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1983-06-01 00:00:00
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(Assentos)
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[ "3º" ]
Artigo 2.º (Assentos) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 329-A/95, de 12 de Dezembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas:    - DL n.º 329-A/95, de 12 de Dezembro  Versões anteriores deste artigo:     - 1ª versão: DL n.º 47344/66, de 25 de Novembro
Tema: (Assentos) Artigos relacionados: 3º Artigo 2.º (Assentos) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 329-A/95, de 12 de Dezembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas:    - DL n.º 329-A/95, de 12 de Dezembro  Versões anteriores deste artigo:     - 1ª versão: DL n.º 47344/66, de 25 de Novembro
1983-06-01
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codigo-civil-portugues
3
(Valor jurídico dos usos)
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[ "negócios_juridicos" ]
[ "2º", "4º" ]
Artigo 3.º (Valor jurídico dos usos) 1. Os usos que não forem contrários aos princípios da boa fé são juridicamente atendíveis quando a lei o determine. 2. As normas corporativas prevalecem sobre os usos.
Tema: (Valor jurídico dos usos) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 2º, 4º Artigo 3.º (Valor jurídico dos usos) 1. Os usos que não forem contrários aos princípios da boa fé são juridicamente atendíveis quando a lei o determine. 2. As normas corporativas prevalecem sobre os usos.
1983-06-01
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codigo-civil-portugues
4
(Valor da equidade)
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[ "prescricao" ]
[ "3º", "5º" ]
Artigo 4.º (Valor da equidade) Os tribunais só podem resolver segundo a equidade: a) Quando haja disposição legal que o permita; b) Quando haja acordo das partes e a relação jurídica não seja indisponível; c) Quando as partes tenham previamente convencionado o recurso à equidade, nos termos aplicáveis à cláusula compro...
Tema: (Valor da equidade) Conceitos jurídicos: prescricao Artigos relacionados: 3º, 5º Artigo 4.º (Valor da equidade) Os tribunais só podem resolver segundo a equidade: a) Quando haja disposição legal que o permita; b) Quando haja acordo das partes e a relação jurídica não seja indisponível; c) Quando as partes tenh...
1983-06-01
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codigo-civil-portugues
5
(Começo da v igência da lei)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
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Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[]
[ "4º", "6º" ]
Artigo 5.º (Começo da v igência da lei) 1. A lei só se torna obrigatória depois de publicada no jornal oficial. 2. Entre a publicação e a vigência da lei decorrerá o tempo que a própria lei fixar ou, na falta de fixação, o que for determinado em legislação especial.
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Começo da v igência da lei) Artigos relacionados: 4º, 6º Artigo 5.º (Começo da v igência da lei) 1. A lei só se torna obrigatória depois de publicada no jornal oficial. 2. Entre a publicação e a vigência da lei decorrerá o tempo que a própria l...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
6
(Ignorância ou má interpretação da lei)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
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Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[ "contratos" ]
[ "5º", "7º" ]
Artigo 6.º (Ignorância ou má interpretação da lei) A ignorância ou má interpretação da lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as pessoas das sanções nela estabelecidas.
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Ignorância ou má interpretação da lei) Conceitos jurídicos: contratos Artigos relacionados: 5º, 7º Artigo 6.º (Ignorância ou má interpretação da lei) A ignorância ou má interpretação da lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
7
(Cessação da v igência da lei)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
null
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null
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[ "negócios_juridicos" ]
[ "6º", "8º" ]
Artigo 7.º (Cessação da v igência da lei) 1. Quando se não destine a ter vigência temporária, a lei só deixa de vigorar se for revogada por outra lei. 2. A revogação pode resultar de declaração expressa, da incompatibilidade entre as novas disposições e as regras precedentes ou da circunstância de a nova lei regular to...
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Cessação da v igência da lei) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 6º, 8º Artigo 7.º (Cessação da v igência da lei) 1. Quando se não destine a ter vigência temporária, a lei só deixa de vigorar se for revogada por outra...
1983-06-01
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codigo-civil-portugues
8
(Obrigação de julgar e dever de obediência à lei)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
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null
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[ "direitos_reais", "contratos" ]
[ "7º", "9º" ]
Artigo 8.º (Obrigação de julgar e dever de obediência à lei) 1. O tribunal não pode abster-se de julgar , invocando a falta ou obscuridade da lei ou alegando dúvida insanável acerca dos factos em litígio. 2. O dever de obediência à lei não pode ser afastado sob pretexto de ser injusto ou imoral o conteúdo do preceito l...
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Obrigação de julgar e dever de obediência à lei) Conceitos jurídicos: direitos_reais, contratos Artigos relacionados: 7º, 9º Artigo 8.º (Obrigação de julgar e dever de obediência à lei) 1. O tribunal não pode abster-se de julgar , invocando a f...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
9
(Interpretação da lei)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
null
null
null
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[ "negócios_juridicos", "prescricao" ]
[ "8º", "10º" ]
Artigo 9.º (Interpretação da lei) 1. A interpretação não deve cingir-se à letra da lei, mas reconstituir a partir dos textos o pensamento legislativo, tendo sobretudo em conta a unidade do sistema jurídico, as circunstâncias em que a lei foi elaborada e as condições específicas do tempo em que é aplicada. 2. Não pode, ...
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Interpretação da lei) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos, prescricao Artigos relacionados: 8º, 10º Artigo 9.º (Interpretação da lei) 1. A interpretação não deve cingir-se à letra da lei, mas reconstituir a partir dos textos o pensamento le...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
10
(Integr ação das lacunas da lei)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
null
null
null
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[]
[ "9º", "11º" ]
Artigo 10.º (Integr ação das lacunas da lei) 1. Os casos que a lei não preveja são regulados segundo a norma aplicável aos casos análogos. 2. Há analogia sempre que no caso omisso procedam as razões justificativas da regulamentação do caso previsto na lei. 3. Na falta de caso análogo, a situação é resolvida segundo a n...
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Integr ação das lacunas da lei) Artigos relacionados: 9º, 11º Artigo 10.º (Integr ação das lacunas da lei) 1. Os casos que a lei não preveja são regulados segundo a norma aplicável aos casos análogos. 2. Há analogia sempre que no caso omisso pr...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
11
(Normas excepcionais)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
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Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[]
[ "10º", "12º" ]
Artigo 11.º (Normas excepcionais) As normas excepcionais não comportam aplicação analógica, mas admitem interpretação extensiva.
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Normas excepcionais) Artigos relacionados: 10º, 12º Artigo 11.º (Normas excepcionais) As normas excepcionais não comportam aplicação analógica, mas admitem interpretação extensiva.
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
12
(Aplicação das leis no tempo. Princípio ger al)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
null
null
null
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[]
[ "11º", "13º" ]
Artigo 12.º (Aplicação das leis no tempo. Princípio ger al) 1. A lei só dispõe para o futuro; ainda que lhe seja atribuída eficácia retroactiva, presume-se que ficam ressalvados os efeitos já produzidos pelos factos que a lei se destina a regular . 2. Quando a lei dispõe sobre as condições de validade substancial ou fo...
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Aplicação das leis no tempo. Princípio ger al) Artigos relacionados: 11º, 13º Artigo 12.º (Aplicação das leis no tempo. Princípio ger al) 1. A lei só dispõe para o futuro; ainda que lhe seja atribuída eficácia retroactiva, presume-se que ficam ...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
13
(Aplicação das leis no tempo. Leis interpretativas)
CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
null
null
null
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis
[ "direitos_reais", "contratos" ]
[ "12º", "14º" ]
Artigo 13.º (Aplicação das leis no tempo. Leis interpretativas) 1. A lei interpretativa integra-se na lei interpretada, ficando salvos, porém, os efeitos já produzidos pelo cumprimento da obrigação, por sentença passada em julgado, por transacção, ainda que não homologada, ou por actos de análoga natureza. 2. A desistê...
Capítulo: CAPÍTULO II Vigência, interpretação e aplicação das leis Tema: (Aplicação das leis no tempo. Leis interpretativas) Conceitos jurídicos: direitos_reais, contratos Artigos relacionados: 12º, 14º Artigo 13.º (Aplicação das leis no tempo. Leis interpretativas) 1. A lei interpretativa integra-se na lei interpret...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
14
(Condição jurídica dos estr angeiros)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "13º", "15º" ]
Artigo 14.º (Condição jurídica dos estr angeiros) 1. Os estrangeiros são equiparados aos nacionais quanto ao gozo de direitos civis, salvo disposição legal em contrário. 2. Não são, porém, reconhecidos aos estrangeiros os direitos que, sendo atribuídos pelo respectivo Estado aos seus nacionais, o não sejam aos portugue...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Condição jurídica dos estr angeiros) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 13º, 15º Artigo 14.º (Condição jurídica dos estr angeiros) 1. Os estrangeiros são equiparados aos nacionais qu...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
15
(Qualificações)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[]
[ "14º", "16º" ]
Artigo 15.º (Qualificações) A competência atribuída a uma lei abrange somente as normas que, pelo seu conteúdo e pela função que têm nessa lei, integram o regime do instituto visado na regra de conflitos.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Qualificações) Artigos relacionados: 14º, 16º Artigo 15.º (Qualificações) A competência atribuída a uma lei abrange somente as normas que, pelo seu conteúdo e pela função que têm nessa lei, integram o regi...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
16
(Referência à lei estr angeir a. Princípio ger al)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "15º", "17º" ]
Artigo 16.º (Referência à lei estr angeir a. Princípio ger al) A referência das normas de conflitos a qualquer lei estrangeira determina apenas, na falta de preceito em contrário, a aplicação do direito interno dessa lei.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Referência à lei estr angeir a. Princípio ger al) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 15º, 17º Artigo 16.º (Referência à lei estr angeir a. Princípio ger al) A referência das normas d...
1983-06-01
individual
8a98e011-a4d8-4a45-b686-87f9808177ea
codigo-civil-portugues
17
(Reenv io par a a lei de um terceiro Estado)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "sucessões", "familia", "direitos_reais" ]
[ "16º", "18º" ]
Artigo 17.º (Reenv io par a a lei de um terceiro Estado) 1. Se, porém, o direito internacional privado da lei referida pela norma de conflitos portuguesa remeter para outra legislação e esta se considerar competente para regular o caso, é o direito interno desta legislação que deve ser aplicado. 2. Cessa o disposto no ...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Reenv io par a a lei de um terceiro Estado) Conceitos jurídicos: sucessões, familia, direitos_reais Artigos relacionados: 16º, 18º Artigo 17.º (Reenv io par a a lei de um terceiro Estado) 1. Se, porém, o d...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
18
(Reenv io par a a lei portuguesa)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "17º", "19º" ]
Artigo 18.º (Reenv io par a a lei portuguesa) 1. Se o direito internacional privado da lei designada pela norma de conflitos devolver para o direito interno português, é este o direito aplicável. 2. Quando, porém, se trate de matéria compreendida no estatuto pessoal, a lei portuguesa só é aplicável se o interessado tiv...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Reenv io par a a lei portuguesa) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 17º, 19º Artigo 18.º (Reenv io par a a lei portuguesa) 1. Se o direito internacional privado da lei designada pela...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
19
(Casos em que não é admitido o reenv io)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "negócios_juridicos" ]
[ "18º", "20º" ]
Artigo 19.º (Casos em que não é admitido o reenv io) 1. Cessa o disposto nos dois artigos anteriores, quando da aplicação deles resulte a invalidade ou ineficácia de um negócio jurídico que seria válido ou eficaz segundo a regra fixada no artigo 16.º, ou a ilegitimidade de um estado que de outro modo seria legítimo. 2....
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Casos em que não é admitido o reenv io) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 18º, 20º Artigo 19.º (Casos em que não é admitido o reenv io) 1. Cessa o disposto nos dois artigos ante...
1983-06-01
individual
56eaef9a-55d4-4c0d-9c59-6ecbdc10ebf3
codigo-civil-portugues
20
(Ordenamentos jurídicos plurilegislativos)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "negócios_juridicos", "direitos_reais" ]
[ "19º", "21º" ]
Artigo 20.º (Ordenamentos jurídicos plurilegislativos) 1. Quando, em razão da nacionalidade de certa pessoa, for competente a lei de um Estado em que coexistam diferentes sistemas legislativos locais, é o direito interno desse Estado que fixa em cada caso o sistema aplicável. 2. Na falta de normas de direito interlocal...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Ordenamentos jurídicos plurilegislativos) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos, direitos_reais Artigos relacionados: 19º, 21º Artigo 20.º (Ordenamentos jurídicos plurilegislativos) 1. Quando, em razão d...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
21
(Fraude à lei)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "20º", "22º" ]
Artigo 21.º (Fraude à lei) Na aplicação das normas de conflitos são irrelevantes as situações de facto ou de direito criadas com o intuito fraudulento de evitar a aplicabilidade da lei que, noutras circunstâncias, seria competente
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Fraude à lei) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 20º, 22º Artigo 21.º (Fraude à lei) Na aplicação das normas de conflitos são irrelevantes as situações de facto ou de direito criadas...
1983-06-01
individual
20c2f95a-a2db-4b8b-9e0b-4220b962d252
codigo-civil-portugues
22
(Ordem pública)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "21º", "23º" ]
Artigo 22.º (Ordem pública) 1. Não são aplicáveis os preceitos da lei estrangeira indicados pela norma de conflitos, quando essa aplicação envolva ofensa dos princípios fundamentais da ordem pública internacional do Estado português. 2. São aplicáveis, neste caso, as normas mais apropriadas da legislação estrangeira co...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Ordem pública) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 21º, 23º Artigo 22.º (Ordem pública) 1. Não são aplicáveis os preceitos da lei estrangeira indicados pela norma de conflitos, quando...
1983-06-01
individual
070b763f-562a-46e4-9a7a-0e4e290867ad
codigo-civil-portugues
23
(Interpretação e averiguação do direito estr angeiro)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "22º", "24º" ]
Artigo 23.º (Interpretação e averiguação do direito estr angeiro) 1. A lei estrangeira é interpretada dentro do sistema a que pertence e de acordo com as regras interpretativas nele fixadas. 2. Na impossibilidade de averiguar o conteúdo da lei estrangeira aplicável, recorrer-se-á à lei que for subsidiariamente competen...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Interpretação e averiguação do direito estr angeiro) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 22º, 24º Artigo 23.º (Interpretação e averiguação do direito estr angeiro) 1. A lei estrangeir...
1983-06-01
individual
c6ba2000-0696-425e-8c2c-3c7f1da64e11
codigo-civil-portugues
24
(Actos realizados a bordo)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Disposições gerais
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais
[ "direitos_reais" ]
[ "23º", "25º" ]
Artigo 24.º (Actos realizados a bordo) 1. Aos actos realizados a bordo de navios ou aeronaves, fora dos portos ou aeródromos, é aplicável a lei do lugar da respectiva matrícula, sempre que for competente a lei territorial. 2. Os navios e aeronaves militares consideram-se como parte do território do Estado a que pertenc...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Disposições gerais Tema: (Actos realizados a bordo) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 23º, 25º Artigo 24.º (Actos realizados a bordo) 1. Aos actos realizados a bordo de navios ou aeronaves, fora dos portos o...
1983-06-01
individual
22b151b9-da9d-415b-b714-189abd76fb06
codigo-civil-portugues
25
(Âmbito da lei pessoal)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[]
[ "24º", "26º" ]
Artigo 25.º (Âmbito da lei pessoal) O estado dos indivíduos, a capacidade das pessoas, as relações de família e as sucessões por morte são regulados pela lei pessoal dos respectivos sujeitos, salvas as restrições estabelecidas na presente secção.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Âmbito da lei pessoal) Artigos relacionados: 24º, 26º Artigo 25.º (Âmbito da lei pessoal) O estado dos indivíduos, a capacidade das pessoas, as relações de família e as sucessões por mort...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
26
(Início e termo da personalidade jurídica)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[ "negócios_juridicos", "prescricao" ]
[ "25º", "27º" ]
Artigo 26.º (Início e termo da personalidade jurídica) 1. O início e termo da personalidade jurídica são fixados igualmente pela lei pessoal de cada indivíduo. 2. Quando certo efeito jurídico depender da sobrevivência de uma a outra pessoa e estas tiverem leis pessoais diferentes, se as presunções de sobrevivência dess...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Início e termo da personalidade jurídica) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos, prescricao Artigos relacionados: 25º, 27º Artigo 26.º (Início e termo da personalidade jurídica) 1. O in...
1983-06-01
individual
0673234a-c990-457a-8d12-c1cdbf44b24c
codigo-civil-portugues
27
(Direitos de personalidade)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[ "direitos_reais" ]
[ "26º", "28º" ]
Artigo 27.º (Direitos de personalidade) 1. Aos direitos de personalidade, no que respeita à sua existência e tutela e às restrições impostas ao seu exercício, é também aplicável a lei pessoal. 2. O estrangeiro ou apátrida não goza, porém, de qualquer forma de tutela jurídica que não seja reconhecida na lei portuguesa.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Direitos de personalidade) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 26º, 28º Artigo 27.º (Direitos de personalidade) 1. Aos direitos de personalidade, no que respeita à s...
1983-06-01
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2aa4d6ef-ca79-4519-a842-c3d4158b8fdf
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28
(Desv ios quanto às consequências da incapacidade)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[ "propriedade", "negócios_juridicos", "direitos_reais" ]
[ "27º", "29º" ]
Artigo 28.º (Desv ios quanto às consequências da incapacidade) 1. O negócio jurídico celebrado em P ortugal por pessoa que seja incapaz segundo a lei pessoal competente não pode ser anulado com fundamento na incapacidade no caso de a lei interna portuguesa, se fosse aplicável, considerar essa pessoa como capaz. 2. Esta...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Desv ios quanto às consequências da incapacidade) Conceitos jurídicos: propriedade, negócios_juridicos, direitos_reais Artigos relacionados: 27º, 29º Artigo 28.º (Desv ios quanto às conse...
1983-06-01
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7ce76622-5979-4c8e-a734-104d3ed23901
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29
(Maioridade)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[]
[ "28º", "30º" ]
Artigo 29.º (Maioridade) A mudança da lei pessoal não prejudica a maioridade adquirida segundo a lei pessoal anterior .
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Maioridade) Artigos relacionados: 28º, 30º Artigo 29.º (Maioridade) A mudança da lei pessoal não prejudica a maioridade adquirida segundo a lei pessoal anterior .
1983-06-01
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a95c2d18-6134-4aa9-a2d0-7bfa02b7b1ed
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30
(Tutela e institutos análogos)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[]
[ "29º", "31º" ]
Artigo 30.º (Tutela e institutos análogos) À tutela e institutos análogos de protecção aos incapazes é aplicável a lei pessoal do incapaz.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Tutela e institutos análogos) Artigos relacionados: 29º, 31º Artigo 30.º (Tutela e institutos análogos) À tutela e institutos análogos de protecção aos incapazes é aplicável a lei pessoal...
1983-06-01
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a590cdbf-ccff-4215-b416-a6661918d374
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31
(Determinação da lei pessoal)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[ "negócios_juridicos" ]
[ "30º", "32º" ]
Artigo 31.º (Determinação da lei pessoal) 1. A lei pessoal é a da nacionalidade do indivíduo. 2. São, porém, reconhecidos em P ortugal os negócios jurídicos celebrados no país da residência habitual do declarante, em conformidade com a lei desse país, desde que esta se considere competente.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Determinação da lei pessoal) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 30º, 32º Artigo 31.º (Determinação da lei pessoal) 1. A lei pessoal é a da nacionalidade do indi...
1983-06-01
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dbfed03a-a013-485f-94ea-30278673815a
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32
(Apátridas)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[]
[ "31º", "33º" ]
Artigo 32.º (Apátridas) 1 - A lei pessoal do apátrida é a do lugar onde ele tiver a sua residência habitual. 2 - A lei pessoal do apátrida é, porém, a do seu domicílio legal quando o apátrida seja menor ou quando seja maior acompanhado com domicílio legal determinado por sentença. 3. Na falta de residência habitual, é ...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Apátridas) Artigos relacionados: 31º, 33º Artigo 32.º (Apátridas) 1 - A lei pessoal do apátrida é a do lugar onde ele tiver a sua residência habitual. 2 - A lei pessoal do apátrida é, por...
1983-06-01
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aa450cc7-3372-4b37-9a26-7b6561d3ae51
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33
(Pessoas colectivas)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[ "responsabilidade", "direitos_reais" ]
[ "32º", "34º" ]
Artigo 33.º (Pessoas colectivas) 1. A pessoa colectiva tem como lei pessoal a lei do Estado onde se encontra situada a sede principal e efectiva da sua administração. 2. À lei pessoal compete especialmente regular: a capacidade da pessoa colectiva; a constituição, funcionamento e competência dos seus órgãos; os modos d...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Pessoas colectivas) Conceitos jurídicos: responsabilidade, direitos_reais Artigos relacionados: 32º, 34º Artigo 33.º (Pessoas colectivas) 1. A pessoa colectiva tem como lei pessoal a lei ...
1983-06-01
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6b10e517-9800-45d2-92ba-18a6d2da1bcc
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34
(Pessoas colectivas internacionais)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal
[ "negócios_juridicos" ]
[ "33º", "35º" ]
Artigo 34.º (Pessoas colectivas internacionais) A lei pessoal das pessoas colectivas internacionais é a designada na convenção que as criou ou nos respectivos estatutos e, na falta de designação, a do país onde estiver a sede principal. SUBSECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO I Âmbito e determinação da lei pessoal Tema: (Pessoas colectivas internacionais) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 33º, 35º Artigo 34.º (Pessoas colectivas internacionais) A lei pessoal das pessoas colecti...
1983-06-01
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eab433d7-d30e-4613-a6cd-2d733489cd7a
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35
(Declar ação negocial)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
[ "negócios_juridicos" ]
[ "34º", "36º" ]
Artigo 35.º (Declar ação negocial) 1. A perfeição, interpretação e integração da declaração negocial são reguladas pela lei aplicável à substância do negócio, a qual é igualmente aplicável à falta e vícios da vontade. 2. O valor de um comportamento como declaração negocial é determinado pela lei da residência habitual ...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos Tema: (Declar ação negocial) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 34º, 36º Artigo 35.º (Declar ação negocial) 1. A perfeição, interpretação e integração da declaração ...
1983-06-01
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36
(Forma da declar ação)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
[ "negócios_juridicos" ]
[ "35º", "37º" ]
Artigo 36.º (Forma da declar ação) 1. A forma da declaração negocial é regulada pela lei aplicável à substância do negócio; é, porém, suficiente a observância da lei em vigor no lugar em que é feita a declaração, salvo se a lei reguladora da substância do negócio exigir , sob pena de nulidade ou ineficácia, a observânc...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos Tema: (Forma da declar ação) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 35º, 37º Artigo 36.º (Forma da declar ação) 1. A forma da declaração negocial é regulada pela lei apl...
1983-06-01
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79398021-08a1-4324-a9c0-bc11a0fd1c80
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37
(Representação legal)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
[]
[ "36º", "38º" ]
Artigo 37.º (Representação legal) A representação legal está sujeita à lei reguladora da relação jurídica de que nasce o poder representativo.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos Tema: (Representação legal) Artigos relacionados: 36º, 38º Artigo 37.º (Representação legal) A representação legal está sujeita à lei reguladora da relação jurídica de que nasce o poder repres...
1983-06-01
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d5267dc0-2c42-44d3-a20b-82f725d7cc1d
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38
(Representação orgânica)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
[]
[ "37º", "39º" ]
Artigo 38.º (Representação orgânica) A representação da pessoa colectiva por intermédio dos seus órgãos é regulada pela respectiva lei pessoal.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos Tema: (Representação orgânica) Artigos relacionados: 37º, 39º Artigo 38.º (Representação orgânica) A representação da pessoa colectiva por intermédio dos seus órgãos é regulada pela respectiva...
1983-06-01
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39
(Representação voluntária)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
[]
[ "38º", "40º" ]
Artigo 39.º (Representação voluntária) 1. A representação voluntária é regulada, quanto à existência, extensão, modificação, efeitos e extinção dos poderes representativos, pela lei do Estado em que os poderes são exercidos. 2. Porém, se o representante exercer os poderes representativos em país diferente daquele que o...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos Tema: (Representação voluntária) Artigos relacionados: 38º, 40º Artigo 39.º (Representação voluntária) 1. A representação voluntária é regulada, quanto à existência, extensão, modificação, efe...
1983-06-01
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23727cb8-1494-4b33-a426-cd0a06b913e7
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40
(Prescrição e caducidade)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos
[ "prescricao", "direitos_reais" ]
[ "39º", "41º" ]
Artigo 40.º (Prescrição e caducidade) A prescrição e a caducidade são reguladas pela lei aplicável ao direito a que uma ou outra se refere. SUBSECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO II Lei reguladora dos negócios jurídicos Tema: (Prescrição e caducidade) Conceitos jurídicos: prescricao, direitos_reais Artigos relacionados: 39º, 41º Artigo 40.º (Prescrição e caducidade) A prescrição e a caducidade são reguladas p...
1983-06-01
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d68e2eb8-b0bf-4801-91c4-e4291263b224
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41
(Obrigações provenientes de negócios jurídicos)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
[ "propriedade", "negócios_juridicos", "direitos_reais" ]
[ "40º", "42º" ]
Artigo 41.º (Obrigações provenientes de negócios jurídicos) 1. As obrigações provenientes de negócio jurídico, assim como a própria substância dele, são reguladas pela lei que os respectivos sujeitos tiverem designado ou houverem tido em vista. 2. A designação ou referência das partes só pode, todavia, recair sobre lei...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações Tema: (Obrigações provenientes de negócios jurídicos) Conceitos jurídicos: propriedade, negócios_juridicos, direitos_reais Artigos relacionados: 40º, 42º Artigo 41.º (Obrigações provenientes de negóc...
1983-06-01
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250a10a2-b6ca-4862-afac-82be9c4caccc
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42
(Critério supletivo)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
[ "negócios_juridicos", "contratos" ]
[ "41º", "43º" ]
Artigo 42.º (Critério supletivo) 1. Na falta de determinação da lei competente, atende-se, nos negócios jurídicos unilaterais, à lei da residência habitual do declarante e, nos contratos, à lei da residência habitual comum das partes. 2. Na falta de residência comum, é aplicável, nos contratos gratuitos, a lei da resid...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações Tema: (Critério supletivo) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos, contratos Artigos relacionados: 41º, 43º Artigo 42.º (Critério supletivo) 1. Na falta de determinação da lei competente, atende-se,...
1983-06-01
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43
(Gestão de negócios)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
[ "negócios_juridicos" ]
[ "42º", "44º" ]
Artigo 43.º (Gestão de negócios) À gestão de negócios é aplicável a lei do lugar em que decorre a principal actividade do gestor .
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações Tema: (Gestão de negócios) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 42º, 44º Artigo 43.º (Gestão de negócios) À gestão de negócios é aplicável a lei do lugar em que decorre a pri...
1983-06-01
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44
(Enriquecimento sem causa)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
[]
[ "43º", "45º" ]
Artigo 44.º (Enriquecimento sem causa) O enriquecimento sem causa é regulado pela lei com base na qual se verificou a transferência do valor patrimonial a favor do enriquecido.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações Tema: (Enriquecimento sem causa) Artigos relacionados: 43º, 45º Artigo 44.º (Enriquecimento sem causa) O enriquecimento sem causa é regulado pela lei com base na qual se verificou a transferência do ...
1983-06-01
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d5abdcfe-cd40-43a3-9b22-37f3cd8c185a
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45
(Responsabilidade extr acontr atual)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações
[ "responsabilidade" ]
[ "44º", "46º" ]
Artigo 45.º (Responsabilidade extr acontr atual) 1. A responsabilidade extracontratual fundada, quer em acto ilícito, quer no risco ou em qualquer conduta lícita, é regulada pela lei do Estado onde decorreu a principal actividade causadora do prejuízo; em caso de responsabilidade por omissão, é aplicável a lei do lugar...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO III Lei reguladora das obrigações Tema: (Responsabilidade extr acontr atual) Conceitos jurídicos: responsabilidade Artigos relacionados: 44º, 46º Artigo 45.º (Responsabilidade extr acontr atual) 1. A responsabilidade extracontratual ...
1983-06-01
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46
(Direitos reais)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas
[ "propriedade", "direitos_reais" ]
[ "45º", "47º" ]
Artigo 46.º (Direitos reais) 1. O regime da posse, propriedade e demais direitos reais é definido pela lei do Estado em cujo território as coisas se encontrem situadas. 2. Em tudo quanto respeita à constituição ou transferência de direitos reais sobre coisas em trânsito, são estas havidas como situadas no país do desti...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas Tema: (Direitos reais) Conceitos jurídicos: propriedade, direitos_reais Artigos relacionados: 45º, 47º Artigo 46.º (Direitos reais) 1. O regime da posse, propriedade e demais direitos reais é definido pel...
1983-06-01
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8bbdd851-5115-4e93-a86e-df83309541f4
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47
(Capacidade par a constituir direitos reais sobre coisas imóveis ou dispor deles)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas
[ "direitos_reais" ]
[ "46º", "48º" ]
Artigo 47.º (Capacidade par a constituir direitos reais sobre coisas imóveis ou dispor deles) É igualmente definida pela lei da situação da coisa a capacidade para constituir direitos reais sobre coisas imóveis ou para dispor deles, desde que essa lei assim o determine; de contrário, é aplicável a lei pessoal.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas Tema: (Capacidade par a constituir direitos reais sobre coisas imóveis ou dispor deles) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 46º, 48º Artigo 47.º (Capacidade par a constituir direitos...
1983-06-01
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948e99d4-02ae-4e7b-99d5-cfecfee2f448
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48
(Propriedade intelectual)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas
[ "propriedade", "direitos_reais" ]
[ "47º", "49º" ]
Artigo 48.º (Propriedade intelectual) 1. Os direitos de autor são regulados pela lei do lugar da primeira publicação da obra e, não estando esta publicada, pela lei pessoal do autor , sem prejuízo do disposto em legislação especial. 2. A propriedade industrial é regulada pela lei do país da sua criação. SUBSECÇÃO V Lei...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO IV Lei reguladora das coisas Tema: (Propriedade intelectual) Conceitos jurídicos: propriedade, direitos_reais Artigos relacionados: 47º, 49º Artigo 48.º (Propriedade intelectual) 1. Os direitos de autor são regulados pela lei do luga...
1983-06-01
individual
d3df5fe9-3321-4d04-b18f-4f6ef5e80fc8
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49
(Capacidade par a contr air casamento ou celebr ar convenções antenupciais)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia", "negócios_juridicos" ]
[ "48º", "50º" ]
Artigo 49.º (Capacidade par a contr air casamento ou celebr ar convenções antenupciais) A capacidade para contrair casamento ou celebrar a convenção antenupcial é regulada, em relação a cada nubente, pela respectiva lei pessoal, à qual compete ainda definir o regime da falta e dos vícios da vontade dos contraentes.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Capacidade par a contr air casamento ou celebr ar convenções antenupciais) Conceitos jurídicos: familia, negócios_juridicos Artigos relacionados: 48º, 50º Artigo 49.º (Capacidade par a ...
1983-06-01
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b8bfded9-a886-49e0-8161-c24f0855efe2
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50
(Forma do casamento)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "49º", "51º" ]
Artigo 50.º (Forma do casamento) A forma do casamento é regulada pela lei do Estado em que o acto é celebrado, salvo o disposto no artigo seguinte.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Forma do casamento) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 49º, 51º Artigo 50.º (Forma do casamento) A forma do casamento é regulada pela lei do Estado em que o acto é celeb...
1983-06-01
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6413b65a-9782-4dc0-85cd-bd43051c9895
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51
(Desv ios)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia", "prescricao" ]
[ "50º", "52º" ]
ARTIGO 51.º (Desv ios) 1. O casamento de dois estrangeiros em P ortugal pode ser celebrado segundo a forma prescrita na lei nacional de qualquer dos contraentes, perante os respectivos agentes diplomáticos ou consulares, desde que igual competência seja reconhecida por essa lei aos agentes diplomáticos e consulares por...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Desv ios) Conceitos jurídicos: familia, prescricao Artigos relacionados: 50º, 52º ARTIGO 51.º (Desv ios) 1. O casamento de dois estrangeiros em P ortugal pode ser celebrado segundo a fo...
1983-06-01
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83a47749-66c7-4898-b700-cfd508570300
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(Relações entre os cônjuges)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[]
[ "51º", "53º" ]
Artigo 52.º (Relações entre os cônjuges) 1. Salvo o disposto no artigo seguinte, as relações entre os cônjuges são reguladas pela lei nacional comum. 2. Não tendo os cônjuges a mesma nacionalidade, é aplicável a lei da sua residência habitual comum e, na falta desta, a lei do país com o qual a vida familiar se ache mai...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Relações entre os cônjuges) Artigos relacionados: 51º, 53º Artigo 52.º (Relações entre os cônjuges) 1. Salvo o disposto no artigo seguinte, as relações entre os cônjuges são reguladas p...
1983-06-01
individual
a0eb9742-49fb-4178-a86c-9d5fed8b47d4
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53
(Convenções antenupciais e regime de bens)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "52º", "54º" ]
Artigo 53.º (Convenções antenupciais e regime de bens) 1. A substância e efeitos das convenções antenupciais e do regime de bens, legal ou convencional, são definidos pela lei nacional dos nubentes ao tempo da celebração do casamento. 2. Não tendo os nubentes a mesma nacionalidade, é aplicável a lei da sua residência h...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Convenções antenupciais e regime de bens) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 52º, 54º Artigo 53.º (Convenções antenupciais e regime de bens) 1. A substância e efeitos da...
1983-06-01
individual
c7f4c76c-d3ae-4b59-86a1-08cb4b474d89
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54
(Modificações do regime de bens)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "prescricao" ]
[ "53º", "55º" ]
Artigo 54.º (Modificações do regime de bens) 1. Aos cônjuges é permitido modificar o regime de bens, legal ou convencional, se a tal forem autorizados pela lei competente nos termos do artigo 52.º 2. A nova convenção em caso nenhum terá efeito retroactivo em prejuízo de terceiro.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Modificações do regime de bens) Conceitos jurídicos: prescricao Artigos relacionados: 53º, 55º Artigo 54.º (Modificações do regime de bens) 1. Aos cônjuges é permitido modificar o regim...
1983-06-01
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b1ce8705-8c42-45f8-955e-9f594a390547
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55
(Separ ação judicial de pessoas e bens e divórcio)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "54º", "56º" ]
Artigo 55.º (Separ ação judicial de pessoas e bens e divórcio) 1. À separação judicial de pessoas e bens e ao divórcio é aplicável o disposto no artigo 52.º 2. Se, porém, na constância do matrimónio houver mudança da lei competente, só pode fundamentar a separação ou o divórcio algum facto relevante ao tempo da sua ver...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Separ ação judicial de pessoas e bens e divórcio) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 54º, 56º Artigo 55.º (Separ ação judicial de pessoas e bens e divórcio) 1. À separaç...
1983-06-01
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2f4f56a9-fd45-46f5-94f4-8ac95e1e5376
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56
(Constituição da filiação)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "55º", "57º" ]
Artigo 56.º (Constituição da filiação) 1. À constituição da filiação é aplicável a lei pessoal do progenitor à data do estabelecimento da relação. 2. Tratando-se de filho de mulher casada, a constituição da filiação relativamente ao pai é regulada pela lei nacional comum da mãe e do marido; na falta desta, é aplicável ...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Constituição da filiação) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 55º, 57º Artigo 56.º (Constituição da filiação) 1. À constituição da filiação é aplicável a lei pessoal do p...
1983-06-01
individual
20c12078-87b3-4170-af52-069fe98fa38e
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57
(Relações entre pais e filhos)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "56º", "58º" ]
Artigo 57.º (Relações entre pais e filhos) 1. As relações entre pais e filhos são reguladas pela lei nacional comum dos pais e, na falta desta, pela lei da sua residência habitual comum; se os pais residirem habitualmente em Estados diferentes, é aplicável a lei pessoal do filho. 2. Se a filiação apenas se achar estabe...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Relações entre pais e filhos) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 56º, 58º Artigo 57.º (Relações entre pais e filhos) 1. As relações entre pais e filhos são reguladas pel...
1983-06-01
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95d2f8ea-1eef-4318-a73c-c32bb9a3eeb1
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58
(Legitimação)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[]
[ "57º", "59º" ]
Artigo 58.º (Legitimação) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de Novembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas:    - DL n.º 496/77, de 25 de Novembro  Versões anteriores deste artigo:     - 1ª versão: DL n.º 47344/66, de 25 de Novembro
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Legitimação) Artigos relacionados: 57º, 59º Artigo 58.º (Legitimação) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de Novembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes dipl...
1983-06-01
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895f7b8c-7126-4b88-9c40-9c2c04c035a9
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59
(Filiação ilegítima)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "58º", "60º" ]
Artigo 59.º (Filiação ilegítima) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de Novembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas:    - DL n.º 496/77, de 25 de Novembro  Versões anteriores deste artigo:     - 1ª versão: DL n.º 47344/66, de 25 de Novembro
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Filiação ilegítima) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 58º, 60º Artigo 59.º (Filiação ilegítima) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de Novembro).   Contém as a...
1983-06-01
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1164843c-39ac-47ab-9f69-aaaad276de03
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60
(Filiação adoptiva)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia", "direitos_reais" ]
[ "59º", "61º" ]
Artigo 60.º (Filiação adoptiva) 1. À constituição da filiação adoptiva é aplicável a lei pessoal do adoptante, sem prejuízo do disposto no número seguinte. 2. Se a adopção for realizada por marido e mulher ou o adoptando for filho do cônjuge do adoptante, é competente a lei nacional comum dos cônjuges e, na falta desta...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Filiação adoptiva) Conceitos jurídicos: familia, direitos_reais Artigos relacionados: 59º, 61º Artigo 60.º (Filiação adoptiva) 1. À constituição da filiação adoptiva é aplicável a lei p...
1983-06-01
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179453fb-7596-48fd-a5e6-e4ac2ec26e17
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61
(Requisitos especiais da perfilhação ou adopção)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família
[ "familia" ]
[ "60º", "62º" ]
Artigo 61.º (Requisitos especiais da perfilhação ou adopção) 1. Se, como requisito da perfilhação ou adopção, a lei pessoal do perfilhando ou adoptando exigir o consentimento deste, será a exigência respeitada. 2. Será igualmente respeitada a exigência do consentimento de terceiro a quem o interessado esteja ligado por...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO V Lei reguladora das relações de família Tema: (Requisitos especiais da perfilhação ou adopção) Conceitos jurídicos: familia Artigos relacionados: 60º, 62º Artigo 61.º (Requisitos especiais da perfilhação ou adopção) 1. Se, como requ...
1983-06-01
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4bc1d4c4-43d2-42c5-a689-744a74285aee
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62
(Lei competente)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
[ "sucessões" ]
[ "61º", "63º" ]
Artigo 62.º (Lei competente) A sucessão por morte é regulada pela lei pessoal do autor da sucessão ao tempo do falecimento deste, competindo-lhe também definir os poderes do administrador da herança e do executor testamentário.
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões Tema: (Lei competente) Conceitos jurídicos: sucessões Artigos relacionados: 61º, 63º Artigo 62.º (Lei competente) A sucessão por morte é regulada pela lei pessoal do autor da sucessão ao tempo do falec...
1983-06-01
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79086e9a-86ce-411c-afc2-56e7986e1e08
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63
(Capacidade de disposição)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
[ "negócios_juridicos", "prescricao" ]
[ "62º", "64º" ]
Artigo 63.º (Capacidade de disposição) 1. A capacidade para fazer , modificar ou revogar uma disposição por morte, bem como as exigências de forma especial das disposições por virtude da idade do disponente, são reguladas pela lei pessoal do autor ao tempo da declaração. 2. Aquele que, depois de ter feito a disposição,...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões Tema: (Capacidade de disposição) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos, prescricao Artigos relacionados: 62º, 64º Artigo 63.º (Capacidade de disposição) 1. A capacidade para fazer , modificar ou revo...
1983-06-01
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9ae8dca4-d2ef-4f7c-8d1f-b2afa55dc4f6
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64
(Interpretação das disposições; falta e vícios da vontade)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
[ "sucessões", "negócios_juridicos" ]
[ "63º", "65º" ]
Artigo 64.º (Interpretação das disposições; falta e vícios da vontade) É a lei pessoal do autor da herança ao tempo da declaração que regula: a) A interpretação das respectivas cláusulas e disposições, salvo se houver referência expressa ou implícita a outra lei; b) A falta e vícios da vontade; c) A admissibilidade de ...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões Tema: (Interpretação das disposições; falta e vícios da vontade) Conceitos jurídicos: sucessões, negócios_juridicos Artigos relacionados: 63º, 65º Artigo 64.º (Interpretação das disposições; falta e ví...
1983-06-01
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b9561670-d1d5-45da-8951-019804ada603
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65
(Forma)
CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis
null
null
SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões
[ "sucessões", "negócios_juridicos" ]
[ "64º", "66º" ]
Artigo 65.º (Forma) 1. As disposições por morte, bem como a sua revogação ou modificação, serão válidas, quanto à forma, se corresponderem às prescrições da lei do lugar onde o acto for celebrado, ou às da lei pessoal do autor da herança, quer no momento da declaração, quer no momento da morte, ou ainda às prescrições ...
Capítulo: CAPÍTULO III Direitos dos estrangeiros e conflitos de leis | Seção: SECÇÃO VI Lei reguladora das sucessões Tema: (Forma) Conceitos jurídicos: sucessões, negócios_juridicos Artigos relacionados: 64º, 66º Artigo 65.º (Forma) 1. As disposições por morte, bem como a sua revogação ou modificação, serão válidas, ...
1983-06-01
individual
1b268002-f500-40ce-8680-aa06dcd6369f
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66
(Começo da personalidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
[ "direitos_reais" ]
[ "65º", "67º" ]
Artigo 66.º (Começo da personalidade) 1. A personalidade adquire-se no momento do nascimento completo e com vida. 2. Os direitos que a lei reconhece aos nascituros dependem do seu nascimento.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica Tema: (Começo da personalidade) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 65º, 67º Artigo 66.º (Começo da personalidade) 1. A personalidade adquire-se no momento do nascimento completo e com vida. 2. Os direi...
1983-06-01
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4faf624c-f042-465a-8ff3-2416d8c71f59
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67
(Capacidade jurídica)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
[]
[ "66º", "68º" ]
Artigo 67.º (Capacidade jurídica) As pessoas podem ser sujeitos de quaisquer relações jurídicas, salvo disposição legal em contrário: nisto consiste a sua capacidade jurídica.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica Tema: (Capacidade jurídica) Artigos relacionados: 66º, 68º Artigo 67.º (Capacidade jurídica) As pessoas podem ser sujeitos de quaisquer relações jurídicas, salvo disposição legal em contrário: nisto consiste a sua capacidade...
1983-06-01
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68
(Termo da personalidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
[ "negócios_juridicos", "prescricao" ]
[ "67º", "69º" ]
Artigo 68.º (Termo da personalidade) 1. A personalidade cessa com a morte. 2. Quando certo efeito jurídico depender da sobrevivência de uma a outra pessoa, presume-se, em caso de dúvida, que uma e outra faleceram ao mesmo tempo. 3. Tem-se por falecida a pessoa cujo cadáver não foi encontrado ou reconhecido, quando o de...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica Tema: (Termo da personalidade) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos, prescricao Artigos relacionados: 67º, 69º Artigo 68.º (Termo da personalidade) 1. A personalidade cessa com a morte. 2. Quando certo efeito jurídico dep...
1983-06-01
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ce449a43-5493-48f2-bf30-c366ad0afce5
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69
(Renúncia à capacidade jurídica)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica
[ "direitos_reais" ]
[ "68º", "70º" ]
Artigo 69.º (Renúncia à capacidade jurídica) Ninguém pode renunciar , no todo ou em parte, à sua capacidade jurídica. SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Personalidade e capacidade jurídica Tema: (Renúncia à capacidade jurídica) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 68º, 70º Artigo 69.º (Renúncia à capacidade jurídica) Ninguém pode renunciar , no todo ou em parte, à sua capacidade jurídica. ...
1983-06-01
individual
6dd65f4c-d3e8-47b6-8bd4-5bb431eda5f6
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70
(Tutela ger al da personalidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "responsabilidade" ]
[ "69º", "71º" ]
Artigo 70.º (Tutela ger al da personalidade) 1. A lei protege os indivíduos contra qualquer ofensa ilícita ou ameaça de ofensa à sua personalidade física ou moral. 2. Independentemente da responsabilidade civil a que haja lugar , a pessoa ameaçada ou ofendida pode requerer as providências adequadas às circunstâncias do...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Tutela ger al da personalidade) Conceitos jurídicos: responsabilidade Artigos relacionados: 69º, 71º Artigo 70.º (Tutela ger al da personalidade) 1. A lei protege os indivíduos contra qualquer ofensa ilícita ou ameaça de ofens...
1983-06-01
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8edaccad-d1d2-455c-bb41-c6aa1833978a
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71
(Ofensa a pessoas já falecidas)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "sucessões", "direitos_reais" ]
[ "70º", "72º" ]
Artigo 71.º (Ofensa a pessoas já falecidas) 1. Os direitos de personalidade gozam igualmente de protecção depois da morte do respectivo titular . 2. Tem legitimidade, neste caso, para requerer as providências previstas no n.º 2 do artigo anterior o cônjuge sobrevivo ou qualquer descendente, ascendente, irmão, sobrinho ...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Ofensa a pessoas já falecidas) Conceitos jurídicos: sucessões, direitos_reais Artigos relacionados: 70º, 72º Artigo 71.º (Ofensa a pessoas já falecidas) 1. Os direitos de personalidade gozam igualmente de protecção depois da m...
1983-06-01
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264c5338-5862-4dc8-8dd8-d2cc7a54eba5
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72
(Direito ao nome)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "direitos_reais" ]
[ "71º", "73º" ]
Artigo 72.º (Direito ao nome) 1. Toda a pessoa tem direito a usar o seu nome, completo ou abreviado, e a opor-se a que outrem o use ilicitamente para sua identificação ou outros fins. 2. O titular do nome não pode, todavia, especialmente no exercício de uma actividade profissional, usá-lo de modo a prejudicar os intere...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Direito ao nome) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 71º, 73º Artigo 72.º (Direito ao nome) 1. Toda a pessoa tem direito a usar o seu nome, completo ou abreviado, e a opor-se a que outrem o use ilicitamen...
1983-06-01
individual
8a714e5e-a38f-4175-9b28-70ac748b7462
codigo-civil-portugues
73
(Legitimidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[]
[ "72º", "74º" ]
Artigo 73.º (Legitimidade) As acções relativas à defesa do nome podem ser exercidas não só pelo respectivo titular , como, depois da morte dele, pelas pessoas referidas no n.º 2 do artigo 71.º
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Legitimidade) Artigos relacionados: 72º, 74º Artigo 73.º (Legitimidade) As acções relativas à defesa do nome podem ser exercidas não só pelo respectivo titular , como, depois da morte dele, pelas pessoas referidas no n.º 2 do ...
1983-06-01
individual
0041506b-d232-4679-9743-952e7be49590
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74
(Pseudónimo)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[]
[ "73º", "75º" ]
Artigo 74.º (Pseudónimo) O pseudónimo, quando tenha notoriedade, goza da protecção conferida ao próprio nome.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Pseudónimo) Artigos relacionados: 73º, 75º Artigo 74.º (Pseudónimo) O pseudónimo, quando tenha notoriedade, goza da protecção conferida ao próprio nome.
1983-06-01
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d689271f-0e58-4719-86a0-aac7d58b4b75
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75
(Cartas-missivas confidenciais)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[]
[ "74º", "76º" ]
Artigo 75.º (Cartas-missivas confidenciais) 1. O destinatário de carta-missiva de natureza confidencial deve guardar reserva sobre o seu conteúdo, não lhe sendo lícito aproveitar os elementos de informação que ela tenha levado ao seu conhecimento. 2. Morto o destinatário, pode a restituição da carta confidencial ser or...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Cartas-missivas confidenciais) Artigos relacionados: 74º, 76º Artigo 75.º (Cartas-missivas confidenciais) 1. O destinatário de carta-missiva de natureza confidencial deve guardar reserva sobre o seu conteúdo, não lhe sendo líc...
1983-06-01
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89bb457f-2a65-4ed9-bc27-395ea81b07bd
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76
(Publicação de cartas confidenciais)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[]
[ "75º", "77º" ]
Artigo 76.º (Publicação de cartas confidenciais) 1. As cartas-missivas confidenciais só podem ser publicadas com o consentimento do seu autor ou com o suprimento judicial desse consentimento; mas não há lugar ao suprimento quando se trate de utilizar as cartas como documento literário, histórico ou biográfico. 2. Depoi...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Publicação de cartas confidenciais) Artigos relacionados: 75º, 77º Artigo 76.º (Publicação de cartas confidenciais) 1. As cartas-missivas confidenciais só podem ser publicadas com o consentimento do seu autor ou com o suprimen...
1983-06-01
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3dccc094-5078-4a8d-bb35-cfd9a3697c59
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77
(Memórias familiares e outros escritos confidenciais)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[]
[ "76º", "78º" ]
Artigo 77.º (Memórias familiares e outros escritos confidenciais) O disposto no artigo anterior é aplicável, com as necessárias adaptações, às memórias familiares e pessoais e a outros escritos que tenham carácter confidencial ou se refiram à intimidade da vida privada.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Memórias familiares e outros escritos confidenciais) Artigos relacionados: 76º, 78º Artigo 77.º (Memórias familiares e outros escritos confidenciais) O disposto no artigo anterior é aplicável, com as necessárias adaptações, às...
1983-06-01
individual
1a92f4b5-e383-415e-a8d5-3284eab93712
codigo-civil-portugues
78
(Cartas-missivas não confidenciais)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "prescricao" ]
[ "77º", "79º" ]
Artigo 78.º (Cartas-missivas não confidenciais) O destinatário de carta não confidencial só pode usar dela em termos que não contrariem a expectativa do autor .
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Cartas-missivas não confidenciais) Conceitos jurídicos: prescricao Artigos relacionados: 77º, 79º Artigo 78.º (Cartas-missivas não confidenciais) O destinatário de carta não confidencial só pode usar dela em termos que não con...
1983-06-01
individual
a1eaec16-f508-471f-9012-e62fb67c21e1
codigo-civil-portugues
79
(Direito à imagem)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "direitos_reais" ]
[ "78º", "80º" ]
Artigo 79.º (Direito à imagem) 1. O retrato de uma pessoa não pode ser exposto, reproduzido ou lançado no comércio sem o consentimento dela; depois da morte da pessoa retratada, a autorização compete às pessoas designadas no n.º 2 do artigo 71.º, segundo a ordem nele indicada. 2. Não é necessário o consentimento da pes...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Direito à imagem) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 78º, 80º Artigo 79.º (Direito à imagem) 1. O retrato de uma pessoa não pode ser exposto, reproduzido ou lançado no comércio sem o consentimento dela; ...
1983-06-01
individual
7d3b2d4d-38e7-4d9c-b799-c2b1f67982af
codigo-civil-portugues
80
(Direito à reserva sobre a intimidade da v ida privada)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "direitos_reais" ]
[ "79º", "81º" ]
Artigo 80.º (Direito à reserva sobre a intimidade da v ida privada) 1. Todos devem guardar reserva quanto à intimidade da vida privada de outrem. 2. A extensão da reserva é definida conforme a natureza do caso e a condição das pessoas.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Direito à reserva sobre a intimidade da v ida privada) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 79º, 81º Artigo 80.º (Direito à reserva sobre a intimidade da v ida privada) 1. Todos devem guardar reserva quant...
1983-06-01
individual
501d207c-7a73-4839-b576-e989d1e9a578
codigo-civil-portugues
81
(Limitação voluntária dos direitos de personalidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Direitos de personalidade
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade
[ "direitos_reais", "contratos" ]
[ "80º", "82º" ]
Artigo 81.º (Limitação voluntária dos direitos de personalidade) 1. Toda a limitação voluntária ao exercício dos direitos de personalidade é nula, se for contrária aos princípios da ordem pública. 2. A limitação voluntária, quando legal, é sempre revogável, ainda que com obrigação de indemnizar os prejuízos causados às...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Direitos de personalidade Tema: (Limitação voluntária dos direitos de personalidade) Conceitos jurídicos: direitos_reais, contratos Artigos relacionados: 80º, 82º Artigo 81.º (Limitação voluntária dos direitos de personalidade) 1. Toda a limitação voluntária ...
1983-06-01
individual
05c7cba9-5ebb-4eb8-9b90-7eff57765d2b
codigo-civil-portugues
82
(Domicílio voluntário ger al)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[]
[ "81º", "83º" ]
Artigo 82.º (Domicílio voluntário ger al) 1. A pessoa tem domicílio no lugar da sua residência habitual; se residir alternadamente, em diversos lugares, tem-se por domiciliada em qualquer deles. 2. Na falta de residência habitual, considera-se domiciliada no lugar da sua residência ocasional ou, se esta não puder ser d...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: (Domicílio voluntário ger al) Artigos relacionados: 81º, 83º Artigo 82.º (Domicílio voluntário ger al) 1. A pessoa tem domicílio no lugar da sua residência habitual; se residir alternadamente, em diversos lugares, tem-se por domiciliada em qu...
1983-06-01
individual
2e20440a-a3b0-4512-86a4-a3b6bccb510e
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83
(Domicílio profissional)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[]
[ "82º", "84º" ]
Artigo 83.º (Domicílio profissional) 1. A pessoa que exerce uma profissão tem, quanto às relações que a esta se referem, domicílio profissional no lugar onde a profissão é exercida. 2. Se exercer a profissão em lugares diversos, cada um deles constitui domicílio para as relações que lhe correspondem.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: (Domicílio profissional) Artigos relacionados: 82º, 84º Artigo 83.º (Domicílio profissional) 1. A pessoa que exerce uma profissão tem, quanto às relações que a esta se referem, domicílio profissional no lugar onde a profissão é exercida. 2. S...
1983-06-01
individual
89243bca-3764-479d-8e3f-7ebf4d3d9e6e
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84
(Domicílio electivo)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[ "negócios_juridicos" ]
[ "83º", "85º" ]
Artigo 84.º (Domicílio electivo) É permitido estipular domicílio particular para determinados negócios, contanto que a estipulação seja reduzida a escrito.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: (Domicílio electivo) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 83º, 85º Artigo 84.º (Domicílio electivo) É permitido estipular domicílio particular para determinados negócios, contanto que a estipulação seja reduzida a esc...
1983-06-01
individual
784384a4-3972-43ee-b5b1-9bf78aaf86e4
codigo-civil-portugues
85
Domicílio legal dos menores e dos maiores acompanhados
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[]
[ "84º", "86º" ]
Artigo 85.º Domicílio legal dos menores e dos maiores acompanhados 1. O menor tem domicílio no lugar da residência da família; se ela não existir , tem por domicílio o do progenitor a cuja guarda estiver . 2. O domicílio do menor que em virtude de decisão judicial foi confiado a terceira pessoa ou a estabelecimento de ...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: Domicílio legal dos menores e dos maiores acompanhados Artigos relacionados: 84º, 86º Artigo 85.º Domicílio legal dos menores e dos maiores acompanhados 1. O menor tem domicílio no lugar da residência da família; se ela não existir , tem por ...
1983-06-01
individual
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86
(Domicílio legal da mulher casada)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[]
[ "85º", "87º" ]
Artigo 86.º (Domicílio legal da mulher casada) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de Novembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas:    - DL n.º 496/77, de 25 de Novembro  Versões anteriores deste artigo:     - 1ª versão: DL n.º 47344/66, de 25 de Novembro
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: (Domicílio legal da mulher casada) Artigos relacionados: 85º, 87º Artigo 86.º (Domicílio legal da mulher casada) (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de Novembro).   Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas:    - DL ...
1983-06-01
individual
c72bcd3e-2782-4864-8e58-bb00be89c15a
codigo-civil-portugues
87
(Domicílio legal dos empregados públicos)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[ "propriedade" ]
[ "86º", "88º" ]
Artigo 87.º (Domicílio legal dos empregados públicos) 1. Os empregados públicos, civis ou militares, quando haja lugar certo para o exercício dos seus empregos, têm nele domicílio necessário, sem prejuízo do seu domicílio voluntário no lugar da residência habitual. 2. O domicílio necessário é determinado pela posse do ...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: (Domicílio legal dos empregados públicos) Conceitos jurídicos: propriedade Artigos relacionados: 86º, 88º Artigo 87.º (Domicílio legal dos empregados públicos) 1. Os empregados públicos, civis ou militares, quando haja lugar certo para o exer...
1983-06-01
individual
06bb4c94-3077-464f-a2b3-7b8a993c11cb
codigo-civil-portugues
88
(Domicílio legal dos agentes diplomáticos portugueses)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO III Domicílio
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio
[]
[ "87º", "89º" ]
Artigo 88.º (Domicílio legal dos agentes diplomáticos portugueses) Os agentes diplomáticos portugueses, quando invoquem a extraterritorialidade, consideram-se domiciliados em Lisboa. SECÇÃO IV Ausência SUBSECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO III Domicílio Tema: (Domicílio legal dos agentes diplomáticos portugueses) Artigos relacionados: 87º, 89º Artigo 88.º (Domicílio legal dos agentes diplomáticos portugueses) Os agentes diplomáticos portugueses, quando invoquem a extraterritorialidade, consideram-...
1983-06-01
individual
db732787-a4f5-4e06-b6d5-bf313571dc2c
codigo-civil-portugues
89
(Nomeação de cur ador prov isório)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[ "negócios_juridicos" ]
[ "88º", "90º" ]
Artigo 89.º (Nomeação de cur ador prov isório) 1. Quando haja necessidade de prover acerca da administração dos bens de quem desapareceu sem que dele se saiba parte e sem ter deixado representante legal ou procurador , deve o tribunal nomear-lhe curador provisório. 2. Deve igualmente ser nomeado curador ao ausente, se ...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Nomeação de cur ador prov isório) Conceitos jurídicos: negócios_juridicos Artigos relacionados: 88º, 90º Artigo 89.º (Nomeação de cur ador prov isório) 1. Quando haja necessidade de prover acerca da administração dos bens de quem de...
1983-06-01
individual
f263bbf5-1981-49e3-80a4-2933b286b6c5
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90
(Prov idências cautelares)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[]
[ "89º", "91º" ]
Artigo 90.º (Prov idências cautelares) A possibilidade de nomeação do curador provisório não obsta às providências cautelares que se mostrem indispensáveis em relação a quaisquer bens do ausente.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Prov idências cautelares) Artigos relacionados: 89º, 91º Artigo 90.º (Prov idências cautelares) A possibilidade de nomeação do curador provisório não obsta às providências cautelares que se mostrem indispensáveis em relação a quaisq...
1983-06-01
individual
d5f078ef-94a8-4db6-8462-9ae293959480
codigo-civil-portugues
91
(Legitimidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[]
[ "90º", "92º" ]
Artigo 91.º (Legitimidade) A curadoria provisória e as providências a que se refere o artigo anterior podem ser requeridas pelo Ministério Público ou por qualquer interessado.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Legitimidade) Artigos relacionados: 90º, 92º Artigo 91.º (Legitimidade) A curadoria provisória e as providências a que se refere o artigo anterior podem ser requeridas pelo Ministério Público ou por qualquer interessado.
1983-06-01
individual
febaaaf7-95a4-4c20-a665-ba19848f78e2
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92
(A quem deve ser deferida a cur adoria prov isória)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[ "sucessões", "prescricao" ]
[ "91º", "93º" ]
Artigo 92.º (A quem deve ser deferida a cur adoria prov isória) 1. O curador provisório será escolhido de entre as pessoas seguintes: o cônjuge do ausente, algum ou alguns dos herdeiros presumidos, ou algum ou alguns dos interessados na conservação dos bens. 2. Havendo conflito de interesses entre o ausente e o curador...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (A quem deve ser deferida a cur adoria prov isória) Conceitos jurídicos: sucessões, prescricao Artigos relacionados: 91º, 93º Artigo 92.º (A quem deve ser deferida a cur adoria prov isória) 1. O curador provisório será escolhido de e...
1983-06-01
individual
cb84aaf9-b6f8-41d3-90f2-3874c426d2fc
codigo-civil-portugues
93
(Relação dos bens e caução)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[]
[ "92º", "94º" ]
Artigo 93.º (Relação dos bens e caução) 1. Os bens do ausente serão relacionados e só depois entregues ao curador provisório, ao qual será fixada caução pelo tribunal. 2. Em caso de urgência, pode ser autorizada a entrega dos bens antes de estes serem relacionados ou de o curador prestar a caução exigida. 3. Se o curad...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Relação dos bens e caução) Artigos relacionados: 92º, 94º Artigo 93.º (Relação dos bens e caução) 1. Os bens do ausente serão relacionados e só depois entregues ao curador provisório, ao qual será fixada caução pelo tribunal. 2. Em ...
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individual
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94
(Direitos e obrigações do cur ador prov isório)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[ "direitos_reais" ]
[ "93º", "95º" ]
Artigo 94.º (Direitos e obrigações do cur ador prov isório) 1. O curador fica sujeito ao regime do mandato geral em tudo o que não contrariar as disposições desta subsecção. 2. Compete ao curador provisório requerer os procedimentos cautelares necessários e intentar as acções que não possam ser retardadas sem prejuízo ...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Direitos e obrigações do cur ador prov isório) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 93º, 95º Artigo 94.º (Direitos e obrigações do cur ador prov isório) 1. O curador fica sujeito ao regime do mandato geral em tu...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
95
(Prestação de contas)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[ "prescricao", "contratos" ]
[ "94º", "96º" ]
Artigo 95.º (Prestação de contas) 1. O curador provisório deve prestar contas do seu mandato perante o tribunal, anualmente ou quando este o exigir . 2. Deferida a curadoria definitiva nos termos da subsecção seguinte, as contas do curador provisório são prestadas aos curadores definitivos.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Prestação de contas) Conceitos jurídicos: prescricao, contratos Artigos relacionados: 94º, 96º Artigo 95.º (Prestação de contas) 1. O curador provisório deve prestar contas do seu mandato perante o tribunal, anualmente ou quando est...
1983-06-01
individual
9731ae84-709f-4bce-8a3e-11e51a3e3c82
codigo-civil-portugues
96
(Remuner ação do cur ador)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[ "direitos_reais" ]
[ "95º", "97º" ]
Artigo 96.º (Remuner ação do cur ador) O curador haverá dez por cento da receita líquida que realizar .
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Remuner ação do cur ador) Conceitos jurídicos: direitos_reais Artigos relacionados: 95º, 97º Artigo 96.º (Remuner ação do cur ador) O curador haverá dez por cento da receita líquida que realizar .
1983-06-01
individual
dd52a9b4-4848-4278-a742-a7e9d50b105b
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97
(Substituição do cur ador prov isório)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[]
[ "96º", "98º" ]
Artigo 97.º (Substituição do cur ador prov isório) O curador pode ser substituído, a requerimento do Ministério Público ou de qualquer interessado, logo que se mostre inconveniente a sua permanência no cargo.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Substituição do cur ador prov isório) Artigos relacionados: 96º, 98º Artigo 97.º (Substituição do cur ador prov isório) O curador pode ser substituído, a requerimento do Ministério Público ou de qualquer interessado, logo que se mos...
1983-06-01
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codigo-civil-portugues
98
(Termo da cur adoria)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO I Curadoria provisória
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória
[ "prescricao" ]
[ "97º", "99º" ]
Artigo 98.º (Termo da cur adoria) A curadoria provisória termina: a) Pelo regresso do ausente; b) Se o ausente providenciar acerca da administração dos bens; c) Pela comparência de pessoa que legalmente represente o ausente ou de procurador bastante; d) Pela entrega dos bens aos curadores definitivos ou ao cabeça-de-ca...
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO I Curadoria provisória Tema: (Termo da cur adoria) Conceitos jurídicos: prescricao Artigos relacionados: 97º, 99º Artigo 98.º (Termo da cur adoria) A curadoria provisória termina: a) Pelo regresso do ausente; b) Se o ausente providenciar acerca da administração ...
1983-06-01
individual
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codigo-civil-portugues
99
(Justificação da ausência)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Curadoria definitiva
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Curadoria definitiva
[]
[ "98º", "100º" ]
Artigo 99.º (Justificação da ausência) Decorridos dois anos sem se saber do ausente, se este não tiver deixado representante legal nem procurador bastante, ou cinco anos, no caso contrário, pode o Ministério Público ou algum dos interessados requerer a justificação da ausência.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Curadoria definitiva Tema: (Justificação da ausência) Artigos relacionados: 98º, 100º Artigo 99.º (Justificação da ausência) Decorridos dois anos sem se saber do ausente, se este não tiver deixado representante legal nem procurador bastante, ou cinco anos, no...
1983-06-01
individual
aaca64c4-4522-4adf-9e27-d0edcba2bf52
codigo-civil-portugues
100
(Legitimidade)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Curadoria definitiva
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Curadoria definitiva
[ "sucessões", "direitos_reais" ]
[ "99º", "101º" ]
Artigo 100.º (Legitimidade) São interessados na justificação da ausência o cônjuge não separado judicialmente de pessoas e bens, os herdeiros do ausente e todos os que tiverem sobre os bens do ausente direito dependente da condição da sua morte.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Curadoria definitiva Tema: (Legitimidade) Conceitos jurídicos: sucessões, direitos_reais Artigos relacionados: 99º, 101º Artigo 100.º (Legitimidade) São interessados na justificação da ausência o cônjuge não separado judicialmente de pessoas e bens, os herdei...
1983-06-01
individual
25804989-93cf-4e2b-a332-3ed2ae802841
codigo-civil-portugues
101
(Abertur a de testamentos)
CAPÍTULO I Pessoas singulares
null
null
SECÇÃO II Curadoria definitiva
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Curadoria definitiva
[ "sucessões" ]
[ "100º", "102º" ]
Artigo 101.º (Abertur a de testamentos) Justificada a ausência, o tribunal requisitará certidões dos testamentos públicos e mandará proceder à abertura dos testamentos cerrados que existirem, a fim de serem tomados em conta na partilha e no deferimento da curadoria definitiva.
Capítulo: CAPÍTULO I Pessoas singulares | Seção: SECÇÃO II Curadoria definitiva Tema: (Abertur a de testamentos) Conceitos jurídicos: sucessões Artigos relacionados: 100º, 102º Artigo 101.º (Abertur a de testamentos) Justificada a ausência, o tribunal requisitará certidões dos testamentos públicos e mandará proceder ...
1983-06-01
individual
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Legislação Portuguesa: Códigos Penal e Civil Pré-processados para Análise Jurídica e PLN

Este dataset unificado oferece uma coleção abrangente e cuidadosamente pré-processada dos Códigos Penal e Civil Portugueses, fragmentados em unidades semânticas menores (chunks) para facilitar a análise, pesquisa e o desenvolvimento de aplicações de Processamento de Linguagem Natural (PLN) no domínio jurídico.

📚 Visão Geral do Dataset

Este dataset combina o conteúdo dos principais códigos legais de Portugal em um único recurso acessível, organizado para uso eficiente em tarefas de PLN. Cada chunk representa um artigo ou parte dele, enriquecido com metadados cruciais para contexto e navegação.

Este dataset é a base de dados subjacente à nossa API de Pesquisa Semântica de Leis Portuguesas, que oferece busca avançada por similaridade usando embeddings e FAISS para alta performance e escalabilidade. Explore nossa API para uma experiência de busca jurídica otimizada: [Link para sua Landing Page da API aqui]

💡 Casos de Uso e Valor

Este dataset é ideal para:

  • Pesquisa Jurídica Abrangente: Facilita a localização de informações em ambos os códigos.
  • Desenvolvimento de Ferramentas de PLN Jurídico: Excelente para treinar, afinar e avaliar modelos de linguagem especializados em português jurídico.
  • Busca por Similaridade Semântica: Perfeito para ser combinado com modelos de embedding para criar sistemas de busca que entendem o significado da consulta, não apenas palavras-chave.
  • Análise de Dados Jurídicos: Permite a extração de informações, sumarização de artigos e identificação de relações entre diferentes disposições legais.
  • Educação e Pesquisa Acadêmica: Um recurso valioso para estudantes e pesquisadores em Direito e Ciência da Computação.

📊 Estrutura dos Dados

O dataset é organizado em "splits" baseados na hierarquia de pastas, com cada split representando um código legal. Cada split contém objetos JSON (no formato JSON Lines, jsonl) onde cada linha representa um chunk individualizado de texto.

Cada objeto JSON possui a seguinte estrutura e campos (comuns a todos os códigos):

{
  "chunk_id": "string", // ID único do chunk (UUID v4)
  "doc_id": "string",   // Identificador do documento legal (ex: "codigo-penal-portugues", "codigo-civil-portugues")
  "numero_artigo": "string", // Número do artigo a que o chunk pertence (ex: "1", "2º-A")
  "titulo_secao_inferior": "string ou null", // Título da seção/subseção diretamente abaixo do artigo, se aplicável
  "capitulo": "string ou null", // Capítulo ao qual o artigo pertence
  "titulo": "string ou null",   // Título ao qual o artigo pertence
  "livro": "string ou null",    // Livro ao qual o artigo pertence
  "secao": "string ou null",    // Seção ao qual o artigo pertence
  "contexto_hierarquico": "string", // Caminho hierárquico completo do chunk
  "temas_juridicos": ["string"], // Lista de temas jurídicos identificados no chunk (pode ser vazia)
  "artigos_relacionados": ["string"], // Lista de outros artigos referenciados ou relacionados
  "texto_original_chunk": "string", // O texto exato do chunk
  "texto_enriquecido": "string",    // O texto do chunk, enriquecido com metadados contextuais para melhor desempenho em modelos de PLN
  "data_vigencia": "YYYY-MM-DD", // Data de início de vigência do texto do chunk
  "chunk_type": "string"        // Tipo do chunk (ex: "individual", "combinado")
}

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