas incluem corrimento vaginal purulento, dispareunia, disúria e irritação vaginal. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é com creme vaginal de clindamicina.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|(Ver também Visão geral da vaginite.)Em pacientes com vaginite inflamatória, as células epiteliais da vagina necrosam-se superficialmente e os estreptococos crescem em demasia.A vaginite inflamatória ocorre e recorre mais comumente em pacientes que se tornam hipoestrogênicos devido a menopausa ou insuficiência ovariana primária (insuficiência ovariana prematura - p. ex., devido a doença autoimune, ooforectomia, radiação pélvica ou quimioterapia). A etiologia pode ser autoimune.Sinais e sintomas da vaginite inflamatóriaCorrimento vaginal purulento, dispareunia, disúria e irritação vaginal são comuns. Prurido vaginal e eritema podem ocorrer. Queimação, dor ou sangramento leve ocorrem com menos frequência. O tecido vaginal pode parecer fino e seco. A vaginite pode recidivar.Pacientes na pós-menopausa ou aqueles com insuficiência ovariana prematura também podem ter sinais e sintomas da síndrome geniturinária da menopausa (p. ex., atrofia vulvovaginal, urgência urinária, disúria). Diagnóstico da vaginite inflamatóriapH vaginal e exame direto a frescoOs sintomas da vaginite inflamatória se sobrepõem a outras formas de vaginite, e uma avaliação geral (p. ex., medição do pH do líquido vaginal, microscopia, teste do cheiro) deve ser realizada.Diagnostica-se a vaginite inflamatória seO pH do líquido vaginal é > 6.O exame das aminas é negativo.Exame microscópico mostra predominância de leucócitos e células parabasais.O exame ginecológico deve incluir a avaliação dos achados característicos de atrofia vulvovaginal (p. ex., reabsorção ou fusão dos pequenos lábios, fragilidade tecidual, palidez, perda das rugas vaginais). Tratamento da vaginite inflamatóriaCreme vaginal de clindamicina 2%O tratamento da vaginite inflamatória é com 5 g de clindamicina 2% em creme vaginal, todas as noites, por 2 semanas.Pode-se tratar a atrofia genital, se presente, com estrogênios tópicos como a seguir:Creme vaginal de estradiol a 0,01%, 2 a 4 g (uma vez ao dia, durante 1 a 2 semanas), seguido por 1 a 2 g (uma vez ao dia, por 1 a 2 semanas), então 1 g (1 a 3 vezes por semana)Comprimidos vaginais de estradiol, 4 ou 10 mcg, duas vezes por semanaAnel de estradiol (libera aproximadamente 7,5 mcg/dia) a cada 3 mesesEm geral, prefere-se terapia de reposição de estrogênios tópica com estrogênio na síndrome geniturinária da menopausa, porque é mais eficaz para essa indicação e tem menor risco de efeitos adversos do que a terapia hormonal sistêmica pós-menopausa.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- Vaginite por cândidaPorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteA vaginite por cândida é uma infecção causada por Candida spp, geralmente C. albicans. Os sintomas geralmente incluem um corrimento vaginal branco espesso e prurido vulvovaginal, que frequentemente é moderado a grave. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é feito com antifúngicos orais ou tópicos.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Hifas e esporos na vaginite...Alguns medicamentos para...(Ver também Visão geral da vaginite.)A maioria das vaginites por fungos é causada por C. albicans (candidíase), que coloniza de 15 a 20% das mulheres não gestantes e de 20 a 40% das gestantes.Fatores de risco de vaginite por candida incluem:DiabetesUso de antibióticos de amplo espectro ou corticoidesGestaçãoUso de roupas íntimas apertadasImunocomprometimentoA vaginite por Candida é incomum em mulheres na pós-menopausa, exceto naquelas que tomam terapia hormonal na menopausa.Sinais e sintomas da vaginite por CandidaOs sinais e sintomas típicos incluem prurido, queimação ou irritação vaginal ou vulvar que podem piorar durante as relações sexuais, além de corrimento vaginal espesso, caseoso, o qual se adere às paredes vaginais. Os sinais e sintomas aumentam na semana anterior à menstruação. Eritema, edema e escoriações são comuns.Mulheres com candidíase vulvovaginal podem não ter corrimento, podem ter um corrimento branco escasso ou então o corrimento caseoso típico.Infecção em parceiros do sexo é rara.Pode haver recorrência após o tratamento no caso de resistência a antifúngicos ou se a paciente tiver espécies Candida albicans, como Candida glabrata. Diagnóstico da vaginite por CandidaExame pélvicopH e microscopia vaginalCultura, se a vaginite é persistente ou recorrenteHifas e esporos na vaginite por CandidaImagem By permission of the publisher. De Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases: Fungal Infections. Editado por GL Mandell and RD Diamond. Philadelphia, Current Medicine, 2000. Também de Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases. Editado por GL Mandell and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Os critérios para o diagnóstico de vaginite por candidíase incluemCorrimento típico (corrimento vaginal espesso, branco e caseoso)pH vaginal é Test your KnowledgeTake a Quiz! --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015).
Vaginite inflamatória(Vaginite inflamatória descamativa)PorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteVaginite inflamatória é uma inflamação vaginal sem evidências das causas infecciosas comuns de vaginite. Ocorre mais comumente após a menopausa ou em outros estados hipoestrogênicos. Os sintomas incluem corrimento vaginal purulento, dispareunia, disúria e irritação vaginal. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é com creme vaginal de clindamicina.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|(Ver também Visão geral da vaginite.)Em pacientes com vaginite inflamatória, as células epiteliais da vagina necrosam-se superficialmente e os estreptococos crescem em demasia.A vaginite inflamatória ocorre e recorre mais comumente em pacientes que se tornam hipoestrogênicos devido a menopausa ou insuficiência ovariana primária (insuficiência ovariana prematura - p. ex., devido a doença autoimune, ooforectomia, radiação pélvica ou quimioterapia). A etiologia pode ser autoimune.Sinais e sintomas da vaginite inflamatóriaCorrimento vaginal purulento, dispareunia, disúria e irritação vaginal são comuns. Prurido vaginal e eritema podem ocorrer. Queimação, dor ou sangramento leve ocorrem com menos frequência. O tecido vaginal pode parecer fino e seco. A vaginite pode recidivar.Pacientes na pós-menopausa ou aqueles com insuficiência ovariana prematura também podem ter sinais e sintomas da síndrome geniturinária da menopausa (p. ex., atrofia vulvovaginal, urgência urinária, disúria). Diagnóstico da vaginite inflamatóriapH vaginal e exame direto a frescoOs sintomas da vaginite inflamatória se sobrepõem a outras formas de vaginite, e uma avaliação geral (p. ex., medição do pH do líquido vaginal, microscopia, teste do cheiro) deve ser realizada.Diagnostica-se a vaginite inflamatória seO pH do líquido vaginal é > 6.O exame das aminas é negativo.Exame microscópico mostra predominância de leucócitos e células parabasais.O exame ginecológico deve incluir a avaliação dos achados característicos de atrofia vulvovaginal (p. ex., reabsorção ou fusão dos pequenos lábios, fragilidade tecidual, palidez, perda das rugas vaginais). Tratamento da vaginite inflamatóriaCreme vaginal de clindamicina 2%O tratamento da vaginite inflamatória é com 5 g de clindamicina 2% em creme vaginal, todas as noites, por 2 semanas.Pode-se tratar a atrofia genital, se presente, com estrogênios tópicos como a seguir:Creme vaginal de estradiol a 0,01%, 2 a 4 g (uma vez ao dia, durante 1 a 2 semanas), seguido por 1 a 2 g (uma vez ao dia, por 1 a 2 semanas), então 1 g (1 a 3 vezes por semana)Comprimidos vaginais de estradiol, 4 ou 10 mcg, duas vezes por semanaAnel de estradiol (libera aproximadamente 7,5 mcg/dia) a cada 3 mesesEm geral, prefere-se terapia de reposição de estrogênios tópica com estrogênio na síndrome geniturinária da menopausa, porque é mais eficaz para essa indicação e tem menor risco de efeitos adversos do que a terapia hormonal sistêmica pós-menopausa.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Na vulvodínea, a dor vulvar é geralmente descrita como uma dor em queimação, que pode ser localizada ou generalizada, pro-vocada ou espontânea. A vestibulodínea é caracterizada pela dor 24Dor pélvica crônicaProtocolos Febrasgo | Nº17 | 2018vulva não seja examinada. Para o exame psicológico, podem ser utilizados questionários, como o fornecido pela Sociedade Internacional de Dor Pélvica, que traz, entre as perguntas, questionamentos a respeito de sintomas depressivos e sobre abuso físico/sexual. Alguns estudos sugerem que o ato de aumentar a gravidade dos fatos pode ser uma caracte-rística importante nas pacientes com dor pélvica crônica que deve ser avaliada durante exame psicológico e sinalizada para contribuir no tratamento. --- Vaginite por cândidaPorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteA vaginite por cândida é uma infecção causada por Candida spp, geralmente C. albicans. Os sintomas geralmente incluem um corrimento vaginal branco espesso e prurido vulvovaginal, que frequentemente é moderado a grave. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é feito com antifúngicos orais ou tópicos.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Hifas e esporos na vaginite...Alguns medicamentos para...(Ver também Visão geral da vaginite.)A maioria das vaginites por fungos é causada por C. albicans (candidíase), que coloniza de 15 a 20% das mulheres não gestantes e de 20 a 40% das gestantes.Fatores de risco de vaginite por candida incluem:DiabetesUso de antibióticos de amplo espectro ou corticoidesGestaçãoUso de roupas íntimas apertadasImunocomprometimentoA vaginite por Candida é incomum em mulheres na pós-menopausa, exceto naquelas que tomam terapia hormonal na menopausa.Sinais e sintomas da vaginite por CandidaOs sinais e sintomas típicos incluem prurido, queimação ou irritação vaginal ou vulvar que podem piorar durante as relações sexuais, além de corrimento vaginal espesso, caseoso, o qual se adere às paredes vaginais. Os sinais e sintomas aumentam na semana anterior à menstruação. Eritema, edema e escoriações são comuns.Mulheres com candidíase vulvovaginal podem não ter corrimento, podem ter um corrimento branco escasso ou então o corrimento caseoso típico.Infecção em parceiros do sexo é rara.Pode haver recorrência após o tratamento no caso de resistência a antifúngicos ou se a paciente tiver espécies Candida albicans, como Candida glabrata. Diagnóstico da vaginite por CandidaExame pélvicopH e microscopia vaginalCultura, se a vaginite é persistente ou recorrenteHifas e esporos na vaginite por CandidaImagem By permission of the publisher. De Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases: Fungal Infections. Editado por GL Mandell and RD Diamond. Philadelphia, Current Medicine, 2000. Também de Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases. Editado por GL Mandell and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Os critérios para o diagnóstico de vaginite por candidíase incluemCorrimento típico (corrimento vaginal espesso, branco e caseoso)pH vaginal é Test your KnowledgeTake a Quiz! --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015).
{"justificativa": "O contexto menciona exames diagnósticos relevantes como a bacterioscopia pelo Gram, cultura em meios próprios e colpocitologia que podem ajudar na detecção de infecções e condições associadas à ardência e queimação vaginal. No entanto, falta uma conexão direta com exames alternativos que o usuário procura referente à sua condição específica, resultando em uma avaliação mista.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre sintomas vaginais, diagnóstico laboratorial e diferentes tipos de exames que podem ser realizados para investigar a condição vaginal. A menção a exames como a bacterioscopia, cultura, e colpocitologia é particularmente relevante para a pergunta, pois a usuária procura alternativas ao exame preventivo que já realizou.","nota": 3}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre sintomas vaginais, diagnósticos e tratamentos que se relacionam diretamente com a pergunta do usuário sobre ardência e queimação no canal vaginal. Ele menciona a vulvovaginite e candidíase, relevantes para as queixas apresentadas, além de discutir exames e tratamento, ajudando a direcionar a busca por soluções específicas para as dificuldades encontradas pela usuária.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre diagnósticos e tratamentos relacionados à ardência e queimação na área vaginal, incluindo menção a exames laboratoriais que podem ser realizados para identificar condições como candidíase. Isso se relaciona diretamente ao que o usuário procura, que é entender se existe um exame específico para sua situação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto oferece informações relevantes sobre diagnósticos laboratoriais e condições que podem estar associadas a sintomas vaginais como ardência e queimação. Ele menciona exames como culture e Gram, que podem ajudar a identificar infecções. No entanto, não aborda diretamente a questão do exame preventivo mencionado pelo usuário, o que diminui ligeiramente sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre diferentes tipos de vaginite, incluindo sintomas e diagnósticos que podem ser relevantes para a situação descrita pelo usuário. Ele menciona especificamente a vaginite inflamatória e a vaginite por candidíase, que estão alinhadas com os sintomas de ardência e queimação. Além disso, discute a realização de exames e tratamentos, o que pode ajudar na busca do usuário por uma resolução do seu problema.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a vaginite inflamatória e suas causas, diagnósticos e tratamentos. A pergunta do usuário sobre ardência e queimação no canal vaginal e possíveis exames é relevante, pois o documento discute sintomas relacionados e a necessidade de exames diagnósticos, como pH vaginal e exames microscópicos, para identificar diferentes tipos de vaginite. Além disso, menciona opções de tratamento, que podem ser úteis para o usuário.", "nota": 3}
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tenho uma dor constante e forte na região inferior do umbigo alternando para a parte superior do abdome o que poderia ser já tive essa mesma dor algumas outras vezes
a causa mais comum desse sintoma é a sci sindrome do colo irritável ou intolerancia alimentar e dessas a mais comum é a intolerancia ao leite de vaca faça o teste de parar ingestão de lactose por alguns dias e corrija outros hábitos alimentares errados associados com certeza vai melhorar
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- O bombardeio persistente de sinais nociceptivos, com origem nos T rPs, pode Linha alba PeritônioVentralUmbilicalHérnia deSpiegelReto abdominalseccionadoOblíquo externoOblíquo internoTransversodo abdomeFáscia transversalabaixo dalinha arqueadaFIGURA 11-9 Entre as hérnias que podem envolver a parede anterior do abdome, estão a ventral, a umbilical e, mais raramente, a de Spiegel. (Ilustração cedida pelo Sr. T. J. Fels.)Hoffman_11.indd 324 03/10/13 16:58finalmente levar à sensibilização central e à possibilidade de dor neuropática (p. 306). Os sinais podem se disseminar de forma segmentar na medula espinal, causando dor localizada ou referida (Gerwin, 2005). Os pontos de gatilho também po-dem iniciar respostas somatoviscerais, como vômitos, diarreia e espasmos na bexiga, o que pode confundir o diagnóstico.
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- O bombardeio persistente de sinais nociceptivos, com origem nos T rPs, pode Linha alba PeritônioVentralUmbilicalHérnia deSpiegelReto abdominalseccionadoOblíquo externoOblíquo internoTransversodo abdomeFáscia transversalabaixo dalinha arqueadaFIGURA 11-9 Entre as hérnias que podem envolver a parede anterior do abdome, estão a ventral, a umbilical e, mais raramente, a de Spiegel. (Ilustração cedida pelo Sr. T. J. Fels.)Hoffman_11.indd 324 03/10/13 16:58finalmente levar à sensibilização central e à possibilidade de dor neuropática (p. 306). Os sinais podem se disseminar de forma segmentar na medula espinal, causando dor localizada ou referida (Gerwin, 2005). Os pontos de gatilho também po-dem iniciar respostas somatoviscerais, como vômitos, diarreia e espasmos na bexiga, o que pode confundir o diagnóstico.
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- O bombardeio persistente de sinais nociceptivos, com origem nos T rPs, pode Linha alba PeritônioVentralUmbilicalHérnia deSpiegelReto abdominalseccionadoOblíquo externoOblíquo internoTransversodo abdomeFáscia transversalabaixo dalinha arqueadaFIGURA 11-9 Entre as hérnias que podem envolver a parede anterior do abdome, estão a ventral, a umbilical e, mais raramente, a de Spiegel. (Ilustração cedida pelo Sr. T. J. Fels.)Hoffman_11.indd 324 03/10/13 16:58finalmente levar à sensibilização central e à possibilidade de dor neuropática (p. 306). Os sinais podem se disseminar de forma segmentar na medula espinal, causando dor localizada ou referida (Gerwin, 2005). Os pontos de gatilho também po-dem iniciar respostas somatoviscerais, como vômitos, diarreia e espasmos na bexiga, o que pode confundir o diagnóstico.
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- O bombardeio persistente de sinais nociceptivos, com origem nos T rPs, pode Linha alba PeritônioVentralUmbilicalHérnia deSpiegelReto abdominalseccionadoOblíquo externoOblíquo internoTransversodo abdomeFáscia transversalabaixo dalinha arqueadaFIGURA 11-9 Entre as hérnias que podem envolver a parede anterior do abdome, estão a ventral, a umbilical e, mais raramente, a de Spiegel. (Ilustração cedida pelo Sr. T. J. Fels.)Hoffman_11.indd 324 03/10/13 16:58finalmente levar à sensibilização central e à possibilidade de dor neuropática (p. 306). Os sinais podem se disseminar de forma segmentar na medula espinal, causando dor localizada ou referida (Gerwin, 2005). Os pontos de gatilho também po-dem iniciar respostas somatoviscerais, como vômitos, diarreia e espasmos na bexiga, o que pode confundir o diagnóstico.
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- O bombardeio persistente de sinais nociceptivos, com origem nos T rPs, pode Linha alba PeritônioVentralUmbilicalHérnia deSpiegelReto abdominalseccionadoOblíquo externoOblíquo internoTransversodo abdomeFáscia transversalabaixo dalinha arqueadaFIGURA 11-9 Entre as hérnias que podem envolver a parede anterior do abdome, estão a ventral, a umbilical e, mais raramente, a de Spiegel. (Ilustração cedida pelo Sr. T. J. Fels.)Hoffman_11.indd 324 03/10/13 16:58finalmente levar à sensibilização central e à possibilidade de dor neuropática (p. 306). Os sinais podem se disseminar de forma segmentar na medula espinal, causando dor localizada ou referida (Gerwin, 2005). Os pontos de gatilho também po-dem iniciar respostas somatoviscerais, como vômitos, diarreia e espasmos na bexiga, o que pode confundir o diagnóstico.
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- Dor pélvica femininaPorShubhangi Kesavan, MD, Cleveland Clinic Learner College of Medicine, Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: jun. 2024Visão Educação para o pacienteEtiologia|Avaliação|Tratamento|Fundamentos de geriatria|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (2)Vídeo (0)Algumas causas ginecológicas...Algumas pistas para o diagnóstico...Dor pélvica é um sintoma comum em mulheres. Tem geralmente uma etiologia diferente da dor vulvar ou vaginal. A cavidade pélvica contém intestinos, bexiga e ureteres inferiores e é circundada por músculos, tecido conjuntivo e ossos. A dor pélvica pode se originar de qualquer uma dessas estruturas.A dor pélvica pode ser aguda ou crônica; dor que persiste por > 6 meses é considerada dor crônica. A dor crônica é frequentemente associada a consequências cognitivas, comportamentais, sexuais e emocionais negativas, bem como sintomas sugestivos de disfunção do trato urinário inferior ou do assoalho pélvico, ou disfunção sexual, intestinal, miofascial ou ginecológica (1).Referência1. Chronic Pelvic Pain: American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) Practice Bulletin Summary, Number 218. Obstet Gynecol. 2020;135(3):744-746. doi:10.1097/AOG.0000000000003717Etiologia da dor pélvica femininaA dor pélvica pode se originar nos órgãos reprodutores femininos (colo do útero, útero, ovários, tubas uterinas) ou outras estruturas no abdome (intestinos, trato urinário, músculos do assoalho pélvico ou tecido conjuntivo, ou peritônio).Distúrbios ginecológicosAlgumas doenças ginecológicas (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica) causam dor pélvica cíclica (isto é, dor recorrente durante a mesma fase do ciclo menstrual). Em outros, a dor é constante ou intermitente, mas não relacionada à menstruação. Além disso, o início da dor (súbita ou gradual) e o tipo de dor (p. ex., aguda, em cólica) podem ajudar a identificar a causa.As causas ginecológicas mais comuns de dor pélvica incluemDismenorreia primáriaEndometrioseMassa anexial, às vezes com ruptura ou torçãoDoença inflamatória pélvicaEm geral, miomas uterinos não causam dor, mas pode haver dor caso pressionem estruturas circundantes, contribuam para a dismenorreia ou se degenerem.Outras causas da dor pélvica feminina incluem aderências pélvicas, síndrome do ovário remanescente ou malignidade ginecológica.TabelaAlgumas causas ginecológicas de dor pélvicaTabela Algumas causas ginecológicas de dor pélvicaCausaAchados sugestivosAbordagem diagnóstica*Dor cíclica relacionada à menstruaçãoDismenorreia primáriaDor persistente ou em cólica no início ou alguns dias antes da menstruação, às vezes com cefaleia, náuseas, obstipação, diarreia ou aumento da frequência urináriaOs sintomas, geralmente, tornam-se mais intensos 24 horas após o seu início e duram por 2–3 dias após a menstruaçãoHistória e exame físicoUltrassonografia transvaginal para excluir outras causasEndometrioseDismenorreia ou dor pélvica não relacionada à menstruação; a dor pode ser leve a graveTríade clássica de dismenorreia, dispareunia e infertilidade; às vezes, defecação dolorosaNa doença avançada, exame pélvico com malposição do colo do útero ou do útero, nódulos sensíveis no fundo de saco posterior, útero imóvel ou anexos, ou massa anexial fixa (endometrioma)Exame pélvicoBiópsia laparoscópica (padrão-ouro)Ultrassonografia transvaginal ou RM antes da laparoscopia ou se laparoscopia não for possível (devido à falta do recurso ou de um cirurgião)Infrequentemente, laparotomia, sigmoidoscopia ou cistoscopiaAdenomiose uterinaDismenorreia ou dor pélvica não relacionada à menstruação; a dor pode ser leve a graveUltrassonografia transvaginalRM se a ultrassonografia for inconclusivaPatologia após histerectomiaMittelschmerzInício súbito de dor intensa e aguda que dura 1–2 dias no meio do ciclo (durante a ovulação)Às vezes, sangramento leve e irregularHistória e exame físicoUltrassonografia transvaginal para excluir outras causasDor constante ou intermitente, não relacionada à menstruaçãoMassa anexial (tumor benigno ou maligno ou outro tipo de massa)Dor difusa, persistente e unilateralMassa pélvica palpávelUltrassonografia transvaginalExames adicionais como marcadores tumorais ou TC ou RM abdominal e pélvica, se necessárioRuptura de cisto ovarianoO início agudo da dor pélvica, mais grave no início e muitas vezes diminuindo ao longo de algumas horas, pode estar associado a relações sexuaisAssociado a sangramento vaginal, náuseas, vômitos ou sinais peritoneaisUltrassonografia transvaginalHemograma completo (se houver suspeita de sangramento significativo)Torção anexialInício súbito de dor intensa unilateral, ocasionalmente cólica (torção intermitente)Em geral, com náuseas, vômitos, sinais peritoneais e dor à movimentação do colo do úteroEm geral, ovário maior > 5 cm em decorrência de uma massa ou estimulação ovarianaUltrassonografia transvaginal com Doppler coloridoLaparoscopiaDoença inflamatória pélvicaInício gradual da dor pélvica; algumas vezes dispareuniaÀs vezes, febreSensibilidade à movimentação do colo do útero, dor uterina ou anexial e secreção mucopurulenta do colo do úteroRaramente, massa anexial (abscesso tubo-ovariano)Exame pélvicoTestes para gonorreia e clamídia, HC e urinálise ou cultura de urinaUltrassonografia transvaginalDegeneração aguda de mioma uterinoInício súbito de dor moderada a graveAlgumas vezes, sangramento vaginalMais comum durante as primeiras 12 semanas da gestação ou após o parto ou o término de uma gestaçãoUltrassonografia transvaginalSe o diagnóstico não está claro, RMAderências pélvicasInício gradual de dor pélvica (frequentemente tornando-se crônica) ou dispareunia em pacientes com história de cirurgia abdominal ou infecção pélvicaRaramente, náuseas e vômitos (se ocorrer obstrução intestinal)Laparoscopia, às vezes laparotomiaDor pélvica miofascialDor crônica ou recorrente em um ou mais tratos genitais (vulva, vagina) ou outras estruturas pélvicas (bexiga, reto, região glútea, quadris, abdome)Exame físico com avaliação dos pontos-gatilho e sinal de CarnettRelacionadas à gestaçãoGestação ectópicaDor pélvica e sangramento vaginal durante o início da gravidezMassa anexial com ou sem sensibilidadeSe ocorrer ruptura, início súbito de dor localizada, intensa e aguda, frequentemente com sangramento vaginal e abdome agudo, e com ou sem instabilidade hemodinâmicaTeste de gravidez, beta-hCG quantitativo em sérieUltrassonografia transvaginalAlgumas vezes, laparoscopia ou laparotomia* Deve-se excluir gravidez em todas as pacientes em idade reprodutiva, independentemente da história menstrual ou sexual.Beta-hCG = subunidade beta da gonadotropina coriônica humana; HC = hemograma completo.Doenças não ginecológicasDoenças não ginecológicas em qualquer sistema localizado na pelve podem causar dor pélvica:Gastrintestinais (p. ex., obstipação, doença celíaca, doença inflamatória intestinal, síndrome do intestino irritável, colite diverticular, abscesso perirretal alto ou câncer colorretal)Urinárias (p. ex., cistite, cistite intersticial [síndrome da dor da bexiga], cálculos, câncer de bexiga, divertículo uretral)Musculoesqueléticas (p. ex., fibromialgia, síndromes miofasciais, síndromes de compressão do nervo cutâneo anterior)Neurológicas (p. ex., dor neuropática, enxaqueca abdominal, epilepsia abdominal)Vascular (p. ex., expansão rápida ou ruptura de aneurisma aórtico)Relacionadas a transtornos psiquiátricos (p. ex., transtornos depressivos, ansiedade, transtorno de sintoma somático, transtornos por uso de substâncias)Avaliação da dor pélvica femininaDeve-se fazer imediatamente a avaliação da dor pélvica aguda porque algumas causas (p. ex., gestação ectópica, torção anexial) requerem tratamento imediato.Deve-se excluir gravidez em todas as pacientes em idade reprodutiva, independentemente da história menstrual ou sexual.HistóriaHistória da doença atual deve incluir início, duração, localização, gravidade, padrão (intermitente ou constante) e caráter da dor (aguda, opaca, cólica). Observa-se a relação da dor com o ciclo menstrual. Os sintomas associados importantes são: corrimento ou sangramento vaginais, dispareunia, febre, e sintomas de instabilidade hemodinâmica (p. ex., atordoamento, lipotimia, síncope).A revisão dos sistemas deve buscar sintomas das possíveis causas, incluindo:Amenorreia, enjoo matinal, edema ou sensibilidade mamária: dor relacionada à gestaçãoFebre, calafrios ou corrimento vaginal: infecção pélvicaDor abdominal (particularmente se desencadeada por refeições), mudança de hábitos fecais ou sangramento retal: distúrbios gastrointestinaisFrequência, urgência ou dor urinária: distúrbios urináriosA história clínica deve considerar a história obstétrica e ginecológica (gravidade, paridade, história menstrual, história sexual, história de infecções sexualmente transmissíveis, infertilidade, gestação ectópica, doença inflamatória pélvica) e a história de cálculos urinários, diverticulite e outras doenças ou tumores gastrointestinais ou geniturinários. Deve-se observar a realização de cirurgia pélvica ou abdominal prévia.Exame físicoO exame físico começa com a revisão dos sinais vitais de febre ou sinais de instabilidade hemodinâmica (p. ex., hipotensão, pulso rápido) e focaliza os exames abdominais e pélvicos.A palpação do abdome avalia a presença de dor, massas e sinais de irritação peritoneal. A paciente pode ser testada para o sinal de Carnett (sensibilidade abdominal local quando uma paciente em posição supina contrai os músculos retos abdominais levantando a cabeça ou ambas as pernas). Um teste positivo sugere síndrome de compressão do nervo cutâneo anterior, que pode ser uma causa musculoesquelética de dor pélvica crônica.Realiza-se um exame pélvico completo. Durante o exame especular, a vagina e o colo do útero são inspecionadas em busca de corrimento, lesões ou sangramento. O exame bimanual deve avaliar a sensibilidade à movimentação do colo do útero; tamanho uterino, massas, sensibilidade, consistência (firme ou mole) e mobilidade; e massas anexiais, sensibilidade e mobilidade.O exame retovaginal é feito para verificar a presença de massas pélvicas posteriores, sensibilidade ou nodularidade do septo retovaginal e massas retais ou sangramento.A localização da dor e quaisquer achados associados fornecem pistas para o diagnóstico da causa da dor (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica).Sinais de alertaOs achados a seguir são particularmente preocupantes:Síncope ou choque hemorrágico (p. ex., taquicardia, hipotensão): sangramento abdominal decorrente de gestação ectópica, ruptura de cisto ovariano ou outra etiologia ginecológica ou não ginecológicaSinais peritoneais (rebote, rigidez, defesa): perfuração do intestino ou de outros órgãos abdominais ou abscesso tubo-ovarianoFebre ou calafrios: possível abscesso tubo-ovariano ou outra infecçãoDor intensa de início súbito com náuseas, vômitos ou diaforese: torção anexialInterpretação dos achadosA acuidade e intensidade da dor pélvica e sua relação com o ciclo menstrual podem sugerir as causas mais prováveis (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica). A localização da dor, suas características e achados associados também fornecem pistas para o diagnóstico (ver tabela Algumas pistas para o diagnóstico da dor pélvica). Mas os resultados podem ser inespecíficos. Por exemplo, a endometriose pode resultar em uma ampla variedade de resultados (p. ex., dispareunia, dismenorreia, dor pélvica constante, disquezia).TabelaAlgumas pistas para o diagnóstico de dor pélvicaTabela Algumas pistas para o diagnóstico de dor pélvicaAchadosDiagnóstico possívelSíncope ou choque hemorrágicoGestação ectópica rotaPossivelmente um cisto ovariano rompidoCorrimento vaginal, sensibilidade à movimentação do colo do útero, sensibilidade uterina e anexial; às vezes febreDoença inflamatória pélvica, com possível abscesso tubo-ovarianoInício súbito de dor intensa, às vezes localizada em um dos lados ou com náuseasTorção anexialRuptura de cisto ovarianoGestação ectópicaCólica renalDor epigástrica ou periumbilical seguida de náuseas e anorexia breves, então de febre e dor no quadrante inferior direito (às vezes com sensibilidade ao movimento do colo do útero)ApendiciteObstipação, diarreia e alívio ou agravamento da dor durante as evacuações, às vezes sangramento retalDoença inflamatória intestinalSíndrome do intestino irritávelOutras doenças gastrointestinaisDor e incômodo à palpação no quadrante inferior esquerdo em pacientes > 40 anos, às vezes com febreDiverticuliteSensibilidade na área suprapúbica ou na parede vaginal anterior com sintomas urinários crônicos ou recorrentes (disúria, frequência ou urgência urinária)Distúrbio do trato urinário inferior (p. ex., cistite intersticial, [síndrome dolorosa da bexiga]), que causa dor vesical ou uretralÚtero ou anexos imóveis, fixosEndometrioseCâncer ginecológico ou outro câncer pélvicoMassa anexial, algumas vezes com dor à palpaçãoCisto ou tumor ovarianoGestação ectópicaAbscesso tubo-ovarianoTorção anexialEvacuação aguda e dolorosa mais massa flutuante, localizada, dolorosa, percebida durante o exame externo ou interno do reto, com ou sem febreAbscesso anorretalExamesTestes em pacientes com dor pélvica dependem de a dor ser aguda ou crônica.Todas as pacientes do sexo feminino com dor pélvica aguda deveriam terHemograma completo (HC)UrináliseTeste de gravidezUm HC pode diagnosticar anemia (sugerindo sangramento agudo ou crônico) ou leucocitose (sugerindo infecção). Se sintomas urinários estão presentes, a urinálise é um teste para avaliar a possibilidade de causas comuns de dor pélvica (p. ex., cistite, cálculos urinários).Se a paciente tiver teste de gravidez positivo e tiver dor ou sangramento, gestação ectópica é assumido até ser excluído por ultrassonografia transvaginal (não encontrando polo fetal ou saco vitelino) ou, se a ultrassonografia não for clara, por outros testes.A ultrassonografia transvaginal também pode identificar ou sugerir outras etiologias da dor aguda, incluindoRuptura de cisto ovariano: cisto ovariano com líquido pélvico ecogênicoTorção anexial: massa no ovário ou tubas uterinas (particularmente se a massa for > 5 cm) com ausência de fluxo DopplerMassa anexial multilocular complexa: abscesso tubo-ovariano (também pode ser um tumor benigno ou maligno, mas estes são menos propensos a apresentar dor pélvica aguda)Se houver suspeita de apendicite, deve-se fazer TC abdominal e pélvica.Se a causa da dor intensa ou persistente permanecer não identificada e a paciente estiver hemodinamicamente instável e uma etiologia potencialmente grave (p. ex., gestação ectópica rompida, peritonite) for suspeita, laparoscopia ou laparotomia pode ser necessária.Para mulheres com dor pélvica crônica, testes dependem de quais doenças são clinicamente suspeitas (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica). As pacientes também devem ser rastreadas para depressão ou outros transtornos de saúde mental e para violência doméstica ou trauma sexual.Tratamento da dor pélvica femininaA doença subjacente que causa dor pélvica é tratada quando possível.Pode-se tratar a dor relacionada com o ciclo menstrual (p. ex., dismenorreia, endometriose) com contraceptivos hormonais.A dor pélvica em pacientes não gestantes é inicialmente tratada com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais (1). As pacientes que não respondem bem a um AINES podem responder a outra. Para dor pélvica crônica neuropática, recomendam-se inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSNs) e ligantes alfa2delta do canal de cálcio (gabapentina ou pregabalina). Opioides não são recomendados para dor pélvica crônica, exceto em pacientes com câncer ativo ou para cuidados paliativos no final da vida.Além disso, fisioterapia do assoalho pélvico, terapia sexual ou terapia cognitivo-comportamental são recomendadas para o tratamento da dor pélvica miofascial ou dor associada a comorbidades psiquiátricas. Procedimentos como ponto de gatilho ou injeções de toxina botulínica podem ser utilizados para casos refratários.Se as pacientes têm dor intratável que não responde a qualquer uma das medidas acima, podem-se oferecer tratamento da endometriose diagnóstico ou laparoscópico ou adesiólise, ablação do nervo uterossacral, neurectomia pré-sacral ou histerectomia.Referência sobre tratamento1. Chronic Pelvic Pain: American College of Obstetricians and Gynecologists  (ACOG) Practice Bulletin, Number 218. Obstet Gynecol. 2020;135(3):e98-e109. doi:10.1097/AOG.0000000000003716Fundamentos geriátricos: dor pélvica femininaOs sintomas de dor pélvica em mulheres mais velhas podem ser inespecíficos. A revisão cuidadosa dos diversos aparelhos, com atenção à função do intestino e da bexiga, é essencial.Em mulheres idosas, as causas comuns da dor pélvica podem ser diferentes porque alguns distúrbios que causam desconforto ou dor pélvica se tornam mais comuns à medida que as mulheres envelhecem, sobretudo após a menopausa. Essas doenças incluemCistiteObstipaçãoCânceres do trato reprodutivo, incluindo cânceres de útero e ovárioDeve-se obter uma história clínica geral e uma história obstétrica e ginecológica. Deve-se obter também a história sexual; os médicos, em geral, não percebem que várias mulheres permanecem sexualmente ativas durante toda a sua vida.Perda aguda de apetite perda ponderal, dispepsia, distensão ou mudança súbita de hábito intestinal podem ser sinais de câncer ovariano ou uterino e exige avaliação clínica completa.Pontos-chaveA dor pélvica em mulheres é comum e pode ter causa ginecológica ou não ginecológica.Testar mulheres em idade reprodutiva que têm dor pélvica com um teste de gravidez, mesmo quando a história não sugere gestação.Característica, acuidade, intensidade e localização da dor e sua relação com o ciclo menstrual podem sugerir as causas mais prováveis.Avaliar dor pélvica aguda com sinais vitais, exame físico, teste de gravidez, hemograma completo, urinálise e exames de imagem pélvicos.Avaliar a dor pélvica crônica com história médica, cirúrgica, obstétrica e ginecológica detalhada e com exame físico completo.Test your KnowledgeTake a Quiz!
ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis. --- dominal aguda potencialmente grave e de caráter evolutivo. Exige decisões terapêuticas rápidas e objetivas, em que se estabelece a necessidade ou não de uma intervenção cirúrgica e se esta deve ser realizada imediatamente ou não.(1,2) Caso essas ações não ocorram em tempo hábil, as consequências podem ser irreparáveis, e estas variam desde a condição de croni/f_i cação do processo de dor, com perda de fertilidade e até mesmo óbito. A dor aguda no abdome inferior e na pelve é uma queixa comum. E sua de/f_i nição varia de acordo com a duração, mas, em geral, o desconforto está presente há menos de sete dias.(3-5)Classi/f_i cação CID 10: R10 – Dor AbdominalO00 – Gestação EctópicaN83.5 – Torção do ovário, do pedículo ovariano e da trompa de FalópioN73 – Outras doenças in/f_l amatórias pélvicas femininasEtiologia e classi/f_i caçãoO abdome agudo pode ser causado por uma variedade de trans-tornos. A localização da dor pode ser útil na classi/f_i cação do abdo-me agudo por indicar as possíveis causas ou os órgãos acometidos (Quadro 1).(6,7) O abdome agudo também pode ser classi/f_i cado se-gundo a natureza do processo patológico que envolve as estruturas abdominais (Quadro 2). Além disso, doenças de localização extra-abdominal ou sistêmica podem ser responsáveis por este quadro clínico (Quadro 3).(2)5Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Doenças pépticasDoenças biliares(cólica biliar, colecistite aguda coledocolitíase, colangite)Doenças hepáticas(hepatite, abscessos, neoplasia, hepatopatias)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Parede abdominal(herpes-zoster, contraturas musculares)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase, doenças do cólon)EpigástrioDoenças pépticasDoenças pancreáticas(pancreatite, neoplasia)Doenças biliares(cólica biliar, colecistitecoledocolitíase, colangite)Doenças esofágicas(doença do re/f_l uxo gastroesofágico, esofagites)Doenças cardíacas(pericardite, IAM, anginaAneurisma aorta abdominal)(dissecção, rupturaIsquemia mesentérica)Quadrante Superior EsquerdoDoenças pépticasDoenças esplênicas(infarto e ruptura)Doenças pancreáticas(pancreatite e neoplasia)Doenças pulmonares(pneumonia, abscesso subfrênico, pneumotórax, embolia, derrame pleural)Doenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase renal)Doenças do cólon(colite, diverticulite)Quadrante Inferior DireitoApendiciteDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana,gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)PeriumbilicalApendicite (inicial)Obstrução intestinalGastroenteriteIsquemia mesentéricaRuptura e/ou dissecção deaneurisma de aortaSuprapúbicaDoença intestinal(colite, gastroenterite, diverticulite,doença in/f_l amatória)Doenças urinárias(cistite, prostatite e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, gravidez ectópica, DIP , abscessostúbulo-ovarianos)DismenorreiaQuadrante Inferior EsquerdoDoença intestinal(colite, sigmoidite, gastroenterite, diverticulite, doença in/f_l amatória)HérniasDoenças renais(pielonefrite, abscesso perinefrético e litíase)Doenças ginecológicas(tumor ovariano, torção ovariana, prenhez ectópica, DIP , abscessos túbulo-ovarianos)DifusaGastroenterite, Peritonite, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Doença in/f_l amatória, Cetoacidose diabética, Por/f_i ria aguda, Uremia, Hipercalcemia, Vasculites, Intoxicação metal pesado, Febre do mediterrâneo, Angioedema hereditário, Crise falciformeFonte: Flasar MH, Cross R, Goldberg E. Acute abdominal pain. Prim Care. 2006;33(3):659-84. Flasar MH, Goldberg E. Acute abdominal pain. Med Clin North Am. 2006;90(3):481-503.(6,7)6Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018Síndromes AfecçõesIn/f_l amatória Apendicite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda, diverticulite do cólon, abscessos intracavitários, peritonites primária e secundárias* Doença in/f_l amatória pélvica (DIP)Perfurativa Úlcera duodenal perfurada, câncer gastrointestinal, divertículos de cólon* Perfuração uterina e de vísceras ocas iatrogênicasObstrutiva Obstrução pilórica, hérnia estrangulada, bridas, aderências, áscaris e câncer gastrointestinalHemorrágica Rotura de aneurisma abdominal* Gravidez ectópica e cisto hemorrágico de ovárioIsquêmica Trombose mesentérica* Torção de anexos e degeneração de miomasTraumática Trauma abdominal contuso ou penetranteAssociada Perfuração de víscera ocaQuadro 3. Causas extra-abdominais de abdome agudoTorácicas Pneumonia do lobo inferior, Infarto agudo do miocárdio, Pericardite, Infarto, Tromboembolismo pulmonar, PneumotóraxHematológicas Drepanocitose, LeucemiasMetabólicas Cetoacidose diabética, Por/f_i ra aguda, HiperlipoproteinemiaNeurológicas Herpes-Zoster, tabes dorsalis, Compressão raiz nervosa, FibromialgiaRelacionadas a tóxicos Intoxicação por metais pesados, Picadas de cobras e insetos, Abstinência de narcóticosFonte: Pires MT, Starling LV. Manual de urgências em pronto-socorro. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. (2)FisiopatologiaA dor pode ser classificada em somá tica, visceral ou referida, de acordo com o tipo de fibras nervosas aferentes envolvidas. Alé m 7Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018origina-se de nervos aferentes do sistema nervoso somá tico que inerva o peritô nio parietal, pele, mú sculos e tecidos subcutâ ne-os. É caracteristicamente aguda, localizada, fixa e constante. É comum em casos de abdome aguda inflamatório. Já a dor visce-ral tem origem em fibras aferentes do sistema nervoso autô no-mo que transmite informaç õ es das ví sceras e do peritô nio vis-ceral. Essas fibras são esparsas e, por isso, o estí mulo sensorial é difuso, resultando normalmente em dor generalizada, obtusa e mal-localizada. Ela piora com a distensão e contração das alças intestinais. Os estí mulos nocivos, normalmente, sã o estiramen-to, distensã o, isquemia, necrose ou espasmos dos ó rgã os abdo-minais.(2,3) As fibras viscerais aferentes sã o pouco mielinizadas e os potenciais de aç ã o disseminam-se com facilidade para es-timular os nervos somá ticos adjacentes. Assim, a dor visceral, algumas vezes, é referida aos dermá tomos que correspondem a essas fibras nervosas somá ticas adjacentes, caracterizando a chamada dor referida.(5)DiagnósticoNa abordagem da paciente com dor pélvica aguda é importante uma avaliação cuidadosa com história e exame clínico detalhados, a identi/f_i cação das condições de risco imediato a que essa paciente está exposta e critério no emprego da propedêutica complementar disponível.(8)Anamnese e exame físicoDeve-se tentar obter a histó ria clí nica enquanto se realiza a pri-meira etapa do exame fí sico, ou seja, a inspeç ã o da paciente. 8Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018completa, é importante obter a descriç ã o oral da dor e seus fa-tores associados.(3) As pacientes com patologia aguda envolven-do ví sceras pé lvicas,comumente, descrevem a dor visceral como difusa, surda, constante ou espasmó dica. Quando há extensão a partir da ví scera ao peritô nio parietal adjacente, ocorre a dor so-má tica aguda, frequentemente, localizada, unilateral e concen-trada em um dermá tomo especí fico.(3,9,10) O exame físico deve iniciar já durante o primeiro contato com a paciente, enquanto se obté m a histó ria clí nica. Com a observaç ã o da paciente, no-ta-se a aparê ncia geral, incluindo expressã o facial, presenç a de diaforese, coloraç ã o da pele (palidez) e grau de agitaç ã o, sinais que, com frequê ncia, indicam a urgê ncia do quadro clí nico.(3) O exame deve avaliar o estado geral da paciente, a estabilidade he-modinâmica, a presença de postura antálgica e realizar auscul-tas pulmonar e cardíaca, que são de fundamental importância para afastar causas extra-abdominais de abdome agudo como pneumonia de base.(9) A presença de temperatura elevada, ta-quicardia e hipotensã o indica maior risco de patologia intra-ab-dominal e define a necessidade de rápida avaliaç ã o. Febre baixa constante é comum nos quadros inflamató rios, como diverticu-lite e apendicite, e temperaturas mais elevadas sã o observadas nos casos de doenç a inflamató ria pé lvica, peritonite avanç ada ou pielonefrite.(3)Exames complementaresOs exames complementares são solicitados de acordo com o exa-me clínico realizado de forma minuciosa e a necessidade do escla-9Cândido EB, Santiago AE, Silva Filho ALProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018dos benefí cios da anamnese e do exame fí sico, sua sensibilidade é baixa.(11)• Exames laboratoriais: - Hemograma: a leucocitose é comum nos quadros de abdome agudo in/f_l amatório. Um baixo hematócrito, com um volume corpuscular médio (VCM) normal, sugere uma perda aguda de sangue. A sua avaliação seriada pode auxiliar no diagnós-tico e na avaliação da evolução do processo patológico. --- Grupos muscularesPontos de gatilho nos músculos da pa-rede anterior do abdome . Os músculos reto abdominal, oblíquo e transverso do abdome podem de-senvolver T rPs que levam à dor crônica. Os sintomas pélvicos somatoviscerais causados por esses músculos podem incluir diarreia ou frequência, urgência ou retenção urinárias. Dentro do músculo reto do abdome, com frequência são encontrados T rPs dolorosos ao longo da linha semilunar, que é a denominação dada à borda desse músculo (Suleiman, 2001). Além disso, os T rPs no músculo reto abdominal costumam ocorrer na inserção do músculo no osso púbico e também abai-xo da cicatriz umbilical. Dentro do músculo oblíquo externo, os pontos de gatilho frequentemente envolvem sua ligação la-teral com a crista ilíaca anterior, e a dor costuma ser referida ao púbis. --- A cirurgia abdominal aberta é preferida quando a mulher está hemodinamicamente instável ou alaparoscopia não está prontamente disponível. AgudaCom a localização habitual do ovo no istmo da tuba uterina, a ruptura ocorre com intensa hemorragiaintraperitoneal. Geralmente, a forma aguda corresponde à ruptura tubária (30% dos casos). A paciente refere dor violenta, em punhalada, na fossa ilíaca ou no hipogástrio. Ao deitar-se, o sangue intra-abdominal pode ascender ao diafragma, irritar o nervo frênico e determinar dor escapular, sinal expressivo econstante, geralmente no lado direito. A paciente, nesse caso, apresenta-se em estado de choque: palidez, sudorese, extremidades frias, pulso finoe rápido, hipotensão. O sangue intra-abdominal acumula-se no fundo de saco posterior (hematocele de Douglas), causandosensação de peso no reto e na bexiga e dor à defecação e à micção. Figura 28.12 Visão laparoscópica da gravidez tubária. --- Dor pélvica femininaPorShubhangi Kesavan, MD, Cleveland Clinic Learner College of Medicine, Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: jun. 2024Visão Educação para o pacienteEtiologia|Avaliação|Tratamento|Fundamentos de geriatria|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (2)Vídeo (0)Algumas causas ginecológicas...Algumas pistas para o diagnóstico...Dor pélvica é um sintoma comum em mulheres. Tem geralmente uma etiologia diferente da dor vulvar ou vaginal. A cavidade pélvica contém intestinos, bexiga e ureteres inferiores e é circundada por músculos, tecido conjuntivo e ossos. A dor pélvica pode se originar de qualquer uma dessas estruturas.A dor pélvica pode ser aguda ou crônica; dor que persiste por > 6 meses é considerada dor crônica. A dor crônica é frequentemente associada a consequências cognitivas, comportamentais, sexuais e emocionais negativas, bem como sintomas sugestivos de disfunção do trato urinário inferior ou do assoalho pélvico, ou disfunção sexual, intestinal, miofascial ou ginecológica (1).Referência1. Chronic Pelvic Pain: American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) Practice Bulletin Summary, Number 218. Obstet Gynecol. 2020;135(3):744-746. doi:10.1097/AOG.0000000000003717Etiologia da dor pélvica femininaA dor pélvica pode se originar nos órgãos reprodutores femininos (colo do útero, útero, ovários, tubas uterinas) ou outras estruturas no abdome (intestinos, trato urinário, músculos do assoalho pélvico ou tecido conjuntivo, ou peritônio).Distúrbios ginecológicosAlgumas doenças ginecológicas (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica) causam dor pélvica cíclica (isto é, dor recorrente durante a mesma fase do ciclo menstrual). Em outros, a dor é constante ou intermitente, mas não relacionada à menstruação. Além disso, o início da dor (súbita ou gradual) e o tipo de dor (p. ex., aguda, em cólica) podem ajudar a identificar a causa.As causas ginecológicas mais comuns de dor pélvica incluemDismenorreia primáriaEndometrioseMassa anexial, às vezes com ruptura ou torçãoDoença inflamatória pélvicaEm geral, miomas uterinos não causam dor, mas pode haver dor caso pressionem estruturas circundantes, contribuam para a dismenorreia ou se degenerem.Outras causas da dor pélvica feminina incluem aderências pélvicas, síndrome do ovário remanescente ou malignidade ginecológica.TabelaAlgumas causas ginecológicas de dor pélvicaTabela Algumas causas ginecológicas de dor pélvicaCausaAchados sugestivosAbordagem diagnóstica*Dor cíclica relacionada à menstruaçãoDismenorreia primáriaDor persistente ou em cólica no início ou alguns dias antes da menstruação, às vezes com cefaleia, náuseas, obstipação, diarreia ou aumento da frequência urináriaOs sintomas, geralmente, tornam-se mais intensos 24 horas após o seu início e duram por 2–3 dias após a menstruaçãoHistória e exame físicoUltrassonografia transvaginal para excluir outras causasEndometrioseDismenorreia ou dor pélvica não relacionada à menstruação; a dor pode ser leve a graveTríade clássica de dismenorreia, dispareunia e infertilidade; às vezes, defecação dolorosaNa doença avançada, exame pélvico com malposição do colo do útero ou do útero, nódulos sensíveis no fundo de saco posterior, útero imóvel ou anexos, ou massa anexial fixa (endometrioma)Exame pélvicoBiópsia laparoscópica (padrão-ouro)Ultrassonografia transvaginal ou RM antes da laparoscopia ou se laparoscopia não for possível (devido à falta do recurso ou de um cirurgião)Infrequentemente, laparotomia, sigmoidoscopia ou cistoscopiaAdenomiose uterinaDismenorreia ou dor pélvica não relacionada à menstruação; a dor pode ser leve a graveUltrassonografia transvaginalRM se a ultrassonografia for inconclusivaPatologia após histerectomiaMittelschmerzInício súbito de dor intensa e aguda que dura 1–2 dias no meio do ciclo (durante a ovulação)Às vezes, sangramento leve e irregularHistória e exame físicoUltrassonografia transvaginal para excluir outras causasDor constante ou intermitente, não relacionada à menstruaçãoMassa anexial (tumor benigno ou maligno ou outro tipo de massa)Dor difusa, persistente e unilateralMassa pélvica palpávelUltrassonografia transvaginalExames adicionais como marcadores tumorais ou TC ou RM abdominal e pélvica, se necessárioRuptura de cisto ovarianoO início agudo da dor pélvica, mais grave no início e muitas vezes diminuindo ao longo de algumas horas, pode estar associado a relações sexuaisAssociado a sangramento vaginal, náuseas, vômitos ou sinais peritoneaisUltrassonografia transvaginalHemograma completo (se houver suspeita de sangramento significativo)Torção anexialInício súbito de dor intensa unilateral, ocasionalmente cólica (torção intermitente)Em geral, com náuseas, vômitos, sinais peritoneais e dor à movimentação do colo do úteroEm geral, ovário maior > 5 cm em decorrência de uma massa ou estimulação ovarianaUltrassonografia transvaginal com Doppler coloridoLaparoscopiaDoença inflamatória pélvicaInício gradual da dor pélvica; algumas vezes dispareuniaÀs vezes, febreSensibilidade à movimentação do colo do útero, dor uterina ou anexial e secreção mucopurulenta do colo do úteroRaramente, massa anexial (abscesso tubo-ovariano)Exame pélvicoTestes para gonorreia e clamídia, HC e urinálise ou cultura de urinaUltrassonografia transvaginalDegeneração aguda de mioma uterinoInício súbito de dor moderada a graveAlgumas vezes, sangramento vaginalMais comum durante as primeiras 12 semanas da gestação ou após o parto ou o término de uma gestaçãoUltrassonografia transvaginalSe o diagnóstico não está claro, RMAderências pélvicasInício gradual de dor pélvica (frequentemente tornando-se crônica) ou dispareunia em pacientes com história de cirurgia abdominal ou infecção pélvicaRaramente, náuseas e vômitos (se ocorrer obstrução intestinal)Laparoscopia, às vezes laparotomiaDor pélvica miofascialDor crônica ou recorrente em um ou mais tratos genitais (vulva, vagina) ou outras estruturas pélvicas (bexiga, reto, região glútea, quadris, abdome)Exame físico com avaliação dos pontos-gatilho e sinal de CarnettRelacionadas à gestaçãoGestação ectópicaDor pélvica e sangramento vaginal durante o início da gravidezMassa anexial com ou sem sensibilidadeSe ocorrer ruptura, início súbito de dor localizada, intensa e aguda, frequentemente com sangramento vaginal e abdome agudo, e com ou sem instabilidade hemodinâmicaTeste de gravidez, beta-hCG quantitativo em sérieUltrassonografia transvaginalAlgumas vezes, laparoscopia ou laparotomia* Deve-se excluir gravidez em todas as pacientes em idade reprodutiva, independentemente da história menstrual ou sexual.Beta-hCG = subunidade beta da gonadotropina coriônica humana; HC = hemograma completo.Doenças não ginecológicasDoenças não ginecológicas em qualquer sistema localizado na pelve podem causar dor pélvica:Gastrintestinais (p. ex., obstipação, doença celíaca, doença inflamatória intestinal, síndrome do intestino irritável, colite diverticular, abscesso perirretal alto ou câncer colorretal)Urinárias (p. ex., cistite, cistite intersticial [síndrome da dor da bexiga], cálculos, câncer de bexiga, divertículo uretral)Musculoesqueléticas (p. ex., fibromialgia, síndromes miofasciais, síndromes de compressão do nervo cutâneo anterior)Neurológicas (p. ex., dor neuropática, enxaqueca abdominal, epilepsia abdominal)Vascular (p. ex., expansão rápida ou ruptura de aneurisma aórtico)Relacionadas a transtornos psiquiátricos (p. ex., transtornos depressivos, ansiedade, transtorno de sintoma somático, transtornos por uso de substâncias)Avaliação da dor pélvica femininaDeve-se fazer imediatamente a avaliação da dor pélvica aguda porque algumas causas (p. ex., gestação ectópica, torção anexial) requerem tratamento imediato.Deve-se excluir gravidez em todas as pacientes em idade reprodutiva, independentemente da história menstrual ou sexual.HistóriaHistória da doença atual deve incluir início, duração, localização, gravidade, padrão (intermitente ou constante) e caráter da dor (aguda, opaca, cólica). Observa-se a relação da dor com o ciclo menstrual. Os sintomas associados importantes são: corrimento ou sangramento vaginais, dispareunia, febre, e sintomas de instabilidade hemodinâmica (p. ex., atordoamento, lipotimia, síncope).A revisão dos sistemas deve buscar sintomas das possíveis causas, incluindo:Amenorreia, enjoo matinal, edema ou sensibilidade mamária: dor relacionada à gestaçãoFebre, calafrios ou corrimento vaginal: infecção pélvicaDor abdominal (particularmente se desencadeada por refeições), mudança de hábitos fecais ou sangramento retal: distúrbios gastrointestinaisFrequência, urgência ou dor urinária: distúrbios urináriosA história clínica deve considerar a história obstétrica e ginecológica (gravidade, paridade, história menstrual, história sexual, história de infecções sexualmente transmissíveis, infertilidade, gestação ectópica, doença inflamatória pélvica) e a história de cálculos urinários, diverticulite e outras doenças ou tumores gastrointestinais ou geniturinários. Deve-se observar a realização de cirurgia pélvica ou abdominal prévia.Exame físicoO exame físico começa com a revisão dos sinais vitais de febre ou sinais de instabilidade hemodinâmica (p. ex., hipotensão, pulso rápido) e focaliza os exames abdominais e pélvicos.A palpação do abdome avalia a presença de dor, massas e sinais de irritação peritoneal. A paciente pode ser testada para o sinal de Carnett (sensibilidade abdominal local quando uma paciente em posição supina contrai os músculos retos abdominais levantando a cabeça ou ambas as pernas). Um teste positivo sugere síndrome de compressão do nervo cutâneo anterior, que pode ser uma causa musculoesquelética de dor pélvica crônica.Realiza-se um exame pélvico completo. Durante o exame especular, a vagina e o colo do útero são inspecionadas em busca de corrimento, lesões ou sangramento. O exame bimanual deve avaliar a sensibilidade à movimentação do colo do útero; tamanho uterino, massas, sensibilidade, consistência (firme ou mole) e mobilidade; e massas anexiais, sensibilidade e mobilidade.O exame retovaginal é feito para verificar a presença de massas pélvicas posteriores, sensibilidade ou nodularidade do septo retovaginal e massas retais ou sangramento.A localização da dor e quaisquer achados associados fornecem pistas para o diagnóstico da causa da dor (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica).Sinais de alertaOs achados a seguir são particularmente preocupantes:Síncope ou choque hemorrágico (p. ex., taquicardia, hipotensão): sangramento abdominal decorrente de gestação ectópica, ruptura de cisto ovariano ou outra etiologia ginecológica ou não ginecológicaSinais peritoneais (rebote, rigidez, defesa): perfuração do intestino ou de outros órgãos abdominais ou abscesso tubo-ovarianoFebre ou calafrios: possível abscesso tubo-ovariano ou outra infecçãoDor intensa de início súbito com náuseas, vômitos ou diaforese: torção anexialInterpretação dos achadosA acuidade e intensidade da dor pélvica e sua relação com o ciclo menstrual podem sugerir as causas mais prováveis (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica). A localização da dor, suas características e achados associados também fornecem pistas para o diagnóstico (ver tabela Algumas pistas para o diagnóstico da dor pélvica). Mas os resultados podem ser inespecíficos. Por exemplo, a endometriose pode resultar em uma ampla variedade de resultados (p. ex., dispareunia, dismenorreia, dor pélvica constante, disquezia).TabelaAlgumas pistas para o diagnóstico de dor pélvicaTabela Algumas pistas para o diagnóstico de dor pélvicaAchadosDiagnóstico possívelSíncope ou choque hemorrágicoGestação ectópica rotaPossivelmente um cisto ovariano rompidoCorrimento vaginal, sensibilidade à movimentação do colo do útero, sensibilidade uterina e anexial; às vezes febreDoença inflamatória pélvica, com possível abscesso tubo-ovarianoInício súbito de dor intensa, às vezes localizada em um dos lados ou com náuseasTorção anexialRuptura de cisto ovarianoGestação ectópicaCólica renalDor epigástrica ou periumbilical seguida de náuseas e anorexia breves, então de febre e dor no quadrante inferior direito (às vezes com sensibilidade ao movimento do colo do útero)ApendiciteObstipação, diarreia e alívio ou agravamento da dor durante as evacuações, às vezes sangramento retalDoença inflamatória intestinalSíndrome do intestino irritávelOutras doenças gastrointestinaisDor e incômodo à palpação no quadrante inferior esquerdo em pacientes > 40 anos, às vezes com febreDiverticuliteSensibilidade na área suprapúbica ou na parede vaginal anterior com sintomas urinários crônicos ou recorrentes (disúria, frequência ou urgência urinária)Distúrbio do trato urinário inferior (p. ex., cistite intersticial, [síndrome dolorosa da bexiga]), que causa dor vesical ou uretralÚtero ou anexos imóveis, fixosEndometrioseCâncer ginecológico ou outro câncer pélvicoMassa anexial, algumas vezes com dor à palpaçãoCisto ou tumor ovarianoGestação ectópicaAbscesso tubo-ovarianoTorção anexialEvacuação aguda e dolorosa mais massa flutuante, localizada, dolorosa, percebida durante o exame externo ou interno do reto, com ou sem febreAbscesso anorretalExamesTestes em pacientes com dor pélvica dependem de a dor ser aguda ou crônica.Todas as pacientes do sexo feminino com dor pélvica aguda deveriam terHemograma completo (HC)UrináliseTeste de gravidezUm HC pode diagnosticar anemia (sugerindo sangramento agudo ou crônico) ou leucocitose (sugerindo infecção). Se sintomas urinários estão presentes, a urinálise é um teste para avaliar a possibilidade de causas comuns de dor pélvica (p. ex., cistite, cálculos urinários).Se a paciente tiver teste de gravidez positivo e tiver dor ou sangramento, gestação ectópica é assumido até ser excluído por ultrassonografia transvaginal (não encontrando polo fetal ou saco vitelino) ou, se a ultrassonografia não for clara, por outros testes.A ultrassonografia transvaginal também pode identificar ou sugerir outras etiologias da dor aguda, incluindoRuptura de cisto ovariano: cisto ovariano com líquido pélvico ecogênicoTorção anexial: massa no ovário ou tubas uterinas (particularmente se a massa for > 5 cm) com ausência de fluxo DopplerMassa anexial multilocular complexa: abscesso tubo-ovariano (também pode ser um tumor benigno ou maligno, mas estes são menos propensos a apresentar dor pélvica aguda)Se houver suspeita de apendicite, deve-se fazer TC abdominal e pélvica.Se a causa da dor intensa ou persistente permanecer não identificada e a paciente estiver hemodinamicamente instável e uma etiologia potencialmente grave (p. ex., gestação ectópica rompida, peritonite) for suspeita, laparoscopia ou laparotomia pode ser necessária.Para mulheres com dor pélvica crônica, testes dependem de quais doenças são clinicamente suspeitas (ver tabela Algumas causas ginecológicas da dor pélvica). As pacientes também devem ser rastreadas para depressão ou outros transtornos de saúde mental e para violência doméstica ou trauma sexual.Tratamento da dor pélvica femininaA doença subjacente que causa dor pélvica é tratada quando possível.Pode-se tratar a dor relacionada com o ciclo menstrual (p. ex., dismenorreia, endometriose) com contraceptivos hormonais.A dor pélvica em pacientes não gestantes é inicialmente tratada com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais (1). As pacientes que não respondem bem a um AINES podem responder a outra. Para dor pélvica crônica neuropática, recomendam-se inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSNs) e ligantes alfa2delta do canal de cálcio (gabapentina ou pregabalina). Opioides não são recomendados para dor pélvica crônica, exceto em pacientes com câncer ativo ou para cuidados paliativos no final da vida.Além disso, fisioterapia do assoalho pélvico, terapia sexual ou terapia cognitivo-comportamental são recomendadas para o tratamento da dor pélvica miofascial ou dor associada a comorbidades psiquiátricas. Procedimentos como ponto de gatilho ou injeções de toxina botulínica podem ser utilizados para casos refratários.Se as pacientes têm dor intratável que não responde a qualquer uma das medidas acima, podem-se oferecer tratamento da endometriose diagnóstico ou laparoscópico ou adesiólise, ablação do nervo uterossacral, neurectomia pré-sacral ou histerectomia.Referência sobre tratamento1. Chronic Pelvic Pain: American College of Obstetricians and Gynecologists  (ACOG) Practice Bulletin, Number 218. Obstet Gynecol. 2020;135(3):e98-e109. doi:10.1097/AOG.0000000000003716Fundamentos geriátricos: dor pélvica femininaOs sintomas de dor pélvica em mulheres mais velhas podem ser inespecíficos. A revisão cuidadosa dos diversos aparelhos, com atenção à função do intestino e da bexiga, é essencial.Em mulheres idosas, as causas comuns da dor pélvica podem ser diferentes porque alguns distúrbios que causam desconforto ou dor pélvica se tornam mais comuns à medida que as mulheres envelhecem, sobretudo após a menopausa. Essas doenças incluemCistiteObstipaçãoCânceres do trato reprodutivo, incluindo cânceres de útero e ovárioDeve-se obter uma história clínica geral e uma história obstétrica e ginecológica. Deve-se obter também a história sexual; os médicos, em geral, não percebem que várias mulheres permanecem sexualmente ativas durante toda a sua vida.Perda aguda de apetite perda ponderal, dispepsia, distensão ou mudança súbita de hábito intestinal podem ser sinais de câncer ovariano ou uterino e exige avaliação clínica completa.Pontos-chaveA dor pélvica em mulheres é comum e pode ter causa ginecológica ou não ginecológica.Testar mulheres em idade reprodutiva que têm dor pélvica com um teste de gravidez, mesmo quando a história não sugere gestação.Característica, acuidade, intensidade e localização da dor e sua relação com o ciclo menstrual podem sugerir as causas mais prováveis.Avaliar dor pélvica aguda com sinais vitais, exame físico, teste de gravidez, hemograma completo, urinálise e exames de imagem pélvicos.Avaliar a dor pélvica crônica com história médica, cirúrgica, obstétrica e ginecológica detalhada e com exame físico completo.Test your KnowledgeTake a Quiz!
{"justificativa": "O contexto aborda várias etiologias de dor abdominal, incluindo condições agudas e crônicas que podem se manifestar na região inferior do abdome, que é onde o usuário descreve sentir dor. Esse conteúdo pode ajudar a esclarecer possíveis causas para a dor mencionada pelo usuário, como hérnias, apendicite ou outras condições inflamatórias, tornando-o relevante para a pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre diferentes causas de dor abdominal, incluindo possíveis doenças viscerais e musculoesqueléticas que podem explicar a dor descrita pelo usuário. Ele menciona especificamente dor no abdome inferior e sua localização, o que é pertinente para identificar potenciais condições médicas que podem causar os sintomas relatados. Embora o documento se concentre em várias etiologias, ele se conecta diretamente à experiência do usuário.", "nota": 3}
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre causas de dor abdominal, incluindo dor visceral e somática, além de listar diversas síndromes relacionadas com a dor na região abdominal. O documento também menciona a importância da localização da dor para diagnóstico e as possíveis condições subjacentes, o que é diretamente aplicável para a situação descrita na pergunta do usuário.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto aborda várias etiologias e causas de dor abdominal, incluindo dor na região inferior do umbigo e suas potenciais consequências. Isso é diretamente relacionado à pergunta do usuário sobre a dor constante e forte na região inferior do umbigo, oferecendo informações sobre possíveis diagnósticos e a importância de uma avaliação clínica adequada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a dor abdominal, suas causas e tipos, e menciona condições específicas que podem levar a dores na região inferior e superior do abdômen. Isso é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre dores abdominais específicas, pois fornece informações que podem ajudar a identificar possíveis causas. Contudo, ele não oferece uma resposta concreta ou diagnóstico para a dor relatada, apenas contextos clínicos gerais.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações relevantes sobre possíveis causas de dor abdominal e pélvica, incluindo condições que podem explicar os sintomas mencionados pelo usuário. Ele discute etiologias que afetam o abdômen inferior e apresenta diagnósticos possíveis que se relacionam diretamente à descrição da dor do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre causas de dor abdominal e pélvica, incluindo referências a condições musculoesqueléticas e patológicas que podem afetar a região inferior do abdome. Ele aborda possíveis etiologias que podem explicar sintomas de dor semelhante ao que o usuário descreve, o que é crucial para uma avaliação inicial. Portanto, o contexto é bastante pertinente para a pergunta do usuário.", "nota": 3}
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tenho uma linfonodomegalia atípica na axila direita birads fiz mamografia e não deu nada na mama e hj peguei resultado da biópsia desse linfonodo e deu fibroadenoma em tecido mamário ectópico eu tô perdida o que quer dizer o incomodo tem contornos muito irregulares isso pode ser um agravante
olá se a biópsia foi confiável o resultado de fibroadenoma é um nódulo benigno mas a depender do seu tamanho incômodo ou qualquer dúvida está indicado a ressecção completa do nodulo
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
• Distorções de arquitetura: não há dados robustos que indi -quem um tipo específico de biópsia nessa situação. É sabido que essas lesões tendem a ser heterogêneas e requerem a ob -tenção de maior quantidade de tecido para uma análise ade -quada. Há autores que recomendam a cirurgia sempre nessa situação, (37) mas outros argumentam que há um espaço para as biópsias percutâneas, principalmente a BVA, em especial, na presença de lesões pequenas. (38) • Nódulos em que subsistem dúvidas se são sólidos ou císti -cos: Há nódulos ultrassonográficos com indicação de biópsia nos quais não se tem certeza se correspondem a cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos. Um número significante desses nódulos terminará sendo um cisto, e, nesses casos, uma 10Biópsias mamáriasProtocolos Febrasgo | Nº15 | 2018tanto, a escolha da biópsia recai sobre a BAAF , ao menos como abordagem inicial. • Linfonodos: Os linfonodos constituem uma situação especial. A maioria deles se localiza na axila, que, por sua forma cônca -va, dificulta a BF sob orientação da ultrassonografia e favorece a PAAF , em que há um melhor controle sobre a agulha. Uma metanálise(39) relatou acurácia aceitável da PAAF na avalia -ção dos linfonodos axilares, mas um estudo bem controlado mostrou uma sensibilidade maior da BF (82,2%) que da PAAF (72,5%).(40) Contudo as questões de segurança e de dificuldade técnica são importantes nessa escolha. Portanto, é melhor pre-ferir a PAAF na abordagem de linfonodos axilares, valorizando bastante os seus resultados positivos e considerando usar a BF quando se suspeitar de falso-negativo. Caso se suspeite de um câncer não mamário, especialmente de linhagem linfomatosa, preferir a BF . --- ■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa. --- CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005). --- Hoffman_12.indd 344 03/10/13 16:59(Wilkie, 2005). A biópsia do linfonodo sentinela (LNS) no cenário de mastectomia é menos polêmica, já que não seria possível voltar e realizar a biópsia do LNS caso seja diagnosti-cado câncer invasivo oculto. Recomendam-se cinco anos de administração de tamoxi-feno para os casos de CDIS positivo para receptor de estro-gênio, tratados com conservação da mama (Fisher, 1999). Embora o tamoxifeno não esteja associado a aumento estatisti-camente significativo na taxa de sobrevivência geral, ele reduz de forma significativa a incidência de câncer invasivo ipsilateral e também reduz o risco de câncer de mama contralateral. --- IntroduçãoCerca de 10% das mamografias de rastreamento assinalam alguma anomalia, e 15 a 20% destas precisam, de alguma forma, de análise tecidual. A multiplicidade das lesões (nódulos, microcalcificações, lesões sólido-císticas, realces à ressonância magnética, distorções de arquitetura) exige estratégias distintas para obterem-se as amostras. A colheita de material é sempre invasiva, envolve des -conforto físico e emocional e complicações que incluem pequenas equimoses, hematomas e até mesmo pneumotórax. É importante escolher com responsabilidade o tipo de biópsia a fim de preservar a paciente de morbidade desnecessária. As biópsias mamárias têm limitações de sensibilidade e especificidade, por isso é fundamental 1CDE/Diagnóstico por imagem, Campinas, SP , Brasil.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre fibroadenomas e biópsias mamárias, que são relevantes para a situação do usuário, que está lidando com um diagnóstico de fibroadenoma em linfonodo e expressa preocupação com irregularidades e contornos. No entanto, ele não aborda diretamente os sintomas ou a preocupação específica do usuário, tornando algumas informações menos pertinentes.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto trata de aspectos técnicos e estatísticos sobre biópsias e o tratamento de lesões mamárias, incluindo fibroadenomas e linfonodos. Isso pode fornecer informações relevantes sobre a condição da linfonodomegalia e o resultado da biópsia, ajudando a entender o diagnóstico e possíveis implicações. Embora não aborde diretamente todos os aspectos da pergunta, a informação sobre fibroadenomas é pertinente.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre fibroadenomas, biópsias e linfonodos, que são altamente relevantes para a pergunta do usuário sobre a linfonodomegalia atípica e o resultado da biópsia. A menção às características do fibroadenoma e a discussão sobre a avaliação dos linfonodos complementam a situação clínica descrita pelo usuário, ajudando a entender o que as irregularidades podem significar.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda aspectos relevantes sobre linfonodos, biópsias e fibroadenomas, que são diretamente relacionados ao resultado da biópsia mencionada pelo usuário. Ele fornece informações sobre a natureza dos fibroadenomas e as abordagens diagnósticas em relação a linfonodos axilares, que podem ajudar a esclarecer as preocupações do usuário sobre a linfonodomegalia e as irregularidades mencionadas. Portanto, o contexto é bastante relevante para responder à pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre fibroadenomas e biópsias em linfonodos, que estão diretamente relacionadas à condição descrita na pergunta. O usuário menciona fibroadenoma, e o documento discute essa anormalidade, além de abordar biópsias, que são relevantes para entender a situação clínica do usuário. Portanto, o contexto é altamente pertinente.", "nota": 3}
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre fibroadenomas, linfonodos e biópsias, que estão diretamente relacionados à pergunta do usuário sobre a linfonodomegalia, biópsia e incômodos. O texto aborda a adequação dos métodos de biópsia e as características dos fibroadenomas, ajudando a esclarecer a situação médica apresentada.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto discute a biópsia de linfonodos e a natureza dos fibroadenomas, o que é relevante para entender o diagnóstico do usuário sobre linfonodomegalia e fibroadenoma. No entanto, a questão sobre contornos irregulares e incômodo não é diretamente abordada, diminuindo um pouco a relevância.", "nota": 2}
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tenho anos fui diagnosticada com endometrioma bilateral ovarianoqual melhor tratamento não pretendo ter filhos
olá boa tardeo tratamento pode ser clínico ou cirúrgico depende do tamanho do endometrioma e das demais lesões que você possa ter além dos sintomas relacionados você necessita passar em uma avaliação médica detalhada para entender quais sintomas você tem e realizar exames específicos para avaliação da endometriose especialmente ressonância
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose. --- Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa esclarecer à paciente quais são as reais probabilidades de concepção. É importan-te ressaltar que muitos dos processos biológicos que levam ao câncer do endométrio também contribuem para a redução da fertilidade. Em geral, essa estratégia deve ser disponibilizada apenas a mulheres com adenocarcinoma de grau 1 (tumores tipo I) cujos exames de imagem não apresentem evidências de invasão do miométrio. Mulheres com lesões de grau 2 rara-mente são consideradas candidatas, embora seja recomendá-vel avaliar a doença também por laparoscopia (Morice, 2005). O objetivo do tratamento hormonal é reverter a lesão, mas é evidente que qualquer tipo de tratamento medicamentoso ob-viamente implica risco de progressão da doença que a paciente deve estar disposta a correr (Yang, 2005). --- 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A). Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91. 2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2. 3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9. --- Poucas mulheres com câncer endometrial têm menos de 40 anos de idade, sendo que a maior parte dessas mulheres pré-menopáusicas é obesa, tem anovulação crônica ou ambos (Peterson, 1968; Rose, 1996). Assim, o American College of Obstetricians and Gynecologists (2000) recomenda avaliação endometrial de qualquer mulher com mais de 35 anos e san-gramento anormal, assim como em mulheres com menos de 35 anos e suspeita de sangramento uterino anovulatório, refra-tário a tratamento clínico(Cap. 8, p. 225). ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento da endometriose, incluindo opções cirúrgicas como a histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral, que é indicada para mulheres que não desejam ter filhos. Isso se alinha diretamente à pergunta do usuário, que busca alternativas de tratamento por não pretender ter filhos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda tratamentos para endometriose e menciona especificamente a ooforectomia bilateral como um tratamento definitivo para mulheres que não desejam ter filhos. Isso está diretamente alinhado com a pergunta do usuário sobre o melhor tratamento para endometrioma bilateral ovariano sem a intenção de ter filhos, conferindo alta relevância ao contexto.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona tratamentos para endometriose, incluindo histerectomia e ooforectomia bilateral, que são relevantes para uma paciente que não deseja ter filhos. O tratamento cirúrgico é indicado para mulheres que apresentam sintomas dolorosos intensos e não desejam manter a função reprodutiva, o que está diretamente associado à pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto é altamente relevante, pois fornece informações claras sobre o tratamento da endometriose em pacientes que não desejam mais ter filhos, incluindo a menção da histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral como uma opção definitiva e eficaz. A informação sobre a justificativa de tratamento cirúrgico alinhada ao desejo de não ter filhos é essencial para responder adequadamente à pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento da endometriose, incluindo a opção de histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral, que é adequada para mulheres que não desejam ter filhos e sofrem com sintomas dolorosos. Isso é diretamente pertinente à pergunta do usuário sobre o melhor tratamento considerando seu diagnóstico e desejo de não ter filhos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações específicas sobre opções de tratamento para a endometriose em mulheres que não desejam ter filhos, incluindo a histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral como uma solução definitiva. Isso é diretamente relevante à pergunta do usuário sobre o melhor tratamento para endometrioma bilateral ovariano, considerando que a usuária expressou a intenção de não ter filhos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto oferece informações relevantes sobre o tratamento da endometriose, incluindo opções específicas para mulheres que não desejam ter filhos, como a histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral. Isso responde diretamente à questão do usuário sobre o melhor tratamento para o endometrioma bilateral e a intenção de não ter filhos. Portanto, é altamente relevante.", "nota": 3}
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tenho endometriose e tomo o gestinol há meses nos períodos de ovulação eu sinto dores fortes e fisgadas no ovário direitosinto todos os sintomas da menstruação não estando menstruada a minha melhor opção seria uma cirurgia
olá o gestinol é uma medicação que inibe as ovulações a melhor maneira de conduzir o seu caso seria através de uma avaliação de seu exame clinico e complementares tente realizar avaliação com ginecologista assistente
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- Vários estudos sugerem que, em mulheres com endome-triose em estado avançado, o tratamento em longo prazo com agonistas de GnRH, antes do início de um ciclo, pode aumenta-ra fecundidade (Dicker, 1992; Surrey, 2002). Entretanto, atual-mente, essa estratégia de tratamento não tem aceitação universal.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- Vários estudos sugerem que, em mulheres com endome-triose em estado avançado, o tratamento em longo prazo com agonistas de GnRH, antes do início de um ciclo, pode aumenta-ra fecundidade (Dicker, 1992; Surrey, 2002). Entretanto, atual-mente, essa estratégia de tratamento não tem aceitação universal.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- Vários estudos sugerem que, em mulheres com endome-triose em estado avançado, o tratamento em longo prazo com agonistas de GnRH, antes do início de um ciclo, pode aumenta-ra fecundidade (Dicker, 1992; Surrey, 2002). Entretanto, atual-mente, essa estratégia de tratamento não tem aceitação universal.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- Vários estudos sugerem que, em mulheres com endome-triose em estado avançado, o tratamento em longo prazo com agonistas de GnRH, antes do início de um ciclo, pode aumenta-ra fecundidade (Dicker, 1992; Surrey, 2002). Entretanto, atual-mente, essa estratégia de tratamento não tem aceitação universal.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- Vários estudos sugerem que, em mulheres com endome-triose em estado avançado, o tratamento em longo prazo com agonistas de GnRH, antes do início de um ciclo, pode aumenta-ra fecundidade (Dicker, 1992; Surrey, 2002). Entretanto, atual-mente, essa estratégia de tratamento não tem aceitação universal.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- EndometriosePorJames H. Liu, MD, Case Western Reserve University School of MedicineRevisado/Corrigido: abr. 2024Visão Educação para o pacienteNa endometriose, as células endometriais funcionai são implantadas na pélvis fora da cavidade uterina. Os sintomas dependem do local dos implantes. A tríade clássica dos sintomas é dismenorreia, dispareunia e infertilidade, mas os sintomas também podem incluir disúria e dor durante a defecação. A gravidade dos sintomas não está relacionada com o estágio da doença. O diagnóstico é visualização direta e às vezes biópsia, geralmente por via laparoscópica. Estudos de imagem (ultrassonografia transvaginal, RM) são úteis no diagnóstico de casos mais avançados (p. ex., endometriose envolvendo o ovário [endometrioma]). Os tratamentos incluem anti-inflamatórios não esteroides, medicamentos para suprimir a função ovariana e o crescimento do tecido endometrial, ablação cirúrgica e excisão dos implantes endometrióticos e, em casos graves e nenhum plano de gestação, apenas histerectomia ou histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral.Etiologia e fisiopatologia|Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Estágios da endometrioseA endometriose fica confinada à superfície peritoneal ou à superfície serosa dos órgãos pélvicos, geralmente nos ovários, ligamentos largos, fundo de saco posterior, ligamentos uterossacros e peritônio.Locais menos comuns incluem as tubas uterinas, septo retovaginal e superfícies serosas dos intestinos delgado e grosso, ureteres, bexiga, vagina, colo do útero, cicatrizes cirúrgicas e, mais raramente, pulmão, pleura e pericárdio.Acredita-se que sangramentos decorrentes de implantes peritoneais iniciem a inflamação estéril, seguida por deposição de fibrina, formação de aderências e, com o tempo, cicatrizes.As prevalências da endometriose em uma metanálise de 17 estudos foram (1)18% em mulheres em idade reprodutiva31% em mulheres inférteis42% em mulheres com dor pélvica crônicaO diagnóstico da endometriose pode ser tardio. O tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico varia de 4 a 11 anos (2), com a idade média no diagnóstico sendo 28 anos (3). A endometriose também ocorre em adolescentes e, raramente, em meninas pré-menarca.Referências1. Moradi Y, Shams-Beyranvand M, Khateri S, et al: A systematic review on the prevalence of endometriosis in women. Indian J Med Res. 2021;154(3):446-454. doi:10.4103/ijmr.IJMR_817_182. Arruda MS, Petta CA, Abrão MS, Benetti-Pinto CL: Time elapsed from onset of symptoms to diagnosis of endometriosis in a cohort study of Brazilian women. Hum Reprod. 2003;18(4):756-759. doi:10.1093/humrep/deg1363. Singh S, Soliman AM, Rahal Y, et al: Prevalence, Symptomatic Burden, and Diagnosis of Endometriosis in Canada: Cross-Sectional Survey of 30 000 Women. J Obstet Gynaecol Can. 2020;42(7):829-838. doi:10.1016/j.jogc.2019.10.038Etiologia e fisiopatologia da endometrioseA hipótese mais amplamente aceita para a patogênese da endometriose é de que as células endometriais são transportadas da cavidade uterina durante a menstruação e subsequentemente se implantam em locais ectópicos. A menstruação retrógrada através das tubas uterinas é comum e pode transportar células endometriais intra-abdominalmente.Outras hipóteses para a patogênese da endometriose incluem metaplasia celômica (transformação do mesotélio peritoneal em glândulas semelhantes a endométrios); restos de Müller (células do tipo endométrio se desenvolvem a partir de células de Müller embrionárias residuais); transporte de células endometriais pelos sistemas linfático ou circulatório (1).A maior incidência em parentes de 1º grau de mulheres com endometriose e em grandes estudos com gêmeos (2) sugere que a hereditariedade é um fator.Potenciais fatores de risco para endometriose sãoHistória familiar de parentes de 1º grau com endometrioseGravidez tardia ou nuliparidadeMenarca precoceMenopausa tardiaCiclos menstruais encurtados ( 8 dias)Defeitos do ducto paramesonéfrico (p. ex., remanescente não comunicante do corno uterino, hipoplasia do colo do útero com obstrução da via de saída uterina)Exposição a dietilestilbestrol no úteroPotenciais fatores de proteção parecem serPartos múltiplosLactação prolongadaMenarca tardiaUso de longo prazo de contraceptivos orais em baixa dose (contínuos ou cíclicos)Exercício regular (especialmente se iniciado antes dos 15 anos, se realizado por > 4 horas/semana, ou ambos)Microscopicamente, os implantes endometriais são constituídos por glândulas e estroma histologicamente idênticos ao endométrio localizado no interior da cavidade uterina. Esses tecidos contêm receptores de estrogênio e progesterona e, portanto, geralmente crescem, diferenciam-se e sangram em resposta a alterações nos níveis hormonais durante o ciclo menstrual; além disso, alguns implantes endometrióticos produzem estrogênio e prostaglandinas. Implantes podem se tornar autossustentáveis ou retroagirem, como pode ocorrer durante a gestação (provavelmente porque os níveis de progesterona são altos). Em última análise, os implantes causam inflamação e aumentam o número de macrófagos ativados e a produção de citocinas pró-inflamatórias.Em pacientes com endometriose grave e anatomia pélvica distorcida, a taxa de infertilidade é alta, possivelmente porque a anatomia distorcida e inflamação interferem nos mecanismos de captação do óvulo, fertilização de oócitos e transporte tubal. As razões para a fertilidade prejudicada não são claras, mas podem incluir:Maior incidência da síndrome do folículo luteinizado não rotoAumento da produção de prostaglandinas peritoneais ou da atividade dos macrófagos peritoneais que pode afetar a fertilização, os espermatozoides e a função dos oócitosEndométrio não receptivo (por causa da disfunção na fase lútea ou outras anormalidades)Referências sobre etiologia e fisiopatologia1. Burney RO, Giudice LC: Pathogenesis and pathophysiology of endometriosis. Fertil Steril. 2012;98(3):511-519. doi:10.1016/j.fertnstert.2012.06.0292. Saha R, Pettersson HJ, Svedberg P, et al: Heritability of endometriosis. Fertil Steril 104 (4):947–952, 2015. doi: 10.1016/j.fertnstert.2015.06.035 Sinais e sintomas da endometrioseAlgumas mulheres com endometriose extensa são assintomáticas; outras com endometriose mínima sofrem dores incapacitantes.A tríade clássica dos sintomas da endometriose é dismenorreia, dispareunia e infertilidade. Dor pélvica na linha média cíclica antes ou durante a menstruação (dismenorreia) e dor no abdome durante a relação sexual (dispareunia profunda) são típicos e podem ser progressivos e crônicos (duração > 6 meses). Dismenorreia que começa após vários anos de menstruação relativamente livre de dor é uma pista diagnóstica importante.Suspeita-se de endometriose em mulheres com infertilidade, particularmente se acompanhada de dor pélvica.Massas anexiais (endometriomas) também são típicas. Pode ocorrer sangramento intermenstrual; a disfunção ovariana pode causar perda prematura da produção de estrogênio e progesterona do folículo ovariano, levando à ruptura prematura do suporte endometrial.Cistite intersticial com dor suprapúbica, disúria, frequência urinária e incontinência de urgência são comuns em mulheres com endometriose (1).Os sintomas muitas vezes diminuem ou desaparecem durante a gestação. A endometriose tende a se tornar inativa após a menopausa porque os níveis de estrogênio e progesterona diminuem.Os sinais e sintomas podem variar de acordo com o local dos implantes.Ovários: os implantes ovarianos podem formar endometriomas (massa cística localizada em um ovário); um endometrioma pode se romper, causando dor abdominal aguda e sintomas peritoneaisEstruturas anexiais: os implantes podem formar aderências anexiais, resultando em massa ou dor pélvicaBexiga: disúria, hematúria, dor suprapúbica ou pélvica (particularmente durante a micção), polaciúria, urge-incontinência ou uma combinação de todos os sintomasIntestino grosso: disquezia, distensão abdominal, diarreia ou obstipação ou sangramento retal durante a menstruaçãoEstruturas extrapélvicas: A endometriose não pélvica pode causar dor pélvica não específicaO exame pélvico pode ser normal ou os achados podem incluir colo do útero desviado da linha média, útero retrovertido e fixo, massa ovariana fixa, sensibilidade ovariana, septo retovaginal espessado ou nodular, ou nódulos no ligamento uterossacral. Raramente, podem-se visualizar lesões na vulva, colo do útero, vagina, cicatriz umbilical ou cicatrizes cirúrgicas.Referência sobre sinais e sintomas1. Wu CC, Chung SD, Lin HC: Endometriosis increased the risk of bladder pain syndrome/interstitial cystitis: A population-based study. Neurourol Urodyn. 2018;37(4):1413-1418. doi:10.1002/nau.23462 Diagnóstico da endometrioseVisualização direta, geralmente durante a laparoscopia pélvicaBiópsiaÀs vezes, ultrassonografia pélvica ou RMSuspeita-se de endometriose com base nos sintomas típicos. É comum confundir o diagnóstico com doença inflamatória pélvica, infecção do trato urinário ou síndrome do intestino irritável. Culturas do colo do útero e/ou urinárias negativas sugerem a possibilidade de endometriose.Deve-se confirmar o diagnóstico de endometriose pela visualização direta, geralmente por meio de laparoscopia pélvica, mas algumas vezes também por laparotomia, exame pélvico, sigmoidoscopia ou cistoscopia. Biópsia não é necessária, mas os resultados confirmam o diagnóstico.A aparência macroscópica (p. ex., lesões claras, vermelhas, azul, marrons, pretas) e o tamanho dos implantes variam durante o ciclo menstrual. Mas, tipicamente, as lesões iniciais são claras ou vermelhas (hemorrágicas). À medida que o sangue nas lesões se oxida, elas se tornam púrpuras e, depois, marrons; então se transformam em manchas marrons azuladas ou purpúreas com > 5 mm que lembram queimaduras por pólvora.Microscopicamente, glândulas e estroma endometriais costumam estar presentes. Elementos estromais na ausência de elementos glandulares indicam uma variante rara da endometriose chamada endometriose estromal.Exames de imagem podem não detectar confiavelmente a endometriose. No entanto, uma ultrassonografia pélvica ou RM mostrando um cisto ovariano consistente com um endometrioma é altamente sugestivo do diagnóstico. A presença e o tamanho dos endometriomas ovarianos são parte do sistema de estadiamento da endometriose (estágio III: pequenos endometriomas; estágio IV: grandes endometriomas) e a diminuição no tamanho do endometrioma pode evidenciar uma resposta ao tratamento.Como o tecido endometrial tem um sinal único de RM, a RM está se tornando cada vez mais útil para avaliar pacientes que podem apresentar endometriose (1). RM com ponderação em T1 e T2 pode detectar algumas lesões endometrióticas na pelve, sobretudo lesões maiores. Hemorragia nas tubas uterinas ou em um cisto ovariano sem aumento do fluxo sanguíneo sugere endometriose. Múltiplas áreas profundas e vastas de endometriose indicam endometriose grave (estágio IV).Nenhum exame laboratorial contribui para o diagnóstico da endometriose, embora biomarcadores como o microRNA plasmático estejam sendo estudados em ensaios clínicos (2).Dicas e conselhosConsiderar endometriose se as pacientes têm dor pélvica cíclica persistente, particularmente se também têm dispareunia ou infertilidade.Estadiar a endometriose ajuda os médicos a formular um plano de tratamento e avaliar a resposta à terapia. Segundo a American Society for Reproductive Medicine, a endometriose pode ser classificada como estágio I (mínima), II (leve), III (moderada) ou IV (grave), com base emNúmero, localização e profundidade dos implantesPresença de endometriomas e aderências finas ou densas (ver tabela Estágios da endometriose)TabelaEstágios da endometrioseTabela Estágios da endometrioseEstágioClassificaçãoDescriçãoIMínimoPoucos implantes superficiaisIILeveMais implantes, um pouco mais profundosIIIModeradaMuitos implantes profundos, pequenos endometriomas em um ou ambos os ovários e algumas aderências membranosasIVGraveVários implantes profundos, grandes endometriomas em um ou ambos os ovários e várias aderências densas, às vezes com o reto aderindo à parede posterior do úteroOutros sistemas de classificação ou previsão de resultados clínicos foram desenvolvidos para endometriose, mas poucos foram considerados úteis clinicamente. Verificou-se que o índice de fertilidade da endometriose (IFE) correlaciona-se com as taxas de gestação espontânea (sem uso de tecnologias de reprodução assistida) após a cirurgia para endometriose, mas os resultados variaram ao longo dos estudos (3).Referências sobre diagnóstico1. Guerriero S, Saba L, Pascual MA, et al: Transvaginal ultrasound vs magnetic resonance imaging for diagnosing deep infiltrating endometriosis: systematic review and meta‐analysis. Ultrasound Obstet Gynecol 51 (5):586–595, 2018. doi: 10.1002/uog.189612. Nisenblat V, Bossuyt PM, Shaikh R, et al: Blood biomarkers for the non-invasive diagnosis of endometriosis. Cochrane Database Syst Rev 2016;2016(5):CD012179. Publicado em 1º de maio de 2016. doi:10.1002/14651858.CD0121793. Vesali S, Razavi M, Rezaeinejad M, et al: Endometriosis fertility index for predicting non-assisted reproductive technology pregnancy after endometriosis surgery: a systematic review and meta-analysis. BJOG. 2020;127(7):800-809. doi:10.1111/1471-0528.16107 Tratamento da endometrioseAnti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Contraceptivos de estrogênio-progestinaMedicamentos para inibir a função ovarianaRessecção cirúrgica ou ablação do tecido endometrióticoHisterectomia total abdominal com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral se a doença é grave e a paciente já tiver prole constituídaPacientes com suspeita de endometriose são frequentemente tratados primeiro empiricamente. Se os sintomas forem controlados com medidas não invasivas, a cirurgia pode ser evitada.O tratamento conservador sintomático começa com analgésicos (geralmente AINEs) e contraceptivos hormonais. Se estes forem ineficazes, as pacientes são aconselhadas a proceder com tratamento farmacológico mais intensivo (análogos do GnRH, inibidores da aromatase ou danazol) ou submetidos à laparoscopia para confirmação do diagnóstico e tratamento concomitante.A laparoscopia diagnóstica é feita para detectar endometriose ou outras etiologias dos sintomas. Se houver endometriose, as lesões são tratadas durante o mesmo procedimento. O tratamento cirúrgico é a excisão ou ablação dos implantes endometrióticos e remoção de aderências pélvicas. Cistectomia ovariana pode ser realizada se houver endometrioma ovariano. Um tratamento mais definitivo deve ser individualizado com base na idade da paciente, sintomas, desejo de preservar a fertilidade e extensão do distúrbio.Após o tratamento cirúrgico da endometriose, contraceptivos hormonais ou outros medicamentos são geralmente administrados. Na maioria das pacientes, a endometriose reaparece dentro de 6 meses a 1 ano após a cirurgia isolada ou quando os medicamentos são descontinuados, exceto em casos de ablação ovariana completa e permanente.Considera-se histerectomia abdominal total com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral o tratamento definitivo da endometriose. Contudo, a endometriose pode recorrer mesmo após a histerectomia em mulheres na pré- menopausa ou naquelas em terapia de reposição de estrogênios.Terapia farmacológicaGeralmente, AINEs são utilizados para aliviar a dor. Podem ser tudo o que é necessário se os sintomas são leves e a paciente completou a gestação.Medicamentos que suprimem a função ovariana inibem o crescimento e a atividade dos implantes endometrióticos. O tratamento farmacológico é eficaz para controlar a dor, mas não altera as taxas de fertilidade em mulheres com endometriose mínima ou leve.Os seguintes contraceptivos hormonais são comumente utilizados como terapia inicial:Contraceptivos de combinação contínua (estrogênio-progestina)Progestinas, para pacientes com contraindicações à terapia de reposição de estrogêniosOs seguintes medicamentos geralmente são utilizados apenas se os sintomas não são bem controlados com AINEs ou contraceptivos hormonais:Agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (p. ex., leuprolida) e antagonistas (p. ex., elagolix)Inibidores da aromatase (p. ex., anastrozol, letrozol)DanazolAgonistas do GnRH aumentam inicialmente a secreção hipotalâmica de GnRH, mas o uso contínuo então diminui temporariamente a liberação hipofisária do hormônio foliculoestimulante (FSH), resultando em diminuição da produção de estrogênio pelos ovários; entretanto, o tratamento limita-se a ≤ 6 meses porque o uso de longo prazo pode resultar em perda óssea. Se o tratamento durar > 4 a 6 meses, pode-se utilizar progestina ou bisfosfonatos simultaneamente para minimizar a perda óssea. Se houver recorrência da endometriose, será necessário tratar as mulheres novamente.Elagolix, um antagonista do GnRH, diminui diretamente a secreção de GnRH e, assim, suprime a liberação hipofisária de FSH e a produção de estrogênio pelos ovários. Está disponível em 2 doses diferentes; a dose mais alta está disponível para tratar a dispareunia, bem como outros sintomas da endometriose. O uso de longo prazo pode resultar em perda óssea. Se o tratamento durar > 6 meses, pode-se utilizar progestina simultaneamente (como terapia de reposição) para minimizar a perda óssea.Relugolix, antagonista do GnRH, combinado com estradiol 1 mg e noretindrona 0,5 mg, está passando por ensaios clínicos para uso como tratamento primário da endometriose; essa combinação minimiza as ondas de calor e a perda óssea. O uso é limitado a 24 meses porque a possível perda óssea contínua pode ser irreversível.Inibidores da aromatase podem ser considerados quando os análogos do GnRH são ineficazes na supressão da endometriose, porque alguns implantes de endometriose têm atividade intrínseca de aromatase e podem produzir estrogênio a partir da conversão dos precursores androgênicos circulantes (1).O danazol, uma droga androgênica sintética e antigonadotropina, inibe a ovulação. Entretanto, seus efeitos adversos androgênicos limitam o seu uso.Uma combinação de contraceptivos orais cíclica ou contínua, administrada após análogos do GnRH ou inibidores da aromatase, pode desacelerar a progressão da doença e é justificável para mulheres que não planejam engravidar imediatamente após a interrupção desses medicamentos mais intensivos.CirurgiaTratam-se os casos moderados a graves de endometriose com maior efetividade por ablação ou excisão do maior número possível de implantes e, ao mesmo tempo, restauração da anatomia pélvica e preservação da fertilidade o máximo possível. Pode-se fazer ablação dos implantes endometrióticos superficiais. Para implantes profundos e extensos, excisão.As indicações específicas para a cirurgia laparoscópica incluemDor pélvica moderada a grave que não responde a medicamentosEndometriomaAdesões pélvicas significativasObstrução da trompa uterinaDesejo de engravidar poucos meses após a cirurgiaDispareunia (o tratamento cirúrgico é o tratamento de segunda linha, a menos que realizado durante a laparoscopia diagnóstica)Ablação ou ressecção laparoscópica é o procedimento cirúrgico mais comum para implante endometriótico; lesões peritoneais ou ovarianas às vezes podem ser eletrocauterizadas, excisadas ou, raramente, vaporizadas com laser. Os implantes endometrióticos geralmente recorrem em 1 a 2 anos sem medicamentos. O tratamento hormonal da endometriose é contraindicado durante a gestação, assim as pacientes com infertilidade são geralmente aconselhadas a tentar engravidar logo após a cirurgia.Cistectomia ovariana é indicado se houver endometrioma ovariano.Após laparoscopia ou cistectomia, as taxas de fertilidade são inversamente proporcionais à gravidade da endometriose. Se a ressecção está incompleta, às vezes administram-se agonistas de GnRH durante o período perioperatório, mas não está claro se essa tática aumenta as taxas de fertilidade. A ressecção dos ligamentos uterossacros com eletrocauterização por via laparoscópica ou laser pode reduzir a dor na região mediana da pelve.Pode-se tratar endometriose retovaginal, a forma mais grave da doença, com os tratamentos usuais para endometriose; entretanto, ressecção ou cirurgia do colon pode ser necessária para prevenir a obstrução do colo.Deve-se reservar a histerectomia com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral para pacientes com dor pélvica moderada a grave que não querem ter mais filhos e que preferem um procedimento definitivo. A histerectomia remove aderências ou implantes que aderem ao útero ou fundo de saco.Se mulheres 50, pode-se tentar a terapia contínua com progestina somente (acetato de noretindrona 2,5 to 5 m, acetato de medroxiprogesterona, 5 mg por via oral uma vez ao dia, progesterona micronizada, 100 a 200 mg por via oral ao deitar).Referência sobre tratamento1. Ferrero S, Gillott DJ, Venturini PL, Remorgida V: Use of aromatase inhibitors to treat endometriosis-related pain symptoms: a systematic review. Reprod Biol Endocrinol. 2011;9:89. Publicado em 21 de junho de 2011. doi:10.1186/1477-7827-9-89Pontos-chaveEndometriose é a presença de tecido endometrial implantado na pelve fora da cavidade uterina, mais comumente nos ovários, nos ligamentos largos, no fundo de saco posterior, nos ligamentos uterossacrais e no peritônio.A tríade clássica dos sintomas é dismenorreia, dispareunia e infertilidade, mas os sintomas também podem incluir disúria e dor durante a defecação.Para suspeita de endometriose, tratar a dor com analgésicos (p. ex., AINEs) e contraceptivos hormonais.Se os medicamentos iniciais forem ineficazes, proceder com tratamento medicamentoso mais intensivo (análogos do GnRH, inibidores da aromatase ou danazol) ou laparoscopia.Realizar laparoscopia diagnóstica para confirmar o diagnóstico com inspeção visual; a biópsia não é obrigatória, mas pode auxiliar no diagnóstico.Durante a laparoscopia, deve-se fazer a ablação ou excisão do maior número possível de implantes, lisar as aderências para restaurar a anatomia pélvica normal e remover os endometriomas; dependendo dos objetivos de fertilidade da paciente, geralmente recomenda-se empregar medicamentos que suprimem a função ovariana para inibir o crescimento e a atividade dos implantes endometrióticos.A endometriose tem um sistema de estadiamento baseado na gravidade; o estágio não se correlaciona com a gravidade dos sintomas.Histerectomia de reserva com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral para mulheres que completaram a gestação ou que preferem um procedimento definitivo.Test your KnowledgeTake a Quiz!
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015). --- ObservaçãoMuitas mulheres com sintomas mínimos ou sem quaisquer sintomas podem recusar tratamento cirúrgico considerando os riscos associados de fístula uretrovaginal e incontinência por malformação esfincteriana. No entanto, faltam dados em lon-go prazo sobre essas mulheres em relação a taxas de desenvol-vimento de sintomas subsequentes, aumento de tamanho dos divertículos e eventual necessidade de extirpação cirúrgica. Tratamento cirúrgicoPara muitas mulheres, especialmente para aquelas com sinto-mas persistentes, a correção cirúrgica é indicada com frequên-cia, e os procedimentos incluem ablação transvaginal parcial, marsupialização e diverticulectomia. --- ■ Educação das pacientesPara finalizar, como em todas as condições médicas, as pa-cientes devem receber orientações adequadas sobre seu diag-nóstico, implicações em longo prazo e opções de tratamento. Muitas mulheres têm a falsa impressão de que é perigoso não ter períodos menstruais. Elas devem ser tranquilizadas de que isso não é motivo para preocupações. Por outro lado, todas as mulheres com endométrio intacto devem ter consciência dos riscos da ação estrogênica sem oposição, seja com estrogênio exógeno, como nos casos de terapia hormonal, seja com estro-gênio endógeno, como nos casos de SOP . Os médicos devem orientar suas pacientes portadora s de hipoestrogenismo sobre a importância da reposição de estrogênios para proteção contra perda óssea. Conforme será descrito no Capítulo 22 (p. 585), o estrogênio pode produzir benefícios adicionais, que também devem ser explicados. Além disso, mesmo quando a questão não é levantada pela paciente, a possibilidade de gravidez futu-ra deve ser discutida. --- EndometriosePorJames H. Liu, MD, Case Western Reserve University School of MedicineRevisado/Corrigido: abr. 2024Visão Educação para o pacienteNa endometriose, as células endometriais funcionai são implantadas na pélvis fora da cavidade uterina. Os sintomas dependem do local dos implantes. A tríade clássica dos sintomas é dismenorreia, dispareunia e infertilidade, mas os sintomas também podem incluir disúria e dor durante a defecação. A gravidade dos sintomas não está relacionada com o estágio da doença. O diagnóstico é visualização direta e às vezes biópsia, geralmente por via laparoscópica. Estudos de imagem (ultrassonografia transvaginal, RM) são úteis no diagnóstico de casos mais avançados (p. ex., endometriose envolvendo o ovário [endometrioma]). Os tratamentos incluem anti-inflamatórios não esteroides, medicamentos para suprimir a função ovariana e o crescimento do tecido endometrial, ablação cirúrgica e excisão dos implantes endometrióticos e, em casos graves e nenhum plano de gestação, apenas histerectomia ou histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral.Etiologia e fisiopatologia|Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Estágios da endometrioseA endometriose fica confinada à superfície peritoneal ou à superfície serosa dos órgãos pélvicos, geralmente nos ovários, ligamentos largos, fundo de saco posterior, ligamentos uterossacros e peritônio.Locais menos comuns incluem as tubas uterinas, septo retovaginal e superfícies serosas dos intestinos delgado e grosso, ureteres, bexiga, vagina, colo do útero, cicatrizes cirúrgicas e, mais raramente, pulmão, pleura e pericárdio.Acredita-se que sangramentos decorrentes de implantes peritoneais iniciem a inflamação estéril, seguida por deposição de fibrina, formação de aderências e, com o tempo, cicatrizes.As prevalências da endometriose em uma metanálise de 17 estudos foram (1)18% em mulheres em idade reprodutiva31% em mulheres inférteis42% em mulheres com dor pélvica crônicaO diagnóstico da endometriose pode ser tardio. O tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico varia de 4 a 11 anos (2), com a idade média no diagnóstico sendo 28 anos (3). A endometriose também ocorre em adolescentes e, raramente, em meninas pré-menarca.Referências1. Moradi Y, Shams-Beyranvand M, Khateri S, et al: A systematic review on the prevalence of endometriosis in women. Indian J Med Res. 2021;154(3):446-454. doi:10.4103/ijmr.IJMR_817_182. Arruda MS, Petta CA, Abrão MS, Benetti-Pinto CL: Time elapsed from onset of symptoms to diagnosis of endometriosis in a cohort study of Brazilian women. Hum Reprod. 2003;18(4):756-759. doi:10.1093/humrep/deg1363. Singh S, Soliman AM, Rahal Y, et al: Prevalence, Symptomatic Burden, and Diagnosis of Endometriosis in Canada: Cross-Sectional Survey of 30 000 Women. J Obstet Gynaecol Can. 2020;42(7):829-838. doi:10.1016/j.jogc.2019.10.038Etiologia e fisiopatologia da endometrioseA hipótese mais amplamente aceita para a patogênese da endometriose é de que as células endometriais são transportadas da cavidade uterina durante a menstruação e subsequentemente se implantam em locais ectópicos. A menstruação retrógrada através das tubas uterinas é comum e pode transportar células endometriais intra-abdominalmente.Outras hipóteses para a patogênese da endometriose incluem metaplasia celômica (transformação do mesotélio peritoneal em glândulas semelhantes a endométrios); restos de Müller (células do tipo endométrio se desenvolvem a partir de células de Müller embrionárias residuais); transporte de células endometriais pelos sistemas linfático ou circulatório (1).A maior incidência em parentes de 1º grau de mulheres com endometriose e em grandes estudos com gêmeos (2) sugere que a hereditariedade é um fator.Potenciais fatores de risco para endometriose sãoHistória familiar de parentes de 1º grau com endometrioseGravidez tardia ou nuliparidadeMenarca precoceMenopausa tardiaCiclos menstruais encurtados ( 8 dias)Defeitos do ducto paramesonéfrico (p. ex., remanescente não comunicante do corno uterino, hipoplasia do colo do útero com obstrução da via de saída uterina)Exposição a dietilestilbestrol no úteroPotenciais fatores de proteção parecem serPartos múltiplosLactação prolongadaMenarca tardiaUso de longo prazo de contraceptivos orais em baixa dose (contínuos ou cíclicos)Exercício regular (especialmente se iniciado antes dos 15 anos, se realizado por > 4 horas/semana, ou ambos)Microscopicamente, os implantes endometriais são constituídos por glândulas e estroma histologicamente idênticos ao endométrio localizado no interior da cavidade uterina. Esses tecidos contêm receptores de estrogênio e progesterona e, portanto, geralmente crescem, diferenciam-se e sangram em resposta a alterações nos níveis hormonais durante o ciclo menstrual; além disso, alguns implantes endometrióticos produzem estrogênio e prostaglandinas. Implantes podem se tornar autossustentáveis ou retroagirem, como pode ocorrer durante a gestação (provavelmente porque os níveis de progesterona são altos). Em última análise, os implantes causam inflamação e aumentam o número de macrófagos ativados e a produção de citocinas pró-inflamatórias.Em pacientes com endometriose grave e anatomia pélvica distorcida, a taxa de infertilidade é alta, possivelmente porque a anatomia distorcida e inflamação interferem nos mecanismos de captação do óvulo, fertilização de oócitos e transporte tubal. As razões para a fertilidade prejudicada não são claras, mas podem incluir:Maior incidência da síndrome do folículo luteinizado não rotoAumento da produção de prostaglandinas peritoneais ou da atividade dos macrófagos peritoneais que pode afetar a fertilização, os espermatozoides e a função dos oócitosEndométrio não receptivo (por causa da disfunção na fase lútea ou outras anormalidades)Referências sobre etiologia e fisiopatologia1. Burney RO, Giudice LC: Pathogenesis and pathophysiology of endometriosis. Fertil Steril. 2012;98(3):511-519. doi:10.1016/j.fertnstert.2012.06.0292. Saha R, Pettersson HJ, Svedberg P, et al: Heritability of endometriosis. Fertil Steril 104 (4):947–952, 2015. doi: 10.1016/j.fertnstert.2015.06.035 Sinais e sintomas da endometrioseAlgumas mulheres com endometriose extensa são assintomáticas; outras com endometriose mínima sofrem dores incapacitantes.A tríade clássica dos sintomas da endometriose é dismenorreia, dispareunia e infertilidade. Dor pélvica na linha média cíclica antes ou durante a menstruação (dismenorreia) e dor no abdome durante a relação sexual (dispareunia profunda) são típicos e podem ser progressivos e crônicos (duração > 6 meses). Dismenorreia que começa após vários anos de menstruação relativamente livre de dor é uma pista diagnóstica importante.Suspeita-se de endometriose em mulheres com infertilidade, particularmente se acompanhada de dor pélvica.Massas anexiais (endometriomas) também são típicas. Pode ocorrer sangramento intermenstrual; a disfunção ovariana pode causar perda prematura da produção de estrogênio e progesterona do folículo ovariano, levando à ruptura prematura do suporte endometrial.Cistite intersticial com dor suprapúbica, disúria, frequência urinária e incontinência de urgência são comuns em mulheres com endometriose (1).Os sintomas muitas vezes diminuem ou desaparecem durante a gestação. A endometriose tende a se tornar inativa após a menopausa porque os níveis de estrogênio e progesterona diminuem.Os sinais e sintomas podem variar de acordo com o local dos implantes.Ovários: os implantes ovarianos podem formar endometriomas (massa cística localizada em um ovário); um endometrioma pode se romper, causando dor abdominal aguda e sintomas peritoneaisEstruturas anexiais: os implantes podem formar aderências anexiais, resultando em massa ou dor pélvicaBexiga: disúria, hematúria, dor suprapúbica ou pélvica (particularmente durante a micção), polaciúria, urge-incontinência ou uma combinação de todos os sintomasIntestino grosso: disquezia, distensão abdominal, diarreia ou obstipação ou sangramento retal durante a menstruaçãoEstruturas extrapélvicas: A endometriose não pélvica pode causar dor pélvica não específicaO exame pélvico pode ser normal ou os achados podem incluir colo do útero desviado da linha média, útero retrovertido e fixo, massa ovariana fixa, sensibilidade ovariana, septo retovaginal espessado ou nodular, ou nódulos no ligamento uterossacral. Raramente, podem-se visualizar lesões na vulva, colo do útero, vagina, cicatriz umbilical ou cicatrizes cirúrgicas.Referência sobre sinais e sintomas1. Wu CC, Chung SD, Lin HC: Endometriosis increased the risk of bladder pain syndrome/interstitial cystitis: A population-based study. Neurourol Urodyn. 2018;37(4):1413-1418. doi:10.1002/nau.23462 Diagnóstico da endometrioseVisualização direta, geralmente durante a laparoscopia pélvicaBiópsiaÀs vezes, ultrassonografia pélvica ou RMSuspeita-se de endometriose com base nos sintomas típicos. É comum confundir o diagnóstico com doença inflamatória pélvica, infecção do trato urinário ou síndrome do intestino irritável. Culturas do colo do útero e/ou urinárias negativas sugerem a possibilidade de endometriose.Deve-se confirmar o diagnóstico de endometriose pela visualização direta, geralmente por meio de laparoscopia pélvica, mas algumas vezes também por laparotomia, exame pélvico, sigmoidoscopia ou cistoscopia. Biópsia não é necessária, mas os resultados confirmam o diagnóstico.A aparência macroscópica (p. ex., lesões claras, vermelhas, azul, marrons, pretas) e o tamanho dos implantes variam durante o ciclo menstrual. Mas, tipicamente, as lesões iniciais são claras ou vermelhas (hemorrágicas). À medida que o sangue nas lesões se oxida, elas se tornam púrpuras e, depois, marrons; então se transformam em manchas marrons azuladas ou purpúreas com > 5 mm que lembram queimaduras por pólvora.Microscopicamente, glândulas e estroma endometriais costumam estar presentes. Elementos estromais na ausência de elementos glandulares indicam uma variante rara da endometriose chamada endometriose estromal.Exames de imagem podem não detectar confiavelmente a endometriose. No entanto, uma ultrassonografia pélvica ou RM mostrando um cisto ovariano consistente com um endometrioma é altamente sugestivo do diagnóstico. A presença e o tamanho dos endometriomas ovarianos são parte do sistema de estadiamento da endometriose (estágio III: pequenos endometriomas; estágio IV: grandes endometriomas) e a diminuição no tamanho do endometrioma pode evidenciar uma resposta ao tratamento.Como o tecido endometrial tem um sinal único de RM, a RM está se tornando cada vez mais útil para avaliar pacientes que podem apresentar endometriose (1). RM com ponderação em T1 e T2 pode detectar algumas lesões endometrióticas na pelve, sobretudo lesões maiores. Hemorragia nas tubas uterinas ou em um cisto ovariano sem aumento do fluxo sanguíneo sugere endometriose. Múltiplas áreas profundas e vastas de endometriose indicam endometriose grave (estágio IV).Nenhum exame laboratorial contribui para o diagnóstico da endometriose, embora biomarcadores como o microRNA plasmático estejam sendo estudados em ensaios clínicos (2).Dicas e conselhosConsiderar endometriose se as pacientes têm dor pélvica cíclica persistente, particularmente se também têm dispareunia ou infertilidade.Estadiar a endometriose ajuda os médicos a formular um plano de tratamento e avaliar a resposta à terapia. Segundo a American Society for Reproductive Medicine, a endometriose pode ser classificada como estágio I (mínima), II (leve), III (moderada) ou IV (grave), com base emNúmero, localização e profundidade dos implantesPresença de endometriomas e aderências finas ou densas (ver tabela Estágios da endometriose)TabelaEstágios da endometrioseTabela Estágios da endometrioseEstágioClassificaçãoDescriçãoIMínimoPoucos implantes superficiaisIILeveMais implantes, um pouco mais profundosIIIModeradaMuitos implantes profundos, pequenos endometriomas em um ou ambos os ovários e algumas aderências membranosasIVGraveVários implantes profundos, grandes endometriomas em um ou ambos os ovários e várias aderências densas, às vezes com o reto aderindo à parede posterior do úteroOutros sistemas de classificação ou previsão de resultados clínicos foram desenvolvidos para endometriose, mas poucos foram considerados úteis clinicamente. Verificou-se que o índice de fertilidade da endometriose (IFE) correlaciona-se com as taxas de gestação espontânea (sem uso de tecnologias de reprodução assistida) após a cirurgia para endometriose, mas os resultados variaram ao longo dos estudos (3).Referências sobre diagnóstico1. Guerriero S, Saba L, Pascual MA, et al: Transvaginal ultrasound vs magnetic resonance imaging for diagnosing deep infiltrating endometriosis: systematic review and meta‐analysis. Ultrasound Obstet Gynecol 51 (5):586–595, 2018. doi: 10.1002/uog.189612. Nisenblat V, Bossuyt PM, Shaikh R, et al: Blood biomarkers for the non-invasive diagnosis of endometriosis. Cochrane Database Syst Rev 2016;2016(5):CD012179. Publicado em 1º de maio de 2016. doi:10.1002/14651858.CD0121793. Vesali S, Razavi M, Rezaeinejad M, et al: Endometriosis fertility index for predicting non-assisted reproductive technology pregnancy after endometriosis surgery: a systematic review and meta-analysis. BJOG. 2020;127(7):800-809. doi:10.1111/1471-0528.16107 Tratamento da endometrioseAnti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Contraceptivos de estrogênio-progestinaMedicamentos para inibir a função ovarianaRessecção cirúrgica ou ablação do tecido endometrióticoHisterectomia total abdominal com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral se a doença é grave e a paciente já tiver prole constituídaPacientes com suspeita de endometriose são frequentemente tratados primeiro empiricamente. Se os sintomas forem controlados com medidas não invasivas, a cirurgia pode ser evitada.O tratamento conservador sintomático começa com analgésicos (geralmente AINEs) e contraceptivos hormonais. Se estes forem ineficazes, as pacientes são aconselhadas a proceder com tratamento farmacológico mais intensivo (análogos do GnRH, inibidores da aromatase ou danazol) ou submetidos à laparoscopia para confirmação do diagnóstico e tratamento concomitante.A laparoscopia diagnóstica é feita para detectar endometriose ou outras etiologias dos sintomas. Se houver endometriose, as lesões são tratadas durante o mesmo procedimento. O tratamento cirúrgico é a excisão ou ablação dos implantes endometrióticos e remoção de aderências pélvicas. Cistectomia ovariana pode ser realizada se houver endometrioma ovariano. Um tratamento mais definitivo deve ser individualizado com base na idade da paciente, sintomas, desejo de preservar a fertilidade e extensão do distúrbio.Após o tratamento cirúrgico da endometriose, contraceptivos hormonais ou outros medicamentos são geralmente administrados. Na maioria das pacientes, a endometriose reaparece dentro de 6 meses a 1 ano após a cirurgia isolada ou quando os medicamentos são descontinuados, exceto em casos de ablação ovariana completa e permanente.Considera-se histerectomia abdominal total com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral o tratamento definitivo da endometriose. Contudo, a endometriose pode recorrer mesmo após a histerectomia em mulheres na pré- menopausa ou naquelas em terapia de reposição de estrogênios.Terapia farmacológicaGeralmente, AINEs são utilizados para aliviar a dor. Podem ser tudo o que é necessário se os sintomas são leves e a paciente completou a gestação.Medicamentos que suprimem a função ovariana inibem o crescimento e a atividade dos implantes endometrióticos. O tratamento farmacológico é eficaz para controlar a dor, mas não altera as taxas de fertilidade em mulheres com endometriose mínima ou leve.Os seguintes contraceptivos hormonais são comumente utilizados como terapia inicial:Contraceptivos de combinação contínua (estrogênio-progestina)Progestinas, para pacientes com contraindicações à terapia de reposição de estrogêniosOs seguintes medicamentos geralmente são utilizados apenas se os sintomas não são bem controlados com AINEs ou contraceptivos hormonais:Agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (p. ex., leuprolida) e antagonistas (p. ex., elagolix)Inibidores da aromatase (p. ex., anastrozol, letrozol)DanazolAgonistas do GnRH aumentam inicialmente a secreção hipotalâmica de GnRH, mas o uso contínuo então diminui temporariamente a liberação hipofisária do hormônio foliculoestimulante (FSH), resultando em diminuição da produção de estrogênio pelos ovários; entretanto, o tratamento limita-se a ≤ 6 meses porque o uso de longo prazo pode resultar em perda óssea. Se o tratamento durar > 4 a 6 meses, pode-se utilizar progestina ou bisfosfonatos simultaneamente para minimizar a perda óssea. Se houver recorrência da endometriose, será necessário tratar as mulheres novamente.Elagolix, um antagonista do GnRH, diminui diretamente a secreção de GnRH e, assim, suprime a liberação hipofisária de FSH e a produção de estrogênio pelos ovários. Está disponível em 2 doses diferentes; a dose mais alta está disponível para tratar a dispareunia, bem como outros sintomas da endometriose. O uso de longo prazo pode resultar em perda óssea. Se o tratamento durar > 6 meses, pode-se utilizar progestina simultaneamente (como terapia de reposição) para minimizar a perda óssea.Relugolix, antagonista do GnRH, combinado com estradiol 1 mg e noretindrona 0,5 mg, está passando por ensaios clínicos para uso como tratamento primário da endometriose; essa combinação minimiza as ondas de calor e a perda óssea. O uso é limitado a 24 meses porque a possível perda óssea contínua pode ser irreversível.Inibidores da aromatase podem ser considerados quando os análogos do GnRH são ineficazes na supressão da endometriose, porque alguns implantes de endometriose têm atividade intrínseca de aromatase e podem produzir estrogênio a partir da conversão dos precursores androgênicos circulantes (1).O danazol, uma droga androgênica sintética e antigonadotropina, inibe a ovulação. Entretanto, seus efeitos adversos androgênicos limitam o seu uso.Uma combinação de contraceptivos orais cíclica ou contínua, administrada após análogos do GnRH ou inibidores da aromatase, pode desacelerar a progressão da doença e é justificável para mulheres que não planejam engravidar imediatamente após a interrupção desses medicamentos mais intensivos.CirurgiaTratam-se os casos moderados a graves de endometriose com maior efetividade por ablação ou excisão do maior número possível de implantes e, ao mesmo tempo, restauração da anatomia pélvica e preservação da fertilidade o máximo possível. Pode-se fazer ablação dos implantes endometrióticos superficiais. Para implantes profundos e extensos, excisão.As indicações específicas para a cirurgia laparoscópica incluemDor pélvica moderada a grave que não responde a medicamentosEndometriomaAdesões pélvicas significativasObstrução da trompa uterinaDesejo de engravidar poucos meses após a cirurgiaDispareunia (o tratamento cirúrgico é o tratamento de segunda linha, a menos que realizado durante a laparoscopia diagnóstica)Ablação ou ressecção laparoscópica é o procedimento cirúrgico mais comum para implante endometriótico; lesões peritoneais ou ovarianas às vezes podem ser eletrocauterizadas, excisadas ou, raramente, vaporizadas com laser. Os implantes endometrióticos geralmente recorrem em 1 a 2 anos sem medicamentos. O tratamento hormonal da endometriose é contraindicado durante a gestação, assim as pacientes com infertilidade são geralmente aconselhadas a tentar engravidar logo após a cirurgia.Cistectomia ovariana é indicado se houver endometrioma ovariano.Após laparoscopia ou cistectomia, as taxas de fertilidade são inversamente proporcionais à gravidade da endometriose. Se a ressecção está incompleta, às vezes administram-se agonistas de GnRH durante o período perioperatório, mas não está claro se essa tática aumenta as taxas de fertilidade. A ressecção dos ligamentos uterossacros com eletrocauterização por via laparoscópica ou laser pode reduzir a dor na região mediana da pelve.Pode-se tratar endometriose retovaginal, a forma mais grave da doença, com os tratamentos usuais para endometriose; entretanto, ressecção ou cirurgia do colon pode ser necessária para prevenir a obstrução do colo.Deve-se reservar a histerectomia com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral para pacientes com dor pélvica moderada a grave que não querem ter mais filhos e que preferem um procedimento definitivo. A histerectomia remove aderências ou implantes que aderem ao útero ou fundo de saco.Se mulheres 50, pode-se tentar a terapia contínua com progestina somente (acetato de noretindrona 2,5 to 5 m, acetato de medroxiprogesterona, 5 mg por via oral uma vez ao dia, progesterona micronizada, 100 a 200 mg por via oral ao deitar).Referência sobre tratamento1. Ferrero S, Gillott DJ, Venturini PL, Remorgida V: Use of aromatase inhibitors to treat endometriosis-related pain symptoms: a systematic review. Reprod Biol Endocrinol. 2011;9:89. Publicado em 21 de junho de 2011. doi:10.1186/1477-7827-9-89Pontos-chaveEndometriose é a presença de tecido endometrial implantado na pelve fora da cavidade uterina, mais comumente nos ovários, nos ligamentos largos, no fundo de saco posterior, nos ligamentos uterossacrais e no peritônio.A tríade clássica dos sintomas é dismenorreia, dispareunia e infertilidade, mas os sintomas também podem incluir disúria e dor durante a defecação.Para suspeita de endometriose, tratar a dor com analgésicos (p. ex., AINEs) e contraceptivos hormonais.Se os medicamentos iniciais forem ineficazes, proceder com tratamento medicamentoso mais intensivo (análogos do GnRH, inibidores da aromatase ou danazol) ou laparoscopia.Realizar laparoscopia diagnóstica para confirmar o diagnóstico com inspeção visual; a biópsia não é obrigatória, mas pode auxiliar no diagnóstico.Durante a laparoscopia, deve-se fazer a ablação ou excisão do maior número possível de implantes, lisar as aderências para restaurar a anatomia pélvica normal e remover os endometriomas; dependendo dos objetivos de fertilidade da paciente, geralmente recomenda-se empregar medicamentos que suprimem a função ovariana para inibir o crescimento e a atividade dos implantes endometrióticos.A endometriose tem um sistema de estadiamento baseado na gravidade; o estágio não se correlaciona com a gravidade dos sintomas.Histerectomia de reserva com ou sem salpingo-ooforectomia bilateral para mulheres que completaram a gestação ou que preferem um procedimento definitivo.Test your KnowledgeTake a Quiz!
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o diagnóstico e tratamento da endometriose, incluindo a consideração da cirurgia em casos de sintomas dolorosos intensos. A paciente menciona dores e possibilidade de cirurgia, o que conecta diretamente aos conteúdos do contexto. No entanto, a discussão sobre fertilidade e cirurgia está presente, mas poderia ter sido mais específica em relação à situação da paciente para obter uma nota máxima.", "nota": 2} ```
{"justificativa": "O documento analisado contém informações relevantes sobre o tratamento da endometriose, incluindo a indicação para cirurgia em casos de dor intensa e constantes, o que se relaciona diretamente com a situação descrita pelo usuário. A menção ao desejo de conservar a fertilidade também é pertinente, dado que a resposta do usuário pode estar ligada a esse aspecto.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a endometriose, seus sintomas e opções de tratamento, incluindo cirurgia, que é um dos temas da pergunta do usuário. No entanto, falta um vínculo direto com o uso específico do Gestinol e a intensidade das dores relatadas, o que limita sua aplicabilidade para a situação específica do usuário.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto analisado discute abordagens para o tratamento da endometriose, incluindo a cirurgia em casos de sintomas severos, o que é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre a possibilidade de uma cirurgia devido às dores intensas. A informação fornece uma base para avaliar se a cirurgia pode ser uma opção viável, considerando os sintomas e desejos da paciente.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a endometriose, suas opções de tratamento e a decisão quanto à cirurgia, que é pertinente à pergunta do usuário. A menção aos sintomas e o fato de que a cirurgia é uma opção para casos de dor intensa encaixam-se diretamente na situação apresentada pelo usuário.", "nota": 3}
```json {"justificativa": "O contexto é altamente relevante, pois discute o tratamento da endometriose e menciona a cirurgia como uma opção para pacientes com sintomas graves e que não desejam ter filhos. As informações fornecidas ajudam a explicar as considerações clínicas que podem influenciar a decisão cirúrgica da usuária, que sente dores intensas durante períodos de ovulação.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre endometriose, tratamento cirúrgico e opções terapêuticas que podem ajudar a responder à pergunta sobre as dores e se a cirurgia seria uma boa opção. Ele discute a necessidade de considerar a gravidade dos sintomas e o desejo de fertilidade, o que se relaciona diretamente com a situação da usuária.", "nota": 3}
22,883
a escoliose tem alguma ligação com a doença de paget
olá a doença de paget decorre de alteração celular no mamilo deve ser tratada com mastologista não tem relação com escoliose que se trata da alteração da curvatura fisiológica da coluna pode estar relacionada a erros de postura
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
Biopsias ósseas podem ser úteis em casos atípicos. Uma simples biopsia de aspiração às vezes possibilita a visualização dososteoclastos gigantes que são patognomônicos da doença. Amostras de osso que mostrem o padrão irregular “osso de mármore”podem, também, ser diagnósticas.4,5,21Testes moleculares vêm sendo avaliados para o diagnóstico da DPO. Em recente estudo, a combinação de 5 marcadoresgenéticos e 2 marcadores ósseos propiciou a correta detecção de 88,5% dos pacientes.27Figura 84.8 Doença de Paget poliostótica. À cintilografia, nota-se envolvimento do crânio, escápula esquerda, vértebrastorácicas (T7, T9 e T11), fêmur esquerdo e calcâneo direito. --- Essas são mais comuns no fêmur, seguido da tíbia e do antebraço, os quais, juntos, respondem por até 90% das fraturas emossos longos. Coluna e úmero são menos frequentemente envolvidos. Fraturas em um osso pagético podem ser patológicas outraumáticas (podem resultar em perda sanguínea substancial, em razão da vascularização óssea aumentada). Fraturas podem,também, acontecer nos locais em que houver degeneração maligna do osso pagético.4,5,7,21,22sobretudo na tíbia. Figura 84.3 Doença de Paget em mulher de 64 anos. Note a deformidade facial consequente ao aumento do crânio e àprotrusão frontal. Compare com a aparência da paciente antes do início da doença (foto menor). --- Dor em ossos e articulações pagéticos••••••Complicações neurológicasLesões osteolíticas significativas com risco de fraturaEnvolvimento dos ossos longos, vértebras e base do crânioPerda da audiçãoHipercalcemia secundária à imobilizaçãoInsuficiência cardíaca de alto débitoDéficit neurológico associado a doença vertebralPacientes que irão submeter-se a cirurgia em ossos pagéticosAdaptado de Al-Rashid et al., 2015; Singer, 2016; Singer et al., 2014. 2,5,20Quadro 84.4 Terapia da doença de Paget óssea com bisfosfonatos. --- ■ Líquen esclerosoEssa doença inflamatória crônica da vulva está particularmente ligada ao desenvolvimento do câncer de vulva. Embora não te-nha sido validada como uma lesão causal ou precursora, as evi-dências atuais sugerem correlação entre as duas. Os queratinó-citos afetados pelo líquen escleroso têm fenótipo proliferativo e podem apresentar marcadores de progressão neoplásica. Isso sugere que o líquen escleroso em alguns casos pode ser uma lesão precursora do câncer de vulva escamoso invasivo (Rolfe, 2001). Demonstrou-se que cânceres de vulva concomitantes com líquen escleroso ocorrem em mulheres de mais idade, localizam-se predominantemente na proximidade do clitóris e não estão associados à NIV 3. --- ■ QuestõesPor que as suturas craniais são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?Explique a origem da escoliose como uma anomalia vertebral. Quais genes poderiam estar envolvidosnessa anomalia?xceto por alguns tecidos musculares lisos (ver adiante), o sistema muscular se desenvolve dofolheto embrionário mesodérmico e consiste em músculos cardíaco, esquelético e liso. Omúsculo esquelético é derivado do mesoderma paraxial, que constitui os somitos, desde aregião occipital até a sacral, e os somitômeros, na cabeça. O músculo liso se diferencia a partir domesoderma esplâncnico visceral que cerca o intestino e seus derivados e do ectoderma (músculos dapupila, da glândula mamária e das glândulas sudoríparas). O músculo cardíaco deriva do mesodermaesplâncnico visceral que cerca o tubo cardíaco.
{"justificativa": "O contexto analisado não menciona a escoliose de forma direta, nem sua relação com a doença de Paget. Embora fale sobre a doença de Paget e suas características, não aborda a escoliose ou qualquer relação entre as duas condições, tornando-o irrelevante para a pergunta. Portanto, a informação não proporciona qualquer auxílio para responder à questão proposta.", "nota": 1}
{ "justificativa": "O contexto analisado não aborda a relação entre escoliose e doença de Paget. O texto fala sobre aspectos diagnósticos e complicações da doença de Paget, mas não menciona a escoliose ou como as duas condições podem estar relacionadas. Portanto, suas informações são irrelevantes para a pergunta do usuário.", "nota": 1 }
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda a relação entre escoliose e doença de Paget, focando apenas nos aspectos diagnósticos e complicações da doença de Paget. Apesar de mencionar questões ósseas, não fornece informações específicas sobre como a escoliose se relaciona com essa condição.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre a Doença de Paget, suas características e complicações, mas não menciona a escoliose ou qualquer relação entre as duas condições. Portanto, é irrelevante para a pergunta que busca entender a ligação entre escoliose e Doença de Paget.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre a doença de Paget, mas não menciona a escoliose ou faz conexões entre as duas condições. As informações contidas nos trechos são relevantes apenas para a compreensão da doença de Paget e suas implicações, mas não respondem à pergunta sobre a relação com a escoliose.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado é irrelevante para a pergunta sobre a ligação entre escoliose e a doença de Paget. Ele se concentra em aspectos diagnósticos e patológicos da doença de Paget, sem oferecer informação ou correlação sobre a escoliose. Portanto, não ajuda a formular uma resposta adequada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido não menciona a escoliose nem discute suas ligações ou relações com a doença de Paget. Ele aborda tópicos relacionados à doença de Paget, como diagnósticos, características ósseas e complicações, mas não toca no assunto da escoliose como uma anomalia vertebral ou sua relação possível com a doença de Paget. Portanto, a relevância é muito baixa.", "nota": 1}
22,125
oi tomei uma dose de primosiston só antes da menstruação vim já faz dias que ela não vem é normal
olá nunca inicie uma medicação hormonal sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar o primosiston essas medicações podem estar associada a eventos graves como trombose evite a automedicaçãoo primosiston é uma medicação hormonal sem qualquer efeito anticoncepcional e não deve ser usada para evitar uma gravidezconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas agende a sua consulta
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional de Saúde dos EUA; AE-PCOS Society: Sociedade do Excesso de Andrógenos e Síndrome dosOvários Policísticos. --- ■ Fisiopatologia da síndrome pré-menstrualAs causas exatas dos distúrbios pré-menstruais são desconhe-cidas, embora vários fatores biológicos tenham sido sugeridos. Entre eles, estrogênio, progesterona e os neurotransmissores, ácido gama-aminobutírico (GABA) e serotonina, têm sido pes-quisados com frequência (Halbreich, 2003b). Esteroides sexuaisA síndrome pré-menstrual é cíclica. Os sintomas começam após a ovulação e cessam com a menstruação. São menos co-muns nas mulheres com ooforectomia cirúrgica ou com hipo-função ovariana induzida por medicamento, como os agonis-tas do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH). Além disso, mulheres com ciclos anovulatórios raramente relatam sintomas de SPM. Por essas razões, as pesquisas sobre a fisiopa-tologia da SPM estão focadas nos esteroides sexuais estrogênio e progesterona. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional de Saúde dos EUA; AE-PCOS Society: Sociedade do Excesso de Andrógenos e Síndrome dosOvários Policísticos. --- ■ Fisiopatologia da síndrome pré-menstrualAs causas exatas dos distúrbios pré-menstruais são desconhe-cidas, embora vários fatores biológicos tenham sido sugeridos. Entre eles, estrogênio, progesterona e os neurotransmissores, ácido gama-aminobutírico (GABA) e serotonina, têm sido pes-quisados com frequência (Halbreich, 2003b). Esteroides sexuaisA síndrome pré-menstrual é cíclica. Os sintomas começam após a ovulação e cessam com a menstruação. São menos co-muns nas mulheres com ooforectomia cirúrgica ou com hipo-função ovariana induzida por medicamento, como os agonis-tas do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH). Além disso, mulheres com ciclos anovulatórios raramente relatam sintomas de SPM. Por essas razões, as pesquisas sobre a fisiopa-tologia da SPM estão focadas nos esteroides sexuais estrogênio e progesterona. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- 8 formas seguras de parar a menstruação Existem formas de atrasar a menstruação durante dias ou, até, meses, através do uso do remédio primosiston, tomando anticoncepcional ou usando o DIU hormonal, no entanto, nenhuma das opções consegue parar a menstruação após já ter descido. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Apesar de algumas mulheres tomarem água com sal, água com vinagre, recorrerem à pílula do dia seguinte ou ao ibuprofeno, estas soluções não são aconselhadas porque podem ser prejudiciais à saúde e provocar alterações hormonais, desregulando os ciclos. Além disso, não existe comprovação científica de que esses métodos sejam eficazes para parar a menstruação. Caso a mulher queira adiar a menstruação para a semana seguinte, ficar um mês sem menstruar ou parar de vez a menstruação, deve conversar com o ginecologista para que seja indicada a melhor forma de o fazer. Como parar a menstruação Embora não exista nenhuma forma segura ou eficaz de parar a menstruação imediatamente ou após já ter descido, existem formas, de adiantá-la ou atrasá-la por dias ou meses, como: 1. Primosiston O primosiston é um remédio indicado para o tratamento de hemorragias uterinas graves, mas também pode ser usado com orientação médica para ou atrasar a menstruação. Isso acontece porque este medicamento mantém os níveis de progesterona e estrogênios altos, o que impede a ovulação e atrasa a menstruação. A toma de primosiston permite adiantar ou atrasar, cerca de 2 a 3 dias a menstruação e, após alguns dias do seu uso, é normal que ocorra um sangramento, que não é a menstruação, mas que serve para limpar o útero. Veja para que serve o primosiston e como tomar. 2. Anticoncepcional oral Quando a mulher toma o anticoncepcional oral é possível atrasar a menstruação para o ciclo seguinte, ficando um mês sem menstruar, através da toma de duas cartelas seguidas, ou seja, basta tomar o primeiro comprimido da nova cartela logo depois que a cartela anterior acabar para evitar que a menstruação desça. No entanto, existem pílulas em que os últimos comprimidos são placebo, sendo normalmente de cor diferente e, por isso, para a mulher não menstruar, é importante que não se tome esses comprimidos, passando a tomar a cartela seguinte. Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5. Injeção de hormônios A injeção com hormônios é um anticoncepcional que contém progesterona e é administrada na mulher a cada 3 meses, diminuindo a quantidade do sangramento ou parando de vez a menstruação durante o seu uso. A injeção com progesterona inibe a ovulação e altera o muco, evitando uma gravidez e mantém os valores de progesterona elevados, o que impede que a menstruação desça. Veja o que é o anticoncepcional injetável, como funciona e como usar. 6. Implante O implante é um método contraceptivo com progesterona que permite manter os níveis deste hormônio elevados, diminuindo a quantidade de sangramento ou evitando que a menstruação desça. Além disso, o implante impede a ovulação e aumenta a espessura do muco, dificultando a passagem do espermatozoide e evitando uma gravidez. O implante é um pequeno tubo que é colocado debaixo da pele do braço, pelo ginecologista, e que tem a duração de 3 anos. Saiba o que é o implante, vantagens e como funciona. 7. Adesivo anticoncepcional O adesivo anticoncepcional contém hormônios que são liberados continuamente, em pequenas doses, na pele, o que inibe a ovulação e reduz ou para o sangramento menstrual. Conheça mais sobre o adesivo anticoncepcional. 8. Anel vaginal O anel vaginal é um método anticoncepcional que libera hormônios, como estrogênio e progestágenos, que impedem a ovulação e causam atrofia endometrial, o que diminui ou corta a menstruação. Leia também: Anel vaginal: o que é, como funciona e como usar tuasaude.com/anel-vaginal Como cortar a menstruação para ter relações sexuais? Não é possível cortar a menstruação para ter relação sexual, a não ser que a mulher esteja fazendo uso de pílula anticoncepcional. Nesse caso, ao tomar o contraceptivo de forma contínua, ou seja, sem pausa, não acontece a menstruação. No entanto, é importante que o ginecologista seja consultado antes de iniciar o uso de pílula contínua. É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1. Histerectomia A histerectomia é uma cirurgia que é feita para remover o útero, o que faz com que a mulher fique sem menstruar, mas também não pode mais engravidar. Normalmente, esta cirurgia é feita em situações mais graves como câncer do útero ou do colo do útero e, por isso, esta opção deve ser sempre muito bem discutida com o médico porque é uma opção definitiva e não pode ser revertida. Conheça o que é a histerectomia e os tipos de cirurgia. 2. Ablação do endométrio A ablação do endométrio é feita, normalmente, em mulheres que têm menstruação com uma grande perda de sangue e, após ser realizada, a quantidade de sangue reduz ou a menstruação pode parar de vez. No entanto, após ser feita a ablação do endométrio, a probabilidade da mulher conseguir engravidar é muito baixa, uma vez que o procedimento destrói a parte interna do útero, sendo importante que esta opção seja discutida com o médico porque se a mulher desejar engravidar no futuro, esta pode não ser a melhor solução. Porque não é possível parar a menstruação que já desceu Não é possível parar a menstruação que já desceu porque, nesse momento, já se iniciou o processo de descamação da parede do útero. Esse processo acontece perto do final de cada ciclo menstrual, quando os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona diminuem, o que faz com que as paredes internas do útero vão se descamando e dando origem ao sangramento da menstruação. Quando é indicado parar a menstruação Pode ser necessário parar a menstruação por algum tempo, se o ginecologista achar que a perda de sangue é desaconselhada, devido a situações como anemia, endometriose ou em alguns tipos de miomas uterinos. Nestes casos, o ginecologista vai indicar qual a melhor forma de parar a menstruação por um determinado tempo até que a doença esteja devidamente controlada e a perda de sangue não seja um problema. Quem não deve parar a menstruação As meninas antes dos 15 anos de idade não devem parar a menstruação porque nos primeiros anos do ciclo menstrual é importante observar qual o intervalo entre os ciclos, a quantidade de sangue perdida e quais os sintomas que a menina tem. A observação da duração do ciclo da menina e dos sintomas que apresenta ajudam a avaliar a saúde do seu sistema reprodutor, por exemplo, se os ovários estão a funcionar de forma correta ou se podem apresentar algum problema como cistos nos ovários. --- Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo regularmente ou de acordo com as orientações do médico, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar um método que seja mais adequado para você. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Sinto cólicas, mas a menstruação não vem. Posso estar grávida? “Estou sentindo cólicas hoje, mas não estou menstruada. Será que posso estar grávida?” As cólicas podem ser um sintoma inicial de gravidez, mas também podem ser normais na fase pré-menstrual. Por isso, para tirar a dúvida, faça um teste de gravidez de farmácia. Ele é fácil de usar e muito confiável. Se o teste der um resultado positivo, o ideal é confirmar o diagnóstico com um médico, dessa forma, é recomendado que consulte um ginecologista. Caso esteja suspeitando de gravidez, mas ainda não tenha conseguido fazer o teste, observe também se existem outros sintomas clássicos, como: Náuseas; Vômitos; Cansaço ou sonolência. O aumento das mamas é outro sinal que tende a estar presente no início da gravidez, mas que também pode acontecer no período pré-menstrual normal. Se as cólicas se tornarem muito intensas, é importante ir a um pronto socorro ou emergência médica, para identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Primosiston: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais) O Primosiston é um remédio indicado para interromper o sangramento do útero ou para antecipar ou atrasar a menstruação, pois contém dois hormônios na sua composição, a noretisterona e etinilestradiol, que são capazes de impedir a ovulação e a produção hormonal. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, o Primosiston também causa uma modificação do tecido que reveste o útero internamente e, por isso, interrompe o sangramento causado pela descamação irregular do endométrio. Para interromper a menstruação, além do uso do Primosiston, existem outras técnicas que podem ser utilizadas. Confira outras formas de parar a menstruação.  O Primosiston pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado com orientação do ginecologista que deve indicar a forma de uso mais adequada de acordo com a condição a ser tratada. Para que serve O Primosiston é composto por dois hormônios, o etinilestradiol e noretisterona, sendo normalmente indicado para: Hemorragia ou sangramentos uterinos; Atrasar a menstruação; Antecipar a menstruação. Esse remédio age impedindo a ovulação e a produção hormonal, e desta forma, leva a uma modificação no tecido de revestimento do útero, chamado o endométrio, interrompendo o sangramento.  O Primosiston deve ser utilizado apenas com indicação médica após avaliação ginecológica e da realização de exames da mama e do útero, além de testes que excluam a possibilidade de gravidez. O Primosiston é anticoncepcional? Embora contenha hormônios na sua composição, o Primosiston não é um anticoncepcional, portanto não deve ser usado como método para prevenir gravidez. Assim, é recomendado consultar o ginecologista para que seja indicado o melhor anticoncepcional de forma individualizada, além de usar camisinha durante o contato íntimo. Veja os principais métodos anticoncepcionais que podem ser indicados pelo médico.   Como tomar O Primosiston deve ser tomado por via oral sendo que as doses e tempo de tratamento dependem da condição a ser tratada: 1. Para interromper o sangramento causado por uma hemorragia uterina disfuncional A dose normalmente recomendada pelo médico é de 1 comprimido, 3 vezes ao dia, durante 10 dias, o que interrompe a hemorragia uterina em 1 a 4 dias, quando esta não está associada à alguma lesão do útero. Apesar de variar de mulher para mulher, a hemorragia uterina costuma diminuir logo nos primeiros dias do início do tratamento, podendo se estender por 5 a 7 dias até parar completamente.  Mesmo que o sangramento pare nos primeiros dias do tratamento, deve-se continuar tomando o Primosiston até completar 10 dias de tratamento. Após 1 a 4 dias do término do tratamento, deve ocorrer a menstruação normal. Nos casos em que a mulher deseja interromper a menstruação que está muito prolongada, durando mais que 8 dias, é importante conversar com o ginecologista para se identificar a causa. Confira quais são as causas e tratamento para menstruação prolongada.   2. Para antecipar a menstruação 2 ou 3 dias A dose normalmente recomendada pelo médico é de 1 comprimido, 3 vezes ao dia, durante no mínimo 8 dias, a partir do 5º dia do ciclo menstrual, contando como o primeiro dia da menstruação o primeiro dia do ciclo.  Neste caso, a menstruação costuma ocorrer 2 a 3 dias após o término do tratamento. 3. Para atrasar a menstruação 2 a 3 dias A dose normalmente recomendada pelo médico é de 1 comprimido 3 vezes ao dia, durante 10 a 14 dias, tomando o 1º comprimido 3 dias antes da data prevista da próxima menstruação.  Nesse caso, antes do uso é muito importante que a mulher se certifique que não há gravidez, para um uso seguro, sem riscos para a saúde do bebê caso esteja sendo gerado. Possíveis efeitos colaterais O Primosiston é geralmente bem tolerado e, embora seja raro, pode causar efeitos colaterais como dor de cabeça, náuseas, aumento da sensibilidade nas mamas ou dor de estômago.  Além disso, quando utilizado em doses maiores do que as recomendadas, podem surgir sintomas como náusea, vômito ou sangramento vaginal. O Primosiston pode causar angioedema, especialmente em pessoas que têm angioedema hereditário. Por isso, deve-se interromper o tratamento e procurar o pronto socorro mais próximo ao apresentar sintomas como urticária, formação de bolhas na pele, dificuldade para respirar, tosse, dor no peito, sensação de garganta fechada, inchaço na boca, língua ou rosto. Entenda melhor o que é o angioedema e como é feito o tratamento.   Quem não deve usar O Primosiston não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, ou que tenham histórico de câncer de mama, ou por pessoas com alergia aos componentes da fórmula.  Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com doenças cardíacas, alterações do fígado, anemia falciforme ou episódio anterior de derrame ou infarto.  Além disso, deve-se considerar que Primosiston contém hormônios, mas não é um anticoncepcional. Por isso, é recomendado consultar o ginecologista para que seja indicado um anticoncepcional, além de usar camisinha durante o contato íntimo.  O Primosiston pode interferir na ação de antidiabéticos orais e por isso não é recomendado para mulheres diabéticas. --- 8 formas seguras de parar a menstruação Existem formas de atrasar a menstruação durante dias ou, até, meses, através do uso do remédio primosiston, tomando anticoncepcional ou usando o DIU hormonal, no entanto, nenhuma das opções consegue parar a menstruação após já ter descido. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Apesar de algumas mulheres tomarem água com sal, água com vinagre, recorrerem à pílula do dia seguinte ou ao ibuprofeno, estas soluções não são aconselhadas porque podem ser prejudiciais à saúde e provocar alterações hormonais, desregulando os ciclos. Além disso, não existe comprovação científica de que esses métodos sejam eficazes para parar a menstruação. Caso a mulher queira adiar a menstruação para a semana seguinte, ficar um mês sem menstruar ou parar de vez a menstruação, deve conversar com o ginecologista para que seja indicada a melhor forma de o fazer. Como parar a menstruação Embora não exista nenhuma forma segura ou eficaz de parar a menstruação imediatamente ou após já ter descido, existem formas, de adiantá-la ou atrasá-la por dias ou meses, como: 1. Primosiston O primosiston é um remédio indicado para o tratamento de hemorragias uterinas graves, mas também pode ser usado com orientação médica para ou atrasar a menstruação. Isso acontece porque este medicamento mantém os níveis de progesterona e estrogênios altos, o que impede a ovulação e atrasa a menstruação. A toma de primosiston permite adiantar ou atrasar, cerca de 2 a 3 dias a menstruação e, após alguns dias do seu uso, é normal que ocorra um sangramento, que não é a menstruação, mas que serve para limpar o útero. Veja para que serve o primosiston e como tomar. 2. Anticoncepcional oral Quando a mulher toma o anticoncepcional oral é possível atrasar a menstruação para o ciclo seguinte, ficando um mês sem menstruar, através da toma de duas cartelas seguidas, ou seja, basta tomar o primeiro comprimido da nova cartela logo depois que a cartela anterior acabar para evitar que a menstruação desça. No entanto, existem pílulas em que os últimos comprimidos são placebo, sendo normalmente de cor diferente e, por isso, para a mulher não menstruar, é importante que não se tome esses comprimidos, passando a tomar a cartela seguinte. Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5. Injeção de hormônios A injeção com hormônios é um anticoncepcional que contém progesterona e é administrada na mulher a cada 3 meses, diminuindo a quantidade do sangramento ou parando de vez a menstruação durante o seu uso. A injeção com progesterona inibe a ovulação e altera o muco, evitando uma gravidez e mantém os valores de progesterona elevados, o que impede que a menstruação desça. Veja o que é o anticoncepcional injetável, como funciona e como usar. 6. Implante O implante é um método contraceptivo com progesterona que permite manter os níveis deste hormônio elevados, diminuindo a quantidade de sangramento ou evitando que a menstruação desça. Além disso, o implante impede a ovulação e aumenta a espessura do muco, dificultando a passagem do espermatozoide e evitando uma gravidez. O implante é um pequeno tubo que é colocado debaixo da pele do braço, pelo ginecologista, e que tem a duração de 3 anos. Saiba o que é o implante, vantagens e como funciona. 7. Adesivo anticoncepcional O adesivo anticoncepcional contém hormônios que são liberados continuamente, em pequenas doses, na pele, o que inibe a ovulação e reduz ou para o sangramento menstrual. Conheça mais sobre o adesivo anticoncepcional. 8. Anel vaginal O anel vaginal é um método anticoncepcional que libera hormônios, como estrogênio e progestágenos, que impedem a ovulação e causam atrofia endometrial, o que diminui ou corta a menstruação. Leia também: Anel vaginal: o que é, como funciona e como usar tuasaude.com/anel-vaginal Como cortar a menstruação para ter relações sexuais? Não é possível cortar a menstruação para ter relação sexual, a não ser que a mulher esteja fazendo uso de pílula anticoncepcional. Nesse caso, ao tomar o contraceptivo de forma contínua, ou seja, sem pausa, não acontece a menstruação. No entanto, é importante que o ginecologista seja consultado antes de iniciar o uso de pílula contínua. É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1. Histerectomia A histerectomia é uma cirurgia que é feita para remover o útero, o que faz com que a mulher fique sem menstruar, mas também não pode mais engravidar. Normalmente, esta cirurgia é feita em situações mais graves como câncer do útero ou do colo do útero e, por isso, esta opção deve ser sempre muito bem discutida com o médico porque é uma opção definitiva e não pode ser revertida. Conheça o que é a histerectomia e os tipos de cirurgia. 2. Ablação do endométrio A ablação do endométrio é feita, normalmente, em mulheres que têm menstruação com uma grande perda de sangue e, após ser realizada, a quantidade de sangue reduz ou a menstruação pode parar de vez. No entanto, após ser feita a ablação do endométrio, a probabilidade da mulher conseguir engravidar é muito baixa, uma vez que o procedimento destrói a parte interna do útero, sendo importante que esta opção seja discutida com o médico porque se a mulher desejar engravidar no futuro, esta pode não ser a melhor solução. Porque não é possível parar a menstruação que já desceu Não é possível parar a menstruação que já desceu porque, nesse momento, já se iniciou o processo de descamação da parede do útero. Esse processo acontece perto do final de cada ciclo menstrual, quando os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona diminuem, o que faz com que as paredes internas do útero vão se descamando e dando origem ao sangramento da menstruação. Quando é indicado parar a menstruação Pode ser necessário parar a menstruação por algum tempo, se o ginecologista achar que a perda de sangue é desaconselhada, devido a situações como anemia, endometriose ou em alguns tipos de miomas uterinos. Nestes casos, o ginecologista vai indicar qual a melhor forma de parar a menstruação por um determinado tempo até que a doença esteja devidamente controlada e a perda de sangue não seja um problema. Quem não deve parar a menstruação As meninas antes dos 15 anos de idade não devem parar a menstruação porque nos primeiros anos do ciclo menstrual é importante observar qual o intervalo entre os ciclos, a quantidade de sangue perdida e quais os sintomas que a menina tem. A observação da duração do ciclo da menina e dos sintomas que apresenta ajudam a avaliar a saúde do seu sistema reprodutor, por exemplo, se os ovários estão a funcionar de forma correta ou se podem apresentar algum problema como cistos nos ovários. --- Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo regularmente ou de acordo com as orientações do médico, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar um método que seja mais adequado para você. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional de Saúde dos EUA; AE-PCOS Society: Sociedade do Excesso de Andrógenos e Síndrome dosOvários Policísticos. --- ■ Fisiopatologia da síndrome pré-menstrualAs causas exatas dos distúrbios pré-menstruais são desconhe-cidas, embora vários fatores biológicos tenham sido sugeridos. Entre eles, estrogênio, progesterona e os neurotransmissores, ácido gama-aminobutírico (GABA) e serotonina, têm sido pes-quisados com frequência (Halbreich, 2003b). Esteroides sexuaisA síndrome pré-menstrual é cíclica. Os sintomas começam após a ovulação e cessam com a menstruação. São menos co-muns nas mulheres com ooforectomia cirúrgica ou com hipo-função ovariana induzida por medicamento, como os agonis-tas do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH). Além disso, mulheres com ciclos anovulatórios raramente relatam sintomas de SPM. Por essas razões, as pesquisas sobre a fisiopa-tologia da SPM estão focadas nos esteroides sexuais estrogênio e progesterona. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional de Saúde dos EUA; AE-PCOS Society: Sociedade do Excesso de Andrógenos e Síndrome dosOvários Policísticos. --- ■ Fisiopatologia da síndrome pré-menstrualAs causas exatas dos distúrbios pré-menstruais são desconhe-cidas, embora vários fatores biológicos tenham sido sugeridos. Entre eles, estrogênio, progesterona e os neurotransmissores, ácido gama-aminobutírico (GABA) e serotonina, têm sido pes-quisados com frequência (Halbreich, 2003b). Esteroides sexuaisA síndrome pré-menstrual é cíclica. Os sintomas começam após a ovulação e cessam com a menstruação. São menos co-muns nas mulheres com ooforectomia cirúrgica ou com hipo-função ovariana induzida por medicamento, como os agonis-tas do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH). Além disso, mulheres com ciclos anovulatórios raramente relatam sintomas de SPM. Por essas razões, as pesquisas sobre a fisiopa-tologia da SPM estão focadas nos esteroides sexuais estrogênio e progesterona. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional de Saúde dos EUA; AE-PCOS Society: Sociedade do Excesso de Andrógenos e Síndrome dosOvários Policísticos. --- ■ Fisiopatologia da síndrome pré-menstrualAs causas exatas dos distúrbios pré-menstruais são desconhe-cidas, embora vários fatores biológicos tenham sido sugeridos. Entre eles, estrogênio, progesterona e os neurotransmissores, ácido gama-aminobutírico (GABA) e serotonina, têm sido pes-quisados com frequência (Halbreich, 2003b). Esteroides sexuaisA síndrome pré-menstrual é cíclica. Os sintomas começam após a ovulação e cessam com a menstruação. São menos co-muns nas mulheres com ooforectomia cirúrgica ou com hipo-função ovariana induzida por medicamento, como os agonis-tas do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH). Além disso, mulheres com ciclos anovulatórios raramente relatam sintomas de SPM. Por essas razões, as pesquisas sobre a fisiopa-tologia da SPM estão focadas nos esteroides sexuais estrogênio e progesterona. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
{"justificativa": "O contexto aborda a fisiologia da menstruação e causas de disfunções menstruais, incluindo amenorreia e fatores hormonais que podem influenciar o ciclo menstrual. Isso é relevante para a pergunta do usuário sobre o atraso menstrual após o uso de Primolut-N, pois pode ajudar a entender se a situação é normal ou não.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas à menstruação e à fisiopatologia do ciclo menstrual, mencionando condições que podem afetar a regularidade menstrual, como a menstruação anovulatória e flutuações hormonais. No entanto, não fornece informações específicas sobre o uso de Primusiston e suas consequências, o que torna a relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o uso do primosiston e a possibilidade de sua influência no ciclo menstrual, incluindo considerações sobre amenorreia e o que pode ser esperado após o uso do medicamento. No entanto, não aborda diretamente a situação específica da menstruação atrasada, o que reduz um pouco a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre o Primosiston, seu uso e efeitos, que ajudam a entender a questão da menstruação atrasada após o uso do medicamento. A menção dos efeitos colaterais e o funcionamento do medicamento contribuem para uma resposta mais informada sobre o que pode estar acontecendo com o ciclo menstrual do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o ciclo menstrual e questões relacionadas à anovulação e à amenorreia, que são relevantes para a pergunta sobre a ausência de menstruação após tomar uma dose de primosiston. No entanto, as informações não falam especificamente sobre o uso de primosiston e seus efeitos, levando a uma nota de 2.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre a menstruação, disfunções menstruais e possíveis causas de amenorreia, que são diretamente relevantes para a pergunta sobre a ausência de menstruação após a tomada de Primostone (um medicamento hormonal). Contudo, não menciona especificamente Primostone nem as consequências específicas de seu uso, tornando a relevância moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a fisiopatologia da menstruação e condições que podem levar à amenorreia, mas não aborda especificamente o uso de primosiston, seus efeitos ou a situação do usuário. Portanto, é parcialmente útil, mas não diretamente aplicável à pergunta.", "nota": 2}
23,602
fiz um teste de beta hcg e deu positivo enfermeira disse q eu estava com meses mas não conseguiu escutar o coração do bebê fiquei muito preocupada
apenas pela dosagem do beta hcg não podemos estimar a idade gestacional para isso precisamos saber a data da última menstruação ou realizar uma ultrassonografia para determinar a idade gestacional sugiro que você procure um obstetra para melhor avaliação
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Recomenda-se que a paciente aguarde ao menos 6 meses de remissão clínica e laboratorial,sobretudo da doença renal e do SNC, para engravidar. A gravidez deve ser contraindicada nos casos deinsuficiência renal avançada (creatinina > 2,8 μg/dℓ), insuficiência cardíaca grave, síndrome de restriçãovolumétrica pulmonar (capacidade vital forçada < 1 ℓ), hipertensão arterial pulmonar grave (pressão sistólica deartéria pulmonar > 50 mmHg), e de miocardite e quando há histórico de pré-eclâmpsia grave ou síndrome HELLPapesar de tratamento adequado. Em pacientes com doença renal prévia, recomenda-se concepção após aomenos 6 meses com proteinúria menor que 500 mg/24 h. Assim como nos casos de acidente vascular cerebral eoutras atividades graves, devem-se postergar os planos de concepção por 6 meses.
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Recomenda-se que a paciente aguarde ao menos 6 meses de remissão clínica e laboratorial,sobretudo da doença renal e do SNC, para engravidar. A gravidez deve ser contraindicada nos casos deinsuficiência renal avançada (creatinina > 2,8 μg/dℓ), insuficiência cardíaca grave, síndrome de restriçãovolumétrica pulmonar (capacidade vital forçada < 1 ℓ), hipertensão arterial pulmonar grave (pressão sistólica deartéria pulmonar > 50 mmHg), e de miocardite e quando há histórico de pré-eclâmpsia grave ou síndrome HELLPapesar de tratamento adequado. Em pacientes com doença renal prévia, recomenda-se concepção após aomenos 6 meses com proteinúria menor que 500 mg/24 h. Assim como nos casos de acidente vascular cerebral eoutras atividades graves, devem-se postergar os planos de concepção por 6 meses.
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- Porque meu beta-hcg é negativo mesmo estando grávida? “Fiz o teste de beta-hcg de urina pela segunda vez e deu negativo, mas a médica já confirmou que estou grávida antes. Porque isso aconteceu?” Quando o exame de beta hCG (de urina) dá negativo, mas a mulher sabe que está grávida, isso muito provavelmente significa que é um resultado falso-negativo. Porém, caso não se tenha a certeza sobre a gravidez, é recomendado repetir o teste em 7 dias. É valido lembrar que o atraso menstrual pode ser causado por outras condições, portanto, caso tenha dúvidas sobre uma possível gravidez ou o resultado do teste, consulte um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. Existem diferentes razões para um resultado beta hCG falso-negativo: Teste feito muito cedo: os testes de gravidez de urina são os mais suscetíveis a apresentarem resultados falsamente negativos, principalmente quando são realizados antes do período indicado, pois os níveis de beta-HCG podem estar muito baixos, dificultando a sua identificação. É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia. --- Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento.
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- Porque meu beta-hcg é negativo mesmo estando grávida? “Fiz o teste de beta-hcg de urina pela segunda vez e deu negativo, mas a médica já confirmou que estou grávida antes. Porque isso aconteceu?” Quando o exame de beta hCG (de urina) dá negativo, mas a mulher sabe que está grávida, isso muito provavelmente significa que é um resultado falso-negativo. Porém, caso não se tenha a certeza sobre a gravidez, é recomendado repetir o teste em 7 dias. É valido lembrar que o atraso menstrual pode ser causado por outras condições, portanto, caso tenha dúvidas sobre uma possível gravidez ou o resultado do teste, consulte um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. Existem diferentes razões para um resultado beta hCG falso-negativo: Teste feito muito cedo: os testes de gravidez de urina são os mais suscetíveis a apresentarem resultados falsamente negativos, principalmente quando são realizados antes do período indicado, pois os níveis de beta-HCG podem estar muito baixos, dificultando a sua identificação. É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia. --- Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento.
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Recomenda-se que a paciente aguarde ao menos 6 meses de remissão clínica e laboratorial,sobretudo da doença renal e do SNC, para engravidar. A gravidez deve ser contraindicada nos casos deinsuficiência renal avançada (creatinina > 2,8 μg/dℓ), insuficiência cardíaca grave, síndrome de restriçãovolumétrica pulmonar (capacidade vital forçada < 1 ℓ), hipertensão arterial pulmonar grave (pressão sistólica deartéria pulmonar > 50 mmHg), e de miocardite e quando há histórico de pré-eclâmpsia grave ou síndrome HELLPapesar de tratamento adequado. Em pacientes com doença renal prévia, recomenda-se concepção após aomenos 6 meses com proteinúria menor que 500 mg/24 h. Assim como nos casos de acidente vascular cerebral eoutras atividades graves, devem-se postergar os planos de concepção por 6 meses.
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Recomenda-se que a paciente aguarde ao menos 6 meses de remissão clínica e laboratorial,sobretudo da doença renal e do SNC, para engravidar. A gravidez deve ser contraindicada nos casos deinsuficiência renal avançada (creatinina > 2,8 μg/dℓ), insuficiência cardíaca grave, síndrome de restriçãovolumétrica pulmonar (capacidade vital forçada < 1 ℓ), hipertensão arterial pulmonar grave (pressão sistólica deartéria pulmonar > 50 mmHg), e de miocardite e quando há histórico de pré-eclâmpsia grave ou síndrome HELLPapesar de tratamento adequado. Em pacientes com doença renal prévia, recomenda-se concepção após aomenos 6 meses com proteinúria menor que 500 mg/24 h. Assim como nos casos de acidente vascular cerebral eoutras atividades graves, devem-se postergar os planos de concepção por 6 meses.
• Ecocardiograma materno. • Manter controle glicêmico adequado com auxilio do endocrinologista. • Ajustar insulina para manutenção de glicemia de jejum abaixo de 95 mg/dl e pós-prandial (duas ho-ras) abaixo de 120 mg/dl, com ausência de corpos cetônicos na urina. • Estabelecer dieta com 30 a 35 calorias/Kg de peso/ dia, com 40% com carboidratos ,40 % pro-teínas e 20% gorduras (aproximadamente). • Acido fólico: 4,0 mg/dia como antioxidante na embriogênese. Segundo trimestre• Ultrassonografia: ultrassom morfológico (20 se-manas). • Ecocardiografia Fetal (24 semanas). • Avaliação completa de órgãos-alvo. • Controle glicêmico quinzenal com glicemia de je-jum e pós-prandial (duas horas). • Mensalmente solicitar hemoglobina glicosilada e frutosamina (ou proteína glicosilada). • Urocultura mensal para rastrear bacteriuria assin-tomática. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é razoável postergar o tratamento até o parto. A conização durante a gestação apresenta alta morbidade, em razão do au-mento da vascularização e de sangramento. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Recomenda-se que a paciente aguarde ao menos 6 meses de remissão clínica e laboratorial,sobretudo da doença renal e do SNC, para engravidar. A gravidez deve ser contraindicada nos casos deinsuficiência renal avançada (creatinina > 2,8 μg/dℓ), insuficiência cardíaca grave, síndrome de restriçãovolumétrica pulmonar (capacidade vital forçada < 1 ℓ), hipertensão arterial pulmonar grave (pressão sistólica deartéria pulmonar > 50 mmHg), e de miocardite e quando há histórico de pré-eclâmpsia grave ou síndrome HELLPapesar de tratamento adequado. Em pacientes com doença renal prévia, recomenda-se concepção após aomenos 6 meses com proteinúria menor que 500 mg/24 h. Assim como nos casos de acidente vascular cerebral eoutras atividades graves, devem-se postergar os planos de concepção por 6 meses.
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações sobre a evolução da gravidez e testa de β-hCG, o que é relevante para a situação de uma mulher que recebeu um resultado positivo no teste e está preocupada com a saúde do bebê. No entanto, não aborda diretamente a ausência de batimentos cardíacos e a preocupação que a usuária mencionou.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda aspectos relacionados à gravidez, mas não se concentra na preocupação específica da usuária sobre a escuta do coração do bebê. Embora haja informações sobre o desenvolvimento embrionário e exames realizados durante a gestação, falta uma conexão direta com a ansiedade da usuária e a situação apresentada. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa":"O contexto analisado se concentra em informações relacionadas a exames de beta-hCG e situações específicas de gravidez, mas não aborda diretamente a preocupação da usuária sobre a falta de batimentos cardíacos do bebê. O documento menciona a importância de exames de imagem, como ultrassonografias, que podem ser relevantes, mas não oferece um suporte claro ou informações sobre a anxiedade da usuária relacionada à saúde fetal, tornando-o pouco útil para a sua questão específica.","nota":2}
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações sobre exames e cuidados relacionados à gravidez, mas não aborda diretamente a preocupação do usuário sobre a falta de escuta do coração do bebê e a ansiedade associada a isso, o que limita sua relevância. Embora mencione aspectos de monitoramento da gravidez, a conexão com a questão específica do usuário é fraca.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relacionadas à gravidez, como testes de β-hCG, desenvolvimento embrionário e a importância da ultrassonografia para estimar a idade gestacional. No entanto, não aborda diretamente a questão da preocupação da usuária em não escutar o coração do bebê, o que poderia ser mais relevante para tranquilizá-la. Portanto, há alguma relevância, mas não é diretamente útil para todas as preocupações dela.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre desenvolvimento embrionário, testes de gravidez e questões relacionadas à saúde na gravidez, mas não aborda diretamente a preocupação específica da usuária sobre a ausência de batimentos cardíacos do bebê ou sobre a interpretação de um teste positivo. Portanto, é apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre gravidez, desenvolvimento embrionário e exames relacionados, mas não aborda diretamente a preocupação da usuária sobre a escuta do coração do bebê ou suas emoções relacionadas ao teste positivo. Embora tenha alguma conexão com gravidez, a falta de informações específicas sobre a saúde fetal diminui a relevância.", "nota": 2}
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olá estou com dois caroços na virilha pois estava com infecção urinária eu estou preocupada pois a infecção melhorou e os caroços continuam aqui o que pode ser
olá os caroços na virilha são linfonodos existem diversas causas de caroços na virilha desde doenças sexualmente transmissíveis foliculites e ínguasa infecção urinária não cursa com caroços na virilhaa investigação desses caroços são importanteso exame físico do seu médico é importante para o seu diagnósticoagende uma consulta com o seu médico esclareça suas dúvidas converse com o seu médico
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- ■ QuestõesDurante o desenvolvimento do sistema urinário, são formados três sistemas. Quais são eles e quaispartes de cada um, se alguma, permanecem no recém-nascido?Um recém-nascido aparentemente do sexo masculino não tem testículos no escroto. Mais tarde, édeterminado que ambos encontram-se na cavidade abdominal. Qual é o termo dado a essa condição?Explique a origem embriológica desse defeito. --- - Exame de urina: é fundamental afastar a possibilidade de infecção urinária, especialmente em mulheres. Além disso, hematúria pode sugerir quadro de nefrolitíase. - hCG - gonadotro/f_i na coriônica humana: deve ser realizado em todas as mulheres em idade reprodutiva. - Amilase: altos níveis séricos de amilase sugerem quadro clí-nico de pancreatite. • Exames de imagem: - Radiogra/f_i a de tórax: a presença de pneumoperitônio suge-re perfuração de víscera oca. Pode ocorrer no pós-operató-rio de laparotomias e é importante na avaliação de causas extra-abdominais de abdome agudo, como pneumonia de lobo inferior e pneumotórax. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteA incidência de bacteriúria é significativa após cistoscopia. Assim, antes de proceder à cistos-copia ambulatorial, deve-se afastar a possibili-dade de infecção urinária. ■ ConsentimentoRaramente há complicações quando a cistos-copia é realizada de forma apropriada. Entre as possíveis complicações, a infecção é a mais comum. ■ Preparo da pacienteEmbora a base de evidências seja insuficiente, a antibioticoterapia profilática por via oral é comum no pós-operatório com cobertura para os patógenos mais comuns no trato urinário.
{"justificativa": "O contexto fornecido parece focar em informações clínicas relacionadas a exames e condições do sistema urinário e reprodutivo. No entanto, não aborda diretamente as preocupações sobre caroços na virilha ou suas possíveis causas após uma infecção urinária. Assim, a relevância é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não possui informações relevantes relacionadas aos caroços na virilha ou aos sintomas mencionados na pergunta do usuário. Ele aborda temas sobre exames médicos e condições relacionadas ao sistema urinário, mas não aborda diretamente as preocupações sobre infecções ou caroços. Portanto, é irrelevante para a situação apresentada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente questões relacionadas a caroços na virilha ou infecções urinárias, sendo mais focado em aspectos gerais de exames e avaliações médicas. As informações não são relevantes para a preocupação expressa pelo usuário sobre os caroços persistentes após a infecção.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado discute procedimentos e considerações relacionadas a infecções urinárias e exames diagnósticos, mas não aborda diretamente a preocupação específica do usuário com os caroços na virilha. Embora o exame de urina seja mencionado, não há informações pertinentes sobre caroços ou suas causas. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresentado aborda temas relacionados a exames e condições médicas, mas não contém informações diretas sobre caroços na virilha ou infecções urinárias. A conexão entre a preocupação da usuária e o contexto é fraca, proporcionando apenas informações gerais que não atendem à questão específica.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente a situação de caroços na virilha, nem fornece informações sobre esse sintoma específico ou seu possível relacionamento com a infecção urinária. Além disso, o conteúdo se concentra mais em exames e condições relacionadas ao sistema urinário em geral, o que pode ser apenas indiretamente relevante. Portanto, sua utilidade para responder à pergunta é bastante limitada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não fornece informações relevantes sobre a presença de caroços na virilha ou sobre suas possíveis causas. Foca mais em questões de exames urinários e condições cirúrgicas sem relação direta com a preocupação levantada pelo usuário. Portanto, é inadequado para responder à pergunta sobre os caroços.", "nota": 1}
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o causa endometrite crônicapois não tinha nenhum sintoma e fui diagnostica e gostaria de saber o q causa isso
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da historia clinica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretoscomo você fez o diagnóstico de endometrite biópsia de endometrio histeroscopia você sente alguma coisa como dor ou sangramento uterino anormalvocê fez algum tratamento para a endometritea endometrite pode ser causada por bactérias sexualmente transmissíveis como gonorreia e clamídia o ideal é você e seu parceiro sexual realizem o tratamento dessas bactérias o tratamento é realizado com antibióticosa gonorreia e clamidia podem estar associadas a sequelas como dilatação e obstrução das trompas e aderências pélvicas essas alterações podem alterar a sua fertilidadesolicite ao seu médico exames para descartar as outras infecções sexualmente transmissíveis como hiv hepatite b e c e sífilisprotejase use preservativos sempre que for exposto a gonorreia e clamídia você poderá pegar as infecçõesconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interior da cavidade peritoneal (Sampson, 1927). Os fragmentos en-dometriais do movimento de refluxo adeririam e invadiriam o mesotélio peritoneal com desenvolvimento de suprimento sanguíneo, levando à sobrevivência e ao crescimento do im-plante (Giudice, 2004). --- ■ Dor pélvica crônicaA dor pélvica crônica é um problema ginecológico comum e Mathias e colaboradores (1996) estimaram em 15% sua preva-lência nas mulheres em idade reprodutiva. Não há uma defini-DOR CRÔNICATABELA 11-2 Causas de dor pélvica crônica nas mulheresGinecológicasEndometrioseAdenomioseLeiomiomasAderências intra-abdominaisMassa ovarianaMassas anexiaisCâncer do trato reprodutivoProlapso de órgão pélvicoPontos-gatilho na musculatura pélvicaDispositivo contraceptivo intrauterinoPólipos endometriais ou endocervicaisGravidez ectópica crônicaSíndrome da retenção ovarianaSíndrome do ovário remanescenteCisto peritoneal pós-operatórioDIP crônicaEndometrite crônicaObstrução do trato genital inferiorHerniação do ligamento largoSíndrome de congestão pélvicaMusculoesqueléticasHérniasDistensão muscularPostura incorretaDor miofascialSíndrome do levantador do ânusFibromiositeDoença articular degenerativaCompressão de vértebras lombaresHérnia ou ruptura de discoCoccidíniaEspondiloseUrológicasInfecção crônica do trato urinárioDissinergia do detrussorCistite intersticialCistite actínicaLitíase das vias urináriasCâncer das vias urináriasDivertículo uretralNeurológicasDisfunção neurológicaEncarceramento do nervo cutâneo abdominalNevralgia de ílio-hipogástrico, ilioinguinal, cutâneo femoral lateral e/ou genitofemoralNevralgia do pudendoSíndrome piriformeTumor de medula espinal ou de nervo sacroGastrintestinaisSíndrome do intestino irritávelConstipaçãoDoença diverticularColiteDoença inflamatória intestinalCâncer do trato gastrintestinalDoença celíacaObstrução intestinal intermitente crônicaOutrasTranstornos psiquiátricosAgressão física ou abuso sexualHerpes-zósterDIP 5 doença inflamatória pélvica. --- ■ Papel do sistema imuneEmbora a maioria das mulheres apresente menstruação retró-grada, que talvez tenha papel relevante na disseminação e no estabelecimento de implantes, poucas desenvolvem endome-triose. O tecido menstrual e o endométrio, que sofrem refluxo para o interior da cavidade peritoneal, em geral, são eliminados por células imunes, como macrófagos, células NK (natural kil-ler) e linfócitos. Por essa razão, a disfunção do sistema imune é um mecanismo provável para a gênese de endometriose na pre-sença de menstruação retrógrada (Seli, 2003). Foram identifi-cadas alterações em fator de crescimento, citocinas, imunidade celular e imunidade humoral nos tecidos endometrióticos. --- EtiologiaHá muitas causas de dor pélvica crônica, mas endometriose, leiomiomas sintomáticos e síndrome do intestino irritável são comumente diagnosticados. É importante ressaltar que a en-dometriose é uma causa frequente de DPC, mas nesse caso os sintomas associados são caracteristicamente cíclicos. O diag-nóstico e o tratamento da dor relacionada à endometriose fo-ram discutidos em detalhes no Capítulo 10 (p. 289). A avalia-ção e o tratamento da dor crônica secundária aos leiomiomas foram descritos no Capítulo 9 (p. 250). Em muitas pacientes não é possível compreender a fisio-patologia da DPC, sendo possível que haja uma associação significativa com o quadro de dor neuropática, descrito ante-riormente (p. 306). Os casos de dor pélvica crônica estão mais associados à síndrome do intestino irritado, cistite intersticial e vulvodínia. Muitos autores consideram que a DPC seja uma síndrome de dor visceral crônica com origem neuropática (Ja-nicki, 2003). --- ETIOLOGIAS MUSCULOESQUELÉTICASAs síndromes clínicas envolvendo músculos, nervos e sistema es-quelético do abdome inferior e da pelve ocorrem com frequência, mas muitas vezes não são percebidas pelos ginecologistas em sua busca por identificar causas viscerais para a dor pélvica crônica. ■ Hérnia de parede abdominalFalhas na parede anterior do abdome ou na fáscia femoral po-dem levar à herniação de intestino ou de outro conteúdo ab-dominal por essas brechas. Tais herniações podem causar dor. Além disso, se o suprimento sanguíneo do conteúdo da hérnia for agudamente comprometido, é possível que haja necessida-* N. de R. T . No Brasil, diciclomina e hiosciamina também estão dispo-níveis.
{"justificativa": "O contexto analisa a etiologia e causas de condições ginecológicas como a endometriose, que pode ser relevante para entender os fatores que também levam à endometrite crônica. Embora a endometrite específica não seja o foco principal do texto, a menção à dor pélvica crônica e possíveis causas relacionadas pode ajudar a formular uma resposta mais completa sobre o assunto.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresentado envolve a etiologia da endometriose e suas complicações, mas não oferece informações diretas sobre as causas da endometrite crônica. Embora mencione a dor pélvica e algumas condições relacionadas, a conexão com a endometrite crônica não é clara. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona endometrite crônica e algumas de suas possíveis causas, porém, a maior parte do documento foca em endometriose e dor pélvica crônica, que embora relacionada, não responde diretamente à pergunta sobre as causas da endometrite crônica. Portanto, o contexto tem alguma relevância, mas não é o mais importante para a questão específica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda a fisiopatologia e causas de condições ginecológicas, incluindo endometriose, que pode estar relacionada a endometrite crônica. Embora o foco principal do contexto seja a endometriose, a informação sobre dor pélvica e possíveis mecanismos relacionados à saúde do sistema reprodutivo pode ser útil para o usuário entender sua condição. No entanto, não aborda diretamente a endometrite crônica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado menciona a endometrite crônica e discute causas de dor pélvica, mas não aborda especificamente a etiologia da endometrite crônica em si ou fatores que podem levá-la ao diagnóstico em ausência de sintomas. Portanto, o relacionamento é tangencial, limitando a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre endometrite crônica e menciona várias causas potenciais de dor pélvica, incluindo endometriose, que pode estar relacionada ao diagnóstico de endometrite. Embora o foco principal do documento seja a dor pélvica e as condições associadas, a menção à endometrite crônica e à sua etologia pode ser útil para a compreensão das causas dessa condição.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre endometriose, que é uma condição frequentemente confundida com endometrite. Embora aborde temas relevantes relacionados à dor pélvica e causas ginecológicas, não se foca especificamente na endometrite crônica ou suas causas. Assim, a relevância é moderada.", "nota": 2}
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sou homemtenho anos e gostaria de saber se após relação sexual com uma pessoa que tenha o virus hpv existe algum tratamento para nao deixar o virus hpv se instalar no corpo antes que ocorra lesões sexo oral receptivo pode transmitir hpv
não há nenhum método que não permita que o vírus hpv se instale quando já adquirido ou que o mesmo se manifestea única forma de não contrair o vírus é a prevenção com o uso de preservativose sim sexo oral pode transmitir hpvatt
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002). ■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais. --- Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta. Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006. --- Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor. --- Úlcera genital presenteIST como causa provável?NãoTratar Sí/f_ilise CancroideTratar Sí/f_ilis, Cancroide eDonovanose. Realizar biopsiaHistória ou evidênciade lesões vesiculosas?Lesões com maisde 4 semanas?Laboratório disponível?SimNão SimNão SimNão SimSinais e sintomas persistem após 14 dias?Alta ReferenciarColeta de material paramicroscopia (Gram eGlemsa) e campo escuroBiologia molecular,quando disponívelIdenti/f_icaçãode T. pallidumTratar Sí/f_ilisprimária/secundáriaSugestivode H. ducreyTratarCancroideSugestivode HSVTratarHerpes genitalSugestivo deK. granulomatisTratarDonovanoseTratarHerpes genitalSimReferenciarFonte: Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis: Tratamento das úlceras não DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. --- ■ InfecçãoInfecção por papilomavírus humanoO papilomavírus humano de alto risco foi associado a cân-cer de vulva. O sorotipo 16 predomina, embora os sorotipos 18, 31, 33 e 45 também tenham sido relatados (Hildesheim, 1997). Embora tenha sido implicada em alguns casos de cân-cer de vulva, a infecção por HPV mantém correlação com maior força estatística com lesões vulvares pré-invasivas do que com câncer francamente invasivo (Hildesheim, 1997). Especi-ficamente, identificou-se DNA de HPV em apenas 20 a 50% das lesões invasivas, mas em 70 a 80% das neoplasias intraepi-teliais vulvares (NIV). No Capítulo 29 (p. 756), encontram-se discussões complementares sobre HPV e NIV .
{"justificativa": "O documento contém informações sobre HPV, suas implicações e métodos de prevenção, incluindo a vacina. No entanto, não aborda diretamente a questão do tratamento imediato após a relação sexual para evitar a instalação do vírus, nem dá esclarecimentos sobre a transmissão do HPV pelo sexo oral. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a infecção por HPV e menciona a vacina como prevenção, mas não oferece informações diretas sobre tratamentos imediatos após a relação sexual ou a transmissão do HPV via sexo oral, que são questões específicas da pergunta do usuário. Assim, sua relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a infecção por HPV, prevenções como a vacina e intervenções comportamentais, mas não aborda diretamente o tratamento ou a prevenção específica após a relação sexual com uma pessoa infectada. Embora mencione os riscos associados ao HPV e detalhes sobre diferentes tipos, não responde de forma clara à dúvida do usuário sobre tratamento imediato ou prevenção após exposição.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona medidas de prevenção contra o HPV e informações sobre a vacinação, que podem ser relevantes para a pergunta do usuário sobre a instalação do vírus no corpo após relação sexual. No entanto, não aborda diretamente tratamentos imediatos ou a transmissão via sexo oral, o que o torna parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre a infecção por HPV, a prevenção e a vacinação, mas não responde diretamente à pergunta sobre tratamentos imediatos para evitar a instalação do vírus após relação sexual. Ele aborda a infecção e prevenção de maneira geral, mas falta a especificidade sobre tratamentos após exposição ao HPV, especialmente em relação ao sexo oral. Portanto, a relação é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a prevenção da infecção por HPV e menciona a vacina, porém não fornece informações específicas sobre a transmissão pelo sexo oral, tratamento para evitar a instalação do vírus após a relação sexual, ou sobre lesões. Embora tenha alguma relação com a prevenção e informações sobre HPV, as informações são insuficientes para responder adequadamente à pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a infecção por HPV, suas consequências, e menciona a vacina como uma forma de prevenção, mas não fornece informações diretas sobre tratamentos disponíveis após a relação sexual com um portador do vírus. A relação entre sexo oral e a transmissão do HPV também não é explorada. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
10,353
eu tenho anos ja a anos fiz tratamento de micropolicistico e agora apareceu um cisto dermoide medino x o que faço e estou ano sem a regra descer
o cisto dermóide é uma lesão do ovário que contém restos embrionários podendo conter tecido gorduroso fragmentos de osso cabelo pele tireoide e outro tecidos devido a isto é indicado fazer a retirada cirúrgica dessa lesão entre em contato com o seu médico
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
3. O paciente muito provavelmente possui um cisto do ducto tireoglosso que surgiu a partir de um pequenoremanescente do ducto tireoglosso embrionário. Quando não ocorre a degeneração completa desse ducto, umcisto pode se formar a partir dele em qualquer lugar ao longo do plano mediano do pescoço, entre o foramecego da língua e a incisura jugular no manúbrio do esterno. Um cisto do ducto tireoglosso pode serconfundido com uma tireoide ectópica, tal como uma que não desceu à sua posição normal no pescoço. --- 1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doença Policística do Rim ocorre em mais de um em cada 800 nascidos vivose se manifesta pela presença de centenas de milhares de cistos, de diferentes tamanhos,no parênquima renal (Fig. 16.17). A forma mais comum, a autossômica dominante, éresultado da mutação dos genes PKD1 e PKD2, que produzem as proteínas policistina-1e policistina-2. Estas proteínas, que são receptores de superfície de membrana, afetamvários processos celulares, como proliferação, polaridade e diferenciação. Indivíduosafetados exibem padrões fetais persistentes de localização destas proteínas, juntamentecom os receptores para o fator de crescimento epidermal e de sódio-potássio-adenosinatrifosfatase (Na+/ K+-ATPase). O resultado é o brotamento de cistos esféricos de umavariedade de localizações ao longo do néfron. Em algumas mutações genéticas, os cistossão causados por distúrbios nas orientações das mitoses nos dutos em desenvolvimento. --- 4. A cistoscopia não é necessária para fazer o diagnóstico, mas pode adicionar informações sobre a presença de achados intra-vesicais consistentes com SBD/CI e/ou pode ser indicado para excluir outras condições (C). 5. SBD/CI é um diagnóstico clínico baseado na presença de sin -tomas característicos e na exclusão de outras etiologias dos sintomas (D). 6. O tratamento não é curativo e o objetivo é proporcionar alívio dos sintomas para alcançar uma qualidade de vida adequada (A). 7. O tratamento deve ser iniciado com medidas educativas e con-servadoras (B). 8. A amitriptilina no Brasil, geralmente, é a medicação inicial, de escolha (B). Na falha desta, o PPS (D) e/ou hidroxizine (C), principalmente em pacientes com histórico de alergias, podem ser considerados. 9. A fisioterapia do assoalho pélvico deve ser recomendada para pacientes com SBD/CI e disfunção do assoalho pélvico (A). --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez.
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre cistos, mas se concentra em cistos do ducto tireoglosso e condições não relacionadas à saúde reprodutiva ou ao tratamento de micropolicísticos. A pergunta do usuário envolve um cisto dermoide e irregularidades menstruais, questões não abordadas no contexto. Portanto, o contexto é irrelevante para a pergunta.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre cistos no pescoço e problemas relacionados ao desenvolvimento embrionário, mas não aborda especificamente cistos dermoides nem a ausência de menstruação, que são as preocupações principais da pergunta do usuário. Portanto, a relevância é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido trata de condições médicas, mas não aborda especificamente a questão sobre o tratamento para cistos dermoides ou a ausência de menstruação. Portanto, a informação apresentada é irrelevante para a situação do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado fala sobre cistos derivados do ducto tireoglosso e cistos renais policísticos, o que não se relaciona diretamente com a situação do usuário que menciona um cisto dermoide e problemas relacionados ao ciclo menstrual. Portanto, não fornece informações úteis para a pergunta apresentada.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto analisado fala sobre cistos no pescoço e problemas relacionados a estruturas embrionárias, mas não aborda diretamente a questão do usuário, que se preocupa com cistos dermoides e irregularidades menstruais. As informações sobre cistos do ducto tireoglosso e doenças policísticas não são pertinentes à situação específica relatada pelo usuário.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto fornecido não possui relevância para a pergunta do usuário sobre cisto dermoide e problemas menstruais. O documento aborda temas relacionados a cistos no pescoço, cistos renais e outros tópicos médicos que não ajudam a responder a questão específica do paciente, que é sobre tratamento e menstruação.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não tem relação com a questão do usuário sobre cisto dermoide e problemas menstruais associados a tratamento de micropolicístico. O conteúdo se concentra em cistos no pescoço e condições genéticas não relacionadas ao problema mencionado pelo usuário.", "nota": 1}
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recebi sexo oral de uma garota de programa de camisinha só tive esse ato sexual se ela tiver hiv ou sifilis a camisinha protege mesmoela protege mesmo
protege simcaso deseje saber se você possui alguma outra dst ou mesmo para tranquilizar pode procurar seu médico urologista para realização dos exames de rastreio das principais dstsespero ter ajudado
CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
DOENÇAContraceptivos de barreiraPorFrances E. Casey, MD, MPH, Virginia Commonwealth University Medical CenterRevisado/Corrigido: ago. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosPreservativos|Diafragma|Capuz cervical|Gel contraceptivo|Esponja contraceptiva|Espermicidas|Mais informações|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (4)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Bloqueio do acesso: Contraceptivo...Como colocar um preservativo...Preservativo internoEspuma espermicida e supositórios...Contraceptivos de barreira bloqueiam fisicamente o acesso dos espermatozoides ao útero. Eles incluem preservativos, diafragmas, capuzes cervicais, géis contraceptivos, esponjas contraceptivas e espermicidas (em espuma, creme e supositórios). Esses tipos de contraceptivo devem ser usados pela mulher ou pelo parceiro toda vez que tiverem relações sexuais. Bloqueio do acesso: Contraceptivos de barreiraOs contraceptivos de barreira impedem a entrada do esperma no útero. Eles incluem preservativo, diafragma, capuz cervical e esponja contraceptiva. Alguns preservativos contêm espermicidas. Os espermicidas devem ser utilizados com os preservativos e outros contraceptivos de barreira que não os contenham.PreservativosOs preservativos feitos de látex são os únicos contraceptivos que oferecem proteção contra todas as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) comuns, tanto as causadas por bactérias (por exemplo, a gonorreia e a sífilis) quanto as causadas por vírus (por exemplo, o HPV [papilomavírus humano] e o HIV [vírus da imunodeficiência humana]). Os preservativos feitos de um material sintético, como poliuretano, poli-isopreno ou borracha de silicone fornecem alguma proteção, mas eles são mais finos e têm mais propensão a se romper. Os preservativos feitos de pele de cordeiro não protegem contra infecções virais, como HIV.Um novo preservativo deve ser usado a cada vez que a pessoa tiver relações sexuais, e deve ser descartado se a sua integridade for questionável.Durante o primeiro ano de uso dos preservativos externos (masculinos), a chance de gravidez é de aproximadamente 2% com uso perfeito (quando as instruções são seguidas à risca) e de aproximadamente 18% com o uso típico (a maneira pela qual ele é utilizado pela maioria das pessoas). A chance de gravidez com preservativos internos (femininos) durante o primeiro ano é de 5% com uso perfeito e de 21% com uso típico.Um espermicida, que pode estar incluído no lubrificante do preservativo ou ser colocado separadamente na vagina, aumenta a eficácia dos preservativos. O espermicida deve ser reaplicado sempre que o preservativo for usado.Você sabia que...Os preservativos de látex são o único método contraceptivo que protege contra todas as doenças sexualmente transmissíveis comuns, incluindo infecção por HIV.Os preservativos externos (masculinos) são capas protetoras finas que cobrem o pênis. Os preservativos devem ser usados corretamente para serem eficazes. Os preservativos devem ser colocados antes da penetração. O uso correto de um preservativo externo (colocado sobre o pênis) envolve:Use um novo preservativo para cada episódio de relação sexual.Use um preservativo de tamanho adequado.Manuseie cuidadosamente o preservativo para evitar danificá-lo com as unhas, os dentes ou outros objetos pontiagudos.Coloque o preservativo depois da ereção do pênis e antes de qualquer contato genital com a parceira.Determine de que forma o preservativo está enrolado colocando-o no dedo indicador e tentando desenrolá-lo suavemente, mas somente um pouco. Se ele resistir, vire-o e tente do outro lado. Depois, enrole-o novamente.Coloque o preservativo enrolado na ponta do pênis ereto.Tente deixar 1,3 cm na ponta do preservativo para armazenar o sêmen.Com uma mão, aperte o ar preso da ponta do preservativo.Se não circuncidado, puxe o prepúcio para trás antes de desenrolar o preservativo.Com a outra mão, faça deslizar o preservativo sobre o pênis até a sua base e alise qualquer bolha de ar.Certifique-se de que a lubrificação durante o coito é apropriada.Com os preservativos de látex, use unicamente lubrificantes à base de água. Os lubrificantes à base de óleo (como a vaselina, a manteiga, o óleo mineral, os óleos de massagem, as loções corporais e o óleo de cozinha) podem enfraquecer o látex e causar a ruptura do preservativo.Segure o preservativo firmemente contra a base do pênis durante a remoção para evitar que o sêmen seja derramado do preservativo.Os preservativos externos devem ser colocados de modo que aproximadamente 1 cm da ponta fique sobrando na ponta do pênis para oferecer espaço para coletar o sêmen. Alguns já possuem um reservatório na ponta para esse fim. O pênis deve ser retirado imediatamente após a ejaculação, segurando firmemente o aro do preservativo na base do pênis para evitar que o preservativo deslize e derrame o sêmen. Como colocar um preservativo externoImagemO preservativo interno (feminino) é um tipo de bolsa com um anel interno e outro externo. O anel interno é inserido o máximo possível dentro da vagina (ou ânus), e o anel externo permanece de fora. Então, o pênis é cuidadosamente conduzido através do anel externo para a bolsa. Se o pênis deslizar para fora da bolsa ou se o anel interno for empurrado para dentro, o preservativo pode ser removido e recolocado sem risco de gravidez, desde que o sêmen não tenha sido liberado (ejaculado). Após a relação sexual e antes de remover o preservativo, o anel externo deve ser apertado e torcido para evitar o derramamento do sêmen. Depois disso, o preservativo deve ser removido da vagina com cuidado. Se o sêmen for derramado, os espermatozoides podem entrar na vagina e causar gravidez. O preservativo feminino deve ser colocado no máximo até oito horas antes da relação sexual.Preservativo internoImagemDiafragmaO diafragma, fabricado em borracha e com a forma de uma cúpula com um aro flexível, é colocado na vagina e posicionado sobre o colo do útero. O diafragma impede que os espermatozoides entrem no útero.Alguns diafragmas vêm em vários tamanhos e devem ser ajustados por um profissional de saúde, que também ensina à mulher como colocá-los. Se uma mulher tiver ganhado ou perdido mais de 4,5 kg, utilizado diafragma por mais de um ano, tido um filho ou sofrido um aborto, um novo ajuste precisa ser realizado, pois é possível que o tamanho e a forma da vagina tenham mudado.Um novo tipo de diafragma está sendo considerado como tamanho único para a maioria das mulheres. Ele é feito de silicone. Os diafragmas antigos são feitos de látex. O diafragma de silicone é menos rígido e mais durável que os diafragmas antigos.Um diafragma deve cobrir todo o colo do útero sem causar desconforto. Nem a mulher nem seu parceiro deve notar sua presença. Um creme ou gel espermicida (que mata os espermatozoides) sempre deve ser usado com um diafragma. O creme ou gel é colocado na parte interna do diafragma (o mais próximo do colo do útero) caso o diafragma seja deslocado durante a relação. O diafragma é colocado até duas horas antes da relação sexual e deve permanecer no lugar durante, pelo menos, seis horas e provavelmente oito horas, mas nunca mais de 24 horas. Se houver mais relações sexuais enquanto o diafragma está inserido, mais creme ou gel espermicida deve ser colocado na vagina para preservar a proteção.Diafragmas podem ser lavados e reutilizados. Uma mulher deve inspecionar o diafragma regularmente quanto a rasgos.Durante o primeiro ano de uso do diafragma de látex, a porcentagem de mulheres que engravidam é de aproximadamente 6% com o uso perfeito e de aproximadamente 12% com o uso típico (a maneira pela qual a maioria das pessoas utiliza o método).Capuz cervicalO capuz cervical, um copo de silicone em formato de chapéu, é colocado na vagina e posicionado sobre o colo do útero. Um capuz cervical impede a entrada dos espermatozoides no colo do útero. O capuz cervical se parece com o diafragma, mas é menor e mais rígido.Somente um capuz cervical está disponível nos Estados Unidos. Ele vem em três tamanhos. Os profissionais de saúde determinam que tamanho a mulher deve usar com base em se ela já esteve grávida antes e se o bebê nasceu por parto normal ou por cesariana. O capuz cervical precisa ser receitado por um profissional de saúde, mas ele não precisa ser ajustado para a mulher.Um creme ou gel espermicida sempre deve ser usado com um capuz cervical. O capuz é inserido entre 15 minutos até 40 horas antes da relação sexual e deve permanecer no lugar por, no mínimo, seis horas após a relação sexual, mas no máximo por 48 horas. Um cordão é anexado ao capuz cervical para fácil remoção. O capuz cervical pode ser lavado e reutilizado pelo período de um ano.Durante o primeiro ano, a porcentagem de mulheres que engravidam com o uso típico é de aproximadamente 8% em mulheres que ainda não tiveram filhos. Porém, mulheres que já tiveram filhos têm maior probabilidade de engravidar usando um capuz cervical do que as que nunca tiveram filhos. O parto altera o colo do útero, tornando o ajuste seguro com um capuz menos provável.Gel contraceptivoO gel contraceptivo altera a acidez (pH) do pH vaginal. Essa alteração incapacita os espermatozoides e, assim, impede a fertilização do óvulo. A porcentagem de mulheres que engravidam é de 7% com uso perfeito e de 14% com uso típico. Uma vez que a eficácia do gel contraceptivo é limitada, recomenda-se que ele seja usado juntamente com outro método contraceptivo de barreira como, por exemplo, preservativo ou diafragma.O gel vaginal deve ser colocado na vagina no máximo uma hora antes da relação sexual e reaplicado antes de cada relação sexual.O gel vaginal não protege de forma confiável contra infecções sexualmente transmissíveis.Esponja contraceptivaUma esponja contraceptiva é uma esponja redonda em formato de travesseiro feita de poliuretano com aproximadamente 4 cm de diâmetro. A esponja é umedecida com água, dobrada e colocada profundamente na vagina, onde bloqueia a entrada dos espermatozoides no útero. A esponja também contém espermicida. Está disponível para venda livre e não precisa ser ajustada por um profissional de saúde.A esponja pode ser colocada na vagina pela mulher até 24 horas antes da relação sexual e fornece proteção durante esse período, não importa a frequência de repetição do ato. A esponja deve ser deixada no lugar por, pelo menos, seis horas após o último episódio de relação sexual. Ela não deve ser deixada no lugar por mais de 30 horas. Em geral, nenhum dos parceiros percebe a sua presença depois de colocada. A eficácia da esponja é menor que a do diafragma. As taxas de gravidez com o uso típico são de 12% para mulheres que nunca tiveram filhos e de 24% para mulheres que já tiveram.Problemas relacionados ao uso são incomuns. Eles incluem reações alérgicas, secura ou irritação vaginal e dificuldade para remover a esponja.EspermicidasOs espermicidas são preparações que matam o espermatozoide ao contato. Estão disponíveis sob a forma de espumas, cremes, géis e supositórios e são colocados na vagina antes da relação sexual. Esses contraceptivos formam uma barreira física contra os espermatozoides ao aprisioná-los e danificá-los. Dessa forma, eles impedem a fertilização do óvulo pelo espermatozoide.A eficácia da maioria dos espermicidas é parecida. Mesmo que usem os espermicidas exatamente como indicado (uso perfeito), aproximadamente 19% das mulheres engravidam durante o primeiro ano de uso. Com o gel contraceptivo, aproximadamente 7% das mulheres engravidam se usarem o gel conforme indicado e aproximadamente 14% engravidam se o usarem da maneira que a maioria das pessoas o usa (uso típico).Uma vez que a eficácia dos espermicidas é limitada, recomenda-se que eles sejam utilizados em conjunto com outro anticoncepcional de barreira, como um preservativo ou diafragma.Espuma espermicida e supositórios vaginaisImagemOs espermicidas devem ser colocados na vagina, no mínimo, 10 a 30 minutos e, geralmente, não mais de uma hora antes da relação sexual. Eles devem ser reaplicados toda vez que o casal tiver relações sexuais.O uso de espermicidas várias vezes por dia pode irritar a vagina e danificar os tecidos que a revestem. Assim, os micro-organismos que causam infecções sexualmente transmissíveis (incluindo HIV) conseguem entrar mais facilmente no corpo e causar doença. Os espermicidas não protegem contra as infecções sexualmente transmissíveis.Mais informaçõesO seguinte recurso em inglês pode ser útil. Vale ressaltar que O MANUAL não é responsável pelo conteúdo deste recurso.CDC: Eficácia dos preservativos: Esse site fornece informações sobre o uso correto dos preservativos masculinos e femininos e preservativos orais, a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis com o preservativo masculino e links para outros recursos.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz!
CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
DOENÇAContraceptivos de barreiraPorFrances E. Casey, MD, MPH, Virginia Commonwealth University Medical CenterRevisado/Corrigido: ago. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosPreservativos|Diafragma|Capuz cervical|Gel contraceptivo|Esponja contraceptiva|Espermicidas|Mais informações|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (4)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Bloqueio do acesso: Contraceptivo...Como colocar um preservativo...Preservativo internoEspuma espermicida e supositórios...Contraceptivos de barreira bloqueiam fisicamente o acesso dos espermatozoides ao útero. Eles incluem preservativos, diafragmas, capuzes cervicais, géis contraceptivos, esponjas contraceptivas e espermicidas (em espuma, creme e supositórios). Esses tipos de contraceptivo devem ser usados pela mulher ou pelo parceiro toda vez que tiverem relações sexuais. Bloqueio do acesso: Contraceptivos de barreiraOs contraceptivos de barreira impedem a entrada do esperma no útero. Eles incluem preservativo, diafragma, capuz cervical e esponja contraceptiva. Alguns preservativos contêm espermicidas. Os espermicidas devem ser utilizados com os preservativos e outros contraceptivos de barreira que não os contenham.PreservativosOs preservativos feitos de látex são os únicos contraceptivos que oferecem proteção contra todas as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) comuns, tanto as causadas por bactérias (por exemplo, a gonorreia e a sífilis) quanto as causadas por vírus (por exemplo, o HPV [papilomavírus humano] e o HIV [vírus da imunodeficiência humana]). Os preservativos feitos de um material sintético, como poliuretano, poli-isopreno ou borracha de silicone fornecem alguma proteção, mas eles são mais finos e têm mais propensão a se romper. Os preservativos feitos de pele de cordeiro não protegem contra infecções virais, como HIV.Um novo preservativo deve ser usado a cada vez que a pessoa tiver relações sexuais, e deve ser descartado se a sua integridade for questionável.Durante o primeiro ano de uso dos preservativos externos (masculinos), a chance de gravidez é de aproximadamente 2% com uso perfeito (quando as instruções são seguidas à risca) e de aproximadamente 18% com o uso típico (a maneira pela qual ele é utilizado pela maioria das pessoas). A chance de gravidez com preservativos internos (femininos) durante o primeiro ano é de 5% com uso perfeito e de 21% com uso típico.Um espermicida, que pode estar incluído no lubrificante do preservativo ou ser colocado separadamente na vagina, aumenta a eficácia dos preservativos. O espermicida deve ser reaplicado sempre que o preservativo for usado.Você sabia que...Os preservativos de látex são o único método contraceptivo que protege contra todas as doenças sexualmente transmissíveis comuns, incluindo infecção por HIV.Os preservativos externos (masculinos) são capas protetoras finas que cobrem o pênis. Os preservativos devem ser usados corretamente para serem eficazes. Os preservativos devem ser colocados antes da penetração. O uso correto de um preservativo externo (colocado sobre o pênis) envolve:Use um novo preservativo para cada episódio de relação sexual.Use um preservativo de tamanho adequado.Manuseie cuidadosamente o preservativo para evitar danificá-lo com as unhas, os dentes ou outros objetos pontiagudos.Coloque o preservativo depois da ereção do pênis e antes de qualquer contato genital com a parceira.Determine de que forma o preservativo está enrolado colocando-o no dedo indicador e tentando desenrolá-lo suavemente, mas somente um pouco. Se ele resistir, vire-o e tente do outro lado. Depois, enrole-o novamente.Coloque o preservativo enrolado na ponta do pênis ereto.Tente deixar 1,3 cm na ponta do preservativo para armazenar o sêmen.Com uma mão, aperte o ar preso da ponta do preservativo.Se não circuncidado, puxe o prepúcio para trás antes de desenrolar o preservativo.Com a outra mão, faça deslizar o preservativo sobre o pênis até a sua base e alise qualquer bolha de ar.Certifique-se de que a lubrificação durante o coito é apropriada.Com os preservativos de látex, use unicamente lubrificantes à base de água. Os lubrificantes à base de óleo (como a vaselina, a manteiga, o óleo mineral, os óleos de massagem, as loções corporais e o óleo de cozinha) podem enfraquecer o látex e causar a ruptura do preservativo.Segure o preservativo firmemente contra a base do pênis durante a remoção para evitar que o sêmen seja derramado do preservativo.Os preservativos externos devem ser colocados de modo que aproximadamente 1 cm da ponta fique sobrando na ponta do pênis para oferecer espaço para coletar o sêmen. Alguns já possuem um reservatório na ponta para esse fim. O pênis deve ser retirado imediatamente após a ejaculação, segurando firmemente o aro do preservativo na base do pênis para evitar que o preservativo deslize e derrame o sêmen. Como colocar um preservativo externoImagemO preservativo interno (feminino) é um tipo de bolsa com um anel interno e outro externo. O anel interno é inserido o máximo possível dentro da vagina (ou ânus), e o anel externo permanece de fora. Então, o pênis é cuidadosamente conduzido através do anel externo para a bolsa. Se o pênis deslizar para fora da bolsa ou se o anel interno for empurrado para dentro, o preservativo pode ser removido e recolocado sem risco de gravidez, desde que o sêmen não tenha sido liberado (ejaculado). Após a relação sexual e antes de remover o preservativo, o anel externo deve ser apertado e torcido para evitar o derramamento do sêmen. Depois disso, o preservativo deve ser removido da vagina com cuidado. Se o sêmen for derramado, os espermatozoides podem entrar na vagina e causar gravidez. O preservativo feminino deve ser colocado no máximo até oito horas antes da relação sexual.Preservativo internoImagemDiafragmaO diafragma, fabricado em borracha e com a forma de uma cúpula com um aro flexível, é colocado na vagina e posicionado sobre o colo do útero. O diafragma impede que os espermatozoides entrem no útero.Alguns diafragmas vêm em vários tamanhos e devem ser ajustados por um profissional de saúde, que também ensina à mulher como colocá-los. Se uma mulher tiver ganhado ou perdido mais de 4,5 kg, utilizado diafragma por mais de um ano, tido um filho ou sofrido um aborto, um novo ajuste precisa ser realizado, pois é possível que o tamanho e a forma da vagina tenham mudado.Um novo tipo de diafragma está sendo considerado como tamanho único para a maioria das mulheres. Ele é feito de silicone. Os diafragmas antigos são feitos de látex. O diafragma de silicone é menos rígido e mais durável que os diafragmas antigos.Um diafragma deve cobrir todo o colo do útero sem causar desconforto. Nem a mulher nem seu parceiro deve notar sua presença. Um creme ou gel espermicida (que mata os espermatozoides) sempre deve ser usado com um diafragma. O creme ou gel é colocado na parte interna do diafragma (o mais próximo do colo do útero) caso o diafragma seja deslocado durante a relação. O diafragma é colocado até duas horas antes da relação sexual e deve permanecer no lugar durante, pelo menos, seis horas e provavelmente oito horas, mas nunca mais de 24 horas. Se houver mais relações sexuais enquanto o diafragma está inserido, mais creme ou gel espermicida deve ser colocado na vagina para preservar a proteção.Diafragmas podem ser lavados e reutilizados. Uma mulher deve inspecionar o diafragma regularmente quanto a rasgos.Durante o primeiro ano de uso do diafragma de látex, a porcentagem de mulheres que engravidam é de aproximadamente 6% com o uso perfeito e de aproximadamente 12% com o uso típico (a maneira pela qual a maioria das pessoas utiliza o método).Capuz cervicalO capuz cervical, um copo de silicone em formato de chapéu, é colocado na vagina e posicionado sobre o colo do útero. Um capuz cervical impede a entrada dos espermatozoides no colo do útero. O capuz cervical se parece com o diafragma, mas é menor e mais rígido.Somente um capuz cervical está disponível nos Estados Unidos. Ele vem em três tamanhos. Os profissionais de saúde determinam que tamanho a mulher deve usar com base em se ela já esteve grávida antes e se o bebê nasceu por parto normal ou por cesariana. O capuz cervical precisa ser receitado por um profissional de saúde, mas ele não precisa ser ajustado para a mulher.Um creme ou gel espermicida sempre deve ser usado com um capuz cervical. O capuz é inserido entre 15 minutos até 40 horas antes da relação sexual e deve permanecer no lugar por, no mínimo, seis horas após a relação sexual, mas no máximo por 48 horas. Um cordão é anexado ao capuz cervical para fácil remoção. O capuz cervical pode ser lavado e reutilizado pelo período de um ano.Durante o primeiro ano, a porcentagem de mulheres que engravidam com o uso típico é de aproximadamente 8% em mulheres que ainda não tiveram filhos. Porém, mulheres que já tiveram filhos têm maior probabilidade de engravidar usando um capuz cervical do que as que nunca tiveram filhos. O parto altera o colo do útero, tornando o ajuste seguro com um capuz menos provável.Gel contraceptivoO gel contraceptivo altera a acidez (pH) do pH vaginal. Essa alteração incapacita os espermatozoides e, assim, impede a fertilização do óvulo. A porcentagem de mulheres que engravidam é de 7% com uso perfeito e de 14% com uso típico. Uma vez que a eficácia do gel contraceptivo é limitada, recomenda-se que ele seja usado juntamente com outro método contraceptivo de barreira como, por exemplo, preservativo ou diafragma.O gel vaginal deve ser colocado na vagina no máximo uma hora antes da relação sexual e reaplicado antes de cada relação sexual.O gel vaginal não protege de forma confiável contra infecções sexualmente transmissíveis.Esponja contraceptivaUma esponja contraceptiva é uma esponja redonda em formato de travesseiro feita de poliuretano com aproximadamente 4 cm de diâmetro. A esponja é umedecida com água, dobrada e colocada profundamente na vagina, onde bloqueia a entrada dos espermatozoides no útero. A esponja também contém espermicida. Está disponível para venda livre e não precisa ser ajustada por um profissional de saúde.A esponja pode ser colocada na vagina pela mulher até 24 horas antes da relação sexual e fornece proteção durante esse período, não importa a frequência de repetição do ato. A esponja deve ser deixada no lugar por, pelo menos, seis horas após o último episódio de relação sexual. Ela não deve ser deixada no lugar por mais de 30 horas. Em geral, nenhum dos parceiros percebe a sua presença depois de colocada. A eficácia da esponja é menor que a do diafragma. As taxas de gravidez com o uso típico são de 12% para mulheres que nunca tiveram filhos e de 24% para mulheres que já tiveram.Problemas relacionados ao uso são incomuns. Eles incluem reações alérgicas, secura ou irritação vaginal e dificuldade para remover a esponja.EspermicidasOs espermicidas são preparações que matam o espermatozoide ao contato. Estão disponíveis sob a forma de espumas, cremes, géis e supositórios e são colocados na vagina antes da relação sexual. Esses contraceptivos formam uma barreira física contra os espermatozoides ao aprisioná-los e danificá-los. Dessa forma, eles impedem a fertilização do óvulo pelo espermatozoide.A eficácia da maioria dos espermicidas é parecida. Mesmo que usem os espermicidas exatamente como indicado (uso perfeito), aproximadamente 19% das mulheres engravidam durante o primeiro ano de uso. Com o gel contraceptivo, aproximadamente 7% das mulheres engravidam se usarem o gel conforme indicado e aproximadamente 14% engravidam se o usarem da maneira que a maioria das pessoas o usa (uso típico).Uma vez que a eficácia dos espermicidas é limitada, recomenda-se que eles sejam utilizados em conjunto com outro anticoncepcional de barreira, como um preservativo ou diafragma.Espuma espermicida e supositórios vaginaisImagemOs espermicidas devem ser colocados na vagina, no mínimo, 10 a 30 minutos e, geralmente, não mais de uma hora antes da relação sexual. Eles devem ser reaplicados toda vez que o casal tiver relações sexuais.O uso de espermicidas várias vezes por dia pode irritar a vagina e danificar os tecidos que a revestem. Assim, os micro-organismos que causam infecções sexualmente transmissíveis (incluindo HIV) conseguem entrar mais facilmente no corpo e causar doença. Os espermicidas não protegem contra as infecções sexualmente transmissíveis.Mais informaçõesO seguinte recurso em inglês pode ser útil. Vale ressaltar que O MANUAL não é responsável pelo conteúdo deste recurso.CDC: Eficácia dos preservativos: Esse site fornece informações sobre o uso correto dos preservativos masculinos e femininos e preservativos orais, a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis com o preservativo masculino e links para outros recursos.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- CORTISONATrabalhos experimentais mostraram repetidamente que a injeção de cortisona em camundongos e coelhasem determinados estágios da gravidez causa alta porcentagem de fendas palatinas na prole. Algunsestudos epidemiológicos recentes também sugerem que as mulheres que usam corticosteroides durante agravidez correm risco discretamente aumentado de terem uma criança com fenda orofacial. Fertilização in vitroEvidências obtidas a partir de vários estudos indicam que as técnicas da fertilização in vitro estãoassociadas a aumento da ocorrência de defeitos congênitos e que as taxas são maiores nos procedimentosde injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI, do inglês intracytoplasmic sperm injection). vitro, está associado a risco aumentado de natimortos, baixo peso ao nascer e prematuridade. --- Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- ▶ Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Muitas vezes, as adolescentes assumem comportamento derisco, não apenas mantendo relação sexual desprotegida, como também tendo múltiplos parceiros sexuais oumesmo um único parceiro, mas que tem múltiplas parceiras. Fato é que isso torna esta população extremamentesuscetível às infecções de transmissão sexual, entre as quais o vírus de imunodeficiência humana. Todavia, o quese tem visto é grande apelo no que tange à prevenção do HIV/AIDS e pouco alerta às outras DST. Sabe-se queas DST aumentam a chance de contaminar-se pelo HIV, bem como de promover a transmissão vertical dessevírus, e merecem igual preocupação médica e governamental. Outro ponto que deve ser salientado é que asadolescentes grávidas deixam de usar o preservativo (aquelas que o usam), pois já se encontram grávidas. --- Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz!
{"justificativa": "O contexto analisa as doenças sexualmente transmissíveis, como HIV e sífilis, e menciona a importância da proteção durante práticas sexuais. Embora não trate especificamente do uso de camisinha em relação a esses vírus durante sexo oral, há menção de prevenção e cuidados que podem ser aplicáveis, tornando a informação parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda temas relacionados a doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e suas prevenções, incluindo HIV e sífilis, que são diretamente relevantes para a pergunta sobre proteção ao realizar sexo oral com camisinha. No entanto, a informação não responde diretamente à dúvida específica do usuário sobre a eficácia da camisinha contra essas DSTs.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a importância do uso de preservativos para prevenir a transmissão de infecções como HIV e sífilis. Embora o documento não responda diretamente à pergunta sobre a eficácia da camisinha durante sexo oral, fornece informações relevantes que ajudam a entender os riscos associados.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto não aborda diretamente a questão da proteção oferecida pela camisinha contra HIV ou sífilis durante sexo oral. Embora mencione doenças sexualmente transmissíveis, as informações não são específicas para o sexo oral ou sobre a eficácia da camisinha nesse ato. Portanto, o documento não é relevante para a pergunta do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornece informações específicas sobre a eficácia dos preservativos na proteção contra infecções sexualmente transmissíveis, incluindo HIV e sífilis. Isso é diretamente relevante para a pergunta sobre proteção durante o ato sexual realizado com preservativo. O documento também esclarece a importância do uso correto do preservativo, o que é fundamental para a segurança do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a importância do uso de preservativos para proteção contra o HIV e sífilis, o que é diretamente relevante para a pergunta sobre a proteção que a camisinha oferece. No entanto, o foco do documento não é a prevenção com preservativos em atos sexuais específicos, resultando em uma conexão mediana com a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido explica que os preservativos, quando usados corretamente, são eficazes na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo HIV e sífilis. Assim, ele se relaciona diretamente com a pergunta sobre a proteção que a camisinha proporciona contra essas doenças. Informações sobre tipos de preservativos e seu uso também são relevantes para responder à dúvida do usuário.", "nota": 3}
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olá boa noitemeu companheiro tem varicocele grau ficamos juntos anos e alguns meses e possível que possamos ter um filho
olá agende uma consulta com o urologista para ele ser examinado e reavaliado recomendo que a vc também consulte com o ginecologista para ser avaliada deste ponto de vista afinal quando se trata de avaliação de fertilidade o casal deve ser investigado em conjuntoà disposição
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- Torção resulta em interrupção da perfusão testicular. Sua correção cirúrgica dentro de 6 a 8 horas preserva a viabilidadetesticular.2,6VaricoceleAlgumas evidências sugerem que varicoceles afetam negativamente a espermatogênese e a produção de testosterona. --- Caso ClínicoUm pediatra observa que um novo paciente, um menino de 1 ½ anos de idade, tem umpescoço menor e o cabelo mais ralo que o normal no pescoço. O histórico familiar nãomostra evidências de outros parentes afetados de maneira semelhante. O exame de raioX revela que o pescoço do menino contém somente seis vértebras cervicais. O pediatraentão pergunta se a mãe se lembra ter bebido ou ter sido exposta a certos compostosdurante o início da gravidez. --- ■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-mento são incontinência urinária, retenção urinária, obstrução ureteral e recorrência do prolapso. Além disso, na improvável situação de desenvolvimento de câncer de colo uterino ou de endométrio após colpocleise parcial de LeFort, o diagnóstico pode ser retardado. --- A história de varicocele também é muito importante. A varicocele consiste em veias dilatadas que se localizam no plexo pampiniforme dos cordões espermáticos e drenam os testícu-los (Figs. 19-2 e 19-3). Acredita-se que as varicoceles aumen-tem a temperatura escrotal, embora haja controvérsias quanto ao impacto negativo que possam produzir sobre a fertilidade (Chehval, 1992; Jarow, 2001; World Health Organization, 1992). Embora 30 a 40% dos homens atendidos em clínicas de infertilidade tenham diagnostico de varicocele, aproxima-damente 20% dos homens na população em geral são afetados de forma semelhante. Conquanto tenha havido discordância UreteresVesícula seminalDucto ejaculatórioPróstataGlândulas bulbouretraisEpidídimoTestículosUretraDuctodeferenteBexigaurináriaFIGURA 19-2 Genitália masculina. (Reproduzida de McKinley, 2006, com permissão.)EpidídimoMalhatesticularDuctoeferenteDucto deferenteCordão espermáticoPlexo pampiniformeTúbulo seminíferoCamada visceralda túnica vaginalCamada parietalda túnica vaginalTúnica albugíneaEspermatogôniasEspermátidesCélulas espermáticasLúmen do túbuloCélulas intersticiaisCélulas sustentacularesTúbulo seminíferoB Túbulo seminíferoCabeça do epidídimoA TestículoVerFigura 19-4FIGURA 19-3 Testículo. A. Anatomia macroscópica de um testículo. B. O corte do testículo revela a estrutura microscópica de um túbulo seminífero. (De McKinley, 2006, com permissão.)Hoffman_19.indd 509 03/10/13 17:03apostilasmedicina@hotmail.comDivisão mitóticaJunçõesoclusivasPrimeira divisãomeióticaEspermatócitoprimárioEspermátide setransformando emcélula espermática46464623 23 232323232323 23 2323 23 2323Parededo túbuloseminíferoLúmende túbulosseminíferosCélulasintersticiaisCélulasespermáticasNúcleo daespermátideNúcleo daespermátideFlagelo emdesenvolvimento Flagelo emdesenvolvimentoMitocôndriasCapuz acrossômicoCapuz acrossômicoNúcleoNúcleoParteintermediáriaCabeçaCauda(flagelo)A segunda divisão meiótica se origina nos espermatócitossecundários e produz espermátides.
{"justificativa": "O contexto menciona varicocele e suas possíveis implicações na fertilidade, que são diretamente relevantes para a pergunta sobre a possibilidade de ter um filho. Ele indica que varicoceles podem afetar negativamente a espermatogênese, o que pode impactar a concepção. Portanto, há informações relevantes para a pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a varicocele e seu impacto na capacidade de fertilidade, explicando que varicoceles podem afetar negativamente a espermatogênese. Essa informação é diretamente relevante para a pergunta sobre a possibilidade de ter um filho, pois esclarece questões relacionadas à fertilidade masculina. Portanto, é muito útil para que o LLM forneça uma resposta informada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre varicocele e sua potencial relação com a fertilidade, o que é relevante para a pergunta sobre a possibilidade de ter filhos. Ele menciona que as varicoceles podem afetar negativamente a espermatogênese, o que diretamente se relaciona à capacidade de conceber.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda varicocele e sua relação com a fertilidade masculina, que é diretamente relevante para a pergunta sobre a possibilidade de ter um filho. Embora existam discordâncias sobre o impacto da varicocele na fertilidade, a menção de que muitos homens com varicocele procuram tratamento por infertilidade é pertinente para a situação descrita.", "nota": 3}
{"justificativa": "O documento analisado contém informações relevantes sobre varicocele e seu impacto na fertilidade masculina. Ele menciona que varicoceles podem afetar a espermatogênese, o que está diretamente relacionado à capacidade de ter filhos. Portanto, o contexto é pertinente para responder à pergunta sobre a possibilidade de ter filhos com varicocele.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute a varicocele, que é relevante para a fertilidade e pode impactar a espermatogênese. No entanto, não fornece informações diretas sobre as chances de o casal ter um filho, como tratamentos ou alternativas. Isso torna o contexto parcialmente útil, mas não totalmente abordado para a pergunta específica sobre a possibilidade de ter um filho.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre varicocele e seus possíveis efeitos sobre a fertilidade, o que é diretamente relevante para a pergunta sobre a possibilidade de ter filhos." , "nota": 3}
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fiz uma setorectomia nas axilas tem dias posso ingerir bebidas alcoólicas como vinho e cerveja
boa noite se o procedimento foi pequeno sem complicações e você está apresentando boa cicatrização a ingesta de bebida alcóolica de forma controlada pode ser liberado após dias importante passar por uma avaliação médica para checar esses itens antes de iniciar o consumo de álcool
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- ▶ Dieta e função intestinal. Deambulação e ingesta oral (4 a 8 h) precoces são os pontos-chave da recuperaçãoda função intestinal. Devem ser oferecidos alimentos sólidos 8 h após a cirurgia, podendo-se recorrer à dietalíquida antes desse período. Algum grau de adinamia intestinal com distensão abdominal é comum;frequentemente um supositório retal provoca grande alívio. O íleo paralítico tem fisiopatologia complexa, e seutratamento envolve dieta zero, líquidos intravenosos e reposição eletrolítica; às vezes é necessáriadescompressão nasogástrica. ▶ Função vesical. O cateter vesical deve ser retirado após 12 h. Subsequentemente a habilidade de esvaziar abexiga deve ser monitorada. ▶ Deambulação. Assistida assim que os efeitos da anestesia cessarem, especialmente após a retirada da sondavesical que causa desconforto à caminhada. No 2o dia do pós-operatório a mulher pode caminhar semassistência. A deambulação precoce diminui os riscos da síndrome tromboembólica.
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- TABELA 1 ► ALIMENTOS E MEDICAMENTOS QUE DEVEM SEREVITADOS DURANTE O USO DE IMAOS IRREVERSÍVEIS:TRANILCIPROMINA E FENELZINAlimentos que devem ser evitados durante o tratamento e 2 semanas após descontinuação da tranilcipromina► Queijos envelhecidos► Carnes envelhecidas ou fermentadas (p. ex., salame, salsichas e pepperoni)► Alimentos que possam estar estragados► Favas e feijões grandes► Extratos de carne► Chucrute► Molho de soja► Cerveja de alta fermentação – chope (com e sem álcool)► Extratos fermentadosAlimentos a serem usados com cuidado e moderação► Derivados frescos do leite (queijo cottage, cream cheese, ricota, iogurte, sorvete) devem ser adequadamente conservadosem geladeira. ► Carne processada fresca (frango, salsichas) deve ser imediatamente refrigerada. ► Cervejas comuns: até 2 garrafas/dia. ► Vinhos brancos e tintos: até 2 taças/dia.
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- ▶ Dieta e função intestinal. Deambulação e ingesta oral (4 a 8 h) precoces são os pontos-chave da recuperaçãoda função intestinal. Devem ser oferecidos alimentos sólidos 8 h após a cirurgia, podendo-se recorrer à dietalíquida antes desse período. Algum grau de adinamia intestinal com distensão abdominal é comum;frequentemente um supositório retal provoca grande alívio. O íleo paralítico tem fisiopatologia complexa, e seutratamento envolve dieta zero, líquidos intravenosos e reposição eletrolítica; às vezes é necessáriadescompressão nasogástrica. ▶ Função vesical. O cateter vesical deve ser retirado após 12 h. Subsequentemente a habilidade de esvaziar abexiga deve ser monitorada. ▶ Deambulação. Assistida assim que os efeitos da anestesia cessarem, especialmente após a retirada da sondavesical que causa desconforto à caminhada. No 2o dia do pós-operatório a mulher pode caminhar semassistência. A deambulação precoce diminui os riscos da síndrome tromboembólica.
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- ▶ Dieta e função intestinal. Deambulação e ingesta oral (4 a 8 h) precoces são os pontos-chave da recuperaçãoda função intestinal. Devem ser oferecidos alimentos sólidos 8 h após a cirurgia, podendo-se recorrer à dietalíquida antes desse período. Algum grau de adinamia intestinal com distensão abdominal é comum;frequentemente um supositório retal provoca grande alívio. O íleo paralítico tem fisiopatologia complexa, e seutratamento envolve dieta zero, líquidos intravenosos e reposição eletrolítica; às vezes é necessáriadescompressão nasogástrica. ▶ Função vesical. O cateter vesical deve ser retirado após 12 h. Subsequentemente a habilidade de esvaziar abexiga deve ser monitorada. ▶ Deambulação. Assistida assim que os efeitos da anestesia cessarem, especialmente após a retirada da sondavesical que causa desconforto à caminhada. No 2o dia do pós-operatório a mulher pode caminhar semassistência. A deambulação precoce diminui os riscos da síndrome tromboembólica.
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- ▶ Dieta e função intestinal. Deambulação e ingesta oral (4 a 8 h) precoces são os pontos-chave da recuperaçãoda função intestinal. Devem ser oferecidos alimentos sólidos 8 h após a cirurgia, podendo-se recorrer à dietalíquida antes desse período. Algum grau de adinamia intestinal com distensão abdominal é comum;frequentemente um supositório retal provoca grande alívio. O íleo paralítico tem fisiopatologia complexa, e seutratamento envolve dieta zero, líquidos intravenosos e reposição eletrolítica; às vezes é necessáriadescompressão nasogástrica. ▶ Função vesical. O cateter vesical deve ser retirado após 12 h. Subsequentemente a habilidade de esvaziar abexiga deve ser monitorada. ▶ Deambulação. Assistida assim que os efeitos da anestesia cessarem, especialmente após a retirada da sondavesical que causa desconforto à caminhada. No 2o dia do pós-operatório a mulher pode caminhar semassistência. A deambulação precoce diminui os riscos da síndrome tromboembólica.
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- ▶ Dieta e função intestinal. Deambulação e ingesta oral (4 a 8 h) precoces são os pontos-chave da recuperaçãoda função intestinal. Devem ser oferecidos alimentos sólidos 8 h após a cirurgia, podendo-se recorrer à dietalíquida antes desse período. Algum grau de adinamia intestinal com distensão abdominal é comum;frequentemente um supositório retal provoca grande alívio. O íleo paralítico tem fisiopatologia complexa, e seutratamento envolve dieta zero, líquidos intravenosos e reposição eletrolítica; às vezes é necessáriadescompressão nasogástrica. ▶ Função vesical. O cateter vesical deve ser retirado após 12 h. Subsequentemente a habilidade de esvaziar abexiga deve ser monitorada. ▶ Deambulação. Assistida assim que os efeitos da anestesia cessarem, especialmente após a retirada da sondavesical que causa desconforto à caminhada. No 2o dia do pós-operatório a mulher pode caminhar semassistência. A deambulação precoce diminui os riscos da síndrome tromboembólica.
Fechamento da ferida. A incisão abdo-minal é fechada conforme descrito na Seção 41-1 ou 41-2 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOOs cuidados pós-operatórios para histerecto-mia abdominal seguem o padrão para qual-quer cirurgia abdominal de grande porte (Cap. 39, p. 962). O período de internação normalmente varia de 1 a 4 dias, e retorno da função intestinal normal e morbidade febril geralmente determinam essa evolução. A ati-vidade pós-operatória é individualizada, em-bora relações sexuais devam ser proibidas até 4 a 6 semanas após a cirurgia para permitir que haja cicatrização da cúpula vaginal. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura. FIGURA 44-30.3 Transposição da pele lateral. ABCEDFIGURA 44-30.4 Retalho romboide: incisões. ABCEFIGURA 44-30.5 Retalho romboide: posicionamento do retalho. Hoffman_44.indd 1347 09/10/13 11:48da (Immodium) auxiliam na cicatrização, ao retardar a defecação e evitar o esforço (Tabela 25-6, p. 669). A profilaxia tromboembolítica deve ser mantida até a paciente estar deam-bulando. --- INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Passos iniciais. A exenteração do soalho pélvico é tecnicamente semelhante a uma his-terectomia radical do tipo III, porém com o acréscimo de uma vaginectomia mais extensa e com ressecção do retossigmoide (Seção 44-1, p. 1259). A operação começa como uma exenteração pélvica total. A paciente é posi-cionada com estribos de Allen, a incisão ade-quada é feita, o abdome é explorado, os gân-glios linfáticos são removidos, e os espaços são explorados para excluir doença metastática ou não ressecável. O cirurgião então toma a deci-são final de de deixar a bexiga e proceder com a exenteração posterior. --- ▶ Dieta e função intestinal. Deambulação e ingesta oral (4 a 8 h) precoces são os pontos-chave da recuperaçãoda função intestinal. Devem ser oferecidos alimentos sólidos 8 h após a cirurgia, podendo-se recorrer à dietalíquida antes desse período. Algum grau de adinamia intestinal com distensão abdominal é comum;frequentemente um supositório retal provoca grande alívio. O íleo paralítico tem fisiopatologia complexa, e seutratamento envolve dieta zero, líquidos intravenosos e reposição eletrolítica; às vezes é necessáriadescompressão nasogástrica. ▶ Função vesical. O cateter vesical deve ser retirado após 12 h. Subsequentemente a habilidade de esvaziar abexiga deve ser monitorada. ▶ Deambulação. Assistida assim que os efeitos da anestesia cessarem, especialmente após a retirada da sondavesical que causa desconforto à caminhada. No 2o dia do pós-operatório a mulher pode caminhar semassistência. A deambulação precoce diminui os riscos da síndrome tromboembólica.
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre cuidados pós-operatórios gerais e não menciona especificamente a ingestão de álcool após uma setorectomia. Portanto, nem é diretamente aplicável à pergunta do usuário sobre a segurança de consumir bebidas alcoólicas após a cirurgia nas axilas.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto não aborda diretamente a pergunta sobre a ingestão de bebidas alcoólicas após uma setorectomia. Embora mencione cuidados pós-operatórios de outras cirurgias e algumas recomendações sobre alimentação e cuidados, não fornece informações específicas sobre a relação entre álcool e recuperação pós-cirúrgica.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto é totalmente irrelevante para a pergunta sobre a ingestão de álcool após uma setorectomia. Ele trata de cuidados pós-operatórios relacionados a cirurgias abdominais e histerectomias, sem mencionar a ingestão de bebidas alcoólicas ou restrições específicas após a setorectomia.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto fornecido é sobre cuidados pós-operatórios em geral, especialmente em relação a cirurgias abdominais e histerectomias. No entanto, ele não aborda especificamente a ingestão de álcool após a setorectomia, o que é o foco da pergunta. Portanto, as informações não são relevantes para responder a questão do usuário.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto analisado não é relevante para a pergunta do usuário sobre a ingestão de bebidas alcoólicas após uma setorectomia. O documento fala sobre cuidados pós-operatórios de cirurgias gerais, mas não aborda especificamente a questão do consumo de álcool após esse tipo de procedimento.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto apresentado discute cuidados pós-operatórios e orientações sobre dieta e atividades após cirurgias, mas não aborda diretamente o consumo de bebidas alcoólicas após a setorectomia. Portanto, não fornece informações relevantes para a pergunta sobre ingerir álcool após esse procedimento específico.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre cuidados pós-operatórios de cirurgias, mas não menciona especificamente a setorectomia ou se é seguro ingerir bebidas alcoólicas após a cirurgia. A ausência de informações diretas sobre o consumo de álcool após uma cirurgia nas axilas torna o conteúdo irrelevante para a pergunta.", "nota": 1}
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boa tarde fiz um beta na segunda e deu quatro dias depois repeti e deu o aumento está normal para a gestação
boa tarde entendo sua preocupação com os níveis de hcg gonadotrofina coriônica humana e a progressão da sua gestaçãoo hcg é um hormônio produzido durante a gravidez e seus níveis geralmente aumentam rapidamente nos primeiros dias e semanas em uma gravidez normal os níveis de hcg dobram aproximadamente a cada horas durante as primeiras semanasno seu caso os níveis de hcg aumentaram de para em quatro dias esse aumento é mais lento do que o esperado em uma gravidez típica no entanto é importante lembrar que os níveis de hcg podem variar significativamente entre diferentes mulheres e diferentes gravidezeshá algumas possibilidades a serem consideradas gravidez muito precoce nos estágios muito iniciais da gravidez os aumentos de hcg podem ser mais lentos gravidez não viável um aumento mais lento de hcg pode em alguns casos indicar uma gravidez que não está se desenvolvendo normalmente como uma gravidez anembrionada ou uma gravidez ectópica erro no teste é possível que os testes de hcg possam ter pequenas variações e um único teste pode não refletir com precisão a tendência geralé fundamental que você continue a acompanhar seus níveis de hcg sob a orientação do seu médico ele pode solicitar exames adicionais e realizar uma ultrassonografia para avaliar o desenvolvimento da gravidez isso ajudará a fornecer uma imagem mais clara do progresso da sua gestaçãorecomendo que você marque uma consulta com seu obstetra para discutir os resultados dos exames e os próximos passos o médico poderá fornecer orientações específicas e acompanhar de perto a evolução da sua gravidezespero ter ajudado a esclarecer suas dúvidas cuidese bem e siga as orientações do seu médico para garantir uma gestação saudável fico à disposição para qualquer outra questão que você possa ter
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM). --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM). --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM). --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM). --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM). --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
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AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Figura 47.2 Hipertricose e acne em gestante anti-Ro/SSA positivo em uso de doses altas de betametasona emfunção de bloqueio atriventricular fetal. --- Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM). --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
{"justificativa":"O contexto analisado aborda exames e condições relacionadas à gestação, mas não fornece informações específicas sobre a interpretação dos resultados de beta-hCG ou sobre o que é considerado um aumento normal em uma gestação. Portanto, a relação é limitada.","nota":2}
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações médicas sobre condições e exames relacionados à gestação, mas não aborda diretamente a questão do aumento do beta-hCG e sua normalidade em relação à gestação. Portanto, é insuficiente para responder à pergunta do usuário de forma eficaz.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas a exames e condições de saúde durante a gestação, como teste beta e hormônios, que podem ajudar a entender se o aumento nos resultados é normal. No entanto, falta clareza sobre a resposta direta à pergunta específica do usuário sobre o teste beta e o que constitui um resultado normal.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado é focado em aspectos técnicos e procedimentos médicos relacionados à gestação, mas não aborda diretamente a pergunta do usuário sobre os resultados de um beta-hCG e se o aumento é normal. Os dados são mais voltados para exames e tratamentos, tornando a informação menos relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre exames de sangue, hormônios e gestação, mas não aborda diretamente a questão do aumento de beta e sua normalidade na gestação, tornando-o menos relevante para a pergunta específica do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido não menciona os resultados do beta-hCG ou informações específicas sobre a evolução da gestação, o que é crucial para avaliar se o aumento está normal. As informações sobre exames e condições de saúde não se relacionam diretamente com a pergunta, resultando em baixa relevância.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações médicas sobre gestação, exames e tratamentos, mas não responde diretamente à pergunta sobre o aumento do beta-hCG e sua normalidade em relação à gestação. Há informações sobre exames e condutas, mas faltam elementos que esclareçam a relação com o valor do beta e seu aumento.", "nota": 2}
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tive toxoplasmose grave com pus no olho já fiz tratamento completo há mais de anos eu posso engravidar sem correr o risco de uma reativação desde então faço uso de vitamina d continua para melhorar o sistema imunológico
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da historia clinica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosdeseja engravidar faça os seus exames periódicos e de rotina e use o ácido fólicoa toxoplasmose ocular não expõe o seu futuro bebê a nenhum risco ela não reduz a sua fertilidade e não dificulta uma gravidezexistem casos de reativação da toxoplasmose ocular durante a gravidezconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas agende a sua consulta
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
Especificamente no caso da uveíte toxoplasmósica, com etiologia seguramente firmada, é necessário levar emconsideração a possibilidade de transmissão da infecção para o feto, especialmente quando se tratar de uveíteem evolução. Nas formas cicatrizadas, antigas, o critério terapêutico (terapêutica preventiva da embriopatia) serárealizado por meio de provas laboratoriais repetidas, a curtos intervalos, com o foco em eventuais respostas quemostrem aumento de anticorpos. Nas uveítes não granulomatosas, ligadas à hipersensibilidade, é condição excepcional a gravidez atuar comofator de agravamento. É sabido, no entanto, que determinadas manifestações oculares de natureza alérgicaexperimentam melhora durante a gravidez, o que se atribui ao incremento na elaboração de corticosteroides nodecorrer da gestação. --- O Toxoplasma na carne (cistos) é morto na exposição ao calor e ao frio extremos. A grávida deve evitar contato com gatos ou qualquer objeto contaminado com as suas fezes (caixas de areia),assim como é obrigatória a prática de jardinagem com luvas. Os vegetais e as frutas devem ser bem lavadosantes de ingeridos, pois podem estar contaminados por fezes de gato. *Calcificação intracerebral eventriculomegalia. Rx, tratamento; ESP, espiramicina; SUL, sulfadiazina; PIR, pirimetamina. Figura 71.4 Principais formas de transmissão da toxoplasmose. Tabela 71.1 Prevenção primária da toxoplasmose na gravidez: medidas higieno-dietéticas. --- Transmissão congênitaA infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o concepto, exceto em mulher imunodeprimida. Noentanto, é aconselhável que, após infecção por toxoplasmose, a mulher espere 6 meses para engravidar (Societyof Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC, 2013]). A infecção primária ocorrida na gestação podeser transmitida ao feto pela via transplacentária (Figura 71.2). A invasão da placenta pelos taquizoítos e amultiplicação dos parasitas neste local é um cenário provável. A toxoplasmose congênita pode determinarabortamento e malformação fetal, com graves repercussões no recém-nascido, inclusive levando ao óbito. apenas 10 a 20% dos adultos infectados, quase sempre como linfadenopatia cervical (American College ofObstetricians and Gynecologists [ACOG, 2015]). Outros sintomas incluem febre, mal-estar ehepatoesplenomegalia. --- A espiramicina, mesmo se a PCR-LA for negativa, não será interrompida, mas mantida durante toda agestação (SOGC, 2013). O tratamento dos recém-nascidos infectados, mesmo nos assintomáticos, é muito recomendado para reduzira gravidade das sequelas (SOGC, 2013). Embora o tratamento na gravidez pareça ter grande impacto em reduzir as lesões intracranianas e odesenvolvimento neurológico da criança, até mesmo se associado à medicação após o nascimento, não trariagrandes benefícios na coriorretinite. O tratamento do infante com a infecção congênita toxoplasmósica deve ser feito com pirimetamina/sulfadiazinae ácido folínico por 1 ano (ACOG, 2015). Prevenção primáriaPara a prevenção primária da infecção em mulheres soronegativas, aconselha-se que as mãos de pessoasque lidam com carne devam ser lavadas com água e sabão antes de assumirem outras tarefas (Tabela 71.1)(Figura 71.4). Todo o material de corte em contato com carne crua deve também ser lavado com água e sabão. --- Enquanto o risco de transmissão para o feto aumenta com a duração da gravidez – 10 a 15% no primeirotrimestre, 25% no segundo e > 60% no terceiro –, a sua gravidade diminui. Globalmente, a transmissão congênitaocorre em 20 a 50% das grávidas infectadas e não tratadas (ACOG, 2015). Cerca de 10% das infecções resultam em abortamento. A tríade clássica coriorretinite, hidrocefalia ecalcificações intracerebrais (síndrome toxoplasmósica) ocorre em apenas 10% dos casos (Dubey & Beattie,1988) (Figura 71.2). Outros recém-nascidos exibem variedade de sintomas da infecção aguda – convulsões,esplenomegalia, febre, anemia, icterícia e linfadenopatia. Dentre os recém-nascidos infectados sintomáticos, aproximadamente 10 a 15% morrem da doença; os quesobrevivem sofrem de progressivo retardo mental ou de outras deficiências neurológicas. No entanto, se a transmissão ocorrer mais tarde na gravidez, especialmente após 20 semanas, ela é muitomenos grave.
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a toxoplasmose, suas consequências na gravidez e considerações sobre o risco de transmissão para o feto. Isso ajuda a responder à pergunta do usuário sobre os riscos de engravidar após um tratamento de toxoplasmose. No entanto, informações específicas sobre a reativação da infecção e o uso de vitamina D não estão claramente abordadas, o que impede uma conclusão mais forte.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a toxoplasmose, incluindo a possibilidade de gravidez após infecção, o risco de transmissão congênita e a importância de esperar um período após a infecção para engravidar. Essas informações são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre engravidar após um caso grave de toxoplasmose e a reativação da infecção.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a toxoplasmose, incluindo os riscos relacionados à gravidez, a transmissão congênita e medidas preventivas. Ele explica que a infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o feto, exceto em mulheres imunodeprimidas, e aconselha esperar 6 meses após a infecção antes de engravidar. Isso é pertinente à dúvida do usuário sobre engravidar após tratamento de toxoplasmose. Contudo, falta uma resposta específica sobre o uso de vitamina D no contexto imunológico.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a toxoplasmose e suas implicações na gravidez, incluindo a possibilidade de transmissão congênita e recomendações para mulheres que tiveram infecção anterior. Isso é altamente relevante para a pergunta do usuário sobre engravidar sem riscos. O documento ainda recomenda esperar 6 meses após a infecção, o que diretamente se relaciona com a preocupação da usuária sobre reativação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda questões relacionadas à toxoplasmose, incluindo riscos durante a gravidez e a possibilidade de transmissão ao feto. Isso é relevante para a pergunta do usuário, que está preocupada com o risco de reativação da infecção durante a gravidez. O documento fornece informações sobre os cuidados necessários e recomendações para mulheres que já tiveram toxoplasmose, assim como o aconselhamento de esperar um período antes de engravidar após a infecção, o que ajuda a responder à dúvida do usuário sobre segurança em engravidar.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa a relação entre a toxoplasmose e a gravidez, incluindo a transmissão congênita e precauções para mulheres infectadas. Ele fornece informações pertinentes sobre a possibilidade de engravidar após uma infecção anterior e os riscos associados, o que é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre reatividade e segurança na gravidez após tratamento de toxoplasmose.", "nota": 3}
{"justificativa": "O documento analisado contém informações relevantes sobre a toxoplasmose, especialmente em relação ao risco de transmissão congênita e considerações sobre gravidez após infecção prévia. Ele menciona que a infecção primária adquirida antes da gravidez não afeta o feto, exceto em mulheres imunodeprimidas, o que se relaciona diretamente à pergunta do usuário sobre a gravidez e riscos associados. Também sugere um período de espera de 6 meses antes de engravidar após a infecção, importante para a situação apresentada.", "nota": 3}
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tenho fiz o beta e o rezultado deu inferior a mulml o que significa
ola esse valor significa que não está gravidase apresenta atraso menstrual provavelmente pode se tratar de menopausaprocure sua ginecologista pra maiores esclarecimentos
tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG. --- Valores de referência:(32) FSH (ideal - < 8 mIU / ml, ruim – entre 10 e 15 mUI/ml, mal prognostico - > 15 mUI/ml), Estradiol: < 50-70 pg/ml, Hormônio Antimülleriano (HAM - baixa resposta < 0,5 a 1,0 ng/ml, valores normais entre 1,0 a 2,8 ng/ml e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano > 2,8 ng/ml: e CFA (baixa resposta – abaixo de 4 folículos entre 2 a 11 mm de diâmetro médio e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano acima de 16 folículos). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Idade (sem.) 5th 10th 50th 90th 95th15 115 119 139 158 16216 127 131 152 174 17817 150 155 180 205 21018 184 190 221 251 25719 229 237 274 312 31920 285 294 340 386 39521 350 362 418 474 48622 426 439 508 576 58923 510 526 608 690 70624 603 622 720 817 83725 704 727 842 957 97926 813 840 974 1.108 1.13127 930 960 1.115 1.270 1.30128 1.053 1.088 1.266 1.444 1.47929 1.183 1.223 1.426 1.628 1.66830 1.318 1.1364 1.594 1.823 1.86931 1.460 1.511 1.770 2.028 2.07932 1.606 1.663 1.953 2.243 2.300258© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda.
tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG. --- Valores de referência:(32) FSH (ideal - < 8 mIU / ml, ruim – entre 10 e 15 mUI/ml, mal prognostico - > 15 mUI/ml), Estradiol: < 50-70 pg/ml, Hormônio Antimülleriano (HAM - baixa resposta < 0,5 a 1,0 ng/ml, valores normais entre 1,0 a 2,8 ng/ml e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano > 2,8 ng/ml: e CFA (baixa resposta – abaixo de 4 folículos entre 2 a 11 mm de diâmetro médio e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano acima de 16 folículos). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Idade (sem.) 5th 10th 50th 90th 95th15 115 119 139 158 16216 127 131 152 174 17817 150 155 180 205 21018 184 190 221 251 25719 229 237 274 312 31920 285 294 340 386 39521 350 362 418 474 48622 426 439 508 576 58923 510 526 608 690 70624 603 622 720 817 83725 704 727 842 957 97926 813 840 974 1.108 1.13127 930 960 1.115 1.270 1.30128 1.053 1.088 1.266 1.444 1.47929 1.183 1.223 1.426 1.628 1.66830 1.318 1.1364 1.594 1.823 1.86931 1.460 1.511 1.770 2.028 2.07932 1.606 1.663 1.953 2.243 2.300258© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda.
Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame. --- tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório. Calculadora de beta hCG quantitativo Se já fez o exame de beta hCG introduza o seu valor para saber se pode estar grávida e, se sim, de quantas semanas: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular O que é hCG? O hCG, ou hormônio gonadotrofina coriônica, é um hormônio que geralmente é produzido pela placenta, quando a mulher está grávida. Além disso, como o hCG também pode ser produzido por células cancerígenas, este hormônio também pode estar presente em situações, como câncer de ovário, testículo, bexiga ou colo do útero, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como entender o resultado O resultado do exame de beta hCG varia de acordo se a mulher está grávida, ou não, e as semanas de gestação: Idade gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml 3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml 4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml 5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml 6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml 7 a 8 semanas de gestação 7.650 a 229.000 mlU/ml 9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml 13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml 17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml 25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml Além disso, o beta hCG qualitativo positivo em homens e mulheres também pode indicar problemas de saúde, como câncer de testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, ovário, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg É recomendado que o exame beta hCG qualitativo seja feito pela mulher após, pelo menos, 10 dias de atraso menstrual, para evitar um resultado falso. Isso porque após a fecundação o óvulo fecundado pode demorar vários dias para chegar até o útero. Dessa forma, os valores de beta hCG podem demorar até 6 dias da fecundação para começarem a aumentar. Como saber se está grávida de gêmeos Em casos de gravidez de gêmeos, os valores do hormônio são superiores aos indicados para cada semana, mas para confirmar e saber o número de gêmeos, deve-se fazer uma ultrassonografia a partir da 6ª semana de gestação. A mulher pode suspeitar de que está grávida de gêmeos quando ela consegue saber aproximadamente em que semana ela engravidou, e comparar com a tabela acima para verificar a quantidade de beta hCG correspondente. Se os números não baterem certo, possivelmente ela estará grávida de mais de 1 bebê, mas isso só pode ser confirmado através da ultrassonografia. Veja que exame de sangue fazer para saber o sexo do bebê antes da ultrassom. Outros resultados do exame Os resultados de beta hCG também podem indicar problemas como gravidez ectópica, aborto ou gravidez anembrionária, que é quando o embrião não se desenvolve. Estes problemas normalmente podem ser identificados quando os valores do hormônio são inferiores aos esperados para a idade gestacional da gravidez, sendo necessário procurar o obstetra para avaliar a causa da alteração hormonal. Diferença entre beta hCG quantitativo e qualitativo O exame de beta hCG quantitativo indica a quantidade hormônio presente no sangue. Esse exame é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue que é enviada ao laboratório para análise. A partir do resultado do exame é possível identificar a concentração do hormônio hCG no sangue e, a depender da concentração, indicar a semana de gestação. Já o exame beta hCG qualitativo é o teste de gravidez de farmácia que só indica se a mulher está grávida ou não, não sendo informada a concentração de hormônio no sangue e sendo indicado pelo ginecologista a realização de exame de sangue para confirmação da gravidez. Entenda melhor o que é o beta hCG qualitativo, quando fazer e resultados. O que fazer após confirmar a gravidez Após confirmar a gravidez com o exame de sangue, é importante marcar uma consulta no obstetra para iniciar o acompanhamento pré-natal, fazendo os exames necessários para garantir uma gravidez saudável, sem complicações como pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional. Saiba quais são os exames mais importantes para se fazer durante o primeiro trimestre da gravidez. --- Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista. Além disso, para prevenir a vaginose bacteriana, é indicado fazer a higiene íntima corretamente, evitando duchas e o uso de sabonetes íntimos, por exemplo, e usar o preservativo nas relações sexuais. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG.
Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame. --- tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório. Calculadora de beta hCG quantitativo Se já fez o exame de beta hCG introduza o seu valor para saber se pode estar grávida e, se sim, de quantas semanas: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular O que é hCG? O hCG, ou hormônio gonadotrofina coriônica, é um hormônio que geralmente é produzido pela placenta, quando a mulher está grávida. Além disso, como o hCG também pode ser produzido por células cancerígenas, este hormônio também pode estar presente em situações, como câncer de ovário, testículo, bexiga ou colo do útero, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como entender o resultado O resultado do exame de beta hCG varia de acordo se a mulher está grávida, ou não, e as semanas de gestação: Idade gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml 3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml 4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml 5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml 6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml 7 a 8 semanas de gestação 7.650 a 229.000 mlU/ml 9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml 13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml 17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml 25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml Além disso, o beta hCG qualitativo positivo em homens e mulheres também pode indicar problemas de saúde, como câncer de testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, ovário, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg É recomendado que o exame beta hCG qualitativo seja feito pela mulher após, pelo menos, 10 dias de atraso menstrual, para evitar um resultado falso. Isso porque após a fecundação o óvulo fecundado pode demorar vários dias para chegar até o útero. Dessa forma, os valores de beta hCG podem demorar até 6 dias da fecundação para começarem a aumentar. Como saber se está grávida de gêmeos Em casos de gravidez de gêmeos, os valores do hormônio são superiores aos indicados para cada semana, mas para confirmar e saber o número de gêmeos, deve-se fazer uma ultrassonografia a partir da 6ª semana de gestação. A mulher pode suspeitar de que está grávida de gêmeos quando ela consegue saber aproximadamente em que semana ela engravidou, e comparar com a tabela acima para verificar a quantidade de beta hCG correspondente. Se os números não baterem certo, possivelmente ela estará grávida de mais de 1 bebê, mas isso só pode ser confirmado através da ultrassonografia. Veja que exame de sangue fazer para saber o sexo do bebê antes da ultrassom. Outros resultados do exame Os resultados de beta hCG também podem indicar problemas como gravidez ectópica, aborto ou gravidez anembrionária, que é quando o embrião não se desenvolve. Estes problemas normalmente podem ser identificados quando os valores do hormônio são inferiores aos esperados para a idade gestacional da gravidez, sendo necessário procurar o obstetra para avaliar a causa da alteração hormonal. Diferença entre beta hCG quantitativo e qualitativo O exame de beta hCG quantitativo indica a quantidade hormônio presente no sangue. Esse exame é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue que é enviada ao laboratório para análise. A partir do resultado do exame é possível identificar a concentração do hormônio hCG no sangue e, a depender da concentração, indicar a semana de gestação. Já o exame beta hCG qualitativo é o teste de gravidez de farmácia que só indica se a mulher está grávida ou não, não sendo informada a concentração de hormônio no sangue e sendo indicado pelo ginecologista a realização de exame de sangue para confirmação da gravidez. Entenda melhor o que é o beta hCG qualitativo, quando fazer e resultados. O que fazer após confirmar a gravidez Após confirmar a gravidez com o exame de sangue, é importante marcar uma consulta no obstetra para iniciar o acompanhamento pré-natal, fazendo os exames necessários para garantir uma gravidez saudável, sem complicações como pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional. Saiba quais são os exames mais importantes para se fazer durante o primeiro trimestre da gravidez. --- Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista. Além disso, para prevenir a vaginose bacteriana, é indicado fazer a higiene íntima corretamente, evitando duchas e o uso de sabonetes íntimos, por exemplo, e usar o preservativo nas relações sexuais. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG.
tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG. --- Valores de referência:(32) FSH (ideal - < 8 mIU / ml, ruim – entre 10 e 15 mUI/ml, mal prognostico - > 15 mUI/ml), Estradiol: < 50-70 pg/ml, Hormônio Antimülleriano (HAM - baixa resposta < 0,5 a 1,0 ng/ml, valores normais entre 1,0 a 2,8 ng/ml e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano > 2,8 ng/ml: e CFA (baixa resposta – abaixo de 4 folículos entre 2 a 11 mm de diâmetro médio e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano acima de 16 folículos). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Idade (sem.) 5th 10th 50th 90th 95th15 115 119 139 158 16216 127 131 152 174 17817 150 155 180 205 21018 184 190 221 251 25719 229 237 274 312 31920 285 294 340 386 39521 350 362 418 474 48622 426 439 508 576 58923 510 526 608 690 70624 603 622 720 817 83725 704 727 842 957 97926 813 840 974 1.108 1.13127 930 960 1.115 1.270 1.30128 1.053 1.088 1.266 1.444 1.47929 1.183 1.223 1.426 1.628 1.66830 1.318 1.1364 1.594 1.823 1.86931 1.460 1.511 1.770 2.028 2.07932 1.606 1.663 1.953 2.243 2.300258© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda.
tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG. --- Valores de referência:(32) FSH (ideal - < 8 mIU / ml, ruim – entre 10 e 15 mUI/ml, mal prognostico - > 15 mUI/ml), Estradiol: < 50-70 pg/ml, Hormônio Antimülleriano (HAM - baixa resposta < 0,5 a 1,0 ng/ml, valores normais entre 1,0 a 2,8 ng/ml e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano > 2,8 ng/ml: e CFA (baixa resposta – abaixo de 4 folículos entre 2 a 11 mm de diâmetro médio e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano acima de 16 folículos). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Idade (sem.) 5th 10th 50th 90th 95th15 115 119 139 158 16216 127 131 152 174 17817 150 155 180 205 21018 184 190 221 251 25719 229 237 274 312 31920 285 294 340 386 39521 350 362 418 474 48622 426 439 508 576 58923 510 526 608 690 70624 603 622 720 817 83725 704 727 842 957 97926 813 840 974 1.108 1.13127 930 960 1.115 1.270 1.30128 1.053 1.088 1.266 1.444 1.47929 1.183 1.223 1.426 1.628 1.66830 1.318 1.1364 1.594 1.823 1.86931 1.460 1.511 1.770 2.028 2.07932 1.606 1.663 1.953 2.243 2.300258© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda.
tabela 2. ensaios clínicos randomizados incluídos e DesFecho priMárioaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primárioabate et al., 19992 (12)abate et al., 1999a3 (13)aghahosseini et al., 20114 (14)agsha et al., 20125 (15)albert et al., 19916 (16)artini et al., 19957 (17)ata et al., 20108 (18)baker et al., 20149 (19)beckers et al., 200010 (20)belaish-allart et al., 198711 (21)beltsos et al., 201112 (22)bergh et al., 201213 (23)caligara et al., 200714 (24)ceyhan et al., 200815 (25)chakravarty et al., 200516 (26)colakoglu et al., 201117 (27)colwell et al., 199118 (28)Dal prato et al., 200819 (29)Doody et al., 200920 (30)Drakakis et al., 200721 (31)Dunstone et al., 199922 (32)taxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínica17erdem et al., 201325 (35)Fatemi et al., 200626 (36)Friedler et al., 199927 (37)Fujimoto et al., 200228 (38)ganesh et al., 201129 (39)geber et al., 200730 (40)geber et al., 2007a31 (41)geusa et al., 200132 (42)golan et al., 199333 (43)gorkemli et al., 200434 (44)goudge et al., 201035 (45)humaidan et al., 200636 (46)hurd et al., 199637 (47)iwase et al., 200838 (48)Kably ambe et al., 200539 (49)Kleinstein et al., 200540 (50)Kohls et al., 201241 (51)Kupferminc et al., 199042 (52)Kyrou et al., 201143 (53)lam et al., 200844 (54)lewin et al., 200245 (55)licciardi et al., 199946 (56)lin et al., 201347 (57)lockwood et al., 201448 (58)loh et al., 199649 (59)ludwig et al., 200150 (60)ludwig et al., 200251 (61)Macrolin et al., 199352 (62)taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação evolutivataxa de gestação evolutivaaUtor e ano de PUbLicação desfecho Primário18Miller et al., 201054 (64)Mochtar et al., 200655 (65)Moini et al., 201156 (66)ng et al., 200357 (67)ng et al., 200758 (68)nyboe andersen et al., 200259 (69) patki et al., 200760 (70)perino et al., 199761 (71)porcu, 200362 (72)pouly et al., 199663 (73)propst et al., 200164 (74)rodriguez-pezino et al., 200465 (75)salehpour et al., 201366 (76)saucedo et al., 200067 (77)saucedo et al., 200368 (78)serna et al., 200869 (79)stadtmauer et al., 201370 (80)strehler et al., 199971 (81)sumita et al., 200372 (82)tay et al., 200573 (83)ugur et al., 200174 (84)vimpeli et al., 200175 (85)Wong et al., 199076 (86)Yanushpolsky et al., 201077 (87)zegers-hochschild et al., 200078 (88)taxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivo taxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação evolutivataxa de nascido vivotaxa de gestação clínicataxa de nascido vivo/taxa de gestação evolutivataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de gestação clínicataxa de nascido vivotaxa de nascido vivo19Cinco estudos reportaram taxa de nascido vivo 13 ou taxa de gestação evoluti-va21,28,47,52. As taxas de nascido vivo ou gestação evolutiva foram estatisticamente maiores no grupo progesterona (OR 1,77, IC 95% 1,09 a 2,86, 5 estudos, 642 mulheres, I2 = 19%, qualidade da evidência muito baixa). --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. outro SERM, não eleva os TG. --- Valores de referência:(32) FSH (ideal - < 8 mIU / ml, ruim – entre 10 e 15 mUI/ml, mal prognostico - > 15 mUI/ml), Estradiol: < 50-70 pg/ml, Hormônio Antimülleriano (HAM - baixa resposta < 0,5 a 1,0 ng/ml, valores normais entre 1,0 a 2,8 ng/ml e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano > 2,8 ng/ml: e CFA (baixa resposta – abaixo de 4 folículos entre 2 a 11 mm de diâmetro médio e risco de hiper-resposta ou hiperestímulo ovariano acima de 16 folículos). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Idade (sem.) 5th 10th 50th 90th 95th15 115 119 139 158 16216 127 131 152 174 17817 150 155 180 205 21018 184 190 221 251 25719 229 237 274 312 31920 285 294 340 386 39521 350 362 418 474 48622 426 439 508 576 58923 510 526 608 690 70624 603 622 720 817 83725 704 727 842 957 97926 813 840 974 1.108 1.13127 930 960 1.115 1.270 1.30128 1.053 1.088 1.266 1.444 1.47929 1.183 1.223 1.426 1.628 1.66830 1.318 1.1364 1.594 1.823 1.86931 1.460 1.511 1.770 2.028 2.07932 1.606 1.663 1.953 2.243 2.300258© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda.
{"justificativa": "O contexto apresentado contém informações sobre taxas de nascido vivo e taxas de gestação, mas não se relaciona diretamente com a pergunta sobre o resultado de um beta ser inferior a um valor específico. O conteúdo parece ser mais voltado para dados de ensaios clínicos do que para a interpretação de resultados de exames hormonais.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado parece ser um documento técnico focado em dados de ensaios clínicos e resultados relacionados a variáveis como taxas de gestação e nascido vivo. No entanto, não fornece informações específicas que ajudem a interpretar o resultado de um beta inferior a um determinado valor (mulml), tornando-se irrelevante para a pergunta do usuário sobre o significado desse resultado.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido é altamente relevante, pois explica que resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam um resultado negativo para gravidez, o que é exatamente a informação que o usuário busca ao perguntar sobre o significado de seu resultado inferior a mulml. As informações adicionais sobre a variação de resultados e quando repetir o exame também são pertinentes.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto é altamente relevante para a pergunta sobre resultados de beta hCG, explicando que resultados inferiores a 2,0 mlU/ml indicam um exame negativo e a baixa probabilidade de gravidez. Informações adicionais sobre a interpretação dos resultados e a variabilidade pode contribuir para a compreensão do usuário sobre a situação em questão.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações relacionadas a resultados de ensaios clínicos, mas não se relaciona diretamente com a pergunta do usuário sobre o resultado de um beta que deu inferior a mulml. Não aborda interpretações de resultados de testes beta, que é o foco da dúvida do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornece dados técnicos relacionados a valores de referência e possíveis desfechos clínicos, mas não aborda diretamente o significado de um resultado de beta inferior a um valor específico. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente a pergunta sobre o significado de um resultado inferior a um determinado valor em um teste beta. A informação apresentada parece ser de estudos clínicos e tabelas de resultados, mas não está relacionada ao resultado específico mencionado na pergunta do usuário.", "nota": 1}
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ola e normal a pomada kronel gel sai às bolinhas em pedaços
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasnunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico evite a automedicaçãoa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas agende a sua consulta
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia. --- Contraceptivos orais combinadosProgestagênio OralSistema intra-uterino de levonorgestrelAcetato de medroxiprogesterona de depósitoAnálogo de GnRHAnti-inflamatório não esteroidalÁcido tranexâmicoAltaAltaAltaBaixa/ ModeradoAltaModeradoAltaFonte: Bradley LD, Gueye NA. The medical management of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(1):31-44.(26); Karakus S, Kiran G, Ciralik H. Efficacy of micronised vaginal progesterone versus oral dydrogeste-trone in the treatment of irregular dysfunctional uterine bleeding: A pilot randomised controleed trial. Aust N Z J Obstet Gynae-col. 2009; 49(6):685-8.(29); American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG committee opinion no. 557: Management of acute abnormal uterine bleeding in nonpregnant reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2013; 121(4):891-6.(57)1. Liu Z, Doan QV, Blumenthal P , Dubois RW. A systematic review evaluating health--related quality of life, work impairment, and health-care costs and utilization in abnormal uterine bleeding. Value Health. 2007; 10(3):183-94.
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- 1 É excretadoprincipalmente na urina (aproximadamente 60%) e nas fezes. A meia-vida é de cerca de2,4 horas. É eliminado quase inteiramente por transformação em metabólitos inativosno fígado. É biotransformado principalmente pela enzima CYP3A4 e, em menor grau,pela CYP1A2. Em pacientes idosos, observa-se diminuição na depuração hepática,com aumento no pico de concentração. A biodisponibilidade encontra-se aumentada empacientes com insuficiência hepática; a depuração é reduzida, e a meia-vida,prolongada. Assim, em indivíduos com cirrose e idosos, é necessário ajuste de dose. A formulação sublingual do zolpidem possibilita início de ação mais rápido e menorlatência para início do sono que o observado na administração por VO. 2A eficácia do zolpidem está bem estabelecida na indução e na manutenção do sono emadultos, sendo utilizado no tratamento da insônia aguda e crônica. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia. --- Contraceptivos orais combinadosProgestagênio OralSistema intra-uterino de levonorgestrelAcetato de medroxiprogesterona de depósitoAnálogo de GnRHAnti-inflamatório não esteroidalÁcido tranexâmicoAltaAltaAltaBaixa/ ModeradoAltaModeradoAltaFonte: Bradley LD, Gueye NA. The medical management of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(1):31-44.(26); Karakus S, Kiran G, Ciralik H. Efficacy of micronised vaginal progesterone versus oral dydrogeste-trone in the treatment of irregular dysfunctional uterine bleeding: A pilot randomised controleed trial. Aust N Z J Obstet Gynae-col. 2009; 49(6):685-8.(29); American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG committee opinion no. 557: Management of acute abnormal uterine bleeding in nonpregnant reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2013; 121(4):891-6.(57)1. Liu Z, Doan QV, Blumenthal P , Dubois RW. A systematic review evaluating health--related quality of life, work impairment, and health-care costs and utilization in abnormal uterine bleeding. Value Health. 2007; 10(3):183-94.
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia. --- Contraceptivos orais combinadosProgestagênio OralSistema intra-uterino de levonorgestrelAcetato de medroxiprogesterona de depósitoAnálogo de GnRHAnti-inflamatório não esteroidalÁcido tranexâmicoAltaAltaAltaBaixa/ ModeradoAltaModeradoAltaFonte: Bradley LD, Gueye NA. The medical management of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(1):31-44.(26); Karakus S, Kiran G, Ciralik H. Efficacy of micronised vaginal progesterone versus oral dydrogeste-trone in the treatment of irregular dysfunctional uterine bleeding: A pilot randomised controleed trial. Aust N Z J Obstet Gynae-col. 2009; 49(6):685-8.(29); American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG committee opinion no. 557: Management of acute abnormal uterine bleeding in nonpregnant reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2013; 121(4):891-6.(57)1. Liu Z, Doan QV, Blumenthal P , Dubois RW. A systematic review evaluating health--related quality of life, work impairment, and health-care costs and utilization in abnormal uterine bleeding. Value Health. 2007; 10(3):183-94.
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia. --- Contraceptivos orais combinadosProgestagênio OralSistema intra-uterino de levonorgestrelAcetato de medroxiprogesterona de depósitoAnálogo de GnRHAnti-inflamatório não esteroidalÁcido tranexâmicoAltaAltaAltaBaixa/ ModeradoAltaModeradoAltaFonte: Bradley LD, Gueye NA. The medical management of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(1):31-44.(26); Karakus S, Kiran G, Ciralik H. Efficacy of micronised vaginal progesterone versus oral dydrogeste-trone in the treatment of irregular dysfunctional uterine bleeding: A pilot randomised controleed trial. Aust N Z J Obstet Gynae-col. 2009; 49(6):685-8.(29); American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG committee opinion no. 557: Management of acute abnormal uterine bleeding in nonpregnant reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2013; 121(4):891-6.(57)1. Liu Z, Doan QV, Blumenthal P , Dubois RW. A systematic review evaluating health--related quality of life, work impairment, and health-care costs and utilization in abnormal uterine bleeding. Value Health. 2007; 10(3):183-94.
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia. --- Contraceptivos orais combinadosProgestagênio OralSistema intra-uterino de levonorgestrelAcetato de medroxiprogesterona de depósitoAnálogo de GnRHAnti-inflamatório não esteroidalÁcido tranexâmicoAltaAltaAltaBaixa/ ModeradoAltaModeradoAltaFonte: Bradley LD, Gueye NA. The medical management of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(1):31-44.(26); Karakus S, Kiran G, Ciralik H. Efficacy of micronised vaginal progesterone versus oral dydrogeste-trone in the treatment of irregular dysfunctional uterine bleeding: A pilot randomised controleed trial. Aust N Z J Obstet Gynae-col. 2009; 49(6):685-8.(29); American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG committee opinion no. 557: Management of acute abnormal uterine bleeding in nonpregnant reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2013; 121(4):891-6.(57)1. Liu Z, Doan QV, Blumenthal P , Dubois RW. A systematic review evaluating health--related quality of life, work impairment, and health-care costs and utilization in abnormal uterine bleeding. Value Health. 2007; 10(3):183-94.
Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- FIGURA 42-6.6 A bolsa endoscópica é fechada e trazida até a parede anterior do abdome. FIGURA 42-6.7 Cisto sendo rompido por pinça de Kocher dentro da bol-sa endoscópica. FIGURA 42-6.8 A bolsa e o cisto colapsado são retirados em conjunto. --- Hoffman_15.indd 408 03/10/13 17:01409ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICADiversas formulações de estrogênio e de progesterona estão disponíveis para uso na prática clínica. T odos esses medica-mentos diferem em sua eficácia biológica e os médicos devem conhecer as razões por trás dessas diferenças. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia. --- Contraceptivos orais combinadosProgestagênio OralSistema intra-uterino de levonorgestrelAcetato de medroxiprogesterona de depósitoAnálogo de GnRHAnti-inflamatório não esteroidalÁcido tranexâmicoAltaAltaAltaBaixa/ ModeradoAltaModeradoAltaFonte: Bradley LD, Gueye NA. The medical management of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(1):31-44.(26); Karakus S, Kiran G, Ciralik H. Efficacy of micronised vaginal progesterone versus oral dydrogeste-trone in the treatment of irregular dysfunctional uterine bleeding: A pilot randomised controleed trial. Aust N Z J Obstet Gynae-col. 2009; 49(6):685-8.(29); American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG committee opinion no. 557: Management of acute abnormal uterine bleeding in nonpregnant reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2013; 121(4):891-6.(57)1. Liu Z, Doan QV, Blumenthal P , Dubois RW. A systematic review evaluating health--related quality of life, work impairment, and health-care costs and utilization in abnormal uterine bleeding. Value Health. 2007; 10(3):183-94.
```json {"justificativa": "O contexto fornecido não possui relação com a pergunta sobre a pomada Kronel Gel e sua apresentação em bolinhas. As informações contidas nos documentos analisados estão focadas em aspectos clínicos e farmacológicos de tratamentos hormonais e cirúrgicos, sem mencionar a pomada ou condições relacionadas a ela.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto analisado é completamente irrelevante para a pergunta sobre a pomada Kronel gel. Ele discute tópicos médicos relacionados a hormônios e procedimentos cirúrgicos, sem menção a pomadas ou suas características. Assim, não fornece informações úteis para a dúvida apresentada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda principalmente tratamentos de condições médicas relacionadas a hormônios e procedimentos cirúrgicos, e não menciona pomadas ou gel para tratar qualquer condição de pele. Portanto, não é relevante para a pergunta sobre a pomada Kronel gel.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda exclusivamente temas relacionados a hormônios, contraceptivos e tratamentos médicos, sem qualquer menção à pomada Kronel gel ou suas propriedades. Dado que a pergunta do usuário se refere a uma questão específica sobre uma pomada e suas características, o texto é irrelevante.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado é totalmente irrelevante para a pergunta do usuário, que se refere a um possível efeito colateral da pomada Kronel gel, enquanto o documento aborda temas relacionados a tratamentos hormonais e procedimentos médicos, sem menção a pomadas ou seus efeitos. Portanto, não há informações que ajudem a responder a questão.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda tópicos relacionados a medicamentos, tratamentos e procedimentos médicos, mas não possui qualquer menção a pomadas, reações cutâneas ou a situação específica apresentada na pergunta. Portanto, as informações são irrelevantes para responder à dúvida do usuário sobre a pomada Kronel gel.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado é totalmente irrelevante para a pergunta sobre a pomada Kronel gel e seu efeito de sair em bolinhas. O documento discute temas médicos relacionados a hormônios, contraceptivos e procedimentos cirúrgicos, sem abordar pomadas ou suas reações, como a mencionada na pergunta.", "nota": 1}
10,411
minha filha tem um cisto dermoide de mm só que ela já retirou um ovário devido a outro cisto o que devemos fazer
cada caso necessita ser avaliado individualmente nos cistos ovarianos benignos na maioria das vezes é possível realizar ooforoplastia retirada apenas do cisto com manutenção do ovário porém é necessário primeiro avaliar se existe indicação cirúrgica um cisto dermóide de mm possivelmente não necessita de cirurgia neste momento apenas seguimento clínico mas isso precisa ser avaliado em consulta médica
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
Hoffman_14.indd 389 03/10/13 17:00apostilasmedicina@hotmail.comsbaum, 1988; Spence, 1992). Para os cistos simples medindo mais de 5 cm, pode-se considerar proceder à aspiração percu-tânea do cisto para evitar torção (Bryant, 2004; Salkala, 1991). Os cistos ovarianos complexos volumosos que não regridam após o nascimento necessitam de remoção cirúrgica. Massas ovarianas pré-puberaisAssim como ocorre nas neonatas, a maioria das massas ovaria-nas em crianças é de natureza cística, e os sintomas de apresen-tação variam. --- Depois do destorcimento, não há consenso sobre ao con-dução dos anexos. Com o o crescimento da conduta conserva-dora, é provável que a incidência de torção repetida aumente. Lesões ovarianas específicas devem ser removidas. Contudo, a cistectomia em ovário isquêmico e edemaciado pode ser tec-nicamente difícil. Assim, alguns autores recomendam cistec-tomia tardia, quando o cisto persistir após 6 a 8 semanas da intervenção primária (Rody, 2002). Foi descrita a ooforopexia unilateral ou bilateral para reduzir o risco de repetição de tor-ção ipsilateral ou contralateral, particularmente na população pediátrica (Djavadian, 2004; Germain, 1996). Em relatos de caso e séries de casos-controle, foram descritas diversas técnicas para fixar o ovário e evitar nova torção. Dentre essas estão en-curtamento do ligamento útero-ovárico com sutura contínua ao longo do ligamento, ou com sutura do ovário ou do liga-mento útero-ovárico à face posterior do útero, à parede da pel-ve ou ao ligamento redondo (Fuchs, 2010; Weitzman, 2008). --- Transformação maligna dos teratomas císticos maduros (cistos dermoides)Esses tumores raros são as únicas variantes que caracteristica-mente se desenvolvem em mulheres pós-menopáusicas. As re-giões malignas em geral apresentam-se como pequenos nódulos na parede do cisto ou como uma massa polipoide no lúmem do cisto após a remoção de todo o teratoma cístico maduro (Pins, 1996). O carcinoma de células escamosas é o mais comum, sen-do encontrado em aproximadamente 1% dos teratomas císticos maduros (Fig. 36-8). A quimioterapia à base de platina com ou sem radioterapia pélvica é o tratamento adjuvante mais usado nos casos de doença em estádio inicial (Dos Santos, 2007). Entretan-to, independentemente do tratamento recebido, as pacientes com doença avançada tendem a evoluir mal (Gainford, 2010). --- Inicialmente utilizam-se 800 mg de misoprostol vaginal, podendo ser repetida a dose se necessário (Tabela27.4). A paciente deve ser aconselhada de que o sangramento é mais intenso que o menstrual, potencialmenteacompanhado de cólicas e que a cirurgia poderá estar indicada se a expulsão não for completaTratamento cirúrgico. Mulheres que se apresentam com hemorragia, instabilidade hemodinâmica ou infecçãodevem ser tratadas urgentemente pelo esvaziamento uterino (ACOG, 2015). O esvaziamento cirúrgicotambém tem preferência em outras situações, incluindo a presença de complicações médicas, tais comoanemia grave, desordens da coagulação e doença cardiovascular. Até 12 semanas são procedimentos de escolha a dilatação seguida de aspiração a vácuo ou de curetagem(Capítulo 96). A aspiração é superior à curetagem (ACOG, 2015). A utilização de rotina de curetagem após aaspiração não traz nenhuma vantagem e está contraindicada. --- Alternativamente, em caso de cistos maiores, a cânula é removida e a parte supe-rior da bolsa fechada e franzida é puxada pela incisão do trocarte e espalhada sobre a super-fície da pele. As bordas abertas da bolsa são tracionadas para cima a fim de levantar e pres-sionar o cisto contra a incisão. A seguir, uma ponta de agulha é passada pela incisão para PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOHoffman_42.indd 1137 03/10/13 17:57dentro da bolsa. O ovário é puncionado e a drenagem é finalizada com a ajuda da seringa acoplada. Alternativamente, o cisto pode ser rompido com uma pinça denteada de Kocher através da incisão cutânea e dentro da bolsa endoscópica. Desse modo, o líquido cístico é mantido dentro da bolsa. A bolsa endoscópica e a parede do cisto descomprimido são então removidas em bloco pela incisão. Durante a remoção, deve-se tomar cuidado para não per-furar ou rasgar a bolsa endoscópica, e todos os esforços devem ser envidados para evitar que haja derramamento do conteúdo do cisto no interior do abdome ou no portal de acesso. Adicionalmente, para evitar que haja derra-mamento, ou quando houver massa sólida volumosa, os anexos poderão ser removidos através de minilaparotomia ou de colpotomia.
{"justificativa": "O contexto aborda cistos ovarianos, suas opções de tratamento e complicações, que são relevantes para o caso da filha do usuário, que tem um cisto dermoide e histórico de remoção de um ovário. No entanto, não oferece orientações específicas sobre a gestão do cisto dermoide e a situação particular da paciente, tornando as informações menos diretas.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre cistos ovarianos e tratamento cirúrgico, o que é relevante para qualquer situação envolvendo cistos, incluindo os dermoides. Embora não trate diretamente do cisto dermoide e da situação específica da filha do usuário, aborda aspectos importantes relacionados à remoção de cistos e complicações associadas, podendo contribuir para uma melhor compreensão da situação.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre cistos ovarianos e suas possíveis complicações, incluindo a necessidade de remoção cirúrgica. Isso se relaciona diretamente com a situação da filha do usuário que tem um cisto dermoide e já passou por uma cirurgia para a remoção de um ovário. As informações podem ajudar a entender a conduta médica possível e a importância de acompanhamento, embora não abordem diretamente a situação específica da paciente.", "nota": 3}
{ "justificativa": "O contexto discute o tratamento de cistos ovarianos, incluindo tipos de cistos e decisões cirúrgicas. Isso é relevante para a pergunta sobre o que fazer em relação a um cisto dermoide, especialmente considerando a história anterior de remoção de um ovário. Portanto, as informações são úteis, embora nem todas as partes do documento se apliquem diretamente ao caso específico.", "nota": 2 }
{ "justificativa": "O contexto aborda cistos ovarianos e suas opções de tratamento, incluindo cistos complexos e intervenções cirúrgicas, o que é relevante para a situação da filha do usuário. No entanto, não menciona especificamente cistos dermoides ou a situação de ter retirado um ovário, o que limita a relevância direta da informação.", "nota": 2 }
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a remoção de cistos ovarianos, a conduta em relação a cistos volumosos e as possibilidades de tratamento. Essas informações são relevantes para a situação da filha do usuário, que já passou por uma cirurgia e possui um cisto dermoide. Embora não seja exclusivo para cistos dermoides, o contexto é útil para discutir opções sobre a gestão desses casos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre cistos ovarianos, incluindo recomendações de tratamento e condutas cirúrgicas para cistos volumosos e complexos. Embora não mencione diretamente cistos dermoides ou a situação específica de cirurgia prévia de ovário, as informações contidas podem ajudar a entender a situação clínica e os possíveis próximos passos. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
18,279
com semanas de gravidez e não aparece gestação na transvaginal nem msm saco gestacional isso é normal
com cinco semanas de gestação é possível que a ultrassonografia transvaginal não consiga detectar a gestação incluindo o saco gestacional existem algumas razões pelas quais isso pode ocorrer como ovulação tardia implantação tardia qualidade do equipamento de ultrassom e a habilidade do técnico além da localização do saco gestacional em alguns casos a ausência de um saco gestacional pode indicar problemas como gravidez ectópica quando o embrião se implanta fora do útero ou um aborto muito precocese a gestação não é visível na ultrassonografia transvaginal com cinco semanas é recomendável marcar uma consulta com o seu médico para uma avaliação mais detalhada estou a disposição para maiores informações fique bemte convidamos para uma consulta teleconsulta rvocê pode reservar uma consulta através do site doctoralia clicando no botão agendar consulta
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- A translucência nucal (TN), notável marcador de trissomias e de outras anomalias fetais, será amplamenteestudada no Capítulo 101 (Figura 99.7). A ultrassonografia de 1o trimestre é capaz de detectar diversas anomalias fetais, incluindo acrania,holoprosencefalia, (en)cefalocele, espinha bífida (Engels et al., 2016), assim como onfalocele e megabexiga. A. Visualizacão da vesícula vitelina (VV) na gestação de 5,5 semanas. B. Medida do diâmetrolongitudinal do saco gestacional (SG) na ultrassonografia transvaginal realizada com 8 semanas. Observa-setambém o embrião no interior do SG. Imagens de ressonância magnética. CCN, comprimento cabeça-nádega. Figura 99.3 Avaliação da atividade cardíaca na gestação de 6 semanas. CCN, comprimento cabeça-nádega;FCF, frequência cardíaca fetal. Tabela 99.1 Marcos importantes à ultrassonografia de 1o trimestre. Saco gestacional5Vesícula vitelina5,5Eco fetal com BCF6Cabeça fetal11 a 12Placenta12SOGC, 2005. BCF, batimento cardiofetal. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- (fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nasal (presente/ausente).
{"justificativa": "O contexto fornece informações valiosas sobre a identificação do saco gestacional por ultrassonografia transvaginal, especialmente que ele pode ser visualizado a partir de 5 semanas de gestação. Isso está diretamente relacionado à pergunta sobre a ausência de evidência de gestação nessa fase, ajudando a entender se é normal ou não.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a ultrassonografia transvaginal e a identificação do saco gestacional, além de mencionar os marcadores da gestação em diferentes semanas. Isso é diretamente relacionado à pergunta sobre a ausência de gestação visível em semanas específicas.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a ultrassonografia transvaginal no primeiro trimestre da gestação, informando sobre a visualização do saco gestacional e a evolução normal da gravidez até 6 semanas, o que é diretamente relevante para a dúvida do usuário sobre a ausência de gestação visível. A explicação técnica e os marcos temporais apresentados podem ajudar a responder a pergunta sobre a normalidade dessa situação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a identificação do saco gestacional e marcos ultrassonográficos importantes nas primeiras semanas de gestação, abordando diretamente a questão da visibilidade do saco gestacional em exames transvaginais. Isso é relevante para entender se a ausência do saco gestacional em uma gravidez de 5 semanas é normal ou não.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute a detecção do saco gestacional e outros aspectos da ultrassonografia transvaginal no primeiro trimestre da gestação, o que é diretamente relevante para a pergunta sobre a ausência de gestação visível nessas semanas. As informações sobre os momentos em que o saco gestacional e a vesícula vitelina devem ser visíveis ajudam a responder à dúvida do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a visualização do saco gestacional e a evolução da ultrassonografia transvaginal nas primeiras semanas de gestação, indicando que é possível detectar o saco gestacional a partir de 5 semanas. Isso ajuda a responder se a ausência do saco gestacional em uma determinada semana é normal.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações diretamente relacionadas à ultrassonografia transvaginal durante as primeiras semanas de gestação, mencionando a identificação do saco gestacional e os tempos esperados para visualização, o que é relevante para a dúvida do usuário sobre a ausência de gestação na ultrassonografia. Portanto, ele pode ajudar a entender melhor a situação em questão.", "nota": 3}
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fiz teste para sifilis e deu tomei benzetacil depois de dias refiz o teste e deu não abaixou aumentou será falso positivo ou o tratamento não funcionou qual médico posso procurar pode ser um clinico geral ou é melhor um urologista
seu exame foi realizado muito precoce faça o teste após três meses e deverá ter regredido antes tenha certeza que fez a dose adequado para o seu estagio da doença a sífilis terciária requer dosagem mais alta da medicação
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Quadro 4. Diagnóstico de sífi lisTeste não treponêmicoTeste treponêmicoInterpretações CondutaReagente Reagente Diagnóstico de sífi lis – deve ser classi/f_i cada levando-se em conta a história clínica, o tempo de infecção e se houve tratamento prévio. • Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Reagente Não reagente Pode tratar-se de um falso reagente, sobretudo nos casos de baixas titulações (até 1:4 – inclusive)Se reagente (títulos > 1:4)• Notifi cação;• Tratamento específi co, conforme classi/f_i cação;• Acompanhamento mensal com teste não treponêmico. Se não reagente: • Acompanhamento rotineiro do pré-natal. Não reagente • Não realizar testes complementares, sobretudo, se não houver suspeita clínica de infecção;• Fazer rastreio conforme orientação pré-natal;• Em caso de suspeita clínica, coletar nova amostra em 30 dias. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015). Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa. A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
{"justificativa": "O contexto fornecido é principalmente sobre sífilis durante a gravidez e os protocolos de tratamento recomendados, mas não aborda diretamente a situação do usuário em relação ao teste realizado, a interpretação dos resultados ou a escolha do médico. As informações sobre tratamento e condições de diagnóstico são relevantes, mas não são específicas para a pergunta, que se concentra em dúvidas sobre falso positivo e escolha de especialistas. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações detalhadas sobre o diagnóstico e tratamento da sífilis, incluindo a possibilidade de falsos positivos em testes não treponêmicos. No entanto, não aborda especificamente a dúvida sobre se o tratamento funcionou ou qual médico procurar. A relação é fraca, pois as informações não respondem diretamente à pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresentado se concentra em sífilis durante a gravidez, abordando questões de diagnóstico e tratamento, o que não se relaciona diretamente com a situação do usuário que se refere a um teste e a tratamentos realizados fora dessa esfera. A falta de conexão com a dúvida específica do usuário, que pede orientações sobre médicos a serem consultados, reduz a relevância do documento.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto aborda aspectos do diagnóstico, tratamento e acompanhamento da sífilis, incluindo informações relevantes sobre testes e casos de tratamento inadequado. Isso é parcialmente relacionado à pergunta sobre resultados de teste e a necessidade de consultar médicos. No entanto, não aborda diretamente o caso específico desejado pelo usuário e nem recomenda um especialista de forma clara.", "nota": 2}
{ "justificativa": "O contexto fornece informações sobre o tratamento e diagnóstico da sífilis, mas é específico para gestantes, o que pode não se aplicar diretamente à situação do usuário. Não aborda a questão sobre a escolha de médicos ou a interpretação de testes após tratamento, tornando a informação parcialmente relevante.", "nota": 2 }
{"justificativa": "O contexto analisado abrange informações sobre diagnóstico e tratamento da sífilis, especialmente em gestantes. A pergunta do usuário se relaciona com testes e tratamento de sífilis, mas o documento foca majoritariamente em gestantes, o que pode não ser totalmente útil para um homem que busca entender resultados de testes e opções de médicos. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto trata da sífilis, incluindo diagnóstico e tratamento, mas é especificamente voltado para gestantes. Embora aborde o tratamento com penicilina benzatina e diagnóstico de sífilis, não fornece informações diretas sobre casos de resultados de testes pós-tratamento ou orientação para médicos, o que é fundamental para a pergunta do usuário. Por isso, tem alguma relação, mas não é altamente relevante.", "nota": 2}
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tomei cerazette por dois meses parei de tomar já fazem dez dias e ainda não mensturei é normal
sim cerazette bloqueia a menstruação e não é automático que quando você para desça menstruação pode levar um tempo mas neste tempo você precisa se proteger com camisinha
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo. --- Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação. Vale ressaltar que a ausência da menstruação ou alterações menstruais podem ocorrer em usuárias de qualquer forma de contraceptivo hormonal, seja pílula ou injeção. Caso após parar de tomar a pílula a mulher tenha mantido relações sexuais desprotegidas é possível a ocorrência de gravidez, mesmo que o ciclo menstrual ainda apresente irregularidades. Na suspeita de gravidez é importante a realização de um teste diagnóstico, como o Beta-HCG na urina ou no sangue. Para mais informações consulte um ginecologista ou médico de família.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo. --- Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação. Vale ressaltar que a ausência da menstruação ou alterações menstruais podem ocorrer em usuárias de qualquer forma de contraceptivo hormonal, seja pílula ou injeção. Caso após parar de tomar a pílula a mulher tenha mantido relações sexuais desprotegidas é possível a ocorrência de gravidez, mesmo que o ciclo menstrual ainda apresente irregularidades. Na suspeita de gravidez é importante a realização de um teste diagnóstico, como o Beta-HCG na urina ou no sangue. Para mais informações consulte um ginecologista ou médico de família.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina.
{"justificativa": "O contexto fornecido inclui informações sobre o medicamento Cerazette, que é um contraceptivo. No entanto, não aborda diretamente a questão da falta de menstruação após a interrupção do uso, que poderia estar relacionada aos efeitos do medicamento. Portanto, a relevância é limitada apesar da ligação ao tema de contracepção hormonal.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o medicamento Cerazette, mas não aborda diretamente a questão específica sobre a menstruação após interromper o uso. Embora possa haver contexto sobre efeitos relacionados ao uso de contraceptivos, a ausência de informações sobre o ciclo menstrual após a interrupção do uso torna a relevância relativamente baixa.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações diretas sobre a ausência de menstruação após a interrupção do uso de anticoncepcionais, incluindo possíveis causas e recomendações. Isso se relaciona diretamente com a pergunta do usuário sobre a ausência de menstruação depois de parar de tomar Cerazette.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a ausência de menstruação após a interrupção do uso do anticoncepcional Cerazette, abordando a normalidade dessa situação e as possíveis razões para o atraso. Também menciona orientações para casos de suspeita de gravidez, o que pode ajudar a pessoa a entender melhor sua condição.", "nota": 3}
```json {"justificativa": "O contexto não fornece informações específicas sobre os efeitos do uso de Cerazette ou sobre a menstruação após a interrupção do medicamento. Apesar de ser uma bula e conter informações sobre o medicamento, não responde diretamente à dúvida sobre a ausência de menstruação após dez dias.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto analisa medicamentos relacionados à contracepção e ao ciclo menstrual, mas não fornece informações específicas sobre a ausência de menstruação após o uso de Cerazette. Para a pergunta do usuário, detalhes sobre a eficácia e efeitos colaterais do Cerazette e informações sobre o ciclo menstrual seriam necessários para uma resposta mais completa.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto analisado fornece informações sobre Cerazette, que é um anticoncepcional que pode afetar o ciclo menstrual. No entanto, ele não aborda especificamente a questão da ausência de menstruação após a interrupção do uso do medicamento, o que torna o contexto apenas parcialmente relevante.", "nota": 2} ```
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aos anos fui diagnosticada com sop fiz tratamento com diane e a situação foi normalizada aos anos de novo comecei a ter sintoma e veio o diagnóstico fiz tratamento com selene e não obtive sucesso hoje tenho anos e tomando yasmin existe algum outro método além desse
a resposta depende de a paciente estar interessada ou não em engravidar considerando não haver desejo de engravidar neste momento existem sim outras medicações que podem ser associadas aos anticoncepcionais você pode discutir melhor suas opções com seu ginecologista ou endocrinologista independente do desejo de engravidar mudanças de estilo de vida tem um forte impacto na doença atividade física regular e uma alimentação saudável podem melhorar bastante o quadro clínico
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Não é uma doença, e sim uma manifestação de hiperandrogenemia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aosandrogênios circulantes. Trata-se de um problema clínico comum que afeta certa de 10% das mulheres na pré-menopausa. Seutratamento depende da etiologia, representada pela síndrome dos ovários policísticos (SOP) em pelo menos 70% dos casos. Outrosdistúrbios funcionais relativamente frequentes são o hirsutismo idiopático, o hiperandrogenismo idiopático e a forma não clássica dadeficiência de CYP21A2. Nesses casos, o tratamento inclui modificações no estilo de vida, visando a um adequado controleponderal, tratamentos cosméticos e farmacoterapia, cuja opção de escolha são os anticoncepcionais orais (ACo). Medicamentosantiandrogênicos são associados nos casos mais graves ou diante de resposta insatisfatória aos ACo. Muito raramente, tumoresovarianos ou adrenais secretores de androgênios são a causa do hirsutismo, o qual, nessa situação, não tem relação com o início dapuberdade (como a SOP), tem rápida progressão e, geralmente, associa-se a sinais de virilização e/ou marcante elevação dos níveisde testosterona (geralmente > 200 ng/dℓ). --- Finalmente, há algumas evidências que pacientes com SOP com ciclos menstruais irregulares podem desenvolver ciclos regulares à medida que o tempo passa. A redução da coorte de folículos antrais à medida que as mulheres entram na faixa dos 30 e 40 anos de idade, pode levar à diminuição simultânea na produção androgênica (Elting, 2000). ■ HiperandrogenismoO hiperandrogenismo em geral se manifesta clinicamente na forma de hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica. Por outro lado, sinais de virilização, como aumento da massa muscular, redução das mamas, engrossamento da voz e clito-romegalia, não são típicos da SOP . A virilização reflete níveis androgênicos elevados e exige investigação imediata para ve-rificar a presença de tumores produtores de androgênios no ovário ou na glândula suprarrenal.
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- ► OUTRAS ESTRATÉGIASNa DE induzida por psicofármacos, são sugeridas as seguintes modalidades deintervenção: redução da dose, troca de classe ou acréscimo de medicamento (fixo ouquando necessário). Além dessas estratégias, existem outras, como a ioimbina, umantagonista do receptor α2-adrenérgico, com ação central e periférica. Em estudos bemconduzidos, esse fármaco é levemente superior ao placebo e parece ter maior eficáciana combinação com outros agentes. Recentemente, um ECR mostrou benefício no uso de400 mg de SAMe (S-adenosyl-L-methionina, disponível como suplemento alimentar no(antagonista do receptor 5-HT3), amantadina e pramipexol (agente dopaminérgico),metilfenidato e betanecol (pode ser usado em associação com um ISRS antes da relaçãosexual). --- O tratamento não farmacológico consiste em higiene do sono e evitação de cafeína,álcool e nicotina. O fármaco de primeira escolha no tratamento da síndrome é opramipexol (0,125-1 mg/dia). Também podem ser usados o clonazepam, a levodopa, abromocriptina, a pergolida e a gabapentina (entre 900 e 2.700 mg/dia, 1 vez ao dia, 2horas antes do início habitual dos sintomas; alternativamente, pode ser administrada 220 mg/dia, em tomada única, 2 horas antes dos sintomas); tramadol, 100 a 400 mg/dia;ou metadona, 5 a 40 mg/dia. Reposição de ferro também é indicada naqueles pacientescom deficiência desse nutriente. excessiva no córtex suprarrenal. Nos casos de produção excessiva, a causa maiscomum é a doença de Cushing, caracterizada por hipersecreção de ACTH pela hipófisedevido à presença de um adenoma benigno. Outras causas endógenas são tumoressuprarrenais e tumores produtores de ACTH em outras localizações (p. ex., pulmão). --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal.
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Não é uma doença, e sim uma manifestação de hiperandrogenemia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aosandrogênios circulantes. Trata-se de um problema clínico comum que afeta certa de 10% das mulheres na pré-menopausa. Seutratamento depende da etiologia, representada pela síndrome dos ovários policísticos (SOP) em pelo menos 70% dos casos. Outrosdistúrbios funcionais relativamente frequentes são o hirsutismo idiopático, o hiperandrogenismo idiopático e a forma não clássica dadeficiência de CYP21A2. Nesses casos, o tratamento inclui modificações no estilo de vida, visando a um adequado controleponderal, tratamentos cosméticos e farmacoterapia, cuja opção de escolha são os anticoncepcionais orais (ACo). Medicamentosantiandrogênicos são associados nos casos mais graves ou diante de resposta insatisfatória aos ACo. Muito raramente, tumoresovarianos ou adrenais secretores de androgênios são a causa do hirsutismo, o qual, nessa situação, não tem relação com o início dapuberdade (como a SOP), tem rápida progressão e, geralmente, associa-se a sinais de virilização e/ou marcante elevação dos níveisde testosterona (geralmente > 200 ng/dℓ). --- Finalmente, há algumas evidências que pacientes com SOP com ciclos menstruais irregulares podem desenvolver ciclos regulares à medida que o tempo passa. A redução da coorte de folículos antrais à medida que as mulheres entram na faixa dos 30 e 40 anos de idade, pode levar à diminuição simultânea na produção androgênica (Elting, 2000). ■ HiperandrogenismoO hiperandrogenismo em geral se manifesta clinicamente na forma de hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica. Por outro lado, sinais de virilização, como aumento da massa muscular, redução das mamas, engrossamento da voz e clito-romegalia, não são típicos da SOP . A virilização reflete níveis androgênicos elevados e exige investigação imediata para ve-rificar a presença de tumores produtores de androgênios no ovário ou na glândula suprarrenal.
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Não é uma doença, e sim uma manifestação de hiperandrogenemia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aosandrogênios circulantes. Trata-se de um problema clínico comum que afeta certa de 10% das mulheres na pré-menopausa. Seutratamento depende da etiologia, representada pela síndrome dos ovários policísticos (SOP) em pelo menos 70% dos casos. Outrosdistúrbios funcionais relativamente frequentes são o hirsutismo idiopático, o hiperandrogenismo idiopático e a forma não clássica dadeficiência de CYP21A2. Nesses casos, o tratamento inclui modificações no estilo de vida, visando a um adequado controleponderal, tratamentos cosméticos e farmacoterapia, cuja opção de escolha são os anticoncepcionais orais (ACo). Medicamentosantiandrogênicos são associados nos casos mais graves ou diante de resposta insatisfatória aos ACo. Muito raramente, tumoresovarianos ou adrenais secretores de androgênios são a causa do hirsutismo, o qual, nessa situação, não tem relação com o início dapuberdade (como a SOP), tem rápida progressão e, geralmente, associa-se a sinais de virilização e/ou marcante elevação dos níveisde testosterona (geralmente > 200 ng/dℓ). --- Finalmente, há algumas evidências que pacientes com SOP com ciclos menstruais irregulares podem desenvolver ciclos regulares à medida que o tempo passa. A redução da coorte de folículos antrais à medida que as mulheres entram na faixa dos 30 e 40 anos de idade, pode levar à diminuição simultânea na produção androgênica (Elting, 2000). ■ HiperandrogenismoO hiperandrogenismo em geral se manifesta clinicamente na forma de hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica. Por outro lado, sinais de virilização, como aumento da massa muscular, redução das mamas, engrossamento da voz e clito-romegalia, não são típicos da SOP . A virilização reflete níveis androgênicos elevados e exige investigação imediata para ve-rificar a presença de tumores produtores de androgênios no ovário ou na glândula suprarrenal.
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Não é uma doença, e sim uma manifestação de hiperandrogenemia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aosandrogênios circulantes. Trata-se de um problema clínico comum que afeta certa de 10% das mulheres na pré-menopausa. Seutratamento depende da etiologia, representada pela síndrome dos ovários policísticos (SOP) em pelo menos 70% dos casos. Outrosdistúrbios funcionais relativamente frequentes são o hirsutismo idiopático, o hiperandrogenismo idiopático e a forma não clássica dadeficiência de CYP21A2. Nesses casos, o tratamento inclui modificações no estilo de vida, visando a um adequado controleponderal, tratamentos cosméticos e farmacoterapia, cuja opção de escolha são os anticoncepcionais orais (ACo). Medicamentosantiandrogênicos são associados nos casos mais graves ou diante de resposta insatisfatória aos ACo. Muito raramente, tumoresovarianos ou adrenais secretores de androgênios são a causa do hirsutismo, o qual, nessa situação, não tem relação com o início dapuberdade (como a SOP), tem rápida progressão e, geralmente, associa-se a sinais de virilização e/ou marcante elevação dos níveisde testosterona (geralmente > 200 ng/dℓ). --- Finalmente, há algumas evidências que pacientes com SOP com ciclos menstruais irregulares podem desenvolver ciclos regulares à medida que o tempo passa. A redução da coorte de folículos antrais à medida que as mulheres entram na faixa dos 30 e 40 anos de idade, pode levar à diminuição simultânea na produção androgênica (Elting, 2000). ■ HiperandrogenismoO hiperandrogenismo em geral se manifesta clinicamente na forma de hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica. Por outro lado, sinais de virilização, como aumento da massa muscular, redução das mamas, engrossamento da voz e clito-romegalia, não são típicos da SOP . A virilização reflete níveis androgênicos elevados e exige investigação imediata para ve-rificar a presença de tumores produtores de androgênios no ovário ou na glândula suprarrenal.
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Não é uma doença, e sim uma manifestação de hiperandrogenemia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aosandrogênios circulantes. Trata-se de um problema clínico comum que afeta certa de 10% das mulheres na pré-menopausa. Seutratamento depende da etiologia, representada pela síndrome dos ovários policísticos (SOP) em pelo menos 70% dos casos. Outrosdistúrbios funcionais relativamente frequentes são o hirsutismo idiopático, o hiperandrogenismo idiopático e a forma não clássica dadeficiência de CYP21A2. Nesses casos, o tratamento inclui modificações no estilo de vida, visando a um adequado controleponderal, tratamentos cosméticos e farmacoterapia, cuja opção de escolha são os anticoncepcionais orais (ACo). Medicamentosantiandrogênicos são associados nos casos mais graves ou diante de resposta insatisfatória aos ACo. Muito raramente, tumoresovarianos ou adrenais secretores de androgênios são a causa do hirsutismo, o qual, nessa situação, não tem relação com o início dapuberdade (como a SOP), tem rápida progressão e, geralmente, associa-se a sinais de virilização e/ou marcante elevação dos níveisde testosterona (geralmente > 200 ng/dℓ). --- Finalmente, há algumas evidências que pacientes com SOP com ciclos menstruais irregulares podem desenvolver ciclos regulares à medida que o tempo passa. A redução da coorte de folículos antrais à medida que as mulheres entram na faixa dos 30 e 40 anos de idade, pode levar à diminuição simultânea na produção androgênica (Elting, 2000). ■ HiperandrogenismoO hiperandrogenismo em geral se manifesta clinicamente na forma de hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica. Por outro lado, sinais de virilização, como aumento da massa muscular, redução das mamas, engrossamento da voz e clito-romegalia, não são típicos da SOP . A virilização reflete níveis androgênicos elevados e exige investigação imediata para ve-rificar a presença de tumores produtores de androgênios no ovário ou na glândula suprarrenal.
TRATAMENTOA escolha do tratamento para cada sintoma de SOP depen-de dos objetivos da paciente e da gravidade da disfunção en-dócrina. Portanto, o tratamento de mulheres anovulatórias que desejam engravidar deve ser significativamente diferente do tratamento de adolescentes com irregularidade menstrual e acne. As pacientes frequentemente buscam tratamento em razão de uma queixa singular e é possível que consulte vários especialistas, como dermatologista, nutricionista, esteticista e endocrinologista, antes de consultar o ginecologista. ■ ObservaçãoMulheres portadoras de SOP com intervalos cíclicos regulares (8 a 12 menstruações por ano) e hiperandrogenismo brando preferem não fazer nenhum tipo de tratamento. Entretanto, é prudente fazer rastreamento periódico nessas mulheres para dislipidemia e diabetes melito. --- Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais. Por se tratar de uma síndrome, não é possível um tratamento específico para a SOP. Deve-se, pois, levar emconsideração o desejo da paciente em relação à fertilidade por um lado, e o tratamento das característicasfundamentais da síndrome (hiperandrogenismo e distúrbios menstruais) por outro, uma vez que esses tratamentos sãoexcludentes. Deve-se também objetivar o combate à obesidade e aos distúrbios metabólicos, bem como a prevenção dahiperplasia e do carcinoma endometriais. 3. 4. 5. 6. --- 4. 5. 6. 7. (estradiol, 17α-estradiol e 17β-estradiol), estrógenos sintéticos (valerato de estradiol, etinilestradiol) e progestógenos (acetato demedroxiprogesterona, levonorgestrel, desogestrel e progesterona micronizada). 3,24 O início do tratamento é semelhante ao dasmeninas com RCCP: os mais utilizados são os estrógenos conjugados (0,15 a 0,30 mg/dia) por 1 a 2 anos, com aumentosprogressivos, sendo a dose final de manutenção de 0,625 mg/dia. A associação a acetato de medroxiprogesterona, na dose de 5 a10 mg/dia, ou progesterona micronizada na dose de 200 mg/dia, do 1 o ao 12 o dia do mês, é indicada nessas pacientes parainduzir ciclos menstruais.1,3,24,56No Quadro 20.7 encontram-se as opções de estrógenos disponíveis para reposição hormonal. Todos estão disponíveis emnosso meio. Quadro 20.7 Estrógenos disponíveis para terapia de reposição hormonal. --- Não é uma doença, e sim uma manifestação de hiperandrogenemia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aosandrogênios circulantes. Trata-se de um problema clínico comum que afeta certa de 10% das mulheres na pré-menopausa. Seutratamento depende da etiologia, representada pela síndrome dos ovários policísticos (SOP) em pelo menos 70% dos casos. Outrosdistúrbios funcionais relativamente frequentes são o hirsutismo idiopático, o hiperandrogenismo idiopático e a forma não clássica dadeficiência de CYP21A2. Nesses casos, o tratamento inclui modificações no estilo de vida, visando a um adequado controleponderal, tratamentos cosméticos e farmacoterapia, cuja opção de escolha são os anticoncepcionais orais (ACo). Medicamentosantiandrogênicos são associados nos casos mais graves ou diante de resposta insatisfatória aos ACo. Muito raramente, tumoresovarianos ou adrenais secretores de androgênios são a causa do hirsutismo, o qual, nessa situação, não tem relação com o início dapuberdade (como a SOP), tem rápida progressão e, geralmente, associa-se a sinais de virilização e/ou marcante elevação dos níveisde testosterona (geralmente > 200 ng/dℓ). --- Finalmente, há algumas evidências que pacientes com SOP com ciclos menstruais irregulares podem desenvolver ciclos regulares à medida que o tempo passa. A redução da coorte de folículos antrais à medida que as mulheres entram na faixa dos 30 e 40 anos de idade, pode levar à diminuição simultânea na produção androgênica (Elting, 2000). ■ HiperandrogenismoO hiperandrogenismo em geral se manifesta clinicamente na forma de hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica. Por outro lado, sinais de virilização, como aumento da massa muscular, redução das mamas, engrossamento da voz e clito-romegalia, não são típicos da SOP . A virilização reflete níveis androgênicos elevados e exige investigação imediata para ve-rificar a presença de tumores produtores de androgênios no ovário ou na glândula suprarrenal.
{"justificativa": "O contexto aborda o tratamento da síndrome dos ovários policísticos (SOP), mencionando opções de tratamento, suas indicações e a variabilidade nas abordagens, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre alternativas ao tratamento atual. As informações apresentadas ajudam a entender a complexidade do tratamento da SOP e sugerem que existem outras opções de tratamento além de Yasmin, o que é exatamente a dúvida levantada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute opções de tratamento para a síndrome dos ovários policísticos (SOP) e destaca a importância de personalizar o tratamento conforme os objetivos da paciente. Embora mencione tratamentos, não fornece informações específicas sobre alternativas ao Yasmin, que é o que a pergunta solicita, resultando em relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisa o tratamento de SOP, detalhando diferentes abordagens terapêuticas e a importância de considerar os objetivos da paciente. Isso é altamente relevante para a pergunta do usuário, que busca alternativas ao tratamento atual. Embora o documento não mencione diretamente novas opções específicas, ele fornece um contexto valioso sobre a variabilidade do tratamento da SOP, que pode guiar a discussão sobre outras abordagens.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o tratamento da síndrome dos ovários policísticos (SOP) e menciona a importância de considerar os objetivos de tratamento da paciente, além de abordar as opções de medicamentos e a gestão dos sintomas. Isso é relevante para a pergunta do usuário, que procura alternativas ao tratamento atual com Yasmin. No entanto, a resposta poderia ser mais diretamente relacionada, oferecendo sugestões específicas sobre outros métodos. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute diversas abordagens de tratamento para a síndrome dos ovários policísticos (SOP), abordando as opções de medicamentos e a importância de considerar os objetivos da paciente. Isso é relevante para a pergunta do usuário, que busca alternativas ao tratamento com Yasmin. No entanto, o documento não menciona diretamente outras opções além dos anticoncepcionais, limitando um pouco a sua utilidade.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto oferece informações relevantes sobre o tratamento da síndrome dos ovários policísticos (SOP), incluindo opções de medicamentos e a consideração dos desejos da paciente em relação à fertilidade. Isso se alinha com a pergunta do usuário sobre tratamentos disponíveis, especialmente já tendo tentado outros métodos sem sucesso. Entretanto, ele não menciona diretamente alternativas além de Yasmin.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a síndrome dos ovários policísticos (SOP) e discute várias opções de tratamento, incluindo medicamentos anticoncepcionais e a importância de considerar as necessidades específicas da paciente. Isso é relevante para a pergunta do usuário, que busca alternativas ao tratamento atual com Yasmin.", "nota": 3}
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queria saber o nome do exame mais detalhado da deficiência biotinidase para fazer m meu filho para saber s ele vai precisar tomar remédio pro resto da vida
o exame da atividade da biotinidase pode ser incluído no teste do pezinho feito após o nascimento entretanto na presença de fatores de risco pode ser realizado no período prénatal através do exame das vilosidades coriônicas ou em células do líquido aminióticoa biotinidase é uma enzima responsável pela reutilização da biotina no organismo a falta dessa enzima pode causar importantes repercussões no metabolismo das gorduras carboidratos e proteínas levando a problemas graves na saúde da criançano adulto a suplementação com biotina melhora a saúde dos cabelos unhas e pele
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
1. O pediatra suspeita de qual dos seguintes compostos como o possível relacionado coma condição do menino?A Ácido fólicoB Ácido retinoicoC CocaínaD TalidomidaE Álcool2. O distúrbio, que está por trás desta condição, está presente em qual classe demoléculas?A Genes HoxB Genes PaxC Fatores regulatórios miogênicosD Fator de crescimento de fibroblastoE Proteínas HedgehogA epiderme começa como uma camada simples de ectoderme, à qual é acrescentada umacamada simples superficial de células peridérmicas. À medida que se acrescentammais camadas, três tipos de células migram de outras fontes: (1) melanoblastos(células de pigmento) da crista neural, (2) células de Langerhans (células imunes) deprecursores da medula óssea, e (3) células de Merkel (mecanorreceptores) da cristaneural. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc. --- Diabetes tipo 1 (destruição das células beta, em gerallevando à deficiência absoluta de insulina)AutoimuneIdiopáticoDiabetes tipo 2 (pode variar de predominância deresistência insulínica com relativa deficiência deinsulina à predominância de um defeito secretório dascélulas beta, associado à resistência insulínica)Outros tipos específicos (continuação)Induzida por medicamentos ou produtos químicosVacorPentamidina■■■■■■■■°■■■■■°°°°°°°°°■■■■■■■■■■■■■■■■■■■°■■■°■■■°■■■■■■■■■■■•Outros tipos específicosDefeitos genéticos da função da célula betaCromossomo 12, HNF-1α (MODY 3)Cromossomo 7, glicoquinase (MODY 2)Cromossomo 20, HNF-4α (MODY 1)Cromossomo 13, fator promotor da insulina-1 (IPF-1;MODY 4)Cromossomo 17, HNF-1β (MODY 5)Cromossomo 2, NeuroD1 (MODY 6)DNA mitocondrialOutrosDefeitos genéticos na ação da insulinaResistência insulínica tipo ALeprechaunismoSíndrome de Rabson-MendehallDiabetes lipoatróficoOutrosDoenças do pâncreas exócrinoPancreatiteTraumatismoNeoplasiaFibrose císticaHemocromatosePancreatopatia fibrocalculosaOutrosEndocrinopatiasAcromegaliaSíndrome de CushingGlucagonomaFeocromocitomaHipertireoidismoSomatostatinomaAldosteronomaOutrosÁcido nicotínicoGlicocorticoidesHormônios tireoidianosDiazóxidoAgonistas beta-adrenérgicosTiazídicosFenitoínaInterferon-αInibidores de proteaseAntipsicóticos atípicosEstatinas etc. --- TeratógenoMalformações congênitasAgentes infecciososVírus da rubéolaCatarata, glaucoma, defeitos cardíacos, perda auditiva, anomalias nos dentesCitomegalovírusMicrocefalia, comprometimento visual, retardo mental, morte fetalHerpes-vírus simples (HSV)Microftalmia, microcefalia, displasia da retinaVírus varicelaCicatrizes na pele, hipoplasia dos membros, retardo mental, atrofia muscularToxoplasmoseHidrocefalia, calcificações cerebrais, microftalmiaSífilisRetardo mental, perda auditivaAgentes físicosRaios XMicrocefalia, espinha bífida, fenda palatina, defeitos nos membrosHipertermiaAnencefalia, espinha bífida, retardo mentalDefeitos nos membros, malformações cardíacasAminopterinaAnencefalia, hidrocefalia, fendas labial e palatinaDifenil-hidantoína (fenitoína)Síndrome da hidantoína fetal: defeitos faciais, retardo mentalÁcido valproicoDefeitos do tubo neural; anomalias cardíacas, craniofaciais e nos membrosTrimetadionaFenda palatina, defeitos cardíacos, anomalias urogenitais e esqueléticasTopiramatoFendas labial e/ou palatinaLítioMalformações cardíacasISRSsMalformações cardíacas, defeitos no tubo neural, atresia anal, fendas faciais e muitosoutros defeitosOpioides (codeína, hidrocodona e oxicodona)Defeitos no tubo neural, cardiopatia e gastrosquiseAnfetaminasFendas labial e palatina, defeitos cardíacosVarfarinaAnomalias esqueléticas (hipoplasia nasal, epífises pontilhadas)Inibidores da ECARetardo do crescimento, morte fetalMicofenolato de mofetilaFendas labial e palatina, defeitos cardíacos, microtia, microcefaliaÁlcoolSAF, fissuras palpebrais curtas, hipoplasia maxilar, defeitos cardíacos, retardo mentalIsotretinoína (vitamina A)Embriopatia da isotretinoína: olhos pequenos e com formato anormal, hipoplasiamandibular, fenda palatina, defeitos cardíacosSolventes industriaisAborto espontâneo, prematuridade, baixo peso ao nascer, defeitos craniofaciais,cardíacos e do tubo neuralMercúrio orgânicoManifestações neurológicas semelhantes às da paralisia cerebralChumboRetardo do crescimento, transtornos neurológicosHormônios(etisterona, noretisterona)DESMalformação do útero, das tubas uterinas e da parte superior da vagina; câncer vaginal;testículos malformadosDiabetes maternaMalformações diversas; defeitos cardíacos e do tubo neural são os mais comunsObesidade maternaDefeitos do tubo neural, defeitos cardíacos, onfaloceleISRSs, inibidores seletivos da recaptação de serotonina; ECA, enzima conversora de angiotensina; SAF, síndrome alcoólicafetal; DES, dietilestilbestrol. --- Relacionadas com o LDL-cHipercolesterolemia familiarHiperlipidemia familiar combinadaApo-B100 defeituosaHipercolesterolemia autossômica recessivaSitosterolemiaXantomatose cerebrotendinosaRelacionadas com o HDL-cHipoalfalipoproteinemia familiarDeficiência familiar de apo-AIDeficiência de LCATDoença do olho de peixeDoença de TangierHiperalfalipoproteinemia (déficit de CETP)Relacionadas com os triglicerídeosHipertrigliceridemia familiarHiperquilomicronemia familiarDisbetalipoproteinemiaDeficiência da lipase hepáticaLCAT: lecitina-colesterol aciltransferase; CETP: proteína transferidora de ésteres de colesterol.
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda a deficiência biotinidase ou qualquer exame relacionado a essa condição. Em vez disso, trata de uma variedade de temas médicos e distúrbios que não se conectam com a pergunta do usuário sobre exames específicos para a deficiência biotinidase. Assim, as informações fornecidas são totalmente irrelevantes para a questão.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido não contém informações diretas sobre a deficiência biotinidase ou os exames associados a ela. As informações são sobre diversas condições médicas, mas não abordam o tema da pergunta do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda a deficiência biotinidase ou exames relacionados a ela. Ele contém informações sobre diversas condições médicas e aspectos genéticos, mas nada que ajude a responder diretamente à pergunta sobre o exame específico que o usuário deseja. Portanto, sua relevância é muito baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda informações relacionadas à deficiência biotinidase ou ao exame específico que o usuário deseja saber. Ele contém informações sobre outras condições, doenças e elementos genéticos que não são pertinentes à questão.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto fornecido não tem relação direta com a deficiência biotinidase ou com exames específicos relacionados a essa condição. As informações contidas são sobre várias doenças, condições médicas e agentes teratogênicos, mas não abordam exames ou tratamentos para a deficiência biotinidase, que é o foco da pergunta do usuário.", "nota": 1} ```
```json {"justificativa": "O contexto apresentado não contém informações relevantes sobre a deficiência biotinidase ou exames específicos relacionados, focando em outros tópicos médicos, como diabetes, teratogênicos e distúrbios cromossômicos. Portanto, não ajuda a responder a pergunta do usuário.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente a deficiência biotinidase ou exames relacionados a ela. As informações contêm tópicos variados sobre distúrbios médicos, mas não são úteis para a pergunta específica sobre um exame para deficiência biotinidase.", "nota": 1}
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meu gato arranhou uma pessoa que tem aids se eld arranha outra pessoa ela pode pegar
depende da profundidade da lesão ocasionada pelo arranhãocomo também da imunidade da segunda pessoa que sofreu a arranhaduradaí a chance aumenta de transmitir o virus hiv se a lesão for profunda e a imunidade estiver baixa
•••Figura 62.21 Quadro de estiomene (elefantíase, fístulas e retrações) na vulva. Representa a fase genitorretalcrônica do linfogranuloma venéreo. Diagnóstico laboratorialO diagnóstico é feito em bases clínicas, mas a comprovação pode ser com exame direto por coloração deGiemsa ou Papanicolaou, detecção de C. trachomatis por ELISA, imunofluorescência, biologia molecular (PCR,captura híbrida) de materiais coletados das lesões ou do bubão (Tabela 62.7). A sorologia terá importância se otítulo for maior ou igual a 1:32. Tratamento e controle de curaO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.8. ComplicaçõesO tratamento inadequado facilita as manifestações tardias, estiomene, ulceração vulvar, retite estenosante,elefantíase da vulva, pênis, escroto e períneo. Diagnóstico diferencialDeve-se considerar principalmente: cancro mole, sífilis, tuberculose ganglionar/vulvar, doença da arranhadurado gato (linforreticulose benigna) e doença de Hodgkin. --- Vírus da imunodeficiência humanaO vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome daimunodeficiência adquirida (AIDS). Existeminformações conflitantes sobre os efeitos fetais da infecção intrauterina por HIV. Os defeitos congênitos relatadosincluem falha de crescimento, microcefalia e aspectos craniofaciais específicos. A maioria dos casos de transmissãodo vírus da mãe para o feto provavelmente ocorre no momento de parto. O aleitamento aumenta o risco detransmissão do vírus ao recém-nascido. A prevenção da transmissão do vírus para mulheres e seus bebês éimportante devido aos potenciais efeitos negativos da doença. ToxoplasmoseO toxoplasma gondii é um parasita intracelular que recebeu seu nome devido ao Ctenodactylus gundi, um roedor donorte da África no qual o organismo foi detectado pela primeira vez. Esse parasita pode ser encontrado na correnteEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Causas adquiridasAtrofia adrenal “idiopática” (adrenalite autoimune)Doenças granulomatosas: tuberculose, sarcoidose, hanseníaseMicoses: paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose, coccidioidomicose, blastomicose norte-americanaetc. Doenças virais: AIDS, citomegaloviroseFármacos: cetoconazol, mitotano, etomidato, aminoglutetimida, trilostano, rifampicina, fenobarbital, suramina,ciproterona etc. Doenças infiltrativo-neoplásicas: metástases (pulmão, mama, rim, melanoma), linfomasDoenças infiltrativo-metabólicas: hemocromatose, amiloidoseHemorragia adrenal: traumatismo, cirurgia, uso de anticoagulantes, síndrome antifosfolipídica primária,septicemia, metástases, trauma ao nascimento etc. --- Referências1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Mother-to-child transmission of HIV [Internet]. Genebra: OMS; 2016. [cited 2018 Jan 3]. Available from: <http://www.who.int/hiv/topics/mtct/about/en/#>2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. 2ª ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017. --- 24. Panel on Antiretroviral Guidelines for Adults and Adolescents. Guidelines for the Use of Antiretroviral Agents in Adults and Adolescents Living with HIV. Department of Health and Human Services [Internet]. [cited 2018 Jan. 17]. Available from: http:// www. aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/AdultandAdolescentGL.pdf25. Duarte G, Figueiró-Filho EA, El Beitune P , Quintana SM, Marcolin AC, Yano RK, et al. Controle de polidr?mnio Recorrente em gestante portadora do HIV-1. Relato de caso. Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(3):241–5. 26. Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations for the prevention and treatment of postpartum hemorrhage. Genebra: OMS; 2012. 32HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018
TERAPEUTA: Como você estava se sentindo?PACIENTE: Aflita... ansiosa. TERAPEUTA: Enquanto pensava sobre isso ontem à noite, o que estava passando pela suacabeça?PACIENTE: O que é que eu vou fazer? Eu não sei nem mesmo por onde começar. TERAPEUTA: [procurando ter uma visão mais ampla; identificando se havia outro pensamentoautomático importante] O que mais estava passando pela sua cabeça?PACIENTE: Eu estava me sentindo esgotada. Eu não sabia o que fazer primeiro, se deveria ir atéuma imobiliária, ou se deveria procurar na internet. TERAPEUTA: [investigando pensamentos adicionais] Você estava tendo algum pensamentosobre a sua colega de quarto?PACIENTE: Não, na verdade não. Ela disse que ajudaria quando voltasse. Disse que até lá eunão precisava começar a procurar. TERAPEUTA: Você estava fazendo alguma previsão?PACIENTE: Eu não sei. --- TERAPEUTA: E como você estava se sentindo emocionalmente?PACIENTE: Eu senti como se ele realmente não quisesse falar comigo, como se nem seimportasse por eu ligar ou não. TERAPEUTA: Então, quando você teve os pensamentos “Ele realmente não quer conversar. Elenem se importa que eu liguei” como você se sentiu emocionalmente? Triste? Irritada? Algumaoutra coisa?Em outra sessão, considerei a confusão importante porque eu queria ensinar a Sally comoavaliar seus pensamentos usando o Registro de Pensamentos (página 216). Deliberadamente,decidi discriminar os dois, julgando ser importante fazer isso naquele momento e que oandamento da sessão não seria interrompido indevidamente e dados importantes não seriamesquecidos. TERAPEUTA: Houve alguma vez durante esta semana em que você pensou em sair para daruma caminhada?PACIENTE: Sim, algumas vezes. TERAPEUTA: Consegue se lembrar de uma vez especificamente?PACIENTE: Ontem à noite, após o jantar, eu estava limpando... Eu não sei. --- TERAPEUTA: Esse seria um experimento interessante – pedir ajuda para decidir sobre aespecialização a uma pessoa cuja função é ajudar os alunos a tomar esses tipos de decisões. PACIENTE: É verdade... TERAPEUTA: Então você poderia matar dois coelhos com uma cajadada – testar a crença deque você seria menosprezada e receber orientação para um problema que você tem na vidareal. PACIENTE: Acho que eu poderia. --- TERAPEUTA: (notando que, de repente, a paciente parece abatida) O que está passando pela suacabeça agora?PACIENTE: Sinto um desânimo! Eu nunca vou conseguir fazer isso. Já tentei antes. (Parecebrava) Todos os meus outros terapeutas já tentaram isso também. Mas estou lhe dizendo, eusimplesmente não consigo fazer isso! Não vai dar certo!A partir da mudança repentina no afeto negativo da paciente, levantei a hipótese de que umacrença nuclear tinha sido ativada. Reconheço que continuar na mesma linha, a essa altura,provavelmente seria contraprodutivo. Em vez de redirecionar o foco para o problema, decidoreparar a aliança terapêutica, investigando os pensamentos automáticos de raiva da paciente(“Quando perguntei como você poderia conhecer mais pessoas nesta semana, o que passou pelasua cabeça?”) e depois a ajudando a avaliar esses pensamentos. Posteriormente, dou a ela aopção de retornar a esse item da pauta:TERAPEUTA: Fico contente em saber que você entende que eu não tinha a intenção de obrigá-la a fazer coisas para as quais não está pronta. Agora, você gostaria de voltar ao tópico deconhecer novas pessoas, ou devemos voltar a isso em outro momento [em outra sessão] epassar para o problema que você teve nesta semana com sua amiga Elise?Em resumo, no início do tratamento, você pode tender a guiar a discussão para longe deproblemas que você dificilmente terá sucesso em resolver ou que resolverá apenas de formaparcial (se o paciente concordar em adiar a discussão sobre esses problemas). Em qualquer pontodo tratamento, você pode evitar focar em problemas que o paciente pode resolver sozinho, emque ele não quer trabalhar ou que não sejam particularmente angustiantes para ele. --- TERAPEUTA: Então você conseguiu modificar essa velha ideia de não ser merecedor de amor?PACIENTE: Um pouco. TERAPEUTA: Certo. Então, o que aprendeu na terapia que você poderá fazer para reduzir aindamais essa ideia de não ser merecedor de amor e fortalecer a ideia de que você é merecedor deamor?PACIENTE: Um Registro de Pensamentos poderia ajudar. E sei que as minhas anotações daterapia têm muito disso. Eu deveria ter voltado e relido as anotações. TERAPEUTA: O que você acha agora?PACIENTE: Bem, se isso ajudou antes, deverá ajudar de novo. TERAPEUTA: O que o impediria de ir para casa e trabalhar nisso pelos próximos dois dias?PACIENTE: Nada. Eu vou fazer isso. Acho que provavelmente vai ajudar. TERAPEUTA: E o pensamento “Isso não vai me ajudar” poderia surgir de novo na próxima vezem que estiver com dificuldades?PACIENTE: Poderia.
•••Figura 62.21 Quadro de estiomene (elefantíase, fístulas e retrações) na vulva. Representa a fase genitorretalcrônica do linfogranuloma venéreo. Diagnóstico laboratorialO diagnóstico é feito em bases clínicas, mas a comprovação pode ser com exame direto por coloração deGiemsa ou Papanicolaou, detecção de C. trachomatis por ELISA, imunofluorescência, biologia molecular (PCR,captura híbrida) de materiais coletados das lesões ou do bubão (Tabela 62.7). A sorologia terá importância se otítulo for maior ou igual a 1:32. Tratamento e controle de curaO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.8. ComplicaçõesO tratamento inadequado facilita as manifestações tardias, estiomene, ulceração vulvar, retite estenosante,elefantíase da vulva, pênis, escroto e períneo. Diagnóstico diferencialDeve-se considerar principalmente: cancro mole, sífilis, tuberculose ganglionar/vulvar, doença da arranhadurado gato (linforreticulose benigna) e doença de Hodgkin. --- Vírus da imunodeficiência humanaO vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome daimunodeficiência adquirida (AIDS). Existeminformações conflitantes sobre os efeitos fetais da infecção intrauterina por HIV. Os defeitos congênitos relatadosincluem falha de crescimento, microcefalia e aspectos craniofaciais específicos. A maioria dos casos de transmissãodo vírus da mãe para o feto provavelmente ocorre no momento de parto. O aleitamento aumenta o risco detransmissão do vírus ao recém-nascido. A prevenção da transmissão do vírus para mulheres e seus bebês éimportante devido aos potenciais efeitos negativos da doença. ToxoplasmoseO toxoplasma gondii é um parasita intracelular que recebeu seu nome devido ao Ctenodactylus gundi, um roedor donorte da África no qual o organismo foi detectado pela primeira vez. Esse parasita pode ser encontrado na correnteEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Causas adquiridasAtrofia adrenal “idiopática” (adrenalite autoimune)Doenças granulomatosas: tuberculose, sarcoidose, hanseníaseMicoses: paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose, coccidioidomicose, blastomicose norte-americanaetc. Doenças virais: AIDS, citomegaloviroseFármacos: cetoconazol, mitotano, etomidato, aminoglutetimida, trilostano, rifampicina, fenobarbital, suramina,ciproterona etc. Doenças infiltrativo-neoplásicas: metástases (pulmão, mama, rim, melanoma), linfomasDoenças infiltrativo-metabólicas: hemocromatose, amiloidoseHemorragia adrenal: traumatismo, cirurgia, uso de anticoagulantes, síndrome antifosfolipídica primária,septicemia, metástases, trauma ao nascimento etc. --- Referências1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Mother-to-child transmission of HIV [Internet]. Genebra: OMS; 2016. [cited 2018 Jan 3]. Available from: <http://www.who.int/hiv/topics/mtct/about/en/#>2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. 2ª ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017. --- 24. Panel on Antiretroviral Guidelines for Adults and Adolescents. Guidelines for the Use of Antiretroviral Agents in Adults and Adolescents Living with HIV. Department of Health and Human Services [Internet]. [cited 2018 Jan. 17]. Available from: http:// www. aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/AdultandAdolescentGL.pdf25. Duarte G, Figueiró-Filho EA, El Beitune P , Quintana SM, Marcolin AC, Yano RK, et al. Controle de polidr?mnio Recorrente em gestante portadora do HIV-1. Relato de caso. Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(3):241–5. 26. Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations for the prevention and treatment of postpartum hemorrhage. Genebra: OMS; 2012. 32HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018
•••Figura 62.21 Quadro de estiomene (elefantíase, fístulas e retrações) na vulva. Representa a fase genitorretalcrônica do linfogranuloma venéreo. Diagnóstico laboratorialO diagnóstico é feito em bases clínicas, mas a comprovação pode ser com exame direto por coloração deGiemsa ou Papanicolaou, detecção de C. trachomatis por ELISA, imunofluorescência, biologia molecular (PCR,captura híbrida) de materiais coletados das lesões ou do bubão (Tabela 62.7). A sorologia terá importância se otítulo for maior ou igual a 1:32. Tratamento e controle de curaO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.8. ComplicaçõesO tratamento inadequado facilita as manifestações tardias, estiomene, ulceração vulvar, retite estenosante,elefantíase da vulva, pênis, escroto e períneo. Diagnóstico diferencialDeve-se considerar principalmente: cancro mole, sífilis, tuberculose ganglionar/vulvar, doença da arranhadurado gato (linforreticulose benigna) e doença de Hodgkin. --- Vírus da imunodeficiência humanaO vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome daimunodeficiência adquirida (AIDS). Existeminformações conflitantes sobre os efeitos fetais da infecção intrauterina por HIV. Os defeitos congênitos relatadosincluem falha de crescimento, microcefalia e aspectos craniofaciais específicos. A maioria dos casos de transmissãodo vírus da mãe para o feto provavelmente ocorre no momento de parto. O aleitamento aumenta o risco detransmissão do vírus ao recém-nascido. A prevenção da transmissão do vírus para mulheres e seus bebês éimportante devido aos potenciais efeitos negativos da doença. ToxoplasmoseO toxoplasma gondii é um parasita intracelular que recebeu seu nome devido ao Ctenodactylus gundi, um roedor donorte da África no qual o organismo foi detectado pela primeira vez. Esse parasita pode ser encontrado na correnteEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Causas adquiridasAtrofia adrenal “idiopática” (adrenalite autoimune)Doenças granulomatosas: tuberculose, sarcoidose, hanseníaseMicoses: paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose, coccidioidomicose, blastomicose norte-americanaetc. Doenças virais: AIDS, citomegaloviroseFármacos: cetoconazol, mitotano, etomidato, aminoglutetimida, trilostano, rifampicina, fenobarbital, suramina,ciproterona etc. Doenças infiltrativo-neoplásicas: metástases (pulmão, mama, rim, melanoma), linfomasDoenças infiltrativo-metabólicas: hemocromatose, amiloidoseHemorragia adrenal: traumatismo, cirurgia, uso de anticoagulantes, síndrome antifosfolipídica primária,septicemia, metástases, trauma ao nascimento etc. --- Referências1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Mother-to-child transmission of HIV [Internet]. Genebra: OMS; 2016. [cited 2018 Jan 3]. Available from: <http://www.who.int/hiv/topics/mtct/about/en/#>2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. 2ª ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017. --- 24. Panel on Antiretroviral Guidelines for Adults and Adolescents. Guidelines for the Use of Antiretroviral Agents in Adults and Adolescents Living with HIV. Department of Health and Human Services [Internet]. [cited 2018 Jan. 17]. Available from: http:// www. aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/AdultandAdolescentGL.pdf25. Duarte G, Figueiró-Filho EA, El Beitune P , Quintana SM, Marcolin AC, Yano RK, et al. Controle de polidr?mnio Recorrente em gestante portadora do HIV-1. Relato de caso. Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(3):241–5. 26. Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations for the prevention and treatment of postpartum hemorrhage. Genebra: OMS; 2012. 32HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018
•••Figura 62.21 Quadro de estiomene (elefantíase, fístulas e retrações) na vulva. Representa a fase genitorretalcrônica do linfogranuloma venéreo. Diagnóstico laboratorialO diagnóstico é feito em bases clínicas, mas a comprovação pode ser com exame direto por coloração deGiemsa ou Papanicolaou, detecção de C. trachomatis por ELISA, imunofluorescência, biologia molecular (PCR,captura híbrida) de materiais coletados das lesões ou do bubão (Tabela 62.7). A sorologia terá importância se otítulo for maior ou igual a 1:32. Tratamento e controle de curaO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.8. ComplicaçõesO tratamento inadequado facilita as manifestações tardias, estiomene, ulceração vulvar, retite estenosante,elefantíase da vulva, pênis, escroto e períneo. Diagnóstico diferencialDeve-se considerar principalmente: cancro mole, sífilis, tuberculose ganglionar/vulvar, doença da arranhadurado gato (linforreticulose benigna) e doença de Hodgkin. --- Vírus da imunodeficiência humanaO vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome daimunodeficiência adquirida (AIDS). Existeminformações conflitantes sobre os efeitos fetais da infecção intrauterina por HIV. Os defeitos congênitos relatadosincluem falha de crescimento, microcefalia e aspectos craniofaciais específicos. A maioria dos casos de transmissãodo vírus da mãe para o feto provavelmente ocorre no momento de parto. O aleitamento aumenta o risco detransmissão do vírus ao recém-nascido. A prevenção da transmissão do vírus para mulheres e seus bebês éimportante devido aos potenciais efeitos negativos da doença. ToxoplasmoseO toxoplasma gondii é um parasita intracelular que recebeu seu nome devido ao Ctenodactylus gundi, um roedor donorte da África no qual o organismo foi detectado pela primeira vez. Esse parasita pode ser encontrado na correnteEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Causas adquiridasAtrofia adrenal “idiopática” (adrenalite autoimune)Doenças granulomatosas: tuberculose, sarcoidose, hanseníaseMicoses: paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose, coccidioidomicose, blastomicose norte-americanaetc. Doenças virais: AIDS, citomegaloviroseFármacos: cetoconazol, mitotano, etomidato, aminoglutetimida, trilostano, rifampicina, fenobarbital, suramina,ciproterona etc. Doenças infiltrativo-neoplásicas: metástases (pulmão, mama, rim, melanoma), linfomasDoenças infiltrativo-metabólicas: hemocromatose, amiloidoseHemorragia adrenal: traumatismo, cirurgia, uso de anticoagulantes, síndrome antifosfolipídica primária,septicemia, metástases, trauma ao nascimento etc. --- Referências1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Mother-to-child transmission of HIV [Internet]. Genebra: OMS; 2016. [cited 2018 Jan 3]. Available from: <http://www.who.int/hiv/topics/mtct/about/en/#>2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. 2ª ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017. --- 24. Panel on Antiretroviral Guidelines for Adults and Adolescents. Guidelines for the Use of Antiretroviral Agents in Adults and Adolescents Living with HIV. Department of Health and Human Services [Internet]. [cited 2018 Jan. 17]. Available from: http:// www. aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/AdultandAdolescentGL.pdf25. Duarte G, Figueiró-Filho EA, El Beitune P , Quintana SM, Marcolin AC, Yano RK, et al. Controle de polidr?mnio Recorrente em gestante portadora do HIV-1. Relato de caso. Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(3):241–5. 26. Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations for the prevention and treatment of postpartum hemorrhage. Genebra: OMS; 2012. 32HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018
•••Figura 62.21 Quadro de estiomene (elefantíase, fístulas e retrações) na vulva. Representa a fase genitorretalcrônica do linfogranuloma venéreo. Diagnóstico laboratorialO diagnóstico é feito em bases clínicas, mas a comprovação pode ser com exame direto por coloração deGiemsa ou Papanicolaou, detecção de C. trachomatis por ELISA, imunofluorescência, biologia molecular (PCR,captura híbrida) de materiais coletados das lesões ou do bubão (Tabela 62.7). A sorologia terá importância se otítulo for maior ou igual a 1:32. Tratamento e controle de curaO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.8. ComplicaçõesO tratamento inadequado facilita as manifestações tardias, estiomene, ulceração vulvar, retite estenosante,elefantíase da vulva, pênis, escroto e períneo. Diagnóstico diferencialDeve-se considerar principalmente: cancro mole, sífilis, tuberculose ganglionar/vulvar, doença da arranhadurado gato (linforreticulose benigna) e doença de Hodgkin. --- Vírus da imunodeficiência humanaO vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome daimunodeficiência adquirida (AIDS). Existeminformações conflitantes sobre os efeitos fetais da infecção intrauterina por HIV. Os defeitos congênitos relatadosincluem falha de crescimento, microcefalia e aspectos craniofaciais específicos. A maioria dos casos de transmissãodo vírus da mãe para o feto provavelmente ocorre no momento de parto. O aleitamento aumenta o risco detransmissão do vírus ao recém-nascido. A prevenção da transmissão do vírus para mulheres e seus bebês éimportante devido aos potenciais efeitos negativos da doença. ToxoplasmoseO toxoplasma gondii é um parasita intracelular que recebeu seu nome devido ao Ctenodactylus gundi, um roedor donorte da África no qual o organismo foi detectado pela primeira vez. Esse parasita pode ser encontrado na correnteEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Causas adquiridasAtrofia adrenal “idiopática” (adrenalite autoimune)Doenças granulomatosas: tuberculose, sarcoidose, hanseníaseMicoses: paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose, coccidioidomicose, blastomicose norte-americanaetc. Doenças virais: AIDS, citomegaloviroseFármacos: cetoconazol, mitotano, etomidato, aminoglutetimida, trilostano, rifampicina, fenobarbital, suramina,ciproterona etc. Doenças infiltrativo-neoplásicas: metástases (pulmão, mama, rim, melanoma), linfomasDoenças infiltrativo-metabólicas: hemocromatose, amiloidoseHemorragia adrenal: traumatismo, cirurgia, uso de anticoagulantes, síndrome antifosfolipídica primária,septicemia, metástases, trauma ao nascimento etc. --- Referências1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Mother-to-child transmission of HIV [Internet]. Genebra: OMS; 2016. [cited 2018 Jan 3]. Available from: <http://www.who.int/hiv/topics/mtct/about/en/#>2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. 2ª ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017. --- 24. Panel on Antiretroviral Guidelines for Adults and Adolescents. Guidelines for the Use of Antiretroviral Agents in Adults and Adolescents Living with HIV. Department of Health and Human Services [Internet]. [cited 2018 Jan. 17]. Available from: http:// www. aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/AdultandAdolescentGL.pdf25. Duarte G, Figueiró-Filho EA, El Beitune P , Quintana SM, Marcolin AC, Yano RK, et al. Controle de polidr?mnio Recorrente em gestante portadora do HIV-1. Relato de caso. Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(3):241–5. 26. Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations for the prevention and treatment of postpartum hemorrhage. Genebra: OMS; 2012. 32HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018
•••Figura 62.21 Quadro de estiomene (elefantíase, fístulas e retrações) na vulva. Representa a fase genitorretalcrônica do linfogranuloma venéreo. Diagnóstico laboratorialO diagnóstico é feito em bases clínicas, mas a comprovação pode ser com exame direto por coloração deGiemsa ou Papanicolaou, detecção de C. trachomatis por ELISA, imunofluorescência, biologia molecular (PCR,captura híbrida) de materiais coletados das lesões ou do bubão (Tabela 62.7). A sorologia terá importância se otítulo for maior ou igual a 1:32. Tratamento e controle de curaO esquema terapêutico pode ser visto na Tabela 62.8. ComplicaçõesO tratamento inadequado facilita as manifestações tardias, estiomene, ulceração vulvar, retite estenosante,elefantíase da vulva, pênis, escroto e períneo. Diagnóstico diferencialDeve-se considerar principalmente: cancro mole, sífilis, tuberculose ganglionar/vulvar, doença da arranhadurado gato (linforreticulose benigna) e doença de Hodgkin. --- Vírus da imunodeficiência humanaO vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome daimunodeficiência adquirida (AIDS). Existeminformações conflitantes sobre os efeitos fetais da infecção intrauterina por HIV. Os defeitos congênitos relatadosincluem falha de crescimento, microcefalia e aspectos craniofaciais específicos. A maioria dos casos de transmissãodo vírus da mãe para o feto provavelmente ocorre no momento de parto. O aleitamento aumenta o risco detransmissão do vírus ao recém-nascido. A prevenção da transmissão do vírus para mulheres e seus bebês éimportante devido aos potenciais efeitos negativos da doença. ToxoplasmoseO toxoplasma gondii é um parasita intracelular que recebeu seu nome devido ao Ctenodactylus gundi, um roedor donorte da África no qual o organismo foi detectado pela primeira vez. Esse parasita pode ser encontrado na correnteEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Causas adquiridasAtrofia adrenal “idiopática” (adrenalite autoimune)Doenças granulomatosas: tuberculose, sarcoidose, hanseníaseMicoses: paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose, coccidioidomicose, blastomicose norte-americanaetc. Doenças virais: AIDS, citomegaloviroseFármacos: cetoconazol, mitotano, etomidato, aminoglutetimida, trilostano, rifampicina, fenobarbital, suramina,ciproterona etc. Doenças infiltrativo-neoplásicas: metástases (pulmão, mama, rim, melanoma), linfomasDoenças infiltrativo-metabólicas: hemocromatose, amiloidoseHemorragia adrenal: traumatismo, cirurgia, uso de anticoagulantes, síndrome antifosfolipídica primária,septicemia, metástases, trauma ao nascimento etc. --- Referências1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Mother-to-child transmission of HIV [Internet]. Genebra: OMS; 2016. [cited 2018 Jan 3]. Available from: <http://www.who.int/hiv/topics/mtct/about/en/#>2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. 2ª ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017. --- 24. Panel on Antiretroviral Guidelines for Adults and Adolescents. Guidelines for the Use of Antiretroviral Agents in Adults and Adolescents Living with HIV. Department of Health and Human Services [Internet]. [cited 2018 Jan. 17]. Available from: http:// www. aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/AdultandAdolescentGL.pdf25. Duarte G, Figueiró-Filho EA, El Beitune P , Quintana SM, Marcolin AC, Yano RK, et al. Controle de polidr?mnio Recorrente em gestante portadora do HIV-1. Relato de caso. Rev Bras Ginecol Obstet. 2004;26(3):241–5. 26. Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations for the prevention and treatment of postpartum hemorrhage. Genebra: OMS; 2012. 32HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações relacionadas a doenças infecciosas, como HIV e algumas complicações e diagnósticos associados. No entanto, não aborda a questão específica sobre arranhões de gatos e a transmissão do HIV, tornando-o irrelevante para a pergunta do usuário. Portanto, apesar de mencionar HIV, o contexto não responde à dúvida relativa ao risco de transmissão por arranhão.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido é totalmente irrelevante para a pergunta sobre a transmissão do vírus da AIDS. Não contém informações sobre doenças, arranhões de gatos ou qualquer questão relacionada à saúde. O conteúdo é focado na terapia e experiências emocionais de um paciente, sem conexão com o tema da pergunta.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não fornece informações diretas ou pertinentes sobre a transmissão do HIV através de arranhões de gatos ou a relação entre gatos e a AIDS. A maioria das informações aborda o diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas ao HIV e outras condições médicas, mas não aborda a questão específica do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda HIV e AIDS, mas não contém informações diretas sobre a transmissão do vírus por arranhões de gatos. A pergunta do usuário se refere à possibilidade de transmissão do HIV por contato com arranhões, o que não é discutido no documento, tornando a informação inadequada para a dúvida específica apresentada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda o HIV e sua transmissão, mas não oferece informações diretas sobre a possibilidade de transmissão do HIV através de arranhões de gatos ou interações semelhantes. A relação é muito fraca, visto que a pergunta é específica sobre uma situação de arranhadura, o que não é tratado no documento.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e a AIDS, mas não está relacionado ao comportamento do gato ou à transmissão de doenças por arranhões de animais, que é a questão principal do usuário. A relevância é bastante limitada, pois o foco está em tópicos clínicos diferentes.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado é irrelevante para a pergunta do usuário, que questiona sobre o risco de transmissão do HIV devido a um arranhão de um gato. O documento trata de diagnósticos e tratamentos de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo HIV, mas não aborda a transmissão de HIV por arranhões de animais.", "nota": 1}
11,114
sou o meu marido a tive gravidez ectopca não tomei a injeção agora estou grávida tomo antes e depois ou so depois do bebê nascer
olá como já explicado anteriormente a quantidade de sangue necessária para isoimunizar a gestante na troca maternofetal no seu caso uma gestação ectópica costuma não ser grande o suficiente em ectópicas ou abortamentos ainda assim recomendase a profilaxia nesta gestação somente lembrar antes de aderir ao uso da imunoglobulina de realizar a avaliação do sangue materno para se certificar de que não houve sensibilização falo da medida do coombs indireto exame laboratorial realizado no sangue materno que atesta se houve ou não sensibilização caso venha positivo não há indicação de uso da imunoglobulina caso negativo então seguir protocolo conforme orientação médica
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml. --- Os comprimidos devem ser tomados em dose única diária e preferencialmente de manhã em jejum (uma horaantes ou duas horas após a alimentação). Nos casos de intolerância digestiva, como náuseas, por exemplo, omedicamento pode ser tomado junto com a refeição. As gestantes estão sujeitas aos mesmos efeitos colaterais que os outros pacientes, sendo os seguintesfatores mais associados à ocorrência de efeitos colaterais “maiores”, que determinam alguma modificação notratamento:Idade (a partir da quarta década de vida)AlcoolismoDesnutriçãoDoença hepática préviaCoinfencção pelo vírus HIV. Tabela 53.1 Esquema básico de tratamento para tuberculose em adultos.
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml. --- Os comprimidos devem ser tomados em dose única diária e preferencialmente de manhã em jejum (uma horaantes ou duas horas após a alimentação). Nos casos de intolerância digestiva, como náuseas, por exemplo, omedicamento pode ser tomado junto com a refeição. As gestantes estão sujeitas aos mesmos efeitos colaterais que os outros pacientes, sendo os seguintesfatores mais associados à ocorrência de efeitos colaterais “maiores”, que determinam alguma modificação notratamento:Idade (a partir da quarta década de vida)AlcoolismoDesnutriçãoDoença hepática préviaCoinfencção pelo vírus HIV. Tabela 53.1 Esquema básico de tratamento para tuberculose em adultos.
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo? “Tive relação sexual com meu namorado sem camisinha e ele tirou fora antes de ejacular. Eu tomei a pílula, mas tive uma dúvida depois. Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo?” Sim, o efeito é o mesmo, porque a pílula normalmente age atrasando a ovulação e ejacular dentro ou fora da vagina não interfere no seu mecanismo de ação. O efeito da pílula depende principalmente do tempo que leva para tomá-la. No entanto, a ejaculação dentro da vagina, aumenta as chances de uma gravidez, porque a quantidade de espermatozoides que podem chegar até o óvulo é maior. Neste caso, é ainda mais importante o uso da pílula assim que possível após a relação desprotegida. Além disso, caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h, porque o seu efeito não permanece para uma relação posterior. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. O que pode acontecer se a pílula do dia seguinte for usada com frequência? O uso frequente da pílula do dia seguinte aumenta o risco de efeitos colaterais como: Sangramento menstrual volumoso ou longo e irregularidade do ciclo menstrual; Dor no abdome, náusea e/ou vômitos; Dor de cabeça ou tontura; Ganho de peso e elevação da pressão arterial; Aumento dos níveis de colesterol e/ou glicose no sangue; Pele e olhos amarelados; Gravidez ectópica, em caso de falha do medicamento. Por isso, para prevenir a gravidez, é recomendado consultar um ginecologista para saber os métodos contraceptivos mais indicados para você. Além disso, a forma mais eficaz de prevenir infecções sexualmente transmissíveis é pelo uso do preservativo. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml.
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo? “Tive relação sexual com meu namorado sem camisinha e ele tirou fora antes de ejacular. Eu tomei a pílula, mas tive uma dúvida depois. Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo?” Sim, o efeito é o mesmo, porque a pílula normalmente age atrasando a ovulação e ejacular dentro ou fora da vagina não interfere no seu mecanismo de ação. O efeito da pílula depende principalmente do tempo que leva para tomá-la. No entanto, a ejaculação dentro da vagina, aumenta as chances de uma gravidez, porque a quantidade de espermatozoides que podem chegar até o óvulo é maior. Neste caso, é ainda mais importante o uso da pílula assim que possível após a relação desprotegida. Além disso, caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h, porque o seu efeito não permanece para uma relação posterior. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. O que pode acontecer se a pílula do dia seguinte for usada com frequência? O uso frequente da pílula do dia seguinte aumenta o risco de efeitos colaterais como: Sangramento menstrual volumoso ou longo e irregularidade do ciclo menstrual; Dor no abdome, náusea e/ou vômitos; Dor de cabeça ou tontura; Ganho de peso e elevação da pressão arterial; Aumento dos níveis de colesterol e/ou glicose no sangue; Pele e olhos amarelados; Gravidez ectópica, em caso de falha do medicamento. Por isso, para prevenir a gravidez, é recomendado consultar um ginecologista para saber os métodos contraceptivos mais indicados para você. Além disso, a forma mais eficaz de prevenir infecções sexualmente transmissíveis é pelo uso do preservativo. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml.
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml. --- Os comprimidos devem ser tomados em dose única diária e preferencialmente de manhã em jejum (uma horaantes ou duas horas após a alimentação). Nos casos de intolerância digestiva, como náuseas, por exemplo, omedicamento pode ser tomado junto com a refeição. As gestantes estão sujeitas aos mesmos efeitos colaterais que os outros pacientes, sendo os seguintesfatores mais associados à ocorrência de efeitos colaterais “maiores”, que determinam alguma modificação notratamento:Idade (a partir da quarta década de vida)AlcoolismoDesnutriçãoDoença hepática préviaCoinfencção pelo vírus HIV. Tabela 53.1 Esquema básico de tratamento para tuberculose em adultos.
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml. --- Os comprimidos devem ser tomados em dose única diária e preferencialmente de manhã em jejum (uma horaantes ou duas horas após a alimentação). Nos casos de intolerância digestiva, como náuseas, por exemplo, omedicamento pode ser tomado junto com a refeição. As gestantes estão sujeitas aos mesmos efeitos colaterais que os outros pacientes, sendo os seguintesfatores mais associados à ocorrência de efeitos colaterais “maiores”, que determinam alguma modificação notratamento:Idade (a partir da quarta década de vida)AlcoolismoDesnutriçãoDoença hepática préviaCoinfencção pelo vírus HIV. Tabela 53.1 Esquema básico de tratamento para tuberculose em adultos.
8. Ela provavelmente tomou clomifeno para a estimulação da ovulação. O nascimento desete gêmeos naturais quase nunca é visto. 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro. 10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos. Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu. Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna. 6. Tecidos trofoblásticos. --- ■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez. --- PÓS-OPERATÓRIONos realizados para gravidez ectópica, a sal-pingectomia e a salpingostomia representam a interrupção da gestação. Por esse motivo, deve-se avaliar o Rh do sangue da paciente. A administração de 50 a 300 mg (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh por via intramuscu-lar nas pacientes Rh-negativas reduz drastica-mente o risco de isoimunização em gestações futuras. Em razão do risco aumentado de persis-tência de tecido trofoblástico nas pacientes tratadas com salpingostomia, há indicação de dosagem semanal seriada de b-hCG até que seus níveis sejam indetectáveis. Durante esse período, a paciente deve fazer uso de método contraceptivo para evitar confusão entre teci-do trofoblástico persistente e nova gravidez. A retomada de atividades e dieta segue o padrão definido para as laparotomias em geral, conforme discutido na Seção 41-1 (p. 1.021). PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-8.2 Fechamento do peritônio. --- História de doença inflamatória pélvica. Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV). Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom. Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml. --- Os comprimidos devem ser tomados em dose única diária e preferencialmente de manhã em jejum (uma horaantes ou duas horas após a alimentação). Nos casos de intolerância digestiva, como náuseas, por exemplo, omedicamento pode ser tomado junto com a refeição. As gestantes estão sujeitas aos mesmos efeitos colaterais que os outros pacientes, sendo os seguintesfatores mais associados à ocorrência de efeitos colaterais “maiores”, que determinam alguma modificação notratamento:Idade (a partir da quarta década de vida)AlcoolismoDesnutriçãoDoença hepática préviaCoinfencção pelo vírus HIV. Tabela 53.1 Esquema básico de tratamento para tuberculose em adultos.
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre gravidez ectópica, incluindo recomendações para a administração de imunoglobulina anti-Rh em gestantes com histórico de gravidez ectópica. No entanto, não aborda diretamente as preocupações sobre a administração do medicamento durante a gravidez atual, especificamente sobre a relação entre a injeção e o período de gestação ou amamentação.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a gravidez ectópica e informações sobre acompanhamento pós-operatório, incluindo recomendações para pacientes Rh negativas e a administração de imunoglobulina anti-Rh. No entanto, não fornece uma resposta direta sobre a gestão da gravidez atual ou o uso de injeções durante ou após a gestação, temas cruciais para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas à gravidez ectópica e administração de imunoglobulina anti-Rh, sendo relevante para a situação apresentada pelo usuário sobre a gravidez após uma ectopia. No entanto, não responde diretamente à dúvida sobre o uso de injeções durante a gravidez.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas a gravidez ectópica, incluindo a necessidade de monitoramento dos níveis de b-hCG e o uso de imunoglobulina anti-Rh, o que é diretamente relevante para a situação de ter uma gravidez após uma ectópica. Entretanto, não responde diretamente sobre a administração de injeções e quando fazê-lo. Assim, é relevante, mas não completamente direcionado à pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda gravidez ectópica e suas implicações, incluindo a necessidade de monitoramento e administração de imunoglobulina anti-Rh, o que é relevante para a pergunta sobre gravidez após uma ectópica. No entanto, ele não menciona especificamente a questão da injeção durante a gestação atual, o que a torna menos diretamente relevante.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a gravidez ectópica e recomendações pós-operatórias relevantes para a situação da mulher. Embora não responda diretamente sobre a administração da injeção após a gravidez, menciona a importância do monitoramento e do tratamento Rh, que são relevantes para gestantes em situações similares.", "nota": 2} ```
{"justificativa": "O contexto se concentra em informações sobre gravidez ectópica e tratamento relacionado, incluindo a importância da administração de imunoglobulina anti-Rh para pacientes Rh negativas após intervenções cirúrgicas. Entretanto, não aborda diretamente a questão da administração de injeções durante uma nova gravidez, que é o foco da pergunta. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
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minha mãe tem cisto mas ela não pode fazer tratamento com hormônio pois tem caso de câncer na famíliaqual seria o tratamento mais adequado
a primeira coisa a ser feita antes de tudo é ter uma boa conversa com seu médico sobre que tipo de cisto é este alguns cistos são totalmente normais e não necessitam nenhum tratamento outros tipos sim precisam de algum tratamento medicamentoso ou até cirúrgico apenas seu médico pode lhe ajudar a diferenciar o seu cisto e orientar o tratamento boa sorte
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
■ TratamentoA cirurgia é a base do tratamento para tumores com BPM. O plano cirúrgico pode variar em função das circunstâncias, e as pacientes devem ser cuidadosamente orientadas. T odas as mu-lheres devem estar preparadas para a necessidade de estadiamen-to cirúrgico completo ou citorredução de câncer de ovário. Em muitos casos, a abordagem laparoscópica é apropriada. Se estiver sendo planejada laparotomia, uma incisão vertical é a melhor opção para permitir acesso ao abdome superior e aos linfonodos para-aórticos, se necessário, no caso de estadiamento. --- Terapia hormonalTratamento primário. Um dos traços característicos do câncer de endométrio é sua resposta aos hormônios. Ainda que rara-mente, utiliza-se o progestogênio como tratamento primário em mulheres com risco cirúrgico extremamente alto. Essa pode Hoffman_33.indd 832 03/10/13 17:14833ser a única opção paliativa viável em algumas circunstâncias excepcionais. Em outras situações pouco comuns de adeno-carcinoma em estádio clínico I e grau 1 em candidatas com contraindicação para cirurgia, o DIU liberador de progestero-na pode ser útil. Em geral, essa estratégia deve ser usada com muita cautela (Dhar, 2005; Montz, 2002). --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ■ Tratamento do câncer de mamaO câncer de mama é mais bem tratado em um ambiente mul-tidisciplinar com cirurgiões, oncologistas clínicos e oncologistas radioterapeutas. A cirurgia e a radioterapia objetivam eliminar todo o tumor local ou regional de forma a maximizar a cosmé-tica e minimizar o risco de recorrência local ou regional. Há evidências de que essas modalidades locais reduzam o risco de metástases subsequentes, influenciando assim a sobrevivência (Early Breast Cancer T rialists Collaborative Group, 2005). No entanto, uma proporção significativa de pacientes com doença aparentemente localizada tem células tumorais detectadas no sangue ou na medula óssea no momento do diagnóstico e fazem tratamento sistêmico com quimioterapia, manipulação hormo-nal ou terapias direcionadas quando da abordagem primária para redução do risco de metástases e óbito (Euhus, 2005). --- ,2006), preferencialmente com radiotraçador. A quimioterapia adjuvante pode ser administrada em pacientes com linfonodos comprometidos, mas após 20semanas e sem agentes antimetabólitos (metotrexato e 5-FU). Deve ser iniciada, preferencialmente, depois doparto. Estádios III e IVSão tumores localmente avançados ou doença sistêmica. O tratamento inicial é clínico com quimioterapia e/ouhormonoterapia, podendo ser considerada a imunoterapia. A cirurgia indicada, mastectomia higiênica outumorectomia, depende da resposta ao tratamento clínico e radioterápico. ResultadosUma revisão da literatura mais antiga demonstra que o CMAG apresenta pior prognóstico quando comparadocom mulheres não grávidas (Birks et al., 1973). Estudos posteriores evidenciaram que comparando grupos demesmo estadiamento os resultados foram semelhantes. O que difere é o fato de o diagnóstico do câncer demama em gestantes geralmente ser mais tardio e obtido em estádios mais avançados (Birks, 1985).
{"justificativa": "O contexto discute tratamentos cirúrgicos e hormonais, além de mencionar a relação entre câncer e hormônios. Contudo, o enfoque predominante é sobre câncer e não aborda diretamente o tratamento para cistos em situações específicas, como a proibição do tratamento hormonal devido ao histórico familiar de câncer. Isso reduz a relevância geral para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado aborda tratamentos para câncer, incluindo cirurgias e terapias hormonais. Embora mencione aspectos relevantes ao câncer, não oferece informações diretas ou específicas sobre o tratamento de cistos ou alternativas ao uso de hormônios em pacientes com histórico familiar de câncer, o que é crucial para responder à pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre diferentes abordagens de tratamento para câncer e condições relacionadas, mas não oferece alternativas específicas para o caso de cisto sem tratamento hormonal, foco central da pergunta. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa":"O contexto analisado menciona tratamentos cirúrgicos e hormonais relacionados a tumores e câncer, mas não fornece informações específicas sobre o tratamento adequado para cistos em pacientes que não podem usar hormônios, especialmente considerando o histórico familiar de câncer. Portanto, a relevância do contexto para a pergunta do usuário é baixa.","nota":1}
{"justificativa": "O contexto abordado discute tratamentos cirúrgicos e hormonais para tumores e câncer, mas não fornece informações específicas sobre cistos ou alternativas de tratamento que não envolvam hormônios, o que é crucial para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresentado discute tratamentos relacionados a câncer, cirurgia e a resposta ao hormônio. No entanto, não aborda diretamente cistos ovarianos e tratamentos alternativos que sejam apropriados para pacientes com restrições hormonais, como é o caso da mãe do usuário. Portanto, embora haja alguma conexão, as informações não são relevantes para o tratamento adequado mencionado na pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona a terapia hormonal e seus usos em relação ao câncer, o que é pertinente à preocupação da usuária sobre o tratamento para o cisto de sua mãe, considerando a história familiar de câncer. Contudo, o contexto não fornece opções alternativas de tratamento que não envolvam hormônios, o que diminui sua relevância geral para a pergunta específica.", "nota": 2}
22,304
é normal durante o tratamento com o creme vaginal sair uma placas esbranquiçadas como se fossem uns grumos isso significa que quadro esta piorando
é comum que isso aconteça as placas brancas podem ser restos da medicação utilizada que se acumularam no fundo da vagina
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- ▶ Infecção primária. As manifestações clínicas típicas incluem lesões vesiculares, com base eritematosa,localizadas na área do dermátomo sacro (em geral S2 e S3), que pode ser a genitália ou locais adjacentes. Elasfrequentemente evoluem para pústulas, ulcerações e, finalmente, no caso da pele queratinizada, para crostas. Importante destacar que muitos indivíduos jamais apresentam manifestações clínicas da doença, mas podemexibir episodicamente a eliminação do vírus. As lesões clínicas evidentes são precedidas em aproximadamente80% das vezes de estágio prodrômico (prurido, eritema mínimo, dor/queimação vulvar). Durante esse estágio, ovírus já está presente na pele ou na mucosa. O risco de infecção neonatal parece ser maior quando ocorre a infecção primária materna no 3o trimestre.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- ▶ Infecção primária. As manifestações clínicas típicas incluem lesões vesiculares, com base eritematosa,localizadas na área do dermátomo sacro (em geral S2 e S3), que pode ser a genitália ou locais adjacentes. Elasfrequentemente evoluem para pústulas, ulcerações e, finalmente, no caso da pele queratinizada, para crostas. Importante destacar que muitos indivíduos jamais apresentam manifestações clínicas da doença, mas podemexibir episodicamente a eliminação do vírus. As lesões clínicas evidentes são precedidas em aproximadamente80% das vezes de estágio prodrômico (prurido, eritema mínimo, dor/queimação vulvar). Durante esse estágio, ovírus já está presente na pele ou na mucosa. O risco de infecção neonatal parece ser maior quando ocorre a infecção primária materna no 3o trimestre.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- ▶ Infecção primária. As manifestações clínicas típicas incluem lesões vesiculares, com base eritematosa,localizadas na área do dermátomo sacro (em geral S2 e S3), que pode ser a genitália ou locais adjacentes. Elasfrequentemente evoluem para pústulas, ulcerações e, finalmente, no caso da pele queratinizada, para crostas. Importante destacar que muitos indivíduos jamais apresentam manifestações clínicas da doença, mas podemexibir episodicamente a eliminação do vírus. As lesões clínicas evidentes são precedidas em aproximadamente80% das vezes de estágio prodrômico (prurido, eritema mínimo, dor/queimação vulvar). Durante esse estágio, ovírus já está presente na pele ou na mucosa. O risco de infecção neonatal parece ser maior quando ocorre a infecção primária materna no 3o trimestre.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- ▶ Infecção primária. As manifestações clínicas típicas incluem lesões vesiculares, com base eritematosa,localizadas na área do dermátomo sacro (em geral S2 e S3), que pode ser a genitália ou locais adjacentes. Elasfrequentemente evoluem para pústulas, ulcerações e, finalmente, no caso da pele queratinizada, para crostas. Importante destacar que muitos indivíduos jamais apresentam manifestações clínicas da doença, mas podemexibir episodicamente a eliminação do vírus. As lesões clínicas evidentes são precedidas em aproximadamente80% das vezes de estágio prodrômico (prurido, eritema mínimo, dor/queimação vulvar). Durante esse estágio, ovírus já está presente na pele ou na mucosa. O risco de infecção neonatal parece ser maior quando ocorre a infecção primária materna no 3o trimestre.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- ▶ Infecção primária. As manifestações clínicas típicas incluem lesões vesiculares, com base eritematosa,localizadas na área do dermátomo sacro (em geral S2 e S3), que pode ser a genitália ou locais adjacentes. Elasfrequentemente evoluem para pústulas, ulcerações e, finalmente, no caso da pele queratinizada, para crostas. Importante destacar que muitos indivíduos jamais apresentam manifestações clínicas da doença, mas podemexibir episodicamente a eliminação do vírus. As lesões clínicas evidentes são precedidas em aproximadamente80% das vezes de estágio prodrômico (prurido, eritema mínimo, dor/queimação vulvar). Durante esse estágio, ovírus já está presente na pele ou na mucosa. O risco de infecção neonatal parece ser maior quando ocorre a infecção primária materna no 3o trimestre.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Vaginite por cândidaPorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteA vaginite por cândida é uma infecção causada por Candida spp, geralmente C. albicans. Os sintomas geralmente incluem um corrimento vaginal branco espesso e prurido vulvovaginal, que frequentemente é moderado a grave. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é feito com antifúngicos orais ou tópicos.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Hifas e esporos na vaginite...Alguns medicamentos para...(Ver também Visão geral da vaginite.)A maioria das vaginites por fungos é causada por C. albicans (candidíase), que coloniza de 15 a 20% das mulheres não gestantes e de 20 a 40% das gestantes.Fatores de risco de vaginite por candida incluem:DiabetesUso de antibióticos de amplo espectro ou corticoidesGestaçãoUso de roupas íntimas apertadasImunocomprometimentoA vaginite por Candida é incomum em mulheres na pós-menopausa, exceto naquelas que tomam terapia hormonal na menopausa.Sinais e sintomas da vaginite por CandidaOs sinais e sintomas típicos incluem prurido, queimação ou irritação vaginal ou vulvar que podem piorar durante as relações sexuais, além de corrimento vaginal espesso, caseoso, o qual se adere às paredes vaginais. Os sinais e sintomas aumentam na semana anterior à menstruação. Eritema, edema e escoriações são comuns.Mulheres com candidíase vulvovaginal podem não ter corrimento, podem ter um corrimento branco escasso ou então o corrimento caseoso típico.Infecção em parceiros do sexo é rara.Pode haver recorrência após o tratamento no caso de resistência a antifúngicos ou se a paciente tiver espécies Candida albicans, como Candida glabrata. Diagnóstico da vaginite por CandidaExame pélvicopH e microscopia vaginalCultura, se a vaginite é persistente ou recorrenteHifas e esporos na vaginite por CandidaImagem By permission of the publisher. De Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases: Fungal Infections. Editado por GL Mandell and RD Diamond. Philadelphia, Current Medicine, 2000. Também de Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases. Editado por GL Mandell and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Os critérios para o diagnóstico de vaginite por candidíase incluemCorrimento típico (corrimento vaginal espesso, branco e caseoso)pH vaginal é Test your KnowledgeTake a Quiz! --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- Vaginite por cândidaPorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteA vaginite por cândida é uma infecção causada por Candida spp, geralmente C. albicans. Os sintomas geralmente incluem um corrimento vaginal branco espesso e prurido vulvovaginal, que frequentemente é moderado a grave. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é feito com antifúngicos orais ou tópicos.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Hifas e esporos na vaginite...Alguns medicamentos para...(Ver também Visão geral da vaginite.)A maioria das vaginites por fungos é causada por C. albicans (candidíase), que coloniza de 15 a 20% das mulheres não gestantes e de 20 a 40% das gestantes.Fatores de risco de vaginite por candida incluem:DiabetesUso de antibióticos de amplo espectro ou corticoidesGestaçãoUso de roupas íntimas apertadasImunocomprometimentoA vaginite por Candida é incomum em mulheres na pós-menopausa, exceto naquelas que tomam terapia hormonal na menopausa.Sinais e sintomas da vaginite por CandidaOs sinais e sintomas típicos incluem prurido, queimação ou irritação vaginal ou vulvar que podem piorar durante as relações sexuais, além de corrimento vaginal espesso, caseoso, o qual se adere às paredes vaginais. Os sinais e sintomas aumentam na semana anterior à menstruação. Eritema, edema e escoriações são comuns.Mulheres com candidíase vulvovaginal podem não ter corrimento, podem ter um corrimento branco escasso ou então o corrimento caseoso típico.Infecção em parceiros do sexo é rara.Pode haver recorrência após o tratamento no caso de resistência a antifúngicos ou se a paciente tiver espécies Candida albicans, como Candida glabrata. Diagnóstico da vaginite por CandidaExame pélvicopH e microscopia vaginalCultura, se a vaginite é persistente ou recorrenteHifas e esporos na vaginite por CandidaImagem By permission of the publisher. De Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases: Fungal Infections. Editado por GL Mandell and RD Diamond. Philadelphia, Current Medicine, 2000. Também de Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases. Editado por GL Mandell and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Os critérios para o diagnóstico de vaginite por candidíase incluemCorrimento típico (corrimento vaginal espesso, branco e caseoso)pH vaginal é Test your KnowledgeTake a Quiz! --- T em-se recomendado o uso de creme vaginal de estrogênio nas 6 a 8 semanas que antecedem a cirurgia. Acredita-se que o tra-tamento com estrogênio aumente a vasculari-zação promovendo a cicatrização e fortalecen-do os tecidos. Embora essa seja uma prática corrente e pareça ter fundamento lógico, não há dados que sugiram que o tratamento pré--operatório com estrogênio seja benéfico. --- Quadro clínico: algumas podem ser assintomáticas, mas ou-tras podem apresentar hemorragia menor, como epistaxis e he-morragia gengival. Algumas também podem relatar sangramento pós-cirúrgico prolongado. O sintoma mais comum entre as mulhe-res é a menorragia ou hemorragia menstrual grave. Conduta na gravidez: nos tipos 1 e 2, o aumento no FVW e FVIII pode diminuir a necessidade de tratamento no parto ou pós-parto.(15)No tipo 2, o FVW é disfuncional, pode haver declínio das plaquetas durante a gravidez. No tipo 3,é necessária a reposição sistemática dos fatores durante o trabalho de parto e parto. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
{"justificativa": "O contexto apresentado discute possíveis infecções e manifestações clínicas associadas, incluindo secreções e diagnósticos relevantes que podem se relacionar a queixas sobre o uso de cremes vaginais. Contudo, a conexão específica com a pergunta do usuário sobre placas esbranquiçadas e a preocupação se o quadro está piorando não é diretamente abordada, resultando em uma relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre secreções vaginais e fungos, como a candidíase, que pode gerar grumos esbranquiçados, mas não aborda diretamente a questão sobre a normalidade dessa secreção durante o tratamento com creme vaginal. Portanto, não é totalmente irrelevante, mas a relação é fraca.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda principalmente informações sobre balanopostite, diagnóstico laboratorial e uso de creme vaginal de estrogênio, mas não menciona diretamente as placas esbranquiçadas ou grumos, nem se relaciona diretamente ao sintoma destacado na pergunta do usuário. Portanto, a conexão é fraca.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona o acúmulo de secreção de cor esbranquiçada no sulco balanoprepucial e sintomas como prurido e ardência, que podem ser indicativos de condições vaginais ou penianas. Porém, não aborda especificamente a questão de grumos esbranquiçados relacionados ao creme vaginal, tornando-o apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda sintomas relacionados a infecções vaginais, como secreções e diagnósticos que podem incluir a presença de fungos, como a candidíase. Entretanto, não fornece informações específicas sobre o uso do creme vaginal e as grumos esbranquiçados mencionados na pergunta, limitando sua relevância para a situação apresentada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa a vaginite por candidíase, que pode causar corrimento vaginal espesso e esbranquiçado, sintomas como prurido e ardência, além de relatórios de que a infecção pode ser assintomática. Com isso, fornece informações relevantes para a pergunta sobre o creme vaginal e o aparecimento de grumos, indicando que isso pode ser um sintoma da candidíase, o que é diretamente relacionado à preocupação do usuário se o quadro está piorando.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute a vaginite por candida, que é relevante para a pergunta sobre o tratamento com creme vaginal e o surgimento de placas esbranquiçadas. O texto menciona sintomas como corrimento vaginal espesso, que pode estar relacionado à preocupação do usuário sobre o que as placas significam em relação a uma possível piora. Portanto, oferece informações úteis para a compreensão do quadro clínico.", "nota": 3}
19,240
estou com semanas i minha médica me deu a pomada colpistatin pra usar é seguro
boa noitede acordo com a bula este medicamento é contraindicado para uso por gestantes no primeiro trimestre de gestação apos esse período poderá ser usado apenas se seu médico achar necessárioboa sorte na gestaçãoatenciosamentedr renato gil nisenbaum
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
(Adaptada de ACOG, 2009.)Em pacientes com cicatriz uterina anterior e gestação < 28 semanas, o misoprostol vaginal na dose de 400 Āg6/6 h mostrou-se seguro e eficaz; outros autores relatam doses menores (Capítulo 21). Após 28 semanas, oamadurecimento cervical com cateter de Foley transcervical apresenta taxas de ruptura uterina comparáveis àsdo parto espontâneo. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- b Entre as alternativas aceitas estão cefotetana, cefoxitina, cefuroxima ou ampicilina-sulbactam. c Recomenda-se dose de 2 g em mulheres com índice de massa corporal . 35 ou peso . 100 kg. d Agentes antimicrobianos de escolha em mulheres com história de hipersensibilidade imediata à penicilina. e Ciprofloxacino ou levofloxacino ou moxifloxacino. f Se a paciente tiver história de doença inflamatória pélvica ou se for observada dilatação tubária durante o procedimento. Não há indicação de profilaxia para exame sem dilatação tubária. IV 5 intravenosa; DIU 5 dispositivo intrauterino. Retirada de American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a, com permissão. Hoffman_39.indd 959 08/10/13 17:43ser palpado durante a cirurgia para avaliação de envolvimen-to tumoral. A Tabela 39-7 apresenta um resumo dos diversos agentes disponíveis comercialmente usados para o preparo in-testinal (Valantas, 2004). --- • Corticosteroide sistêmico: uso de ciclos curtos de Prednisona (40-60mg/d por 5-7 dias) pode ser necessário para controle dos sintomas. Em pacientes refratárias às demais me-didas, existe opção de ciclo longo de corticosteroide sistêmico em baixas, porém com risco de efeitos colaterais sistêmicos. Uso de corticosteroide sistêmico no primeiro trimestre corre-laciona-se a risco aumentado de fenda palatina. Pacientes com asma bem-controlada podem apresentar sin-tomas eventuais e, para tais situações, é sempre necessária a prescrição e orientação quanto ao uso correto de medicações de resgate:• Salbutamol spray 100mcg – inalação de dois jatos até de 6/6h. --- Progesteronas cíclicasEm pacientes que não sejam candidatas ao uso de COCs, re-comenda-se o uso de progesterona por período de 1 a 3 meses. São exemplos de esquema terapêutico: 5 a 10 mg/dia de MPA, por via oral, durante 12 dias, ou 200 mg/dia de progesterona micronizada, por via oral, todas as manhãs, durante 12 dias. As pacientes devem ser informadas que o uso intermitente de pro-gesteronas não reduz sintomas como acne e hirsutismo, nem garante a contracepção.
{"justificativa": "O contexto fornecido fala sobre medicamentos e tratamentos relacionados a diferentes condições médicas, mas não menciona a pomada colpistatin ou a segurança do seu uso durante a gestação. Portanto, as informações não são diretamente relevantes para a pergunta sobre a segurança do uso de colpistatin para uma paciente grávida.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto analisado não menciona a pomada colpistatin ou informações diretamente relacionadas ao uso de medicamentos durante a gravidez. Embora existam referências a tratamentos e medicamentos, eles não são relevantes para a segurança da pomada em questão.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto fornecido não menciona a pomada colpistatin, nem fornece informações relevantes a respeito de sua segurança no uso durante a gestação. As referências contidas no documento falam de outros medicamentos e tratamentos, mas não respondem à pergunta específica sobre a pomada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado é irrelevante para a pergunta sobre a segurança do uso da pomada Colpistatin durante a gravidez. As informações mencionadas sobre medicamentos e tratamentos relacionados a gestantes não se referem à pomada em questão e não fornecem dados específicos sobre sua segurança.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda o uso da pomada Colpistatin nem a segurança de seu uso durante a gestação, que é a preocupação central da pergunta do usuário. As informações contidas são sobre outros medicamentos e práticas obstétricas, que não ajudam na validação da segurança da pomada mencionada.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente o uso da pomada colpistatin ou a segurança de seu uso durante a gestação, a qual é a preocupação principal do usuário. O conteúdo discute medicamentos e práticas de médicos em relação à gestação, mas não fornece informação relevante sobre pomadas ou segurança específica em gestantes.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda o uso da pomada colpistatin ou sua segurança durante a gestação. As informações se concentram em outros medicamentos e tratamentos, sem conexão com a dúvida específica sobre a pomada indicada pela médica. Portanto, a relevância é baixa.", "nota": 1}
21,429
fui diagnosticada com cisto paraovariano do lado esquerdo logo depois descobri que estou gravida de meses gostaria de saber se corro o risco de perder o bebê e o que pode ser feito
olá a avaliação clínica através da sua história clinica suas queixas exame físico é fundamental para definir a conduta em relação ao cisto paraovarianoas características ao ultrassom são importantes tamanho capsula septos vascularização do doppler presença de papilas presença de ascite etca partir dessa avaliação clínica e ultrassonográfica o seu médico conseguirá lhe dizer o que tem ser feito a respeito desse cistogeralmente os cistos paraovarianos não alteram a gravidez não aumentam o risco de aborto e prejudicam o seu bebêgeralmente nenhum tratamento cirúrgico deverá ser feito durante a gravidezconverse com o seu médico e esclareça suas dúvidasuse o ácido fólico faça o prénatal corretamente
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Diagnóstico e conduta na infeção pelo condiloma acuminado (HPV) durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO risco de transmissão ao feto na passagem do canal de parto e a ocorrência de papiloma de la-ringe no período neonatal indicam a necessidade de tratamento de todos os casos diagnosticados no pré-natal. O diagnóstico do condiloma acumi-nado vulvar geralmente é clínico e realizado atra-vés do exame de rotina dos genitais ou, em caso de suspeita, a partir da queixa da paciente (ardor, verrugas). O rastreamento do colo uterino pela col-pocitologia e a colposcopia com biópsia não pre -cisam ser suspensos na gestação e possibilitam o diagnóstico da infeção do colo uterino. --- A maioria dos tumores paraovarianos sólidos é assintomá-tica e identificada no exame pélvico de rotina. Ocasionalmen-te, há dor unilateral pélvica ou abdominal. A ultrassonografia e a RM sãousadas para visualizar essas massas, embora a dife-renciação precisa entre lesões benignas e malignas em geral não seja possível. Consequentemente, a maioria das massas sólidas é removida por cirurgia. PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASAs principais patologias tubárias são gravidez ectópica ou se-quelas de doença inflamatória pélvica (DIP). As neoplasias de tubas uterinas são raras. --- ■ DiagnósticoImagemA ultrassonografia desempenha um papel essencial na investi-gação. No entanto, os achados ultrassonográficos podem variar muito dependendo do grau de comprometimento vascular, das características de qualquer massa intraovariana ou intratu-bária associada e da presença ou ausência de hemorragia ane-xial. Aoexameultrassonográfico, a torção pode ser confundida comgravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano, cisto ovariano hemorrágico e endometrioma. Consequentemente, as taxas de diagnóstico ultrassonográfico correto variam de 50 a 70% (Graif, 1984; Helvie, 1989). --- O risco de malignidade nos cistos ovarianos fetais e neona-tais é baixo, mas pode ocorrer ruptura, hemorragia intracística, compressão visceral e torção seguidas de autoamputação do ovário ou de anexos. Para os cistos fetais ou neonatais não com-plicados medindo menos de 5 cm de diâmetro, o tratamento considerado adequado é expectante com exame ultrassonográ-fico a cada 4 a 6 semanas (Bagolan, 2002; Murray, 1995; Nus-TABELA 14-1 Causas de vulvovaginite em criançasHigiene vulvar precáriaLimpeza inadequada da frente para trás após evacuaçãoAusência de coxim adiposo labial e de pelos labiaisPequena distância entre ânus e vaginaEpitélio vulvovaginal não estrogenizadoInserção de corpo estranho na vaginaIrritantes químicos, como sabonetes, sais de banho ou xampusEczema ou seborreia coexistentesDoença crônica e estado imune alteradoAbuso sexualFIGURA 14-10 Condiloma vulvar em menina pré-púbere.
{"justificativa": "O contexto fornece informações relacionadas a cistos ovarianos, mas não aborda diretamente a questão da gravidez e os riscos envolvidos. Ele menciona ultrassonografia e avaliação médica, o que é parcialmente relevante, mas não responde à preocupação específica da usuária sobre a gravidez e o risco de perder o bebê.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa cistos ovarianos e suas implicações, incluindo diagnóstico e monitoramento, mas não aborda diretamente a gravidez ou os riscos associados a ela no caso específico de cistos ovarianos, o que é crucial para a pergunta do usuário. Embora tenha alguma relação com cistos, não fornece informações suficientes para responder adequadamente à preocupação da usuária sobre a perda do bebê.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda cistos ovarianos e sugere a necessidade de avaliação ultrassonográfica e possíveis intervenções, mas não menciona especificamente os riscos associados à gravidez ou à perda do bebê em casos de cisto ovariano. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre cistos ovarianos e sua avaliação, bem como menções sobre o diagnóstico e tratamento associados. No entanto, não aborda diretamente a preocupante situação da gravidez e os riscos associados a um cisto ovariano durante a gestação. Embora tenha algumas informações relevantes, elas não respondem completamente à pergunta do usuário sobre o risco de perda do bebê e possíveis ações.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute o gerenciamento de cistos ovarianos e a importância de avaliação ultrassonográfica, o que é relevante para a pergunta do usuário sobre cisto paraovariano durante a gravidez. Embora não forneça uma resposta direta sobre riscos específicos para o bebê, aborda aspectos de diagnóstico e manejo que podem ser úteis.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a avaliação e manejo de cistos ovarianos e potenciais complicações, mas não aborda diretamente o risco de perder o bebê em uma gravidez com cisto ovariano. Portanto, apesar de ter alguma relação com cistos, as informações não são diretamente aplicáveis à preocupação específica do usuário sobre sua gravidez.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas ao diagnóstico e conduta em casos de cistos ovarianos, mencionando a importância de avaliação e monitoramento em pacientes grávidas. No entanto, não discute especificamente a relação entre cistos paraovarianos e o risco de perda do bebê, o que é o núcleo da pergunta do usuário. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
20,900
estou com semana de gestação e não tem embrião só o saco gestacional e estou sangrando muito com coágulo e muito cólica já fiz três ultrassom e só ver o saco gestacional e me manda pra casao que eu faço
é preciso avaliar detalhadamente as imagens do exame e comparar a evolução das ultrassonografias para assegurar se a gestação está evoluindo bem só a partir dessa avaliação é possível afirmar os próximos passos ok
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- ▶ Ultrassonografia. A ultrassonografia mostra 1 SG, 2 fetos separados sem membrana divisória e habitualmenteuma única VV, embora o achado de duas não exclua a gemelidade MA. Antes de 9 semanas, a ausência damembrana intergemelar não afasta a gemelidade MA, pois o septo pode ser muito fino a essa época. Após o 1o trimestre, uma única placenta, ausência do septo intergemelar e fetos do mesmo sexo movendo-selivremente em volume de LA normal suportam o diagnóstico da monoamnionia. É muito frequente oentrelaçamento dos cordões na monoamnionia: massa comum de vasos umbilicais que ao Doppler exibem 2padrões distintos de ondas arteriais, com frequências cardíacas também diferentes. A sensibilidade da Prognóstico.
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- ▶ Ultrassonografia. A ultrassonografia mostra 1 SG, 2 fetos separados sem membrana divisória e habitualmenteuma única VV, embora o achado de duas não exclua a gemelidade MA. Antes de 9 semanas, a ausência damembrana intergemelar não afasta a gemelidade MA, pois o septo pode ser muito fino a essa época. Após o 1o trimestre, uma única placenta, ausência do septo intergemelar e fetos do mesmo sexo movendo-selivremente em volume de LA normal suportam o diagnóstico da monoamnionia. É muito frequente oentrelaçamento dos cordões na monoamnionia: massa comum de vasos umbilicais que ao Doppler exibem 2padrões distintos de ondas arteriais, com frequências cardíacas também diferentes. A sensibilidade da Prognóstico.
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- Saco gestacional expelido: sintomas, causas e o que fazer O que é O saco gestacional expelido é quando o saco gestacional, que se forma no inicio da gravidez, é expulso do útero, normalmente devido a um aborto. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando o saco gestacional é expelido, surgem sintomas como cólica no abdome e sangramento vaginal, que embora seja parecido com a menstruação tende a ser mais volumoso e ter mais coágulos. Em caso de suspeita de que o saco gestacional tenha sido expelido, é importante consultar um obstetra, que pode indicar exames como o ultrassom ou dosagem de beta-hCG para confirmar o diagnóstico. Principais sintomas Os sintomas que podem indicar que o saco gestacional foi expelido são: Cólica no abdome; Sangramento vaginal; Saída de coágulos misturados no sangue. Normalmente, o sangramento tem uma aparência semelhante àquele que ocorre na menstruação, por isso pode ser difícil de identificar. Além disso, algumas vezes também pode ser notado um sangramento mais volumoso ou com coágulos maiores. A saída do saco gestacional geralmente ocorre no início da gestação e os sintomas da gravidez, como náusea e alterações nas mamas, tendem a desaparecer em poucos dias após ser expelido. Possíveis causas O saco gestacional normalmente é expelido devido a um aborto, que é mais comum de ocorrer quando surgem alterações genéticas durante o desenvolvimento do embrião ou malformações que impedem que a gravidez continue. Além disso, alterações hormonais, gravidez anembrionária, doenças crônicas como diabetes ou doença celíaca, anormalidades da coagulação ou alterações na forma do útero, por exemplo, também podem causar um aborto e fazer com que o saco gestacional seja expelido. Conheça outras causas de aborto e como identificar. O saco gestacional sai sozinho? O saco gestacional normalmente sai sozinho e nem sempre é percebido pela mulher, especialmente quando acontece um aborto no início da gravidez. No entanto, existem situações em que pode demorar algumas semanas até que seja expelido completamente. Além disso, algumas vezes o saco gestacional pode não sair completamente ou mesmo acabar não saindo, como acontece em caso de aborto incompleto ou retido. Por isso, em caso de suspeita de aborto é indicado consultar um obstetra, preferencialmente em uma emergência obstétrica, para uma avaliação. Pode ser expelido na menstruação? O saco gestacional geralmente não é expelido na menstruação. Embora possa causar um sangramento vaginal parecido, isso não significa que a menstruação voltou. Como confirmar se o saco foi expelido Para se saber se o saco gestacional foi expelido é importante consultar um obstetra. Normalmente são indicados exames como o ultrassom e a dosagem de beta-hCG no sangue para confirmar se o saco gestacional foi expelido. O saco gestacional normalmente é avaliado por meio do ultrassom durante a gestação e as suas características podem indicar se a gravidez está evoluindo como deveria. Confira o que é o saco gestacional e o seu tamanho na gravidez.
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- Saco gestacional expelido: sintomas, causas e o que fazer O que é O saco gestacional expelido é quando o saco gestacional, que se forma no inicio da gravidez, é expulso do útero, normalmente devido a um aborto. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando o saco gestacional é expelido, surgem sintomas como cólica no abdome e sangramento vaginal, que embora seja parecido com a menstruação tende a ser mais volumoso e ter mais coágulos. Em caso de suspeita de que o saco gestacional tenha sido expelido, é importante consultar um obstetra, que pode indicar exames como o ultrassom ou dosagem de beta-hCG para confirmar o diagnóstico. Principais sintomas Os sintomas que podem indicar que o saco gestacional foi expelido são: Cólica no abdome; Sangramento vaginal; Saída de coágulos misturados no sangue. Normalmente, o sangramento tem uma aparência semelhante àquele que ocorre na menstruação, por isso pode ser difícil de identificar. Além disso, algumas vezes também pode ser notado um sangramento mais volumoso ou com coágulos maiores. A saída do saco gestacional geralmente ocorre no início da gestação e os sintomas da gravidez, como náusea e alterações nas mamas, tendem a desaparecer em poucos dias após ser expelido. Possíveis causas O saco gestacional normalmente é expelido devido a um aborto, que é mais comum de ocorrer quando surgem alterações genéticas durante o desenvolvimento do embrião ou malformações que impedem que a gravidez continue. Além disso, alterações hormonais, gravidez anembrionária, doenças crônicas como diabetes ou doença celíaca, anormalidades da coagulação ou alterações na forma do útero, por exemplo, também podem causar um aborto e fazer com que o saco gestacional seja expelido. Conheça outras causas de aborto e como identificar. O saco gestacional sai sozinho? O saco gestacional normalmente sai sozinho e nem sempre é percebido pela mulher, especialmente quando acontece um aborto no início da gravidez. No entanto, existem situações em que pode demorar algumas semanas até que seja expelido completamente. Além disso, algumas vezes o saco gestacional pode não sair completamente ou mesmo acabar não saindo, como acontece em caso de aborto incompleto ou retido. Por isso, em caso de suspeita de aborto é indicado consultar um obstetra, preferencialmente em uma emergência obstétrica, para uma avaliação. Pode ser expelido na menstruação? O saco gestacional geralmente não é expelido na menstruação. Embora possa causar um sangramento vaginal parecido, isso não significa que a menstruação voltou. Como confirmar se o saco foi expelido Para se saber se o saco gestacional foi expelido é importante consultar um obstetra. Normalmente são indicados exames como o ultrassom e a dosagem de beta-hCG no sangue para confirmar se o saco gestacional foi expelido. O saco gestacional normalmente é avaliado por meio do ultrassom durante a gestação e as suas características podem indicar se a gravidez está evoluindo como deveria. Confira o que é o saco gestacional e o seu tamanho na gravidez.
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- ▶ Ultrassonografia. A ultrassonografia mostra 1 SG, 2 fetos separados sem membrana divisória e habitualmenteuma única VV, embora o achado de duas não exclua a gemelidade MA. Antes de 9 semanas, a ausência damembrana intergemelar não afasta a gemelidade MA, pois o septo pode ser muito fino a essa época. Após o 1o trimestre, uma única placenta, ausência do septo intergemelar e fetos do mesmo sexo movendo-selivremente em volume de LA normal suportam o diagnóstico da monoamnionia. É muito frequente oentrelaçamento dos cordões na monoamnionia: massa comum de vasos umbilicais que ao Doppler exibem 2padrões distintos de ondas arteriais, com frequências cardíacas também diferentes. A sensibilidade da Prognóstico.
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- ▶ Ultrassonografia. A ultrassonografia mostra 1 SG, 2 fetos separados sem membrana divisória e habitualmenteuma única VV, embora o achado de duas não exclua a gemelidade MA. Antes de 9 semanas, a ausência damembrana intergemelar não afasta a gemelidade MA, pois o septo pode ser muito fino a essa época. Após o 1o trimestre, uma única placenta, ausência do septo intergemelar e fetos do mesmo sexo movendo-selivremente em volume de LA normal suportam o diagnóstico da monoamnionia. É muito frequente oentrelaçamento dos cordões na monoamnionia: massa comum de vasos umbilicais que ao Doppler exibem 2padrões distintos de ondas arteriais, com frequências cardíacas também diferentes. A sensibilidade da Prognóstico.
Figura 99.1 Ultrassonografia transvaginal 3D em gestação de 1o trimestre. O primeiro passo é determinar a presença do saco gestacional (SG) no útero em local apropriado. O SG, querepresenta a cavidade coriônica, é coleção pequena de líquido, anecoica, cercada por halo (anel) ecogênico, otrofoblasto e a reação decidual (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2005). Com aultrassonografia transvaginal é possível identificar o SG com 5 semanas (Figura 99.2). O SG deve ser avaliadopara a identificação da vesícula vitelina (VV) e do embrião, quando poderá ser medido o comprimento cabeça-nádega (CCN). A VV pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas (Figura 99.2) e com 6 semanas, o ecoembrionário com os batimentos cardiofetais (BCF) (Society of Radiologists in Ultrasound [SRU, 2013]) (Figura99.3). Salomon et al. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- ▶ Ultrassonografia. “Útero vazio” é indicação certa de abortamento completo. Ecos intrauterinos centrais eescassos ou moderados podem representar coágulos sanguíneos, decídua, glândulas endometriais e placenta. As mesmas considerações que fizemos para o abortamento inevitável são aqui pertinentes. Abortamento incompletoQuadro clínicoEstá relacionado com a eliminação parcial do ovo, que causa hemorragia persistente e é terreno propício àinfecção. O abortamento incompleto é comum após 8 semanas de gestação, quando as vilosidades coriônicas ficamaderidas ao útero. Nos abortamentos tardios, a paciente consegue distinguir páreas e o concepto e, geralmente,informa a eliminação apenas do feto (Figura 27.5). O sangramento não cessa, é intermitente, pode ser intenso, e ocorre porque os restos ovulares impedem acontração uterina adequada. As cólicas persistem. Figura 27.4 Abortamento completo. Figura 27.5 Abortamento incompleto. --- 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens. 5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez. --- ▶ Ultrassonografia. A ultrassonografia mostra 1 SG, 2 fetos separados sem membrana divisória e habitualmenteuma única VV, embora o achado de duas não exclua a gemelidade MA. Antes de 9 semanas, a ausência damembrana intergemelar não afasta a gemelidade MA, pois o septo pode ser muito fino a essa época. Após o 1o trimestre, uma única placenta, ausência do septo intergemelar e fetos do mesmo sexo movendo-selivremente em volume de LA normal suportam o diagnóstico da monoamnionia. É muito frequente oentrelaçamento dos cordões na monoamnionia: massa comum de vasos umbilicais que ao Doppler exibem 2padrões distintos de ondas arteriais, com frequências cardíacas também diferentes. A sensibilidade da Prognóstico.
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre a ultrassonografia e sua relevância na detecção de sacos gestacionais, mas não aborda as preocupações específicas da pergunta, como sangramento intenso, coágulos e a ausência de embrião. Embora a menção do abortamento incompleto exista, não fornece uma resposta adequada para a situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda aspectos técnicos da ultrassonografia em gestações, menciona a presença do saco gestacional e exames relacionados, que são relevantes para entender a situação do usuário, que menciona sangramento e ausência do embrião. Apesar disso, não fornece informações específicas sobre o sangramento ou as cólicas, apenas menciona as complicações relacionadas a abortos, o que é parcialmente pertinente.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a ultrassonografia e a presença do saco gestacional, além de discutir complicações como o abortamento e sintomas associados. Isso está diretamente relacionado com a situação descrita pelo usuário, que está passando por sangramentos e cólicas em uma fase inicial de gestação e tem apenas o saco gestacional visível. As informações sobre a possibilidade de aborto e a necessidade de consulta médica são especialmente relevantes.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda diretamente a presença do saco gestacional e as complicações relacionadas, como o abortamento. As informações sobre os sintomas como sangramento e cólicas são relevantes e ajudam a entender a situação apresentada pelo usuário, além de fornecer orientações sobre a necessidade de consultas médicas que são pertinentes ao caso.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda a ultrassonografia em gestação, identificando o saco gestacional e discutindo complicações como abortamento. Este conhecimento é relevante para a situação da usuária, que relata sangramento e ausência de embrião, sugerindo um possível abortamento. A informação pode ajudar a entender melhor sua condição e a necessidade de acompanhamento médico.", "nota": 3}
{"justificativa": "O documento analisado contém informações sobre o saco gestacional e o processo de ultrassonografia, que são relevantes para a situação descrita pelo usuário, que está enfrentando problemas na gestação. No entanto, a documentação não aborda diretamente as questões de sangramento e cólicas ou condições como abortamento. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute especificamente os achados ultrassonográficos em gestantes, a presença do saco gestacional e as complicações como abortamento. Considerando a pergunta do usuário sobre sangramento, dor e a visualização do saco gestacional, o contexto é relevante pois oferece informações clínicas e a descrição de possíveis diagnósticos relacionados à situação descrita.", "nota": 3}
6,020
tive um exame de ca alterado porém não tive nenhum câncer ou tratamento qual especialista tenho que procurar
olá este exame é um marcador tumoral porém ele será realmente fidedigno diante de casos confirmados de câncer que estão em tratamento oncológico e são solicitados para avaliar a resposta ao tratamento oncológico por exemplo em casos avançados com metástase não são considerados exames de rastreio como a mamografia procure mastologista e um oncologista
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorporal (CA, CQ), aumento da massa muscular, atrofia mamária, clitoromegalia, engrossamento da vozAvaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma (hematócrito), função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum,insulina, hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testoste-ronaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testos-teronaRastreamento de câncer: US pélvica bianual (até realização de pan-histerectomia); colpocitologia oncótica anual (atérealização de pan-histerectomia); mamografia/US das mamas anual (até realização de mastectomia); densitometria bianual•••••••••••••(realizar anualmente se fator de risco adicional para osteoporose estiver presente). --- Cardiovasculares – sistêmicosTaquicardia de repouso – perda das variações reflexas da frequência cardíaca••••••••••••••••••••••••••Ausência de descenso noturno da pressão arterialEletrocardiograma – sinais de infarto do miocárdio (silencioso)Disfunção do ventrículo esquerdoMAPA – ausência de descenso noturno (non-dipping), hipertensão arterialAlterações no intervalo R-RIntolerância ao exercícioDesregulação da circulação cerebralCalcificação arterial (média)Hipotensão ortostática (queda na pressão arterial sistólica ≥ 20 mmHg e 10 mmHg na diastólica), hipotensão pós-prandialVascular periféricoVasodilatação dorsal nos pés, pele quente, edema do pé e perna, shunt arteriovenoso, palidez à elevação e rubor postural dosmembros inferiores, perda do reflexo de proteção vasomotora cutânea, perda do reflexo venoarteriolarEsofagogastrintestinaisDisfagia ou piroseSensação de plenitude pós-prandial (empachamento)Vômitos incoercíveisObstipação intestinalDiarreia explosiva (com exacerbação noturna)Incontinência fecalGeniturináriosBexiga neurogênicaInfecções urinárias recorrentes (frequentemente assintomáticas)Diminuição do jato urinárioReduzida sensação de plenitude vesicalDistensão abdominal (palpação do globo vesical)Disfunção erétil com libido preservada (em geral, acompanhada de disfunção vesical)Ejaculação retrógradaSecura vaginalSudomotoresSudorese gustatória (facial e truncal, pós-prandial sem relação com hipoglicemia)Anidrose (pele seca, com rachaduras e fissuras)Metabólicos e disautonômicosHipoglicemia sem sinais de alerta, intensa flutuação glicêmicaRespiratóriosApneia obstrutiva do sono, falha de resposta respiratória induzida pela hipoxiaFalha de acomodação pupilarA neuro-osteoartropatia de Charcot (ver Capítulo 69, Pé Diabético | Avaliação e Tratamento) envolve vários aspectos daneuropatia autonômica cardiovascular, como calcificação da artéria média, shunt arteriovenoso e edema. Adaptado deVinik et al., 2003; Ewing et al., 1985; Spallone et al., 2011.62–64Neuropatia autonômica cardiovascularA neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) é definida como “a alteração do controle autônomo do sistemacardiovascular na presença de DM e após exclusão de outras causas”. 5,64 Testes autonômicos de reflexos cardiovasculares(CARTS, cardiovascular autonomic reflex tests) são necessários para documentar a presença de NAC. 63–65 A prevalência émuito variável: em amostras populacionais com DM1 e DM2, foi 16,6% a 20%. 64 Há aumento com a idade (DM1, 38%; DM2,44%; entre 40 e 70 anos) e duração da doença (DM1, 35%; DM2, 65% de longa duração) 66,67 e é influenciada pelos critériosdiagnósticos utilizados. --- Transexuais masculinos ou mulheres transexuaisExame clínico inicial : peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA),circunferência de quadril (CQ), distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação das mamas, exame dagenitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, redução dos pelos faciais e corporais, redistribuição de gordura corporal (CA,CQ), atrofia testicular, palpação e expressão mamárias (galactorreia)Avaliação laboratorial inicial: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina, hemoglobinaglicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídico, HbsAg, anti-Hbs, anti-Hbc, anti-HCV, anti-HIV, VDRL, FTA-AbsAvaliação laboratorial semestral: hemograma, função renal, eletrólitos, função hepática, glicemia de jejum, insulina,hemoglobina glicada (diabéticos ou pré-diabéticos), perfil lipídicoAvaliação hormonal inicial: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaAvaliação hormonal semestral: FSH, LH, estradiol, testosterona, prolactinaRastreamento de câncer: avaliação urológica anual (após os 50 anos de idade); PSA anual (após os 50 anos de idade);mamografia/ultrassonografia (US) das mamas anualmente; densitometria bianual (realizar anualmente se fator de riscoadicional para osteoporose estiver presente). --- A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente a pergunta sobre qual especialista procurar após um exame de CA alterado sem histórico de câncer ou tratamento. Embora mencione exames e especialistas em contexto de saúde, sua relevância é muito baixa. As informações são voltadas para transexuais e outros aspectos de medicina geral, sem se concentrar na pergunta específica.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações sobre exames clínicos e laboratoriais, mas não aborda diretamente a questão sobre qual especialista procurar em caso de exame de CA alterado sem diagnóstico de câncer. Portanto, a relação é limitada e não fornece clareza sobre o encaminhamento médico apropriado.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto se refere a exames e avaliações médicas, mas não aborda diretamente a questão sobre qual especialista procurar após um exame alterado de CA sem diagnóstico de câncer. Embora mencione exames relacionados a diversas condições, faltam informações específicas que poderiam ajudar a orientar a escolha de um especialista.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto aborda vários exames clínicos e laboratoriais, mas não fornece informações diretas sobre qual especialista consultar após um exame de CA alterado. As informações apresentadas parecem estar mais relacionadas com avaliação de saúde em transexuais e não diretamente com a questão do câncer ou seu tratamento.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente a questão do usuário sobre que especialista procurar após a alteração de um exame de câncer sem histórico de câncer ou tratamento. Embora mencione exames e avaliações relacionados a saúde em vários contextos, não fornece orientação específica sobre encaminhamentos médicos apropriados para o caso mencionado.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto não aborda a questão sobre qual especialista procurar após a alteração do exame de CA. Embora mencione avaliações e exames relacionados a condições de saúde, não fornece informações relevantes para o caso específico do usuário, que se refere a um exame alterado sem a presença de câncer.", "nota": 1} ```
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações sobre exames clínicos e laboratoriais para diferentes grupos, incluindo questões relacionadas à avaliação do câncer. Contudo, não menciona diretamente qual especialista deve ser consultado em caso de exames alterados sem diagnóstico de câncer, o que limita sua relevância para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
18,636
fiz uma tomografia de abdômen com dias de gestação sem saber que estava grávida o bebê corre algum risco
nao apesar de ser irradiação de raio x a dosagem não é suficiente para produzir alterações no desenvolvimento do bebêfique tranquila
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 5. A amniocentese é relativamente isenta de riscos. A possibilidade de induzir um aborto é estimada comosendo de aproximadamente 0,5%. A biópsia da vilosidade coriônica também pode ser utilizada para aobtenção de células para o estudo cromossômico. Na punção percutânea de sangue do cordão umbilical, umaagulha é inserida na veia umbilical com uma orientação ultrassonográfica. Os estudos cromossômicos ehormonais podem ser realizados com o sangue obtido. 6. Os defeitos do tubo neural são indicados pelos altos níveis de alfafetoproteína. Os estudos de diagnósticoseriam feitos pelo acompanhamento dos níveis de alfafetoproteína. Mais estudos poderiam ser realizadosutilizando a ultrassonografia. Níveis baixos de alfafetoproteína podem indicar a síndrome de Down. O estudo doscromossomos também pode ser realizado para verificar o complemento cromossômico das células fetais. --- Mais tarde na gravidez a preocupação desloca-se da teratogênese para o risco de câncer hematológico nainfância. Aceita-se como risco fetal negligível até 5 rads de exposição e a possibilidade de malformação eleva-sesignificativamente após 15 rads. A dose aceita de radiação ionizante é de 5 a 10 rads durante toda a gravidez,com nenhum exame isolado de raios X excedendo 5 rads. TC de abdome ou da pelve alcança nível de exposiçãode 2 a 4 rads, abaixo, portanto, do limite máximo recomendado para um único procedimento, que é de 5 rads(ACOG, 2004) (Tabela 77.2). Figura 77.3 A. Posição dos trocanteres para a apendicectomia. B. Na gravidez, a colocação e a direção dos Apendicectomia por via laparoscópica. Apêndice em posiçãohabitual. --- ,linfomas não Hodgkin, linfomas de grandes células B difuso ou de células T periféricas, em comparação compacientes não grávidas (Lishner et al. , 1994). Diagnóstico radiológico do câncer na gravidezPor emitir níveis radioativos de intensidade inferior ao limiar para efeitos fetais adversos, grande parte dosmétodos radiológicos pode ser empregada durante a gestação, notadamente quando os riscos de neoplasiamaterna suplantam o potencial malefício fetal advindo da radiação (Koren et al. , 2005). Dessa maneira, osmétodos propedêuticos não associados à exposição radioativa devem ser preferidos, como ultrassonografia eressonância magnética (RM), em detrimento de métodos que promovem alta exposição fetal à radiação, como atomografia computadorizada (TC). Sempre que indispensável, as técnicas associadas a radioisótopos devem serrealizadas protegendo-se o ventre materno com avental de chumbo. --- A radiação dispersa derivada de um exame radiográfico de uma regiãodo corpo que não esteja próxima ao útero (p. ex., tórax, seios nasais e dentes) produz uma dose de apenas algunsmilirads, que não é teratogênica para o embrião ou o feto. Por exemplo, uma tomografia computadorizada (TC)pélvica no terceiro trimestre da gravidez resulta em uma dose de corpo total para o feto de aproximadamente 1 a 5rads. O risco para o embrião é minúsculo em decorrência de uma exposição à radiação de 5 rads ou menos. Contudo, éprudente ter cautela durante exames diagnósticos da região pélvica em gestantes (exames radiográficos e examesdiagnósticos médicos usando radioisótopos) porque resultam na exposição do embrião a 0,3 a 2 rads. O limiterecomendado de exposição materna de corpo inteiro à radiação de todas as fontes corresponde a 500 mrad (0,005 Gy) portodo o período gestacional.
{"justificativa": "O contexto discute os riscos da exposição à radiação durante a gestação, especialmente em exames como a tomografia, e estabelece que a exposição até 5 rads é considerada de risco mínimo para o embrião. Isso é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre os riscos para o bebê após uma tomografia realizada sem saber que estava grávida.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a exposição à radiação durante a gravidez, incluindo informações sobre doses seguras e riscos associados a procedimentos como a tomografia computadorizada. Isso é altamente relevante para a pergunta do usuário, que se preocupa com os riscos para o bebê após a realização de uma tomografia de abdômen sem saber que estava grávida.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa a radiação de exames radiológicos, como a tomografia computadorizada, e menciona seu impacto no feto. Embora a informação sobre os limites de radiação seja pertinente, não aborda diretamente o risco do exame realizado no início da gestação. Portanto, embora exista alguma relevância, as informações são limitadas para responder à preocupação específica sobre o risco para o bebê.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre os riscos da radiação de exames médicos durante a gestação, e menciona que uma tomografia (TC) de abdômen expõe o feto a uma dose de radiação geralmente abaixo do limite considerado seguro. Isso é diretamente relacionado à preocupação da usuária sobre riscos para o bebê após a tomografia. Portanto, as informações contidas no contexto podem ajudar a responder à pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a exposição à radiação durante exames médicos na gravidez, incluindo a tomografia, e discute os riscos associados a esse tipo de exame. Isso é diretamente relevante para a pergunta, que se preocupa com o risco ao bebê após a tomografia.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre os riscos de exposição à radiação durante a gestação, especialmente em relação a tomografias, abordando a questão da segurança do feto. Ele menciona limites de radiação e o que é considerado risco negligível, ajudando a responder à preocupação do usuário sobre o impacto da tomografia no bebê.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a exposição à radiação durante a gestação e os riscos associados a exames como a tomografia. Ele esclarece que a dose de radiação de uma TC de abdômen está abaixo do limite máximo recomendado para um único procedimento e discute a relação entre a exposição e riscos ao embrião. Essas informações são diretamente úteis para responder à pergunta sobre riscos ao bebê devido à tomografia durante a gravidez.", "nota": 3}
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tenho ovario polistico posso fazer laqueadura antes de tratar
olá o ovário policístico é uma síndrome endocrinometabólica de caráter genético e hereditário cursa com irregularidade menstrual acne excesso de pêlos aumento da oleosidade na pele cistos nos ovários diabetes excesso de peso alteração do colesterol infertilidade doenças cardiovasculares etc o tratamento é baseado na mudança do estilo de vida controle e perda de peso dieta pobre em gordura e carboidratos e atividades físicaso anticoncepcional não trata o ovário policístico mas controla os sintomas como irregularidade menstrual acne excesso de pêlos quando você parar o anticoncepcional os sintomas voltarãoo ovário policístico não contraindica a realização da laqueadura tubárea no entanto a laqueadura pode piorar a sua irregularidade menstrualse for fazer a laqueadura procure um médico com experiência em laparoscopiaessa via cirúrgica irá facilitar a sua recuperação pósoperatóriaconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu tratamento
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos gerais da cirurgia laparoscópica foram discutidos na Seção 42-1 (p. 1.097). Com a salpingectomia é possível haver lesão do ovário ipsilateral. Assim, a possibilidade de ooforectomia e seus efeitos sobre a fertilidade e a função hormonal devem ser discutidos. Além disso, antes da cirurgia, o desejo da pa-ciente de engravidar no futuro deve ser inves-tigado. Se não houver interesse em fertilidade futura ou se tiver havido fracasso em tentativa anterior de esterilização, a laqueadura tubária contralateral ou a salpingectomia bilateral podem ser opções razoáveis no momento da cirurgia. Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos gerais da cirurgia laparoscópica foram discutidos na Seção 42-1 (p. 1.097). Com a salpingectomia é possível haver lesão do ovário ipsilateral. Assim, a possibilidade de ooforectomia e seus efeitos sobre a fertilidade e a função hormonal devem ser discutidos. Além disso, antes da cirurgia, o desejo da pa-ciente de engravidar no futuro deve ser inves-tigado. Se não houver interesse em fertilidade futura ou se tiver havido fracasso em tentativa anterior de esterilização, a laqueadura tubária contralateral ou a salpingectomia bilateral podem ser opções razoáveis no momento da cirurgia. Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- Laqueadura: o que é, vantagens, desvantagens e recuperação Laqueadura é uma cirurgia de esterilização feminina em que é feito um corte, amarração ou colocação de um anel nas trompas de Falópio, interrompendo a comunicação entre o ovário e o útero, o que impede que o esperma chegue até o óvulo e ocorra fecundação, prevenindo permanentemente a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A laqueadura, também chamada de ligadura de trompas, é indicada para mulheres com mais de 21 anos ou que tenham pelo menos dois filhos vivos, além de poder ser indicada nos casos em que uma gravidez pode colocar a mulher em risco. A laqueadura é realizada pelo ginecologista, sendo disponibilizada pelo SUS como forma de planejamento familiar, e o tipo de laqueadura deve ser discutido com o ginecologista para encontrar a melhor solução para a mulher, bem como outras opções contraceptivas. Conheça mais sobre os métodos contraceptivos. Quem pode fazer De acordo com a lei de planejamento familiar [1,2,3], a laqueadura pode ser indicada para: Mulheres com mais de 21 anos que possuem ou não filhos; Mulheres que tenham pelo menos dois filhos vivos e que não desejam engravidar mais; Situações em que uma gravidez pode causar sérios riscos para a mulher ou para o bebê, como possuir doenças cardíacas, pulmonares ou renais graves, problemas de RH negativo, pressão arterial muito alta, ou diabetes grave, especialmente em mulheres que já tiveram muitos filhos, por exemplo; Mulheres que realizaram duas ou mais cesáreas, ou que apresentam algum risco à vida se engravidar novamente, podendo nesses casos, ser feita durante o parto cesáreo. Em todos os casos em que a mulher deseja fazer a laqueadura, deve-se esperar no mínimo 60 dias entre a manifestação da vontade de realizar laqueadura e fazer a cirurgia. É importante ressaltar, que apesar de terem condições em que a laqueadura possa ser recomendada pelo ginecologista, a decisão de fazer a cirurgia é da mulher, e por isso, deve-se discutir com o médico as vantagens, desvantagens, possibilidade de falha, e possíveis complicações da cirurgia. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Quanto tempo após o parto posso realizar a laqueadura? A laqueadura pode ser realizada imediatamente após o parto cesáreo, pelo mesmo corte feito na barriga, ou após o parto normal através de videolaparoscopia, desde que a grávida tenha manifestado interesse em realizar o procedimento, pelo menos 60 dias antes do parto. Fazer a laqueadura logo após o parto, pode evitar a necessidade de um novo internamento hospitalar para fazer a cirurgia, reduzi o risco associado a aplicação de anestesia, além de poder se feito pela mesma equipe médica que está realizando o parto. Como é feita A laqueadura é um procedimento cirúrgico simples, realizado pelo ginecologista, e que dura cerca de 40 minutos a 1 hora, que pode ser feito durante a cesárea, evitando ter que fazer uma nova cirurgia, ou pode ser feito por videolaparoscopia, sendo um procedimento menos invasivo. Entenda como é feita a videolaparoscopia. Para realizar a laqueadura, o médico deve seguir alguns passos: Aplicar anestesia geral; Fazer um pequeno corte na região próxima ao umbigo para inflar gás e depois inserir o laparoscópio, que é uma microcâmera que permite ao médico visualizar as trompas e as estruturas pélvicas; Fazer um corte na região do abdômen para inserir os instrumentos para realizar a laqueadura; Realizar a técnica de laqueadura através de um corte nas trompas e em seguida amarrar as suas extremidades, colocar de um anel ou clipes de titânio nas trompas, fazer uma cauterização das tubas uterinas ou remover as trompas; Retirar os instrumentos utilizados e fechar os cortes abdominais. A laqueadura tem como objetivo evitar o contato do óvulo com o espermatozoide, que acontece nas trompas, evitando, assim, a fecundação e gravidez. Vantagens e desvantagens da laqueadura A laqueadura das trompas possui algumas vantagens e desvantagens, sendo as principais: Vantagens Desvantagens Método contraceptivo permanente e eficaz, não sendo necessário usar outros métodos contraceptivos, evitando esquecimento ou falhas Método difícil de reverter Previne a gravidez imediatamente após sua realização Possibilidade de arrependimento após a cirurgia, especialmente no caso da mulher desejar ter filho novamente Rápida recuperação Possibilidade de falha da cirurgia Não existem efeitos colaterais a longo prazo Aumento do risco de gravidez tubária ou ectópica Não interfere no ciclo menstrual Risco de hemorragias, ou danos do intestino, bexiga ou vasos sanguíneos durante a cirurgia Não afeta a produção hormonal Risco de cólicas intensas ou dor pélvica durante a menstruação Não interfere na libido Risco de efeitos colaterais da anestesia Não interfere na amamentação, quando é realizada após o parto Não previne contra infecções sexualmente transmissíveis (IST's), como gonorreia, clamídia, sífilis ou HIV Reduz o risco de câncer de ovário É possível engravidar após a laqueadura? A laqueadura tubária tem uma eficácia de cerca de 99 %, ou seja, a cada 100 mulheres que realizam o procedimento, 1 engravida, o que pode estar relacionando com o tipo de laqueadura realizada, estando principalmente relacionada com a laqueadura que envolve a colocação de anéis ou clipes na trompa. Como é a recuperação Após a laqueadura, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para que sejam evitadas complicações e, para isso, é recomendado evitar ter contato íntimo, realizar tarefas pesadas, como limpar a casa, ou praticar atividade física, por exemplo. Além disso, durante o período de recuperação, é importante que a mulher fique em repouso e tenha uma alimentação saudável que ajude na cicatrização, assim como realizar caminhadas leves, de acordo com a orientação do médico, para favorecer a circulação sanguínea e promover recuperação mais rápida. No entanto, caso exista algum sangramento anormal ou dor excessiva, é importante comunicar o ginecologista para que seja feita uma avaliação e iniciado tratamento, caso haja necessidade. Quanto tempo depois da laqueadura se pode ter relação O tempo para ter relação sexual após a laqueadura é de pelo menos 1 a 2 semanas, desde que a mulher se sinta confortável para ter o contato íntimo. No entanto, esse tempo pode variar de mulher para mulher e também pelo tipo de cirurgia realizada. No caso de realização da laqueadura após o parto, o tempo mínimo normalmente recomendado é de 4 semanas. É importante fazer a consulta de retorno após a cirurgia para avaliar o estado de saúde e ser liberada para a relação sexual. A cirurgia de laqueadura evita uma gravidez indesejada, no entanto, não previne contra infecções sexualmente transmissíveis, sendo importante usar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Possíveis complicações A laqueadura é considerada um procedimento seguro, no entanto, assim como outras cirurgias pode ter riscos, como hemorragia, infecção ou lesões em outros órgãos internos, por exemplo. Laqueadura é reversível? A laqueadura pode ser reversível dependendo do tipo de técnica realizada na cirurgia e da habilidade do cirurgião para reverter a laqueadura, podendo haver uma pequena chance de engravidar novamente. Quando as tubas uterinas são retiradas, a laqueadura não é reversível, sendo nesse caso recomendada a fertilização in vitro caso a mulher deseje engravidar novamente. Saiba como é feita a fertilização in vitro. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962).
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- Laqueadura: o que é, vantagens, desvantagens e recuperação Laqueadura é uma cirurgia de esterilização feminina em que é feito um corte, amarração ou colocação de um anel nas trompas de Falópio, interrompendo a comunicação entre o ovário e o útero, o que impede que o esperma chegue até o óvulo e ocorra fecundação, prevenindo permanentemente a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A laqueadura, também chamada de ligadura de trompas, é indicada para mulheres com mais de 21 anos ou que tenham pelo menos dois filhos vivos, além de poder ser indicada nos casos em que uma gravidez pode colocar a mulher em risco. A laqueadura é realizada pelo ginecologista, sendo disponibilizada pelo SUS como forma de planejamento familiar, e o tipo de laqueadura deve ser discutido com o ginecologista para encontrar a melhor solução para a mulher, bem como outras opções contraceptivas. Conheça mais sobre os métodos contraceptivos. Quem pode fazer De acordo com a lei de planejamento familiar [1,2,3], a laqueadura pode ser indicada para: Mulheres com mais de 21 anos que possuem ou não filhos; Mulheres que tenham pelo menos dois filhos vivos e que não desejam engravidar mais; Situações em que uma gravidez pode causar sérios riscos para a mulher ou para o bebê, como possuir doenças cardíacas, pulmonares ou renais graves, problemas de RH negativo, pressão arterial muito alta, ou diabetes grave, especialmente em mulheres que já tiveram muitos filhos, por exemplo; Mulheres que realizaram duas ou mais cesáreas, ou que apresentam algum risco à vida se engravidar novamente, podendo nesses casos, ser feita durante o parto cesáreo. Em todos os casos em que a mulher deseja fazer a laqueadura, deve-se esperar no mínimo 60 dias entre a manifestação da vontade de realizar laqueadura e fazer a cirurgia. É importante ressaltar, que apesar de terem condições em que a laqueadura possa ser recomendada pelo ginecologista, a decisão de fazer a cirurgia é da mulher, e por isso, deve-se discutir com o médico as vantagens, desvantagens, possibilidade de falha, e possíveis complicações da cirurgia. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Quanto tempo após o parto posso realizar a laqueadura? A laqueadura pode ser realizada imediatamente após o parto cesáreo, pelo mesmo corte feito na barriga, ou após o parto normal através de videolaparoscopia, desde que a grávida tenha manifestado interesse em realizar o procedimento, pelo menos 60 dias antes do parto. Fazer a laqueadura logo após o parto, pode evitar a necessidade de um novo internamento hospitalar para fazer a cirurgia, reduzi o risco associado a aplicação de anestesia, além de poder se feito pela mesma equipe médica que está realizando o parto. Como é feita A laqueadura é um procedimento cirúrgico simples, realizado pelo ginecologista, e que dura cerca de 40 minutos a 1 hora, que pode ser feito durante a cesárea, evitando ter que fazer uma nova cirurgia, ou pode ser feito por videolaparoscopia, sendo um procedimento menos invasivo. Entenda como é feita a videolaparoscopia. Para realizar a laqueadura, o médico deve seguir alguns passos: Aplicar anestesia geral; Fazer um pequeno corte na região próxima ao umbigo para inflar gás e depois inserir o laparoscópio, que é uma microcâmera que permite ao médico visualizar as trompas e as estruturas pélvicas; Fazer um corte na região do abdômen para inserir os instrumentos para realizar a laqueadura; Realizar a técnica de laqueadura através de um corte nas trompas e em seguida amarrar as suas extremidades, colocar de um anel ou clipes de titânio nas trompas, fazer uma cauterização das tubas uterinas ou remover as trompas; Retirar os instrumentos utilizados e fechar os cortes abdominais. A laqueadura tem como objetivo evitar o contato do óvulo com o espermatozoide, que acontece nas trompas, evitando, assim, a fecundação e gravidez. Vantagens e desvantagens da laqueadura A laqueadura das trompas possui algumas vantagens e desvantagens, sendo as principais: Vantagens Desvantagens Método contraceptivo permanente e eficaz, não sendo necessário usar outros métodos contraceptivos, evitando esquecimento ou falhas Método difícil de reverter Previne a gravidez imediatamente após sua realização Possibilidade de arrependimento após a cirurgia, especialmente no caso da mulher desejar ter filho novamente Rápida recuperação Possibilidade de falha da cirurgia Não existem efeitos colaterais a longo prazo Aumento do risco de gravidez tubária ou ectópica Não interfere no ciclo menstrual Risco de hemorragias, ou danos do intestino, bexiga ou vasos sanguíneos durante a cirurgia Não afeta a produção hormonal Risco de cólicas intensas ou dor pélvica durante a menstruação Não interfere na libido Risco de efeitos colaterais da anestesia Não interfere na amamentação, quando é realizada após o parto Não previne contra infecções sexualmente transmissíveis (IST's), como gonorreia, clamídia, sífilis ou HIV Reduz o risco de câncer de ovário É possível engravidar após a laqueadura? A laqueadura tubária tem uma eficácia de cerca de 99 %, ou seja, a cada 100 mulheres que realizam o procedimento, 1 engravida, o que pode estar relacionando com o tipo de laqueadura realizada, estando principalmente relacionada com a laqueadura que envolve a colocação de anéis ou clipes na trompa. Como é a recuperação Após a laqueadura, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para que sejam evitadas complicações e, para isso, é recomendado evitar ter contato íntimo, realizar tarefas pesadas, como limpar a casa, ou praticar atividade física, por exemplo. Além disso, durante o período de recuperação, é importante que a mulher fique em repouso e tenha uma alimentação saudável que ajude na cicatrização, assim como realizar caminhadas leves, de acordo com a orientação do médico, para favorecer a circulação sanguínea e promover recuperação mais rápida. No entanto, caso exista algum sangramento anormal ou dor excessiva, é importante comunicar o ginecologista para que seja feita uma avaliação e iniciado tratamento, caso haja necessidade. Quanto tempo depois da laqueadura se pode ter relação O tempo para ter relação sexual após a laqueadura é de pelo menos 1 a 2 semanas, desde que a mulher se sinta confortável para ter o contato íntimo. No entanto, esse tempo pode variar de mulher para mulher e também pelo tipo de cirurgia realizada. No caso de realização da laqueadura após o parto, o tempo mínimo normalmente recomendado é de 4 semanas. É importante fazer a consulta de retorno após a cirurgia para avaliar o estado de saúde e ser liberada para a relação sexual. A cirurgia de laqueadura evita uma gravidez indesejada, no entanto, não previne contra infecções sexualmente transmissíveis, sendo importante usar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Possíveis complicações A laqueadura é considerada um procedimento seguro, no entanto, assim como outras cirurgias pode ter riscos, como hemorragia, infecção ou lesões em outros órgãos internos, por exemplo. Laqueadura é reversível? A laqueadura pode ser reversível dependendo do tipo de técnica realizada na cirurgia e da habilidade do cirurgião para reverter a laqueadura, podendo haver uma pequena chance de engravidar novamente. Quando as tubas uterinas são retiradas, a laqueadura não é reversível, sendo nesse caso recomendada a fertilização in vitro caso a mulher deseje engravidar novamente. Saiba como é feita a fertilização in vitro. --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962).
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- Síndrome do ovário policístico (SOP)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEA síndrome do ovário policístico é caracterizada por menstruação irregular ou ausente e, com frequência, obesidade ou sintomas causados ​​por uma concentração elevada de hormônios masculinos (andrógenos), tais como excesso de pelo no corpo e acne.Causas|Sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (2)Modelos 3D (1)Tabelas (0)Vídeo (0)Síndrome do ovário policístico...Acantose nigricans em síndrome...Síndrome do Ovário PolicísticoNormalmente, a mulher tem menstruações irregulares ou ausentes e, muitas vezes, ela tem sobrepeso ou é obesa e tem acne e características causadas por hormônios masculinos (por exemplo, excesso de pelos no corpo).Muitas vezes, o médico faz o diagnóstico com base nos sintomas, mas também pode realizar ultrassonografias e exames de sangue para medir as concentrações hormonais.Praticar atividade física, emagrecer e/ou usar medicamentos com estrogênio combinados com uma progestina são medidas que talvez ajudem a diminuir os sintomas (incluindo o excesso de pelos no corpo) e a restaurar as concentrações hormonais à normalidade.Se a mulher deseja engravidar, emagrecer e tomar clomifeno, e/ou metformina, isso pode resultar na liberação de um óvulo (ovulação).A síndrome do ovário policístico afeta aproximadamente 5 a 10% das mulheres. Nos Estados Unidos, ela é a causa mais comum da infertilidade.Síndrome do ovário policístico (SOP)Ocultar detalhes O nome da síndrome do ovário policístico se baseia na presença de muitas bolsas repletas de líquido (cistos) que costumam surgir nos ovários e fazem com que eles aumentem de tamanho (mostradas aqui no ovário direito).O nome dessa síndrome se deve às inúmeras bolsas repletas de líquido (cistos) que muitas vezes surgem nos ovários, fazendo com que aumentem de tamanho.Você sabia que...A síndrome do ovário policístico é a causa mais comum da infertilidade nos Estados Unidos.Em muitas mulheres com síndrome do ovário policístico, as células do corpo resistem aos efeitos da insulina (fenômeno conhecido como resistência à insulina ou, por vezes, pré-diabetes). A insulina ajuda o açúcar (glicose) a ser absorvido pelas células, para que possam usá-lo para produzir energia. Quando as células resistem a seus efeitos, o açúcar se acumula no sangue e o pâncreas produz mais insulina para tentar reduzir o nível de glicose no sangue. Caso a resistência à insulina se torne moderada ou grave, é possível que surja diabetes.Se a mulher com síndrome do ovário policístico e com sobrepeso ou obesidade engravidar, seu risco de ter complicações durante a gestação é maior. Essas complicações incluem diabetes gestacional (diabetes que surge durante a gravidez), parto prematuro e pré-eclâmpsia (um tipo de hipertensão arterial que surge durante a gravidez).Síndrome do Ovário Policístico MODELO 3DCausas da síndrome do ovário policísticoNão se sabe exatamente o que causa a síndrome do ovário policístico. Algumas evidências indicam que ela é causada pelo mau funcionamento da enzima que controla a produção de hormônios masculinos. Esse mau funcionamento faz com que ocorra um aumento na produção de hormônios masculinos (andrógenos).Uma concentração elevada de hormônios masculinos aumenta o risco de síndrome metabólica (com hipertensão arterial, níveis elevados de colesterol e resistência aos efeitos da insulina) e risco de obesidade. Se a concentração de hormônios masculinos permanecer elevada, há um aumento no risco de a mulher ter diabetes, doenças cardíacas e vasculares (incluindo aterosclerose e doença arterial coronariana) e hipertensão arterial. Além disso, alguns hormônios masculinos podem ser convertidos em estrogênio, aumentando a concentração de estrogênio. Se não for produzida uma quantidade suficiente de progesterona para equilibrar o aumento do nível de estrogênio e essa situação continuar por muito tempo, o revestimento do útero (endométrio) pode ficar extremamente espesso (um quadro clínico denominado hiperplasia endometrial) ou ela pode desenvolver câncer do revestimento do útero (câncer de endométrio). A síndrome do ovário policístico também pode aumentar o risco de ter esteatose hepática não alcoólica (um acúmulo anômalo de gordura nas células do fígado que não está relacionado ao consumo de álcool).Sintomas da síndrome do ovário policísticoOs sintomas da síndrome do ovário policístico geralmente se surgem durante a puberdade e pioram com o passar do tempo. Os sintomas variam de mulher para mulher.Às vezes, em meninas com síndrome do ovário policístico, a menstruação não começa na puberdade e os ovários não liberam um óvulo (ou seja, a mulher não ovula) ou o fazem de forma irregular. Mulheres ou meninas que já começaram a menstruar podem ter sangramento vaginal irregular ou a menstruação pode vir a parar.É possível que a mulher também apresente sintomas relacionados a uma alta concentração de hormônios masculinos – um fenômeno denominado masculinização ou virilização. Os sintomas comuns incluem acne e aumento dos pelos no corpo (hirsutismo). Em casos raros, as alterações incluem voz mais grossa, diminuição do tamanho das mamas, aumento do tamanho dos músculos, crescimento de pelos seguindo um padrão masculino (por exemplo, no tórax e na face), cabelos ralos ou calvície. Muitas mulheres com síndrome do ovário policístico têm excesso de peso corporal, mas algumas são magras. A produção excessiva de insulina contribui para o ganho de peso e dificulta o emagrecimento. O excesso de insulina devido à resistência à insulina também pode causar o escurecimento e o espessamento da pele nas axilas, na nuca e nas pregas cutâneas (um quadro clínico denominado acantose nigricans). Acantose nigricans em síndrome do ovário policísticoOcultar detalhes Em pessoas com síndrome do ovário policístico, a pele nas axilas, na nuca e nas pregas cutâneas pode ficar escura e espessa (um distúrbio chamado acantose nigricans). Em pessoas de pele escura, a pele pode ter uma aparência de couro (fotografia na parte inferior). Imagens fornecidas pelo Dr. Thomas Habif.Outros sintomas podem incluir fadiga, baixa energia, problemas relacionados ao sono (incluindo apneia do sono), alterações de humor, depressão, ansiedade e dores de cabeça.Se a mulher desenvolver síndrome metabólica, é possível que ocorra um acúmulo de gordura no abdômen.Diagnóstico da síndrome do ovário policísticoAvaliação de um médico com base em critérios diagnósticos específicosUltrassonografiaMedição das concentrações hormonaisO diagnóstico de síndrome do ovário policístico costuma se basear nos sintomas.Um exame de gravidez costuma ser feito. São realizados exames de sangue para medir os níveis de hormônios masculinos e, possivelmente, os níveis de outros hormônios para verificar quanto à presença de outros quadros clínicos, tais como menopausa precoce ou, em casos raros, síndrome de Cushing.A ultrassonografia é feita para ver se os ovários têm muitos cistos e para verificar se há um tumor em um ovário ou glândula adrenal. Esses tumores podem produzir hormônios masculinos em excesso e, assim, causar os mesmos sintomas da síndrome do ovário policístico. É possível que uma ultrassonografia seja realizada para verificar quanto à presença de alterações nos ovários. Uma ultrassonografia transvaginal será realizada se possível. Ela consiste no uso de um pequeno dispositivo portátil que é inserido na vagina para visualizar o interior do útero. A ultrassonografia transvaginal geralmente não é usada em meninas adolescentes porque as alterações da puberdade diminuem a probabilidade de esse exame ajudar a diagnosticar a síndrome do ovário policístico.Uma biópsia do endométrio (biópsia endometrial) costuma ser realizada para garantir que não há nenhum câncer, sobretudo se a mulher estiver tendo sangramento vaginal anômalo.Em mulheres com essa síndrome, é possível que o médico faça outros exames para verificar quanto à presença de complicações ou outros quadros clínicos que costumam ocorrer em mulheres com síndrome do ovário policístico. É possível que o médico meça a pressão arterial e também costuma medir os níveis sanguíneos de glicose e de gorduras (lipídios), como o colesterol, para tentar detectar a presença de síndrome metabólica, que aumenta o risco de ter doença arterial coronariana.É possível que o médico também faça exames de imagem para verificar quanto à presença de doença arterial coronariana. Os exames de imagem incluem a angiografia coronária (são tiradas radiografias das artérias após um agente de contraste radiopaco, que pode ser visto nas radiografias, ter sido injetado em uma artéria) e angiotomografia (AngioTC) (imagens bi- e tridimensionais dos vasos sanguíneos tiradas depois de um agente de contraste radiopaco ter sido injetado em uma veia).Uma vez que as mulheres com síndrome do ovário policístico podem ter depressão e ansiedade, o médico faz perguntas sobre os sintomas desses transtornos. Se um problema for identificado, ela será encaminhada a um profissional de saúde mental e/ou tratada conforme necessário.Tratamento da síndrome do ovário policísticoAtividade física, modificações na dieta e, às vezes, perder pesoMedicamentos, tais como pílulas anticoncepcionais, metformina ou espironolactonaControle do excesso de pelos no corpo e da acneControle dos riscos de longo prazo de apresentar alterações hormonaisTratamentos contra infertilidade se a mulher quiser engravidarA escolha do tratamento para a síndrome do ovário policístico depende:Do tipo e da gravidade dos sintomasDa idade da mulherDos planos da mulher em relação à gravidezMedidas geraisSe a concentração de insulina estiver alta, reduzi-la talvez ajude. Praticar atividade física (pelo menos 30 minutos por dia) e reduzir o consumo de carboidratos (encontrados em pães, massas, batatas e doces) pode ajudar a diminuir a concentração de insulina. Se a mulher tiver excesso de peso corporal (sobrepeso ou obesidade), a perda de peso pode ajudar a:Causar uma redução suficiente nos níveis de insulina para permitir o início da ovulaçãoAumentar a chance de engravidar Fazer com que as menstruações fiquem mais regularesDiminuir o crescimento de pelos e o risco de haver espessamento do revestimento uterinoA cirurgia para perda de peso (bariátrica) pode ajudar algumas mulheres. É improvável que a perda de peso beneficie a mulher com síndrome do ovário policístico cujo peso seja normal.MedicamentosGeralmente, a mulher que não deseja engravidar toma uma pílula anticoncepcional que contém estrogênio e uma progestina (um contraceptivo oral combinado) ou apenas uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona), tal como aquela que é liberada por um dispositivo intrauterino (DIU) ou medroxiprogesterona. Qualquer dos tipos de tratamento podeReduzir o risco de ter câncer de endométrio devido a uma alta concentração de estrogênioFazer com que as menstruações fiquem mais regularesAjudar a diminuir os níveis de hormônios masculinosReduzir levemente o excesso de pelos no corpo e a acneA metformina, usada para tratar o diabetes tipo 2, pode ser usada para aumentar a sensibilidade à insulina de modo que o corpo não tenha que produzir tanta insulina. Esse medicamento talvez ajude a mulher a perder peso e é possível que a ovulação e a menstruação voltem a acontecer. Se a mulher tomar metformina e não quiser engravidar, ela deve fazer uso de métodos anticoncepcionais. A metformina tem pouco ou nenhum efeito sobre o crescimento excessivo de pelos, acne ou infertilidade. Quando a metformina é usada, a mulher precisa realizar exames de sangue periodicamente para medir a glicose (açúcar) e avaliar a função renal e a hepática.Medicamentos que podem ajudar mulheres com síndrome do ovário policístico a perder peso incluem a liraglutida (usada para tratar o diabetes tipo 2) e o orlistate (usado para tratar a obesidade). O orlistate e o inositol (que fazem com que a insulina atue de forma mais eficiente) podem reduzir os sintomas relacionados a uma alta concentração de hormônios masculinos (por exemplo, o excesso de pelos no corpo) e diminuir a resistência à insulina.Se a mulher quiser engravidar e tiver excesso de peso corporal, emagrecer talvez ajude. Geralmente, essa mulher será encaminhada a um especialista em infertilidade. A mulher tenta tomar clomifeno (um medicamento para fertilidade) ou letrozol. Esses medicamentos estimulam a ovulação. Caso esses medicamentos sejam ineficazes e a mulher tiver resistência à insulina, a metformina talvez seja útil, pois reduzir a concentração de insulina pode estimular a ovulação. Caso nenhum desses medicamentos seja eficaz, talvez sejam tentados outros tratamentos para fertilidade. Eles incluem o hormônio folículo-estimulante (para estimular os ovários), os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (para estimular a liberação do hormônio folículo-estimulante) e a gonadotrofina coriônica humana (para desencadear a ovulação).Caso os medicamentos para fertilidade sejam ineficazes ou caso a mulher não queira tomá-los, uma cirurgia (por exemplo, o drilling ovariano) pode ser tentada. Esse procedimento é realizado por laparoscopia. O médico faz pequenas incisões logo acima ou abaixo do umbigo. Em seguida, ele insere um tubo fino de visualização (denominado laparoscópio) dentro da cavidade abdominal através de uma das incisões. Depois ele insere, através de outra incisão, ferramentas especiais que usam uma corrente elétrica ou laser para destruir pequenas regiões nos ovários que produzem hormônios masculinos (andrógenos). Dessa forma, ocorre uma redução da produção de andrógenos. Diminuir a alta concentração de andrógenos em mulheres com síndrome do ovário policístico pode ajudar a regular os ciclos menstruais e a aumentar a chance de engravidar. Essa cirurgia exige anestesia geral.Tratamento do excesso de pelos no corpoO tratamento do excesso de pelos inclui o clareamento ou remoção por eletrólise, pinça ou depilação com cera, líquidos ou cremes depilatórios, ou depilação a laser. Nenhum tratamento para remoção de excesso de pelos é ideal ou totalmente eficaz. As sugestões abaixo podem ajudar:Eflornitina em creme pode ajudar a remover pelos faciais indesejados.As pílulas anticoncepcionais talvez ajudem, mas elas precisam ser tomadas durante vários meses antes de surtirem qualquer efeito, que, muitas vezes, é muito brando.A espironolactona, um medicamento que bloqueia a produção e a ação dos hormônios masculinos, pode reduzir a quantidade de pelos indesejados. Seus efeitos colaterais incluem o aumento da produção de urina e pressão arterial baixa (às vezes causando desmaio). A espironolactona talvez não seja segura para o feto em desenvolvimento, de modo que a mulher sexualmente ativa que toma esse medicamento é aconselhada a usar métodos anticoncepcionais eficazes.A ciproterona, uma progestina forte que bloqueia a ação dos hormônios masculinos, reduz a quantidade de pelos indesejados em 50% a 75% das mulheres afetadas. É um medicamento usado em muitos países, mas não é aprovado nos Estados Unidos.Os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina estão sendo estudados como forma de tratamento para pelos indesejados. Ambos os tipos de medicamentos inibem a produção de hormônios sexuais pelos ovários. No entanto, ambos podem provocar perda óssea e levar à osteoporose.Perder peso reduz a produção de andrógenos e, portanto, pode retardar o crescimento dos pelos.Tratamento da acneA acne é tratada de forma habitual, com medicamentos, tais como o peróxido de benzoíla, tretinoína em creme, antibióticos aplicados sobre a pele ou antibióticos administrados por via oral.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962).
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962). --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos gerais da cirurgia laparoscópica foram discutidos na Seção 42-1 (p. 1.097). Com a salpingectomia é possível haver lesão do ovário ipsilateral. Assim, a possibilidade de ooforectomia e seus efeitos sobre a fertilidade e a função hormonal devem ser discutidos. Além disso, antes da cirurgia, o desejo da pa-ciente de engravidar no futuro deve ser inves-tigado. Se não houver interesse em fertilidade futura ou se tiver havido fracasso em tentativa anterior de esterilização, a laqueadura tubária contralateral ou a salpingectomia bilateral podem ser opções razoáveis no momento da cirurgia. Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962). --- Síndrome do ovário policístico (SOP)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEA síndrome do ovário policístico é caracterizada por menstruação irregular ou ausente e, com frequência, obesidade ou sintomas causados ​​por uma concentração elevada de hormônios masculinos (andrógenos), tais como excesso de pelo no corpo e acne.Causas|Sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (2)Modelos 3D (1)Tabelas (0)Vídeo (0)Síndrome do ovário policístico...Acantose nigricans em síndrome...Síndrome do Ovário PolicísticoNormalmente, a mulher tem menstruações irregulares ou ausentes e, muitas vezes, ela tem sobrepeso ou é obesa e tem acne e características causadas por hormônios masculinos (por exemplo, excesso de pelos no corpo).Muitas vezes, o médico faz o diagnóstico com base nos sintomas, mas também pode realizar ultrassonografias e exames de sangue para medir as concentrações hormonais.Praticar atividade física, emagrecer e/ou usar medicamentos com estrogênio combinados com uma progestina são medidas que talvez ajudem a diminuir os sintomas (incluindo o excesso de pelos no corpo) e a restaurar as concentrações hormonais à normalidade.Se a mulher deseja engravidar, emagrecer e tomar clomifeno, e/ou metformina, isso pode resultar na liberação de um óvulo (ovulação).A síndrome do ovário policístico afeta aproximadamente 5 a 10% das mulheres. Nos Estados Unidos, ela é a causa mais comum da infertilidade.Síndrome do ovário policístico (SOP)Ocultar detalhes O nome da síndrome do ovário policístico se baseia na presença de muitas bolsas repletas de líquido (cistos) que costumam surgir nos ovários e fazem com que eles aumentem de tamanho (mostradas aqui no ovário direito).O nome dessa síndrome se deve às inúmeras bolsas repletas de líquido (cistos) que muitas vezes surgem nos ovários, fazendo com que aumentem de tamanho.Você sabia que...A síndrome do ovário policístico é a causa mais comum da infertilidade nos Estados Unidos.Em muitas mulheres com síndrome do ovário policístico, as células do corpo resistem aos efeitos da insulina (fenômeno conhecido como resistência à insulina ou, por vezes, pré-diabetes). A insulina ajuda o açúcar (glicose) a ser absorvido pelas células, para que possam usá-lo para produzir energia. Quando as células resistem a seus efeitos, o açúcar se acumula no sangue e o pâncreas produz mais insulina para tentar reduzir o nível de glicose no sangue. Caso a resistência à insulina se torne moderada ou grave, é possível que surja diabetes.Se a mulher com síndrome do ovário policístico e com sobrepeso ou obesidade engravidar, seu risco de ter complicações durante a gestação é maior. Essas complicações incluem diabetes gestacional (diabetes que surge durante a gravidez), parto prematuro e pré-eclâmpsia (um tipo de hipertensão arterial que surge durante a gravidez).Síndrome do Ovário Policístico MODELO 3DCausas da síndrome do ovário policísticoNão se sabe exatamente o que causa a síndrome do ovário policístico. Algumas evidências indicam que ela é causada pelo mau funcionamento da enzima que controla a produção de hormônios masculinos. Esse mau funcionamento faz com que ocorra um aumento na produção de hormônios masculinos (andrógenos).Uma concentração elevada de hormônios masculinos aumenta o risco de síndrome metabólica (com hipertensão arterial, níveis elevados de colesterol e resistência aos efeitos da insulina) e risco de obesidade. Se a concentração de hormônios masculinos permanecer elevada, há um aumento no risco de a mulher ter diabetes, doenças cardíacas e vasculares (incluindo aterosclerose e doença arterial coronariana) e hipertensão arterial. Além disso, alguns hormônios masculinos podem ser convertidos em estrogênio, aumentando a concentração de estrogênio. Se não for produzida uma quantidade suficiente de progesterona para equilibrar o aumento do nível de estrogênio e essa situação continuar por muito tempo, o revestimento do útero (endométrio) pode ficar extremamente espesso (um quadro clínico denominado hiperplasia endometrial) ou ela pode desenvolver câncer do revestimento do útero (câncer de endométrio). A síndrome do ovário policístico também pode aumentar o risco de ter esteatose hepática não alcoólica (um acúmulo anômalo de gordura nas células do fígado que não está relacionado ao consumo de álcool).Sintomas da síndrome do ovário policísticoOs sintomas da síndrome do ovário policístico geralmente se surgem durante a puberdade e pioram com o passar do tempo. Os sintomas variam de mulher para mulher.Às vezes, em meninas com síndrome do ovário policístico, a menstruação não começa na puberdade e os ovários não liberam um óvulo (ou seja, a mulher não ovula) ou o fazem de forma irregular. Mulheres ou meninas que já começaram a menstruar podem ter sangramento vaginal irregular ou a menstruação pode vir a parar.É possível que a mulher também apresente sintomas relacionados a uma alta concentração de hormônios masculinos – um fenômeno denominado masculinização ou virilização. Os sintomas comuns incluem acne e aumento dos pelos no corpo (hirsutismo). Em casos raros, as alterações incluem voz mais grossa, diminuição do tamanho das mamas, aumento do tamanho dos músculos, crescimento de pelos seguindo um padrão masculino (por exemplo, no tórax e na face), cabelos ralos ou calvície. Muitas mulheres com síndrome do ovário policístico têm excesso de peso corporal, mas algumas são magras. A produção excessiva de insulina contribui para o ganho de peso e dificulta o emagrecimento. O excesso de insulina devido à resistência à insulina também pode causar o escurecimento e o espessamento da pele nas axilas, na nuca e nas pregas cutâneas (um quadro clínico denominado acantose nigricans). Acantose nigricans em síndrome do ovário policísticoOcultar detalhes Em pessoas com síndrome do ovário policístico, a pele nas axilas, na nuca e nas pregas cutâneas pode ficar escura e espessa (um distúrbio chamado acantose nigricans). Em pessoas de pele escura, a pele pode ter uma aparência de couro (fotografia na parte inferior). Imagens fornecidas pelo Dr. Thomas Habif.Outros sintomas podem incluir fadiga, baixa energia, problemas relacionados ao sono (incluindo apneia do sono), alterações de humor, depressão, ansiedade e dores de cabeça.Se a mulher desenvolver síndrome metabólica, é possível que ocorra um acúmulo de gordura no abdômen.Diagnóstico da síndrome do ovário policísticoAvaliação de um médico com base em critérios diagnósticos específicosUltrassonografiaMedição das concentrações hormonaisO diagnóstico de síndrome do ovário policístico costuma se basear nos sintomas.Um exame de gravidez costuma ser feito. São realizados exames de sangue para medir os níveis de hormônios masculinos e, possivelmente, os níveis de outros hormônios para verificar quanto à presença de outros quadros clínicos, tais como menopausa precoce ou, em casos raros, síndrome de Cushing.A ultrassonografia é feita para ver se os ovários têm muitos cistos e para verificar se há um tumor em um ovário ou glândula adrenal. Esses tumores podem produzir hormônios masculinos em excesso e, assim, causar os mesmos sintomas da síndrome do ovário policístico. É possível que uma ultrassonografia seja realizada para verificar quanto à presença de alterações nos ovários. Uma ultrassonografia transvaginal será realizada se possível. Ela consiste no uso de um pequeno dispositivo portátil que é inserido na vagina para visualizar o interior do útero. A ultrassonografia transvaginal geralmente não é usada em meninas adolescentes porque as alterações da puberdade diminuem a probabilidade de esse exame ajudar a diagnosticar a síndrome do ovário policístico.Uma biópsia do endométrio (biópsia endometrial) costuma ser realizada para garantir que não há nenhum câncer, sobretudo se a mulher estiver tendo sangramento vaginal anômalo.Em mulheres com essa síndrome, é possível que o médico faça outros exames para verificar quanto à presença de complicações ou outros quadros clínicos que costumam ocorrer em mulheres com síndrome do ovário policístico. É possível que o médico meça a pressão arterial e também costuma medir os níveis sanguíneos de glicose e de gorduras (lipídios), como o colesterol, para tentar detectar a presença de síndrome metabólica, que aumenta o risco de ter doença arterial coronariana.É possível que o médico também faça exames de imagem para verificar quanto à presença de doença arterial coronariana. Os exames de imagem incluem a angiografia coronária (são tiradas radiografias das artérias após um agente de contraste radiopaco, que pode ser visto nas radiografias, ter sido injetado em uma artéria) e angiotomografia (AngioTC) (imagens bi- e tridimensionais dos vasos sanguíneos tiradas depois de um agente de contraste radiopaco ter sido injetado em uma veia).Uma vez que as mulheres com síndrome do ovário policístico podem ter depressão e ansiedade, o médico faz perguntas sobre os sintomas desses transtornos. Se um problema for identificado, ela será encaminhada a um profissional de saúde mental e/ou tratada conforme necessário.Tratamento da síndrome do ovário policísticoAtividade física, modificações na dieta e, às vezes, perder pesoMedicamentos, tais como pílulas anticoncepcionais, metformina ou espironolactonaControle do excesso de pelos no corpo e da acneControle dos riscos de longo prazo de apresentar alterações hormonaisTratamentos contra infertilidade se a mulher quiser engravidarA escolha do tratamento para a síndrome do ovário policístico depende:Do tipo e da gravidade dos sintomasDa idade da mulherDos planos da mulher em relação à gravidezMedidas geraisSe a concentração de insulina estiver alta, reduzi-la talvez ajude. Praticar atividade física (pelo menos 30 minutos por dia) e reduzir o consumo de carboidratos (encontrados em pães, massas, batatas e doces) pode ajudar a diminuir a concentração de insulina. Se a mulher tiver excesso de peso corporal (sobrepeso ou obesidade), a perda de peso pode ajudar a:Causar uma redução suficiente nos níveis de insulina para permitir o início da ovulaçãoAumentar a chance de engravidar Fazer com que as menstruações fiquem mais regularesDiminuir o crescimento de pelos e o risco de haver espessamento do revestimento uterinoA cirurgia para perda de peso (bariátrica) pode ajudar algumas mulheres. É improvável que a perda de peso beneficie a mulher com síndrome do ovário policístico cujo peso seja normal.MedicamentosGeralmente, a mulher que não deseja engravidar toma uma pílula anticoncepcional que contém estrogênio e uma progestina (um contraceptivo oral combinado) ou apenas uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona), tal como aquela que é liberada por um dispositivo intrauterino (DIU) ou medroxiprogesterona. Qualquer dos tipos de tratamento podeReduzir o risco de ter câncer de endométrio devido a uma alta concentração de estrogênioFazer com que as menstruações fiquem mais regularesAjudar a diminuir os níveis de hormônios masculinosReduzir levemente o excesso de pelos no corpo e a acneA metformina, usada para tratar o diabetes tipo 2, pode ser usada para aumentar a sensibilidade à insulina de modo que o corpo não tenha que produzir tanta insulina. Esse medicamento talvez ajude a mulher a perder peso e é possível que a ovulação e a menstruação voltem a acontecer. Se a mulher tomar metformina e não quiser engravidar, ela deve fazer uso de métodos anticoncepcionais. A metformina tem pouco ou nenhum efeito sobre o crescimento excessivo de pelos, acne ou infertilidade. Quando a metformina é usada, a mulher precisa realizar exames de sangue periodicamente para medir a glicose (açúcar) e avaliar a função renal e a hepática.Medicamentos que podem ajudar mulheres com síndrome do ovário policístico a perder peso incluem a liraglutida (usada para tratar o diabetes tipo 2) e o orlistate (usado para tratar a obesidade). O orlistate e o inositol (que fazem com que a insulina atue de forma mais eficiente) podem reduzir os sintomas relacionados a uma alta concentração de hormônios masculinos (por exemplo, o excesso de pelos no corpo) e diminuir a resistência à insulina.Se a mulher quiser engravidar e tiver excesso de peso corporal, emagrecer talvez ajude. Geralmente, essa mulher será encaminhada a um especialista em infertilidade. A mulher tenta tomar clomifeno (um medicamento para fertilidade) ou letrozol. Esses medicamentos estimulam a ovulação. Caso esses medicamentos sejam ineficazes e a mulher tiver resistência à insulina, a metformina talvez seja útil, pois reduzir a concentração de insulina pode estimular a ovulação. Caso nenhum desses medicamentos seja eficaz, talvez sejam tentados outros tratamentos para fertilidade. Eles incluem o hormônio folículo-estimulante (para estimular os ovários), os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (para estimular a liberação do hormônio folículo-estimulante) e a gonadotrofina coriônica humana (para desencadear a ovulação).Caso os medicamentos para fertilidade sejam ineficazes ou caso a mulher não queira tomá-los, uma cirurgia (por exemplo, o drilling ovariano) pode ser tentada. Esse procedimento é realizado por laparoscopia. O médico faz pequenas incisões logo acima ou abaixo do umbigo. Em seguida, ele insere um tubo fino de visualização (denominado laparoscópio) dentro da cavidade abdominal através de uma das incisões. Depois ele insere, através de outra incisão, ferramentas especiais que usam uma corrente elétrica ou laser para destruir pequenas regiões nos ovários que produzem hormônios masculinos (andrógenos). Dessa forma, ocorre uma redução da produção de andrógenos. Diminuir a alta concentração de andrógenos em mulheres com síndrome do ovário policístico pode ajudar a regular os ciclos menstruais e a aumentar a chance de engravidar. Essa cirurgia exige anestesia geral.Tratamento do excesso de pelos no corpoO tratamento do excesso de pelos inclui o clareamento ou remoção por eletrólise, pinça ou depilação com cera, líquidos ou cremes depilatórios, ou depilação a laser. Nenhum tratamento para remoção de excesso de pelos é ideal ou totalmente eficaz. As sugestões abaixo podem ajudar:Eflornitina em creme pode ajudar a remover pelos faciais indesejados.As pílulas anticoncepcionais talvez ajudem, mas elas precisam ser tomadas durante vários meses antes de surtirem qualquer efeito, que, muitas vezes, é muito brando.A espironolactona, um medicamento que bloqueia a produção e a ação dos hormônios masculinos, pode reduzir a quantidade de pelos indesejados. Seus efeitos colaterais incluem o aumento da produção de urina e pressão arterial baixa (às vezes causando desmaio). A espironolactona talvez não seja segura para o feto em desenvolvimento, de modo que a mulher sexualmente ativa que toma esse medicamento é aconselhada a usar métodos anticoncepcionais eficazes.A ciproterona, uma progestina forte que bloqueia a ação dos hormônios masculinos, reduz a quantidade de pelos indesejados em 50% a 75% das mulheres afetadas. É um medicamento usado em muitos países, mas não é aprovado nos Estados Unidos.Os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina estão sendo estudados como forma de tratamento para pelos indesejados. Ambos os tipos de medicamentos inibem a produção de hormônios sexuais pelos ovários. No entanto, ambos podem provocar perda óssea e levar à osteoporose.Perder peso reduz a produção de andrógenos e, portanto, pode retardar o crescimento dos pelos.Tratamento da acneA acne é tratada de forma habitual, com medicamentos, tais como o peróxido de benzoíla, tretinoína em creme, antibióticos aplicados sobre a pele ou antibióticos administrados por via oral.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteUltrassonografiaT rata-se da principal ferramenta utilizada para diagnosticar patologias ovarianas e as caracte-rísticas ultrassonográficas de um cisto ajudam a determinar o potencial de malignidade de uma dada lesão antes da cirurgia. Embora não seja comum, naquelas pacientes cujo re-sultados da análise ultrassonográfica de cistos ovarianos não tenha sido conclusiva, o image-amento por ressonância magnética talvez seja mais esclarecedor. Marcadores tumoraisNormalmente dosa-se o CA-125 (cancer anti-gen 125) no pré-operatório de pacientes pós--menopáusicas ou em qualquer mulher cujo tumor apresente outros fatores de risco para câncer epitelial ovariano (Cap. 2, p. 41). Além disso, se houver suspeita, pode-se dosar alfafe-toproteína sérica (AFP), lactato desidrogenase (LDH), inibina e b-hCG para excluir tumores ovarianos de células germinativas ou estromais do cordão sexual (Cap. 36, p. 881 e 888). --- Durante a cirurgia, os lavados peritoneais devem ser colhi-dos imediatamente ao penetrar a cavidade abdominal, sendo seguidos por exploração. A massa ovariana deve ser removida intacta e submetida a exame patológico com técnica de conge-lação. Entretanto, é praticamente impossível saber com certeza se a massa anexial de uma determinada paciente é benigna, um tumor de BPM ou um câncer invasivo até a revisão fi-nal das lâminas histológicas (Houck, 2000; T empfer, 2007). Consequentemente, as mulheres pré-menopáusicas que ainda queiram ter filhos podem submeter-se a uma cirurgia com pre-servação de fertilidade mantendo o útero e o ovário contra-lateral (Parck, 2009; Zanetta, 2001). Essa é uma abordagem razoável mesmo quando o diagnóstico final é de câncer invasi-vo no estádio I (Schilder, 2002). Em contraste, mulheres pós--menopáusicas devem submeter-se à histerectomia com SOB. --- ■ Preparo da pacienteA menos que se identifiquem abscessos ovaria-nos, a profilaxia com antibióticos é administra-da de acordo com a preferência do cirurgião. Contudo, de maneira geral, a salpingo-oofo-rectomia por via laparoscópica não requer an-tibioticoterapia profilática (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a). A preparação intestinal geralmente não é neces-sária, mas pode ser considerada quando se sus-peita de aderências extensivas. Normalmente não se recomenda profilaxia para tromboem-bolismo venoso nos casos de cistectomia lapa-roscópica. Contudo, as pacientes com maior risco de malignidade, fatores de risco para TEV ou probabilidade alta de conversão para laparotomia podem ser beneficiadas com tais medidas (Tabela 39-9, p. 962).
{"justificativa": "O contexto analisado discute aspectos cirúrgicos relacionados à condição ovariana, incluindo a possibilidade de laqueadura tubária em mulheres que não desejam ter filhos. No entanto, não aborda diretamente a questão de realizar laqueadura antes de tratar a síndrome do ovário policístico. Isso torna as informações apresentadas menos relevantes para a pergunta específica do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda procedimentos cirúrgicos relacionados aos ovários, incluindo a consideração da laqueadura em pacientes que não desejam fertilidade futura. No entanto, não discute especificamente o caso de ovarios policísticos e o tratamento anterior necessário, que é crucial para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre o procedimento de laqueadura e condições que a indicam, mas não se relaciona diretamente com a questão específica sobre a possibilidade de realizar laqueadura antes do tratamento para ovários policísticos. A pergunta requer uma abordagem mais específica sobre a relação entre a condição e a cirurgia, que não é adequadamente abordada no texto.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre laqueadura, incluindo quem pode realizar o procedimento e as suas indicações. No entanto, ele não aborda diretamente a questão da compatibilidade da laqueadura com a condição de ovário policístico antes do tratamento. Apesar da relevância potencial das informações sobre laqueadura, a falta de relação direta com a condição específica do usuário resulta em uma nota somente parcial.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda aspectos relacionados à síndrome do ovário policístico (SOP), incluindo sintomas, diagnóstico e tratamento. Contudo, não fornece informações diretas sobre a possibilidade de realizar laqueadura antes do tratamento da SOP. A laqueadura é uma intervenção cirúrgica que pode não estar diretamente ligada ao tratamento da SOP, tornando o contexto menos relevante para a pergunta específica do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda procedimentos cirúrgicos relacionados ao trato reprodutivo feminino, incluindo considerações sobre a salpingectomia e a laqueadura tubária. No entanto, não menciona especificamente a condição de ovário policístico nem discute diretamente a possibilidade de realizar laqueadura antes do tratamento, tornando a informação apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a síndrome do ovário policístico, incluindo sintomas, diagnóstico e tratamento. No entanto, não menciona diretamente a laqueadura ou suas implicações em relação à SOP, que é o foco da pergunta do usuário. Portanto, apesar de haver uma relação temática, as informações não são diretamente relevantes para a pergunta específica sobre se a laqueadura pode ser realizada antes do tratamento da SOP.", "nota": 2}
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oi ontem foi na minha consulta e meu médico fez o toque e falo que eu tava com um dedo só que nisso vim para casa e foi no banheiro e sair o tampão com sangue só que depois ainda tava saindo sangue e minha primeira gravidez então queria sabe si e normal e agora tbm to fazendo xixi com um cheiro ruim
de quantas semanas está após exame de toque pode ter um pouco de sangramento por até dias importante é sentir o bebe mexer e se sentir barriga muito dura ou diminuir movimento do bebe ou aumentar sangramento procurar pronto socorro quanto a urina fazer exame de urina para ver se não está com infecção de urina que não tem relação com sangramento vaginal e com toque
■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ▶ Toque vaginal. Pode ser uni- ou bidigital. Para efetuá-lo é preciso tomar todos os cuidados de antissepsia eestar com as mãos corretamente enluvadas. De início, afastam-se as ninfas e introduzem-se na vagina os dedosindicador e médio, ou apenas o primeiro, untados em vaselina esterilizada ou clorexedina aquosa. O exameprocura explorar sucessivamente: o colo (apagamento, dilatação, orientação e consistência), a bolsa das águas ea apresentação (posição, variedade, altura e proporcionalidade à bacia, além de outros detalhes, como a flexão eo assinclitismo), quando pertinente. Ao toque, as diversas partes fetais têm caracteres específicos que promovem sua identificação. Aapresentação cefálica mostra-se como um corpo duro, arredondado e liso, no qual se percebem as suturas efontanelas. --- O toque no início do DPP mostra colo imaturo, longo e com dilatação mínima; a bolsa das águas está tensa(pela hipertonia uterina) e, apenas rompida, despeja, em jato forte, o líquido amniótico, em um ou outro casohemorrágico (hemoâmnio). A cervicodilatação pode ser completada com rapidez surpreendente, e a expulsãofetal costuma ocorrer com a mesma agilidade. A placenta, já descolada, é expelida logo a seguir, juntamente como hematoma retroplacentário; na face materna, mostra a cratera característica. Na oportunidade, é comumobservar o parto em alude: feto, placenta e páreas, expulsos em turbilhão, com coágulo apegado.
■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ▶ Toque vaginal. Pode ser uni- ou bidigital. Para efetuá-lo é preciso tomar todos os cuidados de antissepsia eestar com as mãos corretamente enluvadas. De início, afastam-se as ninfas e introduzem-se na vagina os dedosindicador e médio, ou apenas o primeiro, untados em vaselina esterilizada ou clorexedina aquosa. O exameprocura explorar sucessivamente: o colo (apagamento, dilatação, orientação e consistência), a bolsa das águas ea apresentação (posição, variedade, altura e proporcionalidade à bacia, além de outros detalhes, como a flexão eo assinclitismo), quando pertinente. Ao toque, as diversas partes fetais têm caracteres específicos que promovem sua identificação. Aapresentação cefálica mostra-se como um corpo duro, arredondado e liso, no qual se percebem as suturas efontanelas. --- O toque no início do DPP mostra colo imaturo, longo e com dilatação mínima; a bolsa das águas está tensa(pela hipertonia uterina) e, apenas rompida, despeja, em jato forte, o líquido amniótico, em um ou outro casohemorrágico (hemoâmnio). A cervicodilatação pode ser completada com rapidez surpreendente, e a expulsãofetal costuma ocorrer com a mesma agilidade. A placenta, já descolada, é expelida logo a seguir, juntamente como hematoma retroplacentário; na face materna, mostra a cratera característica. Na oportunidade, é comumobservar o parto em alude: feto, placenta e páreas, expulsos em turbilhão, com coágulo apegado.
Como saber se estou grávida pela barriga? “Como fica a barriga nos primeiros dias de gravidez? Dá para saber se estou grávida tocando ou apertando a barriga?” É bem difícil conseguir saber se você está grávida tocando ou apertando a barriga, mesmo após o atraso menstrual. Um profissional de saúde experiente pode sentir, ao apertar o pé da barriga, com a mulher deitada de barriga para cima, algo firme que parece escorregar. Isso pode indicar gravidez, mas também pode ter outras causas. Entretanto, existem outros sinais que podem aparecer e que são mais fáceis de detectar. O atraso menstrual é o principal sinal para suspeitar de gravidez. Outros sinais de uma possível gravidez são: Corrimento rosado; Pequeno sangramento vaginal; Cólica; Aumento ou dor nas mamas. Outros sintomas que podem surgir nas primeiras semanas de gravidez são cansaço, náuseas, vômitos ou sensibilidade ao cheiro de comida. Mesmo que estes sintomas não apareçam, isso não quer dizer que não esteja grávida. Se suspeitar que está grávida, faça um teste de farmácia ou consulte um ginecologista. --- Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital. Reduzir o peso e tratar doenças respiratórias pode fazer com que deixe de sentir a bola na vagina, em alguns casos. Mas é importante procurar um ginecologista para aliviar os sintomas e resolver o problema. Alguns tratamentos são possíveis — o ginecologista determina o que fazer dependendo da gravidade do caso. Os exercícios são como uma fisioterapia que ajuda principalmente a reduzir os sintomas relacionados ao aparelho urinário. Pode ser indicado o uso local de estrógenos. Os pessários são um tipo de diafragma colocado na vagina, apoiado no colo do útero, para manter o útero no lugar certo. A cirurgia é indicada nos casos mais graves. --- ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
Como saber se estou grávida pela barriga? “Como fica a barriga nos primeiros dias de gravidez? Dá para saber se estou grávida tocando ou apertando a barriga?” É bem difícil conseguir saber se você está grávida tocando ou apertando a barriga, mesmo após o atraso menstrual. Um profissional de saúde experiente pode sentir, ao apertar o pé da barriga, com a mulher deitada de barriga para cima, algo firme que parece escorregar. Isso pode indicar gravidez, mas também pode ter outras causas. Entretanto, existem outros sinais que podem aparecer e que são mais fáceis de detectar. O atraso menstrual é o principal sinal para suspeitar de gravidez. Outros sinais de uma possível gravidez são: Corrimento rosado; Pequeno sangramento vaginal; Cólica; Aumento ou dor nas mamas. Outros sintomas que podem surgir nas primeiras semanas de gravidez são cansaço, náuseas, vômitos ou sensibilidade ao cheiro de comida. Mesmo que estes sintomas não apareçam, isso não quer dizer que não esteja grávida. Se suspeitar que está grávida, faça um teste de farmácia ou consulte um ginecologista. --- Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital. Reduzir o peso e tratar doenças respiratórias pode fazer com que deixe de sentir a bola na vagina, em alguns casos. Mas é importante procurar um ginecologista para aliviar os sintomas e resolver o problema. Alguns tratamentos são possíveis — o ginecologista determina o que fazer dependendo da gravidade do caso. Os exercícios são como uma fisioterapia que ajuda principalmente a reduzir os sintomas relacionados ao aparelho urinário. Pode ser indicado o uso local de estrógenos. Os pessários são um tipo de diafragma colocado na vagina, apoiado no colo do útero, para manter o útero no lugar certo. A cirurgia é indicada nos casos mais graves. --- ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ▶ Toque vaginal. Pode ser uni- ou bidigital. Para efetuá-lo é preciso tomar todos os cuidados de antissepsia eestar com as mãos corretamente enluvadas. De início, afastam-se as ninfas e introduzem-se na vagina os dedosindicador e médio, ou apenas o primeiro, untados em vaselina esterilizada ou clorexedina aquosa. O exameprocura explorar sucessivamente: o colo (apagamento, dilatação, orientação e consistência), a bolsa das águas ea apresentação (posição, variedade, altura e proporcionalidade à bacia, além de outros detalhes, como a flexão eo assinclitismo), quando pertinente. Ao toque, as diversas partes fetais têm caracteres específicos que promovem sua identificação. Aapresentação cefálica mostra-se como um corpo duro, arredondado e liso, no qual se percebem as suturas efontanelas. --- O toque no início do DPP mostra colo imaturo, longo e com dilatação mínima; a bolsa das águas está tensa(pela hipertonia uterina) e, apenas rompida, despeja, em jato forte, o líquido amniótico, em um ou outro casohemorrágico (hemoâmnio). A cervicodilatação pode ser completada com rapidez surpreendente, e a expulsãofetal costuma ocorrer com a mesma agilidade. A placenta, já descolada, é expelida logo a seguir, juntamente como hematoma retroplacentário; na face materna, mostra a cratera característica. Na oportunidade, é comumobservar o parto em alude: feto, placenta e páreas, expulsos em turbilhão, com coágulo apegado.
■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ▶ Toque vaginal. Pode ser uni- ou bidigital. Para efetuá-lo é preciso tomar todos os cuidados de antissepsia eestar com as mãos corretamente enluvadas. De início, afastam-se as ninfas e introduzem-se na vagina os dedosindicador e médio, ou apenas o primeiro, untados em vaselina esterilizada ou clorexedina aquosa. O exameprocura explorar sucessivamente: o colo (apagamento, dilatação, orientação e consistência), a bolsa das águas ea apresentação (posição, variedade, altura e proporcionalidade à bacia, além de outros detalhes, como a flexão eo assinclitismo), quando pertinente. Ao toque, as diversas partes fetais têm caracteres específicos que promovem sua identificação. Aapresentação cefálica mostra-se como um corpo duro, arredondado e liso, no qual se percebem as suturas efontanelas. --- O toque no início do DPP mostra colo imaturo, longo e com dilatação mínima; a bolsa das águas está tensa(pela hipertonia uterina) e, apenas rompida, despeja, em jato forte, o líquido amniótico, em um ou outro casohemorrágico (hemoâmnio). A cervicodilatação pode ser completada com rapidez surpreendente, e a expulsãofetal costuma ocorrer com a mesma agilidade. A placenta, já descolada, é expelida logo a seguir, juntamente como hematoma retroplacentário; na face materna, mostra a cratera característica. Na oportunidade, é comumobservar o parto em alude: feto, placenta e páreas, expulsos em turbilhão, com coágulo apegado.
■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica. --- ••••■Figura 27.2 Esquema que representa a placentação no 1o trimestre da gravidez normal (A) e no abortamento (B). Note os tampões (plugs) trofoblásticos nas artérias espiraladas e a invasão trofoblástica da decídua e domiométrio superficial na área central da placenta na gestação normal. Já no abortamento, a invasão trofoblásticaé superficial e os tampões são frouxos, o que possibilita a entrada prematura de sangue materno no espaçointerviloso (setas). (Adaptada de Jauniaux et al., 2005.)Figura 27.3 Hematoma subcoriônico. SG, saco gestacional; H, hematoma. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- ▶ Toque vaginal. Pode ser uni- ou bidigital. Para efetuá-lo é preciso tomar todos os cuidados de antissepsia eestar com as mãos corretamente enluvadas. De início, afastam-se as ninfas e introduzem-se na vagina os dedosindicador e médio, ou apenas o primeiro, untados em vaselina esterilizada ou clorexedina aquosa. O exameprocura explorar sucessivamente: o colo (apagamento, dilatação, orientação e consistência), a bolsa das águas ea apresentação (posição, variedade, altura e proporcionalidade à bacia, além de outros detalhes, como a flexão eo assinclitismo), quando pertinente. Ao toque, as diversas partes fetais têm caracteres específicos que promovem sua identificação. Aapresentação cefálica mostra-se como um corpo duro, arredondado e liso, no qual se percebem as suturas efontanelas. --- O toque no início do DPP mostra colo imaturo, longo e com dilatação mínima; a bolsa das águas está tensa(pela hipertonia uterina) e, apenas rompida, despeja, em jato forte, o líquido amniótico, em um ou outro casohemorrágico (hemoâmnio). A cervicodilatação pode ser completada com rapidez surpreendente, e a expulsãofetal costuma ocorrer com a mesma agilidade. A placenta, já descolada, é expelida logo a seguir, juntamente como hematoma retroplacentário; na face materna, mostra a cratera característica. Na oportunidade, é comumobservar o parto em alude: feto, placenta e páreas, expulsos em turbilhão, com coágulo apegado.
{"justificativa": "O contexto fornecido é abrangente sobre toques vaginais e exames, mas não aborda diretamente as preocupações relacionadas a sangramentos durante a gravidez, a normalidade do sangramento e a questão de infecções urinárias relacionadas ao sintoma de xixi com cheiro ruim. Assim, embora tenha alguma relação, não responde eficazmente à pergunta feita.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O documento analisado não aborda diretamente os sintomas de sangramento e a passagem do tampão sugeridos na pergunta, além de discutir questões relacionadas a exames e intervencionismo durante a gravidez. Embora mencione aspectos relacionados à gestação, como o toque vaginal, a conexão com a situação específica do usuário é fraca. Assim, a relevância é limitada.", "nota": 2} ```
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente a questão do usuário sobre o sangramento, a saída do tampão mucoso e os sintomas urinários. Embora mencione a gravidez e alguns sinais de consulta, não fornece informações específicas que ajudem a entender se a situação mencionada é normal ou não. Portanto, é irrelevante para a pergunta feita.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda especificamente os sintomas de sangramento vaginal durante a gravidez e o cheiro urinário mencionado na pergunta do usuário. Embora forneça informações sobre sintomas gerais da gravidez, não responde diretamente às preocupações apresentadas pelo usuário, que são mais específicas e urgentes. Portanto, a relevância do contexto é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda aspectos sobre a investigação da gravidez e toques vaginais, mas não responde diretamente à situação específica da consulta do usuário, que envolve sangramento e sintomas urinários. A informação sobre cesárea, placenta e outras complicações de gravidez pode ser marginalmente relacionada, mas não é suficiente para fornecer uma resposta adequada e específica ao que foi perguntado.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda temas relacionados à gestação, como o toque vaginal, hematomas e questões de ultrassonografia. No entanto, não fornece informações diretas sobre o que o usuário está enfrentando, como o sangramento após a consulta ou o cheiro do xixi. Portanto, não é altamente relevante para responder a sua pergunta específica sobre uma situação de saúde durante a gravidez.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa aspectos técnicos da gestação e condições que podem se manifestar durante esse período. Embora mencione o toque vaginal e algumas complicações, não aborda as preocupações da usuária, como a perda de sangue e o cheiro do xixi. Por isso, a ligação é fraca e as informações específicas não atendem diretamente à pergunta.","nota": 2}
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olá estou grávida de semanas minha gravidez e de risco queria saber se posso tomar chá de camomila
não existe nenhum estudo científico que implique na contra indicação de uso de chá de camomila em gestantes e também por não se tratar de um medicamento não vemos prejuízo mesmo assim converse com seu obstetra
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- 18. Para gestantes que tenham necessidade de invasão âmnica, ponde-rar o risco e o benefício do procedimento, levando em consideração a CV-HIV da gestante, especialmente nas que estejam com a CV-HIV detectável. A utilização EV de AZT 2mg/kg peso materno, três horas antes da amnicentese, pode reduzir o risco de TV do HIV . 26HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018enzima citocrômica P , cYp450 e cYp3a4 (IP , além de antibió -ticos macrolídeos), pelo risco de respostas vasoconstritoras exageradas e isquemias periféricas e centrais graves. Preferir ocitocina ou misoprostol.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- ► Tratar a hipertermia com resfriamento (banhos frios). ► Adotar medidas gerais, como controle dos sinais vitais, e de proteção ao paciente. controversas quanto ao seu potencial teratogênico; enquanto não forem esclarecidas,seu uso deve ser evitado na gravidez. Entretanto, um recente estudo de coorte de basepopulacional com 222 mulheres que utilizaram metilfenidato no primeiro trimestre degestação não observou aumento no risco de malformações congênitas associadas aometilfenidato. 8Mulheres em idade fértil devem ser avisadas sobre esse risco. Categoria C da FDA.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Existe chá para não engravidar depois da relação? “Tive uma relação desprotegida hoje e estou com medo de engravidar. Tem algum chá para evitar engravidar?” Não há comprovação de que tomar chás após uma relação desprotegida seja realmente eficaz para evitar uma gravidez. Por isso, esse não deve ser considerado um método anticoncepcional seguro ou eficaz, mesmo em casos de emergência. O mais seguro para evitar a gravidez após uma relação desprotegida (ou quando se suspeita de falha do método contraceptivo usado) é optar por tomar a pílula do dia seguinte. Ela tem eficácia muito alta para evitar a gravidez quando tomada nas primeiras 72 horas após a relação - desde que não cause vômitos. Se ocorrer vômito até 4 horas após tomar a pílula, é necessário tomar outro comprimido. Caso tenha dúvidas sobre o que fazer após uma relação desprotegida ou sobre a pílula do dia seguinte, o ideal é consultar um ginecologista, que poderá indicar a melhor ação. Existem alguns chás conhecidos por terem propriedades abortivas. Porém, eles podem ser tóxicos para quem os bebe, além de poderem falhar e não causar o aborto. Neste caso, a exposição do bebê ao chá pode até causar malformações, dependendo do caso. --- Chás abortivos: 7 plantas que deve evitar na gravidez O uso de chás durante a gravidez deve ser feito com muito cuidado, já que existem plantas que podem afetar o corpo da gestante e prejudicar o desenvolvimento do bebê. Esses chás podem causar malformações graves no bebê, mas também resultar em aborto. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que, sempre que se pretenda utilizar um chá durante a gravidez, se questione o obstetra que está acompanhando a gravidez, para saber qual a dosagem e a forma mais correta de utilizar esse chá. Por existirem muito poucos estudos feitos com o uso de plantas durante a gravidez em humanos, não é possível afirmar com clareza quais as plantas completamente seguras ou abortivas. Por isso, como "regra de ouro", todo os chás devem ser evitados durante a gravidez, especialmente sem supervisão do médico. Veja formas naturais e seguras de combater os desconfortos da gravidez. Este conteúdo é informativo e não substitui o aconselhamento médico. Não interrompa qualquer tratamento sem orientação adequada. 7 chás proibidos na gravidez As plantas medicinais que são completamente proibidas na gravidez, por existirem relatos comprovados de aborto ou malformações são: Prímula Alcaçuz; Angélica; Salsinha; Borragem; Arruda; Café. Além dessas, algumas plantas devem ser evitadas durante a gravidez por apresentarem substâncias com potencial para afetar a gestação, mesmo que não exista comprovação. Chás que podem ser usados com moderação Na tabela seguinte é possível identificar as plantas que devem ser consumidas com moderação e sempre com orientação de um médico: Agnocasto Catuaba Hortelã Sene Alecrim Cavalinha Inhame selvagem Tanaceto Alfafa Cidreira Jarrinha Tanchagem Arnica Cúrcuma Jurubeba Trevo vermelho Aroeira Damiana Kava-kava Urtiga Artemísia Dedaleira Losna Uva-ursina Ashwagandha Erva-de-santa-maria Macela Valeriana Babosa Erva-doce Milefólio Vinca Boldo Espinheiro-alvar Mirra Zimbro Buchinha Feno grego Noz moscada Cálamo Funcho Passiflora Calêndula Ginkgo biloba Poejo Camomila Ginseng Quebra-pedra Canela Guaco Romã Carqueja Hera Ruibarbo Cáscara sagrada Hibisco Saião Castanha da Índia Hidraste Salsaparrilha Independente desta tabela, é sempre importante consultar o obstetra ou um fitoterapeuta antes de tomar qualquer chá. Caso deseje marcar consulta com um obstetra perto de você, utilize a nossa ferramenta: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Muitos dos chás feitos com estas plantas também devem ser evitados durante a amamentação e, por isso, depois do parto é importante voltar a consultar o médico. Confira a lista de chás a evitar durante a amamentação. O que pode acontecer se tomar chá Um dos principais efeitos colaterais do uso de algumas plantas medicinais durante a gestação é o aumento das contrações uterinas, que provoca intensa dor abdominal, podendo haver sangramentos e, até, aborto. Embora, em alguns casos, o aborto não chegue a acontecer, a toxidade que chega até ao bebê pode ser suficiente para causar graves alterações, comprometendo seu desenvolvimento motor e cerebral. A toxidade das plantas impróprias para uso durante a gravidez também podem causar graves complicações renais, trazendo riscos para a saúde da gestante. Leia também: Gengibre na gravidez: é seguro? como usar e riscos tuasaude.com/gengibre-na-gravidez --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Existe chá para não engravidar depois da relação? “Tive uma relação desprotegida hoje e estou com medo de engravidar. Tem algum chá para evitar engravidar?” Não há comprovação de que tomar chás após uma relação desprotegida seja realmente eficaz para evitar uma gravidez. Por isso, esse não deve ser considerado um método anticoncepcional seguro ou eficaz, mesmo em casos de emergência. O mais seguro para evitar a gravidez após uma relação desprotegida (ou quando se suspeita de falha do método contraceptivo usado) é optar por tomar a pílula do dia seguinte. Ela tem eficácia muito alta para evitar a gravidez quando tomada nas primeiras 72 horas após a relação - desde que não cause vômitos. Se ocorrer vômito até 4 horas após tomar a pílula, é necessário tomar outro comprimido. Caso tenha dúvidas sobre o que fazer após uma relação desprotegida ou sobre a pílula do dia seguinte, o ideal é consultar um ginecologista, que poderá indicar a melhor ação. Existem alguns chás conhecidos por terem propriedades abortivas. Porém, eles podem ser tóxicos para quem os bebe, além de poderem falhar e não causar o aborto. Neste caso, a exposição do bebê ao chá pode até causar malformações, dependendo do caso. --- Chás abortivos: 7 plantas que deve evitar na gravidez O uso de chás durante a gravidez deve ser feito com muito cuidado, já que existem plantas que podem afetar o corpo da gestante e prejudicar o desenvolvimento do bebê. Esses chás podem causar malformações graves no bebê, mas também resultar em aborto. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que, sempre que se pretenda utilizar um chá durante a gravidez, se questione o obstetra que está acompanhando a gravidez, para saber qual a dosagem e a forma mais correta de utilizar esse chá. Por existirem muito poucos estudos feitos com o uso de plantas durante a gravidez em humanos, não é possível afirmar com clareza quais as plantas completamente seguras ou abortivas. Por isso, como "regra de ouro", todo os chás devem ser evitados durante a gravidez, especialmente sem supervisão do médico. Veja formas naturais e seguras de combater os desconfortos da gravidez. Este conteúdo é informativo e não substitui o aconselhamento médico. Não interrompa qualquer tratamento sem orientação adequada. 7 chás proibidos na gravidez As plantas medicinais que são completamente proibidas na gravidez, por existirem relatos comprovados de aborto ou malformações são: Prímula Alcaçuz; Angélica; Salsinha; Borragem; Arruda; Café. Além dessas, algumas plantas devem ser evitadas durante a gravidez por apresentarem substâncias com potencial para afetar a gestação, mesmo que não exista comprovação. Chás que podem ser usados com moderação Na tabela seguinte é possível identificar as plantas que devem ser consumidas com moderação e sempre com orientação de um médico: Agnocasto Catuaba Hortelã Sene Alecrim Cavalinha Inhame selvagem Tanaceto Alfafa Cidreira Jarrinha Tanchagem Arnica Cúrcuma Jurubeba Trevo vermelho Aroeira Damiana Kava-kava Urtiga Artemísia Dedaleira Losna Uva-ursina Ashwagandha Erva-de-santa-maria Macela Valeriana Babosa Erva-doce Milefólio Vinca Boldo Espinheiro-alvar Mirra Zimbro Buchinha Feno grego Noz moscada Cálamo Funcho Passiflora Calêndula Ginkgo biloba Poejo Camomila Ginseng Quebra-pedra Canela Guaco Romã Carqueja Hera Ruibarbo Cáscara sagrada Hibisco Saião Castanha da Índia Hidraste Salsaparrilha Independente desta tabela, é sempre importante consultar o obstetra ou um fitoterapeuta antes de tomar qualquer chá. Caso deseje marcar consulta com um obstetra perto de você, utilize a nossa ferramenta: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Muitos dos chás feitos com estas plantas também devem ser evitados durante a amamentação e, por isso, depois do parto é importante voltar a consultar o médico. Confira a lista de chás a evitar durante a amamentação. O que pode acontecer se tomar chá Um dos principais efeitos colaterais do uso de algumas plantas medicinais durante a gestação é o aumento das contrações uterinas, que provoca intensa dor abdominal, podendo haver sangramentos e, até, aborto. Embora, em alguns casos, o aborto não chegue a acontecer, a toxidade que chega até ao bebê pode ser suficiente para causar graves alterações, comprometendo seu desenvolvimento motor e cerebral. A toxidade das plantas impróprias para uso durante a gravidez também podem causar graves complicações renais, trazendo riscos para a saúde da gestante. Leia também: Gengibre na gravidez: é seguro? como usar e riscos tuasaude.com/gengibre-na-gravidez --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- 18. Para gestantes que tenham necessidade de invasão âmnica, ponde-rar o risco e o benefício do procedimento, levando em consideração a CV-HIV da gestante, especialmente nas que estejam com a CV-HIV detectável. A utilização EV de AZT 2mg/kg peso materno, três horas antes da amnicentese, pode reduzir o risco de TV do HIV . 26HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018enzima citocrômica P , cYp450 e cYp3a4 (IP , além de antibió -ticos macrolídeos), pelo risco de respostas vasoconstritoras exageradas e isquemias periféricas e centrais graves. Preferir ocitocina ou misoprostol.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- 18. Para gestantes que tenham necessidade de invasão âmnica, ponde-rar o risco e o benefício do procedimento, levando em consideração a CV-HIV da gestante, especialmente nas que estejam com a CV-HIV detectável. A utilização EV de AZT 2mg/kg peso materno, três horas antes da amnicentese, pode reduzir o risco de TV do HIV . 26HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018enzima citocrômica P , cYp450 e cYp3a4 (IP , além de antibió -ticos macrolídeos), pelo risco de respostas vasoconstritoras exageradas e isquemias periféricas e centrais graves. Preferir ocitocina ou misoprostol.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Um esquema bastante eficaz e barato é a doxiciclina (tetraciclina), 100 μg VO, 1 h antes do procedimento, e200 μg VO, após a intervenção. A antibioticoterapia profilática não está indicada para os casos de abortamentoclínico. A infecção (abortamento infectado) é preferentemente associada à retenção de restos ovulares (abortamentoincompleto), e classicamente pode ser dividida em endometrite, peritonite e sepse (o tema foi amplamentediscutido no Capítulo 27). ▶ Embolia. A embolia por líquido amniótico (ELA) ocorre entre 1:10.000 e 1:80.000 gestações, e quando é trimestre a taxa de mortalidade é de 80%. Tratamento da hemorragiaO tratamento primário da hemorragia começa com o exame especular e digital do colo uterino para avaliar apossibilidade de laceração, exame bimanual para aferir o tônus uterino e ultrassonografia para identificar restosovulares e o reacúmulo de sangue dentro do útero. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- ▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- 18. Para gestantes que tenham necessidade de invasão âmnica, ponde-rar o risco e o benefício do procedimento, levando em consideração a CV-HIV da gestante, especialmente nas que estejam com a CV-HIV detectável. A utilização EV de AZT 2mg/kg peso materno, três horas antes da amnicentese, pode reduzir o risco de TV do HIV . 26HIV e Gravidez Protocolos Febrasgo | Nº93 | 2018enzima citocrômica P , cYp450 e cYp3a4 (IP , além de antibió -ticos macrolídeos), pelo risco de respostas vasoconstritoras exageradas e isquemias periféricas e centrais graves. Preferir ocitocina ou misoprostol.
{"justificativa": "O contexto fornecido trata de contraindicações e precauções relacionadas ao uso de medicamentos e tratamentos na gestação, mas não menciona especificamente o chá de camomila ou sua segurança durante a gravidez. Portanto, a informação não é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre a camomila.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente a questão sobre o uso de chá de camomila na gravidez, que é o foco da pergunta do usuário. Embora mencione várias substâncias e suas contraindicações, não fornece informações relevantes para a ingestão de chá durante a gestação, resultando em uma conexão fraca.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisa o uso de chás durante a gravidez, destacando os riscos associados, especialmente com chás abortivos e a necessidade de consultar um obstetra antes de usá-los. A pergunta do usuário busca especificamente informações sobre o chá de camomila em uma gravidez de risco, logo, a informação sobre as precauções com chás é altamente relevante.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso seguro de chás durante a gravidez e menciona especificamente a camomila, que deve ser consumida com cautela. A questão do usuário sobre o consumo de chá de camomila na gravidez de risco está diretamente relacionada às informações contidas no documento, tornando-o relevante.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente o uso de chá de camomila na gravidez, mas menciona contraindicações e medicações que devem ser evitadas durante a gestação. Apesar de ter relação com a saúde da gravidez, não fornece informações específicas sobre a ingestão de chá de camomila, o que torna a relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente o uso de chá de camomila durante a gravidez, portanto, não oferece orientações sobre sua segurança. O conteúdo se concentra em medicamentos que devem ser evitados na gestação e outros aspectos relacionados a complicações e tratamentos, mas não responde à pergunta específica sobre camomila.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda a questão do consumo de chá de camomila durante a gestação, focando em contraindicações de medicamentos e situações clínicas relacionadas. A pergunta específica sobre a segurança do chá de camomila não é contemplada, resultando em baixa relevância para a dúvida apresentada.", "nota": 1}
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tenho anos tendo engravidar a ano e meio assim fiz o exame chamado histerossalpingografia que constatou que tenho a trompa esquerda obstruída e a direita tem pólipo minha medica disse da fiv tenho útero arqueado e retrovertidoquais as chances da fiv dar certo no meu caso
existem vários fatores masculinos e femininos que vão influenciar a taxa de gravidez logo somente após uma avaliação detalhada da saúde reprodutiva do casal que saberemos a real taxa de sucesso mas te asseguro que diante do caso relatado com a fiv vc tem uma ótima chance de engravidar
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos. --- A laqueadura está programada para 6 semanas do pós-parto e está contraindicada em mulheres queapresentam infecção pélvica ativa ou recente (Osthoff et al., 2015). A técnica de oclusão histeroscópica, seguidapela histerossalpingografia confirmatória, apresenta eficácia no mínimo igual se não superior à oclusão tubária porlaparoscopia ou por minilaparotomia (ACOG, 2013). É recomendado o uso de um método alternativo deanticoncepção por pelo menos 3 meses após a colocação, até que a histerossalpingografia confirmatória indiquea oclusão tubária efetiva. A taxa de gravidez com o Essure é de 1,64 por 1.000 procedimentos em 5 anos e a degravidez ectópica nula (ACOG, 2013). Tabela 106.1 Recomendações de elegibilidade médica para laqueadura. AAcceptNão há razões médicas para contraindicar a esterilização tubária na vigência dessa condição. CCautionO procedimento é conduzido normalmente, mas com cuidados na preparação e com precauções. --- Na maioria dos casos, as pacientes com patologia tubária proximal e distal são mais bem conduzidas com FIV . Conforme discu-tido no Capítulo 9 (p. 273), a hidrossalpinge, quando presente, reduz a taxa de sucesso da FIV e deve ser removida. Assim, a possibili-dade de salpingectomia deve ser considerada e consentida em casos com indicação de canu-lação tubária se estiver sendo planejada lapa-roscopia concomitante. ■ Preparo da pacienteO risco de infecção pélvica é baixo. Contu-do, como as aderências que eventualmente se seguiriam a essas infecções podem ter efeitos prejudiciais à saúde das tubas uterinas, as pa-cientes devem ser tratadas com cefalosporina de primeira ou segunda geração antes da ci-rurgia. Ademais, podem ser usados laminaria ou misoprostol antes da cirurgia para auxiliar na inserção do histeroscópio (Seção 42-13, p. 1.157). --- As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005). --- É interessante observar que as mulheres com hidrossal-pinge submetidas à FIV apresentam taxa de gravidez corres-pondente a aproximadamente metade daquela observada nas PATOLOGIA DAS TUBAS UTERINASFIGURA 9-25 Fotografia de laparoscopia de hidrossalpinge. Observe a tuba uterina dilatada com paredes finas e extremidade maciça afastan-do-se do corno uterino por de trás da sonda. Observa-se um corpo lúteo característico na extremidade distal do ovário. ( Fotografia cedida pela Dra. Karen Bradshaw.)FIGURA 9-26 Ultrassonografia transvaginal de hidrossalpinge. Obser-vam-se septos incompletos, que são dobras da tuba dilatada, dentro dessa estrutura fusiforme, cheia de líquido. ( Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)Hoffman_09.indd 273 03/10/13 16:57apostilasmedicina@hotmail.comdemais (American Society for Reproductive Medicine, 2004). Uma explicação teórica é que o líquido da hidrossalpinge ba-nhe a cavidade endometrial com substâncias tóxicas contendo agentes bacteriológicos, resíduos, linfócitos, citocinas, linfoci-nas e prostaglandinas. Acredita-se que essa combinação reduza a taxa de implantação do blastocisto (Johnson, 2004; Stran-dell, 2002). Essa hipótese foi corroborada por estudos que demonstram aumento das taxas de gravidez subsequente, de implantação e de nativivos após excisão de hidrossalpinge antes da FIV (Dechaud, 1998; Johnson, 2004; Strandell, 1999). Por todas essas razões, a American Society for Reproductive Medi-cine (2004) recomenda essa cirurgia antes de FIV .
{"justificativa": "O contexto aborda informações relevantes relacionadas à histerossalpingografia, pólipos endocervicais e a relação entre patologias tubárias e a fertilidade. Embora não responda diretamente à pergunta sobre as chances da FIV, fornece informações sobre a situação de trompas obstruídas e como isso pode impactar a fertilidade, o que pode ajudar na elaboração de uma resposta ao usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a histerossalpingografia, pólipos endocervicais e a abordagem de infertilidade relacionada a problemas nas trompas de falópio, o que é pertinente à pergunta sobre as chances de sucesso da FIV. No entanto, não aborda diretamente a situação específica da utérica arqueada e retrovertida nas chances de FIV.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda fatores relacionados à infertilidade e procedimentos diagnósticos e terapêuticos, como a histerossalpingografia e a histeroscopia, que são relevantes para a compreensão das condições que podem afetar a fertilidade. No entanto, não fornece informações diretas sobre as chances de sucesso da FIV no caso específico mencionado pelo usuário, o que limita sua relevância total.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a relação entre condições uterinas e tubárias, como pólipos e hidrossalpinge, e a taxa de sucesso da Fertilização In Vitro (FIV). Ele discute aspectos diagnósticos e terapêuticos que podem influenciar as chances de sucesso da FIV, que é diretamente relevante para a pergunta do usuário sobre suas chances de engravidar após seu diagnóstico.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa a relação entre patologias tubárias e a fertilidade, abordando especificamente a sua influência nas taxas de sucesso de FIV (fertilização in vitro). Este conteúdo é diretamente relevante para a pergunta do usuário, que busca entender as chances de sucesso da FIV considerando a obstrução das trompas e a presença de pólipos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a histerossalpingografia, a presença de pólipos e a eficácia da FIV, especialmente em relação a fatores que afetam a fertilidade, como obstrução tubária. No entanto, não aborda diretamente as chances de FIV no caso específico da pergunta, o que limita a totalidade da relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações sobre a importância de identificar e tratar pólipos e a condição das trompas uterinas no cenário de fertilidade, especificamente em relação à fertilização in vitro (FIV). Isto é relevante para a preocupação do usuário sobre suas chances de sucesso com a FIV, considerando seu histórico médico. As menções sobre a hidrossalpinge e as taxas de sucesso são diretamente aplicáveis à situação descrita.", "nota": 3}
26,050
eu tenho mastite a anos sempre cria pus não qro passar a vida tomando corticóide penso e fazer a cirurgia mas falam que um risco pode não fechar o peito
olá infelizmente esse quadro é recorrente e mais comum do que imaginamos e geralmente são demorados recorrentes causam muito desconforto e inconvenientes converse bastante com o seu mastologista e eventualmente procure auxílio de outros profissionais como infectologista e reumatologista abraços
PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança.
PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança.
PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança.
PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança.
Mastite(Infecção de mama)PorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: ago. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosA mastite é uma inflamação dolorosa da mama que é geralmente acompanhada por infecção.Tratamento|A mastite pode ocorrer após o parto, em geral durante as primeiras seis semanas e quase sempre em mulheres que estão amamentando. Com menos frequência, a infecção de mama ocorre após uma lesão ou cirurgia. Ter diabetes ou tomar corticosteroides aumenta o risco de apresentar infecções de mama.Rachaduras e dor podem ocorrer se o bebê não estiver corretamente posicionado durante a amamentação. A mastite é diferente da dor e rachaduras dos mamilos que costumam acompanhar os primeiros dias de amamentação. Se a pele dos mamilos ou ao redor deles ficar rachada, as bactérias da pele podem penetrar nos canais de leite e causar infecção.A presença de febre várias semanas após o início da amamentação costuma ser causada por mastite.A mama infectada costuma ter aspecto inchado e avermelhado e fica quente e sensível ao toque. Talvez apenas parte da mama esteja vermelha e dolorida. Em casos raros, uma infecção de mama causa uma bolsa de pus (abscesso mamário). A área ao redor das paredes do abscesso incha e pus pode sair do mamilo.O médico faz o diagnóstico tomando por base os resultados de um exame físico.Você sabia que...Caso a mulher apresente infecção da mama após o parto, ela normalmente deve continuar amamentando.Tratamento da mastiteEsvaziamento completo do leite da mamaAnalgésicos, tais como paracetamol ou medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Às vezes antibióticosA dor e o inchaço são controlados com compressas frias e analgésicos, tais como paracetamol ou AINEs, inclusive ibuprofeno. A mama deve ser completamente esvaziada quando os dutos de leite estiverem cheios através da amamentação ou bombeamento. Para esvaziar completamente a mama, podem ser aplicadas compressas mornas na mama antes ou durante a amamentação ou bombeamento. A mulher é incentivada a permanecer hidratada (aumentar a ingestão de líquidos). Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada. Se a causa da mastite parece ser uma infecção bacteriana, ela será tratada com antibióticos, tais como dicloxacilina, cefalexina, clindamicina ou, às vezes, eritromicina.A mulher é incentivada a beber bastante líquido. Caso os sintomas da infecção não diminuírem ou se os sintomas forem graves, a mulher deve procurar assistência médica; por exemplo, se a mama estiver vermelha, a vermelhidão estiver se espalhando ou se a mulher tiver febre e calafrios.A mulher com infecção de mama que está amamentando deve continuar a fazê-lo, porque esvaziar a mama ajuda no tratamento e reduz o risco de ter um abscesso mamário.Os abscessos na mama são diagnosticados por ultrassom. Os abscessos são tratados com antibióticos e costumam ser drenados cirurgicamente. Esse procedimento pode ser feito com a aplicação de um anestésico local, porém, pode ser necessária a administração de sedativos por via intravenosa (pela veia) ou de anestesia geral.Se a administração de antibióticos não melhorar a infecção ou se não houver infecção, o médico faz uma avaliação para verificar quanto à presença de outras causas para os nódulos ou inflamação da mama.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- MastitePorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: abr. 2024Visão Educação para o pacienteMastite é a inflamação dolorosa da mama, geralmente acompanhada por infecção.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|A febre que ocorre várias semanas após o início da amamentação é frequentemente decorrente de mastite. Espécies de estafilococos são as causas mais comuns.Os abscessos de mama são muito raros e algumas vezes causados por Staphylococcus aureus resistente à meticilina.Sinais e sintomas da mastiteOs sintomas da mastite podem incluir febre alta e sintomas mamários: eritema, endurecimento, sensibilização, dor, edema e calor ao toque. A mastite é diferente da dor e das fissuras dos mamilos que frequentemente acompanham o início da amamentação.Diagnóstico da mastiteHistória e exame físicoO diagnóstico da mastite é por anamnese e exame físico. Mastite deve ser diferenciada do ingurgitamento mamário sem inflamação ou infecção. Tratamento da mastiteAnalgésicosEsvaziamento completo do leite maternoAntibióticos antiestafilocócicosA terapia inicial é para controlar a dor e o edema com analgésicos (paracetamol ou anti-inflamatórios não esteroides [AINEs]). Para esvaziar completamente o leite do seio, compressas quentes podem ser aplicadas ao seio antes ou durante a amamentação ou bombeamento. Incentiva-se a ingestão de líquidos. Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada.A mastite que não responde a medidas conservadoras ou se manifesta como grave (p. ex., eritema progressivo, sinais de doença sistêmica) é tratada com antibióticos direcionados contra o Staphylococcus aureus, o patógeno causador mais comum (1). Exemplos sãoDicloxacilina, 500 mg por via oral a cada 6 horas, durante 7 a 10 diasPara mulheres alérgicas à penicilina, cefalexina, 500 mg por via oral 4 vezes ao dia, ou clindamicina, 300 mg por via oral 3 vezes ao dia, por 10 a 14 diasEritromicina, 250 mg por via oral a cada 6 horas, é administrada com menos frequência.Caso a paciente não melhore e nenhum abscesso se desenvolva, deve ser considerada vancomicina, 1 g IV a cada 12 horas, ou cefotetana, 1 a 2 g IV a cada 12 horas, para cobrir organismos resistentes. A amamentação e/ou bombeamento deve ser continuada durante o tratamento porque o tratamento inclui esvaziar a mama afetada. Abscessos mamários são diagnosticados por ultrassonografia e são tratados principalmente com drenagem via aspiração por agulha ou incisão cirúrgica. Antibióticos destinados a S. aureus geralmente são utilizados.Não está claro se os antibióticos destinados a S. aureus resistente à meticilina são necessários para o tratamento de mastite ou abscessos peitorais. Em raras situações em que não há abscesso e a paciente não melhora com antibióticos, pode-se fazer cultura de leite.Referência sobre tratamento1. Breastfeeding Challenges: ACOG Committee Opinion Summary, Number 820. Obstet Gynecol. 2021 Feb 1;137(2):394-395. doi: 10.1097/AOG.0000000000004254.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Mastite(Infecção de mama)PorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: ago. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosA mastite é uma inflamação dolorosa da mama que é geralmente acompanhada por infecção.Tratamento|A mastite pode ocorrer após o parto, em geral durante as primeiras seis semanas e quase sempre em mulheres que estão amamentando. Com menos frequência, a infecção de mama ocorre após uma lesão ou cirurgia. Ter diabetes ou tomar corticosteroides aumenta o risco de apresentar infecções de mama.Rachaduras e dor podem ocorrer se o bebê não estiver corretamente posicionado durante a amamentação. A mastite é diferente da dor e rachaduras dos mamilos que costumam acompanhar os primeiros dias de amamentação. Se a pele dos mamilos ou ao redor deles ficar rachada, as bactérias da pele podem penetrar nos canais de leite e causar infecção.A presença de febre várias semanas após o início da amamentação costuma ser causada por mastite.A mama infectada costuma ter aspecto inchado e avermelhado e fica quente e sensível ao toque. Talvez apenas parte da mama esteja vermelha e dolorida. Em casos raros, uma infecção de mama causa uma bolsa de pus (abscesso mamário). A área ao redor das paredes do abscesso incha e pus pode sair do mamilo.O médico faz o diagnóstico tomando por base os resultados de um exame físico.Você sabia que...Caso a mulher apresente infecção da mama após o parto, ela normalmente deve continuar amamentando.Tratamento da mastiteEsvaziamento completo do leite da mamaAnalgésicos, tais como paracetamol ou medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Às vezes antibióticosA dor e o inchaço são controlados com compressas frias e analgésicos, tais como paracetamol ou AINEs, inclusive ibuprofeno. A mama deve ser completamente esvaziada quando os dutos de leite estiverem cheios através da amamentação ou bombeamento. Para esvaziar completamente a mama, podem ser aplicadas compressas mornas na mama antes ou durante a amamentação ou bombeamento. A mulher é incentivada a permanecer hidratada (aumentar a ingestão de líquidos). Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada. Se a causa da mastite parece ser uma infecção bacteriana, ela será tratada com antibióticos, tais como dicloxacilina, cefalexina, clindamicina ou, às vezes, eritromicina.A mulher é incentivada a beber bastante líquido. Caso os sintomas da infecção não diminuírem ou se os sintomas forem graves, a mulher deve procurar assistência médica; por exemplo, se a mama estiver vermelha, a vermelhidão estiver se espalhando ou se a mulher tiver febre e calafrios.A mulher com infecção de mama que está amamentando deve continuar a fazê-lo, porque esvaziar a mama ajuda no tratamento e reduz o risco de ter um abscesso mamário.Os abscessos na mama são diagnosticados por ultrassom. Os abscessos são tratados com antibióticos e costumam ser drenados cirurgicamente. Esse procedimento pode ser feito com a aplicação de um anestésico local, porém, pode ser necessária a administração de sedativos por via intravenosa (pela veia) ou de anestesia geral.Se a administração de antibióticos não melhorar a infecção ou se não houver infecção, o médico faz uma avaliação para verificar quanto à presença de outras causas para os nódulos ou inflamação da mama.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos. TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pronto-socorro ou dre-nagem cirúrgica. Aspirações têm a vantagem de serem menos mutilantes, podendo ser feitas com anestesia local. Drenagens cirúrgicas devem ser feitas com paciente internada, sob anestesia. Há estudos que mostram que a amamentação é segura ao recém nascido a termo sadio.(32,34) Quando necessário interromper a lactação na mama afetada, esta deve ser esvaziada regularmente, e a amamentação mantida na mama sadia. Os antibióticos são os mesmos indicados para a mastite, por tempo mais prolongado. Recomenda-se cultura do material aspirado. --- , 2015). Figura 91.1 Tipos de mastite. O tratamento da mastite não complicada (ausência de abscesso) é clínico, internando-se a princípio aacetaminofeno), anti-inflamatórios (ibuprofeno, piroxicam) e antibioticoterapia. Com a ressalva anterior, essesprocedimentos são do mesmo modo recomendados quando se realiza o tratamento cirúrgico para drenagem deabscesso (Martins, 2002). Quanto à antibioticoterapia, como a bactéria mais prevalente é o S. aureus, procura-se usar antibióticos paragermes penicilinase-resistentes ou cefalosporinas que atuem sobre S. aureus produtor de betalactamase. Assim,pode-se usar cefalexina 500 mg VO, a cada seis horas, durante 14 dias; amoxicilina 500 mg VO, 8/8 h, 14 dias;ou, nos casos mais graves, iniciar com cefoxitina 1 g associada à oxacilina 500 mg, ambas IV, 6/6 h (Nascimentoet al. , 2015). --- MastitePorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: abr. 2024Visão Educação para o pacienteMastite é a inflamação dolorosa da mama, geralmente acompanhada por infecção.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|A febre que ocorre várias semanas após o início da amamentação é frequentemente decorrente de mastite. Espécies de estafilococos são as causas mais comuns.Os abscessos de mama são muito raros e algumas vezes causados por Staphylococcus aureus resistente à meticilina.Sinais e sintomas da mastiteOs sintomas da mastite podem incluir febre alta e sintomas mamários: eritema, endurecimento, sensibilização, dor, edema e calor ao toque. A mastite é diferente da dor e das fissuras dos mamilos que frequentemente acompanham o início da amamentação.Diagnóstico da mastiteHistória e exame físicoO diagnóstico da mastite é por anamnese e exame físico. Mastite deve ser diferenciada do ingurgitamento mamário sem inflamação ou infecção. Tratamento da mastiteAnalgésicosEsvaziamento completo do leite maternoAntibióticos antiestafilocócicosA terapia inicial é para controlar a dor e o edema com analgésicos (paracetamol ou anti-inflamatórios não esteroides [AINEs]). Para esvaziar completamente o leite do seio, compressas quentes podem ser aplicadas ao seio antes ou durante a amamentação ou bombeamento. Incentiva-se a ingestão de líquidos. Essas medidas são suficientes para tratar muitos casos de mastite leve ou moderada.A mastite que não responde a medidas conservadoras ou se manifesta como grave (p. ex., eritema progressivo, sinais de doença sistêmica) é tratada com antibióticos direcionados contra o Staphylococcus aureus, o patógeno causador mais comum (1). Exemplos sãoDicloxacilina, 500 mg por via oral a cada 6 horas, durante 7 a 10 diasPara mulheres alérgicas à penicilina, cefalexina, 500 mg por via oral 4 vezes ao dia, ou clindamicina, 300 mg por via oral 3 vezes ao dia, por 10 a 14 diasEritromicina, 250 mg por via oral a cada 6 horas, é administrada com menos frequência.Caso a paciente não melhore e nenhum abscesso se desenvolva, deve ser considerada vancomicina, 1 g IV a cada 12 horas, ou cefotetana, 1 a 2 g IV a cada 12 horas, para cobrir organismos resistentes. A amamentação e/ou bombeamento deve ser continuada durante o tratamento porque o tratamento inclui esvaziar a mama afetada. Abscessos mamários são diagnosticados por ultrassonografia e são tratados principalmente com drenagem via aspiração por agulha ou incisão cirúrgica. Antibióticos destinados a S. aureus geralmente são utilizados.Não está claro se os antibióticos destinados a S. aureus resistente à meticilina são necessários para o tratamento de mastite ou abscessos peitorais. Em raras situações em que não há abscesso e a paciente não melhora com antibióticos, pode-se fazer cultura de leite.Referência sobre tratamento1. Breastfeeding Challenges: ACOG Committee Opinion Summary, Number 820. Obstet Gynecol. 2021 Feb 1;137(2):394-395. doi: 10.1097/AOG.0000000000004254.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de haver bactérias no leite materno quando há mastite, estas não oferecem risco aos recém--nascidos a termo sadios.(32,34)TRATAMENTOA antibioticoterapia está indicada em casos de sintomas graves desde o início do quadro, fissura mamilar visível e não regressão dos sintomas após 12 a 24 horas de remoção efetiva do leite acumulado. (32) Como o S. aureus é a principal bactéria envolvida, os antibióticos de escolha são amoxicilina, cefalosporinas, clindamicina, eritromicina ou dicloxacilina. Devem ser instituídos o mais precocemente possível e mantidos por 10 a 14 dias. A mãe também deve ser orientada a fazer repouso, usar analgésicos e antiinflamatório (como ibuprofeno) e ingerir bastante líquidos. Apesar da controvérsia a respeito, o uso de compressas mornas antes das mamadas pode ajudar a drenar melhor o leite e frias após podem ajudar a aliviar os sintomas. Outras medidas úteis são iniciar a mamada pelo lado menos afetado e orientar uso de sutiã bem firme. Suporte emocional faz parte do tratamento.(32) Casos de não resposta ao tratamento antibiótico, mastites recorrentes, mastites adquiridas em ambiente hos-pitalar e casos graves são indicação de cultura do leite. A coleta da cultura requer lavagem prévia das mamas com água corrente, lavagem das mãos, ordenha do leite com cuidado para que o mamilo não toque o vidro de coleta, que deve ser esteriliza-do. Os primeiros 3 a 5 ml de leite devem ser descartados. Não havendo melhora em 48 horas de antibioticoterapia deve-se investigar a presença de abscesso mamário. ABSCESSO MAMÁRIOÉ um processo inflamatório agudo causado por mastite não tratada ou com trata -mento tardio e ineficaz. O não esvaziamento adequado da mama afetada pela mas-da, favorece o aparecimento do abscesso. Este pode ser identificado pela palpação da mama, com sensação de ponto de flutuação, porém às vezes não é possível confirmação somente pelo exame físico, podendo a ultrassonografia confirmar essa condição, além de indicar o melhor lugar para incisão ou punção e aspiração.
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento da mastite, incluindo alternativas como drenagem cirúrgica, antibioticoterapia e cuidados gerais, que são diretamente relacionados à situação do usuário. Ele menciona complicações, como abscessos mamários, pertinentes à preocupação do usuário com a saúde da mama e a possibilidade de cirurgia.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a mastite, incluindo causas, sintomas e diferentes opções de tratamento, como antibióticos e drenagens cirúrgicas. Isso é relevante, pois a pergunta do usuário menciona preocupações sobre a cirurgia e o uso de corticóides, embora não aborde diretamente a questão específica do fechamento do peito após a cirurgia. Assim, ainda é útil para informar sobre o tratamento e suas implicações.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento e prevenção da mastite, incluindo opções de esvaziamento, ação de antibióticos e a relação com a amamentação. No entanto, não aborda diretamente as preocupações do usuário sobre o uso prolongado de corticóides e os riscos específicos da cirurgia. Isso reduz a relevância. ", "nota": 2} ```
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento da mastite, incluindo a drenagem cirúrgica, antibioticoterapia e medidas de prevenção, que ajudam a entender as opções disponíveis para o problema do usuário. Também menciona a importância de não interromper a lactação e o risco de abscessos, que são preocupações pertinentes à situação descrita pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa":"O contexto fornece informações detalhadas sobre a mastite, incluindo causas, sintomas, tratamento e a possibilidade de abscessos, o que é altamente relevante para a pergunta do usuário. A menção de alternativas de tratamento, como antibióticos e drenagem cirúrgica, se relaciona diretamente ao desejo do usuário de evitar o uso de corticosteróides e considerar a cirurgia. Além disso, o contexto aborda a saúde da mama e os riscos associados, que são aspectos preocupantes para o usuário.","nota":3}
{"justificativa": "O documento analisado contém informações detalhadas sobre a mastite, incluindo sintomas, diagnóstico, tratamento e prevenção, que são diretamente relevantes para a situação descrita na pergunta do usuário. Ele aborda a possibilidade de tratamento cirúrgico, drenagem de abscessos e uso de antibióticos, o que pode ajudar o usuário a entender suas opções e considerar os riscos e benefícios de um procedimento cirúrgico.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda detalhadamente a mastite, incluindo seus sintomas, causas e tratamentos, o que é extremamente relevante para a pergunta do usuário sobre sua condição de mastite crônica cheia de pus e suas preocupações quanto ao tratamento cirúrgico. O texto menciona opções de tratamento e considera os riscos potenciais, como a não cicatrização após a cirurgia, que é uma preocupação expressa pelo usuário.", "nota": 3}
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tomo cerazette faz quase um ano esqueci os primeiros comprimidos dessa última cartela voltei a tomar normalmente assim q lembrei mas depois de uns dias durante a relação a camisinha rompeu tenho risco de engravidar
boa noite o cerazette é um contraceptivo apenas com progestágeno assim com o uso irregular há um aumento das chances de gestação se você já tinha tomado mais de comprimidos a chance de gestação é pequena porém se tiver tomado por um período inferior a esse as chances são maiores é importante sempre seguir o acompanhamento com seu médico ginecologista
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Cerazette®3 (desogestrel 75mcg): CERAZETTE®(desogestrel). INDICAÇÃO: anticoncepção. CONTRAINDICAÇÕES: hipersensibilidade à substância ativa ou a quaisquer dos excipientes; distúrbio tromboembólico venoso ativo; presença ou história de doença hepática grave, enquanto os valores dos testes de função hepática não retornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez. ADVERTÊNCIAS: na presença de quaisquer dos fatores de risco/condições a seguir, avaliar o risco/benefício e discuti-lo antes de iniciar CERAZETTE®. No caso de agravamento, exacerbação ou ocorrência pela primeira vez de quaisquer dessas condições, a mulher deve contatar o seu médico, que decidirá manter ou não o uso de CERAZETTE®. O risco de câncer de mama aumenta, em geral, com o aumento da idade. Durante o uso de anticoncepcionais hormonais orais combinados (AHCOs), o risco de ter câncer de mama diagnosticado aumenta levemente. Esse aumento de risco desaparece gradualmente em 10 anos após a descontinuação do uso de um anticoncepcional oral e não está relacionado ao tempo de uso, mas à idade da mulher quando utilizava o AHCO. O número esperado de casos diagnosticados por 10.000 mulheres que usam AHCOs (até 10 anos após a descontinuação do tratamento) em relação às que nunca usaram durante o mesmo período foi calculado para os respectivos grupos etários e é apresentado a seguir: Casos esperados em usuárias de AHCOs: 4,5 (16-19 anos); 17,5 (20-24 anos); 48,7 (25-29 anos); 110 (30-34 anos); 180 (35-39 anos); 260 (40-44 anos). Casos esperados em não usuárias: 4 (16-19 anos); 16 (20-24 anos); 44 (25-29 anos); 100 (30-34 anos); 160 (35-39 anos); 230 (40-44 anos). O risco em usuárias de anticoncepcionais só de progestagênio, tais como CERAZETTE®, possivelmente é semelhante, porém, com evidência menos conclusiva. O aumento do risco observado nas usuárias de AHCOs pode ser devido ao diagnóstico precoce, a efeitos biológicos da pílula ou à combinação dos dois. O efeito biológico dos progestagênios no câncer hepático não pode ser excluído, por isso, recomenda-se avaliar individualmente a relação risco/benefício na maulher com câncer hepático. Na presença de distúrbios agudos ou crônicos da função hepática, solicitar avaliação e orientação especializada. Se durante o uso de CERAZETTE® ocorrer hipertensão arterial mantida, ou se o aumento significativo da pressão arterial não responder adequadamente ao tratamento anti-hipertensivo, considerar a descontinuação de CERAZETTE®. Investigações epidemiológicas associaram o uso de AHCO à maior incidência de tromboembolia venosa (TEV, trombose venosa profunda e embolia pulmonar). Embora a relevância clínica desse achado para desogestrel seja desconhecida, descontinuar CERAZETTE em caso de trombose. Considerar também a descontinuação de CERAZETTE® em caso de imobilização prolongada (por cirurgia ou doença). Alertar as mulheres com história de distúrbios tromboembólicos sobre a possibilidade de recorrência. Os progestagênios podem apresentar efeito sobre a resistência periférica à insulina e tolerância à glicose, porém, mesmo que não haja evidência da necessidade de alterar o regime terapêutico em diabéticas usando anticoncepcionais só de progestagênio, estas devem ser cuidadosamente observadas durante os primeiros meses de uso. O tratamento com CERAZETTE® leva à redução dos níveis séricos de estradiol para um nível correspondente à fase folicular inicial, e não se sabe se essa redução tem algum efeito relevante sobre a densidade óssea. A proteção contra gravidez ectópica com anticoncepcionais só de progestagênio tradicionais não é tão boa como a dos anticoncepcionais orais combinados. Apesar do fato de CERAZETTE® inibir a ovulação de modo consistente, a gravidez ectópica deve ser considerada na presença de amenorreia ou dor abdominal. Cloasma pode ocorrer, especialmente em mulheres covm história de cloasma gravídico; mulheres com esta tendência devem evitar exposição ao sol ou à radiação ultravioleta enquanto usarem CERAZETTE. As seguintes condições foram relatadas na gravidez e durante o uso de esteroide sexual, sem associação estabelecida com o uso de progestagênios: icterícia e/ou prurido relacionado à colestase; formação de cálculos biliares; porfiria; lúpus eritematoso sistêmico; síndrome urêmica-hemolítica; coreia de Sydenham; herpes gestacional; perda da audição relacionada à otosclerose; angioedema (hereditário). CERAZETTE® contém lactose (menos de 65 mg) e, por essa razão, não deve ser administrado em pacientes com intolerância à galactose, deficiência de lactase Lapp ou má absorção de glicose-galactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Mulheres em tratamento com quaisquer dos fármacos acima mencionados devem, temporariamente, usar um método de barreira em adição a CERAZETTE, ou optar por outro método anticonceptivo. O método de barreira deve ser utilizado durante o tempo de administração concomitante do fármaco e por 28 dias após sua descontinuação. Para mulheres em tratamento prolongado com indutores enzimáticos hepáticos, considerar o uso de um método anticonceptivo não hormonal. Durante o tratamento com carvão medicinal, a absorção do esteroide do comprimido e a eficácia anticonceptiva podem ser reduzidas. Nessas circunstâncias, seguir as mesmas orientações de esquecimento da ingestão de comprimidos. Anticoncepcionais hormonais podem interferir no metabolismo de outras substâncias (p.ex., ciclosporina) e as concentrações plasmáticas e tissulares podem aumentar ou diminuir. Consultar a bula de medicamentos administrados concomitantemente para identificar potenciais interações. REAÇÕES ADVERSAS: Comuns: alteração de humor, diminuição da libido, cefaleia, náusea, acne, dor nas mamas, menstruação irregular, amenorreia, aumento de peso. Incomuns: infecção vaginal, intolerância a lentes de contato, vômitos, alopecia, dismenorreia, cistos ovarianos, fadiga. Raras: exantema, urticária, eritema nodoso. Foram relatadas secreções mamárias e, raramente, gestações ectópicas durante a farmacovigilância pós-comercialização. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO: tomar um comprimido ao dia, com um pouco de líquido, preferencialmente no mesmo horário, na ordem indicada pelas setas na cartela, durante 28 dias consecutivos; iniciar a cartela subsequente imediatamente após o término da anterior. SUPERDOSE: Não há relatos de reações adversas graves em decorrência de superdose. Nessa situação, os sintomas que podem ocorrer são: náuseas, vômitos e, em meninas e adolescentes, discreto sangramento vaginal. Não há antídotos e o tratamento deve ser sintomático. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. REGISTRO MS: 1.0171.0089. Atualização em 08/12/2 014 – revisão médica em 10/09/2014. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADOretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- 39 Já a olanzapina e a clorpromazina são consideradasprimeira escolha entre os APs, por terem as menores taxas de excreção. 29 Um estudoavaliou dados de mais de 700 pacientes em uso de risperidona na gestação e nãoencontrou associação com risco aumentado de malformação. Outro estudo descreveu ouso de risperidona na formulação de depósito, havendo ruptura prematura demembranas (36 semanas de gestação), mas não esteve associada a malformações, e oneonato teve desenvolvimento normal. Alguns relatos de caso e uma revisão sistemáticasugerem que a risperidona seria segura na amamentação.
Posso engravidar na troca do anticoncepcional? “Minha médica me receitou outra pílula anticoncepcional, diferente daquela que estava utilizando até agora. Estou com algum medo de trocar por conta do risco de engravidar. Isso pode acontecer?” Se a troca de anticoncepcional for realizada de maneira adequada não há risco de engravidar. Caso você comece a tomar o anticoncepcional novo no mesmo dia que iniciaria o anterior, não há chance de gravidez. Já está protegida logo na primeira cartela do novo anticoncepcional. Mesmo que comece a tomar o novo anticoncepcional um dia antes, não tem problemas. Porém, se começar com atrasos para iniciar o novo anticoncepcional, as chances de engravidar aumentam. Quanto maior o atraso, mais desprotegida você fica. Por isso, o mais indicado é usar preservativos durante a primeira cartela do novo anticoncepcional, e só confiar no anticoncepcional a partir da segunda cartela. O ideal, quando possível, é consultar um ginecologista para esclarecer as dúvidas e orientar sobre a escolha do novo anticoncepcional e a realização da troca. Lembrando que ao iniciar um anticoncepcional oral pela primeira vez a primeira pílula anticoncepcional deve ser tomada no 1º dia da menstruação. Se for uma cartela de 21 comprimidos, a mulher deve fazer uma pausa de 7 dias e retomar a seguir. Se a cartela for de 24 pílulas, a pausa é de 4 dias. Durante essa pausa entre uma cartela e outra não há risco de engravidar, mesmo que a mulher troque de anticoncepcional. --- Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura. --- Se tomar anticoncepcional antes do horário, posso engravidar? “Se eu tomar anticoncepcional adiantado, posso engravidar?” Dificilmente. Não há um aumento no risco de engravidar se tomar o anticoncepcional antes do horário normal. Geralmente a perda de eficácia do anticoncepcional só ocorre quando se toma atrasado (depois do horário). Tomar anticoncepcional adiantando, geralmente,não tem problema. De qualquer forma, se tem dúvidas, o ideal é que consulte um ginecologista para analisar o seu caso específico e receber as orientações mais adequadas. O que fazer se tomar anticoncepcional adiantado Continue a tomar a pílula normalmente, um comprimido ao dia, e faça a pausa no fim da cartela conforme o previsto. O risco de gravidez é mínimo. Veja o que deve ser feito: Tomei adiantado algumas horas: caso tenha tomado adiantado algumas horas, não há com o que se preocupar, no dia a seguir tome a pílula no horário habitual e siga o uso, sem mudanças. Comecei uma nova cartela adiantada: caso tenha tomado o comprimido um dia antes do esperado ao recomeçar uma nova cartela e já faz uso do anticoncepcional, também é só continuar o uso normalmente. Tomei adiantado em um dia no meio da cartela: se tomou o comprimido adiantado no meio da cartela e tenha tomado dois comprimidos no mesmo dia, também não há nenhum problema, é só seguir o uso normalmente nos próximos dias. Nessa situação a cartela terminará um dia mais cedo. O fato de ter tomado o anticoncepcional adiantado não trará riscos a mais para a saúde, além dos riscos próprios de todo anticoncepcional hormonal. Posso reduzir os dias de pausa entre uma cartela e outra? Sim, pode. Se já faz uso do anticoncepcional e deseja começar uma nova cartela alguns dias antes do fim da pausa de 7 dias (ou 4 dias em algumas formulações) não haverá um risco maior de gravidez por conta disso, continuará protegida. Inclusive algumas mulheres costumam não fazer a pausa entre uma cartela e outra quando não desejam menstruar, essa também é uma possibilidade que não interfere no efeito do anticoncepcional, mas que deve, sempre que possível, ser discutida com o ginecologista. --- Quanto tempo usando anticoncepcional poderei ter relação? “Comecei a tomar o anticoncepcional, mas tenho uma dúvida: depois de quanto tempo posso ter relação sexual, sem risco de engravidar?” Após sete dias tomando os comprimidos do anticoncepcional, a pílula já é considerada eficaz e consegue exercer plenamente o seu efeito contraceptivo. Antes de 1 semana é possível ter relações sexuais, mas recomenda-se o uso de algum outro método contraceptivo de barreira como a camisinha. Por precaução, muitos médicos preferem orientar que durante toda a primeira cartela, no primeiro mês de uso, a mulher use preservativos. Durante o 1º mês de uso da pílula anticoncepcional, a medicação só é eficaz para prevenir a gravidez se a mulher começar a tomá-la no 1º ou 2º dia de menstruação. No caso da mulher começar a tomar a pílula anticoncepcional num outro período do mês, não há problema, desde que ela tenha a certeza de que não está grávida. Nesse caso, são necessários 7 dias seguidos tomando a pílula para que o medicamento seja eficaz. Para maiores informações sobre o uso da pílula anticoncepcional, consulte um ginecologista ou o médico que receitou o anticoncepcional. --- Tomei a injeção de 3 meses pela primeira vez, posso engravidar? “Tomei hoje a injeção anticoncepcional de 3 meses pela primeira vez. Posso engravidar se eu tiver relação?” Após tomar pela primeira vez a injeção de 3 meses, que contém acetato de medroxiprogesterona, as chances de uma gravidez são baixas desde que o seu uso seja feito de acordo com a orientação do ginecologista. Este anticoncepcional começa a fazer efeito imediatamente somente se aplicado em até 7 dias após o início da menstruação. Caso contrário, deve-se evitar ter relações ou fazer uso de outro método contraceptivo nos próximos 7 dias após o uso. Em cada 100 mulheres que usam este anticoncepcional, até em torno de 6 engravidam por ano. No entanto, as chances de uma gravidez são ainda menores quando o seu uso é continuado corretamente. Veja como usar a injeção anticoncepcional trimestral.
Posso engravidar na troca do anticoncepcional? “Minha médica me receitou outra pílula anticoncepcional, diferente daquela que estava utilizando até agora. Estou com algum medo de trocar por conta do risco de engravidar. Isso pode acontecer?” Se a troca de anticoncepcional for realizada de maneira adequada não há risco de engravidar. Caso você comece a tomar o anticoncepcional novo no mesmo dia que iniciaria o anterior, não há chance de gravidez. Já está protegida logo na primeira cartela do novo anticoncepcional. Mesmo que comece a tomar o novo anticoncepcional um dia antes, não tem problemas. Porém, se começar com atrasos para iniciar o novo anticoncepcional, as chances de engravidar aumentam. Quanto maior o atraso, mais desprotegida você fica. Por isso, o mais indicado é usar preservativos durante a primeira cartela do novo anticoncepcional, e só confiar no anticoncepcional a partir da segunda cartela. O ideal, quando possível, é consultar um ginecologista para esclarecer as dúvidas e orientar sobre a escolha do novo anticoncepcional e a realização da troca. Lembrando que ao iniciar um anticoncepcional oral pela primeira vez a primeira pílula anticoncepcional deve ser tomada no 1º dia da menstruação. Se for uma cartela de 21 comprimidos, a mulher deve fazer uma pausa de 7 dias e retomar a seguir. Se a cartela for de 24 pílulas, a pausa é de 4 dias. Durante essa pausa entre uma cartela e outra não há risco de engravidar, mesmo que a mulher troque de anticoncepcional. --- Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura. --- Se tomar anticoncepcional antes do horário, posso engravidar? “Se eu tomar anticoncepcional adiantado, posso engravidar?” Dificilmente. Não há um aumento no risco de engravidar se tomar o anticoncepcional antes do horário normal. Geralmente a perda de eficácia do anticoncepcional só ocorre quando se toma atrasado (depois do horário). Tomar anticoncepcional adiantando, geralmente,não tem problema. De qualquer forma, se tem dúvidas, o ideal é que consulte um ginecologista para analisar o seu caso específico e receber as orientações mais adequadas. O que fazer se tomar anticoncepcional adiantado Continue a tomar a pílula normalmente, um comprimido ao dia, e faça a pausa no fim da cartela conforme o previsto. O risco de gravidez é mínimo. Veja o que deve ser feito: Tomei adiantado algumas horas: caso tenha tomado adiantado algumas horas, não há com o que se preocupar, no dia a seguir tome a pílula no horário habitual e siga o uso, sem mudanças. Comecei uma nova cartela adiantada: caso tenha tomado o comprimido um dia antes do esperado ao recomeçar uma nova cartela e já faz uso do anticoncepcional, também é só continuar o uso normalmente. Tomei adiantado em um dia no meio da cartela: se tomou o comprimido adiantado no meio da cartela e tenha tomado dois comprimidos no mesmo dia, também não há nenhum problema, é só seguir o uso normalmente nos próximos dias. Nessa situação a cartela terminará um dia mais cedo. O fato de ter tomado o anticoncepcional adiantado não trará riscos a mais para a saúde, além dos riscos próprios de todo anticoncepcional hormonal. Posso reduzir os dias de pausa entre uma cartela e outra? Sim, pode. Se já faz uso do anticoncepcional e deseja começar uma nova cartela alguns dias antes do fim da pausa de 7 dias (ou 4 dias em algumas formulações) não haverá um risco maior de gravidez por conta disso, continuará protegida. Inclusive algumas mulheres costumam não fazer a pausa entre uma cartela e outra quando não desejam menstruar, essa também é uma possibilidade que não interfere no efeito do anticoncepcional, mas que deve, sempre que possível, ser discutida com o ginecologista. --- Quanto tempo usando anticoncepcional poderei ter relação? “Comecei a tomar o anticoncepcional, mas tenho uma dúvida: depois de quanto tempo posso ter relação sexual, sem risco de engravidar?” Após sete dias tomando os comprimidos do anticoncepcional, a pílula já é considerada eficaz e consegue exercer plenamente o seu efeito contraceptivo. Antes de 1 semana é possível ter relações sexuais, mas recomenda-se o uso de algum outro método contraceptivo de barreira como a camisinha. Por precaução, muitos médicos preferem orientar que durante toda a primeira cartela, no primeiro mês de uso, a mulher use preservativos. Durante o 1º mês de uso da pílula anticoncepcional, a medicação só é eficaz para prevenir a gravidez se a mulher começar a tomá-la no 1º ou 2º dia de menstruação. No caso da mulher começar a tomar a pílula anticoncepcional num outro período do mês, não há problema, desde que ela tenha a certeza de que não está grávida. Nesse caso, são necessários 7 dias seguidos tomando a pílula para que o medicamento seja eficaz. Para maiores informações sobre o uso da pílula anticoncepcional, consulte um ginecologista ou o médico que receitou o anticoncepcional. --- Tomei a injeção de 3 meses pela primeira vez, posso engravidar? “Tomei hoje a injeção anticoncepcional de 3 meses pela primeira vez. Posso engravidar se eu tiver relação?” Após tomar pela primeira vez a injeção de 3 meses, que contém acetato de medroxiprogesterona, as chances de uma gravidez são baixas desde que o seu uso seja feito de acordo com a orientação do ginecologista. Este anticoncepcional começa a fazer efeito imediatamente somente se aplicado em até 7 dias após o início da menstruação. Caso contrário, deve-se evitar ter relações ou fazer uso de outro método contraceptivo nos próximos 7 dias após o uso. Em cada 100 mulheres que usam este anticoncepcional, até em torno de 6 engravidam por ano. No entanto, as chances de uma gravidez são ainda menores quando o seu uso é continuado corretamente. Veja como usar a injeção anticoncepcional trimestral.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Cerazette®3 (desogestrel 75mcg): CERAZETTE®(desogestrel). INDICAÇÃO: anticoncepção. CONTRAINDICAÇÕES: hipersensibilidade à substância ativa ou a quaisquer dos excipientes; distúrbio tromboembólico venoso ativo; presença ou história de doença hepática grave, enquanto os valores dos testes de função hepática não retornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez. ADVERTÊNCIAS: na presença de quaisquer dos fatores de risco/condições a seguir, avaliar o risco/benefício e discuti-lo antes de iniciar CERAZETTE®. No caso de agravamento, exacerbação ou ocorrência pela primeira vez de quaisquer dessas condições, a mulher deve contatar o seu médico, que decidirá manter ou não o uso de CERAZETTE®. O risco de câncer de mama aumenta, em geral, com o aumento da idade. Durante o uso de anticoncepcionais hormonais orais combinados (AHCOs), o risco de ter câncer de mama diagnosticado aumenta levemente. Esse aumento de risco desaparece gradualmente em 10 anos após a descontinuação do uso de um anticoncepcional oral e não está relacionado ao tempo de uso, mas à idade da mulher quando utilizava o AHCO. O número esperado de casos diagnosticados por 10.000 mulheres que usam AHCOs (até 10 anos após a descontinuação do tratamento) em relação às que nunca usaram durante o mesmo período foi calculado para os respectivos grupos etários e é apresentado a seguir: Casos esperados em usuárias de AHCOs: 4,5 (16-19 anos); 17,5 (20-24 anos); 48,7 (25-29 anos); 110 (30-34 anos); 180 (35-39 anos); 260 (40-44 anos). Casos esperados em não usuárias: 4 (16-19 anos); 16 (20-24 anos); 44 (25-29 anos); 100 (30-34 anos); 160 (35-39 anos); 230 (40-44 anos). O risco em usuárias de anticoncepcionais só de progestagênio, tais como CERAZETTE®, possivelmente é semelhante, porém, com evidência menos conclusiva. O aumento do risco observado nas usuárias de AHCOs pode ser devido ao diagnóstico precoce, a efeitos biológicos da pílula ou à combinação dos dois. O efeito biológico dos progestagênios no câncer hepático não pode ser excluído, por isso, recomenda-se avaliar individualmente a relação risco/benefício na maulher com câncer hepático. Na presença de distúrbios agudos ou crônicos da função hepática, solicitar avaliação e orientação especializada. Se durante o uso de CERAZETTE® ocorrer hipertensão arterial mantida, ou se o aumento significativo da pressão arterial não responder adequadamente ao tratamento anti-hipertensivo, considerar a descontinuação de CERAZETTE®. Investigações epidemiológicas associaram o uso de AHCO à maior incidência de tromboembolia venosa (TEV, trombose venosa profunda e embolia pulmonar). Embora a relevância clínica desse achado para desogestrel seja desconhecida, descontinuar CERAZETTE em caso de trombose. Considerar também a descontinuação de CERAZETTE® em caso de imobilização prolongada (por cirurgia ou doença). Alertar as mulheres com história de distúrbios tromboembólicos sobre a possibilidade de recorrência. Os progestagênios podem apresentar efeito sobre a resistência periférica à insulina e tolerância à glicose, porém, mesmo que não haja evidência da necessidade de alterar o regime terapêutico em diabéticas usando anticoncepcionais só de progestagênio, estas devem ser cuidadosamente observadas durante os primeiros meses de uso. O tratamento com CERAZETTE® leva à redução dos níveis séricos de estradiol para um nível correspondente à fase folicular inicial, e não se sabe se essa redução tem algum efeito relevante sobre a densidade óssea. A proteção contra gravidez ectópica com anticoncepcionais só de progestagênio tradicionais não é tão boa como a dos anticoncepcionais orais combinados. Apesar do fato de CERAZETTE® inibir a ovulação de modo consistente, a gravidez ectópica deve ser considerada na presença de amenorreia ou dor abdominal. Cloasma pode ocorrer, especialmente em mulheres covm história de cloasma gravídico; mulheres com esta tendência devem evitar exposição ao sol ou à radiação ultravioleta enquanto usarem CERAZETTE. As seguintes condições foram relatadas na gravidez e durante o uso de esteroide sexual, sem associação estabelecida com o uso de progestagênios: icterícia e/ou prurido relacionado à colestase; formação de cálculos biliares; porfiria; lúpus eritematoso sistêmico; síndrome urêmica-hemolítica; coreia de Sydenham; herpes gestacional; perda da audição relacionada à otosclerose; angioedema (hereditário). CERAZETTE® contém lactose (menos de 65 mg) e, por essa razão, não deve ser administrado em pacientes com intolerância à galactose, deficiência de lactase Lapp ou má absorção de glicose-galactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Mulheres em tratamento com quaisquer dos fármacos acima mencionados devem, temporariamente, usar um método de barreira em adição a CERAZETTE, ou optar por outro método anticonceptivo. O método de barreira deve ser utilizado durante o tempo de administração concomitante do fármaco e por 28 dias após sua descontinuação. Para mulheres em tratamento prolongado com indutores enzimáticos hepáticos, considerar o uso de um método anticonceptivo não hormonal. Durante o tratamento com carvão medicinal, a absorção do esteroide do comprimido e a eficácia anticonceptiva podem ser reduzidas. Nessas circunstâncias, seguir as mesmas orientações de esquecimento da ingestão de comprimidos. Anticoncepcionais hormonais podem interferir no metabolismo de outras substâncias (p.ex., ciclosporina) e as concentrações plasmáticas e tissulares podem aumentar ou diminuir. Consultar a bula de medicamentos administrados concomitantemente para identificar potenciais interações. REAÇÕES ADVERSAS: Comuns: alteração de humor, diminuição da libido, cefaleia, náusea, acne, dor nas mamas, menstruação irregular, amenorreia, aumento de peso. Incomuns: infecção vaginal, intolerância a lentes de contato, vômitos, alopecia, dismenorreia, cistos ovarianos, fadiga. Raras: exantema, urticária, eritema nodoso. Foram relatadas secreções mamárias e, raramente, gestações ectópicas durante a farmacovigilância pós-comercialização. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO: tomar um comprimido ao dia, com um pouco de líquido, preferencialmente no mesmo horário, na ordem indicada pelas setas na cartela, durante 28 dias consecutivos; iniciar a cartela subsequente imediatamente após o término da anterior. SUPERDOSE: Não há relatos de reações adversas graves em decorrência de superdose. Nessa situação, os sintomas que podem ocorrer são: náuseas, vômitos e, em meninas e adolescentes, discreto sangramento vaginal. Não há antídotos e o tratamento deve ser sintomático. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. REGISTRO MS: 1.0171.0089. Atualização em 08/12/2 014 – revisão médica em 10/09/2014. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADOretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Cerazette®3 (desogestrel 75mcg): CERAZETTE®(desogestrel). INDICAÇÃO: anticoncepção. CONTRAINDICAÇÕES: hipersensibilidade à substância ativa ou a quaisquer dos excipientes; distúrbio tromboembólico venoso ativo; presença ou história de doença hepática grave, enquanto os valores dos testes de função hepática não retornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez. ADVERTÊNCIAS: na presença de quaisquer dos fatores de risco/condições a seguir, avaliar o risco/benefício e discuti-lo antes de iniciar CERAZETTE®. No caso de agravamento, exacerbação ou ocorrência pela primeira vez de quaisquer dessas condições, a mulher deve contatar o seu médico, que decidirá manter ou não o uso de CERAZETTE®. O risco de câncer de mama aumenta, em geral, com o aumento da idade. Durante o uso de anticoncepcionais hormonais orais combinados (AHCOs), o risco de ter câncer de mama diagnosticado aumenta levemente. Esse aumento de risco desaparece gradualmente em 10 anos após a descontinuação do uso de um anticoncepcional oral e não está relacionado ao tempo de uso, mas à idade da mulher quando utilizava o AHCO. O número esperado de casos diagnosticados por 10.000 mulheres que usam AHCOs (até 10 anos após a descontinuação do tratamento) em relação às que nunca usaram durante o mesmo período foi calculado para os respectivos grupos etários e é apresentado a seguir: Casos esperados em usuárias de AHCOs: 4,5 (16-19 anos); 17,5 (20-24 anos); 48,7 (25-29 anos); 110 (30-34 anos); 180 (35-39 anos); 260 (40-44 anos). Casos esperados em não usuárias: 4 (16-19 anos); 16 (20-24 anos); 44 (25-29 anos); 100 (30-34 anos); 160 (35-39 anos); 230 (40-44 anos). O risco em usuárias de anticoncepcionais só de progestagênio, tais como CERAZETTE®, possivelmente é semelhante, porém, com evidência menos conclusiva. O aumento do risco observado nas usuárias de AHCOs pode ser devido ao diagnóstico precoce, a efeitos biológicos da pílula ou à combinação dos dois. O efeito biológico dos progestagênios no câncer hepático não pode ser excluído, por isso, recomenda-se avaliar individualmente a relação risco/benefício na maulher com câncer hepático. Na presença de distúrbios agudos ou crônicos da função hepática, solicitar avaliação e orientação especializada. Se durante o uso de CERAZETTE® ocorrer hipertensão arterial mantida, ou se o aumento significativo da pressão arterial não responder adequadamente ao tratamento anti-hipertensivo, considerar a descontinuação de CERAZETTE®. Investigações epidemiológicas associaram o uso de AHCO à maior incidência de tromboembolia venosa (TEV, trombose venosa profunda e embolia pulmonar). Embora a relevância clínica desse achado para desogestrel seja desconhecida, descontinuar CERAZETTE em caso de trombose. Considerar também a descontinuação de CERAZETTE® em caso de imobilização prolongada (por cirurgia ou doença). Alertar as mulheres com história de distúrbios tromboembólicos sobre a possibilidade de recorrência. Os progestagênios podem apresentar efeito sobre a resistência periférica à insulina e tolerância à glicose, porém, mesmo que não haja evidência da necessidade de alterar o regime terapêutico em diabéticas usando anticoncepcionais só de progestagênio, estas devem ser cuidadosamente observadas durante os primeiros meses de uso. O tratamento com CERAZETTE® leva à redução dos níveis séricos de estradiol para um nível correspondente à fase folicular inicial, e não se sabe se essa redução tem algum efeito relevante sobre a densidade óssea. A proteção contra gravidez ectópica com anticoncepcionais só de progestagênio tradicionais não é tão boa como a dos anticoncepcionais orais combinados. Apesar do fato de CERAZETTE® inibir a ovulação de modo consistente, a gravidez ectópica deve ser considerada na presença de amenorreia ou dor abdominal. Cloasma pode ocorrer, especialmente em mulheres covm história de cloasma gravídico; mulheres com esta tendência devem evitar exposição ao sol ou à radiação ultravioleta enquanto usarem CERAZETTE. As seguintes condições foram relatadas na gravidez e durante o uso de esteroide sexual, sem associação estabelecida com o uso de progestagênios: icterícia e/ou prurido relacionado à colestase; formação de cálculos biliares; porfiria; lúpus eritematoso sistêmico; síndrome urêmica-hemolítica; coreia de Sydenham; herpes gestacional; perda da audição relacionada à otosclerose; angioedema (hereditário). CERAZETTE® contém lactose (menos de 65 mg) e, por essa razão, não deve ser administrado em pacientes com intolerância à galactose, deficiência de lactase Lapp ou má absorção de glicose-galactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Mulheres em tratamento com quaisquer dos fármacos acima mencionados devem, temporariamente, usar um método de barreira em adição a CERAZETTE, ou optar por outro método anticonceptivo. O método de barreira deve ser utilizado durante o tempo de administração concomitante do fármaco e por 28 dias após sua descontinuação. Para mulheres em tratamento prolongado com indutores enzimáticos hepáticos, considerar o uso de um método anticonceptivo não hormonal. Durante o tratamento com carvão medicinal, a absorção do esteroide do comprimido e a eficácia anticonceptiva podem ser reduzidas. Nessas circunstâncias, seguir as mesmas orientações de esquecimento da ingestão de comprimidos. Anticoncepcionais hormonais podem interferir no metabolismo de outras substâncias (p.ex., ciclosporina) e as concentrações plasmáticas e tissulares podem aumentar ou diminuir. Consultar a bula de medicamentos administrados concomitantemente para identificar potenciais interações. REAÇÕES ADVERSAS: Comuns: alteração de humor, diminuição da libido, cefaleia, náusea, acne, dor nas mamas, menstruação irregular, amenorreia, aumento de peso. Incomuns: infecção vaginal, intolerância a lentes de contato, vômitos, alopecia, dismenorreia, cistos ovarianos, fadiga. Raras: exantema, urticária, eritema nodoso. Foram relatadas secreções mamárias e, raramente, gestações ectópicas durante a farmacovigilância pós-comercialização. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO: tomar um comprimido ao dia, com um pouco de líquido, preferencialmente no mesmo horário, na ordem indicada pelas setas na cartela, durante 28 dias consecutivos; iniciar a cartela subsequente imediatamente após o término da anterior. SUPERDOSE: Não há relatos de reações adversas graves em decorrência de superdose. Nessa situação, os sintomas que podem ocorrer são: náuseas, vômitos e, em meninas e adolescentes, discreto sangramento vaginal. Não há antídotos e o tratamento deve ser sintomático. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. REGISTRO MS: 1.0171.0089. Atualização em 08/12/2 014 – revisão médica em 10/09/2014. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADOretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos.
Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- Referências: 1. Circular aos Médicos (bula) de CERAZETTE. São Paulo; Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda., 2016. 2. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lista de medicamentos de referência. Disponível em:http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4412457/Lista+A+24-01-2019.pdf/563c78d9-4105-4dcf-87f2-6c67db217693. 3. BRASIL. Resolução-RE Nº 474, de 6 de junho de 2000. Cerazette – Registro do medicamento. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 05 junho 2000. 4. Collaborative Study Group on the Desogestrel-containing Progestogen-only Pill. A double-blind study comparing the contraceptive efficacy, acceptability and safety of two progestogen-only pills containing desogestrel 75 pg/day or levonorgestrel 30 pg/day. Eur J Contracept Reprod Health Care. 1998;3(4):169-78. Material exclusivamente à prescritores e dispensadores de medicamentos. Código do material: 2019-01-CTE-FL-00000960-BRX. Material aprovado em Fevereiro/2019 - Válido por 2 anos. --- 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária. 4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião. --- Cerazette®3 (desogestrel 75mcg): CERAZETTE®(desogestrel). INDICAÇÃO: anticoncepção. CONTRAINDICAÇÕES: hipersensibilidade à substância ativa ou a quaisquer dos excipientes; distúrbio tromboembólico venoso ativo; presença ou história de doença hepática grave, enquanto os valores dos testes de função hepática não retornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez. ADVERTÊNCIAS: na presença de quaisquer dos fatores de risco/condições a seguir, avaliar o risco/benefício e discuti-lo antes de iniciar CERAZETTE®. No caso de agravamento, exacerbação ou ocorrência pela primeira vez de quaisquer dessas condições, a mulher deve contatar o seu médico, que decidirá manter ou não o uso de CERAZETTE®. O risco de câncer de mama aumenta, em geral, com o aumento da idade. Durante o uso de anticoncepcionais hormonais orais combinados (AHCOs), o risco de ter câncer de mama diagnosticado aumenta levemente. Esse aumento de risco desaparece gradualmente em 10 anos após a descontinuação do uso de um anticoncepcional oral e não está relacionado ao tempo de uso, mas à idade da mulher quando utilizava o AHCO. O número esperado de casos diagnosticados por 10.000 mulheres que usam AHCOs (até 10 anos após a descontinuação do tratamento) em relação às que nunca usaram durante o mesmo período foi calculado para os respectivos grupos etários e é apresentado a seguir: Casos esperados em usuárias de AHCOs: 4,5 (16-19 anos); 17,5 (20-24 anos); 48,7 (25-29 anos); 110 (30-34 anos); 180 (35-39 anos); 260 (40-44 anos). Casos esperados em não usuárias: 4 (16-19 anos); 16 (20-24 anos); 44 (25-29 anos); 100 (30-34 anos); 160 (35-39 anos); 230 (40-44 anos). O risco em usuárias de anticoncepcionais só de progestagênio, tais como CERAZETTE®, possivelmente é semelhante, porém, com evidência menos conclusiva. O aumento do risco observado nas usuárias de AHCOs pode ser devido ao diagnóstico precoce, a efeitos biológicos da pílula ou à combinação dos dois. O efeito biológico dos progestagênios no câncer hepático não pode ser excluído, por isso, recomenda-se avaliar individualmente a relação risco/benefício na maulher com câncer hepático. Na presença de distúrbios agudos ou crônicos da função hepática, solicitar avaliação e orientação especializada. Se durante o uso de CERAZETTE® ocorrer hipertensão arterial mantida, ou se o aumento significativo da pressão arterial não responder adequadamente ao tratamento anti-hipertensivo, considerar a descontinuação de CERAZETTE®. Investigações epidemiológicas associaram o uso de AHCO à maior incidência de tromboembolia venosa (TEV, trombose venosa profunda e embolia pulmonar). Embora a relevância clínica desse achado para desogestrel seja desconhecida, descontinuar CERAZETTE em caso de trombose. Considerar também a descontinuação de CERAZETTE® em caso de imobilização prolongada (por cirurgia ou doença). Alertar as mulheres com história de distúrbios tromboembólicos sobre a possibilidade de recorrência. Os progestagênios podem apresentar efeito sobre a resistência periférica à insulina e tolerância à glicose, porém, mesmo que não haja evidência da necessidade de alterar o regime terapêutico em diabéticas usando anticoncepcionais só de progestagênio, estas devem ser cuidadosamente observadas durante os primeiros meses de uso. O tratamento com CERAZETTE® leva à redução dos níveis séricos de estradiol para um nível correspondente à fase folicular inicial, e não se sabe se essa redução tem algum efeito relevante sobre a densidade óssea. A proteção contra gravidez ectópica com anticoncepcionais só de progestagênio tradicionais não é tão boa como a dos anticoncepcionais orais combinados. Apesar do fato de CERAZETTE® inibir a ovulação de modo consistente, a gravidez ectópica deve ser considerada na presença de amenorreia ou dor abdominal. Cloasma pode ocorrer, especialmente em mulheres covm história de cloasma gravídico; mulheres com esta tendência devem evitar exposição ao sol ou à radiação ultravioleta enquanto usarem CERAZETTE. As seguintes condições foram relatadas na gravidez e durante o uso de esteroide sexual, sem associação estabelecida com o uso de progestagênios: icterícia e/ou prurido relacionado à colestase; formação de cálculos biliares; porfiria; lúpus eritematoso sistêmico; síndrome urêmica-hemolítica; coreia de Sydenham; herpes gestacional; perda da audição relacionada à otosclerose; angioedema (hereditário). CERAZETTE® contém lactose (menos de 65 mg) e, por essa razão, não deve ser administrado em pacientes com intolerância à galactose, deficiência de lactase Lapp ou má absorção de glicose-galactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Mulheres em tratamento com quaisquer dos fármacos acima mencionados devem, temporariamente, usar um método de barreira em adição a CERAZETTE, ou optar por outro método anticonceptivo. O método de barreira deve ser utilizado durante o tempo de administração concomitante do fármaco e por 28 dias após sua descontinuação. Para mulheres em tratamento prolongado com indutores enzimáticos hepáticos, considerar o uso de um método anticonceptivo não hormonal. Durante o tratamento com carvão medicinal, a absorção do esteroide do comprimido e a eficácia anticonceptiva podem ser reduzidas. Nessas circunstâncias, seguir as mesmas orientações de esquecimento da ingestão de comprimidos. Anticoncepcionais hormonais podem interferir no metabolismo de outras substâncias (p.ex., ciclosporina) e as concentrações plasmáticas e tissulares podem aumentar ou diminuir. Consultar a bula de medicamentos administrados concomitantemente para identificar potenciais interações. REAÇÕES ADVERSAS: Comuns: alteração de humor, diminuição da libido, cefaleia, náusea, acne, dor nas mamas, menstruação irregular, amenorreia, aumento de peso. Incomuns: infecção vaginal, intolerância a lentes de contato, vômitos, alopecia, dismenorreia, cistos ovarianos, fadiga. Raras: exantema, urticária, eritema nodoso. Foram relatadas secreções mamárias e, raramente, gestações ectópicas durante a farmacovigilância pós-comercialização. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO: tomar um comprimido ao dia, com um pouco de líquido, preferencialmente no mesmo horário, na ordem indicada pelas setas na cartela, durante 28 dias consecutivos; iniciar a cartela subsequente imediatamente após o término da anterior. SUPERDOSE: Não há relatos de reações adversas graves em decorrência de superdose. Nessa situação, os sintomas que podem ocorrer são: náuseas, vômitos e, em meninas e adolescentes, discreto sangramento vaginal. Não há antídotos e o tratamento deve ser sintomático. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. REGISTRO MS: 1.0171.0089. Atualização em 08/12/2 014 – revisão médica em 10/09/2014. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADOretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos.
{"justificativa": "O contexto revisado oferece informações relevantes sobre o anticoncepcional Cerazette, incluindo indicações, contraindicações e interações medicamentosas. Como a pergunta do usuário envolve preocupações sobre a eficácia do medicamento após o esquecimentos de comprimidos e um episódio de ruptura de camisinha, essas informações podem ser úteis para entender o risco de gravidez. No entanto, o documento não aborda diretamente a questão do esquecimento dos comprimidos e o risco específico de gravidez, o que reduz um pouco sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido é voltado principalmente para informações sobre o medicamento Cerazette, sua bula e estudos relacionados. No entanto, não aborda diretamente as implicações de se ter esquecido de tomar comprimidos e o risco de gravidez associado a isso. Portanto, a relevância para a pergunta sobre o risco de engravidar após a ruptura de uma camisinha, considerando a situação específica do usuário, é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado se concentra principalmente na troca de métodos anticoncepcionais, discutindo riscos e recomendações específicas sobre quando o anticoncepcional começa a fazer efeito. Embora a questão do usuário mencione a pílula Cerazette e um atraso na administração, o documento discute mais sobre mudanças de anticoncepcionais do que especificamente sobre a situação de esquecer comprimidos e o risco subsequente de engravidar. Portanto, a relação não é forte.", "nota": 2}
{"justificativa":"O contexto fornecido discute o uso de anticoncepcionais e os riscos de gravidez associado à troca ou uso incorreto dos mesmos. Embora o documento se concentre na troca de anticoncepcionais e na eficácia das injeções, não aborda diretamente a situação específica em que o usuário se esqueceu de tomar os primeiros comprimidos de Cerazette e teve uma relação desprotegida. Assim,Embora tenha alguma relação, não é diretamente aplicável ao caso do usuário.","nota":2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso do anticoncepcional Cerazette, incluindo indicações, contraindicações, e advertências, que são diretamente relevantes para a pergunta sobre risco de gravidez após o esquecimento de comprimidos. Isso ajuda a responder a pergunta do usuário de forma informativa e clara.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso do anticoncepcional Cerazette, sua eficácia e considerações importantes em relação ao esquecimento de comprimidos e o uso de preservativos. Essas informações são relevantes para responder à pergunta sobre o risco de gravidez após esquecimento de comprimidos e a ruptura do preservativo, ajudando a esclarecer se a anticoncepção foi afetada. Portanto, este contexto é bastante pertinente.", "nota": 3}
```json {"justificativa": "O contexto inclui informações sobre o uso do Cerazette e suas indicações para anticoncepção, além de advertências sobre o risco de gravidez. Isso é altamente relevante para a pergunta do usuário sobre o risco de engravidar após esquecer comprimidos, especialmente em um cenário onde a camisinha rompeu.", "nota": 3} ```
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eu tenho um polipo endometrial de mm e estou com o procedimento para retirar já agendado porém acabei de descobrir que estou grávida gostaria de saber se existem riscos para o bêbe e para mim obrigada
o pólipo endometrial tem como sintoma mais comum o sangramento é provável que não haja grande complicação na gestação mas é preciso seguimento com obstetra
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
Pólipos endometriais. De maneira geral, os tumores endo-metriais polipoides são diagnosticados durante a investigação de infertilidade. Vários estudos sugeriram taxas de gravidez sa-tisfatórias após polipectomia, embora o mecanismo pelo qual os pólipos possam comprometer a fertilidade ainda não tenha sido estabelecido. A necessidade de remoção, mesmo de peque-nos pólipos, em mulheres inférteis foi debatida anteriormente. Entretanto, um estudo prospectivo realizado com 204 mulhe-res portadoras de pólipos e com fator cervical adicional diag-nosticado, fator ligado ao cônjuge masculino ou com infertili-dade inexplicável parece ter proporcionado orientações claras. --- O tamanho do pólipo endometrial parece ser o melhor mar-cador para progressão pré-maligna/maligna do PE nas pacientes assintomáticas no menacme. Na literatura, há uma tendência para a determinação de conduta extirpativa de pólipos com tamanho ≥ 15 mm.(12,27-29) Dessa forma, apesar da segurança da polipecto-mia histeroscopica, existe uma tendência na literatura em indicar o tratamento conservador, com observação por um ano, de pólipos menores de 15 mm em pacientes assintomáticas e sem fatores de risco para malignidade.(5,12,28,29)Esses fatores seriam: índice da mas-sa corpórea alto, hipertensão arterial, idade avançada, pós-meno-pausa, uso de tamoxifen.(29,30)Lasmar e Lasmar,(31) em estudo retrospectivo, corroboraram os dados da literatura, mostrando ser segura a conduta conservadora em pacientes assintomáticas e no menacme com pólipos endome-triais menores que 15 mm. Também, foi identi/f_i cado que o único fator correlacionado com a hiperplasia, nos casos de pólipo endo-metrial em pacientes no menacme e assintomáticas, foi o tamanho do pólipo maior que 15 mm. --- ■ ConsentimentoAs taxas de complicação para esse procedi-mento são baixas e iguais às da histeroscopia em geral (Seção 42-13, p. 1.157). ■ Preparo da pacienteAssim como ocorre com a maioria dos procedi-mentos histeroscópicos, a polipectomia deve ser realizada durante a fase folicular do ciclo mens-trual, quando o revestimeno endometrial está mais delgado e os pólipos podem ser identifica-dos com mais facilidade. A biópsia de endomé-trio pré-operatória é opcional, mas geralmente é considerada parte da investigação dos casos de sangramento uterino anormal nas pacietnes com risco de câncer de endométrio (Cap. 8, p. 225). Normalmente não há indicação de anti-bioticoterapia pré-operatória ou de profilaxia para TEV (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007c, 2009a). --- ▶ Estafilococos aeróbios (Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus). S. aureus é encontrado emapenas 2% das culturas vaginais em grávidas. Raramente determina endometrite, estando associado, com maiorfrequência, a abscessos vulvovaginais e mastites. S. epidermidis é habitante normal da flora cervical e, quandopresente dentro do útero, faz parte da infecção polimicrobiana. É resistente à penicilina e à ampicilina, sensível aoxacilina, meticilina, cloxacilina e cefalosporinas. ▶ Gram-negativos aeróbios (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas). Grandesprotagonistas das infecções urinárias são usuais nos intestinos e encontrados em incidência variável no sistemagenital: E. coli em 2 a 10% das grávidas e em 33% das puérperas; outros membros da famíliaEnterobacteriaceae raramente são encontrados. --- ■ QuestõesUma mulher de 22 anos de idade consome muito álcool em uma festa e perde a consciência; trêssemanas mais tarde, ela não apresenta a segunda menstruação consecutiva. Um teste de gravidez dápositivo. Ela deve se preocupar com os efeitos do episódio de bebedeira na gravidez?Em uma ultrassonografia, é detectada uma grande massa próxima ao sacro de um feto feminino de 28semanas. Qual poderia ser a origem dessa massa e que tipo de tecido ela pode conter?Pela ultrassonografia, foi determinado que um feto tem regiões facial e torácica bem desenvolvidas,mas as estruturas caudais são anormais. Os rins estão ausentes, faltam vértebras lombares e sacrais eseus membros posteriores estão fusionados. Qual processo pode ter sido prejudicado para causaresses defeitos?Uma criança tem poliesplenia e posicionamento cardíaco anormal. Como essas duas anomaliaspoderiam estar ligadas no desenvolvimento e quando elas teriam se originado? Você se preocupariacom a existência de outros defeitos? Quais genes podem ter causado esse evento e quando, naembriogênese, ele teria se iniciado?Uma jovem chega no consultório de sua obstetra e relata que está deprimida, que as coisas não estãoindo bem, inclusive suas tentativas de começar uma família. Ela conta que sua amiga está tomando umnovo antidepressivo inibidor seletivo da receptação de serotonina e ela gostaria de saber se tambémpoderia tomar. O que você responderia a ela?período embrionário ou de organogênese estende-se da terceira à oitava semana dodesenvolvimento e é quando cada um dos três folhetos embrionários, o ectoderma, omesoderma e o endoderma, dá origem a vários tecidos e órgãos específicos. Ao fim doperíodo embrionário, por volta do final do segundo mês, a maioria dos sistemas orgânicos seestabeleceu, tornando reconhecíveis as principais características externas do corpo.
{"justificativa": "O contexto aborda pólipos endometriais, procedimentos de polipectomia e suas implicações para a fertilidade. No entanto, não menciona diretamente os riscos associados à gravidez ou à segurança do procedimento durante a gestação, que são as preocupações principais da pergunta do usuário. Portanto, as informações são limitadas em relevância para a questão específica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre pólipos endometriais, polipectomia e a relação com a fertilidade, mas não aborda diretamente os riscos da gravidez em relação ao pólipo endometrial, que é a preocupação da pergunta do usuário. Portanto, embora tenha alguma relação, não é suficientemente relevante para uma resposta conclusiva sobre os riscos para a gestante e o bebê.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações gerais sobre pólipos endometriais e sua relação com a fertilidade e procedimentos de polipectomia, mas não aborda diretamente as implicações específicas de gravidez e riscos para a saúde da mãe e do bebê em casos de pólipos endometriais. Portanto, a relevância do contexto é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresentado não aborda diretamente os riscos relacionados à gravidez em relação a pólipos endometriais, nem fornece informações específicas sobre a segurança do procedimento de polipectomia durante a gestação. Embora mencione aspectos da polipectomia e sua relação com a infertilidade, a falta de informações sobre a gravidez impede uma resposta completa à pergunta do usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre pólipos endometriais e polipectomia, que estão relacionados ao tratamento do pólipo mencionado pelo usuário. No entanto, não aborda diretamente os riscos da gravidez durante o procedimento ou os efeitos sobre o bebê, o que é o foco principal da pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto trata de pólipos endometriais e procedimentos relacionados, mas não aborda especificamente os riscos que podem existir para a gravidez em caso de polipectomia. Embora mencione que as complicações do procedimento são baixas, não fornece informações específicas sobre os riscos para a mãe e o bebê, que é a principal preocupação da pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre pólipos endometriais, sua relação com a fertilidade e procedimentos relacionados à polipectomia. Contudo, não aborda diretamente a questão dos riscos de estar grávida ao realizar o procedimento de remoção, que é essencial para responder à pergunta do usuário sobre os riscos para ela e para o bebê.", "nota": 2}
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clamídia deixa cicatriz na pele
olá a clamídia não deixa cicatrizes na peleé uma doença sexualmente transmissível faça o tratamento correto o seu parceiro deverá procurar atendimento médico para fazer o tratamento adequadoa clamídia pode vir acompanhada da gonorreia o ideal seria o tratamento dessas infecções com dois tipos de antibióticos diferentessolicite ao seu médico exames para avaliar as outras doenças sexualmente transmissíveis como hiv hepatite b e c e sífilisprotejase use preservativos sempre que for exposta a gonorreia e clamídia você poderá pegar essas infecçõesa gonorreia e clamídia podem estar associadas a sequelas como infertilidade dor pélvica aderências pélvicas dilatação e obstrução das trompas abscesso pélvico hepatite artrite etcconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
Clamídia e gravidezA infecção por clamídia na gravidez pode levar a ruptura prematura das membranas, parto pré-termo,endometrite puerperal e conjuntivite, e pneumonia no recém-nascido. Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)SinonímiaLinfogranuloma inguinal, doença de Nicolas-Favre-Durand, adenite climática, quarta moléstia, poroadenitesupurativa benigna. Popularmente é conhecida como “mula”. ConceitoDoença de transmissão exclusivamente sexual, caracterizada pela presença de grande bubão inguinal na faseaguda. Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. --- Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema facial, escrotal edistensão abdominal. B. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando nariz em sela e fronte olímpica. --- • No seguimento, pôde-se observar complicações tardias, sen-do mais frequentes a gravidez ectópica e infertilidade, assim como DIP crônica com dor pélvica e maior chance de recorrên-cia. Tais complicações são mais frequentes quando o processo inicial ocorreu em idade precoce (adolescentes), naqueles que existia a clamídia causando cervicite, quando o diagnóstico e o tratamento foram retardados e quando houve formação preco-ce de ATO.(25)PrevençãoRastreio e tratamento dos agentes das cervicites de mulheres sexu-almente ativas reduz risco para DIP .(16)Referências1. Piazzetta RC, de Carvalho NS, de Andrade RP , Piazzetta G, Piazzetta SR, Carneiro R. [Prevalence of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoea infections in sexual actives young women at a southern Brazilian city] . Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(11):328–33. Portuguese. --- Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes. --- Sinais/sintomas comuns Frequência (%)Ganho de peso 90 a 100Retardo do crescimento 71 a 84Hipertensão 32 a 75Obesidade visceral, aparência cushingoide 62 a 71Fadiga 44 a 67Fácies em lua cheia, pletórica 63Depressão, irritabilidade 31 a 51Alteração menstrual 49Acne 46 a 47Acantose nigricans 32Alteração cognitiva < 20Hematomas de aparecimento fácil 15Miopatia proximal RaraFigura 41.3 Menino de 7 anos com doença de Cushing e os achados típicos de pletora facial, ganho de peso, crescimentodeficiente, estrias e virilização.
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda infecções por clamídia, suas complicações e tratamento, mas não responde diretamente à pergunta sobre cicatrizes na pele causadas pela clamídia. Embora mencione lesões, não se discute cicatrização na pele ou se a clamídia provoca cicatrizes.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute principalmente a infecção por clamídia e suas complicações na gravidez, mas não aborda diretamente a questão de cicatrizes na pele relacionadas à clamídia. As informações podem ser tangencialmente úteis, mas não são relevantes para a pergunta específica sobre cicatrização cutânea.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fala sobre infecções por clamídia e suas complicações, mas não menciona cicatrizes na pele. Embora a clamídia possa causar lesões, a informação específica sobre cicatrizes não está presente, tornando o contexto não diretamente relevante para a pergunta.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda várias complicações e informações sobre a infecção por clamídia, mas não responde diretamente à pergunta sobre cicatrização na pele. Embora mencione alguns tipos de lesões e tratamentos, carece de detalhes específicos sobre marcas ou cicatrizes na pele resultantes da clamídia, o que a torna apenas vagamente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado discute a infecção por clamídia e suas complicações, mas não fornece informações diretamente relacionadas à questão sobre cicatrização da pele em decorrência dessa infecção. As informações são tangenciais e não abordam o impacto cutâneo da clamídia ou se ela causa cicatrizes na pele, portanto, são de relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre complicações e tratamento da clamídia, mas não aborda diretamente se a infecção causa cicatrizes na pele. Portanto, a relação é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa a clamídia e suas consequências, mas não aborda especificamente se a infecção deixa cicatrizes na pele. As informações são mais focadas em complicações relacionadas à gravidez, sintomas e tratamentos, que não respondem diretamente à pergunta sobre cicatrizes na pele.", "nota": 1}
7,203
costumo lavar a vagina com sabonete íntimo mas essa semana lavei com sabonete comum e acho que acabei deixando tempo demais agora estou com uma certa ardênciador na entrada do canal não no canal apenas por fora e nos lábios interiores a parte afetada também está um pouquinho de nada áspera como se estivesse queimada passei uma pomada de óxido de zinco mas tirei porque começou a queimareu posso ter queimado com o sabonete mesmo como posso resolver isso
oláo ideal é que não se faça uso de medicações por conta própria pois isso pode acabar piorando o quadroprocure um atendimento ginecológico para que você seja examinada para definir o diagnóstico e tratamento correto da sua afecção
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura. --- Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura. --- Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Existe algum remédio para mau cheiro na vagina? “Nos últimos dias tenho sentido um cheiro vaginal mais forte, que tem me incomodado bastante. Existe algum remédio para limpar o mau cheiro da vagina?” Não é esperado que a vagina apresente mau cheiro, portanto não há nenhum remédio ou pomada vaginal específicos para isso. O ideal é que consulte um ginecologista para verificar se existe alguma infecção que possa estar causando o mau cheiro e, assim, iniciar o tratamento adequado. O odor vaginal normal pode incomodar algumas mulheres, no entanto, se a mulher não apresenta nenhuma doença vulvovaginal, alguns cuidados com a higiene local são suficientes para manter um ambiente vaginal saudável e assim evitar o mau cheiro. Os principais cuidados são: Não utilizar sabonetes ou cremes vulvovaginais que não respeitem o pH vaginal; Não utilizar sabonetes perfumados ou com substâncias irritativas; Lavar a região de mucosas interna da vulva apenas com água; Usar sabonete apenas na região externa da vulva, ou seja onde há pele; Evitar a realização de duchas vaginais; Evitar o uso de calcinhas e calças de tecidos sintéticos; Minimizar o uso de cosméticos na zona íntima. Caso tenha mais dúvidas ou apresente outros sintomas além do mau cheiro vaginal, como corrimento ou sangramento anormal, procure um ginecologista para fazer uma avaliação. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura.
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Existe algum remédio para mau cheiro na vagina? “Nos últimos dias tenho sentido um cheiro vaginal mais forte, que tem me incomodado bastante. Existe algum remédio para limpar o mau cheiro da vagina?” Não é esperado que a vagina apresente mau cheiro, portanto não há nenhum remédio ou pomada vaginal específicos para isso. O ideal é que consulte um ginecologista para verificar se existe alguma infecção que possa estar causando o mau cheiro e, assim, iniciar o tratamento adequado. O odor vaginal normal pode incomodar algumas mulheres, no entanto, se a mulher não apresenta nenhuma doença vulvovaginal, alguns cuidados com a higiene local são suficientes para manter um ambiente vaginal saudável e assim evitar o mau cheiro. Os principais cuidados são: Não utilizar sabonetes ou cremes vulvovaginais que não respeitem o pH vaginal; Não utilizar sabonetes perfumados ou com substâncias irritativas; Lavar a região de mucosas interna da vulva apenas com água; Usar sabonete apenas na região externa da vulva, ou seja onde há pele; Evitar a realização de duchas vaginais; Evitar o uso de calcinhas e calças de tecidos sintéticos; Minimizar o uso de cosméticos na zona íntima. Caso tenha mais dúvidas ou apresente outros sintomas além do mau cheiro vaginal, como corrimento ou sangramento anormal, procure um ginecologista para fazer uma avaliação. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura.
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura. --- Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura. --- Visão geral da vaginitePorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteVaginite é uma inflamação infecciosa ou não infecciosa da mucosa vaginal e, às vezes, da vulva. Os sintomas são: corrimento vaginal, irritação, prurido e eritema. O diagnóstico é feito pela avaliação do corrimento vaginal. O tratamento direciona-se à causa e a qualquer sintoma grave.Etiologia|Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (4)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Exame especular na vaginiteSecreções vaginais para microscop...Exame a fresco (normal)Tricomonas na microscopia...Tipos comuns de vaginitesEtiologia da vaginiteAs causas mais comuns de vaginite variam de acordo com a idade da paciente. Vulvite e vulvovaginite têm algumas das mesmas causas.CriançasEm crianças, geralmente, a vaginite é ocasionada por infecção pela flora provinda do trato gastrointestinal (vulvovaginite não específica). Os fatores que contribuem para a doença em meninas de 2 a 6 anos de idade incluem higiene perineal inadequada (p. ex., limpar de trás para a frente após a evacuação; não lavar as mãos após a evacuação; toque frequente no períeneo ou na vagina, principalmente como resposta ao prurido).Produtos químicos na água do banho de banheira ou sabões podem causar inflamação vulvovaginal.Ocasionalmente, as crianças colocam pequenos objetos nas cavidades do corpo, incluindo a vagina. Esses corpos estranhos (p. ex., papel higiênico) podem causar vaginite não específica com corrimento sanguinolento.Às vezes, a vulvovaginite em crianças decorre de infecção com patógeno específico (p. ex., estreptococos, estafilococos, Candida spp; ocasionalmente, lombriga).Abuso sexual pode resultar em infecções sexualmente transmissíveis, incluindo vaginite tricomonal, em crianças.Mulheres em idade reprodutivaNas mulheres em idade fértil, a vaginite geralmente é infecciosa. Os tipos mais comuns sãoVaginose bacterianaVaginite por CandidaVaginite por tricomonas, (em geral, sexualmente transmissível)Em mulheres em idade reprodutiva, geralmente a flora vaginal normal consiste predominantemente em spp. A colonização por essa bactéria mantém o pH vaginal dentro da normalidade (3,8 a 4,2) e, por isso, previne o supercrescimento de bactérias e fungos patogênicos. Além disso, níveis séricos elevados de estrogênio mantêm a espessura epitelial vaginal, reforçando as defesas locais.Os fatores que predispõem ao supercrescimento de patógenos bacterianos vaginais incluem:pH vaginal alcalino decorrente de sangue menstrual, sêmen ou diminuição dos lactobacilosHigiene inadequadaDucha vaginalA vaginite pode ser resultado de corpos estranhos (p. ex., absorventes internos esquecidos na vagina). A vaginite inflamatória, que não é infecciosa, não é comum.Mulheres na pós-menopausaEm mulheres na pós-menopausa, uma diminuição acentuada na estrogênio geralmente causa afinamento do epitélio vaginal, aumentando a vulnerabilidade a infecções e inflamações. Alguns tratamentos (p. ex., ooforectomia, radiação pélvica, certos agentes quimioterápicos) resultam em insuficiência ovariana com diminuição do soro estrogênio. A diminuição de estrogênio predispõe à vaginite inflamatória (particularmente atrófica).Hipoestrogenismo pode resultar em pH vaginal mais alcalino, o que pode predispor ao crescimento excessivo de bactérias patogênicas vaginais.A má higiene (p. ex., em pacientes acamadas ou incontinentes) pode causar inflamação crônica da vulva pela irritação química por urina ou fezes devido à infecção inespecífica.Vaginose bacteriana e vaginite por Candida são incomuns em mulheres na pós-menopausa, mas podem ocorrer naquelas com fatores de risco. Mulheres mais velhas tendem a ter menos infecções sexualmente transmissíveis, incluindo vaginite por tricomonas.Mulheres de todas as idadesA vulvite não infecciosa é responsável por até 30% dos casos de vulvovaginite. Pode resultar de hipersensibilidade ou reações irritativas a spray ou perfumes para higiene íntima, absorventes íntimos, sabões de lavar roupa, alvejantes, amaciantes, corantes de tecido, fibras sintéticas, aditivos para banho, papel higiênico ou, algumas vezes, espermicidas, lubrificantes ou cremes vaginais, preservativos de látex, anéis de contracepção vaginal ou diafragmas.Em qualquer idade, condições que causam lesão epitelial vaginal ou maior exposição a patógenos predispõem à infecção vaginal ou vulvar, incluindoFístulas entre o intestino e o trato genital, que permitem que a flora intestinal se dissemine pelo trato genitalTumores ou radiação pélvica, que decompõem o tecido e, assim, comprometem as defesas normais do hospedeiroSinais e sintomas da vaginiteA vaginite causa corrimento vaginal que deve ser diferenciado da secreção normal (fisiológica).Em crianças, o corrimento normal é comum quando os níveis estrogênio estão elevados — p. ex., durante as 2 primeiras semanas de vida porque o estrogênio atravessa a placenta durante a gestação (sangramento vaginal leve geralmente ocorre em lactentes quando os níveis de estrogênio diminuem abruptamente porque a exposição ao estrogênio maternal cessa) e durante alguns meses antes da menarca, quando a produção de estrogênio aumenta.O corrimento vaginal normal é comumente branco leitoso ou mucoide, inodoro e não irritante. O volume geral é pequeno, mas pode resultar em umidade vaginal que umedece a roupa íntima. Secreção vaginal normal pode ocorrer diariamente ou de forma intermitente. Muitas mulheres apresentam secreção clara e pegajosa durante a ovulação, que é o muco do colo do útero ovulatório.O corrimento decorrente de vaginite vem acompanhado de prurido, eritema e, às vezes, de queimação, dor ou sangramento moderado. O volume pode ser pequeno ou pode aumentar e até ser abundante. O prurido pode ser grave, mesmo interferindo no sono. Podem ocorrer disúria e dispareunia.Na vaginite atrófica em mulheres na pós-menopausa ou em outras pacientes com vaginite inflamatória, o corrimento é escasso, a dispareunia é comum e o tecido vaginal parece fino e seco.Embora os sintomas variem entre os tipos específicos de vaginite, há muitos sintomas que se sobrepõem (ver tabela Tipos comuns de vaginite).TabelaTipos comuns de vaginitesTabela Tipos comuns de vaginitesDistúrbioSinais e sintomas típicosCritérios diagnósticosAchados microscópicosDiagnóstico diferencialVaginose bacterianaCorrimento amarelo-esverdeado ou cinza, fino, com odor de peixe; sem dispareuniaPouco comum, prurido e irritaçãoTrês dos seguintes (critérios de Amsel):Corrimento amarelo-esverdeado ou cinzapH > 4,5Odor de peixeCélulas indicadoras detectadas por microscopiaLâmina úmida com soro fisiológico*: células indicadoras, diminuição dos lactobacilos; aumento dos cocobacilosVaginite por tricomonasVaginite por CandidaCorrimento esbranquiçado e grosso; prurido vaginal e algumas vezes vulvar com ou sem queimação, irritação ou dispareuniaCorrimento típico, pH 6, teste do cheiro negativo e achados microscópicos característicosPMN aumentados, células parabasais e cocos, bacilos diminuídosLíquen plano erosivo* A lâmina a fresco com solução salina é preparada com cloreto de sódio a 0,9%.† A lâmina a fresco com hidróxido de potássio é preparada com solução de hidróxido de potássio a 10%.NAAT = teste de amplificação de ácido nucleico.Exame especular na vaginiteImagem By permission of the publisher. From Spitzer M, Mann M. In Atlas of Clinical Gynecology: Gynecologic Pathology. Edited by M Stenchever (series editor) and B Goff. Philadelphia, Current Medicine, 1998. (Courtesy of the International Society for the Study of Vulvar Disease, from the collection of the late Dr. Herman Gardner.)As vulvites podem causar eritema, prurido e, às vezes, turgidez e corrimento da vulva. Diagnóstico da vaginiteHistória e exame pélvicopH vaginal, amostras a fresco com soro fisiológico ou com hidróxido de potássio (KOH)Algumas vezes, testes de amplificação de ácido nucleico (NAAT) ou outros testes diagnósticos moleculares ou culturaDiagnostica-se a vaginite utilizando critérios clínicos e exames em consultório ou em laboratório.O exame pélvico é realizado com um espéculo lubrificado com água (os lubrificantes em gel podem ser bacteriostáticos) e as secreções vaginais são coletadas com um swab.Uma amostra do corrimento vaginal é testada com papel de pH; o pH é medido em intervalos de 0,2, de 4,0 a 6,0 (o pH vaginal normal vai de 3,8 a 4,2). Então, as secreções são colocadas em 2 lâminas:Solução salina a fresco preparada com cloreto de sódio a 0,9%Hidróxido de potássio (KOH), preparação a fresco, preparado com hidróxido de potássio a 10%A lâmina úmida com soro fisiológico é examinada ao microscópio óptico o mais rápido possível para detectar tricomonas, que podem se tornar imóveis e mais difíceis de reconhecer minutos após a preparação da lâmina. A lâmina também é examinada a procura de células indicadoras e leucócitos polimorfonucleares.Verifica-se se há odor de peixe (teste do cheiro) na solução de KOH, que resulta das aminas produzidas em casos de vaginite por tricomonas ou na vaginose bacteriana. Hidróxido de potássio também é utilizado para testar Candida; o KOH dissolve a maioria dos materiais celulares, exceto as hifas de leveduras, facilitando a identificação.Critérios clínicos e exames em consultório são a forma mais econômica de diagnosticar vaginose bacteriana ou candidíase vaginal. Na infecção por Candida, pode-se realizar cultura se a microscopia for inconclusiva ou os sintomas recorrerem ou persistirem após o tratamento; deve-se testar a sensibilidade antimicrobiana para detectar Candida resistente a fluconazol. Além disso, alguns testes diagnósticos moleculares estão disponíveis comercialmente para uso clínico (1–5).O teste de amplificação de ácido nucleico (NAAT) é o método preferido para diagnosticar vaginite por tricomonas, mas pode-se utilizar microscopia. Utiliza-se a cultura quando NAAT e microscopia não estiverem disponíveis.Em mulheres adultas, se houver vaginose bacteriana ou vaginite por tricomonas (que aumentam o risco de se contrair infecções sexualmente transmissíveis) são feitos exames do colo do útero para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, causas comuns de doença inflamatória pélvica sexualmente transmissível.Se houver suspeita de vulvite por irritação ou contato, a paciente deve eliminar sistematicamente potenciais agentes irritantes ou alérgenos para identificar a causa. Dermatite grave ou reações alérgicas requerem avaliação por um alergista ou dermatologista.Outras causas de secreção devem ser descartadas, incluindoCorpo estranho: se houver corrimento vaginal em crianças, um corpo estranho pode estar presente.Cervicite: secreção do colo do útero devido à cervicite pode ser semelhante àquela da vaginite.DIP: uma infecção do trato genital superior também pode causar corrimento do colo do útero. Dor abdominal, dor à movimentação do colo do útero ou inflamação do colo do útero sugerem DIP.Câncer: corrimento aquoso e/ou sanguinolento pode resultar de câncer vulvar, vaginal ou do colo do útero; pode-se diferenciar os tumores de vaginite por exame, testes de Papanicolau e biópsia.Doenças da pele: prurido e/ou corrimento vaginal podem resultar de dermatoses vulvares (p. ex., líquen plano, líquen escleroso) ou outras doenças cutâneas vulvares (p. ex., psoríase, tinea versicolor), que geralmente podem ser diferenciadas da vaginite infecciosa pela história e achados cutâneos.Secreções vaginais para microscopia úmidaImagem By permission of the publisher. De Judson F. In Atlas of Infectious Diseases: Sexually Transmitted Diseases. Editado por G Mandell (editor da série) and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Exame a fresco (normal)Imagem By permission of the publisher. From Hillier S. In Atlas of Infectious Diseases: Sexually Transmitted Diseases. Editado por G Mandell (editor da série) and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Tricomonas na microscopia úmidaImagem Imagem obtida da Public Health Image Library dos Centers for Disease Control and Prevention.Em crianças, o exame ginecológico deve ser feito por um médico experiente. O exame especular, se necessário, geralmente é feito sob anestesia. Se houver vaginites por tricomonas em crianças, é necessário pesquisar a ocorrência de abuso sexual. Deve-se considerar também um possível abuso no caso de corrimento vaginal inexplicável, que pode ser decorrente de uma infecção sexualmente transmissível.Referências sobre diagnóstico1. Cartwright CP, Lembke BD, Ramachandran K, et al: Development and validation of a semiquantitative, multitarget PCR assay for diagnosis of bacterial vaginosis. J Clin Microbiol 50 (7):2321–2329, 2012. doi: 10.1128/JCM.00506-122. Schwebke JR, Gaydos CA, Nyirjesy P, et al: Diagnostic performance of a molecular test versus clinician assessment of vaginitis. J Clin Microbiol 56 (6):e00252-18, 2018. doi: 10.1128/JCM.00252-183. Gaydos CA, Beqaj S, Schwebke JR, et al: Clinical validation of a test for the diagnosis of vaginitis. Obstet Gynecol 130 (1):181–189, 2017. doi: 10.1097/AOG.00000000000020904. Schwebke J, Merriweather A, Massingale S, et al: Screening for Trichomonas vaginalis in a large high-risk population: Prevalence among men and women determined by nucleic acid amplification testing. Sex Transm Dis 45 (5):e23-e24, 2018. doi: 10.1097/OLQ.00000000000007575. Coleman JS, Gaydos CA: Molecular diagnosis of bacterial vaginosis: An update. J Clin Microbiol 56 (9):e00342–e00318, 2018. doi: 10.1128/JCM.00342-18 Tratamento da vaginiteTratamento da causaTratamento sintomáticoTrata-se vaginite infecciosa (p. ex., vaginose bacteriana, vaginite por cândida, tricomoníase) ou qualquer outra causa.Se um corpo estranho estiver presente, ele é removido.Na vulvite por irritação ou contato alérgico, deve-se evitar qualquer irritante ou alérgeno identificado. Em geral, deve-se evitar duchas vaginais e preparações tópicas desnecessárias (p. ex., sprays de higiene feminina).Se a inflamação vulvar crônica é decorrente de estar acamada ou incontinente, medidas de higiene e cuidados da pele vulvar podem ajudar. Deve-se ensinar às meninas pré-púberes a higiene vulvar (p. ex., limpar da frente para trás após evacuação e micção, lavar as mãos, evitar tocar frequentemente na área vulvovaginal).Vulvovaginites infecciosas, irritantes ou alérgicas podem causar desconforto significativo até serem adequadamente tratadas. O uso intermitente de bolsa de gelo ou banhos de assento mornos com ou sem bicarbonato de sódio podem reduzir a dor e o prurido.Se os sintomas de condições não infecciosas forem moderados ou graves ou não responderem a outras medidas, corticoides tópicos (p. ex., hidrocortisona tópica a 1%, 2 vezes ao dia, conforme necessário) podem ser aplicados à vulva, mas não na vagina. Anti-histamínicos orais podem ser sugeridos para diminuir o prurido e causar sonolência, ajudando as pacientes a dormir.Pontos-chaveAs causas mais comuns da vaginite relacionadas à idade incluem vaginite inespecífica (muitas vezes relacionada à higiene) e irritação química em crianças e pacientes idosos que estão acamados ou incontinentes; vaginose bacteriana e vaginite por tricomonas ou candida em mulheres em idade reprodutiva; e vaginite atrófica em mulheres que estão na pós-menopausa.Diagnosticar a vaginite principalmente com base em achados clínicos, medição do pH vaginal e exame de amostras a fresco com soro fisiológico e KOH.Tratar as causas infecciosas e outras causas específicas, tratar os sintomas e discutir a higiene vulvar com as pacientes, conforme apropriado.Test your KnowledgeTake a Quiz!
Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana. --- Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença. PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa. --- Com a criança bem posicionada, os grandes lábios são gen-tilmente afastados, mantidos com o indicador e o dedo médio e puxados para fora e para trás. Dessa maneira, o introito, o hímen e a porção inferior da vagina podem ser examinados (Fig. 14-5). É rara a necessidade de um exame interno, exceto se houver suspeita de corpo estranho, tumor ou sangramento vaginal. Essa avaliação é mais bem efetuada sob anestesia geral em um centro de atendimento ambulatorial. A vaginoscopia pode ser realizada usando histeroscópio ou cistoscópio para ilu-minação e irrigação (Baldwin, 1995; Pokorny, 1997). Durante a vaginoscopia, solução salina normal é utilizada como meio de distensão (Fig. 14-6). Os grandes lábios são manualmente apro-ximados para fechar a vagina e obter a distensão vaginal. --- Hoffman_43.indd 1217 03/10/13 17:22isquiática (Fig. 38-24, p. 940). É observado nesse local, ao longo da parede lateral, como um tecido conectivo condensado branco. Nas pacientes com defeitos, ele pode estar lacera-do no meio ou totalmente avulso da parede lateral. Aplicação das suturas paravaginais. Com uma mão na vagina pressionando para cima o espaço paravaginal, utiliza-se afastador maleável de tamanho médio para rebater a bexiga medialmente e protegê-la de aplicação inadvertida da sutura. --- Visão geral da vaginitePorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteVaginite é uma inflamação infecciosa ou não infecciosa da mucosa vaginal e, às vezes, da vulva. Os sintomas são: corrimento vaginal, irritação, prurido e eritema. O diagnóstico é feito pela avaliação do corrimento vaginal. O tratamento direciona-se à causa e a qualquer sintoma grave.Etiologia|Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (4)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Exame especular na vaginiteSecreções vaginais para microscop...Exame a fresco (normal)Tricomonas na microscopia...Tipos comuns de vaginitesEtiologia da vaginiteAs causas mais comuns de vaginite variam de acordo com a idade da paciente. Vulvite e vulvovaginite têm algumas das mesmas causas.CriançasEm crianças, geralmente, a vaginite é ocasionada por infecção pela flora provinda do trato gastrointestinal (vulvovaginite não específica). Os fatores que contribuem para a doença em meninas de 2 a 6 anos de idade incluem higiene perineal inadequada (p. ex., limpar de trás para a frente após a evacuação; não lavar as mãos após a evacuação; toque frequente no períeneo ou na vagina, principalmente como resposta ao prurido).Produtos químicos na água do banho de banheira ou sabões podem causar inflamação vulvovaginal.Ocasionalmente, as crianças colocam pequenos objetos nas cavidades do corpo, incluindo a vagina. Esses corpos estranhos (p. ex., papel higiênico) podem causar vaginite não específica com corrimento sanguinolento.Às vezes, a vulvovaginite em crianças decorre de infecção com patógeno específico (p. ex., estreptococos, estafilococos, Candida spp; ocasionalmente, lombriga).Abuso sexual pode resultar em infecções sexualmente transmissíveis, incluindo vaginite tricomonal, em crianças.Mulheres em idade reprodutivaNas mulheres em idade fértil, a vaginite geralmente é infecciosa. Os tipos mais comuns sãoVaginose bacterianaVaginite por CandidaVaginite por tricomonas, (em geral, sexualmente transmissível)Em mulheres em idade reprodutiva, geralmente a flora vaginal normal consiste predominantemente em spp. A colonização por essa bactéria mantém o pH vaginal dentro da normalidade (3,8 a 4,2) e, por isso, previne o supercrescimento de bactérias e fungos patogênicos. Além disso, níveis séricos elevados de estrogênio mantêm a espessura epitelial vaginal, reforçando as defesas locais.Os fatores que predispõem ao supercrescimento de patógenos bacterianos vaginais incluem:pH vaginal alcalino decorrente de sangue menstrual, sêmen ou diminuição dos lactobacilosHigiene inadequadaDucha vaginalA vaginite pode ser resultado de corpos estranhos (p. ex., absorventes internos esquecidos na vagina). A vaginite inflamatória, que não é infecciosa, não é comum.Mulheres na pós-menopausaEm mulheres na pós-menopausa, uma diminuição acentuada na estrogênio geralmente causa afinamento do epitélio vaginal, aumentando a vulnerabilidade a infecções e inflamações. Alguns tratamentos (p. ex., ooforectomia, radiação pélvica, certos agentes quimioterápicos) resultam em insuficiência ovariana com diminuição do soro estrogênio. A diminuição de estrogênio predispõe à vaginite inflamatória (particularmente atrófica).Hipoestrogenismo pode resultar em pH vaginal mais alcalino, o que pode predispor ao crescimento excessivo de bactérias patogênicas vaginais.A má higiene (p. ex., em pacientes acamadas ou incontinentes) pode causar inflamação crônica da vulva pela irritação química por urina ou fezes devido à infecção inespecífica.Vaginose bacteriana e vaginite por Candida são incomuns em mulheres na pós-menopausa, mas podem ocorrer naquelas com fatores de risco. Mulheres mais velhas tendem a ter menos infecções sexualmente transmissíveis, incluindo vaginite por tricomonas.Mulheres de todas as idadesA vulvite não infecciosa é responsável por até 30% dos casos de vulvovaginite. Pode resultar de hipersensibilidade ou reações irritativas a spray ou perfumes para higiene íntima, absorventes íntimos, sabões de lavar roupa, alvejantes, amaciantes, corantes de tecido, fibras sintéticas, aditivos para banho, papel higiênico ou, algumas vezes, espermicidas, lubrificantes ou cremes vaginais, preservativos de látex, anéis de contracepção vaginal ou diafragmas.Em qualquer idade, condições que causam lesão epitelial vaginal ou maior exposição a patógenos predispõem à infecção vaginal ou vulvar, incluindoFístulas entre o intestino e o trato genital, que permitem que a flora intestinal se dissemine pelo trato genitalTumores ou radiação pélvica, que decompõem o tecido e, assim, comprometem as defesas normais do hospedeiroSinais e sintomas da vaginiteA vaginite causa corrimento vaginal que deve ser diferenciado da secreção normal (fisiológica).Em crianças, o corrimento normal é comum quando os níveis estrogênio estão elevados — p. ex., durante as 2 primeiras semanas de vida porque o estrogênio atravessa a placenta durante a gestação (sangramento vaginal leve geralmente ocorre em lactentes quando os níveis de estrogênio diminuem abruptamente porque a exposição ao estrogênio maternal cessa) e durante alguns meses antes da menarca, quando a produção de estrogênio aumenta.O corrimento vaginal normal é comumente branco leitoso ou mucoide, inodoro e não irritante. O volume geral é pequeno, mas pode resultar em umidade vaginal que umedece a roupa íntima. Secreção vaginal normal pode ocorrer diariamente ou de forma intermitente. Muitas mulheres apresentam secreção clara e pegajosa durante a ovulação, que é o muco do colo do útero ovulatório.O corrimento decorrente de vaginite vem acompanhado de prurido, eritema e, às vezes, de queimação, dor ou sangramento moderado. O volume pode ser pequeno ou pode aumentar e até ser abundante. O prurido pode ser grave, mesmo interferindo no sono. Podem ocorrer disúria e dispareunia.Na vaginite atrófica em mulheres na pós-menopausa ou em outras pacientes com vaginite inflamatória, o corrimento é escasso, a dispareunia é comum e o tecido vaginal parece fino e seco.Embora os sintomas variem entre os tipos específicos de vaginite, há muitos sintomas que se sobrepõem (ver tabela Tipos comuns de vaginite).TabelaTipos comuns de vaginitesTabela Tipos comuns de vaginitesDistúrbioSinais e sintomas típicosCritérios diagnósticosAchados microscópicosDiagnóstico diferencialVaginose bacterianaCorrimento amarelo-esverdeado ou cinza, fino, com odor de peixe; sem dispareuniaPouco comum, prurido e irritaçãoTrês dos seguintes (critérios de Amsel):Corrimento amarelo-esverdeado ou cinzapH > 4,5Odor de peixeCélulas indicadoras detectadas por microscopiaLâmina úmida com soro fisiológico*: células indicadoras, diminuição dos lactobacilos; aumento dos cocobacilosVaginite por tricomonasVaginite por CandidaCorrimento esbranquiçado e grosso; prurido vaginal e algumas vezes vulvar com ou sem queimação, irritação ou dispareuniaCorrimento típico, pH 6, teste do cheiro negativo e achados microscópicos característicosPMN aumentados, células parabasais e cocos, bacilos diminuídosLíquen plano erosivo* A lâmina a fresco com solução salina é preparada com cloreto de sódio a 0,9%.† A lâmina a fresco com hidróxido de potássio é preparada com solução de hidróxido de potássio a 10%.NAAT = teste de amplificação de ácido nucleico.Exame especular na vaginiteImagem By permission of the publisher. From Spitzer M, Mann M. In Atlas of Clinical Gynecology: Gynecologic Pathology. Edited by M Stenchever (series editor) and B Goff. Philadelphia, Current Medicine, 1998. (Courtesy of the International Society for the Study of Vulvar Disease, from the collection of the late Dr. Herman Gardner.)As vulvites podem causar eritema, prurido e, às vezes, turgidez e corrimento da vulva. Diagnóstico da vaginiteHistória e exame pélvicopH vaginal, amostras a fresco com soro fisiológico ou com hidróxido de potássio (KOH)Algumas vezes, testes de amplificação de ácido nucleico (NAAT) ou outros testes diagnósticos moleculares ou culturaDiagnostica-se a vaginite utilizando critérios clínicos e exames em consultório ou em laboratório.O exame pélvico é realizado com um espéculo lubrificado com água (os lubrificantes em gel podem ser bacteriostáticos) e as secreções vaginais são coletadas com um swab.Uma amostra do corrimento vaginal é testada com papel de pH; o pH é medido em intervalos de 0,2, de 4,0 a 6,0 (o pH vaginal normal vai de 3,8 a 4,2). Então, as secreções são colocadas em 2 lâminas:Solução salina a fresco preparada com cloreto de sódio a 0,9%Hidróxido de potássio (KOH), preparação a fresco, preparado com hidróxido de potássio a 10%A lâmina úmida com soro fisiológico é examinada ao microscópio óptico o mais rápido possível para detectar tricomonas, que podem se tornar imóveis e mais difíceis de reconhecer minutos após a preparação da lâmina. A lâmina também é examinada a procura de células indicadoras e leucócitos polimorfonucleares.Verifica-se se há odor de peixe (teste do cheiro) na solução de KOH, que resulta das aminas produzidas em casos de vaginite por tricomonas ou na vaginose bacteriana. Hidróxido de potássio também é utilizado para testar Candida; o KOH dissolve a maioria dos materiais celulares, exceto as hifas de leveduras, facilitando a identificação.Critérios clínicos e exames em consultório são a forma mais econômica de diagnosticar vaginose bacteriana ou candidíase vaginal. Na infecção por Candida, pode-se realizar cultura se a microscopia for inconclusiva ou os sintomas recorrerem ou persistirem após o tratamento; deve-se testar a sensibilidade antimicrobiana para detectar Candida resistente a fluconazol. Além disso, alguns testes diagnósticos moleculares estão disponíveis comercialmente para uso clínico (1–5).O teste de amplificação de ácido nucleico (NAAT) é o método preferido para diagnosticar vaginite por tricomonas, mas pode-se utilizar microscopia. Utiliza-se a cultura quando NAAT e microscopia não estiverem disponíveis.Em mulheres adultas, se houver vaginose bacteriana ou vaginite por tricomonas (que aumentam o risco de se contrair infecções sexualmente transmissíveis) são feitos exames do colo do útero para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, causas comuns de doença inflamatória pélvica sexualmente transmissível.Se houver suspeita de vulvite por irritação ou contato, a paciente deve eliminar sistematicamente potenciais agentes irritantes ou alérgenos para identificar a causa. Dermatite grave ou reações alérgicas requerem avaliação por um alergista ou dermatologista.Outras causas de secreção devem ser descartadas, incluindoCorpo estranho: se houver corrimento vaginal em crianças, um corpo estranho pode estar presente.Cervicite: secreção do colo do útero devido à cervicite pode ser semelhante àquela da vaginite.DIP: uma infecção do trato genital superior também pode causar corrimento do colo do útero. Dor abdominal, dor à movimentação do colo do útero ou inflamação do colo do útero sugerem DIP.Câncer: corrimento aquoso e/ou sanguinolento pode resultar de câncer vulvar, vaginal ou do colo do útero; pode-se diferenciar os tumores de vaginite por exame, testes de Papanicolau e biópsia.Doenças da pele: prurido e/ou corrimento vaginal podem resultar de dermatoses vulvares (p. ex., líquen plano, líquen escleroso) ou outras doenças cutâneas vulvares (p. ex., psoríase, tinea versicolor), que geralmente podem ser diferenciadas da vaginite infecciosa pela história e achados cutâneos.Secreções vaginais para microscopia úmidaImagem By permission of the publisher. De Judson F. In Atlas of Infectious Diseases: Sexually Transmitted Diseases. Editado por G Mandell (editor da série) and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Exame a fresco (normal)Imagem By permission of the publisher. From Hillier S. In Atlas of Infectious Diseases: Sexually Transmitted Diseases. Editado por G Mandell (editor da série) and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Tricomonas na microscopia úmidaImagem Imagem obtida da Public Health Image Library dos Centers for Disease Control and Prevention.Em crianças, o exame ginecológico deve ser feito por um médico experiente. O exame especular, se necessário, geralmente é feito sob anestesia. Se houver vaginites por tricomonas em crianças, é necessário pesquisar a ocorrência de abuso sexual. Deve-se considerar também um possível abuso no caso de corrimento vaginal inexplicável, que pode ser decorrente de uma infecção sexualmente transmissível.Referências sobre diagnóstico1. Cartwright CP, Lembke BD, Ramachandran K, et al: Development and validation of a semiquantitative, multitarget PCR assay for diagnosis of bacterial vaginosis. J Clin Microbiol 50 (7):2321–2329, 2012. doi: 10.1128/JCM.00506-122. Schwebke JR, Gaydos CA, Nyirjesy P, et al: Diagnostic performance of a molecular test versus clinician assessment of vaginitis. J Clin Microbiol 56 (6):e00252-18, 2018. doi: 10.1128/JCM.00252-183. Gaydos CA, Beqaj S, Schwebke JR, et al: Clinical validation of a test for the diagnosis of vaginitis. Obstet Gynecol 130 (1):181–189, 2017. doi: 10.1097/AOG.00000000000020904. Schwebke J, Merriweather A, Massingale S, et al: Screening for Trichomonas vaginalis in a large high-risk population: Prevalence among men and women determined by nucleic acid amplification testing. Sex Transm Dis 45 (5):e23-e24, 2018. doi: 10.1097/OLQ.00000000000007575. Coleman JS, Gaydos CA: Molecular diagnosis of bacterial vaginosis: An update. J Clin Microbiol 56 (9):e00342–e00318, 2018. doi: 10.1128/JCM.00342-18 Tratamento da vaginiteTratamento da causaTratamento sintomáticoTrata-se vaginite infecciosa (p. ex., vaginose bacteriana, vaginite por cândida, tricomoníase) ou qualquer outra causa.Se um corpo estranho estiver presente, ele é removido.Na vulvite por irritação ou contato alérgico, deve-se evitar qualquer irritante ou alérgeno identificado. Em geral, deve-se evitar duchas vaginais e preparações tópicas desnecessárias (p. ex., sprays de higiene feminina).Se a inflamação vulvar crônica é decorrente de estar acamada ou incontinente, medidas de higiene e cuidados da pele vulvar podem ajudar. Deve-se ensinar às meninas pré-púberes a higiene vulvar (p. ex., limpar da frente para trás após evacuação e micção, lavar as mãos, evitar tocar frequentemente na área vulvovaginal).Vulvovaginites infecciosas, irritantes ou alérgicas podem causar desconforto significativo até serem adequadamente tratadas. O uso intermitente de bolsa de gelo ou banhos de assento mornos com ou sem bicarbonato de sódio podem reduzir a dor e o prurido.Se os sintomas de condições não infecciosas forem moderados ou graves ou não responderem a outras medidas, corticoides tópicos (p. ex., hidrocortisona tópica a 1%, 2 vezes ao dia, conforme necessário) podem ser aplicados à vulva, mas não na vagina. Anti-histamínicos orais podem ser sugeridos para diminuir o prurido e causar sonolência, ajudando as pacientes a dormir.Pontos-chaveAs causas mais comuns da vaginite relacionadas à idade incluem vaginite inespecífica (muitas vezes relacionada à higiene) e irritação química em crianças e pacientes idosos que estão acamados ou incontinentes; vaginose bacteriana e vaginite por tricomonas ou candida em mulheres em idade reprodutiva; e vaginite atrófica em mulheres que estão na pós-menopausa.Diagnosticar a vaginite principalmente com base em achados clínicos, medição do pH vaginal e exame de amostras a fresco com soro fisiológico e KOH.Tratar as causas infecciosas e outras causas específicas, tratar os sintomas e discutir a higiene vulvar com as pacientes, conforme apropriado.Test your KnowledgeTake a Quiz!
{"justificativa": "O contexto aborda irritações e cuidados com a vulva, incluindo possíveis causas de ardência e colocações sobre tratamento de irritações. Entretanto, não foca especificamente na situação do usuário, que menciona o uso de sabonete comum e a ardência resultante. A menção de banhos de assento e remoção de agentes irritantes é relevante, mas as soluções não são diretamente aplicáveis ao caso específico apresentado, que pode requerer uma orientação mais personalizada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre irritações vulvares, incluindo o uso de sabonetes que podem causar prurido e ardência. Ele recomenda a remoção do agente irritante e oferece sugestões de tratamento, como banhos de assento, que são relevantes para os sintomas descritos pelo usuário. Isso torna o contexto adequado para responder à pergunta sobre as ardências e a possível solução.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona irritações e alergias causadas por sabonetes, incluindo sabonetes comuns que podem gerar vulvite por contato. Assim, ele é relevante para a situação descrita pelo usuário, que está experimentando ardência e desconforto após o uso de um sabonete comum. As sugestões de cuidados e a explicação sobre irritantes são úteis para a queixa apresentada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda possíveis causas de prurido e irritação da vulva, mencionando sabonetes como agentes irritantes, além de sugerir cuidados e tratamentos, como banhos de assento, que podem ser úteis para a situação descrita na pergunta. Essas informações são relevantes para a dúvida do usuário sobre ardência e queimadura na região genital.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute reações à irritação vulvar causada por produtos de higiene, como sabonetes, e sugere medidas que podem ser aplicadas em casos de vulvite, que se relaciona diretamente com a queixa da usuária sobre ardência e desconforto após o uso de sabonete comum. As informações sobre o uso de pomadas e banhos de assento são relevantes para o tratamento da condição mencionada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto traz informações sobre vulvite e irritações vulvovaginais, que podem ser relevantes para entender a ardência e a aspereza mencionadas na pergunta. Embora não forneça uma solução direta para o problema específico do usuário, menciona a remoção de irritantes e a importância de cuidados com a higiene, que são aspectos relevantes para a situação apresentada.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto menciona vulvite e vaginite, que são condições que podem causar ardência e irritação na área vaginal, assim como as reações a sabonetes e produtos de higiene. Isso é diretamente relevante para a situação descrita pelo usuário, que reporta ardência e irritação após o uso de sabonete comum. O contexto oferece informações sobre a remoção do agente irritante e sobre banhos de assento, que podem ajudar a aliviar os sintomas.", "nota": 3} ```
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fui diagnósticada com sindrome de turner em mosaico meu cariótipo é xxx descobri após fazer o cariótipode banda g pois tive abortos de repetiçãoano passado e um esse ano não tenho nenhuma característica físicas da síndrome vou poder ter filhos
olá a principal causa de abortamentos é a aneuploidias genéticas ou malformações é o que está acontecendo no seu caso você deve não ter os estigmas da síndrome de turner por ter genótipo mosaicojá consultou com algum geneticista ele pode lhe ajudar no sentido de lhe orientar nos riscos de ter uma gravidez com síndrome de turner e o risco de perpetuar essa alteração genética para futuras geraçõesvocê pode tentar os procedimentos de reprodução assistida de alta complexidade com diagnóstico genético preimplantacional em que uma celula do embrião formado é coletada para diagnóstico de alterações genéticasoutras opções são reprodução assistida com óvulos de doadora ou adoçãocom certeza você poderá ser mãe converse com o seu médico
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
Outras pacientes com disgenesia gonadal apresentam cariótipo em mosaico (p. ex., 46,XX/45,X) ou uma anor-malidade estrutural do segundo cromossomo X. Elas podem apresentar sinais da síndrome de T urner. Pacientes com mo-saicismo são mais propensas a apresentar algum grau dema-turação puberal. --- Análise cromossômicaPacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de T ur-ner, devem ser submetidas à cariotipagem. Os ensinamentos clássicos sugerem que esse tipo de teste é desnecessário após 30 anos de idade. Entretanto, deve-se levar em consideração a realização de testes em pacientes com até 35 anos, tendo em vista que, em casos raros, indivíduos com mosaicismo podem manter menstruação cíclica por período além do previsto. Como mencionado anteriormente, a descoberta de linhagem de células Y determina ooforectomia bilateral em razão de risco elevado de tumores ovarianos. Considerando-se a associação estreita entre estatura e anormalidades no cromossomo X, vá-rios especialistas indicam cariotipagem em todas as mulheres com insuficiência ovariana prematura e estatura inferior a 1,50 m (Saenger, 2001). Exames cromossomiais também de-vem ser considerados em qualquer mulher com história fami-liar de insuficiência ovariana prematura. --- M o s a i c i s moUma pessoa que apresente no mínimo duas linhagens celulares com dois ou mais genótipos (constituiçõesgenéticas) é um mosaico. Os autossomos ou cromossomos sexuais podem estar envolvidos. Os defeitosgeralmente são menos graves que em indivíduos com monossomia ou trissomia. Por exemplo, as característicasda síndrome de Turner não são tão evidentes em mulheres com mosaico 45,X/46,XX quanto nas mulheres 45,Xnormais. O mosaicismo geralmente resulta da não disjunção durante a clivagem inicial do zigoto (Capítulo 2,Fig. 2-16). O mosaicismo resultante da perda de um cromossomo por retardo na anáfase também ocorre. Ou seja, os cromossomos sofrem separação normal, mas um deles tem sua migração atrasada e acaba sendoperdido. --- Em alguns casos de disgenesia gonadal, o mosaicismo cro-mossômico também pode incluir um cromossomo Y, como 45, X/46, XY. Portanto, deve-se proceder à análise cromossômica A BFIGURA 16-3 Microfotografias de amostras histológicas. A. Córtex ovariano normal pré-menopáusico com múltiplos folículos primordiais. (Fotografia cedida pela Dra. Kelley Carrick.) B. Ovário de uma mulher com disgenesia gonadal. Ovário em fita revelando estroma ovariano sem folículos primor-diais. (Fotografia cedida pela Dra. Raheela Ashfaq.)Tuba uterinaLigamento IPFIGURA 16-4 Fotografia de uma gônada em fita (linha tracejada) durante laparoscopia. As fímbrias da tuba uterina foram apreendidas por um instrumento laparoscópico. (Fotografia cedida pelo Dr. Victor Beshay.)TABELA 16-6 Sinais característicos em mulheres com síndrome de TurnerEstatura entre 142-147 cmMicrognatiaEpicantoImplantação baixa das orelhasPerda auditiva neurossensorialOtite média levando à disacusia de conduçãoPalato arqueado em ogivaPescoço aladoTórax quadrado, em forma de escudoAusência de desenvolvimento das mamasEspaçamento amplo das aréolasCoarctação da aortaQuarto metacarpal curtoUlna valgaAnormalidades renaisDistúrbios autoimunesTireoidite autoimuneDiabetes melitoHoffman_16.indd 445 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comem todos os casos de amenorreia associados à insuficiência ova-riana prematura, principalmente em mulheres com menos de 30 anos. Não é possível determinar clinicamente a presença de cromossomo Y, tendo em vista que poucas pacientes apre-sentam sinais de excesso de androgênios. As gônadas em fita devem ser removidas na presença de material cromossômico Y, considerando que quase 25% dessas pacientes desenvolverão tumores malignos de células germinativas (Cap. 36, p. 882) (Manuel, 1976; Simpson, 1975; T roche, 1986). --- 2. 3. 4. idade, refletindo o fato de que o risco de não disjunção meiótica se eleva com o aumento da idadematerna. Outras trissomias que resultam em síndromes de desenvolvimento anômalo envolvem oscromossomos 8, 9, 13 e 18. As monossomias que envolvem cromossomos autossômicos são fatais,mas a monossomia do cromossomo X (síndrome de Turner) é compatível com a vida. Essa condiçãoresulta, em geral (80%), da não disjunção durante a meiose dos cromossomos paternos e écaracterizada por infertilidade, estatura baixa, pescoço alado e outros defeitos. A cariotipagem dascélulas embrionárias obtidas por amniocentese ou por biopsia das vilosidades coriônicas (ver“Diagnóstico Pré-Natal” no Capítulo 9) consegue detectar anomalias cromossômicas antes donascimento.
{"justificativa": "O contexto analisado discute aspectos da síndrome de Turner, incluindo a disgenesia gonadal e as características do mosaicismo. Embora não responda diretamente à pergunta sobre a possibilidade de ter filhos, menciona que mulheres com mosaicismo podem apresentar sinais menos evidentes da síndrome. Portanto, há alguma relevância, mas falta uma resposta direta sobre a fertilidade.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a síndrome de Turner e o mosaicismo, mencionando características associadas e implicações para a fertilidade. No entanto, não fornece informações diretas sobre a capacidade de ter filhos especificamente para indivíduos com cariótipo em mosaico, que é o foco principal da pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o mosaicismo e como ele afeta a expressão da síndrome de Turner, bem como sobre a importância da cariotipagem em casos de disgenesia gonadal. Isso pode ser relevante para a dúvida do usuário sobre a possibilidade de ter filhos, uma vez que alguns aspectos sobre a fertilidade e características cromossômicas estão relacionados. Contudo, não aborda diretamente a questão específica sobre fertilidade em pacientes com síndrome de Turner em mosaico.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a síndrome de Turner e o mosaicismo, mencionando que as características da síndrome podem ser menos evidentes em mulheres com mosaicismo. Embora não aborde diretamente a fertilidade, a informação sobre pacientes com mosaicismo e suas chances de desenvolvimento puberal e características variáveis pode ser útil para a usuária. No entanto, a ausência de informações claras sobre a possibilidade de ter filhos limita a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o mosaicismo e a síndrome de Turner, mencionando características relacionadas ao cariótipo e à fertilidade. Embora não trate diretamente da possibilidade de ter filhos, as informações sobre cariótipos em mosaico são relevantes para entender a condição clínica da usuária e suas implicações reprodutivas.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o mosaicismo em pacientes com disgenesia gonadal, como a síndrome de Turner, e discute a variabilidade na apresentação clínica. Embora não responda diretamente à questão sobre a possibilidade de ter filhos, menciona que as características da síndrome podem ser menos evidentes no mosaicismo e que esse grupo pode apresentar diferentes graus de maturação puberal, o que pode ser relevante para a fertilidade.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a síndrome de Turner e mosaicismo, mencionando que pacientes com mosaicismo podem apresentar sintomas menos evidentes. Embora não exista resposta direta sobre a fertilidade, o documento sugere que casos de mosaicismo podem ter diferentes graus de maturação puberal, possivelmente afetando a fertilidade. Portanto, é útil mas não conclusivo.", "nota": 2}
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boa noite faz uns dias fiz uma punção de mama porém não prescisou mandar para análise só que agr no lugar onde foi feito a punção estar vermelho e quente e um pouco dolorido ao tocar oque poderia ser obg
isso pode ser apenas uma reação ao procedimento e deve passar nos próximos dias porém se voce observar que não esta melhorando a vermelhidao esta aumentando ou tudo esta piorando é importante um retorno para uma nova avaliação clínica pra descartar uma infecção que é muito rara nesses casos
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- Hoffman_12.indd 334 03/10/13 16:59Uma vez que é comum o envolvimento de muitos profissionais de saúde na avaliação e no tratamento da mesma massa mamá-ria, a anotação mais útil no registro clínico será a definição da localização e do tamanho da massa (p. ex., mama direita, 2 cm de massa, na posição de 3 horas, a 4 cm do mamilo). Embora apenas com o exame clínico não seja possível excluir a possi-bilidade de câncer, a observação de que a massa apresenta ca-racterísticas benignas, como consistência macia, formato arre-dondado e mobilidade, influenciará a decisão final de extirpar ou observar a lesão. A avaliação também deverá incluir exame cuidadoso de axilas, fossa infraclavicular e fossa supraclavicular (ver Capítulo 1, p. 3). --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015).
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- Hoffman_12.indd 334 03/10/13 16:59Uma vez que é comum o envolvimento de muitos profissionais de saúde na avaliação e no tratamento da mesma massa mamá-ria, a anotação mais útil no registro clínico será a definição da localização e do tamanho da massa (p. ex., mama direita, 2 cm de massa, na posição de 3 horas, a 4 cm do mamilo). Embora apenas com o exame clínico não seja possível excluir a possi-bilidade de câncer, a observação de que a massa apresenta ca-racterísticas benignas, como consistência macia, formato arre-dondado e mobilidade, influenciará a decisão final de extirpar ou observar a lesão. A avaliação também deverá incluir exame cuidadoso de axilas, fossa infraclavicular e fossa supraclavicular (ver Capítulo 1, p. 3). --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015).
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- Hoffman_12.indd 334 03/10/13 16:59Uma vez que é comum o envolvimento de muitos profissionais de saúde na avaliação e no tratamento da mesma massa mamá-ria, a anotação mais útil no registro clínico será a definição da localização e do tamanho da massa (p. ex., mama direita, 2 cm de massa, na posição de 3 horas, a 4 cm do mamilo). Embora apenas com o exame clínico não seja possível excluir a possi-bilidade de câncer, a observação de que a massa apresenta ca-racterísticas benignas, como consistência macia, formato arre-dondado e mobilidade, influenciará a decisão final de extirpar ou observar a lesão. A avaliação também deverá incluir exame cuidadoso de axilas, fossa infraclavicular e fossa supraclavicular (ver Capítulo 1, p. 3). --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015).
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- Hoffman_12.indd 334 03/10/13 16:59Uma vez que é comum o envolvimento de muitos profissionais de saúde na avaliação e no tratamento da mesma massa mamá-ria, a anotação mais útil no registro clínico será a definição da localização e do tamanho da massa (p. ex., mama direita, 2 cm de massa, na posição de 3 horas, a 4 cm do mamilo). Embora apenas com o exame clínico não seja possível excluir a possi-bilidade de câncer, a observação de que a massa apresenta ca-racterísticas benignas, como consistência macia, formato arre-dondado e mobilidade, influenciará a decisão final de extirpar ou observar a lesão. A avaliação também deverá incluir exame cuidadoso de axilas, fossa infraclavicular e fossa supraclavicular (ver Capítulo 1, p. 3). --- A mulher refere prurido local, ardor e dor em pontada, durante e após as mamadas. À inspeção, observam-sehiperemia e descamação da pele da região areolomamilar. Podem ser identificadas placas brancas na cavidadeoral da criança, por vezes, de difícil remoção. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com fungicida local(nistatina, cetoconazol, miconazol, clotrimazol) tanto na mãe, quanto na criança, independentemente de elaapresentar sintomatologia. Não raro, a mãe também apresenta monilíase vaginal que, do mesmo modo, deveráser tratada, por exemplo, com fluconazol 150 mg por via oral, em dose única. Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al. , 2015).
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- Dor na mama(Mastalgia)PorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: fev. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDECausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Muitas mulheres sentem dor na mama. A dor na mama pode ocorrer em uma ou ambas as mamas.(Consulte também Considerações gerais sobre distúrbios de mama.)Causas da dor na mamaAs causas prováveis de dor na mama dependem de a dor ser sentida em um local específico ou por toda a mama.Se a dor ocorre em uma região, ela pode ser causada porCistos na mamaRaramente, infecções da mama, como um abscessoSe a dor afeta a mama toda, ela pode ser causada por Alterações hormonaisAlterações fibrocísticasMamas volumosas que alongam os tecidos de suporteOcasionalmente, uma infecção generalizada da mamaSe a dor na mama for o único sintoma, ela não costuma ser um sinal de câncer de mama.Alterações nos níveis dos hormônios femininos estrogênio e progesterona podem causar dor na mama. Os níveis destes hormônios aumentam um pouco antes ou durante a menstruação e durante a gravidez. Quando esses níveis aumentam, eles causam o aumento de tamanho das glândulas mamárias e dos dutos das mamas e fazem com que as mamas retenham líquido. Os seios, então, ficam inchados e, às vezes, doloridos. Essa dor costuma ser sentida por toda a mama, fazendo que elas fiquem sensíveis ao toque. A dor relacionada à menstruação pode ficar indo e voltando durante meses ou anos. Tomar pílulas anticoncepcionais (contraceptivos orais) ou terapia hormonal depois da menopausa também pode causar o aumento das concentrações hormonais e causar este tipo de dor.Avaliação da dor na mamaSinais de alertaCertos sintomas e características devem receber uma atenção especial:Dor grave, vermelhidão e inchaçoPresença de nódulo, mamilo invertido ou determinadas alterações na peleQuando consultar um médicoA mulher com dor intensa, vermelhidão ou inchaço pode estar tendo uma infecção de mama e deve consultar um médico no prazo de um a dois dias.Dor na mama que persiste (por exemplo, dura mais de um mês) deve ser avaliada por um médico.O que um médico fazO médico pede à mulher que descreva a dor. Ele pergunta se a dor ocorre em certas épocas do mês (relacionada ao ciclo menstrual). Ele também faz perguntas sobre outros sintomas, distúrbios e medicamentos (como pílulas anticoncepcionais) que podem sugerir uma possível causa. O médico examina a mama e os tecidos ao redor dela para ver se existem anomalias, como alterações na pele, nódulos e sensibilidade. Se não houver alterações, a dor é provavelmente devido a alterações hormonais ou mamas grandes.Um exame de gravidez é realizado se a mulher tiver sintomas que sugerem gravidez, como atraso na menstruação e náusea matinal. Outros exames podem ser feitos com base nos outros sintomas da mulher.Tratamento da dor na mamaDor leve na mama geralmente desaparece finalmente, mesmo sem tratamento.Dor que ocorre durante a menstruação geralmente pode ser aliviada com paracetamol ou um anti-inflamatório não esteroide (AINE).Danazol (um hormônio sintético relacionado à testosterona) ou tamoxifeno (um medicamento usado para tratar o câncer de mama) podem ser usados para dor intensa durante a menstruação. Esses medicamentos inibem a atividade dos hormônios femininos estrogênio e progesterona, o que pode deixar as mamas inchadas e doloridas. Esses medicamentos têm efeitos colaterais se forem tomados por bastante tempo; assim, eles normalmente são usados por apenas um curto período.Para dor na mama relacionada à gravidez, usar um sutiã firme e sustentador, tomar paracetamol ou ambos, podem ajudar.Interromper o uso de pílulas anticoncepcionais ou terapia endócrina pode ajudar a aliviar os sintomas.O uso de óleo de prímula-da-noite, um suplemento nutritivo, pode vir a ajudar a aliviar a dor na mama relacionada à menstruação ou à gravidez em algumas mulheres.Se um distúrbio específico for identificado como a causa, o distúrbio será tratado. Por exemplo, se um cisto for a causa, a drenagem do líquido do cisto geralmente alivia a dor.Pontos-chaveA causa da dor na mama depende de ela ocorrer em apenas uma região (normalmente causada por cistos) ou na mama toda (causada por alterações hormonais, alterações fibrocísticas ou se os seios forem grandes).Se a dor na mama for o único sintoma, ela não costuma ser um sinal de câncer de mama.Dor na mama que é grave ou que dura mais de um mês deve ser avaliada.A realização ou não dos exames depende dos outros sintomas da mulher.O tratamento depende da causa, mas medicamentos como paracetamol ou AINEs podem ajudar a aliviar dor em alguns casos.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- Hoffman_12.indd 334 03/10/13 16:59Uma vez que é comum o envolvimento de muitos profissionais de saúde na avaliação e no tratamento da mesma massa mamá-ria, a anotação mais útil no registro clínico será a definição da localização e do tamanho da massa (p. ex., mama direita, 2 cm de massa, na posição de 3 horas, a 4 cm do mamilo). Embora apenas com o exame clínico não seja possível excluir a possi-bilidade de câncer, a observação de que a massa apresenta ca-racterísticas benignas, como consistência macia, formato arre-dondado e mobilidade, influenciará a decisão final de extirpar ou observar a lesão. A avaliação também deverá incluir exame cuidadoso de axilas, fossa infraclavicular e fossa supraclavicular (ver Capítulo 1, p. 3).
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- Avaliação das doenças mamáriasPorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: jan. 2024Visão Educação para o pacienteAvaliação|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (6)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Anatomia da mama (incidências...Anatomia da mama (incidência...Linfonodos mamáriosExame de mamaMassa mamária (câncer de mama)Mamilo retraídoRecomendações para mamografia...Os sintomas mamários (p. ex., massas, secreção mamilar, dor) são comuns, responsáveis por milhões de consultas médicas ao ano. Apesar a grande maioria dos sintomas decorrerem de causas benignas, o câncer de mama é sempre uma preocupação. Como o câncer de mama é comum e pode se parecer com transtornos benignos, verificam-se todos os sinais e sintomas mamários para excluir conclusivamente a hipótese ou a confirmação de câncer.AvaliaçãoHistóriaA anamnese contém:Presença e tipo de dorPresença e cor da secreção mamilarRelação dos sintomas com as menstruações e gestaçãoPresença de alterações cutâneasUso de contraceptivos hormonais ou terapia hormonal na menopausaData e resultados da última mamografia ou outro exame de imagem das mamasHistória pessoal ou familiar de câncer de mamaExame de mamaCada mama é inspecionada quanto a irregularidades na forma (abaulamento, contorno irregular), anormalidades mamilares (inversão, retração, secreção, crostas) e alterações cutâneas (ondulações, retração, edema, eritema, descamação, ulceração — ver figura Exame das mamas: A e B para posições habituais). Uma diferença de tamanho entre as mamas é comum e não é considerada uma anormalidade, a menos que a paciente relate que se trata de uma alteração recente (pois pode ser decorrente de edema mamário).Examinar a paciente em mais de uma posição pode ajudar a detectar anormalidades. Às vezes, detecta-se câncer subjacente quando a paciente pressiona as mãos contra os quadris ou coloca as palmas juntas na parte da frente da testa (ver figura Exame de mama: C e D). Nessas posições, os músculos peitorais são contraídos e uma ondulação sutil da pele pode aparecer se um tumor em crescimento prender um dos ligamentos de Cooper (ligamentos cutâneos verticais que se ligam à parede torácica e sustentam a forma da mama).Anatomia da mamaAnatomia da mama (incidências frontal e lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYAnatomia da mama (incidência lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYLinfonodos mamários Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYAnatomia da mama (incidências frontal e lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYAnatomia da mama (incidência lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYLinfonodos mamários Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYExame de mamaAs posições incluem a paciente sentada ou em pé (A) com os membros superiores na lateral; (B) com os membros superiores levantados acima da cabeça, elevando a fáscia peitoral e as mamas; (C) com as mãos firmemente pressionadas contra os quadris; ou (D) com as palmas unidas em frente à testa, contraindo os músculos peitorais. (E) Palpação da axila; braço apoiado, conforme mostrado, relaxando os músculos peitorais. (F) Paciente em decúbito dorsal com travesseiro embaixo do ombro e com o membro superior levantado acima da cabeça no lado que está sendo examinado. (G) Palpação da mama em padrão circular do mamilo para fora.Massa mamária (câncer de mama)Imagem DR M.A. ANSARY/SCIENCE PHOTO LIBRARYExaminam-se os linfonodos axilares e supraclaviculares mais facilmente com a paciente sentada ou em pé (ver figura Exame de mama: E). Apoiar o membro superior da paciente durante o exame axilar permite que o membro superior fique totalmente relaxado; assim, os linfonodos localizados profundamente na axila podem ser palpados.Palpa-se a mama com a paciente sentada e novamente em decúbito dorsal, o membro superior ipsolateral acima da cabeça e um travesseiro sob o ombro ipsolateral (ver figura Exame de mama: F). Fazer a paciente rolar para um lado, de modo que a mama do lado examinado possa cair medialmente, pode ajudar a diferenciar a sensibilidade da mama da sensibilidade da parede torácica, pois assim a parede torácica pode ser palpada separadamente do tecido mamário.Mamilo retraídoImagem SCIENCE PHOTO LIBRARYDeve-se palpar a mama com a superfície palmar do 2º, 3º e 4º dedos, movendo-os sistematicamente em pequenos padrões circulares do mamilo às bordas externas (ver figura Exame de mama: G). Deve-se observar localização precisa e tamanho (estimado ou medido com um paquímetro ou fita métrica) de qualquer anormalidade; alguns médicos usam um papel ou desenho digital da mama para documentação. Também se pode incluir descrição por escrito da consistência e mobilidade da anormalidade e do grau em que pode ser diferenciada do tecido mamário adjacente.Os médicos aplicam pressão, movendo-se no sentido horário, até a aréola para verificar se há secreção e, se uma secreção é desencadeada, para determinar sua origem (p. ex., se é multiductal). Se houver secreção, ela é examinada para determinar se é sanguinolenta ou tingida de sangue. Uma luz brilhante e lentes de aumento podem ajudar a determinar se a secreção do mamilo é uni ou multiductal.Sinais de alertaOs achados a seguir são particularmente preocupantes:Uma massa ou espessamento de aspecto distintamente diferente de outro tecido mamárioUma massa que adere à pele ou parede torácicaUma massa persistenteAlterações na forma da mama ou inchaço persistente da mamaAspecto em casca de laranja (compressão, franzido, avermelhado, espessamento ou ondulação na pele da mama)Pele escamosa em torno do mamiloAlterações no mamilo (p. ex., retração)Secreção mamilar unilateral, especialmente se houver sangue e/ou ocorrer espontaneamenteExamesExames de imagem são utilizados paraTriagem: testar mulheres assintomáticas para detectar câncer precoceDiagnóstico: avaliação das anormalidades da mama (p. ex., massas, secreção mamilar)Mulheres devem passar por rastreamento de câncer de mama (1). Todas as sociedades e grupos de profissionais concordam com esse conceito, embora difiram quanto à idade recomendada na qual iniciar a triagem e a frequência da triagem.Recomendações para a triagem por mamografia para mulheres com risco médio variam, mas geralmente a triagem começa entre os 40 e 50 anos e é repetida a cada ano ou dois anos até 75 anos de idade ou até que a expectativa de vida seja 75 anos: o rastreamento pode ser feito com base na tomada de decisão compartilhada levando em consideração o estado de saúde e a expectativa de vida.AAFP = American Academy of Family Physicians; ACOG = American College of Obstetricians and Gynecologists; ACP = American College of Physicians; ACR = American College of Radiology; ACS = American Cancer Society; NCCN = National Comprehensive Cancer Network; USPSTF = US Preventive Services Task Force.Na mamografia, radiografias de baixa dosagem de ambas as mamas tiradas em 1 incidência (oblíqua) ou 2 incidências (oblíqua e craniocaudal).A tomossíntese mamária (mamografia 3D) utilizada tanto para triagem como para diagnóstico, é feita com mamografia digital, aumenta ligeiramente a taxa de detecção de câncer e diminui a taxa de repetição dos exames de imagem; esse teste é útil para mulheres com tecido mamário denso. Mas o teste expõe às mulheres a quase duas vezes mais radiação do que a mamografia tradicional.Mamografia diagnóstica é utilizada nos seguintes:Avaliar massas, dor e secreção mamilarDeterminar o tamanho e a localização da lesão e fornecer imagens dos tecidos adjacentes e dos linfonodos Orientar a biópsiaApós a cirurgia, exame de imagem da mama para verificar recorrênciaA mamografia diagnóstica necessita de mais incidências que a mamografia de triagem. Incidências incluem incidências ampliadas e incidências de compressão no local, que proporcionam melhor visualização das áreas suspeitas.Ultrassonografia pode ser utilizada para os seguintes:Realizar um exame de imagem inicial das anomalias mamárias detectadas em mulheres Test your KnowledgeTake a Quiz! --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança. --- Hoffman_12.indd 334 03/10/13 16:59Uma vez que é comum o envolvimento de muitos profissionais de saúde na avaliação e no tratamento da mesma massa mamá-ria, a anotação mais útil no registro clínico será a definição da localização e do tamanho da massa (p. ex., mama direita, 2 cm de massa, na posição de 3 horas, a 4 cm do mamilo). Embora apenas com o exame clínico não seja possível excluir a possi-bilidade de câncer, a observação de que a massa apresenta ca-racterísticas benignas, como consistência macia, formato arre-dondado e mobilidade, influenciará a decisão final de extirpar ou observar a lesão. A avaliação também deverá incluir exame cuidadoso de axilas, fossa infraclavicular e fossa supraclavicular (ver Capítulo 1, p. 3).
T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal. --- Dor na mama(Mastalgia)PorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: fev. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDECausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Muitas mulheres sentem dor na mama. A dor na mama pode ocorrer em uma ou ambas as mamas.(Consulte também Considerações gerais sobre distúrbios de mama.)Causas da dor na mamaAs causas prováveis de dor na mama dependem de a dor ser sentida em um local específico ou por toda a mama.Se a dor ocorre em uma região, ela pode ser causada porCistos na mamaRaramente, infecções da mama, como um abscessoSe a dor afeta a mama toda, ela pode ser causada por Alterações hormonaisAlterações fibrocísticasMamas volumosas que alongam os tecidos de suporteOcasionalmente, uma infecção generalizada da mamaSe a dor na mama for o único sintoma, ela não costuma ser um sinal de câncer de mama.Alterações nos níveis dos hormônios femininos estrogênio e progesterona podem causar dor na mama. Os níveis destes hormônios aumentam um pouco antes ou durante a menstruação e durante a gravidez. Quando esses níveis aumentam, eles causam o aumento de tamanho das glândulas mamárias e dos dutos das mamas e fazem com que as mamas retenham líquido. Os seios, então, ficam inchados e, às vezes, doloridos. Essa dor costuma ser sentida por toda a mama, fazendo que elas fiquem sensíveis ao toque. A dor relacionada à menstruação pode ficar indo e voltando durante meses ou anos. Tomar pílulas anticoncepcionais (contraceptivos orais) ou terapia hormonal depois da menopausa também pode causar o aumento das concentrações hormonais e causar este tipo de dor.Avaliação da dor na mamaSinais de alertaCertos sintomas e características devem receber uma atenção especial:Dor grave, vermelhidão e inchaçoPresença de nódulo, mamilo invertido ou determinadas alterações na peleQuando consultar um médicoA mulher com dor intensa, vermelhidão ou inchaço pode estar tendo uma infecção de mama e deve consultar um médico no prazo de um a dois dias.Dor na mama que persiste (por exemplo, dura mais de um mês) deve ser avaliada por um médico.O que um médico fazO médico pede à mulher que descreva a dor. Ele pergunta se a dor ocorre em certas épocas do mês (relacionada ao ciclo menstrual). Ele também faz perguntas sobre outros sintomas, distúrbios e medicamentos (como pílulas anticoncepcionais) que podem sugerir uma possível causa. O médico examina a mama e os tecidos ao redor dela para ver se existem anomalias, como alterações na pele, nódulos e sensibilidade. Se não houver alterações, a dor é provavelmente devido a alterações hormonais ou mamas grandes.Um exame de gravidez é realizado se a mulher tiver sintomas que sugerem gravidez, como atraso na menstruação e náusea matinal. Outros exames podem ser feitos com base nos outros sintomas da mulher.Tratamento da dor na mamaDor leve na mama geralmente desaparece finalmente, mesmo sem tratamento.Dor que ocorre durante a menstruação geralmente pode ser aliviada com paracetamol ou um anti-inflamatório não esteroide (AINE).Danazol (um hormônio sintético relacionado à testosterona) ou tamoxifeno (um medicamento usado para tratar o câncer de mama) podem ser usados para dor intensa durante a menstruação. Esses medicamentos inibem a atividade dos hormônios femininos estrogênio e progesterona, o que pode deixar as mamas inchadas e doloridas. Esses medicamentos têm efeitos colaterais se forem tomados por bastante tempo; assim, eles normalmente são usados por apenas um curto período.Para dor na mama relacionada à gravidez, usar um sutiã firme e sustentador, tomar paracetamol ou ambos, podem ajudar.Interromper o uso de pílulas anticoncepcionais ou terapia endócrina pode ajudar a aliviar os sintomas.O uso de óleo de prímula-da-noite, um suplemento nutritivo, pode vir a ajudar a aliviar a dor na mama relacionada à menstruação ou à gravidez em algumas mulheres.Se um distúrbio específico for identificado como a causa, o distúrbio será tratado. Por exemplo, se um cisto for a causa, a drenagem do líquido do cisto geralmente alivia a dor.Pontos-chaveA causa da dor na mama depende de ela ocorrer em apenas uma região (normalmente causada por cistos) ou na mama toda (causada por alterações hormonais, alterações fibrocísticas ou se os seios forem grandes).Se a dor na mama for o único sintoma, ela não costuma ser um sinal de câncer de mama.Dor na mama que é grave ou que dura mais de um mês deve ser avaliada.A realização ou não dos exames depende dos outros sintomas da mulher.O tratamento depende da causa, mas medicamentos como paracetamol ou AINEs podem ajudar a aliviar dor em alguns casos.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Avaliação das doenças mamáriasPorLydia Choi, MD, Karmanos Cancer CenterRevisado/Corrigido: jan. 2024Visão Educação para o pacienteAvaliação|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (6)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Anatomia da mama (incidências...Anatomia da mama (incidência...Linfonodos mamáriosExame de mamaMassa mamária (câncer de mama)Mamilo retraídoRecomendações para mamografia...Os sintomas mamários (p. ex., massas, secreção mamilar, dor) são comuns, responsáveis por milhões de consultas médicas ao ano. Apesar a grande maioria dos sintomas decorrerem de causas benignas, o câncer de mama é sempre uma preocupação. Como o câncer de mama é comum e pode se parecer com transtornos benignos, verificam-se todos os sinais e sintomas mamários para excluir conclusivamente a hipótese ou a confirmação de câncer.AvaliaçãoHistóriaA anamnese contém:Presença e tipo de dorPresença e cor da secreção mamilarRelação dos sintomas com as menstruações e gestaçãoPresença de alterações cutâneasUso de contraceptivos hormonais ou terapia hormonal na menopausaData e resultados da última mamografia ou outro exame de imagem das mamasHistória pessoal ou familiar de câncer de mamaExame de mamaCada mama é inspecionada quanto a irregularidades na forma (abaulamento, contorno irregular), anormalidades mamilares (inversão, retração, secreção, crostas) e alterações cutâneas (ondulações, retração, edema, eritema, descamação, ulceração — ver figura Exame das mamas: A e B para posições habituais). Uma diferença de tamanho entre as mamas é comum e não é considerada uma anormalidade, a menos que a paciente relate que se trata de uma alteração recente (pois pode ser decorrente de edema mamário).Examinar a paciente em mais de uma posição pode ajudar a detectar anormalidades. Às vezes, detecta-se câncer subjacente quando a paciente pressiona as mãos contra os quadris ou coloca as palmas juntas na parte da frente da testa (ver figura Exame de mama: C e D). Nessas posições, os músculos peitorais são contraídos e uma ondulação sutil da pele pode aparecer se um tumor em crescimento prender um dos ligamentos de Cooper (ligamentos cutâneos verticais que se ligam à parede torácica e sustentam a forma da mama).Anatomia da mamaAnatomia da mama (incidências frontal e lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYAnatomia da mama (incidência lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYLinfonodos mamários Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYAnatomia da mama (incidências frontal e lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYAnatomia da mama (incidência lateral) Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYLinfonodos mamários Gwen Shockey/SCIENCE PHOTO LIBRARYExame de mamaAs posições incluem a paciente sentada ou em pé (A) com os membros superiores na lateral; (B) com os membros superiores levantados acima da cabeça, elevando a fáscia peitoral e as mamas; (C) com as mãos firmemente pressionadas contra os quadris; ou (D) com as palmas unidas em frente à testa, contraindo os músculos peitorais. (E) Palpação da axila; braço apoiado, conforme mostrado, relaxando os músculos peitorais. (F) Paciente em decúbito dorsal com travesseiro embaixo do ombro e com o membro superior levantado acima da cabeça no lado que está sendo examinado. (G) Palpação da mama em padrão circular do mamilo para fora.Massa mamária (câncer de mama)Imagem DR M.A. ANSARY/SCIENCE PHOTO LIBRARYExaminam-se os linfonodos axilares e supraclaviculares mais facilmente com a paciente sentada ou em pé (ver figura Exame de mama: E). Apoiar o membro superior da paciente durante o exame axilar permite que o membro superior fique totalmente relaxado; assim, os linfonodos localizados profundamente na axila podem ser palpados.Palpa-se a mama com a paciente sentada e novamente em decúbito dorsal, o membro superior ipsolateral acima da cabeça e um travesseiro sob o ombro ipsolateral (ver figura Exame de mama: F). Fazer a paciente rolar para um lado, de modo que a mama do lado examinado possa cair medialmente, pode ajudar a diferenciar a sensibilidade da mama da sensibilidade da parede torácica, pois assim a parede torácica pode ser palpada separadamente do tecido mamário.Mamilo retraídoImagem SCIENCE PHOTO LIBRARYDeve-se palpar a mama com a superfície palmar do 2º, 3º e 4º dedos, movendo-os sistematicamente em pequenos padrões circulares do mamilo às bordas externas (ver figura Exame de mama: G). Deve-se observar localização precisa e tamanho (estimado ou medido com um paquímetro ou fita métrica) de qualquer anormalidade; alguns médicos usam um papel ou desenho digital da mama para documentação. Também se pode incluir descrição por escrito da consistência e mobilidade da anormalidade e do grau em que pode ser diferenciada do tecido mamário adjacente.Os médicos aplicam pressão, movendo-se no sentido horário, até a aréola para verificar se há secreção e, se uma secreção é desencadeada, para determinar sua origem (p. ex., se é multiductal). Se houver secreção, ela é examinada para determinar se é sanguinolenta ou tingida de sangue. Uma luz brilhante e lentes de aumento podem ajudar a determinar se a secreção do mamilo é uni ou multiductal.Sinais de alertaOs achados a seguir são particularmente preocupantes:Uma massa ou espessamento de aspecto distintamente diferente de outro tecido mamárioUma massa que adere à pele ou parede torácicaUma massa persistenteAlterações na forma da mama ou inchaço persistente da mamaAspecto em casca de laranja (compressão, franzido, avermelhado, espessamento ou ondulação na pele da mama)Pele escamosa em torno do mamiloAlterações no mamilo (p. ex., retração)Secreção mamilar unilateral, especialmente se houver sangue e/ou ocorrer espontaneamenteExamesExames de imagem são utilizados paraTriagem: testar mulheres assintomáticas para detectar câncer precoceDiagnóstico: avaliação das anormalidades da mama (p. ex., massas, secreção mamilar)Mulheres devem passar por rastreamento de câncer de mama (1). Todas as sociedades e grupos de profissionais concordam com esse conceito, embora difiram quanto à idade recomendada na qual iniciar a triagem e a frequência da triagem.Recomendações para a triagem por mamografia para mulheres com risco médio variam, mas geralmente a triagem começa entre os 40 e 50 anos e é repetida a cada ano ou dois anos até 75 anos de idade ou até que a expectativa de vida seja 75 anos: o rastreamento pode ser feito com base na tomada de decisão compartilhada levando em consideração o estado de saúde e a expectativa de vida.AAFP = American Academy of Family Physicians; ACOG = American College of Obstetricians and Gynecologists; ACP = American College of Physicians; ACR = American College of Radiology; ACS = American Cancer Society; NCCN = National Comprehensive Cancer Network; USPSTF = US Preventive Services Task Force.Na mamografia, radiografias de baixa dosagem de ambas as mamas tiradas em 1 incidência (oblíqua) ou 2 incidências (oblíqua e craniocaudal).A tomossíntese mamária (mamografia 3D) utilizada tanto para triagem como para diagnóstico, é feita com mamografia digital, aumenta ligeiramente a taxa de detecção de câncer e diminui a taxa de repetição dos exames de imagem; esse teste é útil para mulheres com tecido mamário denso. Mas o teste expõe às mulheres a quase duas vezes mais radiação do que a mamografia tradicional.Mamografia diagnóstica é utilizada nos seguintes:Avaliar massas, dor e secreção mamilarDeterminar o tamanho e a localização da lesão e fornecer imagens dos tecidos adjacentes e dos linfonodos Orientar a biópsiaApós a cirurgia, exame de imagem da mama para verificar recorrênciaA mamografia diagnóstica necessita de mais incidências que a mamografia de triagem. Incidências incluem incidências ampliadas e incidências de compressão no local, que proporcionam melhor visualização das áreas suspeitas.Ultrassonografia pode ser utilizada para os seguintes:Realizar um exame de imagem inicial das anomalias mamárias detectadas em mulheres Test your KnowledgeTake a Quiz! --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior. --- TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama, caso a criança não esteja conseguindo esvaziá-la. Caso haja um ponto esbranquiçado sobre os mamilos, pode-se removê-lo com uma toalha ou com uma agulha esterilizada.(32)MASTITEProcesso inflamatório em um ou mais segmentos da mama, mais comum no quadran-te superior esquerdo, geralmente unilateral. Pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais comumente na segunda e terceira semana após o parto. Quando se instala infecção, comumente é ocasionada pelo Staphylococus (aureus e albus) e, ocasionalmente, Escherichia coli e Streptococus. Na maioria das vezes, as fissuras funcionam como porta de entrada. (32) Fatores que favoreçam estase láctea predispõem à mastite, incluindo mamadas com horários regulares, redução súbita do número de mamadas, longos intervalos entre mamadas, uso de chupetas e mamadei-ras, esvaziamento incompleto das mamas, freio lingual curto, sucção débil, produção excessiva de leite, separação entre mãe e filho, desmame abrupto.(32) A fadiga mater-na é um facilitador. Ter tido mastite na lactação atual ou em outras lactações são maise quente. Quando há infecção, é acompanhada de manifestações sistêmicas como mal-estar, calafrios e febre. Há um aumento de sódio e cloreto no leite e uma dimi-nuição nos níveis de lactose, podendo este ser rejeitado pela criança.
```json {"justificativa": "O contexto discute questões relacionadas à saúde da mama, como mastite, infecções e condições que podem ocorrer após procedimentos como a punção, o que pode incluir sintomas similares aos que o usuário apresenta. As informações sobre processos inflamatórios e possíveis infecções são diretas e relevantes para a pergunta, que questiona sobre dor, vermelhidão e calor na região da punção.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto aborda condições relacionadas à mama, incluindo mastite e infecções, que são relevantes para o sintoma de vermelhidão, calor e dor após uma punção de mama. Apesar de não mencionar diretamente a punção, informa sobre problemas que podem ocorrer na mama, sugerindo que a dor e a inflamação podem indicar infecção ou outra complicação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas a problemas na mama, incluindo mastite, infecção e abscessos, que podem se relacionar com os sintomas de vermelhidão, calor e dor citados na pergunta do usuário. No entanto, não é especificamente sobre punções de mama, o que diminui um pouco a relevância das informações. Assim, embora o contexto tenha relação com o problema mamário, não aborda diretamente todos os aspectos da punção.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto analisado inclui informações sobre infecções da mama, como mastite e celulite, que são relevantes para a situação descrita pelo usuário, que apresenta sintomas de vermelhidão, calor e dor após uma punção. As informações sobre diagnóstico e tratamento de condições semelhantes podem ajudar a entender o que está acontecendo e quais passos tomar. Portanto, o conteúdo tem relevância moderada.", "nota": 2} ```
{"justificativa": "O contexto aborda diversos aspectos sobre dor, infecções e condições associadas às mamas, o que é relevante para a preocupação do usuário sobre vermelhidão, calor e dor após a punção. Entretanto, o documento não menciona especificamente punções ou suas complicações, o que limita sua aplicabilidade direta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre condições mamárias, incluindo sintomas e exames, mas não aborda diretamente a questão da punção e suas possíveis complicações. Portanto, é apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto inclui informações relevantes sobre dor na mama, possíveis causas, sinais de alerta e quando consultar um médico. A pergunta do usuário refere-se a sintomas de dor, vermelhidão e calor após uma punção, que podem estar relacionados a complicações como infecções ou inflamações. Assim, o contexto pode ajudar a entender a situação e a urgência em procurar atendimento médico.", "nota": 3}
22,353
ja usei todo tipo de pomada e nada passa a última que usei foi gynozole a dias e continuo sentindo coceira é normal
não é normal há necessidade de ser reavaliada por um ginecologista pois há mais de uma causa de prurido genital
Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc.
Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc.
Pomada ginecológica pode causar coceira? “Estou usando pomada ginecológica e sinto muita coceira vaginal. Isso é normal? O que posso fazer?” O uso de pomada ginecológica normalmente não causa o surgimento de coceira. No entanto, algumas mulheres podem apresentar alergia a alguns dos componentes, resultando em coceira intensa. Além da coceira, pode ainda surgir inchaço e vermelhidão na região íntima. Se notar esses sinais, é recomendado parar o uso da pomada, lavar o local e consultar um ginecologista ou o médico que receitou o medicamento. Nos casos em que a pomada ginecológica foi indicada para tratar a causa da coceira, a melhora costuma demorar em torno de 4 dias a partir do início do tratamento. Então, a coceira pode persistir nesse período, no entanto, não é esperado que piore. Nestes casos, continue o tratamento conforme o indicado pelo médico. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias.
Pomada ginecológica pode causar coceira? “Estou usando pomada ginecológica e sinto muita coceira vaginal. Isso é normal? O que posso fazer?” O uso de pomada ginecológica normalmente não causa o surgimento de coceira. No entanto, algumas mulheres podem apresentar alergia a alguns dos componentes, resultando em coceira intensa. Além da coceira, pode ainda surgir inchaço e vermelhidão na região íntima. Se notar esses sinais, é recomendado parar o uso da pomada, lavar o local e consultar um ginecologista ou o médico que receitou o medicamento. Nos casos em que a pomada ginecológica foi indicada para tratar a causa da coceira, a melhora costuma demorar em torno de 4 dias a partir do início do tratamento. Então, a coceira pode persistir nesse período, no entanto, não é esperado que piore. Nestes casos, continue o tratamento conforme o indicado pelo médico. --- Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias.
Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc.
Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc.
Queixa de crescimento excessivo de pelosHistórico de exames físicosVariante normalTratamentosintomático commedidas locaisHirsutismoExame para verificar a presença de virilizaçãoPresença de virilizaçãoAvaliação hormonal completa(SDHEA, testosterona, 17-OH-P)Exames de imagemExploração cirúrgicaNormalMenstruações irregulares(anovulação)Sem virilizaçãoHistórico menstrualHipertricoseUsar medidas locais. --- Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc. Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Medidas geraisO ideal é que a dose dos GC seja a mais baixa possível e por um período mais curto de tempo. Recomendações gerais sobrecessar tabagismo, reduzir ingestão de bebida alcoólica e realizar atividade física diária são também mandatórias. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome de Klinefelter e síndromes correlatas (p. ex., XXY, XXY/XY, XYY, homens XX)Defeitos enzimáticos na biossíntese de testosteronaDistrofia miotônicaMicrodeleções no cromossomo YDistúrbios do desenvolvimentoSíndrome resultante do uso de dietilestilbestrol pré-natalCriptorquidismoDefeitos adquiridosOrquiteParotidite e outras virosesDoenças granulomatosas (p. ex., tuberculose, hanseníase)Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)Doenças infiltrativas (p. ex., hemocromatose, amiloidose)Lesões cirúrgicas ou traumáticas e torção de testículoIrradiaçãoToxinas (p. ex., álcool, fungicidas, inseticidas, metais pesados, óleo de semente de algodão, DDT e outrosestrógenos ambientais)Fármacos/drogas ilícitasAgentes citotóxicosAntiandrogênicos (p. ex., cetoconazol, cimetidina, flutamida, ciproterona, espironolactona)Etanol, heroína etc.
{"justificativa": "O contexto fornecido trata de questões relacionadas ao tratamento de condições hormonais e dermatológicas, mas não aborda especificamente a coceira vulvar nem o uso da pomada Gynozole, que são centrais na pergunta do usuário. Portanto, as informações são apenas tangencialmente relacionadas.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre condições relacionadas à saúde, como hirsutismo e hipersensibilidade cutânea, mas não aborda especificamente a questão sobre o uso de pomadas e a continuação da coceira após o uso de Gynozole. As informações sobre tratamentos hormonais e doenças não são diretamente aplicáveis ao caso do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda diretamente a questão da coceira causada pelo uso de pomadas ginecológicas, mencionando que essa coceira pode ser normal, mas também pode indicar uma reação alérgica. As informações sobre o tratamento e a recomendação de consultar um médico também são relevantes para a situação apresentada pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa a coceira associada ao uso de pomadas ginecológicas, explicando que a coceira não é comum, mas pode ocorrer devido a alergias. Isso é diretamente relevante para a pergunta do usuário, pois ele relata coceira persistente após o uso de uma pomada chamada Gynozole. As informações sobre a necessidade de consultar um médico são particularmente úteis.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido é parcialmente relevante, abordando tratamentos hormonais e dermatológicos, mas não menciona especificamente pomadas ou coceira vaginal. A pergunta do usuário fala sobre a continuidade da coceira após o uso de Gynozole, que é uma pomada antifúngica, e o contexto não fornece informações sobre tratamentos para este tipo de sintoma.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido trata de uma série de condições médicas e tratamentos relacionados a distúrbios hormonais e dermatológicos, mas não menciona especificamente a coceira após o uso de pomadas como Gynozole. A relação entre pomadas e coceira não é abordada, tornando o contexto pouco relevante para a pergunta do usuário. Portanto, o conteúdo não oferece informações úteis para responder à dúvida sobre a normalidade da coceira.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto aborda tratamentos e condições relacionadas a problemas dermatológicos e hormonais, mas não menciona especificamente coceira ou o uso do Gynozole. As informações sobre pomadas e tratamentos hormonais são irrelevantes para a questão do usuário sobre coceira após o uso da pomada.", "nota": 1}
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é normal sentir fisgadas na primeira menstruação depois de uma cesária
sim a fibrose pode causada pela cesarea pode provocar dores tanto na menstruação como em determinados dias ou quando faz muito esforço no local da cirurgiapara a dor tome um antiinflamatório não hormonal que além de tirar a do diminui o fluxo menstrual
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha. --- HemorragiaHabitualmente, é sempre importante a perda de sangue ocorrida na cesárea, representando, quandoimoderada, a complicação mais assídua da intervenção (Harley, 1980). Estima-se que, em média, a perdasanguínea decorrente da cirurgia seja de 1.000 mℓ. Tradicionalmente, define-se a hemorragia após cesarianacomo a espoliação superior a esse montante. Muitos propuseram outros parâmetros para defini-la: declínio de10% do hematócrito; necessidade de transfusão de hemoderivados; presença de sinais ou sintomas dehipovolemia; não obstante todos sejam prejudicados pela dependência do estado da gestante antes da cirurgia,relativizando-os. É certo que a maioria das mulheres apresenta somente sintomas leves após perda de 1.000 mℓ,enquanto ≥ 3.000 mℓ levam ao choque grave e colapso vascular muitas vezes (Bonanno & Gaddipati, 2008).
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha. --- HemorragiaHabitualmente, é sempre importante a perda de sangue ocorrida na cesárea, representando, quandoimoderada, a complicação mais assídua da intervenção (Harley, 1980). Estima-se que, em média, a perdasanguínea decorrente da cirurgia seja de 1.000 mℓ. Tradicionalmente, define-se a hemorragia após cesarianacomo a espoliação superior a esse montante. Muitos propuseram outros parâmetros para defini-la: declínio de10% do hematócrito; necessidade de transfusão de hemoderivados; presença de sinais ou sintomas dehipovolemia; não obstante todos sejam prejudicados pela dependência do estado da gestante antes da cirurgia,relativizando-os. É certo que a maioria das mulheres apresenta somente sintomas leves após perda de 1.000 mℓ,enquanto ≥ 3.000 mℓ levam ao choque grave e colapso vascular muitas vezes (Bonanno & Gaddipati, 2008).
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha. --- HemorragiaHabitualmente, é sempre importante a perda de sangue ocorrida na cesárea, representando, quandoimoderada, a complicação mais assídua da intervenção (Harley, 1980). Estima-se que, em média, a perdasanguínea decorrente da cirurgia seja de 1.000 mℓ. Tradicionalmente, define-se a hemorragia após cesarianacomo a espoliação superior a esse montante. Muitos propuseram outros parâmetros para defini-la: declínio de10% do hematócrito; necessidade de transfusão de hemoderivados; presença de sinais ou sintomas dehipovolemia; não obstante todos sejam prejudicados pela dependência do estado da gestante antes da cirurgia,relativizando-os. É certo que a maioria das mulheres apresenta somente sintomas leves após perda de 1.000 mℓ,enquanto ≥ 3.000 mℓ levam ao choque grave e colapso vascular muitas vezes (Bonanno & Gaddipati, 2008).
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha. --- HemorragiaHabitualmente, é sempre importante a perda de sangue ocorrida na cesárea, representando, quandoimoderada, a complicação mais assídua da intervenção (Harley, 1980). Estima-se que, em média, a perdasanguínea decorrente da cirurgia seja de 1.000 mℓ. Tradicionalmente, define-se a hemorragia após cesarianacomo a espoliação superior a esse montante. Muitos propuseram outros parâmetros para defini-la: declínio de10% do hematócrito; necessidade de transfusão de hemoderivados; presença de sinais ou sintomas dehipovolemia; não obstante todos sejam prejudicados pela dependência do estado da gestante antes da cirurgia,relativizando-os. É certo que a maioria das mulheres apresenta somente sintomas leves após perda de 1.000 mℓ,enquanto ≥ 3.000 mℓ levam ao choque grave e colapso vascular muitas vezes (Bonanno & Gaddipati, 2008).
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha. --- Parto por cesariana(Cesariana)PorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: mar. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosO parto por cesariana é o parto cirúrgico do bebê realizado através de uma incisão feita no abdômen e no útero da mãe.Mais informações|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (1)Parto por cesarianaEpisiotomiaNos Estados Unidos, mais de 30% dos partos são por cesariana.O médico realiza o parto por cesariana quando acredita que é mais seguro que o parto normal para a mulher, o bebê ou ambos, como, por exemplo, nas seguintes situações: O trabalho de parto está progredindo muito lentamenteO feto está em uma posição anormal como, por exemplo, em apresentação pélvica (nádegas primeiro)A frequência cardíaca do feto está alterada, indicando sofrimento fetalO sangramento vaginal é excessivo, o que pode sugerir que a placenta está se separando do útero precocemente (ruptura prematura da placenta)A placenta está cobrindo o colo do útero (um quadro clínico denominado placenta prévia)A mulher já tiver tido um ou mais partos por cesariana anteriores (em geral)Antigamente, depois de uma mulher realizar uma cesariana, os médicos recomendavam parto por cesariana para todas as gestações seguintes. A preocupação era que a cicatriz da incisão no útero pudesse se abrir (ruptura uterina) durante o trabalho de parto. Porém, os médicos agora percebem que o risco de ruptura é baixo após um parto por cesariana se a incisão for horizontal e tiver sido feita na parte inferior do útero. Assim, se a mulher tiver tido apenas um parto por cesariana anterior e uma incisão horizontal tiver sido feita na parte inferior do útero, ela pode optar por realizar um parto normal, um procedimento denominado tentativa de parto após cesárea (TPAC). Porém, depois de uma mulher realizar mais de uma cesariana, a maioria dos médicos recomenda fazer parto por cesariana em todas as gestações seguintes. A mulher deve discutir os riscos com o médico antes de decidir se irá tentar uma TPAC. Muitas instituições de saúde utilizam listas de verificação para garantir que a mulher e o bebê são bons candidatos para realizar uma TPAC segura e bem‑sucedida.Se a mulher escolher parto normal depois de já ter tido um parto por cesariana, ela deve planejar ter o bebê em um local equipado para rapidamente realizar uma cesariana, uma vez queo parto normal é bem-sucedido em apenas 60% a 80% das mulheres que realizaram um parto por cesariana anterior no qual foi feita uma incisão horizontal baixa.Há um risco muito pequeno de ruptura do útero.EpisiotomiaVídeoVocê sabia que...Se a mulher tiver tido apenas uma cesariana prévia com incisão horizontal baixa, ela pode conversar com seu médico sobre a possibilidade de ter um parto normal na próxima gravidez.Um obstetra, um anestesista, enfermeiros e, às vezes, um pediatra participam do parto por cesariana. O uso de anestésicos, medicamentos administrados por via intravenosa, antibióticos e transfusões de sangue ajuda a tornar o parto por cesariana um procedimento seguro.Para uma cesariana, é feita uma incisão na parte superior ou na parte inferior do útero.Incisão inferior: Esse tipo de incisão é mais comum. A parte inferior do útero é muito fina e tem menos vasos sanguíneos, fazendo com que a perda de sangue seja menor. Além disso, a lesão cicatriza de forma mais resistente, de modo que não há possibilidade de se abrir nos partos posteriores. Uma incisão inferior costuma ser horizontal. Uma incisão vertical é feita apenas se houver determinados riscos, como anomalias na placenta ou no tamanho ou na posição do feto.Incisão superior (clássica): Em geral, essa incisão é usada quando a placenta cobre o colo do útero (uma complicação denominada placenta prévia), quando o feto está na posição horizontal em relação ao canal vaginal, quando o feto é prematuro ou quando o feto tem um defeito congênito.Parto por cesarianaImagemA mulher é incentivada a caminhar logo após um parto por cesariana para reduzir o risco de formação de coágulos sanguíneos nas pernas ou na pelve que depois podem se deslocar para os pulmões e obstruir as artérias pulmonares (embolia pulmonar).Os partos por cesariana são mais dolorosos na fase posterior, exigem uma internação mais prolongada no hospital, com um tempo de recuperação mais longo que o parto normal.Mais informaçõesO seguinte recurso em inglês pode ser útil. Vale ressaltar que o MANUAL não é responsável pelo conteúdo deste recurso.Childbirth Connection: Esse site fornece dicas sobre como ter um bebê saudável e um parto seguro. A importância de receber assistência médica antes, durante e após o parto é enfatizada.Test your KnowledgeTake a Quiz!
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- CesáreaPorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: mar. 2024Visão Educação para o pacienteCesárea é o parto cirúrgico realizado por incisão no útero.Indicações|Técnica|Cuidados pós-parto|A taxa de cesárea foi de 32% nos Estados Unidos em 2021 (ver March of Dimes: Delivery Method). A taxa tem flutuado, mas um dos contribuintes é a preocupação com o aumento do risco de ruptura uterina em mulheres que fazem uma tentativa de parto após cesárea (TPAC).Indicações para cesáreaEmbora as taxas de morbidade e mortalidade da cesárea sejam baixas, ainda são algumas vezes maiores que as do parto normal; assim, a cesárea deve ser feita apenas nas ocasiões em que for mais segura para mãe ou feto que o parto normal.As indicações específicas mais comuns para parto cesariano sãoCesárea préviaTrabalho de parto prolongadoApresentação ou situação fetal anormal (particularmente apresentação pélvica ou situação transversa)Anormalidades no padrão da frequência cardíaca fetal, o que requer parto imediatoSangramento excessivo, possivelmente indicando descolamento prematuro da placentaPlacenta préviaMuitas mulheres se interessam por cesáreas eletivas. O motivo para essa escolha consiste na preservação do assoalho pélvico (e incontinência subsequente) e evitar sérias complicações fetais intraparto. Entretanto, seu uso é controverso e requer discussão entre a mulher e seu médico. A discussão deve incluir riscos imediatos e planejamento reprodutivo a longo prazo em relação ao número de filhos que a mulher pretende ter, porque o risco de complicações cirúrgicas aumenta com o aumento do número de cesáreas.Mulheres com uma cesariana anterior podem preferir repetir a cesariana por causa da preocupação com o risco de ruptura uterina; entretanto, o risco global de ruptura uterina nesses casos é apenas de cerca de 1% (o risco é maior para mulheres que tiveram múltiplas cesáreas anteriores ou incisão vertical no útero, especialmente se esta se estende ao longo da porção muscular do útero).O parto vaginal é bem-sucedido em cerca de 60 a 80% das mulheres que tiveram cesárea única com incisão uterina transversa baixa (1). Essa opção deve ser oferecida àqueles que tiveram cesárea única por incisão transversa uterina baixa. O sucesso da TPAC depende da indicação para a cesárea inicial. A TPAC deve ser realizado em uma estrutura hospitalar onde um obstetra, um anestesista e uma equipe cirúrgica estejam imediatamente disponíveis, o que torna a TPAC impraticável em algumas situações.Referência a indicações1. Sabol B, Denman MA, Guise JM: Vaginal birth after cesarean: an effective method to reduce cesarean. Clin Obstet Gynecol 58(2):309-319, 2015. doi:10.1097/GRF.0000000000000101Técnica para cesáreaDurante a cesárea, a equipe especializada em reanimação neonatal deve estar rapidamente disponível.A incisão uterina pode ser clássica ou no segmento inferior.Segmento inferior: as incisões no segmento inferior são realizadas com mais frequência. Uma incisão no segmento inferior é realizada na porção diluída, inferior fina e alongada do corpo uterino e a reflexão vesical é removida do útero. Uma incisão longitudinal no segmento inferior é utilizada apenas para anomalias específicas de apresentação fetal ou fetos excessivamente grandes. Nessas situações, a incisão transversal não é utilizada porque pode se estender lateralmente nas artérias uterinas, algumas vezes, causando excessiva perda de sangue. As mulheres que tiveram partos por incisão uterina transversal inferior são aconselhadas sobre a segurança de uma tentativa de parto em gestações subsequentes.Clássica: realiza-se a incisão verticalmente na parte anterior da parede do útero, ascendendo até o segmento superior do útero ou fundo. Essa incisão, caracteristicamente, resulta em maior volume de sangramento do que a incisão segmentar inferior e, normalmente, é realizada quando a placenta prévia está presente, a posição fetal é transversa com dorso posterior, o feto é prematuro, o segmento inferior uterino está pouco desenvolvido ou uma anormalidade fetal está presente.Cuidados após cesáreaCuidados pós-cesárea seguem os princípios dos cuidados pós-operatórios, semelhantes aos de outras cirurgias abdominais, incluindo tratamento adequado da dor e cuidados com as feridas.Além disso, questões pós-parto particulares devem ser abordadas, incluindo suporte para o cuidado do lactente e amamentação.As pacientes geralmente recebem alta hospitalar quando estão hemodinamicamente estáveis, são capazes de tolerar a ingestão oral, têm função intestinal e vesical normal e não têm complicações que exigem cuidados hospitalares. Eles devem receber instruções sobre as precauções em casa (p. ex., cuidados com feridas) e devem ser orientados a telefonar para o profissional de saúde se tiverem febre, rubor ou corrimento na ferida, sangramento vaginal intenso e persistente, cefaleia persistente, dor abdominal persistente, alterações visuais, pernas edema, dor torácica, falta de ar ou outros sintomas relacionados.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Posteriormente, os sinais vitais, diurese e temperatura podem ser avaliados a cada 4 h. É também indispensávelmonitorar com frequência o tônus uterino e o sangramento vaginal no primeiro dia de pós-operatório. ▶ Terapia intravenosa. Habitualmente não são necessárias grandes quantidades de reposição de líquidos após acesárea. Geralmente são suficientes 3 ℓ de fluidos nas primeiras 24 h. Se a diurese foi < 30 mℓ/h, a mulher deveser investigada prontamente. Analgesia. --- CesáreaPorJulie S. Moldenhauer, MD, Children's Hospital of PhiladelphiaRevisado/Corrigido: mar. 2024Visão Educação para o pacienteCesárea é o parto cirúrgico realizado por incisão no útero.Indicações|Técnica|Cuidados pós-parto|A taxa de cesárea foi de 32% nos Estados Unidos em 2021 (ver March of Dimes: Delivery Method). A taxa tem flutuado, mas um dos contribuintes é a preocupação com o aumento do risco de ruptura uterina em mulheres que fazem uma tentativa de parto após cesárea (TPAC).Indicações para cesáreaEmbora as taxas de morbidade e mortalidade da cesárea sejam baixas, ainda são algumas vezes maiores que as do parto normal; assim, a cesárea deve ser feita apenas nas ocasiões em que for mais segura para mãe ou feto que o parto normal.As indicações específicas mais comuns para parto cesariano sãoCesárea préviaTrabalho de parto prolongadoApresentação ou situação fetal anormal (particularmente apresentação pélvica ou situação transversa)Anormalidades no padrão da frequência cardíaca fetal, o que requer parto imediatoSangramento excessivo, possivelmente indicando descolamento prematuro da placentaPlacenta préviaMuitas mulheres se interessam por cesáreas eletivas. O motivo para essa escolha consiste na preservação do assoalho pélvico (e incontinência subsequente) e evitar sérias complicações fetais intraparto. Entretanto, seu uso é controverso e requer discussão entre a mulher e seu médico. A discussão deve incluir riscos imediatos e planejamento reprodutivo a longo prazo em relação ao número de filhos que a mulher pretende ter, porque o risco de complicações cirúrgicas aumenta com o aumento do número de cesáreas.Mulheres com uma cesariana anterior podem preferir repetir a cesariana por causa da preocupação com o risco de ruptura uterina; entretanto, o risco global de ruptura uterina nesses casos é apenas de cerca de 1% (o risco é maior para mulheres que tiveram múltiplas cesáreas anteriores ou incisão vertical no útero, especialmente se esta se estende ao longo da porção muscular do útero).O parto vaginal é bem-sucedido em cerca de 60 a 80% das mulheres que tiveram cesárea única com incisão uterina transversa baixa (1). Essa opção deve ser oferecida àqueles que tiveram cesárea única por incisão transversa uterina baixa. O sucesso da TPAC depende da indicação para a cesárea inicial. A TPAC deve ser realizado em uma estrutura hospitalar onde um obstetra, um anestesista e uma equipe cirúrgica estejam imediatamente disponíveis, o que torna a TPAC impraticável em algumas situações.Referência a indicações1. Sabol B, Denman MA, Guise JM: Vaginal birth after cesarean: an effective method to reduce cesarean. Clin Obstet Gynecol 58(2):309-319, 2015. doi:10.1097/GRF.0000000000000101Técnica para cesáreaDurante a cesárea, a equipe especializada em reanimação neonatal deve estar rapidamente disponível.A incisão uterina pode ser clássica ou no segmento inferior.Segmento inferior: as incisões no segmento inferior são realizadas com mais frequência. Uma incisão no segmento inferior é realizada na porção diluída, inferior fina e alongada do corpo uterino e a reflexão vesical é removida do útero. Uma incisão longitudinal no segmento inferior é utilizada apenas para anomalias específicas de apresentação fetal ou fetos excessivamente grandes. Nessas situações, a incisão transversal não é utilizada porque pode se estender lateralmente nas artérias uterinas, algumas vezes, causando excessiva perda de sangue. As mulheres que tiveram partos por incisão uterina transversal inferior são aconselhadas sobre a segurança de uma tentativa de parto em gestações subsequentes.Clássica: realiza-se a incisão verticalmente na parte anterior da parede do útero, ascendendo até o segmento superior do útero ou fundo. Essa incisão, caracteristicamente, resulta em maior volume de sangramento do que a incisão segmentar inferior e, normalmente, é realizada quando a placenta prévia está presente, a posição fetal é transversa com dorso posterior, o feto é prematuro, o segmento inferior uterino está pouco desenvolvido ou uma anormalidade fetal está presente.Cuidados após cesáreaCuidados pós-cesárea seguem os princípios dos cuidados pós-operatórios, semelhantes aos de outras cirurgias abdominais, incluindo tratamento adequado da dor e cuidados com as feridas.Além disso, questões pós-parto particulares devem ser abordadas, incluindo suporte para o cuidado do lactente e amamentação.As pacientes geralmente recebem alta hospitalar quando estão hemodinamicamente estáveis, são capazes de tolerar a ingestão oral, têm função intestinal e vesical normal e não têm complicações que exigem cuidados hospitalares. Eles devem receber instruções sobre as precauções em casa (p. ex., cuidados com feridas) e devem ser orientados a telefonar para o profissional de saúde se tiverem febre, rubor ou corrimento na ferida, sangramento vaginal intenso e persistente, cefaleia persistente, dor abdominal persistente, alterações visuais, pernas edema, dor torácica, falta de ar ou outros sintomas relacionados.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- parto vaginal. Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004. Boyle et al. --- FisiopatologiaDurante a descamação endometrial, as células endometriais liberam prostaglandinas no início da menstruação. As pros-taglandinas estimulam as contrações miometriais e desenca-deiam isquemia. As mulheres com dismenorreia mais intensa apresentam níveis mais altos de prostaglandinas no líquido menstrual, e esses níveis são muito altos durante os dois pri-meiros dias de menstruação. As prostaglandinas também estão implicadas na dismenorreia secundária. Entretanto também é possível identificar mecanismos anatômicos para a dismenor-reia, dependendo do tipo da doença pélvica que a acompanha.
{"justificativa": "O contexto aborda sintomas comuns após uma cesariana, incluindo cólicas e sangramentos, que podem ser relevantes para a percepção de fisgadas durante a menstruação. No entanto, não aborda diretamente a experiência de menstruação após a cesárea, limitando sua relevância específica para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute aspectos do pós-operatório da cesárea e menciona cólicas e sangramentos que podem ocorrer após o procedimento. No entanto, não aborda especificamente sintomas da menstruação nem as fisgadas relatadas, tornando-se apenas parcialmente relevante para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona cólicas e sangramentos leves após a cesárea, fatores que podem estar relacionados às sensações de fisgadas e cólicas na menstruação. Embora o foco do contexto seja mais sobre o pós-operatório imediato e a fisiopatologia relacionada, ele toca em aspectos que podem ajudar a entender o que a usuária está sentindo. Portanto, apresenta alguma relevância para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona que cólicas são comuns nos primeiros dias após a cesárea, o que pode estar relacionado às fisgadas mencionadas na pergunta do usuário. No entanto, não aborda diretamente a questão da menstruação após a cesárea, limitando a relevância das informações.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fala sobre complicações e dores relacionadas ao pós-operatório de uma cesárea, mencionando cólicas e sangramentos, que podem ser de interesse em relação à menstruação pós-cesárea. No entanto, não aborda especificamente a questão das fisgadas durante a menstruação, o que reduz a relevância da informação.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona cólicas e sangramentos leves após a cesárea, o que pode se relacionar com o que a usuária está sentindo, mas não aborda diretamente a questão sobre fisgadas na primeira menstruação pós-cesárea. As informações são relacionadas, mas não suficientes para proporcionar uma resposta clara e útil.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda aspectos do pós-operatório de uma cesárea, mencionando cólicas e sangramento leve. Isso é parcialmente relevante, pois a pergunta se refere a fisigadas durante a menstruação após uma cesárea, e a menstruação pode estar relacionada a cólicas. No entanto, não há informações diretas sobre a menstruação ou dor específica mencionada na pergunta, o que dilui a relevância.", "nota": 2}
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tomei a vacina da pfizer dosetenho mioma é estou sangrando bastante já estava antes da vacina posso tomar o cetoprofeno agora que já tem dias que tomar o a vacina
se você nunca apresentou alergia a cetoprofeno então você pode sim tomar esta medicaçãoprocure seu médico para reavaliar o tratamento do mioma e melhor seu padrão de sangramento
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
• Anti-inflamatório não esteroidal. Os mais estudados foram: - Ibuprofeno: 400 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Ácido Mefenâmico: 500 mg, 8/8 horas, por 5 dias - Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias• Estrogênios: não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores es -trogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(36) O estrogênio, quando usado após uma dose de Mifepristone (antiprogestagênio), foi efi -caz no controle de sangramento em usuárias de implante com ENG.(59)• Progestâgenios isolados: apesar de não existirem ainda tra -balhos comparando-os com placebo, têm sido cada vez mais utilizados: - Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos - Norestisterona 10 mg, de 12 em 12 horas, por 21 dias - AMP 10 mg, de 12 em 12 horas, por até 21 dias21Finotti MC, Magalhães J, Martins LA, Franceschini ASProtocolos Febrasgo | Nº71 | 2018do setor de contracepção do departamento de GO da FMRP-USP . --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato de leuprolida (3,75 mg mensal ou 11,25 mg trimestrais) intramuscular OU goserelina (3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral) ou subcutâneo. sangramento crônicoIbuprofeno 600 mg a 800mg de 8/8 horas OU ácido mefenâmico 500 mg de 8/8 horas. sangramento crônico• Swedish Medical Products Agency (MPA): 1g - 1,5 g, 3 a 4 vezes ao dia, oralmente, por 3 a 4 dias (podendo ser aumentada para até 1 g, 6 vezes ao dia). • European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. ou 10 mg/kg via intravenosa (com dose máxima de 600 mg/dose, de 8/8 horas por 5 dias (em casos de sangramento sem lesão estrutural). --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp.
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre anti-inflamatórios e medicamentos que podem ser usados em situações de sangramento, o que pode ser relevante para a pergunta sobre a utilização de cetoprofeno após a vacina da Pfizer. No entanto, não menciona diretamente a interação entre a vacina, mioma e sangramento, o que torna as informações menos relevantes.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre anti-inflamatórios não esteroidais e tratamentos hormonais que podem ser relevantes para a pergunta relacionada a sangramento e uso de medicamentos. No entanto, não aborda especificamente o cetoprofeno ou a interação com a vacina da Pfizer, limitando a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre tratamentos para sangramentos e menciona medicamentos anti-inflamatórios, mas não aborda especificamente a interação entre a vacina da Pfizer, miomas e o uso de cetoprofeno, que são centrais na pergunta do usuário. Portanto, é apenas parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado fornece informações sobre anti-inflamatórios, incluindo o ácido mefenâmico, e questões relacionadas ao controle de sangramentos, o que é relevante para a situação do usuário que está sangrando. No entanto, não aborda especificamente a vacina da Pfizer ou o uso de cetoprofeno, o que limita a profundidade da resposta possível. Assim, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre anti-inflamatórios e tratamentos hormonais que podem ter alguma relevância em relação ao sangramento e ao uso de cetoprofeno. Entretanto, não aborda especificamente a segurança do uso de cetoprofeno após a vacina da Pfizer e em caso de miomas, o que é crucial para a pergunta do usuário. Portanto, as informações são parcialmente relevantes, mas não diretamente aplicáveis.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre anti-inflamatórios, especificamente sobre o ácido mefenâmico e o ibuprofeno, que são relevantes para a pergunta sobre o uso de cetoprofeno após a vacinação e o sangramento. No entanto, não aborda diretamente a interação entre a vacina da Pfizer e o cetoprofeno. Assim, a relevância é moderada, mas não totalmente direta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre diferentes anti-inflamatórios e hormônios, que podem ser relevantes para a situação de sangramento mencionada pelo usuário. No entanto, não aborda diretamente a interação específica entre a vacina da Pfizer e o cetoprofeno, nem as preocupações sobre miomas, reduzindo sua relevância.", "nota": 2}
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tenho anos sem filhos fui diagnosticada com endometriose pélvica e trompa esq obstruida qual tratamento mais indicado o tratamento dura quanto tempo
como fertileuta te asseguro que existem tratamento para a endometriose e para engravidarpor mensagem é complicado te explicar em detalhes os tratamentos
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
TRATAMENTOO diagnóstico e o tratamento da endometriose dependem dos sintomas específicos relatados pela paciente, sua gravidade, lo-calização das lesões endometrióticas, objetivos do tratamento e desejo de conservar a fertilidade. Como mostra a Fig. 10-11, é essencial determinar se a paciente está buscando tratamento de infertilidade ou de dor, uma vez que a terapêutica para cada objetivo é diferente (Olive, 2001). Se a infertilidade for a quei-xa principal, a opção deverá ser por um tratamento que preser-ve a fertilidade, sem supressão da ovulação. Por outro lado, se a paciente apresentar sintomas dolorosos intensos e constantes e não desejar mais ter filhos, justifica-se a cirurgia definitiva. --- CLASSIFICAÇÃO REVISADA DE ENDOMETRIOSEDA AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINENome do paciente: Data:Laparoscopia:Tratamento Recomendado:Endometriose adicional:A ser usado com tubas eovários normaisA ser usado com tubas eovários anormaisPatologia associada:Prognóstico:PONTUAÇÃO TOTALENDOMETRIOSEADERÊNCIASOBSTRUÇÃO DOFUNDO DE SACOPOSTERIORSuperficialProfundaSuperficialDEDEDDDEE EProfundaSuperficialProfundaParcialFinasDensasFinasDensasFinasDensasFinasDensasEnvolvendo , 1/3CompletaEnvolvendo 1/3 – 2/3 Envolvendo , 2/3,1cm .3cm1-3cmPERITÔNIOOVÁRIOSOVÁRIOSPERITÔNIOLaparotomia: Fotografia:Estágio I (Mínima): 1-5Estágio II (Leve): 6-15Estágio IV (Grave): /H11022 40Estágio III (Moderada): 16-40*Se a porção fimbrial da trompa estiver completamente obstruída, altere a pontuação para 16. --- Tromboflebite pélvica sépticaO melhor tratamento para a tromboflebite pélvica séptica, inclusive o da trombose da veia ovariana, é oantibiótico em combinação com o anticoagulante. Inicia-se com a heparina de baixo peso molecular (HBPM), nocaso a enoxaparina em dose terapêutica: 1 mg/kg, 12/12 h, 1 ou 1,5 mg/kg, 24/24 h, por injeção subcutânea. Após o curso inicial com a enoxaparina associa-se o anticoagulante oral varfarina (10 mg/dia), e depois suspende-Muitos autores recomendam continuar osantibióticos por 48 a 72 h e os anticoagulantes por, no mínimo, 7 a 10 dias após a resolução da febre. Se otrombo se estender à veia renal ou à veia cava inferior, como mostrou a TC, a varfarina deve ser mantida por 3meses. A colocação de filtro na veia cava inferior pode estar indicada em situações de embolização pulmonar,apesar da anticoagulação adequada. --- ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos. --- ■ Obstrução intestinal e ureteralA endometriose pode envolver intestino delgado, ceco, apên-dice ou colo retossigmoide e levar à obstrução intestinal em alguns casos (Cameron, 1995; Varras, 2002; Wickramasekera, 1999). A endometriose do trato gastrintestinal em geral está res-trita à subserosa e muscular própria. Entretanto, os casos mais graves podem envolver a parede intestinal no aspecto transmu-ral e levar a um quadro clínico e radiográfico consistente com malignidade (Decker, 2004). O diagnóstico e o tratamento pré-operatórios precisos são difíceis em razão da apresentação atípi-ca. Normalmente, a laparoscopia leva ao diagnóstico definitivo. Em geral, o tratamento é cirúrgico, com ressecção e anastomose primária do segmento intestinal afetado. Entretanto, nas mu-lheres sem sintomas de obstrução, o tratamento conservador com terapia hormonal pode ser considerado.
{"justificativa": "O documento analisado contém informações sobre o diagnóstico e tratamento da endometriose, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre tratamento indicado e duração. Menciona abordagens de tratamento que consideram a fertilidade e os sintomas apresentados pela paciente, o que pode ajudar a formular uma resposta adequada ao caso específico da usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o diagnóstico e tratamento da endometriose, destacando a importância de considerar os objetivos do tratamento, como a preservação da fertilidade ou alívio da dor. Isso se relaciona diretamente com a pergunta do usuário sobre tratamentos indicados para endometriose pélvica e obstrução da trompa, além de mencionar a duração dos tratamentos. Portanto, o contexto é altamente pertinente.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento da endometriose, incluindo a consideração das opções de tratamento conforme os sintomas, que é essencial para a pergunta. Além disso, aborda a importância de decidir entre o tratamento de infertilidade e o alívio de dor, o que é pertinente para a condição do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda o diagnóstico e tratamento da endometriose, considerando a gravidade dos sintomas e as opções específicas para infertilidade e dor. Ele fornece informações relevantes sobre a escolha do tratamento, que varia dependendo do desejo de fertilidade da paciente e dos sintomas apresentados. Embora não indique um tempo exato de duração do tratamento, a contextualização é essencial para entender as opções disponíveis, tornando o contexto bastante relevante para a situação apresentada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa o diagnóstico e tratamento da endometriose, mencionando a importância dos objetivos do tratamento, como a preservação da fertilidade e o alívio da dor, além de considerar a obstrução das trompas. Esses elementos são relevantes para a pergunta da usuária, que busca informações específicas sobre o tratamento para endometriose e obstrução das trompas. No entanto, o contexto não especifica o tempo de duração do tratamento.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações relevantes sobre os tipos de tratamento para endometriose, a localização das lesões e a consideração da fertilidade, o que é altamente pertinente para a pergunta sobre tratamento indicado e duração. As informações ajudam a entender as opções de tratamento, seja para dor ou infertilidade, alinhando-se diretamente à situação apresentada pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações relevantes sobre o tratamento da endometriose, incluindo indicadores de tratamento cirúrgico e não cirúrgico, dependendo dos sintomas e do desejo de fertilidade. Isso é útil para responder à pergunta sobre o tratamento indicado para a paciente com endometriose e obstrução de trompa.", "nota": 3}
9,266
por que alguns médicos dizem que a vacina hpv não teria mais serventia para um homem adulto haja visto que ele já tenha tido contato anterior com o vírus mas as doses administradas proveem criação de anticorpos em quantidade muito mais elevada do que apenas a prévia exposição viral
e bem verdade que hoje não é mais necessário tomar as doses apenas a vacina era recomendado apenas para quem nunca teve relação sexual hoje ja se sabe que ela reduz a a probabilidade de contaminação mas não há nada comprovado que elimina o vírus ja existente
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital. Tabela 62.11 Vacinas contra HPV. CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento. --- Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11. Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%). --- Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009). --- Vacinas terapêuticas. O desenvolvimento de vacinas terapêu-ticas efetivas para reduzir ou erradicar as doenças associadas ao HPV , incluindo verrugas genitais, lesões pré-invasivas e câncer invasivo, apresenta desafios bem maiores. A imunolo-gia mediada por células do HPV é mais complexa e menos compreendida que a imunidade humoral. A persistência de infecção por qualquer tipo de HPV é uma indicação de que a interação entre hospedeiro e HPV foi capaz de enganar a res-posta imune individual. As pesquisas e os ensaios clínicos exis-tentes foram revisados por PadillaPaz (2005) e até o momento demonstraram pouco sucesso com as vacinas terapêuticas. --- A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV . A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Cada uma delas contém um adjuvante diferente que aumenta a resposta imune do receptor aos antígenos vaci-nais. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses, ambas as vacinas são extremamente seguras e bem toleradas (Tabela 1-1, p. 8) (Harper, 2006; Mao, 2006). As estratégias de vacinação devem enfatizar a administração antes da primeira relação sexual, quando o benefício é máximo. En-tretanto, a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a administração da vacina. Isto por-que a exposição prévia e o grau de reação imune aos tipos de HPV cobertos pelas vacinas não podem ser determinados indi-vidualmente. Consequentemente, não se recomenda teste para detecção de HPV antes da vacinação (American College of Hoffman_29.indd 737 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comObstetricians and Gynecologists, 2010b). O Advisory Com-mittee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada roti-neiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a). A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b). As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anti-corpos tão elevados quanto as imunocompetentes. As pacientes devem ser avisadas de que se espera que essas vacinas previnam aproximadamente 70% dos cânceres do colo uterino, mas que não conferirão proteção contra os aproximadamente 30% cau-sados por tipos oncogênicos de HPV não cobertos pela vacina. Portanto, a vacinação contra HPV não altera a necessidade de exames de rastreamento para câncer de colo uterino.
{ "justificativa": "O contexto contém informações sobre vacinas contra o HPV, incluindo sua eficácia e recomendações de vacinação. Embora a questão do usuário mencione a eficácia da vacina e a produção de anticorpos, o contexto não aborda diretamente a perspectiva e a justificativa de médicos que dizem que a vacina não teria serventia após a exposição prévia ao vírus, resultando em uma relevância limitada.", "nota": 2 }
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre vacinas contra HPV, incluindo eficácia e recomendações de vacinação, além de abordar a resposta imune. Embora não responda diretamente à pergunta sobre a utilidade da vacina para homens adultos que já tiveram contato com o vírus, menciona que a vacinação é recomendada independentemente de exposição prévia. Portanto, há alguma relação, mas não é focado no ponto específico da pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a vacina HPV, sua eficácia e indicações para vacinação em diferentes populações, incluindo homens. Menciona também que a exposição prévia ao HPV não contraindica a vacinação, o que pode ajudar a entender por que alguns médicos consideram a vacina importante mesmo após contato com o vírus. Entretanto, o contexto não aborda diretamente a opinião dos médicos mencionada na pergunta, o que limita um pouco a sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre vacinas contra o HPV, incluindo suas eficácias e recomendações de vacinação. Embora não aborde diretamente a dúvida sobre a eficácia em homens adultos que já tiveram exposição ao vírus, menciona que a história de relação sexual ou de doença relacionada ao HPV não contraindica a vacinação, o que é relevante para entender a perspectiva médica sobre o tema.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre as vacinas contra HPV, incluindo eficácia e recomendações para vacinação, além de mencionar a eficácia relacionada à criação de anticorpos. No entanto, não aborda especificamente a questão sobre a validade da vacina para homens adultos que já tiveram contato com o vírus, o que limita sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda vacinas contra HPV e menciona que a história de exposição prévia ao HPV não é uma contraindicação para a vacinação. Isso se relaciona diretamente à dúvida do usuário sobre a eficácia da vacina em homens adultos que já tiveram contato com o vírus, embora o documento não discuta especificamente a opinião dos médicos mencionada na pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda vacinas contra HPV, suas características e eficácia, além de mencionar que a história de relação sexual não contraindica a vacinação. No entanto, não fornece informações diretas sobre as opiniões médicas a respeito da vacinação em homens adultos que já tiveram contato com o vírus. Portanto, o contexto tem alguma relação, mas não é suficientemente relevante para a pergunta específica.", "nota": 2}
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em caso de suspeita de infecção orofaringea por dst o aconselhável é procurar um ginecologista ou um otorrinolaringologista
oieste tipo de lesão sempre será melhor avaliado pelo otorrinolaringologista mas é importante procurar um ginecologista para investigação de possíveis lesões genitais posto que as dsts são mais comuns nesta esfera
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Após a cirurgia, o oncoginecologista deve ser consultado sempre que houver evidência de extensão cervical, doença ex-trauterina ou lavados peritoneais positivos. Em muitos casos, as pacientes em estádio inicial tratadas somente com cirurgia irão retornar para seu ginecologista-obstetra para fazerem o controle. O encaminhamento é novamente recomendado se houver suspeita ou diagnóstico de doença recorrente. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário. --- Em todas as mulheres sexualmente ativas, principalmente jo-vens ou adolescentes, que se apresentem com dores ou descon-forto no baixo ventre, ainda que de intensidade discreta, deve ser afastado o diagnóstico de DIP . Exames complementares • Hemograma completo que possa sugerir presença de processo in/f_l amatório (leucocitose e/ou bastonetose); • Exames de urina tipo I e urocultura, para afastar infecção do trato urinário;12Doença in/f_l amatória pélvicaProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018madas a outras alterações;• Exame bacterioscópico para rastreio de vaginose bacteriana; • Identificação do agente preferencialmente por provas de biologia molecular para diagnóstico de clamídia, gonococo e, se possível, micoplasma, bem como a cultura para gono-coco e, se possível, com antibiograma e determinação de resistência; • Teste de gravidez, se esta não pode ser excluída com certeza, principalmente para afastar gravidez ectópica. --- Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia). ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico. Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o papel de especialistas em ginecologia e a importância do diagnóstico em infecções, mas não aborda diretamente a diferenciação entre ginecologista e otorrinolaringologista no caso de suspeita de infecção orofaringea por DST. Essa ausência de informação específica sobre especialidades torna o contexto menos relevante para a pergunta.", "nota": 2}
{ "justificativa": "O contexto se refere a cuidados na área de ginecologia e indica a importância de consultar um ginecologista em caso de problemas relacionados à saúde feminina, especialmente infecções ou doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). No entanto, a consulta com um otorrinolaringologista não é mencionada e a informação não aborda especificamente a parte orofaringe, o que limita a relevância total do contexto.", "nota": 2 }
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre doenças inflamatórias pélvicas, diagnóstico e encaminhamento de pacientes, o que é relevante para a questão sobre infecções orofaríngeas e DSTs. No entanto, não aborda diretamente a dúvida entre ginecologista ou otorrinolaringologista. Portanto, a relação é moderada, justificada por temas correlatos na atenção a DSTs.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa a abordagem para sintomas relacionados a infecções e DSTs, mas não menciona diretamente a escolha entre ginecologista ou otorrinolaringologista em caso de infecção orofaringea. Portanto, as informações são apenas vagamente relacionadas, pois se concentram mais em ginecologia e no cuidado com doenças ginecológicas. Isso diminui a relevância para a pergunta específica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre o manejo de doenças relacionadas à ginecologia, como a necessidade de avaliação em casos de infecções e encaminhamentos a especialistas. No entanto, não aborda diretamente a infecção orofaringea ou a dúvida específica sobre a escolha entre ginecologista e otorrinolaringologista, resultando em uma relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto examina questões relacionadas ao diagnóstico e tratamento de infecções e doenças sexualmente transmissíveis (DST), mas foca mais em aspectos ginecológicos relacionados a outras condições. Não aborda diretamente a dúvida sobre qual especialista, ginecologista ou otorrinolaringologista, deve ser consultado em caso de infecção orofaríngea por DST.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute aspectos de cuidado ginecológico e recomendações sobre diagnósticos em cuidados de saúde, mas não aborda diretamente a infecção orofaríngea ou a necessidade de procurar um ginecologista ou otorrinolaringologista. Portanto, a relação com a pergunta é limitada.", "nota": 2}
17,702
hoje faz dias que operei pra retirada de um cisto na trompa foi corte de cesária quando posso voltar a fazer zumba e exercícios físicos
para voltar a fazer atividade física precisa passar por uma revisão cirúrgica mas em geral dias é o prazo para a maioria dos exercícios
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha. FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha. FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita. FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita. --- Fechamento da ferida. As etapas cirúrgi-cas seguintes seguem as descritas para laparos-copia (Seção 42-1, p. 1116). PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias. --- Após o parto cesárea, recomenda-se a pro/f_i laxia de trombose com heparina de baixo peso molecular: 40 mg de enoxaparina por dia.(15) O uso de meias elásticas e a deambulação precoce devem ser recomendados. A consulta de revisão pós-parto deve ser programada para a mesma unidade que fez o PN. Deve-se recomendara perda de peso e todas as comorbidades devem ser avaliadas e, se possível, tratadas.(5) O espaçamento das gestações mediante o uso de con-tracepção e/f_i caz é extremamente recomendado. (5,16)O DIU Tcu 380 é o método reversível mais recomendado e a esterilização pedida e consentida pelo casal é uma boa opção, considerados os aspectos legais. --- O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o pós-operatório, incluindo a retomada de atividades e exercícios físicos após a cirurgia. A menção de que atividades físicas extremas devem ser adiadas típicamente por dois meses é diretamente relevante à pergunta do usuário sobre quando ele pode voltar a fazer zumba e exercícios físicos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o período de recuperação após uma cirurgia, incluindo orientações gerais sobre a retomada de atividades físicas. No entanto, não menciona especificamente o prazo para voltar a praticar zumba ou exercícios físicos, que é a dúvida principal da pergunta. Portanto, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o pós-operatório, incluindo orientações sobre a retomada de atividades normais e a prática de exercícios físicos após cirurgia, o que é relevante para a pergunta. Embora não mencione especificamente o zumba, o contexto sugere que geralmente é recomendado aguardar cerca de 2 meses para atividades físicas intensas, o que pode ser útil para o usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o pós-operatório, incluindo a retomada de atividades físicas após uma cirurgia, embora mencione que o retorno às atividades físicas extremas deve ser postergado por pelo menos 2 meses. Isso é relevante para a pergunta do usuário sobre quando retomar o zumba e exercícios físicos, pois dá uma noção do tempo e das considerações a se ter em mente. Portanto, as informações ajudam na formulação de uma resposta adequada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a retomada de atividades normais e a cicatrização após a cirurgia, mencionando que a maioria das pacientes pode retomar exercícios em alguns dias. No entanto, não é específico sobre a prática de zumba. A informação que recomenda postergar atividades físicas extremas por pelo menos 2 meses sugere precaução, o que é relevante para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o período recomendado para retomar atividades físicas após uma cirurgia, incluindo a sugestão de esperar pelo menos 2 meses. Apesar de não serem específicas para a prática de zumba, as informações são relevantes para a consulta do usuário sobre o retorno ao exercício físico, especialmente após uma cirurgia significativa como a retirada de um cisto na trompa.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona que as pacientes geralmente podem retomar atividades normais e exercícios em alguns dias, mas recomenda que atividades físicas extremas sejam postergadas por um período de no mínimo 2 meses. Isso é relevante para a pergunta sobre quando voltar a fazer zumba e exercícios físicos após a cirurgia de retirada de um cisto na trompa. No entanto, a importância das informações é focada na cicatrização e recomendações gerais, o que pode não ser totalmente específico para a situação do usuário.", "nota": 2}
17,720
tive uma gravidez ectópica só foi descoberta depois de dias de muitas dores abdominaisgostaria de saber sobre o repouso pois nunca fiz uma cirurgia os meus partos foram sempre normal
olá tudo bema gestação ectopica é um evento relativamente comum e o seu tratamento nem sempre implicará em cirurgia claro que ela é uma opção mas dependendo do tamanho da massa presença ou não de batimentos cardíacos e níveis de betahcg podese tentar uma conduta expectante ou até mesmo o uso de determinados medicamentos para auxiliar no processo caso tenha se submetido a um procedimento cirúrgico o pósoperatório varia conforme o procedimento se aberta ou por vídeo as cirurgias abertas em geral possuem mais desconforto e dor enquanto que por vídeo a recuperação tende a ser mais breve o repouso deve ser relativo e conforme a orientação de seu ginecologistaboa recuperação
Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo. --- 3. Mais de 95% das gestações ectópicas estão na tuba uterina, e 60% delas são na ampola da tuba. Aultrassonografia endovaginal é geralmente utilizada para detectar as gestações tubárias ectópicas. Ocirurgião provavelmente executará uma cirurgia laparoscópica para remover a tuba uterina contendo oconcepto ectópico. 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo. A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo. --- 3. Mais de 95% das gestações ectópicas estão na tuba uterina, e 60% delas são na ampola da tuba. Aultrassonografia endovaginal é geralmente utilizada para detectar as gestações tubárias ectópicas. Ocirurgião provavelmente executará uma cirurgia laparoscópica para remover a tuba uterina contendo oconcepto ectópico. 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo. A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
O que pode ser a dor de barriga na gravidez (e o que fazer) A dor de barriga na gravidez pode ser causada pelo crescimento do útero, prisão de ventre ou gases, e pode ser aliviada através de uma alimentação equilibrada, exercício físico ou chás. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Porém, ela também pode indicar situações mais graves, como gravidez ectópica, descolamento da placenta, pré-eclâmpsia ou até mesmo aborto. Nestes casos, a dor, geralmente, vem acompanhada de sangramento vaginal, inchaço ou corrimento. Independente da causa, quando a dor é muito intensa, não melhora ou é acompanhada de outros sintomas, é aconselhado ir ao hospital ou consultar o obstetra, de forma a identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado. 1º trimestre da gravidez As principais causas de dor abdominal no primeiro trimestre de gravidez, que corresponde ao período de 1 a 12 semanas de gestação, incluem: Infecção urinária A infecção urinária é um problema muito comum da gestação e que é mais frequente de acontecer no início da gestação, podendo ser percebida por meio do surgimento de dor no fundo do abdômen, queimação e dificuldade para urinar, vontade urgente de urinar mesmo tendo pouca urina, febre e enjoos. O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto. O que fazer: É recomendado ir imediatamente ao hospital para realizar uma ultrassonografia para verificar os batimentos cardíacos do bebê e confirmar o diagnóstico. Quando o bebê encontra-se sem vida, deve ser realizada uma curetagem ou cirurgia para sua retirada, mas quando o bebê ainda encontra-se vivo, podem ser realizados tratamentos para salvar o bebê. 2º trimestre de gravidez A dor no 2º trimestre da gravidez, que corresponde ao período de 13 a 24 semanas, normalmente é causada por problemas como: Pré-eclâmpsia A pré-eclâmpsia é o aumento de forma súbita da pressão arterial na gravidez, que é difícil de tratar e que pode representar risco tanto para a mulher quanto para o bebê. Os principais sinais e sintomas de pré-eclâmpsia são dor na parte superior direita do abdômen, náuseas, dor de cabeça, inchaço das mãos, pernas e rosto, além de visão embaçada. O que fazer: é recomendado ir ao obstetra o mais cedo possível para avaliar a pressão arterial e iniciar o tratamento com internamento porque esta é uma situação grave que coloca em risco a vida da mãe e do bebê. Veja como deve ser o tratamento para pré-eclâmpsia. Descolamento da placenta O descolamento da placenta é um problema grave da gravidez que pode se desenvolver após as 20 semanas e que pode provocar o parto prematuro ou aborto dependendo das semanas de gestação. Essa situação gera sintomas como dor abdominal intensa, sangramento vaginal, contrações e dor no fundo das costas. O que fazer: Ir imediatamente para o hospital para avaliar os batimentos cardíacos do bebê e realizar o tratamento, que pode ser feito com remédios para impedir a contração uterina e repouso. Nos casos mais graves pode ser feito o parto antes da data prevista, caso seja necessário. Saiba o que se pode fazer para tratar o descolamento da placenta. Contrações de treinamento As contrações de Braxton Hicks são as contrações de treinamento que normalmente surgem após as 20 semanas e duram menos de 60 segundos, apesar de poderem acontecer várias vezes ao dia e de provocarem pouca dor abdominal. Nesse momento, a barriga fica momentaneamente dura, o que nem sempre causa dor abdominal. Mas em alguns casos pode haver dor na vagina ou no pé da barriga, que dura alguns segundos e depois desaparece. O que fazer: É importante nesse momento tentar manter a calma, repousar e mudar de posição, deitando de lado e colocando um travesseiro por baixo da barriga ou entre as pernas para se sentir mais confortável. 3º trimestre de gravidez As principais causas de dor abdominal no 3º trimestre de gravidez, que corresponde ao período de 25 a 41 semanas, são: Prisão de ventre e gases A prisão de ventre é mais comum no final da gestação devido ao efeito dos hormônios e da pressão do útero sobre o intestino, que diminui o seu funcionamento, facilitando o desenvolvimento de prisão de ventre e surgimento de gases. Tanto a prisão de ventre quanto os gases levam ao surgimento de desconforto ou dor abdominal do lado esquerdo e cólicas, além da barriga pode estar mais endurecida nesse local da dor. Conheça outras causas de cólica na gravidez. O que fazer: Ingerir alimentos ricos em fibras, como gérmen de trigo, verduras, cereais, melancia, mamão, alface e aveia, beber cerca de 2 litros de água por dia e praticar exercícios físicos leves, como caminhadas de 30 minutos, pelo menos 3 vezes por semana. É recomendado consultar o médico se a dor não melhorar no mesmo dia, se não fizer cocô 2 dias seguidos ou se surgirem outros sintomas como febre ou aumento da dor. Dor no ligamento redondo A dor no ligamento redondo surge devido ao alongamento excessivo do ligamento que liga o útero à região pélvica, devido ao crescimento da barriga, levando ao aparecimento de dor na parte inferior do abdômen que se estende para a virilha e que dura apenas alguns segundos. O que fazer: Sentar, tentar relaxar e, se ajudar, mudar de posição para aliviar a pressão no ligamento redondo. Outras opções são dobrar os joelhos sob o abdômen ou deitar de lado colocando um travesseiro sob a barriga e outro entre as pernas. Trabalho de Parto O trabalho de parto é a principal causa de dor abdominal no final da gravidez e é caracterizado por dor abdominal, cólicas, aumento da secreção vaginal, corrimento gelatinoso, sangramento vaginal e contrações uterinas com intervalos regulares. Saiba quais são os 3 principais sinais de trabalho de parto O que fazer: Ir para o hospital para avaliar se realmente está em trabalho de parto, já que estas dores podem se tornar regulares durante algumas horas, mas podem desaparecer completamente durante a noite inteira, por exemplo, e voltar a surgir no dia seguinte, com as mesmas características. Se possível, é indicado ligar para o médico para confirmar se é trabalho de parto e quando deve ir ao hospital. Quando ir ao hospital A dor abdominal persistente no lado direito, próxima do quadril e febre baixa que podem surgir em qualquer fase da gravidez podem indicar apendicite, uma situação que pode ser grave e que por isso deve ser despistada o quanto antes, sendo recomendado ir imediatamente ao hospital. Além disso, também deve-se ir imediatamente para o hospital ou consultar o obstetra que acompanha a gravidez quando apresenta: Dor abdominal antes das 12 semanas de gestação, com ou sem sangramento vaginal; Sangramento vaginal e cólicas fortes; Forte dor de cabeça; Mais de 4 contrações em 1 hora durante 2 horas; Inchaço acentuado das mãos, pernas e rosto; Dor ao urinar, dificuldade ao urinar ou urina com sangue; Febre e calafrios; Corrimento vaginal. A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, como a pré-eclâmpsia ou gravidez ectópica, e, por isso, é importante a mulher consultar o obstetra ou ir imediatamente para o hospital para receber o tratamento adequado o mais cedo possível. --- Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo.
O que pode ser a dor de barriga na gravidez (e o que fazer) A dor de barriga na gravidez pode ser causada pelo crescimento do útero, prisão de ventre ou gases, e pode ser aliviada através de uma alimentação equilibrada, exercício físico ou chás. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Porém, ela também pode indicar situações mais graves, como gravidez ectópica, descolamento da placenta, pré-eclâmpsia ou até mesmo aborto. Nestes casos, a dor, geralmente, vem acompanhada de sangramento vaginal, inchaço ou corrimento. Independente da causa, quando a dor é muito intensa, não melhora ou é acompanhada de outros sintomas, é aconselhado ir ao hospital ou consultar o obstetra, de forma a identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado. 1º trimestre da gravidez As principais causas de dor abdominal no primeiro trimestre de gravidez, que corresponde ao período de 1 a 12 semanas de gestação, incluem: Infecção urinária A infecção urinária é um problema muito comum da gestação e que é mais frequente de acontecer no início da gestação, podendo ser percebida por meio do surgimento de dor no fundo do abdômen, queimação e dificuldade para urinar, vontade urgente de urinar mesmo tendo pouca urina, febre e enjoos. O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto. O que fazer: É recomendado ir imediatamente ao hospital para realizar uma ultrassonografia para verificar os batimentos cardíacos do bebê e confirmar o diagnóstico. Quando o bebê encontra-se sem vida, deve ser realizada uma curetagem ou cirurgia para sua retirada, mas quando o bebê ainda encontra-se vivo, podem ser realizados tratamentos para salvar o bebê. 2º trimestre de gravidez A dor no 2º trimestre da gravidez, que corresponde ao período de 13 a 24 semanas, normalmente é causada por problemas como: Pré-eclâmpsia A pré-eclâmpsia é o aumento de forma súbita da pressão arterial na gravidez, que é difícil de tratar e que pode representar risco tanto para a mulher quanto para o bebê. Os principais sinais e sintomas de pré-eclâmpsia são dor na parte superior direita do abdômen, náuseas, dor de cabeça, inchaço das mãos, pernas e rosto, além de visão embaçada. O que fazer: é recomendado ir ao obstetra o mais cedo possível para avaliar a pressão arterial e iniciar o tratamento com internamento porque esta é uma situação grave que coloca em risco a vida da mãe e do bebê. Veja como deve ser o tratamento para pré-eclâmpsia. Descolamento da placenta O descolamento da placenta é um problema grave da gravidez que pode se desenvolver após as 20 semanas e que pode provocar o parto prematuro ou aborto dependendo das semanas de gestação. Essa situação gera sintomas como dor abdominal intensa, sangramento vaginal, contrações e dor no fundo das costas. O que fazer: Ir imediatamente para o hospital para avaliar os batimentos cardíacos do bebê e realizar o tratamento, que pode ser feito com remédios para impedir a contração uterina e repouso. Nos casos mais graves pode ser feito o parto antes da data prevista, caso seja necessário. Saiba o que se pode fazer para tratar o descolamento da placenta. Contrações de treinamento As contrações de Braxton Hicks são as contrações de treinamento que normalmente surgem após as 20 semanas e duram menos de 60 segundos, apesar de poderem acontecer várias vezes ao dia e de provocarem pouca dor abdominal. Nesse momento, a barriga fica momentaneamente dura, o que nem sempre causa dor abdominal. Mas em alguns casos pode haver dor na vagina ou no pé da barriga, que dura alguns segundos e depois desaparece. O que fazer: É importante nesse momento tentar manter a calma, repousar e mudar de posição, deitando de lado e colocando um travesseiro por baixo da barriga ou entre as pernas para se sentir mais confortável. 3º trimestre de gravidez As principais causas de dor abdominal no 3º trimestre de gravidez, que corresponde ao período de 25 a 41 semanas, são: Prisão de ventre e gases A prisão de ventre é mais comum no final da gestação devido ao efeito dos hormônios e da pressão do útero sobre o intestino, que diminui o seu funcionamento, facilitando o desenvolvimento de prisão de ventre e surgimento de gases. Tanto a prisão de ventre quanto os gases levam ao surgimento de desconforto ou dor abdominal do lado esquerdo e cólicas, além da barriga pode estar mais endurecida nesse local da dor. Conheça outras causas de cólica na gravidez. O que fazer: Ingerir alimentos ricos em fibras, como gérmen de trigo, verduras, cereais, melancia, mamão, alface e aveia, beber cerca de 2 litros de água por dia e praticar exercícios físicos leves, como caminhadas de 30 minutos, pelo menos 3 vezes por semana. É recomendado consultar o médico se a dor não melhorar no mesmo dia, se não fizer cocô 2 dias seguidos ou se surgirem outros sintomas como febre ou aumento da dor. Dor no ligamento redondo A dor no ligamento redondo surge devido ao alongamento excessivo do ligamento que liga o útero à região pélvica, devido ao crescimento da barriga, levando ao aparecimento de dor na parte inferior do abdômen que se estende para a virilha e que dura apenas alguns segundos. O que fazer: Sentar, tentar relaxar e, se ajudar, mudar de posição para aliviar a pressão no ligamento redondo. Outras opções são dobrar os joelhos sob o abdômen ou deitar de lado colocando um travesseiro sob a barriga e outro entre as pernas. Trabalho de Parto O trabalho de parto é a principal causa de dor abdominal no final da gravidez e é caracterizado por dor abdominal, cólicas, aumento da secreção vaginal, corrimento gelatinoso, sangramento vaginal e contrações uterinas com intervalos regulares. Saiba quais são os 3 principais sinais de trabalho de parto O que fazer: Ir para o hospital para avaliar se realmente está em trabalho de parto, já que estas dores podem se tornar regulares durante algumas horas, mas podem desaparecer completamente durante a noite inteira, por exemplo, e voltar a surgir no dia seguinte, com as mesmas características. Se possível, é indicado ligar para o médico para confirmar se é trabalho de parto e quando deve ir ao hospital. Quando ir ao hospital A dor abdominal persistente no lado direito, próxima do quadril e febre baixa que podem surgir em qualquer fase da gravidez podem indicar apendicite, uma situação que pode ser grave e que por isso deve ser despistada o quanto antes, sendo recomendado ir imediatamente ao hospital. Além disso, também deve-se ir imediatamente para o hospital ou consultar o obstetra que acompanha a gravidez quando apresenta: Dor abdominal antes das 12 semanas de gestação, com ou sem sangramento vaginal; Sangramento vaginal e cólicas fortes; Forte dor de cabeça; Mais de 4 contrações em 1 hora durante 2 horas; Inchaço acentuado das mãos, pernas e rosto; Dor ao urinar, dificuldade ao urinar ou urina com sangue; Febre e calafrios; Corrimento vaginal. A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, como a pré-eclâmpsia ou gravidez ectópica, e, por isso, é importante a mulher consultar o obstetra ou ir imediatamente para o hospital para receber o tratamento adequado o mais cedo possível. --- Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo.
Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo. --- 3. Mais de 95% das gestações ectópicas estão na tuba uterina, e 60% delas são na ampola da tuba. Aultrassonografia endovaginal é geralmente utilizada para detectar as gestações tubárias ectópicas. Ocirurgião provavelmente executará uma cirurgia laparoscópica para remover a tuba uterina contendo oconcepto ectópico. 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo. A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo. --- 3. Mais de 95% das gestações ectópicas estão na tuba uterina, e 60% delas são na ampola da tuba. Aultrassonografia endovaginal é geralmente utilizada para detectar as gestações tubárias ectópicas. Ocirurgião provavelmente executará uma cirurgia laparoscópica para remover a tuba uterina contendo oconcepto ectópico. 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo. A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
Analgesia do partoCuidados geraisA ingesta de alimentos deve ser evitada nas pacientes em trabalho de parto, principalmente quando houverfatores de risco adicionais para aspiração pulmonar (obesidade mórbida, via respiratória difícil), ou possibilidadepara cesariana (cardiotocografia anormal), e a de líquidos, restrita. Para a cesariana eletiva, o jejum é de 8 h epara líquidos claros, 2 h. Para qualquer anestesia, é necessário Termo de Consentimento Informado. --- CondutaDiante de queixa de dor pélvica e ausência de sinais de ab -dome agudo em mulher com possibilidade de gravidez deve-se recorrer às dosagens seriadas do β-HCG e progesterona e solicitar ecografia endovaginal. Na suspeita pelo quadro laboratorial e ul-trassom realiza-se laparoscopia para localização de saco gestacio-nal e sua retirada. O tratamento da gravidez ectópica integra até 3,5cm de diâ-metro pode ser conservador, especialmente nos casos de infertili-dade e necessidade de preservação da tuba uterina. A escolha será o uso de metotrexate na dose de 50mg/metro quadrado de super-fície corporal. Realiza-se controle em 24 e 48 horas através de nova dosagem da gonadotrofina coriônica. Caso os valores estejam em queda, observa-se com dosagens a cada dois a três dias, até nega-tivar-se. No caso de ausência de queda nos valores ou surgimento de platô nos níveis séricos de β-HCG, será preciso repetir a dose do metotrexate. Quando se observa novamente elevação da dosa-gens estará indicado o tratamento cirúrgico por laparoscopia. --- Exame de ultrassomAusência de visualização do saco gestacional na ca-vidade uterina, pela ecografia endovaginal, quando a dosagem de gonadotrofina sérica se encontra em níveis superiores a 800 mUI. O diagnóstico da gravidez ectópica rota baseia-se no apareci-mento do quadro de abdome agudo hemorrágico. Os sinais mais importantes são a anemia aguda evidenciada clinicamente e pela queda de hematócrito, o sinal de irritação peritonial, achado de abaulamento do fundo de saco ao toque ginecológico. O ultras -som endovaginal revela presença de líquido em fundo de saco em quantidade que varia com o tempo de rotura. O tratamento nestes casos será cirúrgico com laparoscopia ou laparotomia e a preser-vação da tuba uterina dificultada. --- Quadro clínico e diagnósticoPacientes com gravidez tubária rota exibem quadro clínico de choque, incluindo hipotensão, taquicardia e dor àpalpação e devem ser tratadas em bases emergenciais. Figura 28.5 Gravidez cervical. (De Fylstra, 2014.)Figura 28.6 Gravidez cervical de 9 semanas com batimento cardiofetal. (Cortesia de Novaes.)Todavia, antes da ruptura, a maioria das pacientes apresenta-se com manifestações inespecíficas que podemmimetizar quadro de abortamento. Esses sinais e sintomas incluem hemorragia de 1o trimestre (de sangue escuroou claro, que raramente excede o fluxo menstrual normal), dor abdominal ou pélvica que pode ser leve a•■•••debilitante. Mulheres com esse quadro clínico devem ser consideradas altamente suspeitas de gravidez ectópica,sendo necessário o diagnóstico definitivo. --- 3. Mais de 95% das gestações ectópicas estão na tuba uterina, e 60% delas são na ampola da tuba. Aultrassonografia endovaginal é geralmente utilizada para detectar as gestações tubárias ectópicas. Ocirurgião provavelmente executará uma cirurgia laparoscópica para remover a tuba uterina contendo oconcepto ectópico. 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo. A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
{"justificativa": "O contexto analisado é relevante para a pergunta do usuário, pois aborda a gravidez ectópica, suas manifestações, diagnósticos e tratamentos, incluindo a possibilidade de cirurgia. Embora não mencione repouso especificamente, fornece informações cruciais sobre o manejo da condição, o que pode ajudar o usuário a entender melhor sua situação pós-cirúrgica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda o diagnóstico e tratamento da gravidez ectópica, mas não menciona especificamente questões sobre repouso após cirurgia, o que é a principal preocupação mencionada na pergunta do usuário. Embora haja algumas informações relacionadas ao manejo da gravidez ectópica, a conexão com o repouso após a cirurgia não é suficientemente forte para ser considerada altamente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a dor abdominal relacionada à gravidez ectópica, bem como sobre como ela pode indicar situações de urgência médica. Também menciona a necessidade de repouso e o tratamento após a cirurgia, que podem ser de interesse para o usuário que nunca passou por uma cirurgia antes. No entanto, o documento não aborda diretamente as recomendações específicas sobre repouso após uma cirurgia de gravidez ectópica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações pertinentes sobre a gravidez ectópica, incluindo sintomas e recomendações de cuidado. Embora não aborde diretamente a questão do repouso após a cirurgia, menciona a gravidade da situação e sugere procurar atendimento médico, que é relevante para a experiência da usuária. Isso é útil para entender que a gravidez ectópica é uma condição que requer atenção médica, mas a falta de detalhes específicos sobre repouso limita a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre o diagnóstico e tratamento da gravidez ectópica, mas não aborda questões específicas sobre repouso ou recuperação pós-cirúrgica, que são centrais para a pergunta. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa aspectos relacionados à gravidez ectópica, incluindo diagnóstico, sintomas e tratamento. No entanto, não aborda especificamente questões sobre repouso pós-cirúrgico ou cuidados pós-operatórios, que são fundamentais para a pergunta do usuário. Isso resulta em uma relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto é focado em questões de diagnóstico e tratamento de gravidez ectópica, mas não aborda diretamente a recuperação pós-cirúrgica ou cuidados como o repouso após a cirurgia, que é a principal preocupação expressa na pergunta do usuário. Portanto, a relevância é moderada, mas não totalmente satisfatória.", "nota": 2}
22,281
sinti coceira vaginal antes e durante a menstruação o que pode ser
olá pode ser candidíase ou alteração hormonal que acontece no período etc para ter um diagnóstico preciso é necessário exame físico
DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al. --- DescritoresHPV; Neoplasia intraepitelial vulvar; Neoplasia intraepitelial vaginal, Neoplasia intraepitelial cervicalComo citar? Pereira Primo WQ. Lesões pré-invasivas da vulva, da vagina e do colo uterino. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 104/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Oncológica).
DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al. --- DescritoresHPV; Neoplasia intraepitelial vulvar; Neoplasia intraepitelial vaginal, Neoplasia intraepitelial cervicalComo citar? Pereira Primo WQ. Lesões pré-invasivas da vulva, da vagina e do colo uterino. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 104/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Oncológica).
Corrimento branco antes da menstruação: causas (e o que fazer) Ter corrimento branco antes da menstruação é normal e relativamente comum, não sendo sinal de algum problema de saúde. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Na maior parte dos casos, o corrimento antes da menstruação acontece devido às alterações hormonais típicas do ciclo menstrual. Esse corrimento tem como função garantir a lubrificação íntima, além de indicar quando a mulher se encontra no seu fértil mais fértil. Porém, quando o corrimento branco antes da menstruação está acompanhado por outros sinais, como mau cheiro, desconforto, coceira ou sensação de queimação, pode indicar a presença de algum tipo de infecção, que precisa de tratamento. Dessa forma, qualquer alteração no corrimento antes da menstruação deve ser avaliada por um ginecologista. Causas de corrimento branco antes da menstruação As principais causas do corrimento branco antes da menstruação são: 1. Ciclo menstrual normal O corrimento branco é normalmente parte do ciclo menstrual normal da mulher e acontece devido às alterações hormonais, principalmente devido ao aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, e é constituído principalmente por leucócitos. À medida que a quantidade de progesterona aumenta no sangue, há liberação do corrimento branco antes da menstruação. O que fazer: Como é algo normal e não está associado a nenhum sinal ou sintoma, não é necessário tratamento. No entanto, algumas mulheres que desejam engravidar podem ter mais atenção à textura do corrimento e do muco cervical para saber se está próxima de ovular, o que é conhecido como método da ovulação de Billings. Entenda como funciona e como fazer o método da ovulação de Billings. 2. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana corresponde à desregulação da microbiota da vagina, havendo a proliferação de bactérias que estão naturalmente presentes na região e levando ao aparecimento de sinais e sintomas. A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida. O que fazer: Para eliminar o excesso de fungos e aliviar os sintomas, pode ser recomendado pelo ginecologista o uso de remédios antifúngicos, como o Fluconazol e o Miconazol, que podem ser em forma de comprimido, pomadas ou cremes vaginais, e que devem ser usados de acordo com a recomendação médica. 4. Colpite O corrimento branco antes da menstruação também pode ser sinal de colpite, que é uma inflamação da vagina e do colo do útero causada por bactérias, fungos e protozoários. Além do corrimento, a mulher também pode sentir odor desagradável e que piora após a relação sexual, inchaço da região genital e pequenos pontos brancos ou vermelhos na mucosa vaginal e no colo do útero que são identificadas a partir da avaliação do ginecologista. O que fazer: É importante ir ao ginecologista para que seja feita a avaliação, diagnóstico e tratamento, que nesses casos é feito com uso de antimicrobianos em forma de creme, pomadas ou comprimidos. 5. Gravidez Em alguns casos, o corrimento branco antes da menstruação pode ser também indicativo de gravidez, sendo nesses casos mais espesso que o corrimento branco que ocorre normalmente. O que fazer: É importante ter atenção ao surgimento de outros sinais e sintomas de gravidez, como tonturas, dor de cabeça, atraso na menstruação e cólicas, por exemplo. Nesses casos, é recomendado fazer o teste de gravidez e consultar o ginecologista para que seja comprovada a gravidez. Saiba reconhecer os primeiros sintomas de gravidez. Veja mais sobre o corrimento branco e o que pode ser as outras cores de corrimento no vídeo a seguir: CORRIMENTO: o que significa cada cor? 06:44 | 1.788.064 visualizações --- DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento Cólica menstrual é a dor pélvica durante a menstruação ou até uns dias antes de menstruar, podendo ser intensa e estar acompanhada de outros sintomas, como cansaço, náuseas, diarreia ou dor nas costas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A cólica menstrual pode ser causada pela liberação de substâncias inflamatórias pelo útero para a menstruação descer, mas também pode estar relacionada a endometriose, mioma ou pólipo uterino, por exemplo. Leia também: Pólipo uterino: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/polipo-uterino O tratamento da cólica menstrual, também chamada dismenorreia, é feito pelo ginecologista e varia de acordo com a intensidade dos sintomas e suas causas, podendo ser indicado aplicação de compressas mornas na barriga ou uso de medicamentos. Sintomas de cólica menstrual Os principais sintomas de cólica menstrual são: Dor na parte inferior da barriga, que pode ser intensa; Náuseas ou vômitos; Dor que irradia para as costas ou pernas; Dor de cabeça; Diarreia. Os sintomas da cólica menstrual podem se iniciar no primeiro dia da menstruação ou logo antes e, geralmente, a dor é mais intensa cerca de 23 a 48 horas após o início da menstruação. Dependendo da sua causa, a cólica menstrual também pode surgir fora do período menstrual e estar acompanhada de outros sintomas como dor durante o contato íntimo ou sangramento fora do período menstrual, por exemplo. Leia também: Sangramento de escape: o que pode ser (e quando ir ao médico) tuasaude.com/o-que-pode-ser-o-sangramento-fora-do-periodo-menstrual Sinal de alerta para ir ao ginecologista É importante consultar o ginecologista quando a cólica menstrual é intensa ou frequente, ou está acompanhada de outros sintomas, para que sejam realizados exames, identificada a causa e indicado o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Onde é a dor da cólica menstrual? O local onde acontece a dor da cólica menstrual é na parte inferior do abdômen, no pé da barriga ou baixo ventre. No entanto, essa dor pode irradiar para as costas ou até para a parte interna das coxas. Leia também: Dor no pé da barriga: 15 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-pe-da-barriga Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da cólica menstrual é feito pelo ginecologista através do histórico de saúde e avaliação dos sintomas, bem como do seu início, localização da dor, duração e outros sintomas associados. Além disso, o médico deve realizar um exame pélvico e solicitar outros exames, como ultrassom pélvico ou transvaginal, ressonância magnética, ultrassom com doppler ou até laparoscopia. Esses exames ajudam a identificar a causa da cólica menstrual e a descartar condições com sintomas semelhantes, como gravidez ectópica ou síndrome do intestino irritável, por exemplo. Leia também: Cólica: o que é, tipos, causas (e o que fazer) tuasaude.com/colica Possíveis causas A cólica menstrual é causada pela liberação de substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, pelo útero, promovendo a contração uterina e a descida da menstruação. No entanto, também pode ser causada por condições de saúde, sendo as principais: Endometriose; Cicatriz da cesariana; Pólipos uterinos ou cisto no ovário; Miomas ou adenomiose; Doença inflamatória pélvica; Uso de DIU. Além disso, a cólica menstrual também pode surgir devido a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ou doença inflamatória pélvica (DIP), por exemplo. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia Como é feito o tratamento O tratamento da cólica menstrual deve ser feito com orientação do ginecologista e tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida. Assim, os tratamentos que podem ser indicados pelo médico são: 1. Aplicação de compressas mornas A aplicação de compressas mornas na barriga ajuda a relaxar os músculos pélvicos e aliviar as dores da cólica menstrual. Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais. Leia também: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido tuasaude.com/6-dicas-para-diminuir-as-colicas-menstruais 2. Uso de remédios O uso de remédios pode ser indicado pelo ginecologista para reduzir a produção de substâncias inflamatórias e aliviar a dor ou para tratar a condição de saúde que esteja causando a cólica menstrual. Os principais remédios que podem ser indicados pelo ginecologista são: Anti-inflamatórios não esteroides, como ácido mefenâmico, ibuprofeno ou naproxeno; Analgésicos, como paracetamol ou dipirona; Antiespasmódicos, como o butilbrometo de escopolamina; Anticoncepcionais hormonais, contendo estrogênio e/ou progesterona. Além disso, no caso da cólica menstrual ser causada por endometriose, o médico pode indicar remédios como leuprolida, goserelina, nafarelina, letrozol ou anastrozol, por exemplo. Saiba como é feito o tratamento da endometriose. Outros remédios que também são indicados são antibióticos para tratar infecções sexualmente transmissíveis ou doença inflamatória pélvica. Leia também: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) tuasaude.com/remedio-para-colica 3. Cirurgia A cirurgia pode ser indicada pelo médico quando outras opções de tratamento não foram eficazes para aliviar as cólicas menstruais causadas por endometriose, miomas, pólipos uterinos ou adenomiose. Essa cirurgia pode ser feita utilizando diferentes técnicas, como laparoscopia, ablação do endométrio ou histerectomia, por exemplo. Opções de tratamento caseiro O tratamento caseiro para a cólica menstrual pode ser feito com o uso de chás, como camomila, gengibre ou valeriana, pois têm propriedades anti-inflamatórias e calmantes. Veja como preparar os remédios caseiros para cólica menstrual. Além disso, também pode-se fazer massagem na barriga para ajudar a aliviar a cólica menstrual rapidamente, pois ajuda a relaxar os músculos pélvicos. Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
Corrimento branco antes da menstruação: causas (e o que fazer) Ter corrimento branco antes da menstruação é normal e relativamente comum, não sendo sinal de algum problema de saúde. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Na maior parte dos casos, o corrimento antes da menstruação acontece devido às alterações hormonais típicas do ciclo menstrual. Esse corrimento tem como função garantir a lubrificação íntima, além de indicar quando a mulher se encontra no seu fértil mais fértil. Porém, quando o corrimento branco antes da menstruação está acompanhado por outros sinais, como mau cheiro, desconforto, coceira ou sensação de queimação, pode indicar a presença de algum tipo de infecção, que precisa de tratamento. Dessa forma, qualquer alteração no corrimento antes da menstruação deve ser avaliada por um ginecologista. Causas de corrimento branco antes da menstruação As principais causas do corrimento branco antes da menstruação são: 1. Ciclo menstrual normal O corrimento branco é normalmente parte do ciclo menstrual normal da mulher e acontece devido às alterações hormonais, principalmente devido ao aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, e é constituído principalmente por leucócitos. À medida que a quantidade de progesterona aumenta no sangue, há liberação do corrimento branco antes da menstruação. O que fazer: Como é algo normal e não está associado a nenhum sinal ou sintoma, não é necessário tratamento. No entanto, algumas mulheres que desejam engravidar podem ter mais atenção à textura do corrimento e do muco cervical para saber se está próxima de ovular, o que é conhecido como método da ovulação de Billings. Entenda como funciona e como fazer o método da ovulação de Billings. 2. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana corresponde à desregulação da microbiota da vagina, havendo a proliferação de bactérias que estão naturalmente presentes na região e levando ao aparecimento de sinais e sintomas. A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida. O que fazer: Para eliminar o excesso de fungos e aliviar os sintomas, pode ser recomendado pelo ginecologista o uso de remédios antifúngicos, como o Fluconazol e o Miconazol, que podem ser em forma de comprimido, pomadas ou cremes vaginais, e que devem ser usados de acordo com a recomendação médica. 4. Colpite O corrimento branco antes da menstruação também pode ser sinal de colpite, que é uma inflamação da vagina e do colo do útero causada por bactérias, fungos e protozoários. Além do corrimento, a mulher também pode sentir odor desagradável e que piora após a relação sexual, inchaço da região genital e pequenos pontos brancos ou vermelhos na mucosa vaginal e no colo do útero que são identificadas a partir da avaliação do ginecologista. O que fazer: É importante ir ao ginecologista para que seja feita a avaliação, diagnóstico e tratamento, que nesses casos é feito com uso de antimicrobianos em forma de creme, pomadas ou comprimidos. 5. Gravidez Em alguns casos, o corrimento branco antes da menstruação pode ser também indicativo de gravidez, sendo nesses casos mais espesso que o corrimento branco que ocorre normalmente. O que fazer: É importante ter atenção ao surgimento de outros sinais e sintomas de gravidez, como tonturas, dor de cabeça, atraso na menstruação e cólicas, por exemplo. Nesses casos, é recomendado fazer o teste de gravidez e consultar o ginecologista para que seja comprovada a gravidez. Saiba reconhecer os primeiros sintomas de gravidez. Veja mais sobre o corrimento branco e o que pode ser as outras cores de corrimento no vídeo a seguir: CORRIMENTO: o que significa cada cor? 06:44 | 1.788.064 visualizações --- DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento Cólica menstrual é a dor pélvica durante a menstruação ou até uns dias antes de menstruar, podendo ser intensa e estar acompanhada de outros sintomas, como cansaço, náuseas, diarreia ou dor nas costas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A cólica menstrual pode ser causada pela liberação de substâncias inflamatórias pelo útero para a menstruação descer, mas também pode estar relacionada a endometriose, mioma ou pólipo uterino, por exemplo. Leia também: Pólipo uterino: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/polipo-uterino O tratamento da cólica menstrual, também chamada dismenorreia, é feito pelo ginecologista e varia de acordo com a intensidade dos sintomas e suas causas, podendo ser indicado aplicação de compressas mornas na barriga ou uso de medicamentos. Sintomas de cólica menstrual Os principais sintomas de cólica menstrual são: Dor na parte inferior da barriga, que pode ser intensa; Náuseas ou vômitos; Dor que irradia para as costas ou pernas; Dor de cabeça; Diarreia. Os sintomas da cólica menstrual podem se iniciar no primeiro dia da menstruação ou logo antes e, geralmente, a dor é mais intensa cerca de 23 a 48 horas após o início da menstruação. Dependendo da sua causa, a cólica menstrual também pode surgir fora do período menstrual e estar acompanhada de outros sintomas como dor durante o contato íntimo ou sangramento fora do período menstrual, por exemplo. Leia também: Sangramento de escape: o que pode ser (e quando ir ao médico) tuasaude.com/o-que-pode-ser-o-sangramento-fora-do-periodo-menstrual Sinal de alerta para ir ao ginecologista É importante consultar o ginecologista quando a cólica menstrual é intensa ou frequente, ou está acompanhada de outros sintomas, para que sejam realizados exames, identificada a causa e indicado o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Onde é a dor da cólica menstrual? O local onde acontece a dor da cólica menstrual é na parte inferior do abdômen, no pé da barriga ou baixo ventre. No entanto, essa dor pode irradiar para as costas ou até para a parte interna das coxas. Leia também: Dor no pé da barriga: 15 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-pe-da-barriga Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da cólica menstrual é feito pelo ginecologista através do histórico de saúde e avaliação dos sintomas, bem como do seu início, localização da dor, duração e outros sintomas associados. Além disso, o médico deve realizar um exame pélvico e solicitar outros exames, como ultrassom pélvico ou transvaginal, ressonância magnética, ultrassom com doppler ou até laparoscopia. Esses exames ajudam a identificar a causa da cólica menstrual e a descartar condições com sintomas semelhantes, como gravidez ectópica ou síndrome do intestino irritável, por exemplo. Leia também: Cólica: o que é, tipos, causas (e o que fazer) tuasaude.com/colica Possíveis causas A cólica menstrual é causada pela liberação de substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, pelo útero, promovendo a contração uterina e a descida da menstruação. No entanto, também pode ser causada por condições de saúde, sendo as principais: Endometriose; Cicatriz da cesariana; Pólipos uterinos ou cisto no ovário; Miomas ou adenomiose; Doença inflamatória pélvica; Uso de DIU. Além disso, a cólica menstrual também pode surgir devido a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ou doença inflamatória pélvica (DIP), por exemplo. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia Como é feito o tratamento O tratamento da cólica menstrual deve ser feito com orientação do ginecologista e tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida. Assim, os tratamentos que podem ser indicados pelo médico são: 1. Aplicação de compressas mornas A aplicação de compressas mornas na barriga ajuda a relaxar os músculos pélvicos e aliviar as dores da cólica menstrual. Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais. Leia também: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido tuasaude.com/6-dicas-para-diminuir-as-colicas-menstruais 2. Uso de remédios O uso de remédios pode ser indicado pelo ginecologista para reduzir a produção de substâncias inflamatórias e aliviar a dor ou para tratar a condição de saúde que esteja causando a cólica menstrual. Os principais remédios que podem ser indicados pelo ginecologista são: Anti-inflamatórios não esteroides, como ácido mefenâmico, ibuprofeno ou naproxeno; Analgésicos, como paracetamol ou dipirona; Antiespasmódicos, como o butilbrometo de escopolamina; Anticoncepcionais hormonais, contendo estrogênio e/ou progesterona. Além disso, no caso da cólica menstrual ser causada por endometriose, o médico pode indicar remédios como leuprolida, goserelina, nafarelina, letrozol ou anastrozol, por exemplo. Saiba como é feito o tratamento da endometriose. Outros remédios que também são indicados são antibióticos para tratar infecções sexualmente transmissíveis ou doença inflamatória pélvica. Leia também: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) tuasaude.com/remedio-para-colica 3. Cirurgia A cirurgia pode ser indicada pelo médico quando outras opções de tratamento não foram eficazes para aliviar as cólicas menstruais causadas por endometriose, miomas, pólipos uterinos ou adenomiose. Essa cirurgia pode ser feita utilizando diferentes técnicas, como laparoscopia, ablação do endométrio ou histerectomia, por exemplo. Opções de tratamento caseiro O tratamento caseiro para a cólica menstrual pode ser feito com o uso de chás, como camomila, gengibre ou valeriana, pois têm propriedades anti-inflamatórias e calmantes. Veja como preparar os remédios caseiros para cólica menstrual. Além disso, também pode-se fazer massagem na barriga para ajudar a aliviar a cólica menstrual rapidamente, pois ajuda a relaxar os músculos pélvicos. Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
Cólicas menstruais(Dismenorreia; menstruação dolorosa)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosCausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Algumas causas e características...As cólicas menstruais são dores na parte inferior do abdômen (pelve), sentidas alguns dias antes, durante ou depois da menstruação. A dor tende a ser mais intensa aproximadamente 24 horas depois do início da menstruação e começa a diminuir após dois a três dias. A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e intermitente. Às vezes, a dor se irradia para a região lombar ou para as pernas.Muitas mulheres também apresentam dor de cabeça, náuseas (às vezes com vômitos), constipação ou diarreia. Elas também podem sentir uma necessidade de urinar com frequência.Algumas mulheres com menstruações dolorosas também apresentam sintomas de tensão pré-menstrual (por exemplo, irritabilidade, nervosismo, depressão, fadiga e inchaço abdominal). Esses sintomas podem persistir durante parte ou toda a menstruação.Às vezes, o sangue menstrual contém coágulos. Os coágulos, que podem ter uma coloração vermelho-vivo ou vermelho escuro, podem conter tecidos e líquidos do revestimento uterino, além de sangue.Os sintomas tendem a ser mais graves seA menstruação começar cedo, em idade precoce.A menstruação for prolongada ou com fluxo intenso.A mulher for fumante.Mulheres da família também tiverem dismenorreia.Os sintomas tendem a diminuir depois que a mulher tem a primeira gravidez e à medida que envelhece.Causas das cólicas menstruaisÉ possível que as cólicas menstruais Não tenham uma causa identificável (um quadro clínico denominado dismenorreia primária)Sejam causadas por outro distúrbio (um quadro clínico denominado dismenorreia secundária)A dismenorreia primária geralmente começa durante a adolescência e pode ficar menos intensa com a idade e após a gravidez. Ela é mais comum que a dismenorreia secundária.A dismenorreia secundária geralmente começa durante a idade adulta (a menos que seja causada por um defeito congênito do sistema reprodutor).Causas comunsMais de 50% das mulheres com dismenorreia têm dismenorreia primária. Em aproximadamente 5% a 15% dessas mulheres, as cólicas são intensas o suficiente para interferir nas atividades diárias, e pode levá-las a faltar à escola ou ao trabalho.Os especialistas acreditam que a dismenorreia primária talvez seja causada pela liberação de substâncias chamadas prostaglandinas no sangue ou tecidos durante a menstruação. A concentração de prostaglandina é elevada em mulheres com dismenorreia primária. As prostaglandinas podem causar a contração do útero (como ocorre durante o parto), reduzindo o fluxo sanguíneo para o útero. Essas contrações podem causar dor e desconforto. As prostaglandinas também fazem com que as terminações nervosas no útero fiquem mais sensíveis à dor.A ansiedade também pode contribuir para a dor.A dismenorreia secundária é causada por anomalias no sistema reprodutor. Ela costuma ser causada porEndometriose: Os tecidos que normalmente se encontram apenas no revestimento uterino (tecido endometrial) crescem para fora do útero. A endometriose é a causa mais comum da dismenorreia secundária.Adenomiose: O tecido endometrial cresce dentro da parede uterina, fazendo com ela se expanda e inche durante a menstruação.Miomas: Esses tumores não cancerosos são compostos de músculo e tecido fibroso e crescem no útero.Causas menos comunsExistem várias causas de dismenorreia secundária menos frequentes. Incluem Cistos e tumores nos ováriosUso de um dispositivo intrauterino (DIU)Doença inflamatória pélvicaTecido cicatricial no úteroDefeitos congênitos da vagina, do colo do útero ou do úteroOs DIUs que liberam cobre costumam ser associados a menstruações dolorosas. Aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) geralmente não causam menstruações dolorosas.Algumas mulheres sentem dor porque a passagem através do colo do útero (canal cervical) é estreita. O estreitamento do canal cervical (estenose cervical) pode surgir após um procedimento, tal como no caso do tratamento de um quadro clínico pré‑canceroso (displasia) do colo do útero.Avaliação das cólicas menstruaisGeralmente, o médico faz um diagnóstico de dismenorreia quando a mulher relata sentir dores incômodas regulares durante a menstruação. Após esse diagnóstico inicial, ele determina se é uma dismenorreia primária ou secundária.Sinais de alertaAlguns sintomas são motivos de preocupação em mulheres com dismenorreia:Dor intensa que surgiu repentinamente ou é novaDor contínuaFebreCorrimento vaginal purulentoDor aguda que piora quando o abdômen é tocado levemente ou até mesmo com um movimento mínimoQuando consultar um médicoA mulher com qualquer sinal de alerta deve consultar um médico assim que possível (geralmente no mesmo dia).Caso a mulher sem sinais de alerta sinta cólicas mais intensas que o normal, ou sinta dores que durem mais que o habitual, ela também deve procurar um médico dentro de poucos dias.Outras mulheres que sentem cólicas menstruais devem entrar em contato com seu médico. É ele quem decide se a mulher ou não precisa vir logo ou não a uma consulta tomando por base os outros sintomas, a idade e o histórico clínico da mulher.O que o médico fazO médico ou outro profissional de saúde faz perguntas sobre a dor e o histórico clínico da mulher, incluindo seu histórico menstrual. Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa para as cólicas menstruais e os exames que talvez precisem ser realizados (consulte a tabela Algumas causas e características das cólicas menstruais).Para poder obter um histórico menstrual completo, o médico pergunta à mulherQual era a sua idade quando as menstruações começaramQuantos dias elas duramQual é a intensidade do fluxoQuanto tempo de intervalo há entre as menstruaçõesSe sua menstruação é regularSe aparecem manchas de sangue nas roupas íntimas entre as menstruaçõesQuando os sintomas apareceram em relação à menstruaçãoO profissional também pergunta à mulher:A idade da mulher quando começou a ter cólica menstrual Quais outros sintomas ela temUma descrição da dor, incluindo seu grau de intensidade, o que alivia ou agrava os sintomas, e de que maneira os sintomas interferem nas atividades diáriasSe ela sente dor pélvica não relacionada com a menstruaçãoSe os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ajudam ou não a aliviar a dorSe ela sente dor durante a atividade sexual ou se teve problemas para engravidar (como pode ocorrer na endometriose)Eles ainda perguntam para a mulher se ela tem ou teve doenças e outros distúrbios que possam causar cólicas, incluindo o uso de certos medicamentos (por exemplo, pílulas anticoncepcionais) ou DIUs. O médico pergunta se ela realizou algum procedimento cirúrgico que aumenta o risco de ter dor pélvica, como, por exemplo, um procedimento que destrói ou remove o revestimento do útero (ablação endometrial).É realizado um exame pélvico. O médico verifica quanto à presença de alterações, inclusive secreção, dor, pólipos e miomas.O médico também apalpa levemente o abdômen na tentativa de detectar áreas que estão particularmente doloridas, pois isso pode indicar uma inflamação grave no abdômen (peritonite).TabelaAlgumas causas e características das cólicas menstruaisTabela Algumas causas e características das cólicas menstruaisCausaCaracterísticas comuns*ExamesAdenomiose (crescimento do tecido que normalmente reveste o útero – chamado de tecido endometrial – por dentro da parede uterina)Menstruação de fluxo intenso e dolorido, com sangramento vaginal entre as menstruações, dor na parte inferior do abdômen (pelve) e uma sensação de pressão sobre a bexiga e o retoÀs vezes, dor durante a relação sexualUltrassonografia ou RM da pelveÀs vezes, é feita uma biópsia em mulheres com sangramento vaginal anômalo para descartar outras causas de sangramentoDefeitos congênitos do trato reprodutor (raros)Às vezes, menstruações que nunca começam (amenorreia primária) Às vezes, alterações encontradas durante o exame pélvico, tais como obstrução vaginal ou um nódulo na pelveExame médicoÀs vezes, histerossalpingografia (uma radiografia realizada depois que um meio de contraste é injetado no útero e nas trompas de Falópio), histerossonografia (uma ultrassonografia realizada após injeção de líquido no útero) ou RMEstenose cervical (estreitamento da passagem através do colo do útero)Ausência de menstruação ou menstruações irregulares, sangramento vaginal entre as menstruações, infertilidade e dor abdominal cíclicaExame médicoÀs vezes, ultrassonografia da pelveCistos e tumores nos ovários (câncer de ovário ou nódulos não malignos nos ovários)Frequentemente, nenhum outro sintomaSangramento vaginal anômalo (às vezes)Às vezes, indigestão, inchaço, alterações na micção, dor pélvica ou dor nas costasUltrassonografiaSe houver suspeita de câncer, são realizados exames de sangue para medir as substâncias produzidas por certos tumoresEndometriose (retalhos de tecido endometrial que se localizam anormalmente fora do útero)Dor surda ou do tipo cólica que ocorre antes e durante os primeiros dias da menstruaçãoInfertilidadeDor durante a relação sexual, dores nos movimentos intestinais ou na micção (com frequência)Exame médicoUltrassonografia da pelveÀs vezes, laparoscopia (a inserção de microcâmera através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo)MiomasFrequentemente, nenhum outro sintomaNo caso de miomas grandes, às vezes, dor, sensação de pressão ou sangramento vaginal intensoUltrassonografiaÀs vezes, histerossonografia ou histeroscopia (que utiliza um tubo de visualização fino para ver o interior do útero)RM, caso os resultados sejam incongruentesDispositivos intrauterinos (DIUs) que liberam cobre ou, com menos frequência, aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona)Forte sangramento menstrualExame médicoÀs vezes, é feita uma ultrassonografia da pelve para determinar se o DIU está corretamente colocado no úteroSíndrome de congestão pélvica (dor crônica decorrente do acúmulo de sangue nas veias da pelve)Descrição da dorNormalmente dolorida, prolongada e indistinta, mas às vezes aguda ou latejantePior no fim do dia e diminui quando a mulher fica deitadaPior durante ou após a relação sexualDor lombar frequente, dores nas pernas e sangramento vaginal anômaloDe vez em quando, a presença de uma secreção vaginal transparente ou líquidaÀs vezes, a dor é acompanhada pela fadiga, oscilações do humor, dores de cabeça e inchaço abdominalExame médicoUltrassonografia ou técnicas de imagem especializadasLaparoscopia (às vezes)* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.RM = ressonância magnética.ExamesOs exames são feitos para excluir as doenças que talvez estejam causando a dor. A maioria das mulheres faz os seguintes exames:Um exame de gravidez em todas as mulheres em idade fértilUltrassonografia da pelve para verificar se há miomas, endometriose, adenomiose e cistos nos ováriosEm caso de suspeita de doença inflamatória pélvica, uma amostra das secreções é colhida do colo do útero, examinada em microscópio e enviada para um laboratório para ser testada.Se o resultado desses exames for indeterminado e se os sintomas persistirem, um ou mais dos exames a seguir será realizado:Exames de imagem, tais como histerossalpingografia ou histerossonografia para identificar pólipos, miomas e defeitos congênitosHisteroscopia para identificar problemas no colo do útero ou no útero (mas não nos ovários)Ressonância magnética (RM) para identificar outras alteraçõesLaparoscopia se os resultados de outros exames forem indefinidosDurante uma histerossalpingografia, uma radiografia é tirada depois que uma substância que pode ser visualizada na radiografia (meio de contraste radiopaco) é injetada no útero e nas trompas de Falópio através do colo do útero. Uma ressonância magnética (RM) será realizada caso os resultados sejam indeterminados.Na histerossonografia, uma ultrassonografia é realizada depois que o líquido é injetado no útero por um tubo fino inserido através da vagina e colo do útero. O líquido facilita a identificação das anomalias. Durante uma histeroscopia, o médico insere um tubo de visualização fino através da vagina e do colo do útero para ver o interior do útero. Esse procedimento pode ser realizado no consultório médico ou em um hospital em caráter ambulatorial.Durante uma laparoscopia, um tubo de visualização que é inserido através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo é utilizado para visualizar o útero, as trompas de Falópio, os ovários e os órgãos no abdômen. Esse procedimento é realizado em um hospital ou centro cirúrgico. A laparoscopia permite que o médico visualize diretamente as estruturas na pelve.Tratamento das cólicas menstruaisMedicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Com frequência, contraceptivos hormonais Tratamento dos distúrbios de baseQuando as cólicas menstruais derivam de outro distúrbio, ele será devidamente tratado, se possível. Por exemplo, um canal cervical estreito pode ser alargado com uma cirurgia. No entanto, essa operação costuma aliviar a dor apenas temporariamente. Se necessário, o mioma ou tecido endometrial ectópico (decorrente de endometriose) é removido cirurgicamente.Se a mulher tiver dismenorreia primária e não tiver um distúrbio específico que possa ser tratado, é possível que ela use medidas gerais ou AINEs para aliviar os sintomas.Medidas geraisCalor úmido aplicado no abdômen talvez possa ajudar.Dormir e descansar bem e praticar exercícios regularmente talvez também possam ajudar.Outras medidas que são sugeridas para ajudar a aliviar a dor incluem seguir uma dieta pobre em gordura e o consumo de suplementos, tais como ácidos graxos da série ômega 3, semente de linhaça, magnésio, vitamina B1, vitamina E e zinco. Não existe muita evidência para respaldar a utilidade da dieta ou desses suplementos nutricionais, mas a maioria tem poucos riscos e, portanto, é possível que algumas mulheres os experimentem. A mulher deve conversar com o médico antes de usar esses suplementos.MedicamentosSe a dor for incômoda, AINEs, tais como ibuprofeno, naproxeno ou ácido mefenâmico, podem ajudar. Os AINEs devem ser tomados de 24 a 48 horas antes do início da menstruação, até um ou dois dias após o início da menstruação.Caso os AINEs sejam ineficazes, é possível que o médico recomende à mulher que também tome pílulas anticoncepcionais que contêm uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) e estrogênio. Essas pílulas impedem que os ovários liberem um óvulo (ovulação). A mulher que não pode tomar estrogênio pode tomar pílulas anticoncepcionais que contêm apenas uma progestina.Outros tratamentos hormonais podem ser usados se os AINEs ou as pílulas anticoncepcionais não aliviarem os sintomas. Eles incluem progestinas (por exemplo, o levonorgestrel, o etonogestrel, a medroxiprogesterona ou a progesterona micronizada, tomados por via oral), os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (por exemplo, a leuprolida e a nafarelina), os antagonistas do GnRH (por exemplo, o elagolix), um DIU que libera uma progestina ou o danazol (um hormônio masculino sintético). Os agonistas e antagonistas do GnRH ajudam a aliviar as cólicas menstruais causadas por endometriose. O danazol não costuma ser usado porque tem muitos efeitos colaterais.Outros tratamentosCaso exista a possibilidade de a mulher ter endometriose e os medicamentos não tiverem funcionado ou se ela tiver infertilidade, é possível que o médico faça uma cirurgia laparoscópica para confirmar o diagnóstico de endometriose e remover o tecido endometrial (tecido do revestimento do útero) que está localizado fora do útero.Se a mulher tiver dor grave que persiste apesar de ter recebido todos os outros tipos de tratamento, é possível que o médico realize um procedimento que afeta os nervos ligados ao útero e, com isso, bloqueia os sinais de dor. Esses procedimentos incluem:Injeção de um agente anestésico nos nervos (bloqueio nervoso)Eliminação dos nervos com laser, eletricidade ou ultrassomCortar os nervosOs procedimentos para afetar os nervos podem ser realizados com um laparoscópio. Quando esses nervos são cortados, outros órgãos na pelve, tais como os ureteres, são ocasionalmente lesionados.Alguns tratamentos alternativos para as cólicas menstruais foram sugeridos, mas não foram bem estudados. Eles incluem aconselhamento comportamental (por exemplo, dessensibilização sistemática e relaxamento e treinamento para controle da dor), acupuntura e acupressão. A hipnose também está sendo estudada como uma forma de tratamento.Pontos-chaveEm geral, as cólicas menstruais podem não ter uma causa identificável (chamadas de dismenorreia primária).A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e, geralmente, começa alguns dias antes da menstruação e desaparece após dois ou três dias.Para a maioria das mulheres, os exames para diagnosticar a causa da dor são um exame de gravidez, exame médico e ultrassonografia (para verificar se há estruturas anormais ou massas na pelve).Medidas gerais que talvez possam ajudar a aliviar os sintomas da dismenorreia primária incluem sono adequado, praticar atividade física com regularidade e aplicação de calor.AINEs ou um AINE mais pílulas anticoncepcionais que contêm progestina e estrogênio podem ajudar a aliviar a dor.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al.
DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al. --- DescritoresHPV; Neoplasia intraepitelial vulvar; Neoplasia intraepitelial vaginal, Neoplasia intraepitelial cervicalComo citar? Pereira Primo WQ. Lesões pré-invasivas da vulva, da vagina e do colo uterino. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 104/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Oncológica).
Cólicas menstruais(Dismenorreia; menstruação dolorosa)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosCausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Algumas causas e características...As cólicas menstruais são dores na parte inferior do abdômen (pelve), sentidas alguns dias antes, durante ou depois da menstruação. A dor tende a ser mais intensa aproximadamente 24 horas depois do início da menstruação e começa a diminuir após dois a três dias. A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e intermitente. Às vezes, a dor se irradia para a região lombar ou para as pernas.Muitas mulheres também apresentam dor de cabeça, náuseas (às vezes com vômitos), constipação ou diarreia. Elas também podem sentir uma necessidade de urinar com frequência.Algumas mulheres com menstruações dolorosas também apresentam sintomas de tensão pré-menstrual (por exemplo, irritabilidade, nervosismo, depressão, fadiga e inchaço abdominal). Esses sintomas podem persistir durante parte ou toda a menstruação.Às vezes, o sangue menstrual contém coágulos. Os coágulos, que podem ter uma coloração vermelho-vivo ou vermelho escuro, podem conter tecidos e líquidos do revestimento uterino, além de sangue.Os sintomas tendem a ser mais graves seA menstruação começar cedo, em idade precoce.A menstruação for prolongada ou com fluxo intenso.A mulher for fumante.Mulheres da família também tiverem dismenorreia.Os sintomas tendem a diminuir depois que a mulher tem a primeira gravidez e à medida que envelhece.Causas das cólicas menstruaisÉ possível que as cólicas menstruais Não tenham uma causa identificável (um quadro clínico denominado dismenorreia primária)Sejam causadas por outro distúrbio (um quadro clínico denominado dismenorreia secundária)A dismenorreia primária geralmente começa durante a adolescência e pode ficar menos intensa com a idade e após a gravidez. Ela é mais comum que a dismenorreia secundária.A dismenorreia secundária geralmente começa durante a idade adulta (a menos que seja causada por um defeito congênito do sistema reprodutor).Causas comunsMais de 50% das mulheres com dismenorreia têm dismenorreia primária. Em aproximadamente 5% a 15% dessas mulheres, as cólicas são intensas o suficiente para interferir nas atividades diárias, e pode levá-las a faltar à escola ou ao trabalho.Os especialistas acreditam que a dismenorreia primária talvez seja causada pela liberação de substâncias chamadas prostaglandinas no sangue ou tecidos durante a menstruação. A concentração de prostaglandina é elevada em mulheres com dismenorreia primária. As prostaglandinas podem causar a contração do útero (como ocorre durante o parto), reduzindo o fluxo sanguíneo para o útero. Essas contrações podem causar dor e desconforto. As prostaglandinas também fazem com que as terminações nervosas no útero fiquem mais sensíveis à dor.A ansiedade também pode contribuir para a dor.A dismenorreia secundária é causada por anomalias no sistema reprodutor. Ela costuma ser causada porEndometriose: Os tecidos que normalmente se encontram apenas no revestimento uterino (tecido endometrial) crescem para fora do útero. A endometriose é a causa mais comum da dismenorreia secundária.Adenomiose: O tecido endometrial cresce dentro da parede uterina, fazendo com ela se expanda e inche durante a menstruação.Miomas: Esses tumores não cancerosos são compostos de músculo e tecido fibroso e crescem no útero.Causas menos comunsExistem várias causas de dismenorreia secundária menos frequentes. Incluem Cistos e tumores nos ováriosUso de um dispositivo intrauterino (DIU)Doença inflamatória pélvicaTecido cicatricial no úteroDefeitos congênitos da vagina, do colo do útero ou do úteroOs DIUs que liberam cobre costumam ser associados a menstruações dolorosas. Aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) geralmente não causam menstruações dolorosas.Algumas mulheres sentem dor porque a passagem através do colo do útero (canal cervical) é estreita. O estreitamento do canal cervical (estenose cervical) pode surgir após um procedimento, tal como no caso do tratamento de um quadro clínico pré‑canceroso (displasia) do colo do útero.Avaliação das cólicas menstruaisGeralmente, o médico faz um diagnóstico de dismenorreia quando a mulher relata sentir dores incômodas regulares durante a menstruação. Após esse diagnóstico inicial, ele determina se é uma dismenorreia primária ou secundária.Sinais de alertaAlguns sintomas são motivos de preocupação em mulheres com dismenorreia:Dor intensa que surgiu repentinamente ou é novaDor contínuaFebreCorrimento vaginal purulentoDor aguda que piora quando o abdômen é tocado levemente ou até mesmo com um movimento mínimoQuando consultar um médicoA mulher com qualquer sinal de alerta deve consultar um médico assim que possível (geralmente no mesmo dia).Caso a mulher sem sinais de alerta sinta cólicas mais intensas que o normal, ou sinta dores que durem mais que o habitual, ela também deve procurar um médico dentro de poucos dias.Outras mulheres que sentem cólicas menstruais devem entrar em contato com seu médico. É ele quem decide se a mulher ou não precisa vir logo ou não a uma consulta tomando por base os outros sintomas, a idade e o histórico clínico da mulher.O que o médico fazO médico ou outro profissional de saúde faz perguntas sobre a dor e o histórico clínico da mulher, incluindo seu histórico menstrual. Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa para as cólicas menstruais e os exames que talvez precisem ser realizados (consulte a tabela Algumas causas e características das cólicas menstruais).Para poder obter um histórico menstrual completo, o médico pergunta à mulherQual era a sua idade quando as menstruações começaramQuantos dias elas duramQual é a intensidade do fluxoQuanto tempo de intervalo há entre as menstruaçõesSe sua menstruação é regularSe aparecem manchas de sangue nas roupas íntimas entre as menstruaçõesQuando os sintomas apareceram em relação à menstruaçãoO profissional também pergunta à mulher:A idade da mulher quando começou a ter cólica menstrual Quais outros sintomas ela temUma descrição da dor, incluindo seu grau de intensidade, o que alivia ou agrava os sintomas, e de que maneira os sintomas interferem nas atividades diáriasSe ela sente dor pélvica não relacionada com a menstruaçãoSe os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ajudam ou não a aliviar a dorSe ela sente dor durante a atividade sexual ou se teve problemas para engravidar (como pode ocorrer na endometriose)Eles ainda perguntam para a mulher se ela tem ou teve doenças e outros distúrbios que possam causar cólicas, incluindo o uso de certos medicamentos (por exemplo, pílulas anticoncepcionais) ou DIUs. O médico pergunta se ela realizou algum procedimento cirúrgico que aumenta o risco de ter dor pélvica, como, por exemplo, um procedimento que destrói ou remove o revestimento do útero (ablação endometrial).É realizado um exame pélvico. O médico verifica quanto à presença de alterações, inclusive secreção, dor, pólipos e miomas.O médico também apalpa levemente o abdômen na tentativa de detectar áreas que estão particularmente doloridas, pois isso pode indicar uma inflamação grave no abdômen (peritonite).TabelaAlgumas causas e características das cólicas menstruaisTabela Algumas causas e características das cólicas menstruaisCausaCaracterísticas comuns*ExamesAdenomiose (crescimento do tecido que normalmente reveste o útero – chamado de tecido endometrial – por dentro da parede uterina)Menstruação de fluxo intenso e dolorido, com sangramento vaginal entre as menstruações, dor na parte inferior do abdômen (pelve) e uma sensação de pressão sobre a bexiga e o retoÀs vezes, dor durante a relação sexualUltrassonografia ou RM da pelveÀs vezes, é feita uma biópsia em mulheres com sangramento vaginal anômalo para descartar outras causas de sangramentoDefeitos congênitos do trato reprodutor (raros)Às vezes, menstruações que nunca começam (amenorreia primária) Às vezes, alterações encontradas durante o exame pélvico, tais como obstrução vaginal ou um nódulo na pelveExame médicoÀs vezes, histerossalpingografia (uma radiografia realizada depois que um meio de contraste é injetado no útero e nas trompas de Falópio), histerossonografia (uma ultrassonografia realizada após injeção de líquido no útero) ou RMEstenose cervical (estreitamento da passagem através do colo do útero)Ausência de menstruação ou menstruações irregulares, sangramento vaginal entre as menstruações, infertilidade e dor abdominal cíclicaExame médicoÀs vezes, ultrassonografia da pelveCistos e tumores nos ovários (câncer de ovário ou nódulos não malignos nos ovários)Frequentemente, nenhum outro sintomaSangramento vaginal anômalo (às vezes)Às vezes, indigestão, inchaço, alterações na micção, dor pélvica ou dor nas costasUltrassonografiaSe houver suspeita de câncer, são realizados exames de sangue para medir as substâncias produzidas por certos tumoresEndometriose (retalhos de tecido endometrial que se localizam anormalmente fora do útero)Dor surda ou do tipo cólica que ocorre antes e durante os primeiros dias da menstruaçãoInfertilidadeDor durante a relação sexual, dores nos movimentos intestinais ou na micção (com frequência)Exame médicoUltrassonografia da pelveÀs vezes, laparoscopia (a inserção de microcâmera através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo)MiomasFrequentemente, nenhum outro sintomaNo caso de miomas grandes, às vezes, dor, sensação de pressão ou sangramento vaginal intensoUltrassonografiaÀs vezes, histerossonografia ou histeroscopia (que utiliza um tubo de visualização fino para ver o interior do útero)RM, caso os resultados sejam incongruentesDispositivos intrauterinos (DIUs) que liberam cobre ou, com menos frequência, aqueles que liberam uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona)Forte sangramento menstrualExame médicoÀs vezes, é feita uma ultrassonografia da pelve para determinar se o DIU está corretamente colocado no úteroSíndrome de congestão pélvica (dor crônica decorrente do acúmulo de sangue nas veias da pelve)Descrição da dorNormalmente dolorida, prolongada e indistinta, mas às vezes aguda ou latejantePior no fim do dia e diminui quando a mulher fica deitadaPior durante ou após a relação sexualDor lombar frequente, dores nas pernas e sangramento vaginal anômaloDe vez em quando, a presença de uma secreção vaginal transparente ou líquidaÀs vezes, a dor é acompanhada pela fadiga, oscilações do humor, dores de cabeça e inchaço abdominalExame médicoUltrassonografia ou técnicas de imagem especializadasLaparoscopia (às vezes)* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.RM = ressonância magnética.ExamesOs exames são feitos para excluir as doenças que talvez estejam causando a dor. A maioria das mulheres faz os seguintes exames:Um exame de gravidez em todas as mulheres em idade fértilUltrassonografia da pelve para verificar se há miomas, endometriose, adenomiose e cistos nos ováriosEm caso de suspeita de doença inflamatória pélvica, uma amostra das secreções é colhida do colo do útero, examinada em microscópio e enviada para um laboratório para ser testada.Se o resultado desses exames for indeterminado e se os sintomas persistirem, um ou mais dos exames a seguir será realizado:Exames de imagem, tais como histerossalpingografia ou histerossonografia para identificar pólipos, miomas e defeitos congênitosHisteroscopia para identificar problemas no colo do útero ou no útero (mas não nos ovários)Ressonância magnética (RM) para identificar outras alteraçõesLaparoscopia se os resultados de outros exames forem indefinidosDurante uma histerossalpingografia, uma radiografia é tirada depois que uma substância que pode ser visualizada na radiografia (meio de contraste radiopaco) é injetada no útero e nas trompas de Falópio através do colo do útero. Uma ressonância magnética (RM) será realizada caso os resultados sejam indeterminados.Na histerossonografia, uma ultrassonografia é realizada depois que o líquido é injetado no útero por um tubo fino inserido através da vagina e colo do útero. O líquido facilita a identificação das anomalias. Durante uma histeroscopia, o médico insere um tubo de visualização fino através da vagina e do colo do útero para ver o interior do útero. Esse procedimento pode ser realizado no consultório médico ou em um hospital em caráter ambulatorial.Durante uma laparoscopia, um tubo de visualização que é inserido através de uma pequena incisão logo abaixo do umbigo é utilizado para visualizar o útero, as trompas de Falópio, os ovários e os órgãos no abdômen. Esse procedimento é realizado em um hospital ou centro cirúrgico. A laparoscopia permite que o médico visualize diretamente as estruturas na pelve.Tratamento das cólicas menstruaisMedicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)Com frequência, contraceptivos hormonais Tratamento dos distúrbios de baseQuando as cólicas menstruais derivam de outro distúrbio, ele será devidamente tratado, se possível. Por exemplo, um canal cervical estreito pode ser alargado com uma cirurgia. No entanto, essa operação costuma aliviar a dor apenas temporariamente. Se necessário, o mioma ou tecido endometrial ectópico (decorrente de endometriose) é removido cirurgicamente.Se a mulher tiver dismenorreia primária e não tiver um distúrbio específico que possa ser tratado, é possível que ela use medidas gerais ou AINEs para aliviar os sintomas.Medidas geraisCalor úmido aplicado no abdômen talvez possa ajudar.Dormir e descansar bem e praticar exercícios regularmente talvez também possam ajudar.Outras medidas que são sugeridas para ajudar a aliviar a dor incluem seguir uma dieta pobre em gordura e o consumo de suplementos, tais como ácidos graxos da série ômega 3, semente de linhaça, magnésio, vitamina B1, vitamina E e zinco. Não existe muita evidência para respaldar a utilidade da dieta ou desses suplementos nutricionais, mas a maioria tem poucos riscos e, portanto, é possível que algumas mulheres os experimentem. A mulher deve conversar com o médico antes de usar esses suplementos.MedicamentosSe a dor for incômoda, AINEs, tais como ibuprofeno, naproxeno ou ácido mefenâmico, podem ajudar. Os AINEs devem ser tomados de 24 a 48 horas antes do início da menstruação, até um ou dois dias após o início da menstruação.Caso os AINEs sejam ineficazes, é possível que o médico recomende à mulher que também tome pílulas anticoncepcionais que contêm uma progestina (uma forma sintética do hormônio feminino progesterona) e estrogênio. Essas pílulas impedem que os ovários liberem um óvulo (ovulação). A mulher que não pode tomar estrogênio pode tomar pílulas anticoncepcionais que contêm apenas uma progestina.Outros tratamentos hormonais podem ser usados se os AINEs ou as pílulas anticoncepcionais não aliviarem os sintomas. Eles incluem progestinas (por exemplo, o levonorgestrel, o etonogestrel, a medroxiprogesterona ou a progesterona micronizada, tomados por via oral), os agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) (por exemplo, a leuprolida e a nafarelina), os antagonistas do GnRH (por exemplo, o elagolix), um DIU que libera uma progestina ou o danazol (um hormônio masculino sintético). Os agonistas e antagonistas do GnRH ajudam a aliviar as cólicas menstruais causadas por endometriose. O danazol não costuma ser usado porque tem muitos efeitos colaterais.Outros tratamentosCaso exista a possibilidade de a mulher ter endometriose e os medicamentos não tiverem funcionado ou se ela tiver infertilidade, é possível que o médico faça uma cirurgia laparoscópica para confirmar o diagnóstico de endometriose e remover o tecido endometrial (tecido do revestimento do útero) que está localizado fora do útero.Se a mulher tiver dor grave que persiste apesar de ter recebido todos os outros tipos de tratamento, é possível que o médico realize um procedimento que afeta os nervos ligados ao útero e, com isso, bloqueia os sinais de dor. Esses procedimentos incluem:Injeção de um agente anestésico nos nervos (bloqueio nervoso)Eliminação dos nervos com laser, eletricidade ou ultrassomCortar os nervosOs procedimentos para afetar os nervos podem ser realizados com um laparoscópio. Quando esses nervos são cortados, outros órgãos na pelve, tais como os ureteres, são ocasionalmente lesionados.Alguns tratamentos alternativos para as cólicas menstruais foram sugeridos, mas não foram bem estudados. Eles incluem aconselhamento comportamental (por exemplo, dessensibilização sistemática e relaxamento e treinamento para controle da dor), acupuntura e acupressão. A hipnose também está sendo estudada como uma forma de tratamento.Pontos-chaveEm geral, as cólicas menstruais podem não ter uma causa identificável (chamadas de dismenorreia primária).A dor costuma ser do tipo cólica ou ser uma dor surda e constante, mas também pode ser em pontada ou latejante e, geralmente, começa alguns dias antes da menstruação e desaparece após dois ou três dias.Para a maioria das mulheres, os exames para diagnosticar a causa da dor são um exame de gravidez, exame médico e ultrassonografia (para verificar se há estruturas anormais ou massas na pelve).Medidas gerais que talvez possam ajudar a aliviar os sintomas da dismenorreia primária incluem sono adequado, praticar atividade física com regularidade e aplicação de calor.AINEs ou um AINE mais pílulas anticoncepcionais que contêm progestina e estrogênio podem ajudar a aliviar a dor.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- DISTÚRBIOS PRÉ-MENSTRUAISFrequentemente as mulheres em idade reprodutiva apresen-tam sintomas no final da fase lútea do seu ciclo menstrual, e essas queixas são chamadas de síndrome pré-menstrual (SPM) ou tensão pré-menstrual (TPM). Quase 300 sintomas foram relatados e costumam incluir queixas psiquiátricas e físicas (Tabela 13-13) (Endicott, 2006; Halbreich, 2003a). Para a maioria das mulheres, esses sintomas são autolimitados. En-tretanto, quase 15% relatam sintomas moderados a intensos e que causam algum grau de incapacidade ou requerem conside-ração especial (Wittchen, 2002). --- • Estresse, alteração de peso, alteração de hábitos alimentares e atividade física, presença de doenças crônicas? Essas mani -festações podem associar-se à amenorreia hipotalâmica ou hipofisária. • Presença de dor pélvica cíclica (cólica) de caráter progressivo, associada à amenorreia primária? Nesta situação, com hormô-nios normais e útero funcionante, pode haver obstrução do fluxo menstrual. • Fogachos, secura vaginal? Sugere hipoestrogenismo, porém são mais presentes na amenorreia secundária. • Sinais e sintomas de hiperandrogenismo (acne, hirsutismo, virilização)? Essas manifestações podem relacionar-se à ano -vulação hiperandrogênica, como na síndrome dos ovários poli-císticos, na hiperplasia adrenal congênita. • Secreção nas mamas? Galactorreia sugere hiperprolactinemia. • Ausência da menstruação pós-parto? Especialmente com a caracterização de agalactia, pode sugerir síndrome de Sheehan. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- AutorAnoMétodo diagnósticoNúmerodegestantesPrevalência(%)Haddad1991Gram, exame a fresco, cultura ecolpocitologia13313,5Simões et al. 1998Gram3289,5Carvalho et al. 2001Gram61119Camargo et al. 2005Escore de Nugent et al. 78516,1podre) como a reclamação mais característica, presente em 49% das mulheres; outra queixa importante é apresença de secreção vaginal aumentada, fluida, homogênea, bolhosa, esbranquiçada, acinzentada ouamarelada, que se acentua após o coito e a menstruação; outros sintomas incluem dor abdominal, ardor àmicção, menorragia e metrorragia (Figura 62.38). Amsel et al.
{"justificativa": "O contexto analisado aborda diversos distúrbios que podem ocorrer no ciclo menstrual, incluindo a síndrome pré-menstrual, mas não menciona diretamente a coceira vaginal associada a esses períodos. Embora algumas informações sobre sintomas menstruais possam ser úteis, a falta de menção específica sobre coceira vaginal torna o contexto menos relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda distúrbios pré-menstruais e sintomas associados ao ciclo menstrual, o que pode incluir coceira vaginal. No entanto, não fornece informações específicas sobre a coceira vaginal em si ou suas possíveis causas diretas. Portanto, embora haja alguma relação com a menstruação, as informações não são suficientemente relevantes para a pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre corrimento vaginal, coceira e possíveis infecções relacionadas às mudanças hormonais e à saúde ginecológica, que são diretamente pertinentes à pergunta sobre coceira vaginal antes e durante a menstruação. Isso ajuda a elucidar possíveis causas e tratamentos, conferindo uma alta relevância ao espectro da pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda diversos tipos de corrimento vaginal antes da menstruação e menciona especificamente a coceira vaginal como um possível sintoma associado a infecções, como vaginose bacteriana e candidíase, que são relevantes para a pergunta do usuário sobre coceira vaginal. Portanto, o contexto é muito útil para entender as causas potenciais e as orientações sobre quando buscar ajuda médica.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto se concentra nas cólicas menstruais e suas causas, mas não aborda diretamente a coceira vaginal, que pode ser um sintoma de infecções ou desequilíbrios hormonais. Embora algumas informações sobre menstruação possam ser úteis, não informam especificamente sobre a coceira vaginal antes ou durante a menstruação e suas possíveis causas.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona sintomas e condições relacionadas ao ciclo menstrual, mas não aborda especificamente a coceira vaginal, que é a principal preocupação da pergunta. Apesar de mencionar hormonais e sintomas que podem ocorrer durante o ciclo menstrual, não fornece informações diretas sobre coceira vaginal e suas possíveis causas.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto analisado discute cólicas menstruais e dismenorreia, que podem estar associadas a sintomas como coceira vaginal. No entanto, o foco principal do documento é sobre dor e não diretamente sobre coceira, tornando a informação menos relevante para a questão específica do usuário sobre coceira vaginal.", "nota": 2} ```
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qual é o tempo da janela imunológica para saber se tenho alguma dstcom quanto tempo consigo descobrir caso tenha alguma coisa
nao septos fino são benignos geralmente por aglomeramento de ou mais folículos cisticos benignos a conduta neste caso seria acompanhamento semestral através de usg semestral
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
Na SPA-1, a DA é vista em 60 a 100% dos casos. Geralmente, ocorre após a candidíase crônica e o HPT. A idade dosurgimento, contudo, é bastante variável – entre 6 meses e 41 anos –, com um pico em torno dos 13 anos. 21,22 Anticorpos anti-córtex adrenal (ACA) e contra a 21-hidroxilase (Ac21OH), a 17α-hidroxilase e a enzima de clivagem da cadeia lateral docolesterol (P450scc) são observados em, respectivamente, 86%, 78 a 92%, 55% e 45% dos casos.13,22,25 Devido à grandeacurácia diagnóstica (próxima a 100%) dos anticorpos anti- interferon- ώ para o diagnóstico da SPA-1, foi proposto que odiagnóstico seja feito em pacientes com apenas um dos componentes principais da síndrome, desde que na presença dessemarcador imunológico.26A SPA-2, também conhecida como síndrome de Schmidt, é herdada de forma autossômica dominante, com penetrânciaincompleta. Tem prevalência de 1,4 a 2,0 por 100.000 habitantes e predomina no sexo feminino, na proporção de 2 a 3,7:1. --- Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM. A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida. Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum. --- Após a ovulação, a viscosidade do muco aumenta e ele se mostra granulado e espesso (muco gestagênico). 38 Fatores limitantesna análise do muco para detectar ovulação são infecções genitais e LUF, entre outros.2Hoje em dia, já existem dispositivos pessoais, minimicroscópios, que usam a saliva em vez do muco cervical para monitoraro período de ovulação.2Citologia hormonalNo exame de Papanicolaou, observam-se células eosinofílicas planas e espalhadas na fase folicular, as quais tornam-se maispróximas umas das outras e basofílicas quando a ovulação ocorre. LUF também é uma limitação para esse método.2Temperatura corporal basalA secreção de progesterona durante a fase lútea aumenta a temperatura do corpo em 0,3 a 0,5°. No entanto, infecções e atémesmo o estresse podem também alterar a temperatura corporal, tornando esse método indireto igualmente limitado para aconfirmação da ovulação hoje em dia.2geralmente 28 a 36 horas após o início do aumento de LH, e de 8 a 20 horas após o pico. O estrogênio, o FSH e a progesteronasobem até atingir um pico ovulatório. Evidências sugerem que as mulheres mais velhas com diminuição dos níveis de folículostêm a produção de inibina B diminuída, levando a um aumento do FSH, em comparação com as mulheres jovens.2,34 FSH. Determina se a paciente é hipergonadotrófica. Em casos de amenorreia causada por estresse (i. e., amenorreiahipotalâmica), o nível de FSH estará na faixa baixa ou normal. Se o nível de FSH estiver no intervalo de menopausa, tal comodefinido pelo laboratório de referência, o teste deverá ser repetido ao longo de 1 mês com uma medição de estradiol no soro. --- ▶ Amamentação. A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008). Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento. ConceitoInfecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis no trato geniturinário da mulher e do homem. Representa, em conjunto com a candidíase e com a vaginose bacteriana, um dos principais tipos de infecçãovaginal. É classificada, junto com sífilis, gonorreia e clamídia, como clássica DST curável. Estima-se que ocorram no mundo mais de 170 milhões de casos a cada ano. No Brasil são mais de 4,3milhões de casos novos por ano. Período de incubaçãoT. vaginalis é patógeno exclusivo dos humanos; assim, quase não existem estudos pormenorizados. Admite-seque, após a inoculação do T. vaginalis na vagina, a sintomatologia ocorra em 1 a 2 semanas. Todavia, dependeráda quantidade do inóculo, virulência do parasita e imunidade local. --- • Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorologias reagentes.
{"justificativa": "O documento analisado menciona informações sobre o diagnóstico de infecções e o período de incubação de certas DSTs, o que pode ajudar a responder sobre a janela imunológica. No entanto, não aborda diretamente o tempo específico da janela imunológica para todas as DSTs.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona a infecção por Trichomonas vaginalis, que é uma DST comum, incluindo informações sobre período de incubação e janela imunológica, mas não aborda diretamente a janela imunológica de forma clara. Além disso, contém informações sobre diagnóstico de infecções e anticorpos, que podem ser tangencialmente relevantes, mas não tratam especificamente da pergunta sobre DSTs em geral.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa diagnóstico de infecções, incluindo a infecção por Trichomonas vaginalis, que é mencionada como uma DST. Contudo, não fornece informações diretas sobre a janela imunológica para DSTs em geral ou sobre o tempo exato para descobri-las, o que é o foco da pergunta do usuário. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto inclui informações sobre o diagnóstico de infecções, como a interpretação de anticorpos IgG e IgM, além de mencionar infecções como a tricomoníase, que é uma DST. Embora não aborde diretamente o tempo da janela imunológica para todas as DSTs, fornece insights sobre o diagnóstico e acompanhamento de infecções.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a detecção de anticorpos IgG e IgM para diagnóstico de infecções, que pode ser relevante para a compreensão do tempo de janela imunológica para DSTs. No entanto, não menciona especificamente o tempo da janela imunológica em relação a todas as DSTs. Portanto, as informações são parcialmente úteis, mas não abrangem diretamente a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute o diagnóstico de infecções e a presença de anticorpos relacionados a elas, mas não aborda diretamente o conceito de janela imunológica específico para DSTs. Portanto, é apenas vagamente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado contém informações sobre o diagnóstico de infecções e o período de incubação de algumas DSTs, além da descrição da análise de anticorpos. No entanto, não aborda diretamente a questão específica sobre a janela imunológica para DSTs, que é o foco da pergunta do usuário; portanto, sua relevância é limitada.", "nota": 2}
21,183
boa noiteestou grávida de semanas de gravidez anembrionariadevo esperar a perda espontânea ou fazer outro procedimentotou com muito medo
olá o ideal é que seu próprio organismo expulse sem precisar de curetagem uterina em geral aguardase um período de até semanas mas isso é relativo e deve ser avaliado caso a caso em consulta médica não tendo resolução espontânea dentro do período esperado ou aparecendo sinais de sangramento intenso ou infecção uma conduta ativa deverá ser tomada pelo seu médico abraços
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides. --- Quadro clínicoAchados ultrassonográficosRisco de abortamentoFluxo interviloso ao Doppler colorido antes de 10 semanasHematoma subcoriônicoÁrea anecoica entre a membrana coriônica e o úteroAmeaça de abortamentoQualquerAbortamento completoEco endometrial central (espessura < 8 a 10 mm)Abortamento incompletoQualquer espessura endometrial; tecido heterogêneo distorcendo o eco médioendometrialAbortamento infectadoAbscesso pélvicoOvo anembrionadoSG > 20 mm sem embriãoAbortamento retidoCCN > 5 mm sem atividade cardíacaSG, saco gestacional; CCN, comprimento cabeça-nádega. Ameaça de abortamentoQuadro clínicoConsiste, fundamentalmente, em hemorragia, que traduz anomalia decidual e/ou descolamento do ovo, e dor,sinal de contração uterina. ▶ Hemorragia.
{"justificativa": "O contexto oferece informações relevantes sobre tipos de abortamento, incluindo abortamento retido e anembrionado, além de opções de tratamento. Isso pode ajudar o usuário a entender sua situação e as possíveis condutas, considerando o medo e a incerteza expressos na pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre diferentes tipos de abortamento, incluindo abortamento retido e ovo anembrionado, que são diretamente relevantes para a situação de uma gestante preocupada com a perda do filho. Além disso, aborda opções de tratamento, que podem auxiliar a usuária em sua decisão.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre diferentes tipos de abortamento, incluindo abortamento retido e anembrionado, além das possíveis condutas médicas. Isso é relevante para a pergunta do usuário, que está em dúvida sobre esperar a perda espontânea ou realizar um procedimento, pois discute opções de tratamento e diagnóstico em casos semelhantes. Entretanto, a relação não é tão direta, pois não se menciona especificamente a experiência emocional da gestante. Portanto, a nota é 2.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações relevantes sobre abortamento, incluindo tipos como abortamento retido e ovo anembrionado, que são diretamente relacionados à situação descrita na pergunta. As informações sobre tratamento, diagnóstico e intervenções médicas podem ajudar a usuário a entender melhor as opções disponíveis e o que esperar. Portanto, o contexto é pertinente e contribui para a formulação de uma resposta adequada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre tipos de abortamento, incluindo abortamento retido e anembrionado, que são diretamente relacionados à situação da usuária. Tais informações podem ajudar a compreender as opções disponíveis e os riscos envolvidos, o que é crucial para a tomada de decisão sobre esperar ou considerar um procedimento. Além disso, menciona condutas e diagnósticos que podem ser úteis em sua situação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa diversas formas de abortamento, incluindo abortamento retido e anembrionado, que são diretamente relevantes para a condição da usuária e sua pergunta sobre a espera pela perda espontânea ou a realização de outro procedimento. Fornece informações sobre diagnósticos e opções de tratamento, ajudando a esclarecer a situação da gestante.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre diferentes tipos de abortamento, incluindo abortamento retido e anembrionado, que são diretamente relevantes para a situação da usuária. Isso pode ajudar a informar sobre as opções de tratamento e o que considerar em termos de se esperar por uma perda espontânea ou optar por um procedimento, que é a preocupação principal expressada na pergunta.", "nota": 3}
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tomei a primeira dose de depoprovera ha mes mas faz uns três dias que estou vendo um escape é normal
o progestógeno de uso trimestral pode ter como efeito adverso especialmente no início alguns problemas relacionados a sangramentos irregulares mas se persistirem é importante fazer o exame ginecológico a fim de afastar outras causas
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- SNC /H11005 sistema nervoso central; SDHEA /H11005 sulfato de desidroepiandrosterona; FSH /H11005 hormônio folículo-estimulante; GnRH /H11005 hormônio liberador da gonadotrofina; LH /H11005 hormônio luteinizante; RM /H11005 ressonância magnética; TSH /H11005 hormônio estimulante da tireoide. Hoffman_14.indd 394 03/10/13 17:00gráfico da pelve normal e crescimento normal. O tratamento consiste em vigilância cuidadosa e tranquilização da paciente e sua família de que o restante do desenvolvimento puberal ocorrerá na idade normal.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- 5A dose deve ser ajustada de acordo com o paciente, conforme for necessário para ocontrole dos sintomas. A dose média inicial na crise é de 2,5 a 10 mg/dia, podendochegar a 20 mg ou mais. A dose de manutenção deve ser a menor possível, geralmenteem torno de 5 mg. A forma depot tem início de ação entre 24 e 72 horas e efeitos APsentre 48 e 96 horas. Para a maioria dos pacientes, pode-se iniciar o tratamento com 1/2ou 1 ampola a cada 15 dias. De modo geral, recomenda-se iniciar o tratamento com aapresentação oral antes de passar para as formas de depósito. Apesar de não haverfórmula padronizada para conversão, sugere-se que 10 mg de flufenazina VO sejamequivalentes a 12,5 mg do fármaco em depósito a cada 3 semanas. 2. Além disso, bloqueia os D3em grande intensidade, os D1 e D4 em menor grau, e os receptores α1, 5-HT2 e H1. 6,7Mais comuns: acatisia, distonia, parkinsonismo, rigidez muscular, sedação, ECEs,tremores finos. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- 1,2A forma decanoato de flupentixol promove uma liberação lenta no local da injeção comprolongamento do tempo de ação. O início da ação normalmente acontece entre 24 e 72horas depois da injeção, e a melhora dos sintomas continua durante 2 a 4 semanas. Adose de manutenção recomendada na forma de depósito é de 200 a 400 mg deflupentixol a cada 14 dias. 32, mas com ação também nosreceptores D1 e serotonérgicos 5-HT2A. Está entre os APs que têm menor probabilidadede causar sedação e hipotensão, mas com propensão a ECEs. Tem efeito também nossintomas negativos da esquizofrenia comparado a outros APAs. 2,4-6Mais comuns: ECEs, tremor, agitação, boca seca e ganho de peso.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- SNC /H11005 sistema nervoso central; SDHEA /H11005 sulfato de desidroepiandrosterona; FSH /H11005 hormônio folículo-estimulante; GnRH /H11005 hormônio liberador da gonadotrofina; LH /H11005 hormônio luteinizante; RM /H11005 ressonância magnética; TSH /H11005 hormônio estimulante da tireoide. Hoffman_14.indd 394 03/10/13 17:00gráfico da pelve normal e crescimento normal. O tratamento consiste em vigilância cuidadosa e tranquilização da paciente e sua família de que o restante do desenvolvimento puberal ocorrerá na idade normal.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- SNC /H11005 sistema nervoso central; SDHEA /H11005 sulfato de desidroepiandrosterona; FSH /H11005 hormônio folículo-estimulante; GnRH /H11005 hormônio liberador da gonadotrofina; LH /H11005 hormônio luteinizante; RM /H11005 ressonância magnética; TSH /H11005 hormônio estimulante da tireoide. Hoffman_14.indd 394 03/10/13 17:00gráfico da pelve normal e crescimento normal. O tratamento consiste em vigilância cuidadosa e tranquilização da paciente e sua família de que o restante do desenvolvimento puberal ocorrerá na idade normal.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- SNC /H11005 sistema nervoso central; SDHEA /H11005 sulfato de desidroepiandrosterona; FSH /H11005 hormônio folículo-estimulante; GnRH /H11005 hormônio liberador da gonadotrofina; LH /H11005 hormônio luteinizante; RM /H11005 ressonância magnética; TSH /H11005 hormônio estimulante da tireoide. Hoffman_14.indd 394 03/10/13 17:00gráfico da pelve normal e crescimento normal. O tratamento consiste em vigilância cuidadosa e tranquilização da paciente e sua família de que o restante do desenvolvimento puberal ocorrerá na idade normal.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- SNC /H11005 sistema nervoso central; SDHEA /H11005 sulfato de desidroepiandrosterona; FSH /H11005 hormônio folículo-estimulante; GnRH /H11005 hormônio liberador da gonadotrofina; LH /H11005 hormônio luteinizante; RM /H11005 ressonância magnética; TSH /H11005 hormônio estimulante da tireoide. Hoffman_14.indd 394 03/10/13 17:00gráfico da pelve normal e crescimento normal. O tratamento consiste em vigilância cuidadosa e tranquilização da paciente e sua família de que o restante do desenvolvimento puberal ocorrerá na idade normal.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais. --- Hoffman_39.indd 968 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.comcaracteristicamente, assinala o retorno da função normal, e a eliminação de fezes em geral ocorre em 1 a 2 dias. --- Produto comercial(fabricante)Via deadministraçãoComposição Posologia habitualProvera® (Pfizer) Oral Acetato demedroxiprogesterona(comp. 2,5, 5 e 10 mg)Tomar 1 comp. (5 mg) por dia,durante 12 dias (esquemasequencial)Duphaston® (Abbott) Oral Didrogesterona (comp. --- SNC /H11005 sistema nervoso central; SDHEA /H11005 sulfato de desidroepiandrosterona; FSH /H11005 hormônio folículo-estimulante; GnRH /H11005 hormônio liberador da gonadotrofina; LH /H11005 hormônio luteinizante; RM /H11005 ressonância magnética; TSH /H11005 hormônio estimulante da tireoide. Hoffman_14.indd 394 03/10/13 17:00gráfico da pelve normal e crescimento normal. O tratamento consiste em vigilância cuidadosa e tranquilização da paciente e sua família de que o restante do desenvolvimento puberal ocorrerá na idade normal.
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona sangramento leve ou de escape após procedimentos cirúrgicos, mas não se relaciona diretamente com o uso de Depoprovera ou com a experiência de efeito colateral da contracepção. A informação não aborda a situação específica da pergunta sobre a primeira dose do Depoprovera e seus efeitos.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não apresenta informações relevantes sobre o uso de Depoprovera ou sobre o sintoma de escape menstrual, que é a preocupação do usuário. Embora mencione sangramento leve após cirurgia, isso não se aplica à questão específica sobre o anticoncepcional.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona sangramento leve ou de escape após cirurgia, o que é parcialmente relevante para a questão sobre escape após a primeira dose de Depoprovera. No entanto, o foco do contexto está em pós-operatório e não é especificamente sobre o uso de contraceptivos ou efeitos colaterais dessa medicação, diminuindo sua aplicabilidade na resposta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa aspectos relacionados a sangramentos leves após cirurgias, mas não aborda diretamente o uso de Depoprovera ou o que significa ter um escape após a primeira dose. Consequentemente, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado menciona alguns pontos sobre sangramento leve ou de escape, mas está muito mais voltado para informações pós-operatórias e não aborda especificamente o uso do Depoprovera ou suas possíveis consequências. Portanto, é apenas parcialmente relevante para a pergunta sobre o escape após a primeira dose de Depoprovera.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto não aborda diretamente a questão sobre o escape após o uso de Depoprovera, que é um anticoncepcional injetável. As informações estão mais relacionadas a sangramentos pós-operatórios e tratamentos hormonais que não são relevantes para a situação específica narrada pelo usuário.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fala sobre sangramentos leves ou de escape, mas está relacionado a questões pós-operatórias e não menciona especificamente o uso do Depo-Provera ou seus efeitos colaterais. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
21,862
olá minha mestruação veio dia de fevereiro e acabou dia ate agora não desceu posso esta gravida
oládepende de como é o seu ciclo menstrualmas a partir do momento que há atraso menstrual devemos sempre pensar e desconfiar de gestação
▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer. --- da gravidez é excessivo. Pelo menos parte do seu ganho de peso parece ser o resultadode um volume maior do que o normal de fluido amniótico. A paciente mora em uma árearural remota, longe de um centro de imagens. A amniocentese é realizada, e o relatóriodo laboratório indica a presença de um nível elevado de α-fetoproteína no fluidoamniótico. O obstetra está preocupado que esta gravidez não resulte em um parto úniconormal. De que condições o obstetra suspeita e por quê?A Atresia de esôfagoB Agenesia renalC TrigêmeosD AnencefaliaE Placenta préviaAs membranas extraembrionárias consistem em córion (a combinação do trofoblastocom o mesoderme extraembrionário subjacente), âmnio, saco vitelino e alantoide.
▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer. --- da gravidez é excessivo. Pelo menos parte do seu ganho de peso parece ser o resultadode um volume maior do que o normal de fluido amniótico. A paciente mora em uma árearural remota, longe de um centro de imagens. A amniocentese é realizada, e o relatóriodo laboratório indica a presença de um nível elevado de α-fetoproteína no fluidoamniótico. O obstetra está preocupado que esta gravidez não resulte em um parto úniconormal. De que condições o obstetra suspeita e por quê?A Atresia de esôfagoB Agenesia renalC TrigêmeosD AnencefaliaE Placenta préviaAs membranas extraembrionárias consistem em córion (a combinação do trofoblastocom o mesoderme extraembrionário subjacente), âmnio, saco vitelino e alantoide.
Sinto cólicas, mas a menstruação não vem. Posso estar grávida? “Estou sentindo cólicas hoje, mas não estou menstruada. Será que posso estar grávida?” As cólicas podem ser um sintoma inicial de gravidez, mas também podem ser normais na fase pré-menstrual. Por isso, para tirar a dúvida, faça um teste de gravidez de farmácia. Ele é fácil de usar e muito confiável. Se o teste der um resultado positivo, o ideal é confirmar o diagnóstico com um médico, dessa forma, é recomendado que consulte um ginecologista. Caso esteja suspeitando de gravidez, mas ainda não tenha conseguido fazer o teste, observe também se existem outros sintomas clássicos, como: Náuseas; Vômitos; Cansaço ou sonolência. O aumento das mamas é outro sinal que tende a estar presente no início da gravidez, mas que também pode acontecer no período pré-menstrual normal. Se as cólicas se tornarem muito intensas, é importante ir a um pronto socorro ou emergência médica, para identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado. --- Tomo anticoncepcional e a menstruação não veio, posso estar grávida? “Tomo anticoncepcional mas a menstruação não veio quando deveria, posso estar grávida?” Caso tenha ocorrido alguma irregularidade no uso do anticoncepcional existe o risco de gravidez, mas caso o uso do anticoncepcional tenha sido correto, sem nenhuma falha, dificilmente você pode estar grávida. É um efeito adverso comum dos anticoncepcionais hormonais causarem irregularidade menstrual, diminuição do fluxo menstrual ou a total ausência da menstruação (amenorreia). Uso irregular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se você tomou o anticoncepcional de forma irregular, esqueceu de tomar a pílula ou ainda apresentou diarreia, vômitos, ou usou algum medicamento que interfere na eficácia da pílula (rifampicina, anticonvulsivantes, barbitúricos ou antirretrovirais), pode estar grávida. Caso a menstruação se mantenha atrasada por mais de 15 dias, realize um teste de gravidez para confirmar ou afastar essa hipótese e, se a dúvida persistir, consulte um médico para uma avaliação. Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças. --- Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida? “Minha menstruação veio esses dias, mas depois que tive relação notei que ela parou. Posso estar grávida?” Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim e não é nenhum sintoma de que você está grávida. Além disso, ter relações íntimas durante a menstruação normalmente não a interrompe. Em um ciclo menstrual de 28 dias, o óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia da menstruação e sobrevive por em torno de 24 horas. Assim, quando a relação acontece durante a menstruação, é pouco provável que exista um óvulo para ser fecundado, o que diminui as chances de um gravidez. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação. --- Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista. --- Minha menstruação veio duas vezes esse mês, posso estar grávida? “Minha menstruação veio duas vezes este mês e tive uma relação sem preservativo nesse intervalo. Posso estar grávida?” Menstruar duas vezes no mesmo mês não é um sinal de gravidez, mas o sangramento de nidação, que é comum neste caso e corresponde à implantação do embrião no útero, algumas vezes pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento normalmente é menor que o da menstruação, podendo ser semelhante a gotas de sangue na roupa íntima em alguns casos. Geralmente, acontece entre 7 e 14 dias após a relação sexual. Veja como saber se houve fecundação e nidação. Assim, também é importante estar atenta a outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar ou cansaço, que são comuns no início da gestação, em caso de suspeita de uma gravidez. Possíveis causas de menstruação duas vezes no mês As principais causas para a menstruação vir duas vezes no mesmo mês incluem: Estresse excessivo; Alterações rápidas no peso; Excesso de atividade física; Uso de medicamentos, especialmente anticoncepcionais; Problemas hormonais; Doenças ginecológicas, como mioma uterino e ovários policísticos. Além disso, menstruar duas vezes no mês é mais frequente em mulheres no início ou próximas do final da idade reprodutiva sem que isso indique um problema sério.
Sinto cólicas, mas a menstruação não vem. Posso estar grávida? “Estou sentindo cólicas hoje, mas não estou menstruada. Será que posso estar grávida?” As cólicas podem ser um sintoma inicial de gravidez, mas também podem ser normais na fase pré-menstrual. Por isso, para tirar a dúvida, faça um teste de gravidez de farmácia. Ele é fácil de usar e muito confiável. Se o teste der um resultado positivo, o ideal é confirmar o diagnóstico com um médico, dessa forma, é recomendado que consulte um ginecologista. Caso esteja suspeitando de gravidez, mas ainda não tenha conseguido fazer o teste, observe também se existem outros sintomas clássicos, como: Náuseas; Vômitos; Cansaço ou sonolência. O aumento das mamas é outro sinal que tende a estar presente no início da gravidez, mas que também pode acontecer no período pré-menstrual normal. Se as cólicas se tornarem muito intensas, é importante ir a um pronto socorro ou emergência médica, para identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado. --- Tomo anticoncepcional e a menstruação não veio, posso estar grávida? “Tomo anticoncepcional mas a menstruação não veio quando deveria, posso estar grávida?” Caso tenha ocorrido alguma irregularidade no uso do anticoncepcional existe o risco de gravidez, mas caso o uso do anticoncepcional tenha sido correto, sem nenhuma falha, dificilmente você pode estar grávida. É um efeito adverso comum dos anticoncepcionais hormonais causarem irregularidade menstrual, diminuição do fluxo menstrual ou a total ausência da menstruação (amenorreia). Uso irregular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se você tomou o anticoncepcional de forma irregular, esqueceu de tomar a pílula ou ainda apresentou diarreia, vômitos, ou usou algum medicamento que interfere na eficácia da pílula (rifampicina, anticonvulsivantes, barbitúricos ou antirretrovirais), pode estar grávida. Caso a menstruação se mantenha atrasada por mais de 15 dias, realize um teste de gravidez para confirmar ou afastar essa hipótese e, se a dúvida persistir, consulte um médico para uma avaliação. Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças. --- Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida? “Minha menstruação veio esses dias, mas depois que tive relação notei que ela parou. Posso estar grávida?” Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim e não é nenhum sintoma de que você está grávida. Além disso, ter relações íntimas durante a menstruação normalmente não a interrompe. Em um ciclo menstrual de 28 dias, o óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia da menstruação e sobrevive por em torno de 24 horas. Assim, quando a relação acontece durante a menstruação, é pouco provável que exista um óvulo para ser fecundado, o que diminui as chances de um gravidez. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação. --- Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista. --- Minha menstruação veio duas vezes esse mês, posso estar grávida? “Minha menstruação veio duas vezes este mês e tive uma relação sem preservativo nesse intervalo. Posso estar grávida?” Menstruar duas vezes no mesmo mês não é um sinal de gravidez, mas o sangramento de nidação, que é comum neste caso e corresponde à implantação do embrião no útero, algumas vezes pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento normalmente é menor que o da menstruação, podendo ser semelhante a gotas de sangue na roupa íntima em alguns casos. Geralmente, acontece entre 7 e 14 dias após a relação sexual. Veja como saber se houve fecundação e nidação. Assim, também é importante estar atenta a outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar ou cansaço, que são comuns no início da gestação, em caso de suspeita de uma gravidez. Possíveis causas de menstruação duas vezes no mês As principais causas para a menstruação vir duas vezes no mesmo mês incluem: Estresse excessivo; Alterações rápidas no peso; Excesso de atividade física; Uso de medicamentos, especialmente anticoncepcionais; Problemas hormonais; Doenças ginecológicas, como mioma uterino e ovários policísticos. Além disso, menstruar duas vezes no mês é mais frequente em mulheres no início ou próximas do final da idade reprodutiva sem que isso indique um problema sério.
▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer. --- da gravidez é excessivo. Pelo menos parte do seu ganho de peso parece ser o resultadode um volume maior do que o normal de fluido amniótico. A paciente mora em uma árearural remota, longe de um centro de imagens. A amniocentese é realizada, e o relatóriodo laboratório indica a presença de um nível elevado de α-fetoproteína no fluidoamniótico. O obstetra está preocupado que esta gravidez não resulte em um parto úniconormal. De que condições o obstetra suspeita e por quê?A Atresia de esôfagoB Agenesia renalC TrigêmeosD AnencefaliaE Placenta préviaAs membranas extraembrionárias consistem em córion (a combinação do trofoblastocom o mesoderme extraembrionário subjacente), âmnio, saco vitelino e alantoide.
▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer. --- da gravidez é excessivo. Pelo menos parte do seu ganho de peso parece ser o resultadode um volume maior do que o normal de fluido amniótico. A paciente mora em uma árearural remota, longe de um centro de imagens. A amniocentese é realizada, e o relatóriodo laboratório indica a presença de um nível elevado de α-fetoproteína no fluidoamniótico. O obstetra está preocupado que esta gravidez não resulte em um parto úniconormal. De que condições o obstetra suspeita e por quê?A Atresia de esôfagoB Agenesia renalC TrigêmeosD AnencefaliaE Placenta préviaAs membranas extraembrionárias consistem em córion (a combinação do trofoblastocom o mesoderme extraembrionário subjacente), âmnio, saco vitelino e alantoide.
▶ Primeira gestação afetada. Estando a grávida sensibilizada, o teste de Coombs é repetido mensalmente. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer. --- da gravidez é excessivo. Pelo menos parte do seu ganho de peso parece ser o resultadode um volume maior do que o normal de fluido amniótico. A paciente mora em uma árearural remota, longe de um centro de imagens. A amniocentese é realizada, e o relatóriodo laboratório indica a presença de um nível elevado de α-fetoproteína no fluidoamniótico. O obstetra está preocupado que esta gravidez não resulte em um parto úniconormal. De que condições o obstetra suspeita e por quê?A Atresia de esôfagoB Agenesia renalC TrigêmeosD AnencefaliaE Placenta préviaAs membranas extraembrionárias consistem em córion (a combinação do trofoblastocom o mesoderme extraembrionário subjacente), âmnio, saco vitelino e alantoide.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a exclusão da gravidez e a necessidade de dosar os níveis de hCG em caso de amenorreia, diretamente relevante para a dúvida do usuário sobre a possibilidade de gravidez. Embora contenha algumas partes que não são diretamente relacionadas à situação específica apresentada, a menção à necessidade de testes hormonais para confirmação de gravidez é bastante pertinente.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona a amenorreia e a importância de considerar todas as mulheres em idade reprodutiva como grávidas até prova em contrário, o que é relevante para a dúvida sobre gravidez. Contudo, os detalhes específicos sobre exames e condições não diretamente relacionados à situação do usuário diminuem a relevância geral. Assim, é uma informação útil, mas não totalmente focada na pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa a situação de atraso menstrual e relaciona sintomas como cólicas e a possibilidade de gravidez, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre seu atraso menstrual e se pode estar grávida. Isso fornece uma resposta informativa e direcionada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda sintomas relacionados à menstruação e a possibilidade de gravidez, oferecendo orientações sobre como proceder caso haja suspeita de gravidez. A informação direta sobre cólicas e a ausência da menstruação é pertinente à pergunta do usuário, que expressa preocupação sobre estar grávida. Portanto, o contexto é muito relevante para a dúvida apresentada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O documento analisado menciona a exclusão de gravidez e a dosagem de b-hCG, que são relevantes para a pergunta sobre a possibilidade de gravidez. Ele também aborda a amenorreia, mencionando que mulheres em idade reprodutiva devem ser consideradas grávidas até prova em contrário, o que se relaciona diretamente com a situação da usuária.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona gestação e exames relacionados à gravidez, incluindo a dosagem de hCG, que são relevantes para a dúvida da usuária sobre a possibilidade de estar grávida. Contudo, as informações contidas no documento não abordam diretamente a situação específica da amenorreia ou a pergunta da usuária. Portanto, a sua relação é indireta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute questões relacionadas à gravidez, incluindo a menstruação e a possibilidade de gravidez, o que é pertinente para a pergunta do usuário. No entanto, a informação não fornece uma resposta direta à pergunta sobre a ausência da menstruação, então um aspecto mais claro e específico poderia ser melhor.", "nota": 2}
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olha eu tive um aborto completo no dia eu descobri que estava grávida um dia antes minha menstruação era pra ter vindo dia sentia mta dor no meu seios resolvi fazer o teste de gravidez e deu positivo mas a menstruação não veio não dei bola pq a minha menstruação é desregulada eu queria saber se posso engravidar de novo fazia anos que eu e meu marido estamos tentado mas quando descobri minha gravides era a maio felicidade sera que posso engravidar tenho cisto simples de centímetros do lado esquerdo do útero
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasestá tentando engravidar use o ácido fólico faça os seus exames periódicos e de rotina antes de engravidarqual a sua idade acima dos anos ocorre uma redução da fertilidade uma maior dificuldade de gravidez aumento do risco de malformações e de abortosapós ano de tentativas de gravidez você tem o diagnóstico de infertilidade a infertilidade não é feminina e sim conjugal o seu companheiro deverá participar de toda a investigação e tratamento o exame mais importante para o homem é o espermograma das causas de infertilidade e o exame mais importante para a mulher é a avaliação das trompas das causas de infertilidade outras causas uterinas hormonais e genéticas precisam ser descartadaso cisto não necessariamente é a causa da dificuldade de gravidezconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas agende a sua consulta
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- 2. A implantação é regulada por um delicado equilíbrio entre estrogênio e progesterona. As grandes doses deestrogênio iriam perturbar esse equilíbrio. A progesterona faz com que o endométrio cresça mais espesso emais vascularizado para que o blastocisto possa incorporar-se e ser nutrido adequadamente. Quandoa mídiase referem à “pílula do aborto”, geralmente estão se referindo a RU486 (mifepristona). Esse fármaco interferena implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo. A gestação pode serdetectada no fina lda segunda semana após a fecundação usando testes de gravidez altamente sensíveis. Amaioria dos testes depende da presença de um fator gestacional precoce no soro materno. A gravidez precocetambém pode ser detectada por ultrassonografia. --- •••••■••••••■Figura 27.11 Gravidez em útero septado. SG, saco gestacional. (De Montenegro et al., 2001.)Exames diagnósticosPodem ser assim enumerados (ACOG, 2001; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG,2011]):Cariótipo do casalAvaliação citogenética no material de abortamentoUltrassonografia transvaginal 3D (Montenegro et al. , 2001)Dosagem dos anticorpos LAC (o mais importante) e aCLDosagem de TSH e de anti-TPODosagem de testosterona livre/total. Não se consegue reconhecer a causa de mais de 50% dos casos de abortamento habitual. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- 2. A implantação é regulada por um delicado equilíbrio entre estrogênio e progesterona. As grandes doses deestrogênio iriam perturbar esse equilíbrio. A progesterona faz com que o endométrio cresça mais espesso emais vascularizado para que o blastocisto possa incorporar-se e ser nutrido adequadamente. Quandoa mídiase referem à “pílula do aborto”, geralmente estão se referindo a RU486 (mifepristona). Esse fármaco interferena implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo. A gestação pode serdetectada no fina lda segunda semana após a fecundação usando testes de gravidez altamente sensíveis. Amaioria dos testes depende da presença de um fator gestacional precoce no soro materno. A gravidez precocetambém pode ser detectada por ultrassonografia. --- •••••■••••••■Figura 27.11 Gravidez em útero septado. SG, saco gestacional. (De Montenegro et al., 2001.)Exames diagnósticosPodem ser assim enumerados (ACOG, 2001; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG,2011]):Cariótipo do casalAvaliação citogenética no material de abortamentoUltrassonografia transvaginal 3D (Montenegro et al. , 2001)Dosagem dos anticorpos LAC (o mais importante) e aCLDosagem de TSH e de anti-TPODosagem de testosterona livre/total. Não se consegue reconhecer a causa de mais de 50% dos casos de abortamento habitual. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo. Isso também vale para o seu parceiro. Além disso, é importante conversar com seu médico sobre os seus medos. --- Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente. --- Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que se teve a relação, sendo maior caso a mulher esteja em seu período fértil. A ovulação normalmente acontece 14 dias antes do 1º dia da próxima menstruação e o período fértil varia de 5 dias antes da ovulação até 2 dias após, porque o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas no corpo da mulher e, o óvulo, por até 48 horas. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Relação sexual sem proteção durante a menstruação pode engravidar? Relação sexual sem proteção durante a menstruação também pode engravidar. No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer. --- Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida? “Minha menstruação veio esses dias, mas depois que tive relação notei que ela parou. Posso estar grávida?” Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim e não é nenhum sintoma de que você está grávida. Além disso, ter relações íntimas durante a menstruação normalmente não a interrompe. Em um ciclo menstrual de 28 dias, o óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia da menstruação e sobrevive por em torno de 24 horas. Assim, quando a relação acontece durante a menstruação, é pouco provável que exista um óvulo para ser fecundado, o que diminui as chances de um gravidez. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo. Isso também vale para o seu parceiro. Além disso, é importante conversar com seu médico sobre os seus medos. --- Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente. --- Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que se teve a relação, sendo maior caso a mulher esteja em seu período fértil. A ovulação normalmente acontece 14 dias antes do 1º dia da próxima menstruação e o período fértil varia de 5 dias antes da ovulação até 2 dias após, porque o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas no corpo da mulher e, o óvulo, por até 48 horas. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Relação sexual sem proteção durante a menstruação pode engravidar? Relação sexual sem proteção durante a menstruação também pode engravidar. No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer. --- Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida? “Minha menstruação veio esses dias, mas depois que tive relação notei que ela parou. Posso estar grávida?” Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim e não é nenhum sintoma de que você está grávida. Além disso, ter relações íntimas durante a menstruação normalmente não a interrompe. Em um ciclo menstrual de 28 dias, o óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia da menstruação e sobrevive por em torno de 24 horas. Assim, quando a relação acontece durante a menstruação, é pouco provável que exista um óvulo para ser fecundado, o que diminui as chances de um gravidez. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- 2. A implantação é regulada por um delicado equilíbrio entre estrogênio e progesterona. As grandes doses deestrogênio iriam perturbar esse equilíbrio. A progesterona faz com que o endométrio cresça mais espesso emais vascularizado para que o blastocisto possa incorporar-se e ser nutrido adequadamente. Quandoa mídiase referem à “pílula do aborto”, geralmente estão se referindo a RU486 (mifepristona). Esse fármaco interferena implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo. A gestação pode serdetectada no fina lda segunda semana após a fecundação usando testes de gravidez altamente sensíveis. Amaioria dos testes depende da presença de um fator gestacional precoce no soro materno. A gravidez precocetambém pode ser detectada por ultrassonografia. --- •••••■••••••■Figura 27.11 Gravidez em útero septado. SG, saco gestacional. (De Montenegro et al., 2001.)Exames diagnósticosPodem ser assim enumerados (ACOG, 2001; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG,2011]):Cariótipo do casalAvaliação citogenética no material de abortamentoUltrassonografia transvaginal 3D (Montenegro et al. , 2001)Dosagem dos anticorpos LAC (o mais importante) e aCLDosagem de TSH e de anti-TPODosagem de testosterona livre/total. Não se consegue reconhecer a causa de mais de 50% dos casos de abortamento habitual. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- 2. A implantação é regulada por um delicado equilíbrio entre estrogênio e progesterona. As grandes doses deestrogênio iriam perturbar esse equilíbrio. A progesterona faz com que o endométrio cresça mais espesso emais vascularizado para que o blastocisto possa incorporar-se e ser nutrido adequadamente. Quandoa mídiase referem à “pílula do aborto”, geralmente estão se referindo a RU486 (mifepristona). Esse fármaco interferena implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo. A gestação pode serdetectada no fina lda segunda semana após a fecundação usando testes de gravidez altamente sensíveis. Amaioria dos testes depende da presença de um fator gestacional precoce no soro materno. A gravidez precocetambém pode ser detectada por ultrassonografia. --- •••••■••••••■Figura 27.11 Gravidez em útero septado. SG, saco gestacional. (De Montenegro et al., 2001.)Exames diagnósticosPodem ser assim enumerados (ACOG, 2001; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG,2011]):Cariótipo do casalAvaliação citogenética no material de abortamentoUltrassonografia transvaginal 3D (Montenegro et al. , 2001)Dosagem dos anticorpos LAC (o mais importante) e aCLDosagem de TSH e de anti-TPODosagem de testosterona livre/total. Não se consegue reconhecer a causa de mais de 50% dos casos de abortamento habitual. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs. --- 2. A implantação é regulada por um delicado equilíbrio entre estrogênio e progesterona. As grandes doses deestrogênio iriam perturbar esse equilíbrio. A progesterona faz com que o endométrio cresça mais espesso emais vascularizado para que o blastocisto possa incorporar-se e ser nutrido adequadamente. Quandoa mídiase referem à “pílula do aborto”, geralmente estão se referindo a RU486 (mifepristona). Esse fármaco interferena implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo. A gestação pode serdetectada no fina lda segunda semana após a fecundação usando testes de gravidez altamente sensíveis. Amaioria dos testes depende da presença de um fator gestacional precoce no soro materno. A gravidez precocetambém pode ser detectada por ultrassonografia. --- •••••■••••••■Figura 27.11 Gravidez em útero septado. SG, saco gestacional. (De Montenegro et al., 2001.)Exames diagnósticosPodem ser assim enumerados (ACOG, 2001; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG,2011]):Cariótipo do casalAvaliação citogenética no material de abortamentoUltrassonografia transvaginal 3D (Montenegro et al. , 2001)Dosagem dos anticorpos LAC (o mais importante) e aCLDosagem de TSH e de anti-TPODosagem de testosterona livre/total. Não se consegue reconhecer a causa de mais de 50% dos casos de abortamento habitual. --- Teste com acetato de medroxiprogesterona (MPA)Administram-se 10 mg/dia de MPA por via oral, durante 5 a 10 dias. Uma resposta positiva (sangramento menstrual)corresponde a trato genital íntegro e pérvio e, de maneira indireta, sugere que o eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano écompetente para a produção de estrogênio, com endométrio responsivo. Um resultado negativo (ausência de sangramentomenstrual) indica valores de estradiol < 20 pg/mℓ.2,4,6Teste com estrogênio associado a um progestogênioPode-se utilizar os estrogênios conjugados 1,25 mg/dia ou o valerato de estradiol 2 mg, durante 21 dias, associados nosúltimos 10 dias a MPA ou didrogesterona (10 mg/dia), ou a combinação de 2 mg de valerato de estradiol e 0,25 mg delevonorgestrel (Cicloprimogyna®) durante 21 dias, com a finalidade de testar a resposta endometrial e a permeabilidade uterina. --- 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez. Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal. 3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
{"justificativa": "O contexto discute questões relacionadas à fertilidade, exames diagnósticos, e o impacto hormonal na gravidez. No entanto, ele não aborda diretamente a possibilidade de engravidar após um aborto completo ou a presença de cistos. Portanto, as informações são parcialmente relevantes, mas não são diretamente aplicáveis à pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre exames diagnósticos, a resposta endometrial e aspectos relacionados à gravidez, como tempo de detecção e regularidade do ciclo menstrual. No entanto, não aborda diretamente a possibilidade de engravidar novamente após um aborto, o que é a principal preocupação do usuário. Portanto, possui alguma relação, mas não é especificamente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a possibilidade de engravidar após um aborto, abordando aspectos como cuidados médicos necessários e riscos associados. Isso se relaciona diretamente com a situação apresentada pelo usuário, que expressa o desejo de saber se pode engravidar novamente após um aborto e menciona também a questão dos cistos no útero. A informação contida no documento é pertinente para esclarecer dúvidas relacionadas à próxima gravidez.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a possibilidade de engravidar após um aborto e discute riscos e cuidados a serem considerados para futuras gestações. Isso é diretamente relevante para a pergunta do usuário, que está preocupada com a possibilidade de engravidar novamente após um aborto e com a presença de cistos. Portanto, as informações ajudam a esclarecer suas dúvidas.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a gravidez, aborto, e exames relacionados, mas não aborda diretamente a preocupação do usuário sobre a possibilidade de engravidar novamente após um aborto e a presença de cistos no útero. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto abordado menciona aspectos sobre gravidez, testes de gravidez, abortos e complicações relacionadas, o que pode ter alguma relação com a pergunta do usuário. No entanto, não fornece informações específicas sobre a possibilidade de engravidar após um aborto completo ou como cistos podem afetar a fertilidade, que são questões centrais na dúvida apresentada. Assim, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações sobre aspectos técnicos relacionados à gravidez e diagnósticos, mas não aborda diretamente a situação específica da usuária sobre potencial de gravidez após aborto e a presença de cisto. Portanto, a relevância é moderada, pois não fornece respostas claras para a dúvida da usuária.", "nota": 2}
7,166
é possível pegar hpv ao tocar com as mãos no pênis de uma pessoa infectada
sim suas mãos estarão com o vírus o ideal é higienizar as mãos após o contato pois onde você tocar pode contaminar
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
Hoffman_29.indd 734 03/10/13 17:11735ginal ou penetração com os dedos (Ley, 1991; Rylander, 1994; Winer, 2003). Recentemente foi publicado que mulheres antes da primeira relação sexual foram infectadas por tipos virais de alto risco, mas esse fato é raro (Doerfler, 2009). A transmissão por fômites, que sabidamente ocorre com verrugas não genitais, não foi comprovada, mas provavelmente explica alguns desses casos (Ferenczy, 1989). O papel da transmissão não sexual de HPV não foi determinado e requer pesquisas adicionais. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida. Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio. O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão. Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2. --- Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos não oncogê-nicos em vulva ou vagina, talvez em razão de uso de tampão va-GENES PRECOCESE1,2,4 E6, E7GENES TARDIOS: L1, L2FIGURA 29-6 O ciclo de vida do papilomavírus humano é concluído em sincronia com a diferenciação do epitélio escamoso. Os genes precoces, incluindo os oncogenes E6 e E7, são mais expressos nas camadas basais e parabasais. Os genes tardios que codificam as proteínas capsídeo são expressos mais tarde nas camadas superficiais. O vírus intacto é liberado durante a descamação normal das camadas superficiais. Os genes tar-dios não são fortemente expressos em lesões neoplásicas de alto grau. --- Hoffman_29.indd 733 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.com ■ Virologia básica do HPVO papilomavírus humano é um vírus de DNA dupla-hélice simples com um capsídeo proteico. O HPV infecta principal-mente as células epiteliais escamosas ou metaplásicas humanas. Os tipos e subtipos de HPV são classificados em função do grau de homologia genética (Coggin, 1979; de Villiers, 2004). Foram identificados aproximadamente 130 tipos de HPV ge-neticamente distintos. Desses tipos, 30 a 40 infectam princi-palmente o trato anogenital inferior.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o HPV e suas formas de transmissão, que são fundamentais para responder à pergunta sobre o risco de contágio ao tocar o pênis de uma pessoa infectada. No entanto, não aborda especificamente a transmissão do vírus por meio de contato das mãos, o que diminui a relevância total do contexto.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discutido inclui informações sobre a transmissão do HPV, mencionando que a infecção geralmente resulta de contato sexual. Embora o texto não responda diretamente à pergunta sobre a possibilidade de transmissão por toque manual, ele fornece uma visão importante sobre como o HPV é geralmente transmitido. Portanto, o contexto é parcialmente relevante, mas não oferece uma resposta clara para a pergunta específica.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a transmissão do HPV, destacando que a infecção geralmente resulta de contato sexual e mencionando a transmissão por contato não sexual ou assintomático. Isso se relaciona à pergunta sobre se é possível contrair HPV ao tocar com as mãos no pênis de uma pessoa infectada. Portanto, o contexto é relevante para a pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona a forma de transmissão do HPV, mas não aborda especificamente o risco de infecção por toque manual no pênis de um infectado. Embora haja menção a contatos não sexuais e à transmissão por contato, a informação é mais geral e não responde diretamente à pergunta sobre o toque. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a transmissão do HPV e menciona que a maioria das infecções ocorre através de contato sexual. No entanto, a informação sobre a transmissão induzida por contato manual não é especificada, tornando a relevância limitada. Menções de transmissão não sexual não fornecem clareza suficiente sobre a pergunta específica do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a transmissão do HPV, incluindo modos de infecção e referências a estudos sobre o contágio. Ele menciona que a maioria das infecções resulta de contato sexual e sugere que o contato com lesões pode ser uma via de transmissão. Embora não mencione diretamente o toque com as mãos, a implicação sobre a transmissão por contato pode fornecer uma base para entender a questão do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona a transmissão do HPV e discute formas de contato que podem levar à infecção. Ele fornece informações sobre a infecção em mulheres sexualmente inativas e a dificuldade em determinar a fonte de contaminação, o que é relevante para a pergunta sobre o risco de transmissão pelo toque. No entanto, falta uma explicação direta sobre a transmissão do HPV ao tocar o pênis com as mãos.", "nota": 2}
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estou com corrimento no penis e o medico receitou mg de azitromicina e mg de ciprofloxacino em dose unicaquanto tempo demora para sarar a gonorreia tomando esse medicamento
olá com o uso da azitromicina e ciprofloxacina você está realizando o tratamento da uretrite provocada por gonorreia e clamidia a dose da ciprofloxacina está adequada mas a dose da azitromicina pode ser insuficiente converse com o seu médicoos sintomas poderão demorar mais de dias para passarem você deverá agendar uma consulta para reavaliação e discutir com o seu médico os critérios de curalembre de tratar seus parceiros sexuais é uma doença sexualmente transmissívelsolicite ao seu médico exames para descartar outras doenças sexualmente transmissíveis como hiv hepatite b e c e sífilisa infecção por clamidia e gonorreia pode estar associada a sequelas como aderências pélvicas dor pélvica infertilidade obstrução das trompas dilatação das trompas etc faça o tratamento corretoprotejase use preservativos sempre que você for exposto a gonorreia e clamidia poderá adquirir a infecção
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única. Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias. Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia. Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente. Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Clamídia: tratada com azitromicina (1,0 grama), via oral por três dias, à partir da segunda metade da gravidez. Candidíase: tratada com derivados imidazóli-cos locais como o nitrato de miconazol a 1% (Ginodactarin) por 7 dias, o terconazol (Ginofungix) 5 dias ou tioconazol 300 mg (Ginotralen ) em aplicação única de um óvulo vaginal. Por via oral emprega-se Itraconazol: 200 mg/ dia, em duas to-madas. Vaginose (Gardnerella vaginalis): abordada com prioridade pelo risco de prematuridade, amniorre -xe e infecção puerperal, a vaginose deve ser trata-da com secnidazol (Unigy) 2g, ou tinidazol (Pletil) 2g, dose única via oral, à partir do segundo trimes-tre. No primeiro trimestre emprega-se a clindami-cina vaginal (Anaerocid ou Dalacin V ) por 7 dias ou ampicilina 500 mg , VO, qid , 7 dias. Via de parto Geralmente não precisa ser alterada na presença dos corrimentos, mas todo possível é feito para tratá-las durante o pré-natal.
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o esquema terapêutico para gonorreia, incluindo os medicamentos prescritos (azitromicina e ciprofloxacino) e recomendações sobre o tratamento. No entanto, não menciona especificamente o tempo esperado para a cura da gonorreia com esses medicamentos, o que é uma parte central da pergunta do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações sobre o tratamento recomendado para gonorreia, incluindo a dosagem de ciprofloxacino e azitromicina. Essas informações são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre o tempo de recuperação e eficácia do tratamento. A menção à resistência bacteriana e ao seguimento do tratamento também fornece insight sobre a expectativa de cura.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda especificamente o esquema terapêutico para gonorreia, mencionando os medicamentos receitados (azitromicina e ciprofloxacino) e suas dosagens, o que é relevante para a pergunta sobre a recuperação da gonorreia após o tratamento. A informação é diretamente relacionada ao tratamento e oferece compreensão sobre a eficácia dos medicamentos.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações relevantes sobre o tratamento da gonorreia, incluindo os medicamentos prescritos, que são azitromicina e ciprofloxacino. Ele menciona os esquemas terapêuticos e também faz referências sobre os tempos de tratamento e a necessidade de novos testes em alguns casos. Isso ajuda a entender melhor a eficácia do tratamento e o que pode ser esperado em termos de tempo para recuperação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações específicas sobre o esquema terapêutico recomendado para gonorreia, incluindo os medicamentos prescritos, que são azitromicina e ciprofloxacino. Isso é diretamente relevante para a pergunta, pois o usuário quer saber sobre o tempo de cura ao utilizar esses medicamentos. Além disso, menciona informações sobre a resistência bacteriana e a persistência de sintomas, que podem ser relevantes para a compreensão do tratamento.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações específicas sobre o tratamento para gonorreia, incluindo dosagens de ciprofloxacino e azitromicina, que diretamente respondem à pergunta do usuário sobre o tempo de recuperação. Também menciona que, após o tratamento e remissão dos sintomas, não se requer teste de controle, o que é relevante para a preocupação do usuário. Portanto, é altamente relevante para a pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre os esquemas de tratamento para gonorreia, incluindo os medicamentos específicos (azitromicina e ciprofloxacino) mencionados na pergunta. Ele também aborda aspectos importantes sobre a eficácia e acompanhamento do tratamento, tornando-o relevante para a dúvida do usuário sobre a duração da cura.", "nota": 3}
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azitromicina serve para tratar hpv
olá nunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico evite a automedicaçãoa infecção pelo hpv pode ser dividida eminfecção clínica são as verrugas genitais e tem tratamentoinfecção subclínica são as lesões no colo uterino e tem tratamentoinfecção latente é a presença do hpv mas sem lesões no colo uterino e sem verrugas e não tem tratamentoa azitromicina não trata qualquer dessas infecçõeso hpv está associado a câncer de colo uterino vagina vulva reto ânus pênis orofaringe etcsolicite ao seu médico exames para descartar as outras infecções sexualmente transmissíveis como hiv hepatite b e c e sífilisconverse com o seu médico
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
C. Cancro mole(1,4,7,20-23)Os regimes de tratamento recomendados pelo MS são:Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, dose única OU Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única. Como segunda opção, usa-se 16Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018O tratamento sistêmico deve ser acompanhado de medidas lo-cais de higiene. O tratamento das parcerias sexuais é recomendado, mesmo quando assintomáticas. D. LGV(1,4,7,20-23)Deve ter início precoce, antes mesmo da con/f_i rmação laboratorial, a /f_i m de minimizar eventuais sequelas. As tetraciclinas e a azitro-micina são a medicação de escolha e devem ser empregadas, salvo contraindicações (gravidez, infância e intolerância ou alergia). --- A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia. Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. --- Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia. MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular. Complicações▶ Homens. Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra. ▶ Mulheres. --- Tabela 62.6 Esquema terapêutico para infecção por Chlamydia. MS 2015CDC 2015UK 2015Esquema recomendadoAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2 ×/dia, 7dias; ou amoxicilina 500 mg VO,3×/dia, 7 diasAzitromicina 1 g VO, dose única; oudoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 7 dias;ou azitromicina 1 g VO, dose únicaEritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou eritromicina(etilsuccinato) 800 mg VO,4×/dia, 7 dias; ou levofloxacino500 mg VO, dose única diária, 7dias; ou ofloxacino 300 mg VO,2×/dia, 7 diasEritromicina 500 mg VO, 2×/dia, 10 a14 dias; ou ofloxacino 200 mg VO,2×/dia ou 400 mg VO, dose únicadiária, 7 diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral. Figura 62.20 Caso raro de LGV em criança do sexo feminino. Observar a extensa adenite (bubão) na regiãoinguinal. Período de incubaçãoDe 3 a 30 dias. Agente etiológicoChlamydia trachomatis, cepas L1, L2 e L3. --- 20. Martin DH, Mroczkowski TF, Dalu ZA, McCarty J, Jones RB, Hopkins SJ, et al. The Azithromycin for Chlamydial Infections Study Group. A controlled trial of a single dose of azithromycin for the treatment of chlamydial urethritis and cervicitis. N Engl J Med. 1992;327(13):921–5. 21. Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Guideline: Management of acute pelvic in/f_l ammatory disease. London (UK): RCOG; 2008. 21Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018gentamicin in the treatment of pelvic in/f_l ammatory disease or endometritis. Obstet Gynecol. 1994;83(6):998–1004. 23. De Carvalho NS. Management of TOA: analysis of 80 cases. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1997;167(5):1–96. 24. De Carvalho NS. Doença in/f_l amatória pélvica. In: Manual de Orientação em DST/AIDS - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). São Paulo: FEBRASCO; 2004. p.78-86.
{"justificativa": "O contexto menciona a azitromicina e seu uso no tratamento de infecções bacterianas, como clamídia e gonorreia, mas não faz menção específica ao HPV (Vírus do Papiloma Humano). Portanto, enquanto a azitromicina é relevante no contexto de doenças sexualmente transmissíveis, sua relevância para o HPV é baixa, pois o tratamento para HPV geralmente envolve outras abordagens.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discute a azitromicina, mas foca em infecções gonocócicas e clamídia, sem tratar diretamente do HPV. Isso a torna apenas marginalmente relevante para a questão sobre o uso da azitromicina no tratamento do HPV, que não é indicado.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado menciona a azitromicina como opção de tratamento para infecções bacterianas, mas não discute a relação ou eficácia da azitromicina no tratamento do HPV, que é uma infecção viral e não é tratada com antibióticos como a azitromicina. Portanto, a relevância do contexto para a pergunta é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto discute tratamentos com azitromicina, mas está focado em infecções como gonorreia e clamídia, não mencionando o HPV. Consequentemente, não oferece informações relevantes para a pergunta sobre o uso de azitromicina no tratamento de HPV.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado menciona o uso da azitromicina no tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, como clamídia, mas não aborda especificamente o HPV, que é um vírus diferente. Portanto, a informação é parcialmente relevante, pois a azitromicina pode ser relacionada a infecções sexuais, mas não fornece resposta direta à pergunta sobre o HPV.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisa o uso da azitromicina para o tratamento de infecções como gonorreia e clamídia, mas não menciona seu uso específico para o HPV (Vírus do Papiloma Humano). Portanto, embora haja informações relevantes sobre azitromicina, elas não se aplicam diretamente à pergunta sobre o HPV.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado aborda o uso da azitromicina em tratamentos relacionados a infecções sexualmente transmissíveis, mas não menciona o HPV especificamente. Assim, embora exista alguma relação com medidas de saúde sexual, as informações não são diretamente relevantes para a pergunta sobre o tratamento do HPV com azitromicina.", "nota": 2}
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engravidei e descobri q tinha sífilis fiz o tratamento o médico passou exames para meu marido o vdrl e o ftaabs e deu não reagente então o médico disse que não tinha pq ele fazer o tratamento mas ñ seria o certo ele fazer o tratamento
se o vdrl e ftabs igm e igg deram negativos significa que seu marido não tem e nunca teve siífilisnão necessitando de tratamento realmentecaso vdrl e ftabs igm forem negativos mas ftabs igg for positivo ele precisa tratar caso nunca tenha realizado tratamento para sífilis antes na vidaatt dra carla c carvalho
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação e, na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste treponêmico, apresenta teste não treponêmico reagente com qualquer titulação no momentodo partoCriança cuja mãe não foi diagnosticada com sífilis durante a gestação, e na impossibilidade de a maternidaderealizar o teste não treponêmico, apresenta teste treponêmico no momento do partoCriança cuja mãe apresente teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momentodo parto sem registro de tratamento prévio. --- Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o diagnóstico e tratamento da sífilis durante a gravidez, incluindo protocolos e diretrizes do Ministério da Saúde. Embora não aborde diretamente a questão se o marido deve fazer tratamento, explica a importância dos exames e do tratamento em gestantes, que pode contextualmente auxiliar na compreensão da situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações pertinentes sobre a sífilis durante a gravidez, incluindo recomendações de tratamento e diretrizes de rastreamento. No entanto, não aborda diretamente a situação específica do parceiro do usuário e se ele deve ou não fazer tratamento, o que é fundamental para responder à pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o diagnóstico e tratamento da sífilis durante a gestação, incluindo protocolos e recomendações para a mães e seus parceiros. Isso é relevante para a pergunta, pois o usuário questiona sobre a necessidade de tratamento do marido após a gestante ter recebido cuidado médico. O documento fornece insights sobre a condução do tratamento e exames para parceiros, assim como a importância do tratamento adequado.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o tratamento de sífilis em gestantes e os protocolos de diagnóstico e manejo, o que é relevante para a dúvida do usuário sobre a necessidade de tratamento para o parceiro. No entanto, não aborda diretamente a questão específica levantada sobre o tratamento do marido, o que limita um pouco sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a sífilis durante a gravidez e os protocolos de tratamento, mencionando a importância do tratamento tanto da gestante quanto do parceiro. Isso é importante para responder à dúvida do usuário sobre a decisão do médico em não tratar o marido, mesmo após ele ter feito testes negativos. A resposta poderia esclarecer se o tratamento é aconselhável em casos semelhantes.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a sífilis durante a gestação, protocolos de diagnóstico e tratamento. Embora mencione a condução do tratamento no casal, não aborda diretamente a situação específica do parceiro do usuário, que apresentou resultado não reagente e a decisão sobre a necessidade de tratamento. As informações são parcialmente relevantes, mas não oferecem uma resposta clara para a dúvida do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido fornece informações relevantes sobre o tratamento de sífilis durante a gravidez e a importância do acompanhamento dos parceiros sexuais, embora não aborde diretamente a questão específica sobre a necessidade de tratamento do marido. Os dados ajudam a entender o protocolo de tratamento e as indicações para o parceiro, o que pode levar a uma compreensão mais clara da situação apresentada na pergunta.", "nota": 2}
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comecei a tomar o anticoncepcional diminut por recomendação médica no primeiro dia da menstruação e já fazem dias que estou sangrando sei que pode ser o meu corpo se adaptando ao medicamento mas até quando posso considerar normal ficar sangrando
olá nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta a sua anticoncepção agende a sua consultafaça os seus exames periódicos e de rotinao início e uso errado do anticoncepcional não irá lhe proteger contra uma gravidez indesejadause preservativos e protejase das infecções sexualmente transmissíveisa menstruação poderá ficar irregular nos primeiros meses de início do anticoncepcionalas mulheres com miomas pólipos adenomiose e infecção podem ter mais escapes menstruaisexistem medicações que podem reduzir ou cessar o seu sangramento como anticoncepcional antiinflamatórios e antifibrinolíticosa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações. • Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo). • Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia. --- CICLO MENSTRUALDefine-se ciclo menstrual normal como aquele com 28 67 dias, fluxo durando 4 6 2 dias, e perda média de 20 a 60 mL de sangue. Por convenção, o primeiro dia de sangramento vaginal é considerado o primeiro dia do ciclo menstrual. Os intervalos entre ciclos menstruais variam entre as mulheres e, com frequên-cia, em uma mesma mulher em épocas diferentes de sua vida reprodutiva (Fig. 15-18). Em um estudo envolvendo mais de 2.700 mulheres, os intervalos entre os ciclos menstruais foram-mais irregulares nos dois primeiros anos após a menarca e nos três anos antes da menopausa (T reloar, 1967). Especificamente, é comum haver tendência a intervalos mais curtos durante a fase inicial de transição até a menopausa, mas tal tendência é seguida por prolongamento no intervalo na fase final de transição.O ci-clo menstrual varia menos entre 20 e 40 anos de idade. --- Material destinado exclusivamente para prescritores e dispensadores de medicamentos. Aprovado em fevereiro de 2019. Válido por 2 anosCódigo do material: 2019-01-DMR-ZZ-00000999-BRretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações. • Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo). • Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia. --- CICLO MENSTRUALDefine-se ciclo menstrual normal como aquele com 28 67 dias, fluxo durando 4 6 2 dias, e perda média de 20 a 60 mL de sangue. Por convenção, o primeiro dia de sangramento vaginal é considerado o primeiro dia do ciclo menstrual. Os intervalos entre ciclos menstruais variam entre as mulheres e, com frequên-cia, em uma mesma mulher em épocas diferentes de sua vida reprodutiva (Fig. 15-18). Em um estudo envolvendo mais de 2.700 mulheres, os intervalos entre os ciclos menstruais foram-mais irregulares nos dois primeiros anos após a menarca e nos três anos antes da menopausa (T reloar, 1967). Especificamente, é comum haver tendência a intervalos mais curtos durante a fase inicial de transição até a menopausa, mas tal tendência é seguida por prolongamento no intervalo na fase final de transição.O ci-clo menstrual varia menos entre 20 e 40 anos de idade. --- Material destinado exclusivamente para prescritores e dispensadores de medicamentos. Aprovado em fevereiro de 2019. Válido por 2 anosCódigo do material: 2019-01-DMR-ZZ-00000999-BRretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
Depois de quanto tempo tomando anticoncepcional estou protegida? “Tomei anticoncepcional pela primeira vez no dia 13 de março. Quando estarei protegida contra uma possível gravidez?” No caso da pílula anticoncepcional, a proteção começa: No 1º dia da menstruação: se você começar a tomar a primeira cartela da pílula no 1º dia do ciclo (no dia em que a menstruação começa); No 8º dia após o início da menstruação: caso inicie a primeira cartela entre o 2º e o 7º dia a partir do início da menstruação. Neste caso, o recomendado é que use um método de barreira (como o preservativo) nos primeiros 7 dias. Isso é o que está indicado na bula dos medicamentos. Entretanto, alguns médicos podem recomendar que use preservativo em todas as relações durante o uso da primeira cartela do anticoncepcional, como uma medida extra para evitar a gravidez. Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades. --- É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista. --- Tomar anticoncepcional menstruada faz a menstruação parar? “Vou começar a tomar o anticoncepcional indicado pelo médico, mas minha menstruação começou a descer esses dias. Tomar o anticoncepcional estando menstruada faz a menstruação parar?” Começar a tomar o anticoncepcional durante o período menstrual pode fazer a menstruação parar mais cedo que o esperado. No entanto, caso a mulher não deseje ter o sangramento mensal, em alguns casos o médico pode indicar usar o anticoncepcional continuamente. Não havendo o período de pausa entre uma cartela e outra, a menstruação tende a parar de acontecer. Caso você deseje parar a menstruação por um período prolongado, é recomendado consultar um ginecologista para que seja indicado o método contraceptivo mais adequado para esta finalidade. --- É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso. --- Quem toma pílula anticoncepcional ovula ou tem período fértil? Quem toma anticoncepcional oral, todos os dias, sempre no mesmo horário, não tem período fértil e, portanto, não ovula, diminuindo a chance de engravidar, porque, como não há óvulo maduro, este não pode ser fecundado. Isso ocorre tanto nos anticoncepcionais de 21, 24 ou 28 dias, e também no implante ou diu hormonal. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os anticoncepcionais orais possuem hormônios, como estradiol e/ou progesterona, que inibem a ovulação, podendo também alterar o endométrio uterino e o muco cervical, tornando mais difícil o espermatozoide alcançar o útero, potencializando o efeito na prevenção da gravidez. No entanto, se a mulher esquecer de tomar algum comprimido, especialmente na primeira semana da cartela, há chance de engravidar porque ela poderá ovular e liberar um óvulo que ao encontrar-se com o espermatozoide, que pode sobreviver no interior da mulher por 5 até 7 dias, poderá ser fecundado, e resultar em gravidez. Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez. A causa exata desse sangramento, também conhecido como sangramento de escape ou spotting, não é totalmente compreendida, no entanto, acredita-se que seja devido à progesterona na pílula, que promove alterações no revestimento do útero, deixando-o mais fino, o que pode levar a sangramentos, sendo mais comum nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. O sangramento de escape é mais comum em mulheres que usam anticoncepcionais contendo apenas progesterona ou que tenham baixa dosagem hormonal, por exemplo, mas também pode ser causado por infecções sexualmente transmissíveis. Veja outras causas do sangramento de escape. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Quem toma pílula tem TPM? Quem toma o anticoncepcional corretamente pode notar alguma alteração nos dias que antecedem a menstruação, como mamas doloridas, maior irritabilidade e inchaço corporal, que são conhecidos como tensão pré-menstrual - TPM, mas estes sintomas são mais suaves do que se a mulher não tomar a pílula anticoncepcional. Saiba identificar os sintomas de TPM. É possível engravidar tomando anticoncepcional? Apesar de ser um método contraceptivo bastante eficaz, a mulher pode engravidar tomando o anticoncepcional se: 1. Esquecer de tomar a pílula diariamente sempre no mesmo horário. Há maiores chances se o esquecimento acontecer na primeira semana da cartela. 2. Tomar algum medicamento que diminua a eficácia da pílula, como antibióticos, imunossupressores e anticonvulsivantes, por exemplo, porque eles cortam o efeito da pílula. Veja alguns remédios que podem diminuir a eficácia da pílula. 3. Vomitar ou tiver uma diarreia até 2 horas após o uso da pílula. Nesses casos, a gravidez seria possível, pois a mulher pode vir a ovular e, ao ter relação, o óvulo ser fecundado. Veja como usar a pílula e não engravidar. Além disso, a pílula tem 1% de falha e por isso, é possível engravidar mesmo tomando a pílula anticoncepcional corretamente durante todos os meses, mas isto não acontece com frequência. Veja como calcular o seu período fértil: PERÍODO FÉRTIL: Como Calcular e Identificar Seus Sintomas 07:15 | 3.626 visualizações
Depois de quanto tempo tomando anticoncepcional estou protegida? “Tomei anticoncepcional pela primeira vez no dia 13 de março. Quando estarei protegida contra uma possível gravidez?” No caso da pílula anticoncepcional, a proteção começa: No 1º dia da menstruação: se você começar a tomar a primeira cartela da pílula no 1º dia do ciclo (no dia em que a menstruação começa); No 8º dia após o início da menstruação: caso inicie a primeira cartela entre o 2º e o 7º dia a partir do início da menstruação. Neste caso, o recomendado é que use um método de barreira (como o preservativo) nos primeiros 7 dias. Isso é o que está indicado na bula dos medicamentos. Entretanto, alguns médicos podem recomendar que use preservativo em todas as relações durante o uso da primeira cartela do anticoncepcional, como uma medida extra para evitar a gravidez. Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades. --- É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista. --- Tomar anticoncepcional menstruada faz a menstruação parar? “Vou começar a tomar o anticoncepcional indicado pelo médico, mas minha menstruação começou a descer esses dias. Tomar o anticoncepcional estando menstruada faz a menstruação parar?” Começar a tomar o anticoncepcional durante o período menstrual pode fazer a menstruação parar mais cedo que o esperado. No entanto, caso a mulher não deseje ter o sangramento mensal, em alguns casos o médico pode indicar usar o anticoncepcional continuamente. Não havendo o período de pausa entre uma cartela e outra, a menstruação tende a parar de acontecer. Caso você deseje parar a menstruação por um período prolongado, é recomendado consultar um ginecologista para que seja indicado o método contraceptivo mais adequado para esta finalidade. --- É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso. --- Quem toma pílula anticoncepcional ovula ou tem período fértil? Quem toma anticoncepcional oral, todos os dias, sempre no mesmo horário, não tem período fértil e, portanto, não ovula, diminuindo a chance de engravidar, porque, como não há óvulo maduro, este não pode ser fecundado. Isso ocorre tanto nos anticoncepcionais de 21, 24 ou 28 dias, e também no implante ou diu hormonal. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os anticoncepcionais orais possuem hormônios, como estradiol e/ou progesterona, que inibem a ovulação, podendo também alterar o endométrio uterino e o muco cervical, tornando mais difícil o espermatozoide alcançar o útero, potencializando o efeito na prevenção da gravidez. No entanto, se a mulher esquecer de tomar algum comprimido, especialmente na primeira semana da cartela, há chance de engravidar porque ela poderá ovular e liberar um óvulo que ao encontrar-se com o espermatozoide, que pode sobreviver no interior da mulher por 5 até 7 dias, poderá ser fecundado, e resultar em gravidez. Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez. A causa exata desse sangramento, também conhecido como sangramento de escape ou spotting, não é totalmente compreendida, no entanto, acredita-se que seja devido à progesterona na pílula, que promove alterações no revestimento do útero, deixando-o mais fino, o que pode levar a sangramentos, sendo mais comum nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. O sangramento de escape é mais comum em mulheres que usam anticoncepcionais contendo apenas progesterona ou que tenham baixa dosagem hormonal, por exemplo, mas também pode ser causado por infecções sexualmente transmissíveis. Veja outras causas do sangramento de escape. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Quem toma pílula tem TPM? Quem toma o anticoncepcional corretamente pode notar alguma alteração nos dias que antecedem a menstruação, como mamas doloridas, maior irritabilidade e inchaço corporal, que são conhecidos como tensão pré-menstrual - TPM, mas estes sintomas são mais suaves do que se a mulher não tomar a pílula anticoncepcional. Saiba identificar os sintomas de TPM. É possível engravidar tomando anticoncepcional? Apesar de ser um método contraceptivo bastante eficaz, a mulher pode engravidar tomando o anticoncepcional se: 1. Esquecer de tomar a pílula diariamente sempre no mesmo horário. Há maiores chances se o esquecimento acontecer na primeira semana da cartela. 2. Tomar algum medicamento que diminua a eficácia da pílula, como antibióticos, imunossupressores e anticonvulsivantes, por exemplo, porque eles cortam o efeito da pílula. Veja alguns remédios que podem diminuir a eficácia da pílula. 3. Vomitar ou tiver uma diarreia até 2 horas após o uso da pílula. Nesses casos, a gravidez seria possível, pois a mulher pode vir a ovular e, ao ter relação, o óvulo ser fecundado. Veja como usar a pílula e não engravidar. Além disso, a pílula tem 1% de falha e por isso, é possível engravidar mesmo tomando a pílula anticoncepcional corretamente durante todos os meses, mas isto não acontece com frequência. Veja como calcular o seu período fértil: PERÍODO FÉRTIL: Como Calcular e Identificar Seus Sintomas 07:15 | 3.626 visualizações
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações. • Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo). • Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia. --- CICLO MENSTRUALDefine-se ciclo menstrual normal como aquele com 28 67 dias, fluxo durando 4 6 2 dias, e perda média de 20 a 60 mL de sangue. Por convenção, o primeiro dia de sangramento vaginal é considerado o primeiro dia do ciclo menstrual. Os intervalos entre ciclos menstruais variam entre as mulheres e, com frequên-cia, em uma mesma mulher em épocas diferentes de sua vida reprodutiva (Fig. 15-18). Em um estudo envolvendo mais de 2.700 mulheres, os intervalos entre os ciclos menstruais foram-mais irregulares nos dois primeiros anos após a menarca e nos três anos antes da menopausa (T reloar, 1967). Especificamente, é comum haver tendência a intervalos mais curtos durante a fase inicial de transição até a menopausa, mas tal tendência é seguida por prolongamento no intervalo na fase final de transição.O ci-clo menstrual varia menos entre 20 e 40 anos de idade. --- Material destinado exclusivamente para prescritores e dispensadores de medicamentos. Aprovado em fevereiro de 2019. Válido por 2 anosCódigo do material: 2019-01-DMR-ZZ-00000999-BRretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações. • Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo). • Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia. --- CICLO MENSTRUALDefine-se ciclo menstrual normal como aquele com 28 67 dias, fluxo durando 4 6 2 dias, e perda média de 20 a 60 mL de sangue. Por convenção, o primeiro dia de sangramento vaginal é considerado o primeiro dia do ciclo menstrual. Os intervalos entre ciclos menstruais variam entre as mulheres e, com frequên-cia, em uma mesma mulher em épocas diferentes de sua vida reprodutiva (Fig. 15-18). Em um estudo envolvendo mais de 2.700 mulheres, os intervalos entre os ciclos menstruais foram-mais irregulares nos dois primeiros anos após a menarca e nos três anos antes da menopausa (T reloar, 1967). Especificamente, é comum haver tendência a intervalos mais curtos durante a fase inicial de transição até a menopausa, mas tal tendência é seguida por prolongamento no intervalo na fase final de transição.O ci-clo menstrual varia menos entre 20 e 40 anos de idade. --- Material destinado exclusivamente para prescritores e dispensadores de medicamentos. Aprovado em fevereiro de 2019. Válido por 2 anosCódigo do material: 2019-01-DMR-ZZ-00000999-BRretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – todos com posologia de bula. sangramento agudoAcetato de medroxiprogesterona 20 mg de 8/8 horas por 7 dias. sangramento crônico Acetato de medroxiprogesterona oral (2,5 mg -10 mg) ou acetato de noretisterona (2,5 mg -5 mg) ou acetato de megestrol (40 mg - 320 mg) com posologia de bula ou progesterona micronizada (200 mg - 400 mg), didrogesterona (10 mg). Sem disfunção ovulatória: 1compr./dia do D5 ao D26 do ciclo ou contínuo. Com disfunção ovulatória: adequar dose/dia, uso por duas semanas a cada quatro semanas. sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. --- Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações. • Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo). • Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia. --- CICLO MENSTRUALDefine-se ciclo menstrual normal como aquele com 28 67 dias, fluxo durando 4 6 2 dias, e perda média de 20 a 60 mL de sangue. Por convenção, o primeiro dia de sangramento vaginal é considerado o primeiro dia do ciclo menstrual. Os intervalos entre ciclos menstruais variam entre as mulheres e, com frequên-cia, em uma mesma mulher em épocas diferentes de sua vida reprodutiva (Fig. 15-18). Em um estudo envolvendo mais de 2.700 mulheres, os intervalos entre os ciclos menstruais foram-mais irregulares nos dois primeiros anos após a menarca e nos três anos antes da menopausa (T reloar, 1967). Especificamente, é comum haver tendência a intervalos mais curtos durante a fase inicial de transição até a menopausa, mas tal tendência é seguida por prolongamento no intervalo na fase final de transição.O ci-clo menstrual varia menos entre 20 e 40 anos de idade. --- Material destinado exclusivamente para prescritores e dispensadores de medicamentos. Aprovado em fevereiro de 2019. Válido por 2 anosCódigo do material: 2019-01-DMR-ZZ-00000999-BRretornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos. --- Um comprimido por 21dias, seguido por umintervalo de 7 dias semmedicaçãoProblemas do tratogastrintestinal;sensibilidade mamária;cefaleia etc. Antiandrogênios Espironolactona 50 a 200 mg/dia Hiperpotassemia (rara);sangramento uterinoirregular pode ocorrerCiproterona 25 a 100 mg/dia, por 10dias (do 5o ao 14o dia dociclo menstrual),associado a umcontraceptivo oral (do 5oao 26o dia do ciclomenstrual)Fadiga; náuseas; cefaleia;diminuição da libido;mastodinia; ganho depeso, sangramentouterino e depressãoFinasterida (Proscar®) 2,5 ou 5 mg/dia Feminização do fetomasculinoFlutamida (Eulexin®) 250 a 500 mg/dia (em 1 a 2tomadas)Feminização do fetomasculino; raramenteempregado, devido aorisco de hepatotoxicidadepotencialmente fatalAgonistas do GnRH Leuprorrelina (Lupron®) 3,75 mg IM/mês (por até 6meses)11,25 mg IM a cada 3meses (forma depot)Fogachos; redução dadensidade óssea;vaginite atróficaPode ser necessária aadição de estrogênio.
{"justificativa": "O contexto analisa sangramentos relacionados ao uso de contraceptivos, incluindo informações sobre a duração do sangramento e condições que podem exigir avaliação médica. Isso é relevante para a pergunta do usuário, que questiona a normalidade de sangramentos após iniciar o uso do anticoncepcional.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações relevantes sobre sangramento uterino relacionado ao uso de anticoncepcionais, incluindo tipos de sangramento e diretrizes de manejo. Isso é útil para entender a situação de sangramento persistente após o início da medicação. No entanto, faltam dados específicos sobre quanto tempo é considerado normal, o que limita um pouco a sua aplicabilidade à questão do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a questão do sangramento durante o uso de anticoncepcionais, incluindo a possibilidade de sangramentos de escape e suas causas. Isso é diretamente relevante para a pergunta do usuário, que questiona sobre o sangramento persistente após o início do uso do anticoncepcional.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o uso de anticoncepcionais, incluindo explicações sobre sangramentos que podem ocorrer durante o uso da pílula, como sangramentos de escape. Ele também menciona que é comum haver sangramento fora do período menstrual ao iniciar o uso do anticoncepcional e enfatiza a importância de consultar um ginecologista em caso de dúvidas. Essas informações são úteis para responder à pergunta sobre a normalidade do sangramento após o início da pílula.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre sangramentos relacionados ao uso de contraceptivos, o que é relevante para a pergunta do usuário sobre o sangramento contínuo após iniciar o anticoncepcional. Ele aborda sangramentos normais e anormais e menciona o período de adaptação do corpo a medicamentos. Isso pode ajudar a responder a dúvida do usuário sobre a normalidade do sangramento.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações detalhadas sobre sangramentos relacionados ao uso de anticoncepcionais, incluindo as possibilidades de sangrado normal e anormal e indicativos de quando buscar ajuda médica, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre o que é considerado normal após iniciar o uso do anticoncepcional. Isso permitirá uma resposta mais informada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre sangramento uterino relacionado ao uso de anticoncepcionais, incluindo o que é considerado normal e quando é necessário buscar orientação médica. Isso é relevante para a pergunta do usuário sobre a duração do sangramento após o início do uso do anticoncepcional, pois aborda diretamente a experiência do possível sangramento e quando este deve ser avaliado mais seriamente.", "nota": 3}
10,029
estou com candidíase posso passar para meu parceiro
o fungo candida sp faz parte das floras genitais no entanto em algumas situações há o crescimento exacerbado de colônias que causam os sintomas candidiase na vigência dos sintomas não há contraindicação para relação sexual porém o parceiro pode vir a ter sintomas e ser necessário tratamento
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Gottlieb MS, Schroff R, Schanker HM et al. Pneumocystis carinii pneumonia and mucosal candidiasis in previouslyhealthy homossexual men. Evidence of a new acquired cellular immunodeficiency. NEJM 1981; 305:1425. Governo do Estado de São Paulo (SP). Lei nº 11.973, de 25/agosto/2005 que dispõe sobre a obrigatoriedade derealização de exame sorológico de HTLV I/II no pré-natal de mulheres grávidas. Publicado no DOE-SP em26/08/2005. Guay LA, Musoke P, Fleming T et al. Intrapartum and neonatal single-dose nevirapine compared with zidovudinefor prevention of mother-to-child transmission of HIV-1 in Kampala, Uganda: HIVNET 012 randomised trial. Lancet 1999; 354:795. Ho DD, Neumann AU, Perelson AS et al. Rapid turnover of plasma virions and CD4 lymphocytes in HIV-1 infection. Nature 1995; 373:123. Ioannidis JP, Abrams EJ, Ammann A et al. Perinatal transmission of human immunodeficiency virus type 1 bypregnant women with RNA virus loads 1000 copies/ml. J Infect Dis 2001; 183:539. --- , 2015). Para assumir esta mudança de paradigma o ideal é envolver oinfectologista nesta decisão, visto que será ele o profissional que cuidará da saúde desta mulher, ao término dagravidez. Além de avaliação refinada do quesito referente à adesão da paciente, nesta decisão deverão serconsiderados parâmetros como a evolução da contagem de T-CD4, da carga viral e se o parceiro não é portadorda retrovirose. Como visto, não é uma decisão fácil de ser tomada, envolvendo vários fatores e orienta-seclaramente que se utilizem todos os recursos disponíveis para evitar falha na adesão, a exemplo da visitadora e oapoio do serviço de assistência social (PTHIV-IPW, 2015).
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Gottlieb MS, Schroff R, Schanker HM et al. Pneumocystis carinii pneumonia and mucosal candidiasis in previouslyhealthy homossexual men. Evidence of a new acquired cellular immunodeficiency. NEJM 1981; 305:1425. Governo do Estado de São Paulo (SP). Lei nº 11.973, de 25/agosto/2005 que dispõe sobre a obrigatoriedade derealização de exame sorológico de HTLV I/II no pré-natal de mulheres grávidas. Publicado no DOE-SP em26/08/2005. Guay LA, Musoke P, Fleming T et al. Intrapartum and neonatal single-dose nevirapine compared with zidovudinefor prevention of mother-to-child transmission of HIV-1 in Kampala, Uganda: HIVNET 012 randomised trial. Lancet 1999; 354:795. Ho DD, Neumann AU, Perelson AS et al. Rapid turnover of plasma virions and CD4 lymphocytes in HIV-1 infection. Nature 1995; 373:123. Ioannidis JP, Abrams EJ, Ammann A et al. Perinatal transmission of human immunodeficiency virus type 1 bypregnant women with RNA virus loads 1000 copies/ml. J Infect Dis 2001; 183:539. --- , 2015). Para assumir esta mudança de paradigma o ideal é envolver oinfectologista nesta decisão, visto que será ele o profissional que cuidará da saúde desta mulher, ao término dagravidez. Além de avaliação refinada do quesito referente à adesão da paciente, nesta decisão deverão serconsiderados parâmetros como a evolução da contagem de T-CD4, da carga viral e se o parceiro não é portadorda retrovirose. Como visto, não é uma decisão fácil de ser tomada, envolvendo vários fatores e orienta-seclaramente que se utilizem todos os recursos disponíveis para evitar falha na adesão, a exemplo da visitadora e oapoio do serviço de assistência social (PTHIV-IPW, 2015).
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Gottlieb MS, Schroff R, Schanker HM et al. Pneumocystis carinii pneumonia and mucosal candidiasis in previouslyhealthy homossexual men. Evidence of a new acquired cellular immunodeficiency. NEJM 1981; 305:1425. Governo do Estado de São Paulo (SP). Lei nº 11.973, de 25/agosto/2005 que dispõe sobre a obrigatoriedade derealização de exame sorológico de HTLV I/II no pré-natal de mulheres grávidas. Publicado no DOE-SP em26/08/2005. Guay LA, Musoke P, Fleming T et al. Intrapartum and neonatal single-dose nevirapine compared with zidovudinefor prevention of mother-to-child transmission of HIV-1 in Kampala, Uganda: HIVNET 012 randomised trial. Lancet 1999; 354:795. Ho DD, Neumann AU, Perelson AS et al. Rapid turnover of plasma virions and CD4 lymphocytes in HIV-1 infection. Nature 1995; 373:123. Ioannidis JP, Abrams EJ, Ammann A et al. Perinatal transmission of human immunodeficiency virus type 1 bypregnant women with RNA virus loads 1000 copies/ml. J Infect Dis 2001; 183:539. --- , 2015). Para assumir esta mudança de paradigma o ideal é envolver oinfectologista nesta decisão, visto que será ele o profissional que cuidará da saúde desta mulher, ao término dagravidez. Além de avaliação refinada do quesito referente à adesão da paciente, nesta decisão deverão serconsiderados parâmetros como a evolução da contagem de T-CD4, da carga viral e se o parceiro não é portadorda retrovirose. Como visto, não é uma decisão fácil de ser tomada, envolvendo vários fatores e orienta-seclaramente que se utilizem todos os recursos disponíveis para evitar falha na adesão, a exemplo da visitadora e oapoio do serviço de assistência social (PTHIV-IPW, 2015).
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Gottlieb MS, Schroff R, Schanker HM et al. Pneumocystis carinii pneumonia and mucosal candidiasis in previouslyhealthy homossexual men. Evidence of a new acquired cellular immunodeficiency. NEJM 1981; 305:1425. Governo do Estado de São Paulo (SP). Lei nº 11.973, de 25/agosto/2005 que dispõe sobre a obrigatoriedade derealização de exame sorológico de HTLV I/II no pré-natal de mulheres grávidas. Publicado no DOE-SP em26/08/2005. Guay LA, Musoke P, Fleming T et al. Intrapartum and neonatal single-dose nevirapine compared with zidovudinefor prevention of mother-to-child transmission of HIV-1 in Kampala, Uganda: HIVNET 012 randomised trial. Lancet 1999; 354:795. Ho DD, Neumann AU, Perelson AS et al. Rapid turnover of plasma virions and CD4 lymphocytes in HIV-1 infection. Nature 1995; 373:123. Ioannidis JP, Abrams EJ, Ammann A et al. Perinatal transmission of human immunodeficiency virus type 1 bypregnant women with RNA virus loads 1000 copies/ml. J Infect Dis 2001; 183:539. --- , 2015). Para assumir esta mudança de paradigma o ideal é envolver oinfectologista nesta decisão, visto que será ele o profissional que cuidará da saúde desta mulher, ao término dagravidez. Além de avaliação refinada do quesito referente à adesão da paciente, nesta decisão deverão serconsiderados parâmetros como a evolução da contagem de T-CD4, da carga viral e se o parceiro não é portadorda retrovirose. Como visto, não é uma decisão fácil de ser tomada, envolvendo vários fatores e orienta-seclaramente que se utilizem todos os recursos disponíveis para evitar falha na adesão, a exemplo da visitadora e oapoio do serviço de assistência social (PTHIV-IPW, 2015).
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos. --- Gottlieb MS, Schroff R, Schanker HM et al. Pneumocystis carinii pneumonia and mucosal candidiasis in previouslyhealthy homossexual men. Evidence of a new acquired cellular immunodeficiency. NEJM 1981; 305:1425. Governo do Estado de São Paulo (SP). Lei nº 11.973, de 25/agosto/2005 que dispõe sobre a obrigatoriedade derealização de exame sorológico de HTLV I/II no pré-natal de mulheres grávidas. Publicado no DOE-SP em26/08/2005. Guay LA, Musoke P, Fleming T et al. Intrapartum and neonatal single-dose nevirapine compared with zidovudinefor prevention of mother-to-child transmission of HIV-1 in Kampala, Uganda: HIVNET 012 randomised trial. Lancet 1999; 354:795. Ho DD, Neumann AU, Perelson AS et al. Rapid turnover of plasma virions and CD4 lymphocytes in HIV-1 infection. Nature 1995; 373:123. Ioannidis JP, Abrams EJ, Ammann A et al. Perinatal transmission of human immunodeficiency virus type 1 bypregnant women with RNA virus loads 1000 copies/ml. J Infect Dis 2001; 183:539. --- , 2015). Para assumir esta mudança de paradigma o ideal é envolver oinfectologista nesta decisão, visto que será ele o profissional que cuidará da saúde desta mulher, ao término dagravidez. Além de avaliação refinada do quesito referente à adesão da paciente, nesta decisão deverão serconsiderados parâmetros como a evolução da contagem de T-CD4, da carga viral e se o parceiro não é portadorda retrovirose. Como visto, não é uma decisão fácil de ser tomada, envolvendo vários fatores e orienta-seclaramente que se utilizem todos os recursos disponíveis para evitar falha na adesão, a exemplo da visitadora e oapoio do serviço de assistência social (PTHIV-IPW, 2015).
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Vaginite por cândidaPorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteA vaginite por cândida é uma infecção causada por Candida spp, geralmente C. albicans. Os sintomas geralmente incluem um corrimento vaginal branco espesso e prurido vulvovaginal, que frequentemente é moderado a grave. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é feito com antifúngicos orais ou tópicos.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Hifas e esporos na vaginite...Alguns medicamentos para...(Ver também Visão geral da vaginite.)A maioria das vaginites por fungos é causada por C. albicans (candidíase), que coloniza de 15 a 20% das mulheres não gestantes e de 20 a 40% das gestantes.Fatores de risco de vaginite por candida incluem:DiabetesUso de antibióticos de amplo espectro ou corticoidesGestaçãoUso de roupas íntimas apertadasImunocomprometimentoA vaginite por Candida é incomum em mulheres na pós-menopausa, exceto naquelas que tomam terapia hormonal na menopausa.Sinais e sintomas da vaginite por CandidaOs sinais e sintomas típicos incluem prurido, queimação ou irritação vaginal ou vulvar que podem piorar durante as relações sexuais, além de corrimento vaginal espesso, caseoso, o qual se adere às paredes vaginais. Os sinais e sintomas aumentam na semana anterior à menstruação. Eritema, edema e escoriações são comuns.Mulheres com candidíase vulvovaginal podem não ter corrimento, podem ter um corrimento branco escasso ou então o corrimento caseoso típico.Infecção em parceiros do sexo é rara.Pode haver recorrência após o tratamento no caso de resistência a antifúngicos ou se a paciente tiver espécies Candida albicans, como Candida glabrata. Diagnóstico da vaginite por CandidaExame pélvicopH e microscopia vaginalCultura, se a vaginite é persistente ou recorrenteHifas e esporos na vaginite por CandidaImagem By permission of the publisher. De Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases: Fungal Infections. Editado por GL Mandell and RD Diamond. Philadelphia, Current Medicine, 2000. Também de Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases. Editado por GL Mandell and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Os critérios para o diagnóstico de vaginite por candidíase incluemCorrimento típico (corrimento vaginal espesso, branco e caseoso)pH vaginal é Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Vaginose bacteriana (VB)PorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteVaginose bacteriana é uma disbiose, uma complexa alteração da flora vaginal, com diminuição de lactobacilos e supercrescimento de patógenos anaeróbios. Os sintomas incluem corrimento vaginal fétido amarelado, esverdeado ou acinzentado. O diagnóstico é confirmado pela avaliação das secreções vaginais. O tratamento é feito com metronidazol oral ou tópico ou clindamicina tópica.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (2)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Exame com espéculo na vaginose...Células indicadoras(Ver também Visão geral da vaginite.)Vaginose bacteriana é a vaginite infecciosa mais comum. A patogênese não está clara, mas envolve o crescimento excessivo de múltiplos patógenos bacterianos e a diminuição na flora vaginal usualmente dominada por lactobacilos (1).Os patógenos anaeróbios que apresentam supercrescimento incluem Prevotella spp, Peptostreptococcus spp, Gardnerella vaginalis, Mobiluncus spp e Mycoplasma hominis, que aumentam em 10 a 100 vezes a concentração e substituem os lactobacilos que normalmente mantêm um ambiente vaginal normal.Os fatores de risco para vaginose bacteriana são os mesmos que para infecções sexualmente transmissíveis, incluindo múltiplos parceiros sexuais, compartilhamento de brinquedos sexuais e uso inconsistente ou incorreto de preservativos ou protetores bucais para sexo oral vaginal. No entanto, a vaginose bacteriana pode ocorrer em mulheres que nunca tiveram relações sexuais vaginais, e o tratamento de um parceiro sexual masculino não parece afetar a incidência subsequente em mulheres heterossexuais sexualmente ativas. O uso de dispositivo intrauterino também é um fator de risco.A vaginose bacteriana parece aumentar o risco de doença inflamatória pélvica, endometrite pós-parto e pós- aborto, e infecção da bainha vaginal pós-histerectomia. Na gestação, a vaginose bacteriana está associada a risco aumentado de corioamnionite, ruptura pré-trabalho das membranas, trabalho de parto prematuro e parto prematuro.Referência geral1. Muzny CA, Schwebke JR: Pathogenesis of bacterial vaginosis: Discussion of current hypotheses. J Infect Dis 214 (Suppl 1):S1–S5, 2016. doi: 10.1093/infdis/jiw121 Sinais e sintomas da vaginose bacterianaO corrimento vaginal devido à vaginose bacteriana é amarelo-esverdeado ou acinzentado, fino e fétido, geralmente com odor de peixe que muitas vezes se torna mais forte quando o corrimento é mais alcalino - após o coito e durante a menstruação.Prurido, irritação, eritema e edema não são comuns. Diagnóstico da vaginose bacterianaExame pélvicopH e microscopia vaginalSe a microscopia não estiver disponível, às vezes testes de amplificação de ácido nucleico (NAATs)Para o diagnóstico da vaginose bacteriana, 3 de 4 critérios (critérios de Amsel) devem estar presentes:Corrimento amarelo-esverdeado ou cinzapH da secreção vaginal superior a 4,5Odor de peixe no teste do cheiro (aplicação de hidróxido de potássio)Células indicadoras em solução salina (0,9%) a frescoExame com espéculo na vaginose bacterianaImagem By permission of the publisher. From Spitzer M, Mann M. In Atlas of Clinical Gynecology: Gynecologic Pathology. Edited by M Stenchever (series editor) and B Goff. Philadelphia, Current Medicine, 1998.Células indicadorasImagem Imagem obtida da Public Health Image Library dos Centers for Disease Control and Prevention.As células indicadoras (bactérias aderidas às células epiteliais que às vezes obscurecem a margem de tais células) são identificadas por análise microscópica do material no exame direto a fresco com soro fisiológico.A presença de leucócitos no exame direto a fresco com soro fisiológico sugere infecção concomitante, possivelmente uma cervicite por tricomonas, gonorreia ou clamídia, necessitando de testes adicionais.NAATs estão comercialmente disponíveis para uso clínico (1–4). Se a microscopia não estiver disponível, o diagnóstico for inconclusivo ou a paciente permanecer sintomática, deve-se considerar a realização de um NAAT.Referências sobre diagnóstico1. Cartwright CP, Lembke BD, Ramachandran K, et al: Development and validation of a semiquantitative, multitarget PCR assay for diagnosis of bacterial vaginosis. J Clin Microbiol 50 (7):2321–2329, 2012. doi: 10.1128/JCM.00506-122. Schwebke JR, Gaydos CA, Nyirjesy P, et al: Diagnostic performance of a molecular test versus clinician assessment of vaginitis. J Clin Microbiol 56 (6):e00252-18, 2018. doi: 10.1128/JCM.00252-183. Gaydos CA, Beqaj S, Schwebke JR, et al: Clinical validation of a test for the diagnosis of vaginitis. Obstet Gynecol 130 (1):181–189, 2017. doi: 10.1097/AOG.00000000000020904. Coleman JS, Gaydos CA: Molecular diagnosis of bacterial vaginosis: An update. J Clin Microbiol 56 (9):e00342–e00318, 2018. doi: 10.1128/JCM.00342-18 Tratamento da vaginose bacterianaMetronidazol ou clindamicinaOs seguintes tratamentos para vaginose bacteriana são igualmente eficazes (ver CDC: Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021):Metronidazol oral, 500 mg duas vezes por dia, por 7 diasMetronidazol gel a 0,75%, 5 g (um aplicador cheio), por via intravaginal, uma vez ao dia, durante 5 diasCreme vaginal a 2% de clindamicina, uma vez ao dia, por 7 diasPara tratamentos tópicos, prefere-se ometronidazol; clindamicina é uma opção alternativa.Metronidazol oral é o tratamento de escolha para pacientes que não estão grávidas. Para gestantes, preferem-se esquemas tópicos porque pode haver efeitos sistêmicos com o uso de medicamentos orais.Mulheres tratadas com creme de clindamicina não devem utilizar produtos de látex (isto é, preservativos ou diafragmas) para contracepção, pois o creme enfraquece o látex.O secnidazol 2 g por via oral, dose única, é outra opção para o tratamento da vaginose bacteriana (1, 2). Como é necessária apenas uma dose, o secnidazol pode melhorar a adesão das pacientes.O tratamento dos parceiros sexuais não é recomendado.Para casos de vaginite durante o 1º trimestre de gestação, deve-se utilizar metronidazol vaginal em gel, embora o tratamento durante a gestação aparentemente não diminui o risco de complicações. Antes de uma curetagem eletiva para aborto, pode-se ministrar metronidazol oral profilático a todas as pacientes ou apenas àquelas cujos testes de corrimento vaginal sejam positivos para vaginose bacteriana.Quando tratada, a vaginose bacteriana sintomática costuma desaparecer em poucos dias, mas geralmente recorre. Se houver recorrência frequente (infecção atual e pelo menos 2 episódios anteriores nos últimos 12 meses), podem ser necessários antibióticos supressores. Pode-se considerar o uso de terapia supressora utilizando metronidazol em gel 2 vezes por semana durante 16 semanas em pacientes com vaginose bacteriana recorrente (3).Referências sobre tratamento1. Schwebke JR, Morgan FG Jr, Koltun W, Nyirjesy P: A phase-3, double-blind, placebo-controlled study of the effectiveness and safety of single oral doses of secnidazole 2 g for the treatment of women with bacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 217 (6):678.e1–678.e9, 2017. doi: 10.1016/j.ajog.2017.08.0172. Hillier SL, Nyirjesy P, Waldbaum AS, et al: Secnidazole treatment of bacterial vaginosis: A randomized controlled trial. Obstet Gynecol 130 (2):379-386, 2017. doi: 10.1097/AOG.00000000000021353. Sobel JD, Ferris D, Schwebke J, et al: Suppressive antibacterial therapy with 0.75% metronidazole vaginal gel to prevent recurrent bacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 194(5):1283-1289, 2006. doi:10.1016/j.ajog.2005.11.041Pontos-chaveA vaginose bacteriana (VB) é uma alteração da flora vaginal na qual os patógenos anaeróbios crescem e substituem os lactobacilos (que geralmente mantêm um ambiente vaginal saudável).Os fatores de risco são os mesmos que as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), p. ex., múltiplos parceiros sexuais, compartilhamento de brinquedos sexuais e ter uma IST aumenta o risco de VB. No entanto, a VB também pode ocorrer em mulheres na ausência de atividade sexual.A VB aumenta o risco de doença inflamatória pélvica, endometrite pós-parto e algumas complicações da gestação, incluindo ruptura pré-parto das membranas e parto prematuro.Os sintomas são corrimento vaginal, que é geralmente fino, amarelo-esverdeado ou cinza e de mau odor.Diagnosticar por avaliação do corrimento vaginal com microscopia para os critérios de Amsel (pelo menos 3 de 4): corrimento amarelo-esverdeado ou acinzentado, pH > 4,5, odor de peixe no teste de inalação de hidróxido de potássio e células indicadoras na solução salina a fresco.Se o diagnóstico for inconclusivo ou os sintomas persistirem após o tratamento, testar com um teste de amplificação de ácido nucleico (NAAT).Tratar pacientes não grávidas com metronidazol oral; tratar pacientes gestantes com metronidazol vaginal (preferido) ou clindamicina vaginal.O tratamento dos parceiros sexuais não é recomendado.VB geralmente recorre; considerar terapia supressiva com um curso prolongado de metronidazol vaginal para pacientes com recorrência frequente.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresentem infecção por cândida no pênis, não se considera uma DST clássica. Período de incubaçãoUma vez admitido que a cândida pode fazer parte da microbiota vaginal, desequilíbrio da ecologia localpropicia o crescimento do fungo e o estabelecimento de sinais e sintomas. Não se tem definido o período deincubação da candidíase. --- Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvolve melhor empH ácido (< 4,0) e se apresenta de duas formas: uma vegetativa ou de crescimento (pseudo-hifa) e outra dereprodução (esporo). •••Manifestações clínicas▶ Não complicada. Candidíase esporádica, leve ou de moderada intensidade, por C. albicans e emimunocompetente. ▶ Complicada. Candidíase recorrente (≥ 4 surtos/ano), grave intensidade, não C. albicans, imunodeprimidos,diabetes não controlado, na grávida. ▶ Mulheres. Corrimento tipo leite talhado, inodoro, com prurido, hiperemia e edema vulvar (maior nas grávidas). Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. --- Vaginite por cândidaPorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteA vaginite por cândida é uma infecção causada por Candida spp, geralmente C. albicans. Os sintomas geralmente incluem um corrimento vaginal branco espesso e prurido vulvovaginal, que frequentemente é moderado a grave. O diagnóstico é feito por exame pélvico, pH vaginal e exame a fresco. O tratamento é feito com antifúngicos orais ou tópicos.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Hifas e esporos na vaginite...Alguns medicamentos para...(Ver também Visão geral da vaginite.)A maioria das vaginites por fungos é causada por C. albicans (candidíase), que coloniza de 15 a 20% das mulheres não gestantes e de 20 a 40% das gestantes.Fatores de risco de vaginite por candida incluem:DiabetesUso de antibióticos de amplo espectro ou corticoidesGestaçãoUso de roupas íntimas apertadasImunocomprometimentoA vaginite por Candida é incomum em mulheres na pós-menopausa, exceto naquelas que tomam terapia hormonal na menopausa.Sinais e sintomas da vaginite por CandidaOs sinais e sintomas típicos incluem prurido, queimação ou irritação vaginal ou vulvar que podem piorar durante as relações sexuais, além de corrimento vaginal espesso, caseoso, o qual se adere às paredes vaginais. Os sinais e sintomas aumentam na semana anterior à menstruação. Eritema, edema e escoriações são comuns.Mulheres com candidíase vulvovaginal podem não ter corrimento, podem ter um corrimento branco escasso ou então o corrimento caseoso típico.Infecção em parceiros do sexo é rara.Pode haver recorrência após o tratamento no caso de resistência a antifúngicos ou se a paciente tiver espécies Candida albicans, como Candida glabrata. Diagnóstico da vaginite por CandidaExame pélvicopH e microscopia vaginalCultura, se a vaginite é persistente ou recorrenteHifas e esporos na vaginite por CandidaImagem By permission of the publisher. De Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases: Fungal Infections. Editado por GL Mandell and RD Diamond. Philadelphia, Current Medicine, 2000. Também de Sobel JD. In Atlas of Infectious Diseases. Editado por GL Mandell and MF Rein. Philadelphia, Current Medicine, 1996.Os critérios para o diagnóstico de vaginite por candidíase incluemCorrimento típico (corrimento vaginal espesso, branco e caseoso)pH vaginal é Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Vaginose bacteriana (VB)PorOluwatosin Goje, MD, MSCR, Cleveland Clinic, Lerner College of Medicine of Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: mar. 2023Visão Educação para o pacienteVaginose bacteriana é uma disbiose, uma complexa alteração da flora vaginal, com diminuição de lactobacilos e supercrescimento de patógenos anaeróbios. Os sintomas incluem corrimento vaginal fétido amarelado, esverdeado ou acinzentado. O diagnóstico é confirmado pela avaliação das secreções vaginais. O tratamento é feito com metronidazol oral ou tópico ou clindamicina tópica.Sinais e sintomas|Diagnóstico|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (2)Modelos 3D (0)Tabelas (0)Vídeo (0)Exame com espéculo na vaginose...Células indicadoras(Ver também Visão geral da vaginite.)Vaginose bacteriana é a vaginite infecciosa mais comum. A patogênese não está clara, mas envolve o crescimento excessivo de múltiplos patógenos bacterianos e a diminuição na flora vaginal usualmente dominada por lactobacilos (1).Os patógenos anaeróbios que apresentam supercrescimento incluem Prevotella spp, Peptostreptococcus spp, Gardnerella vaginalis, Mobiluncus spp e Mycoplasma hominis, que aumentam em 10 a 100 vezes a concentração e substituem os lactobacilos que normalmente mantêm um ambiente vaginal normal.Os fatores de risco para vaginose bacteriana são os mesmos que para infecções sexualmente transmissíveis, incluindo múltiplos parceiros sexuais, compartilhamento de brinquedos sexuais e uso inconsistente ou incorreto de preservativos ou protetores bucais para sexo oral vaginal. No entanto, a vaginose bacteriana pode ocorrer em mulheres que nunca tiveram relações sexuais vaginais, e o tratamento de um parceiro sexual masculino não parece afetar a incidência subsequente em mulheres heterossexuais sexualmente ativas. O uso de dispositivo intrauterino também é um fator de risco.A vaginose bacteriana parece aumentar o risco de doença inflamatória pélvica, endometrite pós-parto e pós- aborto, e infecção da bainha vaginal pós-histerectomia. Na gestação, a vaginose bacteriana está associada a risco aumentado de corioamnionite, ruptura pré-trabalho das membranas, trabalho de parto prematuro e parto prematuro.Referência geral1. Muzny CA, Schwebke JR: Pathogenesis of bacterial vaginosis: Discussion of current hypotheses. J Infect Dis 214 (Suppl 1):S1–S5, 2016. doi: 10.1093/infdis/jiw121 Sinais e sintomas da vaginose bacterianaO corrimento vaginal devido à vaginose bacteriana é amarelo-esverdeado ou acinzentado, fino e fétido, geralmente com odor de peixe que muitas vezes se torna mais forte quando o corrimento é mais alcalino - após o coito e durante a menstruação.Prurido, irritação, eritema e edema não são comuns. Diagnóstico da vaginose bacterianaExame pélvicopH e microscopia vaginalSe a microscopia não estiver disponível, às vezes testes de amplificação de ácido nucleico (NAATs)Para o diagnóstico da vaginose bacteriana, 3 de 4 critérios (critérios de Amsel) devem estar presentes:Corrimento amarelo-esverdeado ou cinzapH da secreção vaginal superior a 4,5Odor de peixe no teste do cheiro (aplicação de hidróxido de potássio)Células indicadoras em solução salina (0,9%) a frescoExame com espéculo na vaginose bacterianaImagem By permission of the publisher. From Spitzer M, Mann M. In Atlas of Clinical Gynecology: Gynecologic Pathology. Edited by M Stenchever (series editor) and B Goff. Philadelphia, Current Medicine, 1998.Células indicadorasImagem Imagem obtida da Public Health Image Library dos Centers for Disease Control and Prevention.As células indicadoras (bactérias aderidas às células epiteliais que às vezes obscurecem a margem de tais células) são identificadas por análise microscópica do material no exame direto a fresco com soro fisiológico.A presença de leucócitos no exame direto a fresco com soro fisiológico sugere infecção concomitante, possivelmente uma cervicite por tricomonas, gonorreia ou clamídia, necessitando de testes adicionais.NAATs estão comercialmente disponíveis para uso clínico (1–4). Se a microscopia não estiver disponível, o diagnóstico for inconclusivo ou a paciente permanecer sintomática, deve-se considerar a realização de um NAAT.Referências sobre diagnóstico1. Cartwright CP, Lembke BD, Ramachandran K, et al: Development and validation of a semiquantitative, multitarget PCR assay for diagnosis of bacterial vaginosis. J Clin Microbiol 50 (7):2321–2329, 2012. doi: 10.1128/JCM.00506-122. Schwebke JR, Gaydos CA, Nyirjesy P, et al: Diagnostic performance of a molecular test versus clinician assessment of vaginitis. J Clin Microbiol 56 (6):e00252-18, 2018. doi: 10.1128/JCM.00252-183. Gaydos CA, Beqaj S, Schwebke JR, et al: Clinical validation of a test for the diagnosis of vaginitis. Obstet Gynecol 130 (1):181–189, 2017. doi: 10.1097/AOG.00000000000020904. Coleman JS, Gaydos CA: Molecular diagnosis of bacterial vaginosis: An update. J Clin Microbiol 56 (9):e00342–e00318, 2018. doi: 10.1128/JCM.00342-18 Tratamento da vaginose bacterianaMetronidazol ou clindamicinaOs seguintes tratamentos para vaginose bacteriana são igualmente eficazes (ver CDC: Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021):Metronidazol oral, 500 mg duas vezes por dia, por 7 diasMetronidazol gel a 0,75%, 5 g (um aplicador cheio), por via intravaginal, uma vez ao dia, durante 5 diasCreme vaginal a 2% de clindamicina, uma vez ao dia, por 7 diasPara tratamentos tópicos, prefere-se ometronidazol; clindamicina é uma opção alternativa.Metronidazol oral é o tratamento de escolha para pacientes que não estão grávidas. Para gestantes, preferem-se esquemas tópicos porque pode haver efeitos sistêmicos com o uso de medicamentos orais.Mulheres tratadas com creme de clindamicina não devem utilizar produtos de látex (isto é, preservativos ou diafragmas) para contracepção, pois o creme enfraquece o látex.O secnidazol 2 g por via oral, dose única, é outra opção para o tratamento da vaginose bacteriana (1, 2). Como é necessária apenas uma dose, o secnidazol pode melhorar a adesão das pacientes.O tratamento dos parceiros sexuais não é recomendado.Para casos de vaginite durante o 1º trimestre de gestação, deve-se utilizar metronidazol vaginal em gel, embora o tratamento durante a gestação aparentemente não diminui o risco de complicações. Antes de uma curetagem eletiva para aborto, pode-se ministrar metronidazol oral profilático a todas as pacientes ou apenas àquelas cujos testes de corrimento vaginal sejam positivos para vaginose bacteriana.Quando tratada, a vaginose bacteriana sintomática costuma desaparecer em poucos dias, mas geralmente recorre. Se houver recorrência frequente (infecção atual e pelo menos 2 episódios anteriores nos últimos 12 meses), podem ser necessários antibióticos supressores. Pode-se considerar o uso de terapia supressora utilizando metronidazol em gel 2 vezes por semana durante 16 semanas em pacientes com vaginose bacteriana recorrente (3).Referências sobre tratamento1. Schwebke JR, Morgan FG Jr, Koltun W, Nyirjesy P: A phase-3, double-blind, placebo-controlled study of the effectiveness and safety of single oral doses of secnidazole 2 g for the treatment of women with bacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 217 (6):678.e1–678.e9, 2017. doi: 10.1016/j.ajog.2017.08.0172. Hillier SL, Nyirjesy P, Waldbaum AS, et al: Secnidazole treatment of bacterial vaginosis: A randomized controlled trial. Obstet Gynecol 130 (2):379-386, 2017. doi: 10.1097/AOG.00000000000021353. Sobel JD, Ferris D, Schwebke J, et al: Suppressive antibacterial therapy with 0.75% metronidazole vaginal gel to prevent recurrent bacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 194(5):1283-1289, 2006. doi:10.1016/j.ajog.2005.11.041Pontos-chaveA vaginose bacteriana (VB) é uma alteração da flora vaginal na qual os patógenos anaeróbios crescem e substituem os lactobacilos (que geralmente mantêm um ambiente vaginal saudável).Os fatores de risco são os mesmos que as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), p. ex., múltiplos parceiros sexuais, compartilhamento de brinquedos sexuais e ter uma IST aumenta o risco de VB. No entanto, a VB também pode ocorrer em mulheres na ausência de atividade sexual.A VB aumenta o risco de doença inflamatória pélvica, endometrite pós-parto e algumas complicações da gestação, incluindo ruptura pré-parto das membranas e parto prematuro.Os sintomas são corrimento vaginal, que é geralmente fino, amarelo-esverdeado ou cinza e de mau odor.Diagnosticar por avaliação do corrimento vaginal com microscopia para os critérios de Amsel (pelo menos 3 de 4): corrimento amarelo-esverdeado ou acinzentado, pH > 4,5, odor de peixe no teste de inalação de hidróxido de potássio e células indicadoras na solução salina a fresco.Se o diagnóstico for inconclusivo ou os sintomas persistirem após o tratamento, testar com um teste de amplificação de ácido nucleico (NAAT).Tratar pacientes não grávidas com metronidazol oral; tratar pacientes gestantes com metronidazol vaginal (preferido) ou clindamicina vaginal.O tratamento dos parceiros sexuais não é recomendado.VB geralmente recorre; considerar terapia supressiva com um curso prolongado de metronidazol vaginal para pacientes com recorrência frequente.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia. ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
{"justificativa": "O documento fornece informações sobre a candidíase, incluindo a infecção por fungo, manifestações clínicas e a possibilidade de afetar homens e mulheres. No entanto, não aborda diretamente o risco de transmissão da candidíase para o parceiro, o que é o foco da pergunta do usuário. Assim, embora tenha alguma relação, falta informação específica sobre a transmissão entre parceiros.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda a candidíase, sua definição, agentes causais e manifestações clínicas, que são relevantes para entender a infecção. No entanto, não há informações diretas sobre a transmissão entre parceiros, o que é crucial para responder à pergunta do usuário. Portanto, o documento tem alguma relação, mas falta a informação específica sobre a transmissão da candidíase.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre candidíase, incluindo a sua natureza, transmissão e formas de manifestação em homens e mulheres. Isso é relevante para responder à pergunta sobre a possibilidade de transmissão entre parceiros. No entanto, falta uma clareza direta sobre o risco de transmissão específico entre parceiros, o que limita sua eficácia completa para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a candidíase, sua etiologia e potencial transmissão, mas não aborda diretamente se a condição pode ser transmitida ao parceiro. Embora mencione que a candidíase não é considerada uma DST clássica, a falta de informações diretas sobre transmissão entre parceiros reduz a relevância do contexto em relação à pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre candidíase, incluindo a infecção causada por fungos do gênero Candida e algumas características clínicas. Ele menciona que a candidíase não é considerada uma DST clássica, o que é relevante para a pergunta sobre se a infecção pode ser transmitida ao parceiro. No entanto, não aborda diretamente a questão da transmissão entre parceiros, o que limita um pouco sua relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a candidíase, incluindo suas manifestações clínicas, fatores de risco e o fato de que a infecção em parceiros do sexo é rara. Isso é relevante para a pergunta sobre a possibilidade de transmissão ao parceiro, já que a resposta implica entender que, embora a candidíase não seja considerada uma DST clássica, parceiros podem ser afetados. Também menciona que não é comum que os homens apresentem infecção.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto explica que a candidíase não é considerada uma infecção sexualmente transmissível clássica e menciona que a infecção em parceiros sexuais é rara. Essa informação é diretamente relevante à pergunta se a candidíase pode ser transmitida ao parceiro, ajudando a esclarecer a preocupação do usuário.", "nota": 3}
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tive um aborto a dois dias sinto pouca cólica o sangramento diminuiu é normal
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretoso ultrassom pode ser importante para o diagnósticoa presença de cólicas menstruais e de sangramento aumentado e prolongado obriga o médico a pensar em retenção de restos ovularesnão corra o risco de uma gravidez indesejada discuta a sua anticoncepçãocheque a biópsia do seu abortoconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento corretos
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TratamentoAlgumas recomendações que devem ser seguidas no período da ameaça de abortamento são:Repouso relativo; não tendo fundamento a obrigatoriedade de acamar-seO coito deve ser proibido enquanto perdurar a ameaçaTranquilizar a gestante, sem, contudo, exibir demasiado otimismo (metade aborta); consumada a interrupção,mostre não haver, em geral, tendência a repetiçãoAdministrar antiespasmódicos e analgésicos nas pacientes com cólicasA progesterona vaginal não está recomendada no abortamento esporádico (ACOG, 2015). Abortamento inevitávelQuadro clínicoNas amenorreias de curta duração em que o ovo é pequeno, o processo pode ser confundido commenstruação, diferenciando-se dela pela maior quantidade de sangue; pela presença de embrião e decídua aoexame do material eliminado. Esse mecanismo é raro após 8 semanas. O cório frondoso bem desenvolvido fixa o ovo à decídua. A partir de 8 semanas, o processo de abortamento adquire, progressivamente, as características do trabalhode parto. --- Todavia, a hemorragia não é sinal relevante. O sangue escorre mesclado a líquido sanioso, cujo odor éfecaloide, com presença de anaeróbios. Se um abortamento incompleto suceder a infecção, como é usual,eliminam-se fragmentos do ovo. A temperatura está em torno de 39°C e o estado geral está afetado, comtaquicardia, desidratação, paresia intestinal, anemia. As dores são constantes e espontâneas. A defesaabdominal está limitada ao hipogástrio e não se estende ao andar superior do abdome. O exame pélvico é praticamente impossível, tal a dor despertada. Feito muito delicadamente, nota-se úteroamolecido, mobilidade reduzida e paramétrios empastados. O colo costuma estar entreaberto. ▶ III | Peritonite.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TratamentoAlgumas recomendações que devem ser seguidas no período da ameaça de abortamento são:Repouso relativo; não tendo fundamento a obrigatoriedade de acamar-seO coito deve ser proibido enquanto perdurar a ameaçaTranquilizar a gestante, sem, contudo, exibir demasiado otimismo (metade aborta); consumada a interrupção,mostre não haver, em geral, tendência a repetiçãoAdministrar antiespasmódicos e analgésicos nas pacientes com cólicasA progesterona vaginal não está recomendada no abortamento esporádico (ACOG, 2015). Abortamento inevitávelQuadro clínicoNas amenorreias de curta duração em que o ovo é pequeno, o processo pode ser confundido commenstruação, diferenciando-se dela pela maior quantidade de sangue; pela presença de embrião e decídua aoexame do material eliminado. Esse mecanismo é raro após 8 semanas. O cório frondoso bem desenvolvido fixa o ovo à decídua. A partir de 8 semanas, o processo de abortamento adquire, progressivamente, as características do trabalhode parto. --- Todavia, a hemorragia não é sinal relevante. O sangue escorre mesclado a líquido sanioso, cujo odor éfecaloide, com presença de anaeróbios. Se um abortamento incompleto suceder a infecção, como é usual,eliminam-se fragmentos do ovo. A temperatura está em torno de 39°C e o estado geral está afetado, comtaquicardia, desidratação, paresia intestinal, anemia. As dores são constantes e espontâneas. A defesaabdominal está limitada ao hipogástrio e não se estende ao andar superior do abdome. O exame pélvico é praticamente impossível, tal a dor despertada. Feito muito delicadamente, nota-se úteroamolecido, mobilidade reduzida e paramétrios empastados. O colo costuma estar entreaberto. ▶ III | Peritonite.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação. --- Minha menstruação veio só um dia e parou, o que significa? “Fiquei preocupada porque este mês a minha menstruação veio só um dia e parou. O que isso significa? Preciso fazer alguma coisa?” Pequenas alterações no ciclo menstrual, como a menstruação vir por um dia somente e parar, podem ser consideradas normais em alguns casos. Isso é comum nos primeiros 2 anos após o início da menstruação e em caso de estresse ou ansiedade excessivos, exercícios físicos intensos, alimentação inadequada ou uso de anticoncepcionais. No entanto, períodos menstruais muito curtos algumas vezes também pode indicar problemas, como anormalidades uterinas, desequilíbrios hormonais, perimenopausa e doenças como anorexia, bulimia, doença celíaca ou doença de Crohn. Caso seja frequente sua menstruação vir só um dia e parar ou existam outros sintomas, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se existe algum problema de saúde que mereça sua atenção. Quando devo me preocupar? Caso sua menstruação tenha vindo em pouca quantidade ou durado três dias ou menos, é importante ficar atenta quanto ao surgimento de sintomas como: Parada da menstruação por 3 meses ou mais; Dor intensa durante no período menstrual; Sangramentos entre as menstruações; Acne e/ou crescimento de pelos no rosto; Saída de leite das mamas. Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação. --- Minha menstruação veio só um dia e parou, o que significa? “Fiquei preocupada porque este mês a minha menstruação veio só um dia e parou. O que isso significa? Preciso fazer alguma coisa?” Pequenas alterações no ciclo menstrual, como a menstruação vir por um dia somente e parar, podem ser consideradas normais em alguns casos. Isso é comum nos primeiros 2 anos após o início da menstruação e em caso de estresse ou ansiedade excessivos, exercícios físicos intensos, alimentação inadequada ou uso de anticoncepcionais. No entanto, períodos menstruais muito curtos algumas vezes também pode indicar problemas, como anormalidades uterinas, desequilíbrios hormonais, perimenopausa e doenças como anorexia, bulimia, doença celíaca ou doença de Crohn. Caso seja frequente sua menstruação vir só um dia e parar ou existam outros sintomas, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se existe algum problema de saúde que mereça sua atenção. Quando devo me preocupar? Caso sua menstruação tenha vindo em pouca quantidade ou durado três dias ou menos, é importante ficar atenta quanto ao surgimento de sintomas como: Parada da menstruação por 3 meses ou mais; Dor intensa durante no período menstrual; Sangramentos entre as menstruações; Acne e/ou crescimento de pelos no rosto; Saída de leite das mamas. Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TratamentoAlgumas recomendações que devem ser seguidas no período da ameaça de abortamento são:Repouso relativo; não tendo fundamento a obrigatoriedade de acamar-seO coito deve ser proibido enquanto perdurar a ameaçaTranquilizar a gestante, sem, contudo, exibir demasiado otimismo (metade aborta); consumada a interrupção,mostre não haver, em geral, tendência a repetiçãoAdministrar antiespasmódicos e analgésicos nas pacientes com cólicasA progesterona vaginal não está recomendada no abortamento esporádico (ACOG, 2015). Abortamento inevitávelQuadro clínicoNas amenorreias de curta duração em que o ovo é pequeno, o processo pode ser confundido commenstruação, diferenciando-se dela pela maior quantidade de sangue; pela presença de embrião e decídua aoexame do material eliminado. Esse mecanismo é raro após 8 semanas. O cório frondoso bem desenvolvido fixa o ovo à decídua. A partir de 8 semanas, o processo de abortamento adquire, progressivamente, as características do trabalhode parto. --- Todavia, a hemorragia não é sinal relevante. O sangue escorre mesclado a líquido sanioso, cujo odor éfecaloide, com presença de anaeróbios. Se um abortamento incompleto suceder a infecção, como é usual,eliminam-se fragmentos do ovo. A temperatura está em torno de 39°C e o estado geral está afetado, comtaquicardia, desidratação, paresia intestinal, anemia. As dores são constantes e espontâneas. A defesaabdominal está limitada ao hipogástrio e não se estende ao andar superior do abdome. O exame pélvico é praticamente impossível, tal a dor despertada. Feito muito delicadamente, nota-se úteroamolecido, mobilidade reduzida e paramétrios empastados. O colo costuma estar entreaberto. ▶ III | Peritonite.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TratamentoAlgumas recomendações que devem ser seguidas no período da ameaça de abortamento são:Repouso relativo; não tendo fundamento a obrigatoriedade de acamar-seO coito deve ser proibido enquanto perdurar a ameaçaTranquilizar a gestante, sem, contudo, exibir demasiado otimismo (metade aborta); consumada a interrupção,mostre não haver, em geral, tendência a repetiçãoAdministrar antiespasmódicos e analgésicos nas pacientes com cólicasA progesterona vaginal não está recomendada no abortamento esporádico (ACOG, 2015). Abortamento inevitávelQuadro clínicoNas amenorreias de curta duração em que o ovo é pequeno, o processo pode ser confundido commenstruação, diferenciando-se dela pela maior quantidade de sangue; pela presença de embrião e decídua aoexame do material eliminado. Esse mecanismo é raro após 8 semanas. O cório frondoso bem desenvolvido fixa o ovo à decídua. A partir de 8 semanas, o processo de abortamento adquire, progressivamente, as características do trabalhode parto. --- Todavia, a hemorragia não é sinal relevante. O sangue escorre mesclado a líquido sanioso, cujo odor éfecaloide, com presença de anaeróbios. Se um abortamento incompleto suceder a infecção, como é usual,eliminam-se fragmentos do ovo. A temperatura está em torno de 39°C e o estado geral está afetado, comtaquicardia, desidratação, paresia intestinal, anemia. As dores são constantes e espontâneas. A defesaabdominal está limitada ao hipogástrio e não se estende ao andar superior do abdome. O exame pélvico é praticamente impossível, tal a dor despertada. Feito muito delicadamente, nota-se úteroamolecido, mobilidade reduzida e paramétrios empastados. O colo costuma estar entreaberto. ▶ III | Peritonite.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- .. Ácido mefenâmico: 500 mg, de 8 em 8 horas por 5 dias. .. Celecoxib: 200 mg/dia por 5 dias. • Estrogênios (C): não se mostraram melhores do que placebo nas doses habituais, pois, devido à diminuição dos receptores estrogênicos, têm dificuldade de ação. O EE em dose de 50 mcg/dia foi eficaz na diminuição do sangramento em usuárias de implantes liberadores de LNG.(78)• Progestagênios isolados (D): apesar de não existirem ainda trabalhos comparando-os com placebo, eles têm sido cada vez mais utilizados: . Desogestrel 75 mcg/dia, por 1 a 3 ciclos. . Norestisterona 10 mg de 12 em 12 horas por 21 dias. . AMP 10 mg de 12 em 12 horas por até 21 dias. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TratamentoAlgumas recomendações que devem ser seguidas no período da ameaça de abortamento são:Repouso relativo; não tendo fundamento a obrigatoriedade de acamar-seO coito deve ser proibido enquanto perdurar a ameaçaTranquilizar a gestante, sem, contudo, exibir demasiado otimismo (metade aborta); consumada a interrupção,mostre não haver, em geral, tendência a repetiçãoAdministrar antiespasmódicos e analgésicos nas pacientes com cólicasA progesterona vaginal não está recomendada no abortamento esporádico (ACOG, 2015). Abortamento inevitávelQuadro clínicoNas amenorreias de curta duração em que o ovo é pequeno, o processo pode ser confundido commenstruação, diferenciando-se dela pela maior quantidade de sangue; pela presença de embrião e decídua aoexame do material eliminado. Esse mecanismo é raro após 8 semanas. O cório frondoso bem desenvolvido fixa o ovo à decídua. A partir de 8 semanas, o processo de abortamento adquire, progressivamente, as características do trabalhode parto. --- Todavia, a hemorragia não é sinal relevante. O sangue escorre mesclado a líquido sanioso, cujo odor éfecaloide, com presença de anaeróbios. Se um abortamento incompleto suceder a infecção, como é usual,eliminam-se fragmentos do ovo. A temperatura está em torno de 39°C e o estado geral está afetado, comtaquicardia, desidratação, paresia intestinal, anemia. As dores são constantes e espontâneas. A defesaabdominal está limitada ao hipogástrio e não se estende ao andar superior do abdome. O exame pélvico é praticamente impossível, tal a dor despertada. Feito muito delicadamente, nota-se úteroamolecido, mobilidade reduzida e paramétrios empastados. O colo costuma estar entreaberto. ▶ III | Peritonite.
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o pós-operatório de aborto, mencionando que cólicas e sangramento leve são comuns nos primeiros dias após o procedimento. Isso diretamente se relaciona com a situação da usuária, que está lidando com cólicas e sangramento após um aborto recente.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre o que é comum após um abortamento, como cólicas e sangramentos, que são relevantes para a pergunta do usuário. Ele menciona que pode haver sangramento leve nos primeiros dias após a cirurgia, o que alinha-se à experiência relatada pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações relevantes sobre o pós-operatório e o que é esperado após um aborto, incluindo a possibilidade de cólicas e sangramento leve, que se conecta diretamente à situação descrita na pergunta do usuário. Isso pode ajudar a entender a normalidade das experiências pós-aborto.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda informações sobre o pós-operatório e o normal comportamento do sangramento após procedimentos relacionados à gravidez, como um aborto. Ele menciona a presença de cólicas e sangramento, que são relevantes para a preocupação da usuária sobre a normalidade dos sintomas que está experienciando. Portanto, embora não trate diretamente da situação específica do aborto, as informações são pertinentes ao tópico em questão.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda informações sobre o pós-operatório de abortos, incluindo a normalidade de cólicas e sangramentos após o procedimento. Essa informação é relevante para a pergunta do usuário, que se refere a sintomas pós-aborto como cólicas e sangramento. No entanto, o documento não fornece uma explicação detalhada específica para a situação do usuário, o que reduz um pouco a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda diretamente questões relacionadas ao abortamento e inclui informações sobre sintomas, como cólicas e sangramento, que são relevantes para a pergunta do usuário sobre sua situação atual. Ele menciona que é comum haver cólicas e sangramento leve após a cirurgia de abortamento, o que pode ajudar o usuário a entender melhor seu estado.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o aborto, incluindo sintomas como cólicas e sangramento, que são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre a normalidade desses sintomas após um aborto. Portanto, as informações ajudam a esclarecer a situação da usuária.", "nota": 3}
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sangramentos e dores no pé na barriga durante a relação pode ser hpv
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosfaça os seus exames de rotina e periódicos o seu médico poderá fazer a prevenção de doenças como câncer de mama câncer de colo uterino câncer colorretal osteoporose diabetes obesidade hipertensão arterial sistêmica alterações do colesterol alterações da tireoide transtornos do humor doenças cardiovasculares etc o seu médico irá identificar hábitos nocivos como tabagismo etilismo e sedentarismoconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Diagnóstico. Mulheres afetadas podem descrever dor ou sen-sação de peso na pelve, que podem se agravar no período pré-menstrual, após permanecer muito tempo sentadas ou de pé ou após relação sexual. Ao exame bimanual, será possível iden-tificar sensibilidade à palpação na junção dos terços externo e médio de uma linha imaginária traçada entre a sínfise pubiana e a espinha ilíaca anterossuperior ou diretamente do ovário. Além disso, varicosidades em coxas, nádegas, períneo ou vagi-na podem estar associadas (Venbrux, 1999).
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Diagnóstico. Mulheres afetadas podem descrever dor ou sen-sação de peso na pelve, que podem se agravar no período pré-menstrual, após permanecer muito tempo sentadas ou de pé ou após relação sexual. Ao exame bimanual, será possível iden-tificar sensibilidade à palpação na junção dos terços externo e médio de uma linha imaginária traçada entre a sínfise pubiana e a espinha ilíaca anterossuperior ou diretamente do ovário. Além disso, varicosidades em coxas, nádegas, períneo ou vagi-na podem estar associadas (Venbrux, 1999).
Tive relação e estou com dor no pé da barriga, o que pode ser? “Tive relação e estou com dor no pé da barriga. O que pode causar dor após ter relação? ” A dor no "pé da barriga" após uma relação sexual pode ter diversas causas, como endometriose, infecções uterinas, cicatrizes no útero ou uma variação da posição do útero dentro no abdome conhecida como “retroversão”. Por isso, para identificar a causa da dor depois da relação, o ideal é consultar um ginecologista. Esta consulta é ainda mais importante caso a dor seja frequente ou existam outros sintomas e o seu tratamento varia de acordo com a causa identificada. O tipo de dor que acontece após a relação sexual é conhecido como dispareunia e, em algumas mulheres, pode surgir antes ou durante a atividade sexual e afetar a região genital, além do “pé da barriga”, dependendo da sua causa. Causas de dor após a relação sexual A dor após a relação sexual pode ser causada por: Falta de lubrificação; Disfunção da musculatura pélvica ou útero em retroversão; Infecções sexualmente transmissíveis ou doença inflamatória pélvica; Endometriose; Cicatrizes uterinas, devido a infecções ou cirurgias, por exemplo; Câncer de colo do útero. Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo. --- Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p.
Tive relação e estou com dor no pé da barriga, o que pode ser? “Tive relação e estou com dor no pé da barriga. O que pode causar dor após ter relação? ” A dor no "pé da barriga" após uma relação sexual pode ter diversas causas, como endometriose, infecções uterinas, cicatrizes no útero ou uma variação da posição do útero dentro no abdome conhecida como “retroversão”. Por isso, para identificar a causa da dor depois da relação, o ideal é consultar um ginecologista. Esta consulta é ainda mais importante caso a dor seja frequente ou existam outros sintomas e o seu tratamento varia de acordo com a causa identificada. O tipo de dor que acontece após a relação sexual é conhecido como dispareunia e, em algumas mulheres, pode surgir antes ou durante a atividade sexual e afetar a região genital, além do “pé da barriga”, dependendo da sua causa. Causas de dor após a relação sexual A dor após a relação sexual pode ser causada por: Falta de lubrificação; Disfunção da musculatura pélvica ou útero em retroversão; Infecções sexualmente transmissíveis ou doença inflamatória pélvica; Endometriose; Cicatrizes uterinas, devido a infecções ou cirurgias, por exemplo; Câncer de colo do útero. Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo. --- Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p.
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Diagnóstico. Mulheres afetadas podem descrever dor ou sen-sação de peso na pelve, que podem se agravar no período pré-menstrual, após permanecer muito tempo sentadas ou de pé ou após relação sexual. Ao exame bimanual, será possível iden-tificar sensibilidade à palpação na junção dos terços externo e médio de uma linha imaginária traçada entre a sínfise pubiana e a espinha ilíaca anterossuperior ou diretamente do ovário. Além disso, varicosidades em coxas, nádegas, períneo ou vagi-na podem estar associadas (Venbrux, 1999).
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Diagnóstico. Mulheres afetadas podem descrever dor ou sen-sação de peso na pelve, que podem se agravar no período pré-menstrual, após permanecer muito tempo sentadas ou de pé ou após relação sexual. Ao exame bimanual, será possível iden-tificar sensibilidade à palpação na junção dos terços externo e médio de uma linha imaginária traçada entre a sínfise pubiana e a espinha ilíaca anterossuperior ou diretamente do ovário. Além disso, varicosidades em coxas, nádegas, períneo ou vagi-na podem estar associadas (Venbrux, 1999).
Há relatos de ardência ao coito, disuria ou polaciúria. ▶ Homens. Balanopostite com maior ou menor intensidade de eritema, edema e acúmulo de secreção de coresbranquiçada no sulco balanoprepucial. O prurido também é frequente. Diagnóstico laboratorialExame a fresco (KOH a 10%) de esfregaço do conteúdo vaginal pode visualizar as pseudo-hifas ou esporosdo fungo. A bacterioscopia pelo Gram também pode ser utilizada (Tabela 62.16)pH vaginal < 4,0Cultura em meios próprios, tipo SabouraudO Gram ou a colpocitologia corada de Papanicolaou pode evidenciar tanto as pseudo-hifas como os esporosUma vez que 10 a 15% das mulheres colonizadas são completamente assintomáticas, recuperar cândida navagina não representa, necessariamente, doença e consequente necessidade de tratamento. A clínica deveser sempre valorizada. Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados. --- ■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação. --- Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular). Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado. Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto. Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro. --- • Use sempre os recursos disponíveis para tentar o diagnóstico etiológico, mas não deixe de tratar precocemente, mesmo que sindromicamente. Referências1. Wessman LL, Andersen LK, Davis MD. Incidence of diseases primarily aff ecting the skin by age group: population-based epidemiologic study in Olmsted County, Minnesota, and comparison with age-speci/f_i c incidence rates worldwide. Int J Dermatol. 2018;57(9):1021–34. 2. Stewart KM. Challenging Ulcerative Vulvar Conditions: Hidradenitis Suppurativa, Crohn Disease, and Aphthous Ulcers. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017;44(3):453–73. 3. Bohl TG. Fissures, Herpes Simplex Virus, and Drug Reactions: Important Erosive Vulvar Disorders. Obstet Gynecol Clin North Am. 2017 Sep;44(3):421–43. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Infecções Sexualmente Transmissíveis: Relatório de Recomendação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. 121p. --- Diagnóstico. Mulheres afetadas podem descrever dor ou sen-sação de peso na pelve, que podem se agravar no período pré-menstrual, após permanecer muito tempo sentadas ou de pé ou após relação sexual. Ao exame bimanual, será possível iden-tificar sensibilidade à palpação na junção dos terços externo e médio de uma linha imaginária traçada entre a sínfise pubiana e a espinha ilíaca anterossuperior ou diretamente do ovário. Além disso, varicosidades em coxas, nádegas, períneo ou vagi-na podem estar associadas (Venbrux, 1999).
{"justificativa": "O contexto menciona o HPV, que é relevante para a dor e os sintomas relacionados ao aparelho reprodutivo. Embora o documento não aborde diretamente sangramentos e dores no pé da barriga, a menção aos sintomas relacionados ao HPV e à dor pélvica oferece uma base para entender melhor a situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona HPV, que é relevante, pois a pergunta cita a possibilidade de HPV como causa para os sintomas descritos (sangramentos e dores no pé da barriga). No entanto, a conexão entre os sintomas específicos e o HPV não é diretamente abordada, reduzindo a relevância geral do contexto.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre dor na região abdominal após relações sexuais e menciona possíveis causas de dor, incluindo infecções sexualmente transmissíveis, que podem ter relação indireta com a questão do HPV. No entanto, não aborda especificamente a relação entre sangramentos, dores e HPV, resultando em relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações relevantes sobre dores abdominais e possíveis causas (como infecções e condições como endometriose), além de mencionar o HPV e suas consequências. Apesar de não abordar diretamente a relação entre sangramentos e HPV, fornece um quadro informativo que pode elucidar preocupações da usuária. A menção de doenças sexualmente transmissíveis e suas complicações também é pertinente para a pergunta.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto menciona HPV como uma infecção sexualmente transmissível, que pode estar relacionada a sintomas como dor e sangramentos durante a relação sexual. No entanto, as informações estão mais focadas em diagnósticos e sintomas de outras condições, o que reduz a relevância direta para a pergunta do usuário sobre sintomas específicos associados ao HPV.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto menciona HPV e sintomas que podem estar relacionados a infecções sexualmente transmissíveis, porém não aborda diretamente a questão dos sangramentos e dores no abdômen durante a relação sexual. Portanto, a relevância é limitada, embora haja alguma relação com o tema.", "nota": 2}
```json {"justificativa": "O contexto menciona HPV e pode sugerir sintomas associados a infecções sexualmente transmissíveis, mas não aborda diretamente os sangramentos e dores no pé da barriga. Embora tenha alguma relação com a infecção, as informações são limitadas para ajudar a responder especificamente à pergunta do usuário.", "nota": 2} ```
29,253
em meu espermograma consta sêmen revelando índice compatível com fertilidade mediana devido a astenospermia relativa presença do fenômeno de aglutinação um médico disse que tenho condições de fecundar o óvulo já o outro disse q provavelmente terei q recorrer a inseminação qual médico está certo
olá você poderá ter alguma dificuldade para fecundar mas é sim possível o primeiro ponto é que só consideramos o casal infértil após meses de tentativas com periodicidade regular e sem métodos contraceptivos além disso sempre recomendase repetir o espermograma para melhor análise mantendo o mesmo período de abstinência do primeiro espermograma att
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
A menos que o ginecologista-obstetra tenha desenvolvido algum interesse especial e se aprofundado na área de infertilida-de, análises repetidas anormais de sêmen implicam encaminha-mento do paciente a um especialista em infertilidade. Embora o encaminhamento possa ser feito diretamente a um urologista, C. Malformações na cabeçaB. Malformações acrossômicasA. Espermatozoide normalD. Malformações na parte intermediáriaE. Malformações no flageloAcrossomopequeno VacuoladoCônica RedondaEspessa Fina GotículacitoplasmáticaAssimétricaCurto Dobrado EspiraladoFIGURA 19-12 Alguns tipos de formação anormal de espermatozoides. --- Anticorpos antiespermáticosEmbora esses anticorpos sejam detectados em até 10% dos ho-mens, há controvérsia sobre seu impacto negativo na fertilidade. Esses anticorpos são particularmente prevalentes após vasec-tomia, torção testicular, biópsia testicular ou outras situações clínicas em que haja rompimento da barreira hematotesticular (T urek, 1994). Atualmente, acredita-se que a ligação somente de IgG ou de IgA à cabeça ou à parte intermediária do esperma-tozoide seja importante para reduzir a capacidade de fertilização. --- 7. Estima-se que entre 12 e 25% dos casais na América do Norte sejam inférteis. De um terço até a metadedesses casos, a causa é a infertilidade masculina. A infertilidade masculina pode resultar de distúrbiosendócrinos, espermatogênese anormal ou o bloqueio de um ducto genital. Primeiro, o sêmen deve seravaliado (espermograma). O número total, a motilidadee as características morfológicas dos espermatozoidesno ejaculado são avaliados em casos de infertilidade masculina. Um homem com menos do que 10 milhões deespermatozoides por mililitro de sêmen é provavelmente estéril, especialmente quando a amostra de sêmencontém espermatozoides imóveis e morfologicamente anormais. --- Conforme discutido, deve-se proceder à retirada de hi-drossalpinge ou à ligadura tubária antes de prosseguir com a FIV , a fim de aumentar a taxa de implantação e reduzir o risco de abortamento. INSEMINAÇÃO INTRAUTERINATECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDAFIGURA 20-10 Ultrassonografia transabdominal mostrando a recupe-ração transvaginal de oócito. A agulha pode ser observada na porção superior direita da imagem como uma linha hiperecoica ( seta) pene-trando um folículo maduro. Hoffman_20.indd 546 03/10/13 17:04547 ■ Injeção intracitoplasmática de espermatozoideEssa variante de FIV tem mais aplicação nos casos de inferti-lidade masculina. Na técnica de micromanipulação da ICSI, as células da granulosa do cúmulo oóforo são digeridas por enzimas, e um único espermatozoide é injetado diretamente através da zona pelúcida e da membrana celular do oócito. As taxas de gravidez com ICSI são comparáveis com as da FIV para outras causas de infertilidade. --- HipospermiaA hipospermia, ou volume reduzido de sêmen (, 2 mL), com-promete o transporte de espermatozoides para o muco cervical FIGURA 20-8 Inseminação intrauterina (IIU). Antes da IIU, o esperma do parceiro ou do doador deve ser lavado e concentrado. A IIU geral-mente é combinada com procedimento de superovulação, e os sinais de ovulação iminente devem ser monitorados com ultrassonografia trans-vaginal. Quando houver suspeita de ovulação, um cateter longo e fino é inserido pelo orifício cervical até o interior da cavidade endometrial. Uma seringa contendo o esperma concentrado é inserida na extremida-de distal do cateter, e a amostra é injetada. A BFIGURA 20-9 Microfotografias de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Hoffman_20.indd 544 03/10/13 17:04545e está associada à redução na densidade ou na mobilidade es-permática. A ejaculação retrógrada pode ser a causa subjacente, e o tratamento é o mesmo descrito para aspermia.
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre infertilidade masculina, análise de sêmen e a necessidade de encaminhamento para especialistas em infertilidade, o que é relevante para a situação do usuário. Embora não responda diretamente à dúvida sobre qual médico está certo, fornece informações que ajudam a entender a situação clínica. No entanto, a falta de informações diretas sobre aglutinação e fertilidade refere-se a uma nota intermediária.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre análise de sêmen, infertilidade masculina e procedimentos como inseminação intrauterina e ICSI, que podem estar relacionados à questão do usuário sobre a viabilidade da fecundação e a necessidade de inseminação. Contudo, não aborda diretamente a comparação entre as opiniões dos médicos, o que limita a relevância total.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre infertilidade masculina e procedimentos relacionados, como inseminação intrauterina e injeção intracitoplasmática de espermatozoides. No entanto, não esclarece diretamente a situação específica do usuário sobre a validade das opiniões dos médicos em relação à fertilidade e astenospermia. Apesar disso, menciona as características da análise do sêmen, que podem ser relevantes.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre infertilidade masculina, a importância do espermograma e os encaminhamentos para especialistas, como urologistas, o que pode ajudar a entender melhor as opiniões dos médicos mencionados na pergunta. Apesar de não responder diretamente sobre quem está certo, contextualiza o problema de fertilidade masculino e o papel da inseminação intrauterina e outros procedimentos.", "nota": 2}
{"justificativa": "O documento analisado fornece informações relevantes sobre problemas relacionados à infertilidade masculina e à análise de sêmen. Embora mencione a importância do encaminhamento a especialistas, não oferece uma resposta direta à pergunta sobre as condições específicas de fecundação mencionadas pelo usuário. A menção a inseminação e técnicas de reprodução assistida pode ser relevante, mas não esclarece qual médico está correto. Portanto, a ligação com a pergunta é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a infertilidade masculina e as avaliações necessárias para determinar a capacidade de fecundação. Ele menciona a importância do espermograma e discussão sobre a fertilidade que pode ajudar a esclarecer as diferenças entre as opiniões dos médicos. Assim, o contexto é útil para entender a situação apresentada pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute a avaliação da fertilidade masculina, incluindo aspectos de motilidade e morfologia dos espermatozoides e a necessidade de encaminhamento a especialistas em infertilidade. Informações sobre técnicas de reprodução assistida, como a inseminação intrauterina e a injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI), também são mencionadas. Esses pontos são relevantes para a questão do usuário sobre a fertilidade e opções de tratamento.", "nota": 3}
13,545
tou fazendo tratamento para sífilis na gravidez teve relação vez mais tomei a doce da vacina pode prejudicar o bebê
olá o tratamento para sifilis durante a gestação é extremamente importante para a saúde do bebê além de tomar as injeções prescritas pelo seu médico o seu parceiro também deve ser tratado não é um tratamento só da gestante para proteger adequadamente o bebê ambos devem fazer o tratamento completo
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Doenças infecciosas durante a gestaçãoPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: jul. 2024Visão Educação para o pacientePontos-chave|Infecções maternas comuns (p. ex., infecção do trato urinário [ITU] ou infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas. Entretanto, algumas infecções aumentam o risco de morbidade ou mortalidade materna ou fetal. Assim, o rastreamento pré-natal de rotina inclui testes para certas infecções ou colonização bacteriana, e as gestantes com sintomas de infecção devem ser avaliadas e tratadas imediatamente.Anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas (p. ex., perda de audição ou visão ou problemas de neurodesenvolvimento) em uma criança podem ser causadas por certas infecções, incluindo:Sífilis congênitaInfecção congênita por citomegalovírusRubéola congênitaToxoplasmose congênitaInfecção neonatal pelo herpes-vírus simplesHepatite neonatalAs taxas de sífilis congênita aumentaram significativamente nos Estados Unidos; de 2012 a 2021, o número de casos de sífilis congênita notificados por ano aumentou 755%, de 335 para 2.865 (1). Gestantes devem ser avaliadas para sífilis na consulta inicial de pré-natal. Dependendo da prevalência da sífilis em sua comunidade, exames devem ser feitos 2 a 3 vezes durante a gestação. Pacientes com diagnóstico de sífilis devem ser tratados adequadamente para prevenir a sífilis congênita no feto.Infecção pelo HIV pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. Quando a mãe não é tratada, o risco de transmissão no nascimento é cerca de 25 a 35%. A maioria das gestantes em países com muitos recursos é tratada com antirretrovirais altamente ativos (ARVAA) durante a gestação, o que reduz drasticamente o risco de transmissão de mãe para filho. Com base na carga viral do HIV em 36 semanas, as pacientes gestantes são triadas para o parto e parto vaginal versus cesariana sem trabalho de parto (2).A listeriose é mais comum durante a gestação e é causada pela ingestão de um grande inóculo de Listeria monocytogenes em alimentos. A listeriose se manifesta como gastroenterite, geralmente no terceiro trimestre, e é uma causa comum de infecção intra-amniótica hematogênica. Listeriose aumenta o risco de:Aborto espontâneoTrabalho de parto prematuroNatimorto A listeriose pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. O tratamento é com penicilinas.Infecções do trato genital podem causar complicações maternas ou neonatais, incluindo (3):Vaginose bacteriana: nascimento prematuro, endometriteClamídia: aborto espontâneo, nascimento pré-termo, natimorto, conjuntivite neonatal e pneumonia neonatalGonorreia: nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e conjuntivite neonatalRuptura prematura das membranas antes do trabalho de partoTrabalho de parto prematuro Os testes para essas infecções são realizados durante a avaliação pré-natal rotineira ou caso os sintomas se desenvolvam. O herpes genital pode ser transmitido ao neonato durante o parto. A infecção neonatal pode envolver convulsões ou outros efeitos adversos graves. O risco é alto o suficiente para a cesariana ser preferida se os seguintes fatores estiverem presentes (4):Lesões herpéticas visíveis ao redor do períneo, genitais externos e vaginaHistória conhecida de infecção com sintomas prodrômicos antes do trabalho de parto Se lesões visíveis ou pródromos da infecção estiverem ausentes, até mesmo em mulheres com infecções periódicas, o risco é baixo e o parto vaginal é possível. Mulheres com história de herpes genital devem ser submetidas a exame pélvico o mais cedo possível no trabalho de parto para verificar se há lesões ativas perineais, vulvares ou vaginais. Pacientes livres de lesões podem iniciar o parto vaginal.Antivirais (aciclovir ou valaciclovir) são seguros durante a gestação. Pacientes com infecção ativa por herpes durante a gestação devem ser tratadas com aciclovir ou valaciclovir (5). Gestantes com história de herpes devem ser iniciadas em um antiviral com 36 semanas de gestação para evitar crises ou recorrência perto do parto.AntimicrobianosOs medicamentos só devem ser administrados para as gestantes se forem indicados e forem seguros durante a gestação. O uso de qualquer antimicrobiano durante a gestação deve basear-se no fato de os benefícios excederem os riscos, os quais variam de acordo com o trimestre (ver tabela Segurança de medicamentos selecionados na gestação).Referências1. McDonald R, O'Callaghan K, Torrone E, et al. Vital Signs: Missed Opportunities for Preventing Congenital Syphilis - United States, 2022. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2023;72(46):1269-1274. Publicado em 17 de novembro de 2023. doi:10.15585/mmwr.mm7246e12. Panel on Treatment of HIV During Pregnancy and Prevention of Perinatal Transmission: Recommendations for the Use of Antiretroviral Drugs During Pregnancy and Interventions to Reduce Perinatal HIV Transmission in the United States. Department of Health and Human Services. Updated January 31, 2024.3. Olaleye AO, Babah OA, Osuagwu CS, Ogunsola FT, Afolabi BB: Sexually transmitted infections in pregnancy - An update on Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoeae. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2020;255:1-12. doi:10.1016/j.ejogrb.2020.10.0024. American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Practice Bulletins: Management of Genital Herpes in Pregnancy: ACOG Practice Bulletin, Number 220. Obstet Gynecol. 2020;135(5):e193-e202. doi:10.1097/AOG.00000000000038405. Centers for Disease Control and Prevention: Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021, MMWR Recomm Rep 2021;70, 4 Pontos-chaveInfecções comuns na gestação (p. ex., ITU, infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas, mas algumas têm efeitos adversos maternos ou fetais graves.Infecções maternas que podem causar anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas em uma criança são infecção por citomegalovírus, infecção por vírus herpes simples, rubéola, toxoplasmose, hepatite B e sífilis. Administrar antibacterianos a pacientes gestantes apenas quando há evidências fortes de infecção bacteriana e somente se os benefícios do tratamento superam o risco, que varia de acordo com o trimestre.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- 38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-HIV e para hepatites virais), a ser aplicado em todas as pessoas sexualmente ativas, em especial, aquelas que desejam engravidar. A pro/f_i laxia da sí/f_i lis congênita terá êxito máximo diagnos-ticando e tratando correta e o mais precocemente possível todas as gestantes infectadas pelo Treponema pallidum . Para tanto, o Ministério da Saúde preconiza a realização de três exames VDRL, sendo dois durante o pré-natal (na primeira consulta e na transição entre o 2o e 3o trimestres gestacionais) e um no momento do parto.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Doenças infecciosas durante a gestaçãoPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: jul. 2024Visão Educação para o pacientePontos-chave|Infecções maternas comuns (p. ex., infecção do trato urinário [ITU] ou infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas. Entretanto, algumas infecções aumentam o risco de morbidade ou mortalidade materna ou fetal. Assim, o rastreamento pré-natal de rotina inclui testes para certas infecções ou colonização bacteriana, e as gestantes com sintomas de infecção devem ser avaliadas e tratadas imediatamente.Anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas (p. ex., perda de audição ou visão ou problemas de neurodesenvolvimento) em uma criança podem ser causadas por certas infecções, incluindo:Sífilis congênitaInfecção congênita por citomegalovírusRubéola congênitaToxoplasmose congênitaInfecção neonatal pelo herpes-vírus simplesHepatite neonatalAs taxas de sífilis congênita aumentaram significativamente nos Estados Unidos; de 2012 a 2021, o número de casos de sífilis congênita notificados por ano aumentou 755%, de 335 para 2.865 (1). Gestantes devem ser avaliadas para sífilis na consulta inicial de pré-natal. Dependendo da prevalência da sífilis em sua comunidade, exames devem ser feitos 2 a 3 vezes durante a gestação. Pacientes com diagnóstico de sífilis devem ser tratados adequadamente para prevenir a sífilis congênita no feto.Infecção pelo HIV pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. Quando a mãe não é tratada, o risco de transmissão no nascimento é cerca de 25 a 35%. A maioria das gestantes em países com muitos recursos é tratada com antirretrovirais altamente ativos (ARVAA) durante a gestação, o que reduz drasticamente o risco de transmissão de mãe para filho. Com base na carga viral do HIV em 36 semanas, as pacientes gestantes são triadas para o parto e parto vaginal versus cesariana sem trabalho de parto (2).A listeriose é mais comum durante a gestação e é causada pela ingestão de um grande inóculo de Listeria monocytogenes em alimentos. A listeriose se manifesta como gastroenterite, geralmente no terceiro trimestre, e é uma causa comum de infecção intra-amniótica hematogênica. Listeriose aumenta o risco de:Aborto espontâneoTrabalho de parto prematuroNatimorto A listeriose pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. O tratamento é com penicilinas.Infecções do trato genital podem causar complicações maternas ou neonatais, incluindo (3):Vaginose bacteriana: nascimento prematuro, endometriteClamídia: aborto espontâneo, nascimento pré-termo, natimorto, conjuntivite neonatal e pneumonia neonatalGonorreia: nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e conjuntivite neonatalRuptura prematura das membranas antes do trabalho de partoTrabalho de parto prematuro Os testes para essas infecções são realizados durante a avaliação pré-natal rotineira ou caso os sintomas se desenvolvam. O herpes genital pode ser transmitido ao neonato durante o parto. A infecção neonatal pode envolver convulsões ou outros efeitos adversos graves. O risco é alto o suficiente para a cesariana ser preferida se os seguintes fatores estiverem presentes (4):Lesões herpéticas visíveis ao redor do períneo, genitais externos e vaginaHistória conhecida de infecção com sintomas prodrômicos antes do trabalho de parto Se lesões visíveis ou pródromos da infecção estiverem ausentes, até mesmo em mulheres com infecções periódicas, o risco é baixo e o parto vaginal é possível. Mulheres com história de herpes genital devem ser submetidas a exame pélvico o mais cedo possível no trabalho de parto para verificar se há lesões ativas perineais, vulvares ou vaginais. Pacientes livres de lesões podem iniciar o parto vaginal.Antivirais (aciclovir ou valaciclovir) são seguros durante a gestação. Pacientes com infecção ativa por herpes durante a gestação devem ser tratadas com aciclovir ou valaciclovir (5). Gestantes com história de herpes devem ser iniciadas em um antiviral com 36 semanas de gestação para evitar crises ou recorrência perto do parto.AntimicrobianosOs medicamentos só devem ser administrados para as gestantes se forem indicados e forem seguros durante a gestação. O uso de qualquer antimicrobiano durante a gestação deve basear-se no fato de os benefícios excederem os riscos, os quais variam de acordo com o trimestre (ver tabela Segurança de medicamentos selecionados na gestação).Referências1. McDonald R, O'Callaghan K, Torrone E, et al. Vital Signs: Missed Opportunities for Preventing Congenital Syphilis - United States, 2022. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2023;72(46):1269-1274. Publicado em 17 de novembro de 2023. doi:10.15585/mmwr.mm7246e12. Panel on Treatment of HIV During Pregnancy and Prevention of Perinatal Transmission: Recommendations for the Use of Antiretroviral Drugs During Pregnancy and Interventions to Reduce Perinatal HIV Transmission in the United States. Department of Health and Human Services. Updated January 31, 2024.3. Olaleye AO, Babah OA, Osuagwu CS, Ogunsola FT, Afolabi BB: Sexually transmitted infections in pregnancy - An update on Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoeae. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2020;255:1-12. doi:10.1016/j.ejogrb.2020.10.0024. American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Practice Bulletins: Management of Genital Herpes in Pregnancy: ACOG Practice Bulletin, Number 220. Obstet Gynecol. 2020;135(5):e193-e202. doi:10.1097/AOG.00000000000038405. Centers for Disease Control and Prevention: Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021, MMWR Recomm Rep 2021;70, 4 Pontos-chaveInfecções comuns na gestação (p. ex., ITU, infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas, mas algumas têm efeitos adversos maternos ou fetais graves.Infecções maternas que podem causar anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas em uma criança são infecção por citomegalovírus, infecção por vírus herpes simples, rubéola, toxoplasmose, hepatite B e sífilis. Administrar antibacterianos a pacientes gestantes apenas quando há evidências fortes de infecção bacteriana e somente se os benefícios do tratamento superam o risco, que varia de acordo com o trimestre.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- ### Zoberman E, Farmer ER. Pruritic folliculitis of pregnancy. Arch Dermatol 1981; :20.■■■■■■■■■■Aspectos relevantesSífilis (Figuras 62.1 a 62.9)Gonorreia (Figuras 62.10 a 62.15)Infecção por Chlamydia trachomatis (Figuras 62.16 a 62.19)Linfogranuloma venéreo (LGV) (Figuras 62.20 e 62.21)Cancro mole (Figuras 62.22 e 62.23)Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)Vaginose Bacteriana,Ana Aurélia Salles Campos · Eduardo de Souza · Rosiane Mattar · Luiz CamanoBibliografia suplementar As doenças/infecções sexualmente transmissíveis (DST/IST), no curso da gravidez, podem ter efeitos••••••••••••••••••••••devastadores no feto, na grávida e em seu parceiro. No pré-natal, o casal deve ser avaliado para a possibilidadede DST, aconselhado sobre a possibilidade e importância da infecção perinatal e estimulado ao tratamento, casoseja necessário. --- Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
{"justificativa": "O contexto aborda a sífilis durante a gravidez, incluindo diagnósticos, recomendações de tratamento, e a importância do pré-natal. Entretanto, não menciona especificamente a relação entre a vacina e a possibilidade de prejudicar o bebê, que é uma preocupação do usuário. Portanto, embora tenha relevância, não oferece uma resposta direta à pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa a sífilis e sua relação com a gravidez, abordando a importância do tratamento e prevenção. No entanto, não menciona especificamente o uso de vacinas e seu impacto no bebê, que é um aspecto crucial para a pergunta. Portanto, as informações são parcialmente relevantes.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a sífilis na gravidez, incluindo diretrizes de tratamento e os potenciais riscos para o bebê. No entanto, não aborda diretamente a relação entre a vacina mencionada e o tratamento da sífilis, o que a torna parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relevantes sobre sífilis durante a gravidez, incluindo diagnóstico, tratamento e a importância do pré-natal. Embora não mencione especificamente a interação com vacinas, fornece informações fundamentais sobre o cuidado necessário para evitar efeitos adversos para o bebê, o que pode ser útil na formulação da resposta à pergunta sobre a relação entre o tratamento para sífilis e a vacina. Por isso, é relevante, apesar de não abordar diretamente a vacina.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda diretamente a sífilis na gravidez, discutindo a transmissão da infecção, as recomendações de tratamento e os potenciais efeitos no feto. Portanto, informações sobre a relação entre a sífilis, o tratamento e o impacto sobre o bebê são altamente relevantes para a pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda a sífilis na gravidez e os protocolos de tratamento recomendados, o que é relevante para a pergunta do usuário sobre os riscos para o bebê relacionados ao tratamento da sífilis e à vacinação. Contém informações sobre exames, tratamento e prevenção da sífilis congênita, que diretamente se relacionam com as preocupações da gestante.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre a sífilis e seus impactos na gravidez, incluindo a possibilidade de transmissão para o feto e a importância do tratamento. Ele aborda o tratamento recomendado para gestantes com sífilis e os riscos para o bebê se a infecção não for tratada. Isso é diretamente pertinente para a pergunta do usuário sobre o tratamento e a relação com a vacina e o estado de saúde do bebê.", "nota": 3}
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estou c a parte superior de minha mama direita dolorida e com uma parte endurecida fiz uma usg e o resultado foi lesão palpável na mama sem expressão ecográfica ainda amamento minha filha que já vai fazer dois anos porém meus seios não ficam cheios o que poderia ser tive febre e dor no corpo
olá toda lesão mamária precisa ser avaliada a partir do exame físico do seu médico dos exames de imagem como mamografia e ultrassom e da biópsia se necessáriaassim a avaliação do seu médico através do exame físico das suas queixas e da sua história clínica é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretospossivelmente você deve estar com uma mastite já que o ultrassom está normal e não evidenciou qualquer lesão ou abscesso mamário o uso de antibióticos antiinflamatórios e ordenha mamária pode ser necessáriofaz diagnóstico diferencial com o ingurgitamento mamárioagende a consulta com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu diagnóstico e tratamento
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_irmadaAP com lesãoprecursora ou compresença de atipiasSe USG normal, complementara investigação com MMGou RM das mamasUSGFonte: Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diagnostic accuracy of digital breast tomosynthesis in the evaluation of palpable breast abnormalities. Acad Radiol. 2018;25(3):297-304.(8)MMG - mamogra/f_i a; USG - ultrassonogra/f_i a; AP - anatomopatológico. Exemplos de achados especi/f_i camente benignos: cisto simples, lipoma, linfonodo intramamário e /f_i broadenoma calci/f_i cadoFigura 10. Fluxograma para orientação de conduta diante de lesões mamárias palpáveis em mulheres com idade inferior ou igual a 30 anos21Freitas-Junior R, Soares LRProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018e multifatorial, re/f_l etindo condutas individualizadas com base em aspectos clínicos e genéticos da paciente, nas característi-cas morfológicas e histológicas da lesão, na disponibilidade do seguimento radiológico, entre outros fatores. 2. Se a avaliação clínica e radiológica da lesão identi/f_i car um risco aumentado para malignidade, deve-se indicar a biopsia da le-são independentemente do tamanho ou da idade da paciente. --- De f e i to s c on g ê n it o s do ú r a c oEm bebês, um remanescente da luz pode persistir na parte inferior do úraco. Em aproximadamente 50% doscasos, a luz é contínua com a cavidade da bexiga. Remanescentes do revestimento epitelial do úraco podem darorigem a cistos do úraco (Fig. 12-22A), os quais não são usualmente detectados, exceto durante uma autópsia,a menos que os cistos se tornem infectados e aumentados. A extremidade inferior patente do úraco pode sedilatar formando um seio do úraco que se abre para dentro da bexiga. A luz na parte superior do úraco podetambém permanecer patente e formar um seio do úraco que se abre no umbigo (Fig. 12-22B). Muitoraramente, o úraco inteiro permanece patente e forma uma fístula do úraco que permite que a urina escape peloorifício umbilical (Fig. 12-22C). Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht... --- Figura 1. Paciente com lesão palpável em mama esquerda, apresentava, ao ultrassom, uma imagem anecoicaheterogênea, de forma irregular, margens indistintas, posição horizontal e sem alterações acústicas posteriores. A paciente referia gestação prévia e parto por via vaginal há 8 meses, com suspenção da amamentação há 2 meses. Foi realizada punção aspirativa por agulha /f_i na (A) para o diagnóstico diferencial de galactocele, a qual con/f_i rmou o diagnóstico diante da aspiração de secreção leitosa /f_l uída (B)Propedêutica radiológicaCom o objetivo de padronizar a interpretação e a descrição dos laudos de mamogra/f_i a, de ultrassonogra/f_i a e de ressonância mag-nética, foi desenvolvida a classi/f_i cação BI-RADS®(Breast Image Reportingand Data System), pelo American College of Radiology (ACR) (Figura 2). Ainda, permite-se a predição de malignidade dos respectivos achados radiológicos e a auditoria dos exames e dos serviços executados.(6)Trata-se de um modelo globalmente consoli-dado, em decorrência de sua e/f_i cácia na interpretação e no manejo dos achados radiológicos. 6Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 2018uma dentre as seis categorias seguintes. --- Ingurgita-mento mamárioEste quadro que começa a acontecer a partir da se -gunda semana de puerpério se refere a retenção de leite no interior das mamas. Existe a produção acima do consumo que o neonato demanda. A expressão da mama exibe a saída de leite com facilidade. Neste quadro as mamas ficam dolorosas e pesadas, tam-bém se apresenta a sensação de febre. O tratamento será a retirada do leite retido após as mamadas e seu acondicionamento em freezer para posterior utiliza-ção ou doação para bancos de leite. O enfaixamento das mamas e uso de compressas frias também pode ser útil nestes casos. Um recurso que ajuda o esva-ziamento das mamas é o uso de ocitocina em spray (Syntocinon® spray)cerca de 10 a 15 minutos antes do neonato iniciar a sucção. O leite sairá mais facil-mente e pode corrigir o quadro de ingurgitamento. O uso de bombas de sucção podem ser um recurso válido em casos mais acentuados. MastiteNa terceira semana de puerpério podem ocorrer ca-sos de infecções nas mamas. O quadro caracteriza-se por febre, dor local e sinais flogísticos (pele de região da mama vermelha e quente). O diagnóstico clínico resolve a maior parte dos casos. Ocasional-mente pode-se recorrer ao ultrassom para localizar abscessos mamários profundos. O tratamento será realizado pelo uso de anti-inflamatórios não esteroi -des (Piroxican 40 mg/dia ou Diclofenaco 100mg/dia) e antibióticos de largo espectro, dando-se preferên -cia aos derivados de penicilina, como o Amoxicilina/Clavulanato (Clavulin BD®, 875 mg, BID) ou Cefalexina (Keflex®,1 g de 12/12 horas). Casos em que já exibem flutuação do abscesso devem ser drenados. Nunca utilizar compressa quente na região comprometida. --- A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica. ■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório. AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
{"justificativa": "O contexto analisa lesões mamárias, suas características, e os possíveis diagnósticos. Considerando a pergunta do usuário sobre dor e endurecimento na mama, além de febre e amamentação, as informações sobre mastite, ingurgitamento mamário e achados de ultrassom são diretamente relevantes para orientar o diagnóstico e o tratamento, fornecendo um respaldo que poderá ajudar a entender a situação da usuária.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre lesões mamárias, mastite e ingurgitamento mamário, que se relacionam diretamente com os sintomas descritos na pergunta, como dor, parte endurecida, febre e amamentação. Esses dados podem ajudar a entender as possíveis causas e opções de tratamento para os problemas mamários mencionados pelo usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto discute lesões mamárias, incluindo mastite e ingurgitamento, que estão diretamente relacionadas aos sintomas apresentados na pergunta, como dor, endurecimento e febre. As informações sobre a investigação diagnóstica e possíveis diagnósticos também são relevantes para entender a condição da usuária.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre lesões mamárias, diagnóstico e sintomas relacionados à mastite e infecções nas mamas, que se relacionam diretamente com os problemas descritos pelo usuário, como dor, febre e anormalidades na mama durante a amamentação. Por isso, pode ajudar a formular uma resposta mais informada.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda informações relevantes sobre lesões mamárias, incluindo classificações como BI-RADS e condições como mastite e ingurgitamento mamário, que são patologias que podem estar relacionadas com os sintomas da usuária. Como ela menciona dor e endurecimento na mama, bem como febre, o contexto fornece elementos importantes para compreender possíveis diagnósticos. Entretanto, algumas partes do contexto não têm relação direta com a dor específica mencionada. Portanto, a avaliação é parcialmente relevante.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre possíveis condições mamárias, como ingurgitamento mamário e mastite, que se relacionam com os sintomas descritos na pergunta, como dor, febre e endurecimento na mama. A menção de lesões palpáveis e a necessidade de investigação diagnóstica são particularmente úteis para entender a situação. No entanto, a parte sobre exames radiológicos pode não ser diretamente relevante para a dor concreta mencionada pelo usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisa diversos aspectos relacionados a lesões mamárias, como características de achados benignos e malignos, e também menciona condições como ingurgitamento e mastite, que podem estar correlacionadas com os sintomas apresentados na pergunta. A menção de febre e dor também está relacionada a infecções mamárias. Assim, o documento pode ajudar na compreensão da condição clínica da usuária.", "nota": 3}
20,305
tive um aborto retido e nao sabia expeli sem saber que estava gravida a médica disse que meu útero está limpo e que posso ficar tranquila isso pode afetar a minha próxima gravidez
olá a sua avaliação clínica através da historia clinica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosqual a sua idade tem algum problema de saúde já tem filhosa presença de apenas um único aborto não significa que você terá o mesmo problema na próxima gravidez o risco de ocorrer um novo aborto na próxima gravidez é muito baixo a depender da sua idadedeseja engravidar use o ácido fóliconão deseja uma gravidez no momento discuta a sua anticoncepçãoconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TecidoNormalmente, o tempo decorrido desde o parto do feto até a expulsão da placenta é de 10 min. A retenção Retenção placentária. Nesses casos, se a manobra de Credé for ineficiente, está indicada a extração manualda placenta (Capítulo 88). Deve ser considerada também a possibilidade de retenção de restos ovulares (p. ex.,lobo sucenturiado). O ultrassom aqui é utilizado para identificar os restos ovulares: o achado de eco endometriallinear afasta o diagnóstico. Restos ovulares são tratados por meio do esvaziamento com pinças de ovo longas ecuretagem. O procedimento sob controle sonográfico evita acidente de perfuração. ▶ Placenta acreta. É acidente grave, cuja incidência vem crescendo dramaticamente devido à elevada incidênciada operação cesariana. O tratamento mais comum é a histerectomia-cesárea. Outros indicam o tratamentoconservador, particularmente a embolização da artéria uterina por intermédio da radiologia intervencionista (Chunget al. , 2013) (Capítulo 30).
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TecidoNormalmente, o tempo decorrido desde o parto do feto até a expulsão da placenta é de 10 min. A retenção Retenção placentária. Nesses casos, se a manobra de Credé for ineficiente, está indicada a extração manualda placenta (Capítulo 88). Deve ser considerada também a possibilidade de retenção de restos ovulares (p. ex.,lobo sucenturiado). O ultrassom aqui é utilizado para identificar os restos ovulares: o achado de eco endometriallinear afasta o diagnóstico. Restos ovulares são tratados por meio do esvaziamento com pinças de ovo longas ecuretagem. O procedimento sob controle sonográfico evita acidente de perfuração. ▶ Placenta acreta. É acidente grave, cuja incidência vem crescendo dramaticamente devido à elevada incidênciada operação cesariana. O tratamento mais comum é a histerectomia-cesárea. Outros indicam o tratamentoconservador, particularmente a embolização da artéria uterina por intermédio da radiologia intervencionista (Chunget al. , 2013) (Capítulo 30).
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente. --- Aborto retido: o que é, sintomas, causas e tratamento Aborto retido é quando existe morte embrionária, mas o feto não é expulso para o exterior, podendo ficar retido dentro do útero por semanas ou mesmo meses. Geralmente acontece entre a 8ª e 12ª semanas de gestação, e muitas vezes pode não provocar qualquer sintoma, podendo ser percebido através do desaparecimento dos sintomas associados à gravidez. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O aborto retido pode ser causado por alterações cromossômicas, malformações fetais, problemas no útero ou ainda problemas endócrinos, como distúrbios da tireoide não tratados ou diabetes descontrolada. O tratamento do aborto retido é feito pelo obstetra e, na maioria dos casos, consiste no esvaziamento da cavidade uterina, devendo a mulher ser posteriormente acompanhada por um psicólogo. Sintomas de aborto retido Os principais sintomas do aborto retido são: Corrimento vaginal marrom ou avermelhado; Ausência de aumento da barriga e do volume uterino; Diminuição ou ausência dos sinais naturais da gravidez, como sensibilidade nos seios, enjôos. Além disso, outros sintomas da gravidez podem estar diminuídos ou ausentes como cansaço ou aumento da frequência urinária. Veja quais outros sintomas que podem surgir durante a gravidez. Geralmente, o aborto retido não causa sintomas, sendo na maioria das vezes detectado durante os exames de pré-natal. Além disso, esses sintomas são diferentes do aborto espontâneo em que ocorre sangramento vaginal, dor abdominal forte, febre ou calafrios, por exemplo. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do aborto retido é feito pelo obstetra através do ultrassom pélvico ou transvaginal, normalmente antes das 20 semanas de gestação, em que é detectada a ausência de batimentos cardíacos fetais. No entanto, quando a gravidez está nas fases iniciais, até 10 semanas de gestação, o diagnóstico pode ser feito através do exame de beta-HCG. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, o diagnóstico do aborto retido, é feito durante exames de consulta pré-natal, uma vez que nem sempre a mulher apresenta sintomas. Veja os principais exames pré-natais. Possíveis causas As causas mais comuns que podem levar à ocorrência de um aborto retido são: Malformações fetais; Alterações cromossômicas; Idade avançada da mulher; Má nutrição durante a gravidez; Uso de álcool, drogas, cigarro e alguns medicamentos; Doença da tireoide não tratada; Diabetes não controlada; Infecções; Trauma, como acidente de carro ou quedas; Obesidade; Problemas no colo do útero; Hipertensão severa; Exposição a radiações. Geralmente, mulheres que sofrem de um aborto retido normalmente não apresentam risco para uma gravidez futura, a não ser que ocorra um dos fatores acima referido. Como é feito o tratamento O tratamento do aborto retido deve ser feito com orientação do obstetra, que normalmente indica o esvaziamento da cavidade uterina mediante uso de remédios, curetagem uterina ou por aspiração manual intra-uterina. Caso não seja tratado, os restos do feto podem causar sangramentos ou mesmo uma infecção, podendo colocar a vida da mulher em risco. A curetagem é um procedimento realizado pelo ginecologista, em que se faz uma limpeza do útero através de raspagem da parede do útero e a aspiração manual intra-uterina consiste na aspiração do interior do útero com uma espécie de seringa, para eliminar o embrião morto e restos de um aborto incompleto. Podem ainda ser usadas as duas técnicas no mesmo procedimento. Veja como é realizado este processo. Quando a idade gestacional estiver acima das 12 semanas, a ossificação fetal já se encontra presente, devendo-se proceder ao amadurecimento do colo com um remédio chamado misoprostol, aguardar as contrações e proceder à limpeza da cavidade após a expulsão do feto. Saiba como o misoprostol é usado. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo. Isso também vale para o seu parceiro. Além disso, é importante conversar com seu médico sobre os seus medos.
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente. --- Aborto retido: o que é, sintomas, causas e tratamento Aborto retido é quando existe morte embrionária, mas o feto não é expulso para o exterior, podendo ficar retido dentro do útero por semanas ou mesmo meses. Geralmente acontece entre a 8ª e 12ª semanas de gestação, e muitas vezes pode não provocar qualquer sintoma, podendo ser percebido através do desaparecimento dos sintomas associados à gravidez. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O aborto retido pode ser causado por alterações cromossômicas, malformações fetais, problemas no útero ou ainda problemas endócrinos, como distúrbios da tireoide não tratados ou diabetes descontrolada. O tratamento do aborto retido é feito pelo obstetra e, na maioria dos casos, consiste no esvaziamento da cavidade uterina, devendo a mulher ser posteriormente acompanhada por um psicólogo. Sintomas de aborto retido Os principais sintomas do aborto retido são: Corrimento vaginal marrom ou avermelhado; Ausência de aumento da barriga e do volume uterino; Diminuição ou ausência dos sinais naturais da gravidez, como sensibilidade nos seios, enjôos. Além disso, outros sintomas da gravidez podem estar diminuídos ou ausentes como cansaço ou aumento da frequência urinária. Veja quais outros sintomas que podem surgir durante a gravidez. Geralmente, o aborto retido não causa sintomas, sendo na maioria das vezes detectado durante os exames de pré-natal. Além disso, esses sintomas são diferentes do aborto espontâneo em que ocorre sangramento vaginal, dor abdominal forte, febre ou calafrios, por exemplo. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do aborto retido é feito pelo obstetra através do ultrassom pélvico ou transvaginal, normalmente antes das 20 semanas de gestação, em que é detectada a ausência de batimentos cardíacos fetais. No entanto, quando a gravidez está nas fases iniciais, até 10 semanas de gestação, o diagnóstico pode ser feito através do exame de beta-HCG. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, o diagnóstico do aborto retido, é feito durante exames de consulta pré-natal, uma vez que nem sempre a mulher apresenta sintomas. Veja os principais exames pré-natais. Possíveis causas As causas mais comuns que podem levar à ocorrência de um aborto retido são: Malformações fetais; Alterações cromossômicas; Idade avançada da mulher; Má nutrição durante a gravidez; Uso de álcool, drogas, cigarro e alguns medicamentos; Doença da tireoide não tratada; Diabetes não controlada; Infecções; Trauma, como acidente de carro ou quedas; Obesidade; Problemas no colo do útero; Hipertensão severa; Exposição a radiações. Geralmente, mulheres que sofrem de um aborto retido normalmente não apresentam risco para uma gravidez futura, a não ser que ocorra um dos fatores acima referido. Como é feito o tratamento O tratamento do aborto retido deve ser feito com orientação do obstetra, que normalmente indica o esvaziamento da cavidade uterina mediante uso de remédios, curetagem uterina ou por aspiração manual intra-uterina. Caso não seja tratado, os restos do feto podem causar sangramentos ou mesmo uma infecção, podendo colocar a vida da mulher em risco. A curetagem é um procedimento realizado pelo ginecologista, em que se faz uma limpeza do útero através de raspagem da parede do útero e a aspiração manual intra-uterina consiste na aspiração do interior do útero com uma espécie de seringa, para eliminar o embrião morto e restos de um aborto incompleto. Podem ainda ser usadas as duas técnicas no mesmo procedimento. Veja como é realizado este processo. Quando a idade gestacional estiver acima das 12 semanas, a ossificação fetal já se encontra presente, devendo-se proceder ao amadurecimento do colo com um remédio chamado misoprostol, aguardar as contrações e proceder à limpeza da cavidade após a expulsão do feto. Saiba como o misoprostol é usado. --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo. Isso também vale para o seu parceiro. Além disso, é importante conversar com seu médico sobre os seus medos.
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TecidoNormalmente, o tempo decorrido desde o parto do feto até a expulsão da placenta é de 10 min. A retenção Retenção placentária. Nesses casos, se a manobra de Credé for ineficiente, está indicada a extração manualda placenta (Capítulo 88). Deve ser considerada também a possibilidade de retenção de restos ovulares (p. ex.,lobo sucenturiado). O ultrassom aqui é utilizado para identificar os restos ovulares: o achado de eco endometriallinear afasta o diagnóstico. Restos ovulares são tratados por meio do esvaziamento com pinças de ovo longas ecuretagem. O procedimento sob controle sonográfico evita acidente de perfuração. ▶ Placenta acreta. É acidente grave, cuja incidência vem crescendo dramaticamente devido à elevada incidênciada operação cesariana. O tratamento mais comum é a histerectomia-cesárea. Outros indicam o tratamentoconservador, particularmente a embolização da artéria uterina por intermédio da radiologia intervencionista (Chunget al. , 2013) (Capítulo 30).
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TecidoNormalmente, o tempo decorrido desde o parto do feto até a expulsão da placenta é de 10 min. A retenção Retenção placentária. Nesses casos, se a manobra de Credé for ineficiente, está indicada a extração manualda placenta (Capítulo 88). Deve ser considerada também a possibilidade de retenção de restos ovulares (p. ex.,lobo sucenturiado). O ultrassom aqui é utilizado para identificar os restos ovulares: o achado de eco endometriallinear afasta o diagnóstico. Restos ovulares são tratados por meio do esvaziamento com pinças de ovo longas ecuretagem. O procedimento sob controle sonográfico evita acidente de perfuração. ▶ Placenta acreta. É acidente grave, cuja incidência vem crescendo dramaticamente devido à elevada incidênciada operação cesariana. O tratamento mais comum é a histerectomia-cesárea. Outros indicam o tratamentoconservador, particularmente a embolização da artéria uterina por intermédio da radiologia intervencionista (Chunget al. , 2013) (Capítulo 30).
Abortamento retidoQuadro clínicoNo abortamento retido, o útero retém o ovo morto por dias ou semanas (Figura 27.7). Após a morte fetal,pode ou não haver sangramento vaginal. O útero mantém-se estacionário e pode até diminuir. A ultrassonografianão exibe BCF após o embrião ter atingido ≥ 7 mm ou o SG for ≥ 25 mm e embrião estiver ausente. Nas retenções prolongadas do ovo morto (> 4 semanas), os distúrbios da hemocoagulação constituem acomplicação mais temida. Chama-se ovo anembrionado o tipo de abortamento retido no qual a ultrassonografia não identifica o embrião,estando o SG ≥ 25 mm (Doubilet et al. , 2013; American College of Radiology [ACR], 2013) (Figura 27.8). O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografiasespaçadas de 7 a 10 dias. TratamentoA despeito da conduta expectante e médica (misoprostol) para o abortamento retido no 1o trimestre, aintervenção cirúrgica ainda representa 90% dos desfechos no Reino Unido (Capítulo 96). --- ChecapeNão há nenhuma investigação proposta até que ocorra a segunda interrupção, o que caracterizaria oabortamento habitual (ACOG, 2015). Abortamento tardio (após 12 semanas)O ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, oesvaziamento instrumental torna-se perigoso. A expulsão é acelerada pela administração de ocitocina em grandesdoses: perfusão venosa de solução de 10 unidades em 500 mℓ de Ringer com lactato ou misoprostol, por viavaginal, 400 mg a cada 4 h. Eliminado o ovo, e se a expulsão não foi completa, o remanescente é extraído compinça adequada. Abortamento completoÉ frequente até 8 semanas de gestação. Considera-se abortamento completo quando, após a expulsão doovo (Figura 27.4), as cólicas cessam e o sangramento reduz-se a perdas muito discretas. Só a evolução do casoconfirma o diagnóstico. ▶ Ultrassonografia. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte do produto da concepção foi eliminada, mas não a sua totalidade; podem estar retidos feto, placenta ou membranasAbortamento retido: gravidez na qual já há a morte fetal (em geral por semanas) sem a sua expulsãoAbortamento habitual: 2 ou mais abortamentos consecutivosTabela 27.3 Achados ultrassonográficos no abortamento. --- Abortamento completoAo exame clínico observa-se discreto sangramento genital, o útero geralmente já encontra-se de volu-me normal e colo fechado. A cavidade uterina apre-senta-se com contornos regulares e sem conteúdo sugestivo de embrião ou restos ovulares, ao ultras-som. A paciente com frequência relata história de eliminação de produto da gravidez. Abortamento infectadoRefere-se à presença de agente infeccioso na ca-vidade uterina, podendo acontecer em qualquer dos tipos anteriores, especialmente quando o colo uterino está dilatado. A ocorrência de infecção in-tracavitária traz repercussões clínicas como febre (temperatura acima de 38oC), taquicardia, queda do estado geral, mau cheiro vaginal. Acompanha-se também de alterações nos exames hematológicos (PCR, leucometria, gama GT). O abortamento também pode ser classificado em função do período gestacional em que ocorre e em função da sua frequência. --- TecidoNormalmente, o tempo decorrido desde o parto do feto até a expulsão da placenta é de 10 min. A retenção Retenção placentária. Nesses casos, se a manobra de Credé for ineficiente, está indicada a extração manualda placenta (Capítulo 88). Deve ser considerada também a possibilidade de retenção de restos ovulares (p. ex.,lobo sucenturiado). O ultrassom aqui é utilizado para identificar os restos ovulares: o achado de eco endometriallinear afasta o diagnóstico. Restos ovulares são tratados por meio do esvaziamento com pinças de ovo longas ecuretagem. O procedimento sob controle sonográfico evita acidente de perfuração. ▶ Placenta acreta. É acidente grave, cuja incidência vem crescendo dramaticamente devido à elevada incidênciada operação cesariana. O tratamento mais comum é a histerectomia-cesárea. Outros indicam o tratamentoconservador, particularmente a embolização da artéria uterina por intermédio da radiologia intervencionista (Chunget al. , 2013) (Capítulo 30).
{"justificativa": "O contexto apresenta informações detalhadas sobre abortamento retido e suas consequências, mas não aborda diretamente a preocupação da usuária sobre a possibilidade de um aborto afetar a próxima gravidez. As informações sobre a condição do útero e a limpeza após o aborto são mencionadas, mas não de forma que ofereça conforto ou claramente responda à questão sobre a próxima gravidez.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto analisado fornece informações detalhadas sobre o abortamento retido, seu diagnóstico, tratamento e implicações. Isso pode ajudar a responder se essa condição pode afetar uma futura gravidez, já que menciona a saúde do útero após o aborto e o conceito de abortamento habitual. Contudo, não aborda diretamente as preocupações psicológicas ou emocionais da usuária, o que pode ser relevante para a pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto é altamente relevante, pois aborda diretamente a questão do aborto retido, os riscos associados à gravidez seguinte e a importância de consultar um médico. Além disso, menciona que não é necessário realizar cirurgia (curetagem), o que se relaciona com a preocupação do usuário sobre a próxima gravidez após um aborto natural. Essas informações são úteis para tranquilizar e informar o usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o aborto retido, seus sintomas, diagnóstico e tratamento. A seção específica que menciona que a mulher não precisa realizar curetagem após um aborto e que é possível engravidar novamente é direta e pertinente à pergunta do usuário, que busca entender os riscos para uma futura gravidez após um aborto retido e a declaração do médico de que seu útero está limpo.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto apresenta informações específicas sobre abortamento retido, seu diagnóstico e tratamento, mas não aborda diretamente a preocupação do usuário sobre como isso pode afetar uma futura gravidez. Embora o contexto seja relacionado ao aborto, ele não responde à questão sobre a saúde futura e a capacidade de ter filhos após um aborto retido.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre abortamento retido, diagnóstico, tratamento e implicações clínicas, o que é relevante para a pergunta do usuário sobre o impacto no futuro da gravidez após um aborto retido. No entanto, falta um foco específico em como isso pode afetar uma gravidez subsequente, o que limita sua aplicabilidade direta. Por isso, atribui-se uma nota 2.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto contém informações relevantes sobre abortamento retido, que podem ajudar a responder à pergunta sobre os possíveis efeitos na próxima gravidez. Embora não trate diretamente da preocupação da usuária quanto ao impacto em uma futura gestação após seu útero estar limpo, as informações sobre a natureza do abortamento retido e o diagnóstico são pertinentes.", "nota": 2}
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olá bom dia eu descobri sífilis com semanas de gestação deu o resultado gostaria de saber se minha filha poderá nascer com alguma má formação estou fazendo o tratamento corretamente junto com o meu parceiro nesses casos é aconselhável fazer cesária ou parto normal agradeço desde já pela atenção
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta e esclareça suas dúvidasa sífilis é uma infecção sexualmente transmissível e contagiosa grave na gravidez está associada com aborto malformações óbito intrauterino e sífilis congênita faça o tratamento corretopara ser considerada corretamente tratada você e seu parceiro sexual precisam realizar o tratamento correto com a dose correta do antibiótico conforme o estágio da sífilis lembre de tratar o seu parceiro sexualo controle do tratamento da sífilis deverá ser feito mensalmente a partir do final do tratamento com o vdrl não tenha relações sexuais até realizar este exame a queda de vezes do título do exame é sugestivo de cura o seguimento deverá ser feito com e meses do tratamentosolicite ao seu médico exames para descartar as outras infecções sexualmente transmissíveis como hiv hepatite b e cprotejase use preservativos sempre que for exposto a sífilis você poderá pegar a infecçãoconverse com o seu médicoqual o valor do seu exame valores baixos como e podem ser falso positivos isto é o exame é positivo e você não tem sífilis o exame confirmatório é importantea sífilis é transmitida pelas lesões sifilíticas como o cancro duro da sífilis primária e as roséolas da sífilis secundária
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- , 2016). Quanto ao melhor tipo de parto para as mulheres contaminadas com o HIV, ainda não existe consenso globalpara todas as situações. Sabe-se que é difícil compatibilizar técnica que reduza a transmissão vertical do vírus,apresente relação custo/benefício aceitável e seja de baixa morbidade materna, principalmente infecciosa. Assim,a decisão sobre a via de parto para gestantes portadoras do HIV não está definitivamente resolvida, podendo-sedizer que para o feto o melhor é a cesárea, e para a mãe o melhor é o parto vaginal (Duarte et al. , 2009). Para gestantes contaminadas pelo HIV na fase assintomática da infecção, a antibioticoprofilaxia está indicadaem casos de cesárea, parto por fórceps ou curagem. Naquelas sintomáticas (AIDS) orienta-se tal medidatambém em casos de parto normal. Os fármacos indicados são as cefalosporinas de primeira geração,preferindo-se a cefazolina (2,0 g IV, em dose única, logo após a ligadura do cordão umbilical) (MS, 2015b).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- , 2016). Quanto ao melhor tipo de parto para as mulheres contaminadas com o HIV, ainda não existe consenso globalpara todas as situações. Sabe-se que é difícil compatibilizar técnica que reduza a transmissão vertical do vírus,apresente relação custo/benefício aceitável e seja de baixa morbidade materna, principalmente infecciosa. Assim,a decisão sobre a via de parto para gestantes portadoras do HIV não está definitivamente resolvida, podendo-sedizer que para o feto o melhor é a cesárea, e para a mãe o melhor é o parto vaginal (Duarte et al. , 2009). Para gestantes contaminadas pelo HIV na fase assintomática da infecção, a antibioticoprofilaxia está indicadaem casos de cesárea, parto por fórceps ou curagem. Naquelas sintomáticas (AIDS) orienta-se tal medidatambém em casos de parto normal. Os fármacos indicados são as cefalosporinas de primeira geração,preferindo-se a cefazolina (2,0 g IV, em dose única, logo após a ligadura do cordão umbilical) (MS, 2015b).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- , 2016). Quanto ao melhor tipo de parto para as mulheres contaminadas com o HIV, ainda não existe consenso globalpara todas as situações. Sabe-se que é difícil compatibilizar técnica que reduza a transmissão vertical do vírus,apresente relação custo/benefício aceitável e seja de baixa morbidade materna, principalmente infecciosa. Assim,a decisão sobre a via de parto para gestantes portadoras do HIV não está definitivamente resolvida, podendo-sedizer que para o feto o melhor é a cesárea, e para a mãe o melhor é o parto vaginal (Duarte et al. , 2009). Para gestantes contaminadas pelo HIV na fase assintomática da infecção, a antibioticoprofilaxia está indicadaem casos de cesárea, parto por fórceps ou curagem. Naquelas sintomáticas (AIDS) orienta-se tal medidatambém em casos de parto normal. Os fármacos indicados são as cefalosporinas de primeira geração,preferindo-se a cefazolina (2,0 g IV, em dose única, logo após a ligadura do cordão umbilical) (MS, 2015b).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal. --- , 2016). Quanto ao melhor tipo de parto para as mulheres contaminadas com o HIV, ainda não existe consenso globalpara todas as situações. Sabe-se que é difícil compatibilizar técnica que reduza a transmissão vertical do vírus,apresente relação custo/benefício aceitável e seja de baixa morbidade materna, principalmente infecciosa. Assim,a decisão sobre a via de parto para gestantes portadoras do HIV não está definitivamente resolvida, podendo-sedizer que para o feto o melhor é a cesárea, e para a mãe o melhor é o parto vaginal (Duarte et al. , 2009). Para gestantes contaminadas pelo HIV na fase assintomática da infecção, a antibioticoprofilaxia está indicadaem casos de cesárea, parto por fórceps ou curagem. Naquelas sintomáticas (AIDS) orienta-se tal medidatambém em casos de parto normal. Os fármacos indicados são as cefalosporinas de primeira geração,preferindo-se a cefazolina (2,0 g IV, em dose única, logo após a ligadura do cordão umbilical) (MS, 2015b).
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Doenças infecciosas durante a gestaçãoPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: jul. 2024Visão Educação para o pacientePontos-chave|Infecções maternas comuns (p. ex., infecção do trato urinário [ITU] ou infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas. Entretanto, algumas infecções aumentam o risco de morbidade ou mortalidade materna ou fetal. Assim, o rastreamento pré-natal de rotina inclui testes para certas infecções ou colonização bacteriana, e as gestantes com sintomas de infecção devem ser avaliadas e tratadas imediatamente.Anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas (p. ex., perda de audição ou visão ou problemas de neurodesenvolvimento) em uma criança podem ser causadas por certas infecções, incluindo:Sífilis congênitaInfecção congênita por citomegalovírusRubéola congênitaToxoplasmose congênitaInfecção neonatal pelo herpes-vírus simplesHepatite neonatalAs taxas de sífilis congênita aumentaram significativamente nos Estados Unidos; de 2012 a 2021, o número de casos de sífilis congênita notificados por ano aumentou 755%, de 335 para 2.865 (1). Gestantes devem ser avaliadas para sífilis na consulta inicial de pré-natal. Dependendo da prevalência da sífilis em sua comunidade, exames devem ser feitos 2 a 3 vezes durante a gestação. Pacientes com diagnóstico de sífilis devem ser tratados adequadamente para prevenir a sífilis congênita no feto.Infecção pelo HIV pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. Quando a mãe não é tratada, o risco de transmissão no nascimento é cerca de 25 a 35%. A maioria das gestantes em países com muitos recursos é tratada com antirretrovirais altamente ativos (ARVAA) durante a gestação, o que reduz drasticamente o risco de transmissão de mãe para filho. Com base na carga viral do HIV em 36 semanas, as pacientes gestantes são triadas para o parto e parto vaginal versus cesariana sem trabalho de parto (2).A listeriose é mais comum durante a gestação e é causada pela ingestão de um grande inóculo de Listeria monocytogenes em alimentos. A listeriose se manifesta como gastroenterite, geralmente no terceiro trimestre, e é uma causa comum de infecção intra-amniótica hematogênica. Listeriose aumenta o risco de:Aborto espontâneoTrabalho de parto prematuroNatimorto A listeriose pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. O tratamento é com penicilinas.Infecções do trato genital podem causar complicações maternas ou neonatais, incluindo (3):Vaginose bacteriana: nascimento prematuro, endometriteClamídia: aborto espontâneo, nascimento pré-termo, natimorto, conjuntivite neonatal e pneumonia neonatalGonorreia: nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e conjuntivite neonatalRuptura prematura das membranas antes do trabalho de partoTrabalho de parto prematuro Os testes para essas infecções são realizados durante a avaliação pré-natal rotineira ou caso os sintomas se desenvolvam. O herpes genital pode ser transmitido ao neonato durante o parto. A infecção neonatal pode envolver convulsões ou outros efeitos adversos graves. O risco é alto o suficiente para a cesariana ser preferida se os seguintes fatores estiverem presentes (4):Lesões herpéticas visíveis ao redor do períneo, genitais externos e vaginaHistória conhecida de infecção com sintomas prodrômicos antes do trabalho de parto Se lesões visíveis ou pródromos da infecção estiverem ausentes, até mesmo em mulheres com infecções periódicas, o risco é baixo e o parto vaginal é possível. Mulheres com história de herpes genital devem ser submetidas a exame pélvico o mais cedo possível no trabalho de parto para verificar se há lesões ativas perineais, vulvares ou vaginais. Pacientes livres de lesões podem iniciar o parto vaginal.Antivirais (aciclovir ou valaciclovir) são seguros durante a gestação. Pacientes com infecção ativa por herpes durante a gestação devem ser tratadas com aciclovir ou valaciclovir (5). Gestantes com história de herpes devem ser iniciadas em um antiviral com 36 semanas de gestação para evitar crises ou recorrência perto do parto.AntimicrobianosOs medicamentos só devem ser administrados para as gestantes se forem indicados e forem seguros durante a gestação. O uso de qualquer antimicrobiano durante a gestação deve basear-se no fato de os benefícios excederem os riscos, os quais variam de acordo com o trimestre (ver tabela Segurança de medicamentos selecionados na gestação).Referências1. McDonald R, O'Callaghan K, Torrone E, et al. Vital Signs: Missed Opportunities for Preventing Congenital Syphilis - United States, 2022. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2023;72(46):1269-1274. Publicado em 17 de novembro de 2023. doi:10.15585/mmwr.mm7246e12. Panel on Treatment of HIV During Pregnancy and Prevention of Perinatal Transmission: Recommendations for the Use of Antiretroviral Drugs During Pregnancy and Interventions to Reduce Perinatal HIV Transmission in the United States. Department of Health and Human Services. Updated January 31, 2024.3. Olaleye AO, Babah OA, Osuagwu CS, Ogunsola FT, Afolabi BB: Sexually transmitted infections in pregnancy - An update on Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoeae. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2020;255:1-12. doi:10.1016/j.ejogrb.2020.10.0024. American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Practice Bulletins: Management of Genital Herpes in Pregnancy: ACOG Practice Bulletin, Number 220. Obstet Gynecol. 2020;135(5):e193-e202. doi:10.1097/AOG.00000000000038405. Centers for Disease Control and Prevention: Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021, MMWR Recomm Rep 2021;70, 4 Pontos-chaveInfecções comuns na gestação (p. ex., ITU, infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas, mas algumas têm efeitos adversos maternos ou fetais graves.Infecções maternas que podem causar anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas em uma criança são infecção por citomegalovírus, infecção por vírus herpes simples, rubéola, toxoplasmose, hepatite B e sífilis. Administrar antibacterianos a pacientes gestantes apenas quando há evidências fortes de infecção bacteriana e somente se os benefícios do tratamento superam o risco, que varia de acordo com o trimestre.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífilis não tratado(s) ou tratado(s) inadequadamente. Mesmo em caso de gestante adequadamente tratada para sífilis, o recém-nascido deve ser investigado paraa doença. Existe, ainda que pouco frequente, a possibilidade de sífilis congênita em bebê de mãe adequadamentetratada. O(s) parceiro(s) sexual(is) da mãe não deve(m) ser esquecido(s); são imperiosos e urgentes os examesclínico e sorológico, objetivando interromper a transmissão para o feto. Sífilis congênitaA sífilis congênita recente e tardia é doença-sentinela e, quando existe, reflete erros grosseiros no sistema desaúde e na qualidade do pré-natal.
Sífilis e gravidezDeve-se considerar caso suspeito: gestante que durante o pré-natal apresente evidência clínica de sífilis, outeste não treponêmico reagente com qualquer titulação. Deve-se considerar caso confirmado: (1) gestante que apresente teste não treponêmico reagente comqualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de qualquer evidência clínica de sífilis,realizados durante o pré-natal; (2) gestante com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico nãoreagente ou não realizado, sem registro de tratamento prévio. Para o CDC, as mulheres grávidas devem ser tratadas com os mesmos esquemas de penicilina indicadossegundo o estágio da infecção. O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da penicilina benzatina em duasdoses de 2.400.000 UI com intervalo de 7 dias nos casos de sífilis recente durante a gestação. --- Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Sífilis congênitaA incidência de sífilis congênita vem aumentando estavelmente, com mais casos agora que em qualquer momentonas últimas duas décadas. Um a cada 10.000 recém-nascidos nos Estados Unidos está infectado. O Treponemapallidum, o pequeno micro-organismo espiral que causa a sífilis, atravessa rapidamente a membrana placentáriacom 6 a 8 semanas de desenvolvimento (Capítulo 7, Fig. 7-7). O feto pode ser infectado durante qualquer estágioda doença ou qualquer estágio da gravidez. Infecções maternas primárias (adquiridas durante a gravidez) geralmente causam infecção fetal séria e defeitoscongênitos. Contudo, o tratamento adequado da mãe extermina os micro-organismos, impedindo que atravessem amembrana placentária e infectem o feto. --- O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana). Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos. --- Doenças infecciosas durante a gestaçãoPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: jul. 2024Visão Educação para o pacientePontos-chave|Infecções maternas comuns (p. ex., infecção do trato urinário [ITU] ou infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas. Entretanto, algumas infecções aumentam o risco de morbidade ou mortalidade materna ou fetal. Assim, o rastreamento pré-natal de rotina inclui testes para certas infecções ou colonização bacteriana, e as gestantes com sintomas de infecção devem ser avaliadas e tratadas imediatamente.Anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas (p. ex., perda de audição ou visão ou problemas de neurodesenvolvimento) em uma criança podem ser causadas por certas infecções, incluindo:Sífilis congênitaInfecção congênita por citomegalovírusRubéola congênitaToxoplasmose congênitaInfecção neonatal pelo herpes-vírus simplesHepatite neonatalAs taxas de sífilis congênita aumentaram significativamente nos Estados Unidos; de 2012 a 2021, o número de casos de sífilis congênita notificados por ano aumentou 755%, de 335 para 2.865 (1). Gestantes devem ser avaliadas para sífilis na consulta inicial de pré-natal. Dependendo da prevalência da sífilis em sua comunidade, exames devem ser feitos 2 a 3 vezes durante a gestação. Pacientes com diagnóstico de sífilis devem ser tratados adequadamente para prevenir a sífilis congênita no feto.Infecção pelo HIV pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. Quando a mãe não é tratada, o risco de transmissão no nascimento é cerca de 25 a 35%. A maioria das gestantes em países com muitos recursos é tratada com antirretrovirais altamente ativos (ARVAA) durante a gestação, o que reduz drasticamente o risco de transmissão de mãe para filho. Com base na carga viral do HIV em 36 semanas, as pacientes gestantes são triadas para o parto e parto vaginal versus cesariana sem trabalho de parto (2).A listeriose é mais comum durante a gestação e é causada pela ingestão de um grande inóculo de Listeria monocytogenes em alimentos. A listeriose se manifesta como gastroenterite, geralmente no terceiro trimestre, e é uma causa comum de infecção intra-amniótica hematogênica. Listeriose aumenta o risco de:Aborto espontâneoTrabalho de parto prematuroNatimorto A listeriose pode ser transmitida da mãe para a criança por via transplacentária ou perinatal. O tratamento é com penicilinas.Infecções do trato genital podem causar complicações maternas ou neonatais, incluindo (3):Vaginose bacteriana: nascimento prematuro, endometriteClamídia: aborto espontâneo, nascimento pré-termo, natimorto, conjuntivite neonatal e pneumonia neonatalGonorreia: nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e conjuntivite neonatalRuptura prematura das membranas antes do trabalho de partoTrabalho de parto prematuro Os testes para essas infecções são realizados durante a avaliação pré-natal rotineira ou caso os sintomas se desenvolvam. O herpes genital pode ser transmitido ao neonato durante o parto. A infecção neonatal pode envolver convulsões ou outros efeitos adversos graves. O risco é alto o suficiente para a cesariana ser preferida se os seguintes fatores estiverem presentes (4):Lesões herpéticas visíveis ao redor do períneo, genitais externos e vaginaHistória conhecida de infecção com sintomas prodrômicos antes do trabalho de parto Se lesões visíveis ou pródromos da infecção estiverem ausentes, até mesmo em mulheres com infecções periódicas, o risco é baixo e o parto vaginal é possível. Mulheres com história de herpes genital devem ser submetidas a exame pélvico o mais cedo possível no trabalho de parto para verificar se há lesões ativas perineais, vulvares ou vaginais. Pacientes livres de lesões podem iniciar o parto vaginal.Antivirais (aciclovir ou valaciclovir) são seguros durante a gestação. Pacientes com infecção ativa por herpes durante a gestação devem ser tratadas com aciclovir ou valaciclovir (5). Gestantes com história de herpes devem ser iniciadas em um antiviral com 36 semanas de gestação para evitar crises ou recorrência perto do parto.AntimicrobianosOs medicamentos só devem ser administrados para as gestantes se forem indicados e forem seguros durante a gestação. O uso de qualquer antimicrobiano durante a gestação deve basear-se no fato de os benefícios excederem os riscos, os quais variam de acordo com o trimestre (ver tabela Segurança de medicamentos selecionados na gestação).Referências1. McDonald R, O'Callaghan K, Torrone E, et al. Vital Signs: Missed Opportunities for Preventing Congenital Syphilis - United States, 2022. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2023;72(46):1269-1274. Publicado em 17 de novembro de 2023. doi:10.15585/mmwr.mm7246e12. Panel on Treatment of HIV During Pregnancy and Prevention of Perinatal Transmission: Recommendations for the Use of Antiretroviral Drugs During Pregnancy and Interventions to Reduce Perinatal HIV Transmission in the United States. Department of Health and Human Services. Updated January 31, 2024.3. Olaleye AO, Babah OA, Osuagwu CS, Ogunsola FT, Afolabi BB: Sexually transmitted infections in pregnancy - An update on Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoeae. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2020;255:1-12. doi:10.1016/j.ejogrb.2020.10.0024. American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Practice Bulletins: Management of Genital Herpes in Pregnancy: ACOG Practice Bulletin, Number 220. Obstet Gynecol. 2020;135(5):e193-e202. doi:10.1097/AOG.00000000000038405. Centers for Disease Control and Prevention: Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021, MMWR Recomm Rep 2021;70, 4 Pontos-chaveInfecções comuns na gestação (p. ex., ITU, infecções do trato respiratório) geralmente não são complicadas, mas algumas têm efeitos adversos maternos ou fetais graves.Infecções maternas que podem causar anomalias congênitas ou outras doenças agudas ou crônicas em uma criança são infecção por citomegalovírus, infecção por vírus herpes simples, rubéola, toxoplasmose, hepatite B e sífilis. Administrar antibacterianos a pacientes gestantes apenas quando há evidências fortes de infecção bacteriana e somente se os benefícios do tratamento superam o risco, que varia de acordo com o trimestre.Test your KnowledgeTake a Quiz!
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre tratamento de sífilis durante a gravidez, a possibilidade de sífilis congênita e aspectos relacionados ao parto. Essas informações são altamente relevantes para a pergunta do usuário sobre o tratamento e os riscos de má formação, além de considerações sobre parto normal ou cesárea.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda informações relevantes sobre sífilis durante a gravidez, incluindo diagnóstico, tratamento e a possibilidade de sífilis congênita, o que se relaciona diretamente com as preocupações do usuário sobre o risco de má formação e opções de parto. A informação sobre o tratamento adequado e suas implicações para a saúde do feto também é pertinente.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre sífilis durante a gravidez, tratamento adequado, e como a infecção pode afetar o feto, incluindo o risco de sífilis congênita. Além disso, menciona a importância do tratamento para prevenir complicações. No entanto, não aborda diretamente a escolha entre cesárea e parto normal, o que poderia ser útil para a pergunta. Portanto, o contexto é relevante, mas com algumas lacunas em relação ao tipo de parto.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o tratamento de sífilis durante a gravidez, incluindo a importância do tratamento adequado para prevenir a transmissão ao feto e a possibilidade de sífilis congênita. Também menciona a consideração sobre a via de parto, especialmente na presença de infecções, o que é pertinente à pergunta sobre cesárea ou parto normal. Portanto, é útil para responder à consulta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a sífilis durante a gravidez, incluindo diagnósticos, tratamento e consequências para o feto, além de mencionar opções de parto. Isso diretamente responde à preocupação do usuário sobre a má formação da filha e a escolha entre cesárea e parto normal.", "nota": 3}
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a sífilis durante a gestação, incluindo riscos de malformações fetais e a importância do tratamento adequado. Ele também discute as opções de parto, mencionando a cesariana em casos de infecções agudas. Essas informações são diretamente aplicáveis à pergunta do usuário sobre tratamento e tipo de parto, tornando o contexto útil para formular uma resposta adequada.", "nota": 3} ```
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre sífilis durante a gravidez, incluindo a possibilidade de transmissão para o feto e a importância do tratamento. Além disso, menciona que o tratamento adequado pode prevenir sífilis congênita e possíveis defeitos congênitos. No entanto, não aborda diretamente a questão sobre o tipo de parto, o que poderia ser mais útil.", "nota": 2}
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sou casada e sei que meu parceiro não possui nenhuma doença transmissível mas a minha pergunta é fiz sexo oral nele sem camisinha acabei arranhando o pênis com meus dentes e sangrou só depois me dei conta e acabei sugando o sangue msm sabendo que ele n tem doença eu posso ter gerado alguma em mim
olá se seu parceiro não tem nenhuma doença não há com o que se preocuparo contato direto com o sangue mereceria maiores cuidados se tivesse hiv ou hepatite positivos e se tivesse entrado em contato com uma mucosa com lesãomesmo assim sempre procure o aconselhamento do seu ginecologista e tenha os seus exames sempre em diaà disposiçãoabraços
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e UG não relacionadas às DST. Este entendimento tem desdobramentos clínicos e relacio-nados ao tratamento da paciente e do(s) seu(s) parceiro(s) sexu-al(is). As UG relacionadas às DST têm como agentes etiológicos os seguintes microrganismos:(1-5)• Herpes simplex vírus (HSV)• Treponema pallidum (sí/f_i lis)• Haemophilusducreyi (cancro mole) • Chlamydiatrachomatis sorotipos L1-3 (linfogranuloma venéreo- LGV) • Klebsiellagranulomatis (granuloma inguinal ou donovanose)As UG elencadas não relacionadas às DST têm como as princi-pais causas: • Vasculite autoimune• Traumática• Vascular• Neoplásica Potenciais complicações: as UG, além de proporcionar in-cômodo e, muitas vezes, dor para a mulher, têm como complica-ção importante ser um meio facilitador para aquisição de outros agentes relacionados às DST, em especial, o HIV . As úlceras genitais podem facilitar a transmissão sexual e perinatal do HIV . A quebra da integridade da mucosa cria facilidades na entrada de microrga-nismos, proporcionando um aumento importante no risco de aqui-sição de HIV em mais de três vezes.(4,5)5Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018A60: Infecções anogenitais pelo vírus do herpesS31.4: Ferimento da vagina e da vulvaN48.5: Síndrome de úlcera genital (excluído herpes genital)Diagnóstico(1-5,7)O diagnóstico etiológico das UG femininas nem sempre é fácil de ser feito. Entre outras causas, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a procura ao serviço de saúde, habitualmente, é longo. Além disso, não há, habitualmente, disponibilidade para o uso de exames laboratoriais para a identi/f_i cação do agente causal. Outro fato importante a ser considerado é que, mesmo em serviços que dispõem de recursos laboratoriais, em mais de 50% dos casos, não se consegue fechar o diagnóstico etiológico. Há, portanto, uma ten-dência a fazer o diagnóstico sindrômico, e não o etiológico. Tanto o Ministério da Saúde brasileiro como a ONU sugerem o tratamento sindrômico das UG para não correr o risco de deixar passar uma DST sem tratamento. Esta abordagem, apesar de ser uma necessi-dade em alguns casos, nada mais é que um teste terapêutico, com todas as inconveniências que isso possa acarretar. A nossa prática, mesmo nos casos em que há a necessidade de se fazer o tratamento sindrômico, recomenda fazer a pesquisa dos possíveis agentes etio-lógicos. As di/f_i culdades dos serviços de saúde não justi/f_i cam uma prática simplista de ignorar e não se preocupar em tentar identi/f_i -car a causa da doença. Pro/f_i ssionais sem conhecimento das causas (DST e não DST) das UG valem-se dessa prerrogativa de “tratar sem saber o que está tratando”. O procedimento básico de inves-tigação das causas das UG consiste em identi/f_i car com detalhes:1. Tempo e forma de evolução da UG. --- Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo máximo de 9meses, elas podem se prolongar por longos períodos consoante a forma de utilização dos contraceptivos. Éimportante ressaltar que os contraceptivos mais recentes sofreram reduções hormonais apreciáveis em suascomposições, o que, sem dúvida, vem se refletindo muito no seu potencial de causar as respostas inflamatórias. Entretanto, algumas formulações podem ainda, apesar das reduções, apresentar reações mais intensas do queoutras. Por isso é importante que a paciente seja informada das possíveis alterações gengivais e sejaacompanhada periodicamente por profissional da área. --- Mais recentemente, Tilakaratne et al. , 2000, estudaram os efeitos de contraceptivos orais no periodonto depacientes por um período de 2 a 4 anos e um grupo-controle de 39 pacientes. O resultado mostrou quealterações hormonais semelhantes às da gravidez foram encontradas, com aumento da prevalência de gengivite,e houve significante aumento de perda de inserção quando do uso mais prolongado dos contraceptivos, emcomparação com o grupo-controle. Considerações finaisOs mecanismos da associação entre a doença periodontal e o parto pré-termo não são claros, mas envolvempor certo respostas imunes e inflamatórias, maternas e fetais (Horton & Boggess, 2012). Embora não haja na verdade redução na incidência de parto pré-termo uma vez realizado o tratamentoperiodontal na gravidez – e, pelo contrário, há até quem o contraindique (Xiong et al. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos.
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e UG não relacionadas às DST. Este entendimento tem desdobramentos clínicos e relacio-nados ao tratamento da paciente e do(s) seu(s) parceiro(s) sexu-al(is). As UG relacionadas às DST têm como agentes etiológicos os seguintes microrganismos:(1-5)• Herpes simplex vírus (HSV)• Treponema pallidum (sí/f_i lis)• Haemophilusducreyi (cancro mole) • Chlamydiatrachomatis sorotipos L1-3 (linfogranuloma venéreo- LGV) • Klebsiellagranulomatis (granuloma inguinal ou donovanose)As UG elencadas não relacionadas às DST têm como as princi-pais causas: • Vasculite autoimune• Traumática• Vascular• Neoplásica Potenciais complicações: as UG, além de proporcionar in-cômodo e, muitas vezes, dor para a mulher, têm como complica-ção importante ser um meio facilitador para aquisição de outros agentes relacionados às DST, em especial, o HIV . As úlceras genitais podem facilitar a transmissão sexual e perinatal do HIV . A quebra da integridade da mucosa cria facilidades na entrada de microrga-nismos, proporcionando um aumento importante no risco de aqui-sição de HIV em mais de três vezes.(4,5)5Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018A60: Infecções anogenitais pelo vírus do herpesS31.4: Ferimento da vagina e da vulvaN48.5: Síndrome de úlcera genital (excluído herpes genital)Diagnóstico(1-5,7)O diagnóstico etiológico das UG femininas nem sempre é fácil de ser feito. Entre outras causas, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a procura ao serviço de saúde, habitualmente, é longo. Além disso, não há, habitualmente, disponibilidade para o uso de exames laboratoriais para a identi/f_i cação do agente causal. Outro fato importante a ser considerado é que, mesmo em serviços que dispõem de recursos laboratoriais, em mais de 50% dos casos, não se consegue fechar o diagnóstico etiológico. Há, portanto, uma ten-dência a fazer o diagnóstico sindrômico, e não o etiológico. Tanto o Ministério da Saúde brasileiro como a ONU sugerem o tratamento sindrômico das UG para não correr o risco de deixar passar uma DST sem tratamento. Esta abordagem, apesar de ser uma necessi-dade em alguns casos, nada mais é que um teste terapêutico, com todas as inconveniências que isso possa acarretar. A nossa prática, mesmo nos casos em que há a necessidade de se fazer o tratamento sindrômico, recomenda fazer a pesquisa dos possíveis agentes etio-lógicos. As di/f_i culdades dos serviços de saúde não justi/f_i cam uma prática simplista de ignorar e não se preocupar em tentar identi/f_i -car a causa da doença. Pro/f_i ssionais sem conhecimento das causas (DST e não DST) das UG valem-se dessa prerrogativa de “tratar sem saber o que está tratando”. O procedimento básico de inves-tigação das causas das UG consiste em identi/f_i car com detalhes:1. Tempo e forma de evolução da UG. --- Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo máximo de 9meses, elas podem se prolongar por longos períodos consoante a forma de utilização dos contraceptivos. Éimportante ressaltar que os contraceptivos mais recentes sofreram reduções hormonais apreciáveis em suascomposições, o que, sem dúvida, vem se refletindo muito no seu potencial de causar as respostas inflamatórias. Entretanto, algumas formulações podem ainda, apesar das reduções, apresentar reações mais intensas do queoutras. Por isso é importante que a paciente seja informada das possíveis alterações gengivais e sejaacompanhada periodicamente por profissional da área. --- Mais recentemente, Tilakaratne et al. , 2000, estudaram os efeitos de contraceptivos orais no periodonto depacientes por um período de 2 a 4 anos e um grupo-controle de 39 pacientes. O resultado mostrou quealterações hormonais semelhantes às da gravidez foram encontradas, com aumento da prevalência de gengivite,e houve significante aumento de perda de inserção quando do uso mais prolongado dos contraceptivos, emcomparação com o grupo-controle. Considerações finaisOs mecanismos da associação entre a doença periodontal e o parto pré-termo não são claros, mas envolvempor certo respostas imunes e inflamatórias, maternas e fetais (Horton & Boggess, 2012). Embora não haja na verdade redução na incidência de parto pré-termo uma vez realizado o tratamentoperiodontal na gravidez – e, pelo contrário, há até quem o contraindique (Xiong et al. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos.
Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas. Este exame pode ser feito a partir de 6 a 8 dias após o início da gravidez. --- Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico. --- Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula. No entanto, se não apresentar estes efeitos, isso não significa que a pílula não funcionou. A única forma de saber se a pílula do dia seguinte funcionou é esperar pela próxima menstruação e, caso note um atraso superior a 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se está grávida. --- Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo? “Tive relação sexual com meu namorado sem camisinha e ele tirou fora antes de ejacular. Eu tomei a pílula, mas tive uma dúvida depois. Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo?” Sim, o efeito é o mesmo, porque a pílula normalmente age atrasando a ovulação e ejacular dentro ou fora da vagina não interfere no seu mecanismo de ação. O efeito da pílula depende principalmente do tempo que leva para tomá-la. No entanto, a ejaculação dentro da vagina, aumenta as chances de uma gravidez, porque a quantidade de espermatozoides que podem chegar até o óvulo é maior. Neste caso, é ainda mais importante o uso da pílula assim que possível após a relação desprotegida. Além disso, caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h, porque o seu efeito não permanece para uma relação posterior. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. O que pode acontecer se a pílula do dia seguinte for usada com frequência? O uso frequente da pílula do dia seguinte aumenta o risco de efeitos colaterais como: Sangramento menstrual volumoso ou longo e irregularidade do ciclo menstrual; Dor no abdome, náusea e/ou vômitos; Dor de cabeça ou tontura; Ganho de peso e elevação da pressão arterial; Aumento dos níveis de colesterol e/ou glicose no sangue; Pele e olhos amarelados; Gravidez ectópica, em caso de falha do medicamento. Por isso, para prevenir a gravidez, é recomendado consultar um ginecologista para saber os métodos contraceptivos mais indicados para você. Além disso, a forma mais eficaz de prevenir infecções sexualmente transmissíveis é pelo uso do preservativo. --- Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que se teve a relação, sendo maior caso a mulher esteja em seu período fértil. A ovulação normalmente acontece 14 dias antes do 1º dia da próxima menstruação e o período fértil varia de 5 dias antes da ovulação até 2 dias após, porque o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas no corpo da mulher e, o óvulo, por até 48 horas. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Relação sexual sem proteção durante a menstruação pode engravidar? Relação sexual sem proteção durante a menstruação também pode engravidar. No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas. Este exame pode ser feito a partir de 6 a 8 dias após o início da gravidez. --- Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico. --- Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula. No entanto, se não apresentar estes efeitos, isso não significa que a pílula não funcionou. A única forma de saber se a pílula do dia seguinte funcionou é esperar pela próxima menstruação e, caso note um atraso superior a 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se está grávida. --- Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo? “Tive relação sexual com meu namorado sem camisinha e ele tirou fora antes de ejacular. Eu tomei a pílula, mas tive uma dúvida depois. Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo?” Sim, o efeito é o mesmo, porque a pílula normalmente age atrasando a ovulação e ejacular dentro ou fora da vagina não interfere no seu mecanismo de ação. O efeito da pílula depende principalmente do tempo que leva para tomá-la. No entanto, a ejaculação dentro da vagina, aumenta as chances de uma gravidez, porque a quantidade de espermatozoides que podem chegar até o óvulo é maior. Neste caso, é ainda mais importante o uso da pílula assim que possível após a relação desprotegida. Além disso, caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h, porque o seu efeito não permanece para uma relação posterior. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. O que pode acontecer se a pílula do dia seguinte for usada com frequência? O uso frequente da pílula do dia seguinte aumenta o risco de efeitos colaterais como: Sangramento menstrual volumoso ou longo e irregularidade do ciclo menstrual; Dor no abdome, náusea e/ou vômitos; Dor de cabeça ou tontura; Ganho de peso e elevação da pressão arterial; Aumento dos níveis de colesterol e/ou glicose no sangue; Pele e olhos amarelados; Gravidez ectópica, em caso de falha do medicamento. Por isso, para prevenir a gravidez, é recomendado consultar um ginecologista para saber os métodos contraceptivos mais indicados para você. Além disso, a forma mais eficaz de prevenir infecções sexualmente transmissíveis é pelo uso do preservativo. --- Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que se teve a relação, sendo maior caso a mulher esteja em seu período fértil. A ovulação normalmente acontece 14 dias antes do 1º dia da próxima menstruação e o período fértil varia de 5 dias antes da ovulação até 2 dias após, porque o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas no corpo da mulher e, o óvulo, por até 48 horas. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Relação sexual sem proteção durante a menstruação pode engravidar? Relação sexual sem proteção durante a menstruação também pode engravidar. No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e UG não relacionadas às DST. Este entendimento tem desdobramentos clínicos e relacio-nados ao tratamento da paciente e do(s) seu(s) parceiro(s) sexu-al(is). As UG relacionadas às DST têm como agentes etiológicos os seguintes microrganismos:(1-5)• Herpes simplex vírus (HSV)• Treponema pallidum (sí/f_i lis)• Haemophilusducreyi (cancro mole) • Chlamydiatrachomatis sorotipos L1-3 (linfogranuloma venéreo- LGV) • Klebsiellagranulomatis (granuloma inguinal ou donovanose)As UG elencadas não relacionadas às DST têm como as princi-pais causas: • Vasculite autoimune• Traumática• Vascular• Neoplásica Potenciais complicações: as UG, além de proporcionar in-cômodo e, muitas vezes, dor para a mulher, têm como complica-ção importante ser um meio facilitador para aquisição de outros agentes relacionados às DST, em especial, o HIV . As úlceras genitais podem facilitar a transmissão sexual e perinatal do HIV . A quebra da integridade da mucosa cria facilidades na entrada de microrga-nismos, proporcionando um aumento importante no risco de aqui-sição de HIV em mais de três vezes.(4,5)5Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018A60: Infecções anogenitais pelo vírus do herpesS31.4: Ferimento da vagina e da vulvaN48.5: Síndrome de úlcera genital (excluído herpes genital)Diagnóstico(1-5,7)O diagnóstico etiológico das UG femininas nem sempre é fácil de ser feito. Entre outras causas, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a procura ao serviço de saúde, habitualmente, é longo. Além disso, não há, habitualmente, disponibilidade para o uso de exames laboratoriais para a identi/f_i cação do agente causal. Outro fato importante a ser considerado é que, mesmo em serviços que dispõem de recursos laboratoriais, em mais de 50% dos casos, não se consegue fechar o diagnóstico etiológico. Há, portanto, uma ten-dência a fazer o diagnóstico sindrômico, e não o etiológico. Tanto o Ministério da Saúde brasileiro como a ONU sugerem o tratamento sindrômico das UG para não correr o risco de deixar passar uma DST sem tratamento. Esta abordagem, apesar de ser uma necessi-dade em alguns casos, nada mais é que um teste terapêutico, com todas as inconveniências que isso possa acarretar. A nossa prática, mesmo nos casos em que há a necessidade de se fazer o tratamento sindrômico, recomenda fazer a pesquisa dos possíveis agentes etio-lógicos. As di/f_i culdades dos serviços de saúde não justi/f_i cam uma prática simplista de ignorar e não se preocupar em tentar identi/f_i -car a causa da doença. Pro/f_i ssionais sem conhecimento das causas (DST e não DST) das UG valem-se dessa prerrogativa de “tratar sem saber o que está tratando”. O procedimento básico de inves-tigação das causas das UG consiste em identi/f_i car com detalhes:1. Tempo e forma de evolução da UG. --- Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo máximo de 9meses, elas podem se prolongar por longos períodos consoante a forma de utilização dos contraceptivos. Éimportante ressaltar que os contraceptivos mais recentes sofreram reduções hormonais apreciáveis em suascomposições, o que, sem dúvida, vem se refletindo muito no seu potencial de causar as respostas inflamatórias. Entretanto, algumas formulações podem ainda, apesar das reduções, apresentar reações mais intensas do queoutras. Por isso é importante que a paciente seja informada das possíveis alterações gengivais e sejaacompanhada periodicamente por profissional da área. --- Mais recentemente, Tilakaratne et al. , 2000, estudaram os efeitos de contraceptivos orais no periodonto depacientes por um período de 2 a 4 anos e um grupo-controle de 39 pacientes. O resultado mostrou quealterações hormonais semelhantes às da gravidez foram encontradas, com aumento da prevalência de gengivite,e houve significante aumento de perda de inserção quando do uso mais prolongado dos contraceptivos, emcomparação com o grupo-controle. Considerações finaisOs mecanismos da associação entre a doença periodontal e o parto pré-termo não são claros, mas envolvempor certo respostas imunes e inflamatórias, maternas e fetais (Horton & Boggess, 2012). Embora não haja na verdade redução na incidência de parto pré-termo uma vez realizado o tratamentoperiodontal na gravidez – e, pelo contrário, há até quem o contraindique (Xiong et al. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos.
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e UG não relacionadas às DST. Este entendimento tem desdobramentos clínicos e relacio-nados ao tratamento da paciente e do(s) seu(s) parceiro(s) sexu-al(is). As UG relacionadas às DST têm como agentes etiológicos os seguintes microrganismos:(1-5)• Herpes simplex vírus (HSV)• Treponema pallidum (sí/f_i lis)• Haemophilusducreyi (cancro mole) • Chlamydiatrachomatis sorotipos L1-3 (linfogranuloma venéreo- LGV) • Klebsiellagranulomatis (granuloma inguinal ou donovanose)As UG elencadas não relacionadas às DST têm como as princi-pais causas: • Vasculite autoimune• Traumática• Vascular• Neoplásica Potenciais complicações: as UG, além de proporcionar in-cômodo e, muitas vezes, dor para a mulher, têm como complica-ção importante ser um meio facilitador para aquisição de outros agentes relacionados às DST, em especial, o HIV . As úlceras genitais podem facilitar a transmissão sexual e perinatal do HIV . A quebra da integridade da mucosa cria facilidades na entrada de microrga-nismos, proporcionando um aumento importante no risco de aqui-sição de HIV em mais de três vezes.(4,5)5Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018A60: Infecções anogenitais pelo vírus do herpesS31.4: Ferimento da vagina e da vulvaN48.5: Síndrome de úlcera genital (excluído herpes genital)Diagnóstico(1-5,7)O diagnóstico etiológico das UG femininas nem sempre é fácil de ser feito. Entre outras causas, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a procura ao serviço de saúde, habitualmente, é longo. Além disso, não há, habitualmente, disponibilidade para o uso de exames laboratoriais para a identi/f_i cação do agente causal. Outro fato importante a ser considerado é que, mesmo em serviços que dispõem de recursos laboratoriais, em mais de 50% dos casos, não se consegue fechar o diagnóstico etiológico. Há, portanto, uma ten-dência a fazer o diagnóstico sindrômico, e não o etiológico. Tanto o Ministério da Saúde brasileiro como a ONU sugerem o tratamento sindrômico das UG para não correr o risco de deixar passar uma DST sem tratamento. Esta abordagem, apesar de ser uma necessi-dade em alguns casos, nada mais é que um teste terapêutico, com todas as inconveniências que isso possa acarretar. A nossa prática, mesmo nos casos em que há a necessidade de se fazer o tratamento sindrômico, recomenda fazer a pesquisa dos possíveis agentes etio-lógicos. As di/f_i culdades dos serviços de saúde não justi/f_i cam uma prática simplista de ignorar e não se preocupar em tentar identi/f_i -car a causa da doença. Pro/f_i ssionais sem conhecimento das causas (DST e não DST) das UG valem-se dessa prerrogativa de “tratar sem saber o que está tratando”. O procedimento básico de inves-tigação das causas das UG consiste em identi/f_i car com detalhes:1. Tempo e forma de evolução da UG. --- Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo máximo de 9meses, elas podem se prolongar por longos períodos consoante a forma de utilização dos contraceptivos. Éimportante ressaltar que os contraceptivos mais recentes sofreram reduções hormonais apreciáveis em suascomposições, o que, sem dúvida, vem se refletindo muito no seu potencial de causar as respostas inflamatórias. Entretanto, algumas formulações podem ainda, apesar das reduções, apresentar reações mais intensas do queoutras. Por isso é importante que a paciente seja informada das possíveis alterações gengivais e sejaacompanhada periodicamente por profissional da área. --- Mais recentemente, Tilakaratne et al. , 2000, estudaram os efeitos de contraceptivos orais no periodonto depacientes por um período de 2 a 4 anos e um grupo-controle de 39 pacientes. O resultado mostrou quealterações hormonais semelhantes às da gravidez foram encontradas, com aumento da prevalência de gengivite,e houve significante aumento de perda de inserção quando do uso mais prolongado dos contraceptivos, emcomparação com o grupo-controle. Considerações finaisOs mecanismos da associação entre a doença periodontal e o parto pré-termo não são claros, mas envolvempor certo respostas imunes e inflamatórias, maternas e fetais (Horton & Boggess, 2012). Embora não haja na verdade redução na incidência de parto pré-termo uma vez realizado o tratamentoperiodontal na gravidez – e, pelo contrário, há até quem o contraindique (Xiong et al. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos. --- Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio). A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto. Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal. Localizações mais comuns▶ Homens. Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal. ▶ Mulheres. Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal. Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto. ▶ Ambos os sexos.
Infecções durante a gravidezPorJessian L. Muñoz, MD, PhD, MPH, Baylor College of MedicineRevisado/Corrigido: set. 2024VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDETratamento.|As infecções que ocorrem com mais frequência durante a gravidez, tais como as infecções do trato urinário e do trato respiratório, não causam problemas sérios. Entretanto, algumas infecções podem ser transmitidas ao feto antes ou durante o parto e prejudicar o feto (por exemplo, causar surdez) ou causar um aborto espontâneo, natimorto ou parto prematuro. Infecções sexualmente transmissíveis que podem causar problemas incluem:A clamídia pode causar ruptura prematura das membranas ou parto prematuro. Ela também pode causar infecção ocular (conjuntivite) no recém‑nascido.A gonorreia pode também causar conjuntivite no recém-nascido.A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto através da placenta. A sífilis no feto pode causar vários defeitos congênitos, natimorto ou problemas no recém-nascido. Exames são feitos rotineiramente em gestantes quanto à presença de sífilis no início da gravidez. Geralmente, o tratamento da sífilis durante a gravidez cura tanto a mãe como o feto.A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é transmitida ao feto em aproximadamente 25% das gestações se a gestante infectada não for tratada. Mulheres com infecção por HIV devem tomar medicamentos antirretrovirais, algo que é muito importante durante a gestação. No caso de algumas mulheres infectadas pelo HIV, o parto por cesariana, planejado com antecedência, pode reduzir ainda mais o risco de transmissão do HIV para o bebê. O herpes genital pode ser transmitido ao bebê durante um parto normal. O bebê que foi infectado com herpes podem apresentar uma infecção cerebral potencialmente fatal, denominada encefalite herpética. Uma infecção por herpes em bebês também pode danificar outros órgãos internos e causar convulsões, feridas na pele e na boca, danos cerebrais permanentes ou mesmo a morte. Se a mulher tiver antecedentes de herpes genital, ela deve tomar medicamentos no final da gestação para prevenir ter herpes ativo no momento do parto. Se a mulher tiver sintomas de herpes ou desenvolver feridas na área genital no final da gestação, exames da área vulvovaginal quanto à presença de herpes devem ser feitos. Se uma infecção ativa for confirmada, geralmente se aconselha à mulher que faça um parto por cesariana. A infecção por vírus Zika em uma gestante pode fazer com que o bebê tenha uma cabeça pequena (microcefalia). A cabeça é pequena porque ela não se desenvolve normalmente. A infecção por vírus Zika também pode causar anomalias oculares no bebê. O vírus Zika é disseminado por mosquitos, mas também pode ser disseminado por relações sexuais, por transfusões de sangue e de uma gestante para seu bebê antes ou durante o nascimento.Outras infecções que podem causar problemas incluem:A rubéola pode causar problemas, sobretudo um crescimento inadequado antes do nascimento (pequeno para a idade gestacional), catarata, defeitos cardíacos congênitos, perda de audição e atraso do desenvolvimento.A infecção por citomegalovírus pode atravessar a placenta e danificar o fígado e o cérebro do feto e o feto pode não crescer tanto quanto o esperado.A catapora (varicela) aumenta o risco de ter um aborto espontâneo. Ela pode danificar os olhos do feto ou causar defeitos nos membros, cegueira ou deficiência intelectual. A cabeça do feto pode ser menor que o normal (microcefalia).A toxoplasmose, uma infecção por protozoários, pode causar aborto espontâneo, morte do feto e defeitos congênitos graves.A listeriose, uma infecção bacteriana, aumenta o risco de haver trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo e natimorto. É possível que o recém-nascido tenha a infecção, mas pode demorar muitas semanas após o nascimento até eles se manifestarem.As infecções vaginais bacterianas (por exemplo, vaginose bacteriana) podem causar trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura das membranas.Infecções do trato urinário aumentam o risco de haver trabalho de parto prematuro e de ruptura prematura das membranas.A hepatite pode ser transmitida sexualmente, mas ela com frequência é transmitida de outras maneiras. Assim, ela não costuma ser considerada uma infecção sexualmente transmissível. A hepatite na gestante pode aumentar o risco de haver parto prematuro. Ela também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o que causa problemas.Tratamento de infecções durante a gravidezÀs vezes, medicamentos, dependendo da proporção entre os benefícios e os riscosO médico compara os riscos de usar os antibióticos (ou antivirais) com os riscos da infecção para determinar se deve ou não tratar a gestante com aquele medicamento.Alguns antibióticos, tais como penicilinas, cefalosporinas e os medicamentos relacionados à eritromicina (denominados macrolídeos), são geralmente considerados seguros para uso durante a gravidez. Outros antibióticos, incluindo as tetraciclinas e as fluoroquinolonas, podem causar problemas ao feto (consulte a tabela Alguns medicamentos e o risco de problemas durante a gravidez). A maioria dos medicamentos antivirais é segura na gravidez, mas a gestante deve conversar com o médico antes de começar a tomar qualquer medicamento.O médico também leva em consideração a probabilidade de o tratamento trazer qualquer benefício. Por exemplo, se as mulheres tiverem vaginose bacteriana, mas não apresentam os sintomas e, se a gravidez não é considerada de alto risco, o tratamento da vaginose bacteriana não é conhecido por ter quaisquer benefícios.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e UG não relacionadas às DST. Este entendimento tem desdobramentos clínicos e relacio-nados ao tratamento da paciente e do(s) seu(s) parceiro(s) sexu-al(is). As UG relacionadas às DST têm como agentes etiológicos os seguintes microrganismos:(1-5)• Herpes simplex vírus (HSV)• Treponema pallidum (sí/f_i lis)• Haemophilusducreyi (cancro mole) • Chlamydiatrachomatis sorotipos L1-3 (linfogranuloma venéreo- LGV) • Klebsiellagranulomatis (granuloma inguinal ou donovanose)As UG elencadas não relacionadas às DST têm como as princi-pais causas: • Vasculite autoimune• Traumática• Vascular• Neoplásica Potenciais complicações: as UG, além de proporcionar in-cômodo e, muitas vezes, dor para a mulher, têm como complica-ção importante ser um meio facilitador para aquisição de outros agentes relacionados às DST, em especial, o HIV . As úlceras genitais podem facilitar a transmissão sexual e perinatal do HIV . A quebra da integridade da mucosa cria facilidades na entrada de microrga-nismos, proporcionando um aumento importante no risco de aqui-sição de HIV em mais de três vezes.(4,5)5Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018A60: Infecções anogenitais pelo vírus do herpesS31.4: Ferimento da vagina e da vulvaN48.5: Síndrome de úlcera genital (excluído herpes genital)Diagnóstico(1-5,7)O diagnóstico etiológico das UG femininas nem sempre é fácil de ser feito. Entre outras causas, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a procura ao serviço de saúde, habitualmente, é longo. Além disso, não há, habitualmente, disponibilidade para o uso de exames laboratoriais para a identi/f_i cação do agente causal. Outro fato importante a ser considerado é que, mesmo em serviços que dispõem de recursos laboratoriais, em mais de 50% dos casos, não se consegue fechar o diagnóstico etiológico. Há, portanto, uma ten-dência a fazer o diagnóstico sindrômico, e não o etiológico. Tanto o Ministério da Saúde brasileiro como a ONU sugerem o tratamento sindrômico das UG para não correr o risco de deixar passar uma DST sem tratamento. Esta abordagem, apesar de ser uma necessi-dade em alguns casos, nada mais é que um teste terapêutico, com todas as inconveniências que isso possa acarretar. A nossa prática, mesmo nos casos em que há a necessidade de se fazer o tratamento sindrômico, recomenda fazer a pesquisa dos possíveis agentes etio-lógicos. As di/f_i culdades dos serviços de saúde não justi/f_i cam uma prática simplista de ignorar e não se preocupar em tentar identi/f_i -car a causa da doença. Pro/f_i ssionais sem conhecimento das causas (DST e não DST) das UG valem-se dessa prerrogativa de “tratar sem saber o que está tratando”. O procedimento básico de inves-tigação das causas das UG consiste em identi/f_i car com detalhes:1. Tempo e forma de evolução da UG. --- Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo máximo de 9meses, elas podem se prolongar por longos períodos consoante a forma de utilização dos contraceptivos. Éimportante ressaltar que os contraceptivos mais recentes sofreram reduções hormonais apreciáveis em suascomposições, o que, sem dúvida, vem se refletindo muito no seu potencial de causar as respostas inflamatórias. Entretanto, algumas formulações podem ainda, apesar das reduções, apresentar reações mais intensas do queoutras. Por isso é importante que a paciente seja informada das possíveis alterações gengivais e sejaacompanhada periodicamente por profissional da área. --- Mais recentemente, Tilakaratne et al. , 2000, estudaram os efeitos de contraceptivos orais no periodonto depacientes por um período de 2 a 4 anos e um grupo-controle de 39 pacientes. O resultado mostrou quealterações hormonais semelhantes às da gravidez foram encontradas, com aumento da prevalência de gengivite,e houve significante aumento de perda de inserção quando do uso mais prolongado dos contraceptivos, emcomparação com o grupo-controle. Considerações finaisOs mecanismos da associação entre a doença periodontal e o parto pré-termo não são claros, mas envolvempor certo respostas imunes e inflamatórias, maternas e fetais (Horton & Boggess, 2012). Embora não haja na verdade redução na incidência de parto pré-termo uma vez realizado o tratamentoperiodontal na gravidez – e, pelo contrário, há até quem o contraindique (Xiong et al. --- AtençãoCaso ainda não tenha pleno domínio dos conhecimentos médicos para saber o que fazer no cuidado a umapessoa com, ou hipótese de, DST/infecção genital, deve-se saber, pelo menos, o que NÃO fazer:Ter atitude preconceituosa sobre a sexualidadeEmitir diagnósticos baseados em suposições, sem averiguar os dados epidemiológicos, clínicos e laboratoriaisDeixar de convidar o paciente para uma atitude reflexiva e não fornecer a ele as informações básicas sobre oproblemaAdotar atitude de juiz (emitir julgamentos sobre o paciente e/ou as situações que envolvem o caso)Ignorar toda a trama emocional e existencial envolvida no casoSupervalorizar publicações sobre custo-efetividade, geralmente com estudos feitos em ambientes diferentesdos nossos, pois a prática médica, embora tenha visão ampla e coletiva, é ação personalizada. E pelo menospara nós, autores deste capítulo, quantificar o valor do ser humano (do seu bem-estar e da sua família) queestamos atendendo é tarefa que não temos capacidade de exercer e nem queremos.
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e as complicações associadas a lesões genitais, que podem ser relevantes para entender os riscos após a prática de sexo oral e lesões. No entanto, não aborda diretamente a situação específica mencionada na pergunta, tornando a relevância limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto discutido aborda doenças sexualmente transmissíveis (DST) e algumas complicações relacionadas às úlceras genitais. Embora mencione a quebra da integridade da mucosa e o aumento do risco de transmissão de DSTs, não responde diretamente à preocupação específica do usuário sobre os riscos de infecções após o ato específico mencionado. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute questões relacionadas à relação sexual desprotegida e gravidez, mas não aborda a preocupação específica do usuário sobre o risco de infecções após sugá-lo após um sangramento. Portanto, embora tenha alguma relação temática com a sexualidade e segurança, as informações não são relevantes para a pergunta sobre a possibilidade de contrair doenças. ", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute situações relacionadas a relações sexuais desprotegidas e contracepção, mas não aborda especificamente a questão do sexo oral e a possibilidade de contrair doenças a partir de ferimentos e sangue. Portanto, embora haja relação com sexo seguro, as informações não são suficientes para responder à pergunta sobre a preocupação com a saúde após o ato mencionado.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute infecções que podem ocorrer durante a gravidez e as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). No entanto, ele não aborda especificamente a situação do usuário sobre o risco de contágio de doenças após uma lesão no pênis e contato com sangue. Portanto, a relevância é limitada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e complicações relacionadas a ferimentos genitais, porém não aborda diretamente a situação apresentada pelo usuário sobre sexo oral, arranhões e sangramento. A menção ao aumento do risco de aquisição do HIV e a descrição das úlceras genitais são relevantes, mas a correlação direta com a preocupação específica do usuário não é clara.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda infecções sexualmente transmissíveis e suas implicações durante a gravidez, mas não é relevante para a situação específica da pergunta do usuário sobre o sexo oral e possíveis infecções decorrentes do sangramento. A pergunta focaliza um risco específico de contaminação por sangramento, que não é abordado no documento.", "nota": 1}
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tenho anemia falciforme o medico me indicou o uso de anticoncepicional para controle do ciclo é realmente eficaz qual outro medicamento posso esta usando para o controle do meu ciclo que é muito forte
olá nunca inicie ou troque um anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaqual a causa do seu sangramento uterino anormal a anemia falciforme não é a causa da sua menstruação aumentada existem causas como miomas pólipos adenomiose e infecção que podem aumentar o seu volume menstrual para este diagnóstico a avaliação do seu médico é fundamental e os exames de imagem podem ser necessárioso uso do anticoncepcional podem ajudar no tratamento da sua anemia ao reduzir a perda de sangueconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta a sua anticoncepção
4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção. --- Algumas complicações gestacionais também têm elevada prevalência entre as pacientes com anemiafalciforme. Destacam-se bacteriúria assintomática, infecção urinária, hematúria, pré-eclâmpsia, placenta prévia,abortamento, parto pré-termo, infecções no pós-parto, crescimento intrauterino restrito (CIR) e baixo peso aonascer. As pacientes devem receber reposição de ácido fólico (5 mg/dia). Os casos com importante piora da anemia(queda de 30% dos níveis basais de hemoglobina) ou níveis de hemoglobina inferiores a 6 g/dℓ devem serclaro e não há recomendação para generalização dessa prática. Como não existem estudos consistentes emrelação à segurança da manutenção do tratamento com hidroxiureia, essa medicação deve ser suspensa. O uso de anticoncepcionais contendo derivados de progesterona pode elevar o nível de hemoglobina F ereduzir a quantidade de crises das pacientes que não desejam engravidar.
Mais comuns: cefaleia, congestão nasal, dispepsia, rubor facial, alterações visuais(leves e transitórias). Menos comuns: infecções do trato urinário, priapismo, fotossensibilidade,coriorretinopatia serosa central, tontura, diarreia, náusea, vômitos, rash cutâneo e visãoturva, crises álgicas em pacientes com anemia falciforme, perda auditivaneurossensorial. DE;2,3► DE em homens com ICC classes II e III (New York Heart Association) e doençacoronariana estabilizada;2► DE induzida por antidepressivos;4► DE em homens com HAS sob uso de anti-hipertensivos;3► DE em homens com DM;3Evidências incompletas de eficácia:► DE em homens sob tratamento com APs;5► disfunção sexual induzida por tratamento antidepressivo em mulheres;6► DE em homens com EM;7► DE em homens com DP;8► EP (sobretudo na comorbidade com DE);9► DE em homens realizando hemodiálise;10► sintomas do trato urinário inferior devidos a hiperplasia prostática;11► hipertensão arterial pulmonar. --- 4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção.
4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção. --- Pílula anticoncepcional: como funciona, como tomar e dúvidas Pílula anticoncepcional, ou simplesmente "pílula", é um método hormonal muito seguro para evitar uma gravidez indesejada, e é tomada regularmente por via oral, sendo, geralmente, composta por dois hormônios estrogênios e progestagênios, ou somente com progestagênios, e nesse caso é chamada de "minipílula". Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Existem diferentes marcas de anticoncepcionais orais, como Diane 35, Slinda, Yasmin ou Cerazette, por exemplo, e embora geralmente funcionem de forma semelhante, o ginecologista é quem deve orientar qual é a pílula mais adequada que a mulher deve tomar. O uso correto da pílula tem algumas vantagens sobre outros métodos contraceptivos, como a regulação da menstruação, o combate da acne ou a diminuição das cólicas menstruais. No entanto, as pílulas têm efeitos colaterais e não protegem contra infecções sexualmente transmissíveis, sendo necessário usar um método contraceptivo de barreira, como a camisinha. Conheça os principais métodos contraceptivos, vantagens e desvantagens. Como funciona a pílula As principais ações da pílula anticoncepcional são: Inibir a ovulação, impedindo a fecundação; Aumentar a viscosidade do muco cervical, tornando mais difícil o espermatozoide alcançar o útero; Alterar o endométrio, impedindo a implantação do embrião. A pílula anticoncepcional é um método muito confiável de prevenção de gravidez indesejada e sua eficácia foi estimada em 99%. Entretanto, para que as pílulas sejam eficazes, as instruções de uso devem ser seguidas corretamente, não devem ser esquecidas e devem sempre ser receitadas pelo ginecologista. Leia também: Quem toma pílula anticoncepcional ovula ou tem período fértil? tuasaude.com/periodo-fertil-de-quem-toma-anticoncepcional Como usar corretamente As pílulas combinadas são as pílulas anticoncepcionais mais usadas e possuem ambos os hormônios estrogênio e progestagênio, que podem vir em embalagens com 28 ou 21 comprimidos, com as seguintes indicações de dosagem: Pílula de 21 dias: deve-se tomar 1 comprimido por dia durante 21 dias seguidos (3 semanas). Depois, na quarta semana, durante os 7 dias seguintes, não se deve tomar nenhum comprimido. É durante esse período que ocorre a "menstruação, chamada de sangramento por privação. Após essa pausa de 7 dias, uma nova cartela de 21 pílulas deve ser iniciada; Pílula de 28 dias: tomar 1 pílula por dia, durante 28 dias consecutivos (4 semanas) e iniciar uma nova cartela no 29º dia, ou seja, sem pausa entre as cartelas. As últimas pílulas das embalagens blister de 28 dias de pílulas combinadas não têm hormônios, geralmente são chamadas de pílulas "placebo", pois servem para ajudar a se lembrar de tomar a pílula todos os dias. É nos dias em que se toma as pílulas de placebo que a "menstruação" desce. Além disso, recomenda-se que a pílula anticoncepcional seja tomada aproximadamente no mesmo horário, junto com um copo de água. Como tomar a minipílula A minipílula é um tipo de pílula anticoncepcional que, ao contrário dos anticoncepcionais orais combinados, contém apenas progesterona como ingrediente ativo e é usada como alternativa para mulheres que querem ou precisam evitar o estrogênio por motivos médicos. A minipílula deve ser tomada diariamente e de forma contínua, ou seja, sem período de descanso ou período de placebo entre as cartelas. Com esse tipo de pílula, deve-se ser mais rigorosa e exata com o horário de tomar a pílula, que deve ser o mesmo todos os dias. O que acontece se esquecer de tomar? Em caso de esquecimento de tomar o anticoncepcional, recomenda-se tomar a pílula esquecida assim que possível, quando se lembrar, para que se possa ter o efeito desejado de evitar a gravidez. Se a mulher esquecer de tomar um comprimido no horário exato e tomá-lo antes do atraso de 12 horas, o anticoncepcional ainda será eficaz, portanto, não haverá risco de gravidez. Para isso, deve-se tomar o comprimido no momento em que se lembrar (dentro de 12 horas) e continuar com o restante das pílulas como de costume. Entretanto, se mais de 12 horas se passaram desde que o comprimido deveria ter sido tomado, a eficácia contraceptiva pode ser afetada. Há um risco maior de gravidez se a mulher esquecer de tomar um comprimido no início da cartela ou próximo à semana de descanso ou de placebo. Veja o que fazer em caso de esquecimento da pílula anticoncepcional. Efeitos colaterais da pílula Os efeitos colaterais mais comuns da pílula anticoncepcional são dor de cabeça, sensibilidade e desconforto nos seios, humor deprimido, alterações de humor, irritabilidade ou tontura. Outros efeitos colaterais comuns são náusea, vômito, diarreia, fraqueza, cansaço, ganho de peso ou sangramento irregular. Além disso, tomar contraceptivos hormonais pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos venosos ou arteriais. Leia também: Trombose por anticoncepcional: sintomas e o que fazer tuasaude.com/trombose-causada-por-anticoncepcional Quem não deve usar As principais contraindicações para o uso das pílulas anticoncepcionais são: Coágulos sanguíneos, ataque cardíaco ou derrame (ou histórico); Distúrbios de coagulação sanguínea; Diabetes; Pressão alta; Doença ou tumor hepático; Níveis elevados de colesterol ou triglicerídeos; Hiper-homocisteinemia; Câncer de mama, ovário, colo do útero ou útero; Sangramento vaginal inexplicável; Enxaqueca com aura; Pancreatite. Por isso, é importante consultar o ginecologista para avaliar os possíveis riscos e o estado de saúde, antes de tomar qualquer tipo de pílula anticoncepcional. Dúvidas comuns sobre a pílula Algumas das dúvidas mais comuns sobre a pílula são: 1. A pílula engorda? Algumas pílulas anticoncepcionais possuem como efeito colateral o inchaço e um ligeiro aumento de peso, entretanto, isto é mais comum nas pílulas de uso contínuo e nos implantes subcutâneos. 2. A pílula é abortiva? A pílula anticoncepcional não é abortiva, mas quando ela é tomada durante a gravidez pode trazer prejuízos ao bebê. 3. Como tomar a pílula pela primeira vez? Para tomar a pílula pela primeira vez, deve-se tomar o primeiro comprimido no primeiro dia da menstruação. Saiba ainda como trocar de anticoncepcional sem correr o risco de engravidar. 4. Posso ter relações no período de pausa? Sim, não há risco de gravidez nesse período se a pílula foi tomada corretamente durante todo o mês anterior. 5. É necessário parar de tomar o anticoncepcional de vez em quando para "descansar"? Não é necessário parar de tomar o anticoncepcional de vez em quando. 6. O homem pode tomar a pílula? Não, a pílula anticoncepcional é indicada somente para mulheres, não tendo nenhum efeito contraceptivo nos homens. Veja quais são os anticoncepcionais que podem ser usados pelo homem. 7. A pílula faz mal? Assim como qualquer outro medicamento, a pílula pode fazer mal para algumas pessoas, e por isso suas contraindicações devem ser respeitadas. 8. A pílula muda o corpo? Não, mas no início da adolescência as meninas passam a ter um corpo mais desenvolvido, apresentando mamas e quadris mais largos, e isto não se deve ao uso da pílula, nem ao início das relações sexuais. 9. A pílula pode falhar? Sim, a pílula pode falhar quando a mulher esquece de tomar o comprimido todos os dias, não respeita o horário da toma ou quando vomita ou tem uma diarreia até 2 horas após tomar a pílula. Alguns remédios também podem cortar o efeito da pílula. Confira quais são os remédios que cortam o efeito do anticoncepcional. 10. Quando a pílula começa a fazer efeito? A pílula anticoncepcional começa a fazer efeito logo no primeiro dia de sua toma, no entanto, é melhor esperar terminar uma cartela para ter relações. 11. A pílula protege contra doenças? Existem alguns estudos que indicam que ela pode diminuir o risco de alguns tipos de câncer, no entanto, ela não protege contra doenças sexualmente transmissíveis e, por isso, além de tomar a pílula, deve-se também usar preservativo em todas as relações sexuais. 12. Tenho que tomar a pílula sempre no mesmo horário? Sim, de preferência, a pílula deve ser tomada sempre no mesmo horário, mas pode haver uma pequena tolerância no horário, de até 12 horas, mas isso não deve se tornar rotina. Se houver dificuldade em tomá-la sempre no mesmo horário, talvez seja mais seguro optar por outro método anticoncepcional.
4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção. --- Pílula anticoncepcional: como funciona, como tomar e dúvidas Pílula anticoncepcional, ou simplesmente "pílula", é um método hormonal muito seguro para evitar uma gravidez indesejada, e é tomada regularmente por via oral, sendo, geralmente, composta por dois hormônios estrogênios e progestagênios, ou somente com progestagênios, e nesse caso é chamada de "minipílula". Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Existem diferentes marcas de anticoncepcionais orais, como Diane 35, Slinda, Yasmin ou Cerazette, por exemplo, e embora geralmente funcionem de forma semelhante, o ginecologista é quem deve orientar qual é a pílula mais adequada que a mulher deve tomar. O uso correto da pílula tem algumas vantagens sobre outros métodos contraceptivos, como a regulação da menstruação, o combate da acne ou a diminuição das cólicas menstruais. No entanto, as pílulas têm efeitos colaterais e não protegem contra infecções sexualmente transmissíveis, sendo necessário usar um método contraceptivo de barreira, como a camisinha. Conheça os principais métodos contraceptivos, vantagens e desvantagens. Como funciona a pílula As principais ações da pílula anticoncepcional são: Inibir a ovulação, impedindo a fecundação; Aumentar a viscosidade do muco cervical, tornando mais difícil o espermatozoide alcançar o útero; Alterar o endométrio, impedindo a implantação do embrião. A pílula anticoncepcional é um método muito confiável de prevenção de gravidez indesejada e sua eficácia foi estimada em 99%. Entretanto, para que as pílulas sejam eficazes, as instruções de uso devem ser seguidas corretamente, não devem ser esquecidas e devem sempre ser receitadas pelo ginecologista. Leia também: Quem toma pílula anticoncepcional ovula ou tem período fértil? tuasaude.com/periodo-fertil-de-quem-toma-anticoncepcional Como usar corretamente As pílulas combinadas são as pílulas anticoncepcionais mais usadas e possuem ambos os hormônios estrogênio e progestagênio, que podem vir em embalagens com 28 ou 21 comprimidos, com as seguintes indicações de dosagem: Pílula de 21 dias: deve-se tomar 1 comprimido por dia durante 21 dias seguidos (3 semanas). Depois, na quarta semana, durante os 7 dias seguintes, não se deve tomar nenhum comprimido. É durante esse período que ocorre a "menstruação, chamada de sangramento por privação. Após essa pausa de 7 dias, uma nova cartela de 21 pílulas deve ser iniciada; Pílula de 28 dias: tomar 1 pílula por dia, durante 28 dias consecutivos (4 semanas) e iniciar uma nova cartela no 29º dia, ou seja, sem pausa entre as cartelas. As últimas pílulas das embalagens blister de 28 dias de pílulas combinadas não têm hormônios, geralmente são chamadas de pílulas "placebo", pois servem para ajudar a se lembrar de tomar a pílula todos os dias. É nos dias em que se toma as pílulas de placebo que a "menstruação" desce. Além disso, recomenda-se que a pílula anticoncepcional seja tomada aproximadamente no mesmo horário, junto com um copo de água. Como tomar a minipílula A minipílula é um tipo de pílula anticoncepcional que, ao contrário dos anticoncepcionais orais combinados, contém apenas progesterona como ingrediente ativo e é usada como alternativa para mulheres que querem ou precisam evitar o estrogênio por motivos médicos. A minipílula deve ser tomada diariamente e de forma contínua, ou seja, sem período de descanso ou período de placebo entre as cartelas. Com esse tipo de pílula, deve-se ser mais rigorosa e exata com o horário de tomar a pílula, que deve ser o mesmo todos os dias. O que acontece se esquecer de tomar? Em caso de esquecimento de tomar o anticoncepcional, recomenda-se tomar a pílula esquecida assim que possível, quando se lembrar, para que se possa ter o efeito desejado de evitar a gravidez. Se a mulher esquecer de tomar um comprimido no horário exato e tomá-lo antes do atraso de 12 horas, o anticoncepcional ainda será eficaz, portanto, não haverá risco de gravidez. Para isso, deve-se tomar o comprimido no momento em que se lembrar (dentro de 12 horas) e continuar com o restante das pílulas como de costume. Entretanto, se mais de 12 horas se passaram desde que o comprimido deveria ter sido tomado, a eficácia contraceptiva pode ser afetada. Há um risco maior de gravidez se a mulher esquecer de tomar um comprimido no início da cartela ou próximo à semana de descanso ou de placebo. Veja o que fazer em caso de esquecimento da pílula anticoncepcional. Efeitos colaterais da pílula Os efeitos colaterais mais comuns da pílula anticoncepcional são dor de cabeça, sensibilidade e desconforto nos seios, humor deprimido, alterações de humor, irritabilidade ou tontura. Outros efeitos colaterais comuns são náusea, vômito, diarreia, fraqueza, cansaço, ganho de peso ou sangramento irregular. Além disso, tomar contraceptivos hormonais pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos venosos ou arteriais. Leia também: Trombose por anticoncepcional: sintomas e o que fazer tuasaude.com/trombose-causada-por-anticoncepcional Quem não deve usar As principais contraindicações para o uso das pílulas anticoncepcionais são: Coágulos sanguíneos, ataque cardíaco ou derrame (ou histórico); Distúrbios de coagulação sanguínea; Diabetes; Pressão alta; Doença ou tumor hepático; Níveis elevados de colesterol ou triglicerídeos; Hiper-homocisteinemia; Câncer de mama, ovário, colo do útero ou útero; Sangramento vaginal inexplicável; Enxaqueca com aura; Pancreatite. Por isso, é importante consultar o ginecologista para avaliar os possíveis riscos e o estado de saúde, antes de tomar qualquer tipo de pílula anticoncepcional. Dúvidas comuns sobre a pílula Algumas das dúvidas mais comuns sobre a pílula são: 1. A pílula engorda? Algumas pílulas anticoncepcionais possuem como efeito colateral o inchaço e um ligeiro aumento de peso, entretanto, isto é mais comum nas pílulas de uso contínuo e nos implantes subcutâneos. 2. A pílula é abortiva? A pílula anticoncepcional não é abortiva, mas quando ela é tomada durante a gravidez pode trazer prejuízos ao bebê. 3. Como tomar a pílula pela primeira vez? Para tomar a pílula pela primeira vez, deve-se tomar o primeiro comprimido no primeiro dia da menstruação. Saiba ainda como trocar de anticoncepcional sem correr o risco de engravidar. 4. Posso ter relações no período de pausa? Sim, não há risco de gravidez nesse período se a pílula foi tomada corretamente durante todo o mês anterior. 5. É necessário parar de tomar o anticoncepcional de vez em quando para "descansar"? Não é necessário parar de tomar o anticoncepcional de vez em quando. 6. O homem pode tomar a pílula? Não, a pílula anticoncepcional é indicada somente para mulheres, não tendo nenhum efeito contraceptivo nos homens. Veja quais são os anticoncepcionais que podem ser usados pelo homem. 7. A pílula faz mal? Assim como qualquer outro medicamento, a pílula pode fazer mal para algumas pessoas, e por isso suas contraindicações devem ser respeitadas. 8. A pílula muda o corpo? Não, mas no início da adolescência as meninas passam a ter um corpo mais desenvolvido, apresentando mamas e quadris mais largos, e isto não se deve ao uso da pílula, nem ao início das relações sexuais. 9. A pílula pode falhar? Sim, a pílula pode falhar quando a mulher esquece de tomar o comprimido todos os dias, não respeita o horário da toma ou quando vomita ou tem uma diarreia até 2 horas após tomar a pílula. Alguns remédios também podem cortar o efeito da pílula. Confira quais são os remédios que cortam o efeito do anticoncepcional. 10. Quando a pílula começa a fazer efeito? A pílula anticoncepcional começa a fazer efeito logo no primeiro dia de sua toma, no entanto, é melhor esperar terminar uma cartela para ter relações. 11. A pílula protege contra doenças? Existem alguns estudos que indicam que ela pode diminuir o risco de alguns tipos de câncer, no entanto, ela não protege contra doenças sexualmente transmissíveis e, por isso, além de tomar a pílula, deve-se também usar preservativo em todas as relações sexuais. 12. Tenho que tomar a pílula sempre no mesmo horário? Sim, de preferência, a pílula deve ser tomada sempre no mesmo horário, mas pode haver uma pequena tolerância no horário, de até 12 horas, mas isso não deve se tornar rotina. Se houver dificuldade em tomá-la sempre no mesmo horário, talvez seja mais seguro optar por outro método anticoncepcional.
4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção. --- Algumas complicações gestacionais também têm elevada prevalência entre as pacientes com anemiafalciforme. Destacam-se bacteriúria assintomática, infecção urinária, hematúria, pré-eclâmpsia, placenta prévia,abortamento, parto pré-termo, infecções no pós-parto, crescimento intrauterino restrito (CIR) e baixo peso aonascer. As pacientes devem receber reposição de ácido fólico (5 mg/dia). Os casos com importante piora da anemia(queda de 30% dos níveis basais de hemoglobina) ou níveis de hemoglobina inferiores a 6 g/dℓ devem serclaro e não há recomendação para generalização dessa prática. Como não existem estudos consistentes emrelação à segurança da manutenção do tratamento com hidroxiureia, essa medicação deve ser suspensa. O uso de anticoncepcionais contendo derivados de progesterona pode elevar o nível de hemoglobina F ereduzir a quantidade de crises das pacientes que não desejam engravidar.
4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção. --- Algumas complicações gestacionais também têm elevada prevalência entre as pacientes com anemiafalciforme. Destacam-se bacteriúria assintomática, infecção urinária, hematúria, pré-eclâmpsia, placenta prévia,abortamento, parto pré-termo, infecções no pós-parto, crescimento intrauterino restrito (CIR) e baixo peso aonascer. As pacientes devem receber reposição de ácido fólico (5 mg/dia). Os casos com importante piora da anemia(queda de 30% dos níveis basais de hemoglobina) ou níveis de hemoglobina inferiores a 6 g/dℓ devem serclaro e não há recomendação para generalização dessa prática. Como não existem estudos consistentes emrelação à segurança da manutenção do tratamento com hidroxiureia, essa medicação deve ser suspensa. O uso de anticoncepcionais contendo derivados de progesterona pode elevar o nível de hemoglobina F ereduzir a quantidade de crises das pacientes que não desejam engravidar.
4. Não é necessária a solicitação de exames subsidiários para o uso de AHC, mas a aferição da pressão arterial e cuidado -sa anamnese a respeito de antecedentes pessoais e familiares de trombofilias, neoplasias hormônio-dependentes, eventos tromboembólicos e enxaqueca com aura são mandatórias. 5. Os AHCs têm interação medicamentosa com drogas anticon -vulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, primido -11Brito MB, Monteiro IM, Di Bella ZIProtocolos Febrasgo | Nº69 | 2018family_planning/en/index.html)Referências1. World Health Organization (WHO). United Nations. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World contraceptive use. Geneva: WHO; 2015. 2. Bjarnadóttir RI, Tuppurainen M, Killick SR. Comparison of cycle control with a combined contraceptive vaginal ring and oral levonorgestrel/ethinyl estradiol. Am J Obstet Gynecol. 2002;186(3):389–95. --- Parto: de acordo com a evolução materna e fetal, o tipo de par-to será determinado entre 38 a 39 semanas. A analgesia durante o trabalho de parto é recomendada. A transfusão pro/f_i lática é con-troversa e não tem sido recomendada pelo alto risco de sensibiliza-ção materna e por não haver diferenças no resultado perinatal.(11)Crise álgica: normalmente, requer internação e é controlada pela hidratação e pelo uso de analgésicos como a mor/f_i na. Deve ser investi-gada a causa desencadeante, que pode ser infecciosa. A hemoglobina pode cair 1 a 2 g/dL na crise de falcização. Comumente, a transfusão não é indicada, a não ser que a anemia seja sintomática e/ou a hemo-globina caia mais que 2 g/dL ou esteja abaixo de 5 g/dL.(12) Crises de dor de menor intensidade podem ser tratadas com a associação de parace-tamol e codeína. Durante a internação, desde que não haja contraindi-cação, deve ser realizada a pro/f_i laxia dos fenômenos tromboembólicos. --- Substâncias/estimuladores da produção endógena de estrogênioGonadotrofinas, hormônio de crescimento (GH)Outros medicamentos (mecanismo desconhecido)Sulpirida, antidepressivos tricíclicos, fenotiazinas, diazepínicos, haloperidol, anfetaminas, paroxetina, cetirizina,domperidona, risperidona, olanzapina, analgésicos narcóticos, benserazida; gabapentina, pregabalina, fibratos,estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão, antagonistas dos canais de cálcio,amiodarona, metildopa, reserpina, inibidores de protease, estavudina, diazepam, inibidores da bomba deprótons, metoclopramida, metotrexato, talidomida, isoniazida, etionamida, griseofulvina, penicilamina, maconha,heroína etc. --- Hemolíticasfosfatase alcalina e dosagem de bilirrubinas (observa-se elevação significativa da Bilirrubina direta, não con-jugada). Solicitar também eletroforese de hemoglobi-na, fator anti-nuclear (FAN) e avaliar uso de fármacos. Pesquisa por teste de coombs indireto (autoimune hemolítica). TratamentoNos casos de anemia por deficiência de ferro, o tratamento será a reposição do elemento ferro por via oral (em casos espe -ciais, por via parenteral). Por via oral, recomenda-se a administra-ção de sulfato ferroso, 300 a 600 mg/dia, que vão fornecer 20% de ferro elemento para absorsão. Ingerir o medicamento 30 minutos antes das refeições, para melhor absorção. --- Algumas complicações gestacionais também têm elevada prevalência entre as pacientes com anemiafalciforme. Destacam-se bacteriúria assintomática, infecção urinária, hematúria, pré-eclâmpsia, placenta prévia,abortamento, parto pré-termo, infecções no pós-parto, crescimento intrauterino restrito (CIR) e baixo peso aonascer. As pacientes devem receber reposição de ácido fólico (5 mg/dia). Os casos com importante piora da anemia(queda de 30% dos níveis basais de hemoglobina) ou níveis de hemoglobina inferiores a 6 g/dℓ devem serclaro e não há recomendação para generalização dessa prática. Como não existem estudos consistentes emrelação à segurança da manutenção do tratamento com hidroxiureia, essa medicação deve ser suspensa. O uso de anticoncepcionais contendo derivados de progesterona pode elevar o nível de hemoglobina F ereduzir a quantidade de crises das pacientes que não desejam engravidar.
{"justificativa": "O contexto é parcialmente relevante, pois menciona o uso de anticoncepcionais e a interação de medicamentos, mas não aborda diretamente a eficácia do anticoncepcional para controle do ciclo em pacientes com anemia falciforme ou sugere alternativas específicas além do que já foi mencionado. Portanto, é uma informação que pode ajudar, mas não é completamente direcionada à pergunta.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto abordado contém informações sobre medicamentos e efeitos colaterais relacionados a problemas médicos, mas não discute diretamente anticoncepcionais ou controle do ciclo menstrual, especialmente em relação à anemia falciforme. Portanto, a relevância é baixa.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado aborda o uso de anticoncepcionais, explicando como funcionam, como devem ser tomados e quais são suas vantagens e desvantagens. Essas informações são diretamente relevantes para a pergunta do usuário sobre a eficácia do anticoncepcional no controle do ciclo menstrual e quais outros medicamentos poderiam ser utilizados. Contudo, não responde diretamente a questões específicas sobre a anemia falciforme ou suas interações com anticoncepcionais, o que diminui um pouco a relevância.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso de anticoncepcionais, incluindo tipos e potenciais interações medicamentosas, o que é importante para a pergunta sobre eficácia e alternativas. No entanto, não aborda diretamente a relação específica entre anticoncepcionais e anemia falciforme, nem menciona outros medicamentos para controle do ciclo. Por isso, a relevância é moderada.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso de anticoncepcionais, especificamente a eficácia e interações com outros medicamentos, que são relevantes para a pergunta do usuário sobre o uso de anticoncepcionais para controle do ciclo em pacientes com anemia falciforme. Ele aborda também a possibilidade de medicamentos alternativos e suas interações, o que pode ajudar na formulação de uma resposta mais completa.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto analisa o uso de anticoncepcionais hormonais (AHC) e suas interações, além de mencionar a prescrição medicinal específica para casos de anemia falciforme. Informações como a interação medicamentosa e os diferentes tipos de contraceptivos estão ligadas à questão sobre a eficácia no controle do ciclo menstrual e possíveis alternativas de medicamentos. Portanto, é relevante", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso de anticoncepcionais para controle do ciclo menstrual em pacientes com anemia falciforme, incluindo menção a como esses contraceptivos podem impactar a hemoglobina e a frequência de crises. No entanto, a resposta não aborda diretamente a eficácia específica do anticoncepcional mencionado pelo usuário nem sugere alternativas a ele, o que limita a relevância total do texto naquela situação específica.", "nota": 2}
22,285
é normal o corpo expelir a nistatina ou houve erro na aplicação
o corpo naturalmente expele um pouco do produto afinal a sua parede vaginal é rugosa e o produto é liso então não tem como ele se seguraro importante é sempre colocar com cuidado no fundo do útero para proporcionar o tratamento mais eficaz
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- Possibilidade de resultados falso-positivos com TSH > 100mUI/mℓ e ingestão de doses excessivas de biotina•Indeterminado: entre 1,0 e 1,5U/ℓTriglicerídeos Normais: < 150 mg/dℓLimítrofes altos: 150 a 199mg/dℓAltos: 200 a 499 mg/dℓMuito altos: ≥ 500 mg/dℓNíveis muito altos, sobretudo > 800 a 1.000, implicam riscoaumentado para pancreatite agudaTri-iodotironina (T3) (soro;CLA)Até 5 anos: 95 a 249 ng/dℓDe 5 a 10 anos: 84 a 221 ng/dℓDe 11 a 20 anos: 60 a 194 ng/dℓ> 20 anos: 60 a 190 ng/dℓColetar após jejum mínimo de 3 hTri-iodotironina (T 3) livre(soro; CLA)0,24 a 0,37 ng/dℓ Os níveis de T3 e T4 livres não são influenciados pelos valoresda TBG. Na ausência de hipertireoidismo e de ingestão deT3, elevação de T3 e T3 livre indica presença de anticorposséricos anti-T3TSH (soro; CLA) Até 3 dias: 1,5 a 15,7 mcUI/mℓAté 10 semanas: 0,8 a 9,2mcUI/mℓAté 14 meses: 0,6 a 6,0mcUI/mℓ15 meses a 5 anos: 0,5 a 5,2mcUI/mℓ6 a 14 anos: 0,4 a 5,0 mcUI/mℓ15 a 60 anos: 0,4 a 4,3 mcUI/mℓ61 a 79 anos: 0,4 a 5,8 mcUI/mℓ≥ 80 anos: 0,4 a 6,7 mcUI/mℓGrávidas:1o trimestre: 0,1 a 2,5 mcUI/mℓ2o trimestre: 0,2 a 3,0 mcUI/mℓ3o trimestre: 0,3 a 3,0 mcUI/mℓColetar após jejum de 8 h. Elevação em casos dehipotireoidismo primário, fase de recuperação da síndromedo eutireóideo doente, tireotropinoma (TSHoma), resistênciaaos hormônios tireoidianos (RHT) etc. Exceto nos casos deTSHoma e RHT, o TSH está sempre suprimido quando háhipertireoidismoValores laboratoriais de referência. ( Continuação)Exames Valores de referência ComentáriosVitamina D, 25-hidroxi(soro; CLA)Suficiência: 30 a 100 ng/mℓInsuficiência: 21 a 29 ng/mℓDeficiência: até 20 ng/mℓA deficiência de vitamina D tem várias causas e pode resultarde redução da síntese na pele (p. ex., baixa exposição solar,uso de filtro solar, idade avançada etc.), biodisponibilidadediminuída (p. ex., má absorção, obesidade, amamentação),síntese diminuída (doença hepática, doença renal), doençashereditárias (p. ex., raquitismo) e doenças adquiridas (p. ex.,osteomalacia oncogênica, hiperparatireoidismo primário,antidescarboxilase do ácidoglutâmicoCLA: quimioluminescênciaDHEA:deidroepiandrosteronaECLA: ensaioeletroquimioluminométricoELISA: ensaioimunoenzimáticoHPLC: cromatografialíquida de alta eficiênciaIF: fluorescência indiretaIIF: imunofluorescência indiretaIMA: imunoensaioITT: teste de tolerância àinsulinaLADA: diabetes autoimunelatente do adultoLC-MS/MS: cromatografialíquida acoplada aespectrometria de massas emtandemMODY: maturity onset diabetes of the youngPTH-rP: proteína relacionada com o PTHRAIU/24 h: captação tireoidiana de iodo radioativo nas 24horasRIA: radioimunoensaioTRAb: anticorpo antirreceptor do TSH --- Resultados falso-positivos (falta de supressão)Hipercortisolemia não resultante da síndrome de CushingObesidade*EstresseAlcoolismoDoenças psiquiátricas (anorexia nervosa, depressão, mania)Níveis elevados da CBG (estrógenos, gravidez, tamoxifeno, mitotano, hipertireoidismo)Resistência aos glicocorticoides°•°°°•°•••Problemas relacionados com o testeErros de laboratórioInterferência com o ensaioInsuficiente liberação de DMS na circulaçãoNão ingestão ou uso incorreto da DMSAbsorção diminuída (doença celíaca e outras síndromes de má absorção)Fármacos que aceleram o metabolismo hepático da DMS, por indução do CYP3A4 (rifampicina, fenitoína,fenobarbital, carbamazepina, pioglitazona, primidona, rifapentina, etossuximiba etc.)Diminuição da depuração renal da DMSInsuficiência renal crônicaResultados falso-negativosFármacos que alteram o metabolismo da DMS, por inibição do CYP3A4 (amiodarona, aprepitanto/fosaprepitanto,itraconazol/fluconazol, ritonavir/indinavir/nelfinavir, fluoxetina, diltiazem, cimetidina, ciprofloxacino/norfloxacino etc.)Hepatopatias crônicasHipercortisolismo cíclico*Somente com o teste de supressão noturna com 1 mg. CBG: globulina de ligação do cortisol; DMS: dexametasona. --- Caso ClínicoUma mulher de 23 anos de idade, de aparência nervosa, reclama com seu médico desentir-se muito quente, de estar perdendo muito peso, e estar suando mais do que suavaanteriormente. No exame físico, sua pele está quente e apresenta uma textura fina, elatem um leve tremor nos dedos, e seus olhos estão ligeiramente protuberantes. Comoparte do prosseguimento do diagnóstico, ela recebeu uma dose de iodo radioativo; emseguida, foi executada uma varredura para localizar o iodo. A varredura mostrou que amaior parte do iodo radioativo estava localizada em uma pequena massa de tecido nabase da língua. Foi diagnosticado um crescimento neoplásico na massa de tecido, mas alocalização da massa é atribuída a uma malformação congênita. Explique a baseembrionária para a localização do crescimento neoplásico. A região craniofacial primitiva surge a partir das porções rostrais do tubo neural, donotocorda e da faringe, as quais são rodeadas por uma série de arcos aórticos pareados.
MANEJOEm geral, esse efeito, se isolado, é de pouca relevância clínica, mas, se o fenômenoalérgico for significativo, com comprometimento sistêmico, deve-se fazer a troca porum fármaco de outra classe. A eosinofilia causada por clozapina tende a se resolver deforma espontânea. Considerar reintroduzir a medicação se no episódio de eosinofilianão houver reação inflamatória sistêmica (sobretudo miocardite) e somente quandoeosinófilos estiverem acima de 1.000 células/mm3. caracterizadas por pápulas e placas com centro edemaciado, vesicular e purpúrico, umazona intermediária pálida e edemaciada, além de um halo periférico eritematoso (lesãoem alvo). Afeta mais o dorso e a palma das mãos, pés, punhos e mucosas. Pode ocorrercom o uso de ADTs nas 2 primeiras semanas de tratamento, além de comanticonvulsivantes e fenotiazínicos. Foram relatados casos com o uso de sertralina. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 1Evidências incompletas de eficácia:1► transtornos da personalidade borderline e esquizotípica. 1► Colapso circulatório;► estados comatosos;► depressão do SNC;► discrasias sanguíneas;► hipersensibilidade ao fármaco. 2Podem ocorrer depressão do SNC (sonolência progredindo até o coma), hipotensão,ECEs, torcicolo, cãibras, agitação, convulsões, febre e arritmias cardíacas. Deve-sediferenciar esse quadro da SNM ou de tentativas de suicídio e investigar se houveassociação a outros depressores do SNC. O tratamento é basicamente de suporte esintomático. animais não evidenciaram efeito teratogênico. O uso de APs durante o terceiro trimestrede gestação está associado a aumento na ocorrência de ECEs em neonatos. 2 O uso detiotixeno não é recomendado durante a amamentação. 6segurança não foi estabelecida nessa faixa etária. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- 1-3A N-acetilcisteína possivelmente atua em transtornos psiquiátricos caracterizados pelapresença de estresse oxidativo, assim como em síndromes em que ocorremcomportamentos impulsivos/compulsivos. A ação terapêutica ocorreria por suaatividade antioxidante e sua atuação reguladora do sistema glutamatérgico. 2 Écomercializada na forma de xarope, líquido para nebulização, ampolas para aplicaçãoIV ou granulado para utilização por VO, dependendo da finalidade de seu uso. O picoplasmático, quando utilizada por VO, ocorre em torno de 2 a 3 horas, e sua meia-vidade eliminação é em torno de 5 a 6 horas em adultos; cerca de 30% de seu clearance érealizado por via urinária. 2,4 Os estudos que avaliam esse fármaco consideram-noseguro e com poucos efeitos colaterais.
Nistatina serve para corrimento? “Já usei creme com nistatina e foi muito bom para coceira. Ele também serve para corrimento?” A nistatina pode ser usada para tratar corrimento, quando a causa é candidíase. Além do corrimento esbranquiçado e grosso, a candidíase pode causar coceira na vagina e na vulva. Esses sintomas podem piorar um pouco antes do início da menstruação. Normalmente a nistatina é usada na forma de creme para tratar a candidíase vaginal. A aplicação do creme com nistatina deve ser intravaginal, com o aplicador que vem com o medicamento. O aplicador deve ser preenchido com o creme como se fosse uma seringa. Depois, deve ser introduzido com delicadeza na vagina e o conteúdo aplicado lentamente (principalmente em caso de gravidez). Normalmente o procedimento deve ser realizado à noite, para que o creme tenha mais tempo para agir. Quando o corrimento ocorre devido a outros fatores, a nistatina não funciona como tratamento. Por isso, no caso de ter corrimento, o indicado é procurar um ginecologista ou um médico de família para identificar a causa e iniciar o tratamento mais adequado. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- Possibilidade de resultados falso-positivos com TSH > 100mUI/mℓ e ingestão de doses excessivas de biotina•Indeterminado: entre 1,0 e 1,5U/ℓTriglicerídeos Normais: < 150 mg/dℓLimítrofes altos: 150 a 199mg/dℓAltos: 200 a 499 mg/dℓMuito altos: ≥ 500 mg/dℓNíveis muito altos, sobretudo > 800 a 1.000, implicam riscoaumentado para pancreatite agudaTri-iodotironina (T3) (soro;CLA)Até 5 anos: 95 a 249 ng/dℓDe 5 a 10 anos: 84 a 221 ng/dℓDe 11 a 20 anos: 60 a 194 ng/dℓ> 20 anos: 60 a 190 ng/dℓColetar após jejum mínimo de 3 hTri-iodotironina (T 3) livre(soro; CLA)0,24 a 0,37 ng/dℓ Os níveis de T3 e T4 livres não são influenciados pelos valoresda TBG. Na ausência de hipertireoidismo e de ingestão deT3, elevação de T3 e T3 livre indica presença de anticorposséricos anti-T3TSH (soro; CLA) Até 3 dias: 1,5 a 15,7 mcUI/mℓAté 10 semanas: 0,8 a 9,2mcUI/mℓAté 14 meses: 0,6 a 6,0mcUI/mℓ15 meses a 5 anos: 0,5 a 5,2mcUI/mℓ6 a 14 anos: 0,4 a 5,0 mcUI/mℓ15 a 60 anos: 0,4 a 4,3 mcUI/mℓ61 a 79 anos: 0,4 a 5,8 mcUI/mℓ≥ 80 anos: 0,4 a 6,7 mcUI/mℓGrávidas:1o trimestre: 0,1 a 2,5 mcUI/mℓ2o trimestre: 0,2 a 3,0 mcUI/mℓ3o trimestre: 0,3 a 3,0 mcUI/mℓColetar após jejum de 8 h. Elevação em casos dehipotireoidismo primário, fase de recuperação da síndromedo eutireóideo doente, tireotropinoma (TSHoma), resistênciaaos hormônios tireoidianos (RHT) etc. Exceto nos casos deTSHoma e RHT, o TSH está sempre suprimido quando háhipertireoidismoValores laboratoriais de referência. ( Continuação)Exames Valores de referência ComentáriosVitamina D, 25-hidroxi(soro; CLA)Suficiência: 30 a 100 ng/mℓInsuficiência: 21 a 29 ng/mℓDeficiência: até 20 ng/mℓA deficiência de vitamina D tem várias causas e pode resultarde redução da síntese na pele (p. ex., baixa exposição solar,uso de filtro solar, idade avançada etc.), biodisponibilidadediminuída (p. ex., má absorção, obesidade, amamentação),síntese diminuída (doença hepática, doença renal), doençashereditárias (p. ex., raquitismo) e doenças adquiridas (p. ex.,osteomalacia oncogênica, hiperparatireoidismo primário,antidescarboxilase do ácidoglutâmicoCLA: quimioluminescênciaDHEA:deidroepiandrosteronaECLA: ensaioeletroquimioluminométricoELISA: ensaioimunoenzimáticoHPLC: cromatografialíquida de alta eficiênciaIF: fluorescência indiretaIIF: imunofluorescência indiretaIMA: imunoensaioITT: teste de tolerância àinsulinaLADA: diabetes autoimunelatente do adultoLC-MS/MS: cromatografialíquida acoplada aespectrometria de massas emtandemMODY: maturity onset diabetes of the youngPTH-rP: proteína relacionada com o PTHRAIU/24 h: captação tireoidiana de iodo radioativo nas 24horasRIA: radioimunoensaioTRAb: anticorpo antirreceptor do TSH --- Resultados falso-positivos (falta de supressão)Hipercortisolemia não resultante da síndrome de CushingObesidade*EstresseAlcoolismoDoenças psiquiátricas (anorexia nervosa, depressão, mania)Níveis elevados da CBG (estrógenos, gravidez, tamoxifeno, mitotano, hipertireoidismo)Resistência aos glicocorticoides°•°°°•°•••Problemas relacionados com o testeErros de laboratórioInterferência com o ensaioInsuficiente liberação de DMS na circulaçãoNão ingestão ou uso incorreto da DMSAbsorção diminuída (doença celíaca e outras síndromes de má absorção)Fármacos que aceleram o metabolismo hepático da DMS, por indução do CYP3A4 (rifampicina, fenitoína,fenobarbital, carbamazepina, pioglitazona, primidona, rifapentina, etossuximiba etc.)Diminuição da depuração renal da DMSInsuficiência renal crônicaResultados falso-negativosFármacos que alteram o metabolismo da DMS, por inibição do CYP3A4 (amiodarona, aprepitanto/fosaprepitanto,itraconazol/fluconazol, ritonavir/indinavir/nelfinavir, fluoxetina, diltiazem, cimetidina, ciprofloxacino/norfloxacino etc.)Hepatopatias crônicasHipercortisolismo cíclico*Somente com o teste de supressão noturna com 1 mg. CBG: globulina de ligação do cortisol; DMS: dexametasona.
Nistatina serve para corrimento? “Já usei creme com nistatina e foi muito bom para coceira. Ele também serve para corrimento?” A nistatina pode ser usada para tratar corrimento, quando a causa é candidíase. Além do corrimento esbranquiçado e grosso, a candidíase pode causar coceira na vagina e na vulva. Esses sintomas podem piorar um pouco antes do início da menstruação. Normalmente a nistatina é usada na forma de creme para tratar a candidíase vaginal. A aplicação do creme com nistatina deve ser intravaginal, com o aplicador que vem com o medicamento. O aplicador deve ser preenchido com o creme como se fosse uma seringa. Depois, deve ser introduzido com delicadeza na vagina e o conteúdo aplicado lentamente (principalmente em caso de gravidez). Normalmente o procedimento deve ser realizado à noite, para que o creme tenha mais tempo para agir. Quando o corrimento ocorre devido a outros fatores, a nistatina não funciona como tratamento. Por isso, no caso de ter corrimento, o indicado é procurar um ginecologista ou um médico de família para identificar a causa e iniciar o tratamento mais adequado. --- Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- Possibilidade de resultados falso-positivos com TSH > 100mUI/mℓ e ingestão de doses excessivas de biotina•Indeterminado: entre 1,0 e 1,5U/ℓTriglicerídeos Normais: < 150 mg/dℓLimítrofes altos: 150 a 199mg/dℓAltos: 200 a 499 mg/dℓMuito altos: ≥ 500 mg/dℓNíveis muito altos, sobretudo > 800 a 1.000, implicam riscoaumentado para pancreatite agudaTri-iodotironina (T3) (soro;CLA)Até 5 anos: 95 a 249 ng/dℓDe 5 a 10 anos: 84 a 221 ng/dℓDe 11 a 20 anos: 60 a 194 ng/dℓ> 20 anos: 60 a 190 ng/dℓColetar após jejum mínimo de 3 hTri-iodotironina (T 3) livre(soro; CLA)0,24 a 0,37 ng/dℓ Os níveis de T3 e T4 livres não são influenciados pelos valoresda TBG. Na ausência de hipertireoidismo e de ingestão deT3, elevação de T3 e T3 livre indica presença de anticorposséricos anti-T3TSH (soro; CLA) Até 3 dias: 1,5 a 15,7 mcUI/mℓAté 10 semanas: 0,8 a 9,2mcUI/mℓAté 14 meses: 0,6 a 6,0mcUI/mℓ15 meses a 5 anos: 0,5 a 5,2mcUI/mℓ6 a 14 anos: 0,4 a 5,0 mcUI/mℓ15 a 60 anos: 0,4 a 4,3 mcUI/mℓ61 a 79 anos: 0,4 a 5,8 mcUI/mℓ≥ 80 anos: 0,4 a 6,7 mcUI/mℓGrávidas:1o trimestre: 0,1 a 2,5 mcUI/mℓ2o trimestre: 0,2 a 3,0 mcUI/mℓ3o trimestre: 0,3 a 3,0 mcUI/mℓColetar após jejum de 8 h. Elevação em casos dehipotireoidismo primário, fase de recuperação da síndromedo eutireóideo doente, tireotropinoma (TSHoma), resistênciaaos hormônios tireoidianos (RHT) etc. Exceto nos casos deTSHoma e RHT, o TSH está sempre suprimido quando háhipertireoidismoValores laboratoriais de referência. ( Continuação)Exames Valores de referência ComentáriosVitamina D, 25-hidroxi(soro; CLA)Suficiência: 30 a 100 ng/mℓInsuficiência: 21 a 29 ng/mℓDeficiência: até 20 ng/mℓA deficiência de vitamina D tem várias causas e pode resultarde redução da síntese na pele (p. ex., baixa exposição solar,uso de filtro solar, idade avançada etc.), biodisponibilidadediminuída (p. ex., má absorção, obesidade, amamentação),síntese diminuída (doença hepática, doença renal), doençashereditárias (p. ex., raquitismo) e doenças adquiridas (p. ex.,osteomalacia oncogênica, hiperparatireoidismo primário,antidescarboxilase do ácidoglutâmicoCLA: quimioluminescênciaDHEA:deidroepiandrosteronaECLA: ensaioeletroquimioluminométricoELISA: ensaioimunoenzimáticoHPLC: cromatografialíquida de alta eficiênciaIF: fluorescência indiretaIIF: imunofluorescência indiretaIMA: imunoensaioITT: teste de tolerância àinsulinaLADA: diabetes autoimunelatente do adultoLC-MS/MS: cromatografialíquida acoplada aespectrometria de massas emtandemMODY: maturity onset diabetes of the youngPTH-rP: proteína relacionada com o PTHRAIU/24 h: captação tireoidiana de iodo radioativo nas 24horasRIA: radioimunoensaioTRAb: anticorpo antirreceptor do TSH --- Resultados falso-positivos (falta de supressão)Hipercortisolemia não resultante da síndrome de CushingObesidade*EstresseAlcoolismoDoenças psiquiátricas (anorexia nervosa, depressão, mania)Níveis elevados da CBG (estrógenos, gravidez, tamoxifeno, mitotano, hipertireoidismo)Resistência aos glicocorticoides°•°°°•°•••Problemas relacionados com o testeErros de laboratórioInterferência com o ensaioInsuficiente liberação de DMS na circulaçãoNão ingestão ou uso incorreto da DMSAbsorção diminuída (doença celíaca e outras síndromes de má absorção)Fármacos que aceleram o metabolismo hepático da DMS, por indução do CYP3A4 (rifampicina, fenitoína,fenobarbital, carbamazepina, pioglitazona, primidona, rifapentina, etossuximiba etc.)Diminuição da depuração renal da DMSInsuficiência renal crônicaResultados falso-negativosFármacos que alteram o metabolismo da DMS, por inibição do CYP3A4 (amiodarona, aprepitanto/fosaprepitanto,itraconazol/fluconazol, ritonavir/indinavir/nelfinavir, fluoxetina, diltiazem, cimetidina, ciprofloxacino/norfloxacino etc.)Hepatopatias crônicasHipercortisolismo cíclico*Somente com o teste de supressão noturna com 1 mg. CBG: globulina de ligação do cortisol; DMS: dexametasona.
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- Possibilidade de resultados falso-positivos com TSH > 100mUI/mℓ e ingestão de doses excessivas de biotina•Indeterminado: entre 1,0 e 1,5U/ℓTriglicerídeos Normais: < 150 mg/dℓLimítrofes altos: 150 a 199mg/dℓAltos: 200 a 499 mg/dℓMuito altos: ≥ 500 mg/dℓNíveis muito altos, sobretudo > 800 a 1.000, implicam riscoaumentado para pancreatite agudaTri-iodotironina (T3) (soro;CLA)Até 5 anos: 95 a 249 ng/dℓDe 5 a 10 anos: 84 a 221 ng/dℓDe 11 a 20 anos: 60 a 194 ng/dℓ> 20 anos: 60 a 190 ng/dℓColetar após jejum mínimo de 3 hTri-iodotironina (T 3) livre(soro; CLA)0,24 a 0,37 ng/dℓ Os níveis de T3 e T4 livres não são influenciados pelos valoresda TBG. Na ausência de hipertireoidismo e de ingestão deT3, elevação de T3 e T3 livre indica presença de anticorposséricos anti-T3TSH (soro; CLA) Até 3 dias: 1,5 a 15,7 mcUI/mℓAté 10 semanas: 0,8 a 9,2mcUI/mℓAté 14 meses: 0,6 a 6,0mcUI/mℓ15 meses a 5 anos: 0,5 a 5,2mcUI/mℓ6 a 14 anos: 0,4 a 5,0 mcUI/mℓ15 a 60 anos: 0,4 a 4,3 mcUI/mℓ61 a 79 anos: 0,4 a 5,8 mcUI/mℓ≥ 80 anos: 0,4 a 6,7 mcUI/mℓGrávidas:1o trimestre: 0,1 a 2,5 mcUI/mℓ2o trimestre: 0,2 a 3,0 mcUI/mℓ3o trimestre: 0,3 a 3,0 mcUI/mℓColetar após jejum de 8 h. Elevação em casos dehipotireoidismo primário, fase de recuperação da síndromedo eutireóideo doente, tireotropinoma (TSHoma), resistênciaaos hormônios tireoidianos (RHT) etc. Exceto nos casos deTSHoma e RHT, o TSH está sempre suprimido quando háhipertireoidismoValores laboratoriais de referência. ( Continuação)Exames Valores de referência ComentáriosVitamina D, 25-hidroxi(soro; CLA)Suficiência: 30 a 100 ng/mℓInsuficiência: 21 a 29 ng/mℓDeficiência: até 20 ng/mℓA deficiência de vitamina D tem várias causas e pode resultarde redução da síntese na pele (p. ex., baixa exposição solar,uso de filtro solar, idade avançada etc.), biodisponibilidadediminuída (p. ex., má absorção, obesidade, amamentação),síntese diminuída (doença hepática, doença renal), doençashereditárias (p. ex., raquitismo) e doenças adquiridas (p. ex.,osteomalacia oncogênica, hiperparatireoidismo primário,antidescarboxilase do ácidoglutâmicoCLA: quimioluminescênciaDHEA:deidroepiandrosteronaECLA: ensaioeletroquimioluminométricoELISA: ensaioimunoenzimáticoHPLC: cromatografialíquida de alta eficiênciaIF: fluorescência indiretaIIF: imunofluorescência indiretaIMA: imunoensaioITT: teste de tolerância àinsulinaLADA: diabetes autoimunelatente do adultoLC-MS/MS: cromatografialíquida acoplada aespectrometria de massas emtandemMODY: maturity onset diabetes of the youngPTH-rP: proteína relacionada com o PTHRAIU/24 h: captação tireoidiana de iodo radioativo nas 24horasRIA: radioimunoensaioTRAb: anticorpo antirreceptor do TSH --- Resultados falso-positivos (falta de supressão)Hipercortisolemia não resultante da síndrome de CushingObesidade*EstresseAlcoolismoDoenças psiquiátricas (anorexia nervosa, depressão, mania)Níveis elevados da CBG (estrógenos, gravidez, tamoxifeno, mitotano, hipertireoidismo)Resistência aos glicocorticoides°•°°°•°•••Problemas relacionados com o testeErros de laboratórioInterferência com o ensaioInsuficiente liberação de DMS na circulaçãoNão ingestão ou uso incorreto da DMSAbsorção diminuída (doença celíaca e outras síndromes de má absorção)Fármacos que aceleram o metabolismo hepático da DMS, por indução do CYP3A4 (rifampicina, fenitoína,fenobarbital, carbamazepina, pioglitazona, primidona, rifapentina, etossuximiba etc.)Diminuição da depuração renal da DMSInsuficiência renal crônicaResultados falso-negativosFármacos que alteram o metabolismo da DMS, por inibição do CYP3A4 (amiodarona, aprepitanto/fosaprepitanto,itraconazol/fluconazol, ritonavir/indinavir/nelfinavir, fluoxetina, diltiazem, cimetidina, ciprofloxacino/norfloxacino etc.)Hepatopatias crônicasHipercortisolismo cíclico*Somente com o teste de supressão noturna com 1 mg. CBG: globulina de ligação do cortisol; DMS: dexametasona. --- Caso ClínicoUma mulher de 23 anos de idade, de aparência nervosa, reclama com seu médico desentir-se muito quente, de estar perdendo muito peso, e estar suando mais do que suavaanteriormente. No exame físico, sua pele está quente e apresenta uma textura fina, elatem um leve tremor nos dedos, e seus olhos estão ligeiramente protuberantes. Comoparte do prosseguimento do diagnóstico, ela recebeu uma dose de iodo radioativo; emseguida, foi executada uma varredura para localizar o iodo. A varredura mostrou que amaior parte do iodo radioativo estava localizada em uma pequena massa de tecido nabase da língua. Foi diagnosticado um crescimento neoplásico na massa de tecido, mas alocalização da massa é atribuída a uma malformação congênita. Explique a baseembrionária para a localização do crescimento neoplásico. A região craniofacial primitiva surge a partir das porções rostrais do tubo neural, donotocorda e da faringe, as quais são rodeadas por uma série de arcos aórticos pareados.
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- Possibilidade de resultados falso-positivos com TSH > 100mUI/mℓ e ingestão de doses excessivas de biotina•Indeterminado: entre 1,0 e 1,5U/ℓTriglicerídeos Normais: < 150 mg/dℓLimítrofes altos: 150 a 199mg/dℓAltos: 200 a 499 mg/dℓMuito altos: ≥ 500 mg/dℓNíveis muito altos, sobretudo > 800 a 1.000, implicam riscoaumentado para pancreatite agudaTri-iodotironina (T3) (soro;CLA)Até 5 anos: 95 a 249 ng/dℓDe 5 a 10 anos: 84 a 221 ng/dℓDe 11 a 20 anos: 60 a 194 ng/dℓ> 20 anos: 60 a 190 ng/dℓColetar após jejum mínimo de 3 hTri-iodotironina (T 3) livre(soro; CLA)0,24 a 0,37 ng/dℓ Os níveis de T3 e T4 livres não são influenciados pelos valoresda TBG. Na ausência de hipertireoidismo e de ingestão deT3, elevação de T3 e T3 livre indica presença de anticorposséricos anti-T3TSH (soro; CLA) Até 3 dias: 1,5 a 15,7 mcUI/mℓAté 10 semanas: 0,8 a 9,2mcUI/mℓAté 14 meses: 0,6 a 6,0mcUI/mℓ15 meses a 5 anos: 0,5 a 5,2mcUI/mℓ6 a 14 anos: 0,4 a 5,0 mcUI/mℓ15 a 60 anos: 0,4 a 4,3 mcUI/mℓ61 a 79 anos: 0,4 a 5,8 mcUI/mℓ≥ 80 anos: 0,4 a 6,7 mcUI/mℓGrávidas:1o trimestre: 0,1 a 2,5 mcUI/mℓ2o trimestre: 0,2 a 3,0 mcUI/mℓ3o trimestre: 0,3 a 3,0 mcUI/mℓColetar após jejum de 8 h. Elevação em casos dehipotireoidismo primário, fase de recuperação da síndromedo eutireóideo doente, tireotropinoma (TSHoma), resistênciaaos hormônios tireoidianos (RHT) etc. Exceto nos casos deTSHoma e RHT, o TSH está sempre suprimido quando háhipertireoidismoValores laboratoriais de referência. ( Continuação)Exames Valores de referência ComentáriosVitamina D, 25-hidroxi(soro; CLA)Suficiência: 30 a 100 ng/mℓInsuficiência: 21 a 29 ng/mℓDeficiência: até 20 ng/mℓA deficiência de vitamina D tem várias causas e pode resultarde redução da síntese na pele (p. ex., baixa exposição solar,uso de filtro solar, idade avançada etc.), biodisponibilidadediminuída (p. ex., má absorção, obesidade, amamentação),síntese diminuída (doença hepática, doença renal), doençashereditárias (p. ex., raquitismo) e doenças adquiridas (p. ex.,osteomalacia oncogênica, hiperparatireoidismo primário,antidescarboxilase do ácidoglutâmicoCLA: quimioluminescênciaDHEA:deidroepiandrosteronaECLA: ensaioeletroquimioluminométricoELISA: ensaioimunoenzimáticoHPLC: cromatografialíquida de alta eficiênciaIF: fluorescência indiretaIIF: imunofluorescência indiretaIMA: imunoensaioITT: teste de tolerância àinsulinaLADA: diabetes autoimunelatente do adultoLC-MS/MS: cromatografialíquida acoplada aespectrometria de massas emtandemMODY: maturity onset diabetes of the youngPTH-rP: proteína relacionada com o PTHRAIU/24 h: captação tireoidiana de iodo radioativo nas 24horasRIA: radioimunoensaioTRAb: anticorpo antirreceptor do TSH --- Resultados falso-positivos (falta de supressão)Hipercortisolemia não resultante da síndrome de CushingObesidade*EstresseAlcoolismoDoenças psiquiátricas (anorexia nervosa, depressão, mania)Níveis elevados da CBG (estrógenos, gravidez, tamoxifeno, mitotano, hipertireoidismo)Resistência aos glicocorticoides°•°°°•°•••Problemas relacionados com o testeErros de laboratórioInterferência com o ensaioInsuficiente liberação de DMS na circulaçãoNão ingestão ou uso incorreto da DMSAbsorção diminuída (doença celíaca e outras síndromes de má absorção)Fármacos que aceleram o metabolismo hepático da DMS, por indução do CYP3A4 (rifampicina, fenitoína,fenobarbital, carbamazepina, pioglitazona, primidona, rifapentina, etossuximiba etc.)Diminuição da depuração renal da DMSInsuficiência renal crônicaResultados falso-negativosFármacos que alteram o metabolismo da DMS, por inibição do CYP3A4 (amiodarona, aprepitanto/fosaprepitanto,itraconazol/fluconazol, ritonavir/indinavir/nelfinavir, fluoxetina, diltiazem, cimetidina, ciprofloxacino/norfloxacino etc.)Hepatopatias crônicasHipercortisolismo cíclico*Somente com o teste de supressão noturna com 1 mg. CBG: globulina de ligação do cortisol; DMS: dexametasona. --- Caso ClínicoUma mulher de 23 anos de idade, de aparência nervosa, reclama com seu médico desentir-se muito quente, de estar perdendo muito peso, e estar suando mais do que suavaanteriormente. No exame físico, sua pele está quente e apresenta uma textura fina, elatem um leve tremor nos dedos, e seus olhos estão ligeiramente protuberantes. Comoparte do prosseguimento do diagnóstico, ela recebeu uma dose de iodo radioativo; emseguida, foi executada uma varredura para localizar o iodo. A varredura mostrou que amaior parte do iodo radioativo estava localizada em uma pequena massa de tecido nabase da língua. Foi diagnosticado um crescimento neoplásico na massa de tecido, mas alocalização da massa é atribuída a uma malformação congênita. Explique a baseembrionária para a localização do crescimento neoplásico. A região craniofacial primitiva surge a partir das porções rostrais do tubo neural, donotocorda e da faringe, as quais são rodeadas por uma série de arcos aórticos pareados.
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc. Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc. DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc. --- 7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente. 8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal. 9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez. --- Possibilidade de resultados falso-positivos com TSH > 100mUI/mℓ e ingestão de doses excessivas de biotina•Indeterminado: entre 1,0 e 1,5U/ℓTriglicerídeos Normais: < 150 mg/dℓLimítrofes altos: 150 a 199mg/dℓAltos: 200 a 499 mg/dℓMuito altos: ≥ 500 mg/dℓNíveis muito altos, sobretudo > 800 a 1.000, implicam riscoaumentado para pancreatite agudaTri-iodotironina (T3) (soro;CLA)Até 5 anos: 95 a 249 ng/dℓDe 5 a 10 anos: 84 a 221 ng/dℓDe 11 a 20 anos: 60 a 194 ng/dℓ> 20 anos: 60 a 190 ng/dℓColetar após jejum mínimo de 3 hTri-iodotironina (T 3) livre(soro; CLA)0,24 a 0,37 ng/dℓ Os níveis de T3 e T4 livres não são influenciados pelos valoresda TBG. Na ausência de hipertireoidismo e de ingestão deT3, elevação de T3 e T3 livre indica presença de anticorposséricos anti-T3TSH (soro; CLA) Até 3 dias: 1,5 a 15,7 mcUI/mℓAté 10 semanas: 0,8 a 9,2mcUI/mℓAté 14 meses: 0,6 a 6,0mcUI/mℓ15 meses a 5 anos: 0,5 a 5,2mcUI/mℓ6 a 14 anos: 0,4 a 5,0 mcUI/mℓ15 a 60 anos: 0,4 a 4,3 mcUI/mℓ61 a 79 anos: 0,4 a 5,8 mcUI/mℓ≥ 80 anos: 0,4 a 6,7 mcUI/mℓGrávidas:1o trimestre: 0,1 a 2,5 mcUI/mℓ2o trimestre: 0,2 a 3,0 mcUI/mℓ3o trimestre: 0,3 a 3,0 mcUI/mℓColetar após jejum de 8 h. Elevação em casos dehipotireoidismo primário, fase de recuperação da síndromedo eutireóideo doente, tireotropinoma (TSHoma), resistênciaaos hormônios tireoidianos (RHT) etc. Exceto nos casos deTSHoma e RHT, o TSH está sempre suprimido quando háhipertireoidismoValores laboratoriais de referência. ( Continuação)Exames Valores de referência ComentáriosVitamina D, 25-hidroxi(soro; CLA)Suficiência: 30 a 100 ng/mℓInsuficiência: 21 a 29 ng/mℓDeficiência: até 20 ng/mℓA deficiência de vitamina D tem várias causas e pode resultarde redução da síntese na pele (p. ex., baixa exposição solar,uso de filtro solar, idade avançada etc.), biodisponibilidadediminuída (p. ex., má absorção, obesidade, amamentação),síntese diminuída (doença hepática, doença renal), doençashereditárias (p. ex., raquitismo) e doenças adquiridas (p. ex.,osteomalacia oncogênica, hiperparatireoidismo primário,antidescarboxilase do ácidoglutâmicoCLA: quimioluminescênciaDHEA:deidroepiandrosteronaECLA: ensaioeletroquimioluminométricoELISA: ensaioimunoenzimáticoHPLC: cromatografialíquida de alta eficiênciaIF: fluorescência indiretaIIF: imunofluorescência indiretaIMA: imunoensaioITT: teste de tolerância àinsulinaLADA: diabetes autoimunelatente do adultoLC-MS/MS: cromatografialíquida acoplada aespectrometria de massas emtandemMODY: maturity onset diabetes of the youngPTH-rP: proteína relacionada com o PTHRAIU/24 h: captação tireoidiana de iodo radioativo nas 24horasRIA: radioimunoensaioTRAb: anticorpo antirreceptor do TSH --- Resultados falso-positivos (falta de supressão)Hipercortisolemia não resultante da síndrome de CushingObesidade*EstresseAlcoolismoDoenças psiquiátricas (anorexia nervosa, depressão, mania)Níveis elevados da CBG (estrógenos, gravidez, tamoxifeno, mitotano, hipertireoidismo)Resistência aos glicocorticoides°•°°°•°•••Problemas relacionados com o testeErros de laboratórioInterferência com o ensaioInsuficiente liberação de DMS na circulaçãoNão ingestão ou uso incorreto da DMSAbsorção diminuída (doença celíaca e outras síndromes de má absorção)Fármacos que aceleram o metabolismo hepático da DMS, por indução do CYP3A4 (rifampicina, fenitoína,fenobarbital, carbamazepina, pioglitazona, primidona, rifapentina, etossuximiba etc.)Diminuição da depuração renal da DMSInsuficiência renal crônicaResultados falso-negativosFármacos que alteram o metabolismo da DMS, por inibição do CYP3A4 (amiodarona, aprepitanto/fosaprepitanto,itraconazol/fluconazol, ritonavir/indinavir/nelfinavir, fluoxetina, diltiazem, cimetidina, ciprofloxacino/norfloxacino etc.)Hepatopatias crônicasHipercortisolismo cíclico*Somente com o teste de supressão noturna com 1 mg. CBG: globulina de ligação do cortisol; DMS: dexametasona. --- Caso ClínicoUma mulher de 23 anos de idade, de aparência nervosa, reclama com seu médico desentir-se muito quente, de estar perdendo muito peso, e estar suando mais do que suavaanteriormente. No exame físico, sua pele está quente e apresenta uma textura fina, elatem um leve tremor nos dedos, e seus olhos estão ligeiramente protuberantes. Comoparte do prosseguimento do diagnóstico, ela recebeu uma dose de iodo radioativo; emseguida, foi executada uma varredura para localizar o iodo. A varredura mostrou que amaior parte do iodo radioativo estava localizada em uma pequena massa de tecido nabase da língua. Foi diagnosticado um crescimento neoplásico na massa de tecido, mas alocalização da massa é atribuída a uma malformação congênita. Explique a baseembrionária para a localização do crescimento neoplásico. A região craniofacial primitiva surge a partir das porções rostrais do tubo neural, donotocorda e da faringe, as quais são rodeadas por uma série de arcos aórticos pareados.
{"justificativa": "O documento analisado não contém informações relacionadas à nistatina ou à sua expulsão pelo corpo. Ele aborda temas como tratamento inadequado, funções hormonais e casos clínicos, mas não menciona a administração ou efeitos da nistatina, o que é essencial para entender a questão do usuário. Portanto, o contexto é totalmente irrelevante para a pergunta feita.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda a nistatina, seus efeitos ou a administração do medicamento, portanto não fornece informações relevantes para a pergunta sobre a expiração do corpo durante o uso da nistatina.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona o uso da nistatina para tratar corrimento causado por candidíase e descreve como aplicar o creme corretamente. No entanto, não aborda diretamente a questão sobre a expulsão da nistatina pelo corpo ou sobre possíveis erros na aplicação. Assim, a relação com a pergunta é parcial, mas não totalmente relevante para o que foi questionado.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o uso da nistatina para tratar corrimento vaginal, especificamente em casos de candidíase, mas não aborda diretamente a pergunta sobre a expulsão da nistatina pelo corpo ou possíveis erros na aplicação. Portanto, é parcialmente relevante, mas não diretamente útil para responder à questão.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido é irrelevante para a pergunta, que aborda a expelição da nistatina pelo corpo e a possibilidade de erro na aplicação. O documento analisado trata de tópicos como tratamentos com insulina, cuidados em saúde e características de exames laboratoriais, sem conexão direta com o uso ou efeitos da nistatina.", "nota": 1}
{"justificativa": "O contexto fornecido não contém informações relevantes sobre a nistatina ou sobre os processos relacionados a errou de aplicação de medicamentos. Ele aborda tópicos sem relação direta com a pergunta, como tratamento de diabetes, condições de saúde e exames laboratoriais, mas não discute a aplicação ou a expulsão da nistatina.", "nota": 1}
```json {"justificativa": "O contexto fornecido aborda uma ampla gama de tópicos relacionados a condições médicas, tratamentos e resultados de exames. No entanto, não há menção específica sobre a nistatina, sua aplicação ou seu metabolismo no corpo, o que é crucial para responder à pergunta sobre a expulsão da nistatina. Portanto, o contexto é irrelevante para a pergunta. ", "nota": 1} ```
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estou com semanas e hoje veio um pequeno sangramento sem dor o que pode ser
olá todo o sangramento no terceiro trimestre deve ser investigado pode ser início do trabalho de parto ou perda do tampão mucoso existem causas de sangramento mais graves como placenta prévia descolamento de placenta rotura de seio marginal rotura de vasa prévia geralmente essas causas mais graves levam a um sangramento volumosoo sangramento na gravidez é um sinal de alerta que obriga você a procurar atendimento médico o seu médico deverá lhe examinar para avaliar a causa mais provável do sangramento em alguns casos a realização do ultrassom pode ser necessáriao bem estar ou vitalidade do seu bebê precisa ser garantida em qualquer caso de sangramentosugiro procurar atendimento médico para avaliação
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- ■ Sangramento vaginalAs neonatas podem apresentar sangramento vaginal durante a primeira semana de vida em razão da suspensão do estrogênio materno após o nascimento. Normalmente o sangramento se resolve após alguns dias. Contudo, o sangramento pré-puberal em uma criança requer avaliação cuidadosa ( Tabela 14-2). Na maioria dos casos o sangramento vaginal em meninas pré--púberes tem origem em causas locais e pode ser esclarecido simplesmente com anamnese e exame físico. Ocasionalmente, haverá necessidade de exame com vaginoscópio sob anestesia para se firmar o diagnóstico, particularmente nos casos com corpo estranho no segmento superior da vagina. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- ■ Sangramento vaginalAs neonatas podem apresentar sangramento vaginal durante a primeira semana de vida em razão da suspensão do estrogênio materno após o nascimento. Normalmente o sangramento se resolve após alguns dias. Contudo, o sangramento pré-puberal em uma criança requer avaliação cuidadosa ( Tabela 14-2). Na maioria dos casos o sangramento vaginal em meninas pré--púberes tem origem em causas locais e pode ser esclarecido simplesmente com anamnese e exame físico. Ocasionalmente, haverá necessidade de exame com vaginoscópio sob anestesia para se firmar o diagnóstico, particularmente nos casos com corpo estranho no segmento superior da vagina. --- Registre dia (Segunda-feira 5 “S”, quinta-feira 5 “Qi” etc.)Registre gotejamento de sangue com a letra “G”Registre menstruação com a letra “M”Inicie a avaliação no dia correto do calendárioSentiu-se deprimida, triste, “cabisbaixa” ou “melancólica”, ou desesperançada; ou inútil ou culpadaSentiu-se ansiosa, tensa, “ligada” ou com nervos “a flor da pele”Alterações no humor (i.e. subitamente sentiu-se triste ou lacrimoso) ou sentiu-se sensível a rejeição ou excessivamente suscetível a ofensasRaiva ou irritaçãoMenos interesse nas atividades cotidianas (trabalho, escola, amigos, hobbies)Dificuldade de concentraçãoLetargia, cansaço ou fadiga; ou falta de energiaAumento do apetite ou comeu excessiva-mente; ou desejo por alimentos específicosDormiu mais, cochilou, achou difícil levantar na hora pretendida; ou problemas para adormecer ou para se manter no sonoSentiu-se oprimida ou incapaz de enfrentar problemas; ou sentiu-se fora de controleSensibilidade mamária, inchaço das mamas, sensação de distensão, ganho de peso, cefaleia, dor muscular ou articular ou qualquer outro sintoma físicoAo menos um dos problemas listados acima causou redução da produtividade ou ineficiência no trabalho, na escola, em casa, ou nas rotinas cotidianasAo menos um dos problemas listados acima causou menor ou nenhuma participação em atividades sociais ou de lazer.
Minha menstruação veio só um dia e parou, o que significa? “Fiquei preocupada porque este mês a minha menstruação veio só um dia e parou. O que isso significa? Preciso fazer alguma coisa?” Pequenas alterações no ciclo menstrual, como a menstruação vir por um dia somente e parar, podem ser consideradas normais em alguns casos. Isso é comum nos primeiros 2 anos após o início da menstruação e em caso de estresse ou ansiedade excessivos, exercícios físicos intensos, alimentação inadequada ou uso de anticoncepcionais. No entanto, períodos menstruais muito curtos algumas vezes também pode indicar problemas, como anormalidades uterinas, desequilíbrios hormonais, perimenopausa e doenças como anorexia, bulimia, doença celíaca ou doença de Crohn. Caso seja frequente sua menstruação vir só um dia e parar ou existam outros sintomas, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se existe algum problema de saúde que mereça sua atenção. Quando devo me preocupar? Caso sua menstruação tenha vindo em pouca quantidade ou durado três dias ou menos, é importante ficar atenta quanto ao surgimento de sintomas como: Parada da menstruação por 3 meses ou mais; Dor intensa durante no período menstrual; Sangramentos entre as menstruações; Acne e/ou crescimento de pelos no rosto; Saída de leite das mamas. Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica.
Minha menstruação veio só um dia e parou, o que significa? “Fiquei preocupada porque este mês a minha menstruação veio só um dia e parou. O que isso significa? Preciso fazer alguma coisa?” Pequenas alterações no ciclo menstrual, como a menstruação vir por um dia somente e parar, podem ser consideradas normais em alguns casos. Isso é comum nos primeiros 2 anos após o início da menstruação e em caso de estresse ou ansiedade excessivos, exercícios físicos intensos, alimentação inadequada ou uso de anticoncepcionais. No entanto, períodos menstruais muito curtos algumas vezes também pode indicar problemas, como anormalidades uterinas, desequilíbrios hormonais, perimenopausa e doenças como anorexia, bulimia, doença celíaca ou doença de Crohn. Caso seja frequente sua menstruação vir só um dia e parar ou existam outros sintomas, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se existe algum problema de saúde que mereça sua atenção. Quando devo me preocupar? Caso sua menstruação tenha vindo em pouca quantidade ou durado três dias ou menos, é importante ficar atenta quanto ao surgimento de sintomas como: Parada da menstruação por 3 meses ou mais; Dor intensa durante no período menstrual; Sangramentos entre as menstruações; Acne e/ou crescimento de pelos no rosto; Saída de leite das mamas. Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação. --- IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- Sangramento vaginal no início da gravidezPorEmily E. Bunce, MD, Wake Forest School of Medicine;Robert P. Heine, MD, Wake Forest School of MedicineRevisado/Corrigido: jul. 2023 | modificado nov. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDECausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Algumas causas e características...Durante as primeiras 20 semanas de gravidez, 20% a 30% das mulheres têm sangramento vaginal. Para muitas dessas mulheres, há um problema com a gravidez, mas algumas mulheres apresentam sangramento ou manchas leves e têm uma gravidez normal e saudável. Em aproximadamente metade das mulheres com sangramento, a gravidez termina em aborto espontâneo. Se o aborto espontâneo não ocorrer imediatamente, é possível que ocorram problemas posteriores na gravidez. Por exemplo, o peso de nascimento do bebê pode ser baixo, a gravidez pode resultar em um natimorto (morte de um feto após 20 semanas de gestação) ou o bebê pode nascer cedo (parto prematuro) ou morrer durante ou logo após o nascimento. Se o sangramento for intenso, uma queda perigosa da pressão arterial pode ocorrer, fazendo com que a pessoa entre em choque. No entanto, muitas mulheres com sangramento no início da gravidez têm uma gravidez e parto saudáveis. A quantidade de sangue pode variar de manchas de sangue a um sangramento intenso. Perder uma grande quantidade de sangue é sempre uma preocupação, mas manchas ou sangramento leve também podem indicar um distúrbio grave. Uma mulher que estiver apresentando qualquer sangramento vaginal deve entrar em contato com o médico.Causas do sangramento vaginal no início da gravidezO sangramento vaginal no início da gravidez pode ser causado por distúrbios relacionados com a gravidez (obstétrica) ou não (consulte a tabela Algumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidez).A causa mais comum de sangramento vaginal no início da gravidez éUm aborto espontâneoA presença de sangramento vaginal pode significar que um aborto espontâneo é possível, mas às vezes, o sangramento cessa e a gravidez continua sem nenhum problema. Quando ocorre um aborto espontâneo, ele geralmente ocorre em algumas fases. Primeiro, há sangramento. Em seguida, surgem cólicas, que podem ser graves e o sangramento pode tornar-se intenso. A mulher então geralmente expele o produto da gravidez e talvez ela consiga ver o tecido da gravidez ser eliminado pela vagina. Às vezes, um aborto espontâneo não causa nenhum sintoma e é encontrado quando o feto é avaliado durante uma consulta médica normal (um quadro clínico denominado aborto retido). Se uma mulher suspeitar que está tendo um aborto espontâneo, ela deve entrar em contato com o médico. Às vezes, a mulher pode ter um aborto espontâneo em casa, mas se a dor ou sangramento forem intensos ou se o tecido da gravidez não for eliminado completamente, ela precisa de tratamento com medicamentos ou um procedimento para garantir sua segurança e a eliminação completa da gravidez. O conteúdo do útero pode ser infectado antes, durante ou após o aborto espontâneo (um quadro clínico denominado aborto séptico). A causa mais perigosa de sangramento vaginal no início da gravidez éUma gravidez em localização anômala, não no local habitual no útero (gravidez ectópica), por exemplo, uma situada em uma das trompas de FalópioUma gravidez ectópica causa risco à vida. Uma gravidez implantada fora do útero não se desenvolverá normalmente. À medida que a gravidez avança em uma trompa de Falópio ou em outra parte do corpo (tal como no ovário, colo do útero, cicatriz de cesariana antiga no útero ou abdômen), ela pode causar a ruptura dessa parte. Isso causa dor intensa e sangramento intenso, o que pode resultar em lesões graves ou até mesmo na morte da gestante. Quando uma gravidez ectópica é diagnosticada, o tratamento consiste em interromper a gravidez com medicamentos ou remover o feto com cirurgia.Outra causa possivelmente perigosa, mas menos comum é a ruptura de um cisto do corpo lúteo. Depois de um óvulo ser liberado do ovário, a estrutura que o liberou (o corpo lúteo) pode ficar cheia de líquido ou sangue em vez de se decompor e desaparecer como ocorre normalmente.Fatores de riscoOs fatores de risco para o aborto espontâneo incluem:Idade acima de 35 anosUm ou mais abortos espontâneos em gestações anterioresTabagismoUso de entorpecentes, tais como cocaína, ou possivelmente outras substâncias, como álcoolAlterações no útero, tais como miomas, cicatrizes ou um formato anômalo do úteroOs fatores de risco para a gravidez ectópica incluemUma gravidez ectópica anterior (o fator de risco mais importante)Cirurgia abdominal anterior, sobretudo cirurgia para esterilização permanente (laqueadura)Anomalias das trompas de FalópioUso atual de um dispositivo intrauterino (DIU)Fertilização in vitro para concepção da gravidez atualOutros fatores de risco para gravidez ectópica incluem histórico de infecção sexualmente transmissível ou doença inflamatória pélvica, uso atual de contraceptivos orais de estrogênio/progestina, tabagismo, infertilidade e histórico de aborto espontâneo ou aborto induzido. Avaliação do sangramento vaginal no início da gravidezPrimeiramente, o médico determina se a causa do sangramento vaginal é uma gravidez ectópica.Sinais de alertaOs seguintes sintomas são motivo de preocupação em gestantes com sangramento vaginal no início da gravidez:Desmaio, tontura ou batimentos cardíacos acelerados, sintomas que sugerem uma pressão arterial muito baixaPerda de grandes quantidades de sangue ou sangue que contém tecido ou coágulos grandesDor abdominal intensa, que piora quando a mulher se move ou muda de posiçãoFebre, calafrios e secreção vaginal com pus misturado com sangueQuando consultar um médicoAs mulheres com sinais de alerta devem consultar um médico imediatamente.As mulheres sem sinais de alerta devem visitar o médico no prazo de 48 a 72 horas.O que o médico fazO médico faz perguntas sobre os sintomas e o histórico médico (incluindo gestações anteriores, abortos espontâneos e abortos induzidos, fatores de risco para gravidez ectópica e aborto espontâneo). Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa e os exames que talvez sejam necessários (consulte a tabela Algumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidez).O médico faz perguntas a respeito do sangramento:Quão grave é (por exemplo, quantos absorventes são utilizados ou embebidos em uma hora)Houve formação de coágulos ou tecidoHá dor junto com o sangramentoSe a mulher tiver dor além de sangramento vaginal, o médico faz perguntas sobre quando e como ela começou, onde ocorre, quanto tempo dura, se é aguda ou surda e se é constante ou vai e volta.Durante o exame físico, o médico primeiro verifica se há febre e sinais de perda de sangue significativa, tais como batimentos cardíacos acelerados e pressão arterial baixa. Depois disso, ele faz um exame pélvico, verificando se o colo do útero (a parte inferior do útero) começou a se abrir (dilatar), que pode permitir a passagem do feto. Se algum tecido (possivelmente de um aborto espontâneo) for detectado, ele deve ser removido e enviado para um laboratório para ser analisado.Além disso, o médico pressiona suavemente o abdômen para ver se está sensível ao toque.TabelaAlgumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidezTabela Algumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidezCausaCaracterísticas comuns*Abordagem diagnóstica†Um aborto espontâneo queOcorreu ou está ocorrendoTalvez venha a ocorrer (ameaça de aborto)Sangramento vaginal, às vezes com eliminação de tecido da gravidezDor do tipo cólica na pelve e por todo o abdômenÀs vezes, apenas um exame médicoGeralmente, exames como os realizados para gravidez ectópicaMonitoramento para ausculta da frequência cardíaca fetalUm exame de sangue para medir um hormônio produzido pela placenta (gonadotrofina coriônica humana, ou hCG)Hemograma completoUltrassonografia da pelveUma gravidez ectópica (uma gravidez em localização anômala, não no local habitual no útero)Sangramento vaginal, com ou sem dor pélvica ou abdominal, que pode ser surda e ir e vir ou pode ser intensa, repentina e constante Se a gravidez ectópica tiver se rompido, desmaio, tontura, sensação de desmaio iminente ou batimentos cardíacos aceleradosUm exame de gravidez no sangue Ultrassonografia da pelveÀs vezes, laparoscopia (inserção de um tubo de visualização através de uma incisão no abdômen) ou laparotomia (cirurgia que envolve uma incisão no abdômen)Uma gravidez molar (uma massa anômala na placenta, com ou sem um feto, devido a um óvulo fertilizado de maneira anômala)Sangramento vaginal, com ou sem cólicas abdominaisÚtero maior do que o esperadoNenhum batimento cardíaco ou movimento é detectado no feto (ou ausência de feto)Às vezes, pressão arterial elevada, inchaço dos pés ou das mãos ou vômitos intensosSe estiver em um estágio mais avançado, às vezes a eliminação de tecido semelhante a um cacho de uvas pela vaginaExames como se houvesse aborto espontâneoExames de sangueRadiografia do tórax* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.† Em gestantes com sintomas preocupantes, o médico avalia os sinais vitais maternos, faz um exame físico e avalia o estado do feto com um monitor de frequência cardíaca fetal ou ultrassonografia.ExamesDurante o exame, é possível que o médico use um aparelho de ultrassonografia com Doppler portátil, colocado no abdômen da mulher, para verificar se o feto apresenta batimentos cardíacos.Se o exame de gravidez caseiro for positivo, mas a gravidez não foi confirmada por um profissional de saúde, o médico faz um exame de gravidez com uma amostra de urina.Logo que a gravidez seja confirmada, vários exames são feitos:Tipo sanguíneo e fator Rh (positivo ou negativo)Geralmente ultrassonografiaExames de sangue comuns para medir um hormônio (gonadotrofina coriônica humana, ou hCG) produzido pela placenta no início da gravidezO fator Rh é determinado, porque uma gestante com sangue com Rh negativo precisa ser tratada com imunoglobulina Rho(D) se ela tiver algum sangramento vaginal. É necessário tratamento para impedir que a mãe produza anticorpos que podem atacar os glóbulos vermelhos do feto em futuras gestações (consulte Incompatibilidade de Rh).Se o sangramento for significativo (superior a uma xícara, mais ou menos), o médico também faz um hemograma completo (HMG) ou outros exames para verificar se há problemas com a capacidade do sangue de se coagular normalmente ou no caso de uma transfusão de sangue ser necessária. A ultrassonografia costuma ser realizada por meio da introdução de um dispositivo de ultrassom na vagina. A ultrassonografia pode detectar uma gravidez no útero e pode detectar batimentos cardíacos depois de aproximadamente seis semanas de gravidez. Se o batimento cardíaco não for detectado depois disso, um aborto espontâneo é diagnosticado. Caso sejam detectados batimentos cardíacos, o aborto espontâneo é muito menos provável, mas pode ocorrer mesmo assim.Uma ultrassonografia também pode ajudar a identificar:Qualquer parte de placenta ou de outros tecidos relacionados com a gravidez que permanece no útero, mesmo após um aborto espontâneoÀs vezes, uma gravidez ectópica, dependendo de onde ela está localizada e de seu tamanhoUma gravidez anormal, tal como uma gravidez molarMedir os níveis de hCG ajuda o médico a interpretar os resultados da ultrassonografia e diferenciar uma gravidez normal de uma gravidez ectópica. Se houver uma preocupação de que a mulher está tendo uma gravidez ectópica, os níveis de hCG são medidos com frequência e os exames de ultrassonografia são repetidos conforme necessário. A ruptura de uma gravidez ectópica representa uma emergência. Se a probabilidade de haver ruptura de uma gravidez ectópica for moderada ou alta, talvez seja necessário fazer cirurgia. Em situações de risco à vida, talvez seja necessário realizar uma cirurgia de emergência mesmo antes de fazer os exames de sangue ou a ultrassonografia. Geralmente, o médico faz uma pequena incisão logo abaixo do umbigo e insere um tubo de visualização (laparoscópio) para visualizar diretamente o útero e as estruturas circundantes (laparoscopia) e, assim, determinar se uma gravidez ectópica está presente. Às vezes, o médico faz uma incisão grande na parte inferior do abdômen (laparotomia). Tratamento do sangramento vaginal no início da gravidezEmbora os médicos normalmente recomendem ficar de repouso quando um aborto espontâneo parece possível, não há nenhuma evidência de que ficar de repouso ajude a prevenir o aborto espontâneo. Abster-se de relações sexuais é aconselhável, embora a relação sexual não esteja definitivamente ligada a abortos espontâneos.Se o sangramento for abundante, se a mulher entrar em choque ou se uma gravidez ectópica for provável, uma das primeiras coisas que o médico faz é inserir um cateter grande em uma veia para que o sangue possa ser rapidamente administrado por via intravenosa. Uma cirurgia será realizada imediatamente caso uma gravidez ectópica tenha se rompidoQuando o sangramento é causado por um distúrbio específico, ele é tratado, se possível.Pontos-chaveA causa mais comum de sangramento no início da gravidez é um aborto espontâneo.A causa mais grave de sangramento vaginal é uma gravidez ectópica.Uma gestante deve consultar um médico imediatamente se tiver batimentos cardíacos acelerados, desmaiar ou tiver sensação de desmaio iminente.Os exames de sangue para determinar se o sangue é Rh negativo ou Rh positivo são feitos porque se uma gestante com sangue Rh negativo tiver sangramento vaginal, ela precisa ser tratada com imunoglobulina Rho(D) para impedi-la de produzir anticorpos que podem atacar os glóbulos vermelhos do feto em futuras gestações.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- ■ Sangramento vaginalAs neonatas podem apresentar sangramento vaginal durante a primeira semana de vida em razão da suspensão do estrogênio materno após o nascimento. Normalmente o sangramento se resolve após alguns dias. Contudo, o sangramento pré-puberal em uma criança requer avaliação cuidadosa ( Tabela 14-2). Na maioria dos casos o sangramento vaginal em meninas pré--púberes tem origem em causas locais e pode ser esclarecido simplesmente com anamnese e exame físico. Ocasionalmente, haverá necessidade de exame com vaginoscópio sob anestesia para se firmar o diagnóstico, particularmente nos casos com corpo estranho no segmento superior da vagina.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- ■ Sangramento vaginalAs neonatas podem apresentar sangramento vaginal durante a primeira semana de vida em razão da suspensão do estrogênio materno após o nascimento. Normalmente o sangramento se resolve após alguns dias. Contudo, o sangramento pré-puberal em uma criança requer avaliação cuidadosa ( Tabela 14-2). Na maioria dos casos o sangramento vaginal em meninas pré--púberes tem origem em causas locais e pode ser esclarecido simplesmente com anamnese e exame físico. Ocasionalmente, haverá necessidade de exame com vaginoscópio sob anestesia para se firmar o diagnóstico, particularmente nos casos com corpo estranho no segmento superior da vagina. --- Sangramento vaginalPorShubhangi Kesavan, MD, Cleveland Clinic Learner College of Medicine, Case Western Reserve UniversityRevisado/Corrigido: jun. 2024Visão Educação para o pacienteEtiologia|Fisiopatologia|Avaliação|Tratamento|Fundamentos de geriatria|Pontos-chave|Recursos do assuntoÁudio (0)Calculadoras (0)Imagens (1)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Sistema de classificação...Algumas causas de sangramento...A etiologia, o diagnóstico e o tratamento do sangramento vaginal ou uterino anormal variam de acordo com a fase ou estado reprodutivo: pré-menarca, idade reprodutiva, gestação ou menopausa. O sangramento vaginal anormal em mulheres em idade reprodutiva não gestantes e pós-menopausa é discutido aqui.(Ver também sangramento vaginal em gestação precoce ou gestação tardia e em crianças.)Etiologia do sangramento vaginalAs pacientes podem procurar atendimento médico para sangramento vaginal, mas o sangramento pode se originar em qualquer local do trato genital feminino, incluindo vulva, vagina, colo do útero, útero, tubas uterinas ou ovários. Quando o sangramento vaginal se origina no útero, é chamado sangramento uterino anormal (SUA). Além disso, o sangramento que parece ser vaginal pode se originar do trato urinário ou gastrointestinal.Causas de sangramento vulvar incluemDoenças infecciosas ou inflamatórias, em particular, doenças que causam úlceras ou erosões (p. ex., herpes simples genital, cancro sifilítico, penfigoide bolhoso) ou aquelas que causam prurido vulvar podem resultar em sangramento por escoriações, se as pacientes coçarem as lesões e/ou a pele ao redor ou mucosa (p. ex., líquen escleroso).Trauma físico (p. ex., queda com impacto direto na vulva, agressão sexual)Procedimentos vulvares (p. ex., biópsia ou mutilação genital feminina)Lesões benignas (p. ex., cistos epidérmicos, condiloma, angioqueratoma, condroide)Neoplasia intraepitelial vulvar, carcinoma de células escamosas ou outras neoplasias (p. ex., melanoma)Qualquer lesão vulvar pode sangrar por atrito (p. ex., contato com roupas).Causas de sangramento vaginal incluemSíndrome genitourinária da menopausaInfecções ou lesões causadas por infecção (p. ex., vaginose bacteriana, condiloma, úlceras vaginais)Trauma físico (p. ex., inserção de objetos por razões sexuais ou outras razões, tampão retido, agressão sexual)RadioterapiaLesões benignas (p. ex., cisto do ductos mesonéfricos, adenose vaginal, pólipo, carúnculo uretral)Neoplasia intraepitelial vaginal ou carcinoma de células escamosas ou outras neoplasias (p. ex., carcinoma de células claras)Raramente, necrólise epidérmica tóxica e síndrome de Stevens-JohnsonCausas de sangramento uterino anormal (SUA) são categorizados pelo sistema de classificação PALM-COEIN em etiologias estruturais e não estruturais (1, 2).As etiologias estruturais da SUA incluemPólipos do colo do útero ou do endométrioAdenomioseLeiomioma (miomas uterinos)Malignidade ou hiperplasia do colo do úteroAs etiologias não estruturais do SUA incluemCoagulopatiaDisfunção OvulatóriaEndometrial (p. ex., endometrite crônica)Iatrogênica (p. ex., metrorragia durante o uso de contraceptivos orais)Não ainda classificadoDisfunção ovulatória é a causa mais comum de SUA em mulheres em idade reprodutiva. Há muitas outras razões específicas para o SUA dentro das categorias PALM-COIEN (ver tabela Algumas causas de sangramento uterino em mulheres adultas não grávidas).O sistema PALM-COIEN descreve principalmente as etiologias do sangramento do corpo do útero. Causas de sangramento do colo do útero incluemCervicite uterinaEndometriose do colo do úteroProlapso grave de órgão pélvicoTrauma físico (p. ex., inserção de objetos por razões sexuais ou outras razões, agressão sexual)Pólipos de colo do útero, cistos, papiloma/verrugasNeoplasia ou câncer intraepitelial do colo do úteroSangramento de ovários ou tubas uterinas não é uma causa comum de sangramento vaginal. É mais provável que o sangramento desses órgãos seja intra-abdominal; entretanto, o sangue pode atravessar o útero e ser notado apenas quando passa pela vagina. Causas de sangramento das tubas uterinas incluemSalpingitesCâncer das tubas uterinasCausas de sangramento ovariano incluemRuptura de cisto ovarianoCâncer ovarianoSistema de classificação PALM-COEINTabelaAlgumas causas de sangramento uterino em mulheres adultas não grávidasTabela Algumas causas de sangramento uterino em mulheres adultas não grávidasCategoriaCondiçõesDoenças estruturais benignasMiomas uterinosAdenomiosePólipos do colo do útero ou do endométrioDoenças neoplásicas estruturaisCâncer endometrial ou hiperplasia endometrialOutros cânceres uterinos (p. ex., sarcoma uterino)Câncer do colo do útero ou neoplasia intraepitelial do colo do úteroRaramente, metástases de cânceres não ginecológicos (p. ex., câncer de mama)CoagulopatiaDoença de von Willebrand, distúrbios plaquetários, ou outra diátese hemorrágicaDoença hepáticaTerapia anticoagulanteDisfunção ovulatóriaSíndrome do ovário policísticoHiperprolactinemiaDistúrbios da tireoide (p. ex., hipotireoidismo)EndometrialEndometrite crônicaDoença inflamatória pélvicaIatrogênicaContraceptivos contendo somente progestina (p. ex., contraceptivos contendo somente progestina, acetato de medroxiprogesterona de depósito, implantes de progestina)Dispositivos intrauterinosContraceptivos de estrogênio-progestina, particularmente quando doses são perdidas, quando esquemas contínuos são utilizados, ou quando o uso é prolongadoTerapia hormonal na menopausaAinda não classificadoMalformação arteriovenosa uterinaReferências sobre etiologia1. American College of Obstetricians and Gynecologists’ Committee on Practice Bulletins—Gynecology: Practice Bulletin No. 128: Diagnosis of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2012 (reaffirmed 2024);120(1):197-206. doi:10.1097/AOG.0b013e318262e3202. American College of Obstetricians and Gynecologists’ Committee on Practice Bulletins—Gynecology: Practice Bulletin No. 136: Management of abnormal uterine bleeding associated with ovulatory dysfunction. Obstet Gynecol2013 (reaffirmed 2022); 122 (1):176-185. doi: 10.1097/01.AOG.0000431815.52679.bbFisiopatologia do sangramento vaginalA maioria dos sangramentos vaginais anormais resulta deAnormalidades hormonais do eixo hipotalâmico-hipófise-ovarianoDoenças estruturais benignas (p. ex., miomas uterinos)Doenças infecciosas ou inflamatórias (p. ex., cervicite, endometrite crônica)Cânceres ginecológicosDistúrbio hematológico (raro)Disfunção ovulatória é decorrente de anormalidades endócrinas. Como resultado, a ovulação não ocorre, ou ocorre de forma infrequente ou irregular. Durante um ciclo anovulatório, o corpo lúteo não se forma, portanto não há a secreção cíclica de progesterona normal. Sem a progesterona, o estrogênio estimula o crescimento endometrial, e acabam aumentando excessivamente seu suprimento sanguíneo. Dessa maneira, o endométrio se solta e sangra de maneira irregular, incompleta e às vezes excessiva ou por um longo período.Doenças estruturais benignas (p. ex., miomas uterinos, adenomiose) podem causar sangramento anormal porque interferem na função do miométrio (camada muscular do útero). Os pólipos endometriais ou do colo do útero têm vasos sanguíneos densos e frágeis e sangram com facilidade.Avaliação do sangramento vaginalO sangramento vaginal anormal pode ser agudo ou crônico. Quando uma paciente apresenta sangramento vaginal, as 2 primeiras prioridades são determinar se o sangramento é forte o suficiente para exigir cuidados de emergência e se a paciente está grávida. Deve-se suspeitar e diagnosticar uma gestação não reconhecida nas mulheres em idade reprodutiva porque algumas causas de sangramento vaginal durante a gestação (p. ex., gestação ectópica) são potencialmente fatais.HistóriaHistória da doença atual deve começar perguntando à paciente sobre o início do sangramento, incluindo o momento e a relação com qualquer fator causal. Deve-se discutir como a paciente notou o sangramento e por que ela acha que a origem é a vagina. Sangramento no papel higiênico ou no vaso sanitário, e às vezes sangue na roupa íntima ou em um absorvente, pode ser proveniente do trato genital, urinário ou gastrointestinal.Perguntas devem ser feitas para elucidar as características do sangramento:Início: começo do sangramento e se há qualquer possível fator causalPadrão: intermitente ou constante; relação com o ciclo menstrual ou atividade sexualDuraçãoVolume: manchas, sangramento leve, fluxo menstrual normal ou mais intenso; embeber um absorvente ou tampão a cada 1 a 2 horas, passar coágulos sanguíneos e/ou sensação de que vai desmaiar sugerem sangramento intensoRelação com outros sintomas: presença de dor pélvica ou abdominal ou pressão, febre ou sintomas urinários ou intestinaisOs médicos também devem perguntar sobre o seguinte:História menstrual, incluindo a data da última menstruação normal, idade da menopausa (quando apropriado), duração e regularidade do ciclo, assim como quantidade, duração do sangramento menstrual típicoEpisódios anteriores de sangramento anormal e se a causa foi identificadaHistória sexual, incluindo possível história de agressão sexualOs intervalos para menstruações normais são: frequência (a cada 24 a 38 dias), regularidade (a duração dos ciclos mais longos e mais curtos varia 5 cm de diâmetro pelo menos 1 a 2 vezes por mês, epistaxe 1 a 2 vezes por mês, sangramento frequente na gengiva ou história familiar de sintomas de sangramentoNo exame de imagem, realiza-se a ultrassonografia transvaginal se as mulheres apresentarem algum dos seguintes itens:Suspeita de lesão estrutural (com base na história ou exame)Fatores de risco de câncer endometrialAmostragem endometrial é indicada para pacientes com sangramento uterino anormal combinado comIdade > 45 anosIdade 4 mm na ultrassonografia ou qualquer sangramento em pacientes com alto risco de câncer endometrial (p. ex., terapia atual com tamoxifeno, síndrome de Lynch)Fatores de risco de câncer uterinoPode-se obter amostras por biópsia endometrial ou por dilatação e curetagem (D & C).A avaliação secundária com histerografia com infusão de solução salina ajuda a caracterizar pequenas lesões intrauterinas (p. ex., pólipos endometriais, miomas submucosos). A histeroscopia é o padrão-ouro para o diagnóstico das causas estruturais intrauterinas de sangramento uterino anormal.Uma biópsia vulvar ou vaginal é feita quando se encontra no exame uma lesão potencialmente maligna ou quando o diagnóstico é incerto.Uma biópsia do colo do útero é feita se o colo do útero é a fonte do sangramento, e há uma lesão do colo do útero ou um resultado anormal do teste de Papanicolau que indica biópsia. Um teste de Papanicolau é feito para verificar sangramento do colo do útero se não houver achados anormais no exame, e a paciente não fez um teste de Papanicolau recente.Referências sobre avaliação1. American College of Obstetricians and Gynecologists’ Committee on Practice Bulletins—Gynecology: Practice Bulletin No. 128: Diagnosis of abnormal uterine bleeding in reproductive-aged women. Obstet Gynecol. 2012 (reaffirmed 2024);120(1):197-206. doi:10.1097/AOG.0b013e318262e3202. Kouides PA, Conard J, Peyvandi F, Lukes A, Kadir R: Hemostasis and menstruation: appropriate investigation for underlying disorders of hemostasis in women with excessive menstrual bleeding. Fertil Steril. 2005;84(5):1345-1351. doi:10.1016/j.fertnstert.2005.05.035 Tratamento do sangramento vaginalOs 2 principais objetivos do tratamento do sangramento vaginal sãoControlar o sangramento ativoTratar ou controlar a causa subjacente para evitar episódios futurosO sangramento vaginal pode ser grave e a instabilidade hemodinâmica ou choque hemorrágico requerem tratamento imediato com controle volêmico e transfusão de sangue para corrigir anemia grave. Mulheres hemodinamicamente estáveis com anemia leve a moderada podem ser tratadas com reposição de líquidos. A anemia por deficiência de ferro pode exigir vários meses de suplementação de ferro por via oral.Sangramento agudo e grave é mais provável de ocorrer por laceração vaginal, câncer de colo do útero ou sangramento uterino anormal.Qualquer laceração vaginal é reparada.Para sangramento de câncer de colo do útero, a paciente deve ser tratado na sala de cirurgia por um cirurgião ginecológico experiente. Pode-se tentar a cauterização da lesão, mas talvez uma cirurgia mais extensa seja necessária.Para sangramento uterino grave e agudo, tratamento médico com hormonioterapia é o tratamento inicial preferido. As opções de tratamento incluem: estrogênios conjugados intravenosos, contraceptivos orais combinados de estrogênio/progestina, progestinas orais, ou ácido tranexâmico. As decisões são baseadas na história clínica da paciente e nas contraindicações para os medicamentos.O tratamento cirúrgico é necessário nos casos de uma paciente hemodinamicamente instável com sangramento grave ou se o tratamento médico for contraindicado ou tiver falhado. Os tratamentos cirúrgicos incluem: dilatação e curetagem, procedimentos histeroscópicos (p. ex., polipectomia, miomectomia, ablação, colocação de balão intrauterino) e embolização das artérias uterinas guiada por técnica radiológica intervencionista. Se o sangramento não puder ser controlado com essas medidas ou se a paciente desejar tratamento definitivo, realiza-se histerectomia.Após tratamento agudo ou para sangramento não agudo, o tratamento do sangramento vaginal é direcionado à causa.Fundamentos de geriatria: sangramento vaginalO sangramento pós-menopausa (sangramento > 12 meses após o período menstrual final) é anormal na maioria das mulheres e exige avaliação mais profunda para excluir câncer, a menos que resulte claramente da suspensão de hormônios exógenos.Em mulheres que não tomam hormônios exógenos, a causa mais comum do sangramento pós-menopausa é atrofia endometrial, mas hiperplasia endometrial e câncer devem ser descartados.Em algumas mulheres mais velhas, o exame físico da vagina pode ser difícil porque a falta de estrogênio leva à atrofia vaginal com estreitamento e sensibilidade e, às vezes, aderências labiais. Para essas pacientes, o uso de espéculo pediátrico pode ser mais confortável.Pontos-chaveA etiologia, o diagnóstico e o tratamento do sangramento vaginal ou uterino anormal variam de acordo com a fase ou estado reprodutivo: pré-menarca, idade reprodutiva, gestação ou menopausa.Sangramento uterino anormal pode ser decorrente de distúrbios estruturais (pólipo, adenomiose, miomas, malignidade) ou não estruturais (coagulopatia, disfunção ovulatória, endometrial ou iatrogênica). A disfunção ovulatória é a causa mais comum de sangramento uterino anormal durante os anos reprodutivos.As pacientes podem procurar atendimento médico para sangramento vaginal, mas o sangramento pode se originar em qualquer local do trato genital feminino, incluindo vulva, vagina, colo do útero, útero, tubas uterinas ou ovários, ou também do trato urinário ou gastrointestinal.Administrar um teste de gravidez em mulheres em idade reprodutiva com sangramento vaginal anormal, mesmo quando a história não sugere gestação.Avaliar sangramento vaginal pós-menopausa com amostras endometriais ou outros testes para câncer.Controlar o sangramento uterino grave e grave com líquidos, transfusão (se necessário), terapia hormonal (p. ex., estrogênios conjugados via intravenosa) e, se necessário, cirurgia.Test your KnowledgeTake a Quiz!
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia. --- PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia. --- Exclusão de gravidezT odas as mulheres em idade reprodutiva e com amenorreia devem ser consideradas grávidas até prova em contrário. Por-tanto, sugere-se dosar os níveis urinário ou sérico de b-hCG. Retirada de progesteronaNormalmente, as pacientes são tratadas com progesterona exó-gena e monitoradas para verificar a presença de sangramento com a retirada do medicamento, alguns dias após completar o teste (teste de provocação com progesterona). No caso de sangramento, pressupõe-se que a paciente produza estrogênio, seu endométrio esteja desenvolvido e o trato genital inferior seja patente. Se não ocorrer sangramento, a paciente deve ser tratada com estrogênio seguido por progesterona. Se mesmo assim não ocorrer sangramento, o diagnóstico é de alguma anormalidade anatômica. --- Sangramento vaginal no início da gravidezPorEmily E. Bunce, MD, Wake Forest School of Medicine;Robert P. Heine, MD, Wake Forest School of MedicineRevisado/Corrigido: jul. 2023 | modificado nov. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDECausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos 3D (0)Tabelas (1)Vídeo (0)Algumas causas e características...Durante as primeiras 20 semanas de gravidez, 20% a 30% das mulheres têm sangramento vaginal. Para muitas dessas mulheres, há um problema com a gravidez, mas algumas mulheres apresentam sangramento ou manchas leves e têm uma gravidez normal e saudável. Em aproximadamente metade das mulheres com sangramento, a gravidez termina em aborto espontâneo. Se o aborto espontâneo não ocorrer imediatamente, é possível que ocorram problemas posteriores na gravidez. Por exemplo, o peso de nascimento do bebê pode ser baixo, a gravidez pode resultar em um natimorto (morte de um feto após 20 semanas de gestação) ou o bebê pode nascer cedo (parto prematuro) ou morrer durante ou logo após o nascimento. Se o sangramento for intenso, uma queda perigosa da pressão arterial pode ocorrer, fazendo com que a pessoa entre em choque. No entanto, muitas mulheres com sangramento no início da gravidez têm uma gravidez e parto saudáveis. A quantidade de sangue pode variar de manchas de sangue a um sangramento intenso. Perder uma grande quantidade de sangue é sempre uma preocupação, mas manchas ou sangramento leve também podem indicar um distúrbio grave. Uma mulher que estiver apresentando qualquer sangramento vaginal deve entrar em contato com o médico.Causas do sangramento vaginal no início da gravidezO sangramento vaginal no início da gravidez pode ser causado por distúrbios relacionados com a gravidez (obstétrica) ou não (consulte a tabela Algumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidez).A causa mais comum de sangramento vaginal no início da gravidez éUm aborto espontâneoA presença de sangramento vaginal pode significar que um aborto espontâneo é possível, mas às vezes, o sangramento cessa e a gravidez continua sem nenhum problema. Quando ocorre um aborto espontâneo, ele geralmente ocorre em algumas fases. Primeiro, há sangramento. Em seguida, surgem cólicas, que podem ser graves e o sangramento pode tornar-se intenso. A mulher então geralmente expele o produto da gravidez e talvez ela consiga ver o tecido da gravidez ser eliminado pela vagina. Às vezes, um aborto espontâneo não causa nenhum sintoma e é encontrado quando o feto é avaliado durante uma consulta médica normal (um quadro clínico denominado aborto retido). Se uma mulher suspeitar que está tendo um aborto espontâneo, ela deve entrar em contato com o médico. Às vezes, a mulher pode ter um aborto espontâneo em casa, mas se a dor ou sangramento forem intensos ou se o tecido da gravidez não for eliminado completamente, ela precisa de tratamento com medicamentos ou um procedimento para garantir sua segurança e a eliminação completa da gravidez. O conteúdo do útero pode ser infectado antes, durante ou após o aborto espontâneo (um quadro clínico denominado aborto séptico). A causa mais perigosa de sangramento vaginal no início da gravidez éUma gravidez em localização anômala, não no local habitual no útero (gravidez ectópica), por exemplo, uma situada em uma das trompas de FalópioUma gravidez ectópica causa risco à vida. Uma gravidez implantada fora do útero não se desenvolverá normalmente. À medida que a gravidez avança em uma trompa de Falópio ou em outra parte do corpo (tal como no ovário, colo do útero, cicatriz de cesariana antiga no útero ou abdômen), ela pode causar a ruptura dessa parte. Isso causa dor intensa e sangramento intenso, o que pode resultar em lesões graves ou até mesmo na morte da gestante. Quando uma gravidez ectópica é diagnosticada, o tratamento consiste em interromper a gravidez com medicamentos ou remover o feto com cirurgia.Outra causa possivelmente perigosa, mas menos comum é a ruptura de um cisto do corpo lúteo. Depois de um óvulo ser liberado do ovário, a estrutura que o liberou (o corpo lúteo) pode ficar cheia de líquido ou sangue em vez de se decompor e desaparecer como ocorre normalmente.Fatores de riscoOs fatores de risco para o aborto espontâneo incluem:Idade acima de 35 anosUm ou mais abortos espontâneos em gestações anterioresTabagismoUso de entorpecentes, tais como cocaína, ou possivelmente outras substâncias, como álcoolAlterações no útero, tais como miomas, cicatrizes ou um formato anômalo do úteroOs fatores de risco para a gravidez ectópica incluemUma gravidez ectópica anterior (o fator de risco mais importante)Cirurgia abdominal anterior, sobretudo cirurgia para esterilização permanente (laqueadura)Anomalias das trompas de FalópioUso atual de um dispositivo intrauterino (DIU)Fertilização in vitro para concepção da gravidez atualOutros fatores de risco para gravidez ectópica incluem histórico de infecção sexualmente transmissível ou doença inflamatória pélvica, uso atual de contraceptivos orais de estrogênio/progestina, tabagismo, infertilidade e histórico de aborto espontâneo ou aborto induzido. Avaliação do sangramento vaginal no início da gravidezPrimeiramente, o médico determina se a causa do sangramento vaginal é uma gravidez ectópica.Sinais de alertaOs seguintes sintomas são motivo de preocupação em gestantes com sangramento vaginal no início da gravidez:Desmaio, tontura ou batimentos cardíacos acelerados, sintomas que sugerem uma pressão arterial muito baixaPerda de grandes quantidades de sangue ou sangue que contém tecido ou coágulos grandesDor abdominal intensa, que piora quando a mulher se move ou muda de posiçãoFebre, calafrios e secreção vaginal com pus misturado com sangueQuando consultar um médicoAs mulheres com sinais de alerta devem consultar um médico imediatamente.As mulheres sem sinais de alerta devem visitar o médico no prazo de 48 a 72 horas.O que o médico fazO médico faz perguntas sobre os sintomas e o histórico médico (incluindo gestações anteriores, abortos espontâneos e abortos induzidos, fatores de risco para gravidez ectópica e aborto espontâneo). Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa e os exames que talvez sejam necessários (consulte a tabela Algumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidez).O médico faz perguntas a respeito do sangramento:Quão grave é (por exemplo, quantos absorventes são utilizados ou embebidos em uma hora)Houve formação de coágulos ou tecidoHá dor junto com o sangramentoSe a mulher tiver dor além de sangramento vaginal, o médico faz perguntas sobre quando e como ela começou, onde ocorre, quanto tempo dura, se é aguda ou surda e se é constante ou vai e volta.Durante o exame físico, o médico primeiro verifica se há febre e sinais de perda de sangue significativa, tais como batimentos cardíacos acelerados e pressão arterial baixa. Depois disso, ele faz um exame pélvico, verificando se o colo do útero (a parte inferior do útero) começou a se abrir (dilatar), que pode permitir a passagem do feto. Se algum tecido (possivelmente de um aborto espontâneo) for detectado, ele deve ser removido e enviado para um laboratório para ser analisado.Além disso, o médico pressiona suavemente o abdômen para ver se está sensível ao toque.TabelaAlgumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidezTabela Algumas causas e características do sangramento vaginal no início da gravidezCausaCaracterísticas comuns*Abordagem diagnóstica†Um aborto espontâneo queOcorreu ou está ocorrendoTalvez venha a ocorrer (ameaça de aborto)Sangramento vaginal, às vezes com eliminação de tecido da gravidezDor do tipo cólica na pelve e por todo o abdômenÀs vezes, apenas um exame médicoGeralmente, exames como os realizados para gravidez ectópicaMonitoramento para ausculta da frequência cardíaca fetalUm exame de sangue para medir um hormônio produzido pela placenta (gonadotrofina coriônica humana, ou hCG)Hemograma completoUltrassonografia da pelveUma gravidez ectópica (uma gravidez em localização anômala, não no local habitual no útero)Sangramento vaginal, com ou sem dor pélvica ou abdominal, que pode ser surda e ir e vir ou pode ser intensa, repentina e constante Se a gravidez ectópica tiver se rompido, desmaio, tontura, sensação de desmaio iminente ou batimentos cardíacos aceleradosUm exame de gravidez no sangue Ultrassonografia da pelveÀs vezes, laparoscopia (inserção de um tubo de visualização através de uma incisão no abdômen) ou laparotomia (cirurgia que envolve uma incisão no abdômen)Uma gravidez molar (uma massa anômala na placenta, com ou sem um feto, devido a um óvulo fertilizado de maneira anômala)Sangramento vaginal, com ou sem cólicas abdominaisÚtero maior do que o esperadoNenhum batimento cardíaco ou movimento é detectado no feto (ou ausência de feto)Às vezes, pressão arterial elevada, inchaço dos pés ou das mãos ou vômitos intensosSe estiver em um estágio mais avançado, às vezes a eliminação de tecido semelhante a um cacho de uvas pela vaginaExames como se houvesse aborto espontâneoExames de sangueRadiografia do tórax* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.† Em gestantes com sintomas preocupantes, o médico avalia os sinais vitais maternos, faz um exame físico e avalia o estado do feto com um monitor de frequência cardíaca fetal ou ultrassonografia.ExamesDurante o exame, é possível que o médico use um aparelho de ultrassonografia com Doppler portátil, colocado no abdômen da mulher, para verificar se o feto apresenta batimentos cardíacos.Se o exame de gravidez caseiro for positivo, mas a gravidez não foi confirmada por um profissional de saúde, o médico faz um exame de gravidez com uma amostra de urina.Logo que a gravidez seja confirmada, vários exames são feitos:Tipo sanguíneo e fator Rh (positivo ou negativo)Geralmente ultrassonografiaExames de sangue comuns para medir um hormônio (gonadotrofina coriônica humana, ou hCG) produzido pela placenta no início da gravidezO fator Rh é determinado, porque uma gestante com sangue com Rh negativo precisa ser tratada com imunoglobulina Rho(D) se ela tiver algum sangramento vaginal. É necessário tratamento para impedir que a mãe produza anticorpos que podem atacar os glóbulos vermelhos do feto em futuras gestações (consulte Incompatibilidade de Rh).Se o sangramento for significativo (superior a uma xícara, mais ou menos), o médico também faz um hemograma completo (HMG) ou outros exames para verificar se há problemas com a capacidade do sangue de se coagular normalmente ou no caso de uma transfusão de sangue ser necessária. A ultrassonografia costuma ser realizada por meio da introdução de um dispositivo de ultrassom na vagina. A ultrassonografia pode detectar uma gravidez no útero e pode detectar batimentos cardíacos depois de aproximadamente seis semanas de gravidez. Se o batimento cardíaco não for detectado depois disso, um aborto espontâneo é diagnosticado. Caso sejam detectados batimentos cardíacos, o aborto espontâneo é muito menos provável, mas pode ocorrer mesmo assim.Uma ultrassonografia também pode ajudar a identificar:Qualquer parte de placenta ou de outros tecidos relacionados com a gravidez que permanece no útero, mesmo após um aborto espontâneoÀs vezes, uma gravidez ectópica, dependendo de onde ela está localizada e de seu tamanhoUma gravidez anormal, tal como uma gravidez molarMedir os níveis de hCG ajuda o médico a interpretar os resultados da ultrassonografia e diferenciar uma gravidez normal de uma gravidez ectópica. Se houver uma preocupação de que a mulher está tendo uma gravidez ectópica, os níveis de hCG são medidos com frequência e os exames de ultrassonografia são repetidos conforme necessário. A ruptura de uma gravidez ectópica representa uma emergência. Se a probabilidade de haver ruptura de uma gravidez ectópica for moderada ou alta, talvez seja necessário fazer cirurgia. Em situações de risco à vida, talvez seja necessário realizar uma cirurgia de emergência mesmo antes de fazer os exames de sangue ou a ultrassonografia. Geralmente, o médico faz uma pequena incisão logo abaixo do umbigo e insere um tubo de visualização (laparoscópio) para visualizar diretamente o útero e as estruturas circundantes (laparoscopia) e, assim, determinar se uma gravidez ectópica está presente. Às vezes, o médico faz uma incisão grande na parte inferior do abdômen (laparotomia). Tratamento do sangramento vaginal no início da gravidezEmbora os médicos normalmente recomendem ficar de repouso quando um aborto espontâneo parece possível, não há nenhuma evidência de que ficar de repouso ajude a prevenir o aborto espontâneo. Abster-se de relações sexuais é aconselhável, embora a relação sexual não esteja definitivamente ligada a abortos espontâneos.Se o sangramento for abundante, se a mulher entrar em choque ou se uma gravidez ectópica for provável, uma das primeiras coisas que o médico faz é inserir um cateter grande em uma veia para que o sangue possa ser rapidamente administrado por via intravenosa. Uma cirurgia será realizada imediatamente caso uma gravidez ectópica tenha se rompidoQuando o sangramento é causado por um distúrbio específico, ele é tratado, se possível.Pontos-chaveA causa mais comum de sangramento no início da gravidez é um aborto espontâneo.A causa mais grave de sangramento vaginal é uma gravidez ectópica.Uma gestante deve consultar um médico imediatamente se tiver batimentos cardíacos acelerados, desmaiar ou tiver sensação de desmaio iminente.Os exames de sangue para determinar se o sangue é Rh negativo ou Rh positivo são feitos porque se uma gestante com sangue Rh negativo tiver sangramento vaginal, ela precisa ser tratada com imunoglobulina Rho(D) para impedi-la de produzir anticorpos que podem atacar os glóbulos vermelhos do feto em futuras gestações.Test your KnowledgeTake a Quiz! --- ■ Sangramento vaginalAs neonatas podem apresentar sangramento vaginal durante a primeira semana de vida em razão da suspensão do estrogênio materno após o nascimento. Normalmente o sangramento se resolve após alguns dias. Contudo, o sangramento pré-puberal em uma criança requer avaliação cuidadosa ( Tabela 14-2). Na maioria dos casos o sangramento vaginal em meninas pré--púberes tem origem em causas locais e pode ser esclarecido simplesmente com anamnese e exame físico. Ocasionalmente, haverá necessidade de exame com vaginoscópio sob anestesia para se firmar o diagnóstico, particularmente nos casos com corpo estranho no segmento superior da vagina.
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre sangramentos vaginais em diferentes situações, incluindo a menstruação e outros casos, o que está diretamente relacionado ao pequeno sangramento sem dor mencionado na pergunta. No entanto, não aborda especificamente a questão da gravidez ou outras causas potencias do sangramento, que também poderiam ser relevantes para a interpretação da situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto oferece informações sobre o ciclo menstrual, sangramentos anormais e considerações sobre a gravidez, que podem ser relevantes para entender a causa do sangramento leve sem dor relatado pelo usuário. Portanto, é útil, embora não seja específico para o sangramento em questão.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto fornecido discute questões relacionadas ao ciclo menstrual e possíveis causas para alterações, como sangramentos. Embora não responda diretamente à pergunta sobre um sangramento sem dor, fornece informações relevantes sobre significados de ciclos menstruais alterados e a recomendação de consultar um profissional de saúde, o que ajuda a esclarecer a situação do usuário.", "nota": 2}
{"justificativa": "O contexto aborda questões relacionadas ao ciclo menstrual e possíveis anomalias, incluindo sangramentos entre menstruações. A informação sobre menstruação breve e os sintomas que merecem atenção são relevantes para entender a situação do usuário, que menciona um pequeno sangramento sem dor. Portanto, o contexto oferece informações úteis para responder à pergunta do usuário.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto fornece informações específicas sobre sangramento vaginal no início da gravidez, abordando causas potenciais como aborto espontâneo e gravidez ectópica, que são diretamente relevantes para a situação descrita na pergunta. Isso permite que o LLM ofereça uma resposta informada sobre as possíveis causas do sangramento leve sem dor durante as primeiras semanas de gestação.", "nota": 3}
{"justificativa": "O contexto aborda diferentes causas e características do sangramento vaginal, incluindo aspectos que podem ser relevantes para a situação descrita pelo usuário, como sangramento leve e irregular, assim como referências a disfunções ovulatórias e anormalidades hormonais. No entanto, falta uma conexão direta com a situação atual do usuário, que está apenas questionando sobre um sangramento sem dor. Portanto, a relevância é moderada.', 'nota': 2}
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o sangramento vaginal no início da gravidez, incluindo causas potenciais como aborto espontâneo e gravidez ectópica. Isso é diretamente aplicável à pergunta do usuário, que relata um sangramento leve na gravidez. O texto aborda a natureza do sangramento, seus possíveis significados e quando buscar assistência médica, o que ajudará a formular uma resposta informativa.", "nota": 3}