Datasets:
id large_stringclasses 366
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|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
38-02 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 278 | 176 | 4.48 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as hipóteses de licenciamento do advogado previstas no Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei Federal nº 8.906/1994).
O Art. 12 da Lei nº 8.906/94 estabelece que o licenciamento do profissional é concedido nos seguintes casos:
I - assim o requerer, por motivo justificado;
II - p... | null | true | 1 | 1 norma |
38-02 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 226 | D | formato | true | acerto | 216 | 247 | 4.82 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as hipóteses de licenciamento do profissional advogado previstas no Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei Federal nº 8.906/1994), especificamente no Art. 11, cujas normas aplicáveis foram transcritas no enunciado:
I - assim o requerer, por motivo justificado (o que afasta a alt... | null | true | 1 | 1 norma |
38-02 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 226 | D | formato | true | acerto | 214 | 247 | 4.5 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as hipóteses de licenciamento do profissional advogado previstas no Estatuto da OAB (Lei nº 8.906/1994) e reproduzidas no enunciado:
O enunciado traz as seguintes normas sobre o licenciamento:
- I - assim o requerer, **por motivo justificado** (o que elimina a alternativa A, ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-02 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0 | 393 | A | formato | false | erro | 341 | 290 | 4.3 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as hipóteses de licenciamento do advogado previstas no Estatuto da OAB (Lei nº 8.906/1994).
Nos termos do Art. 12 da Lei nº 8.906/1994, o licenciamento do profissional é requerido pelo próprio advogado (motivado por interesse pessoal) ou decorre de hipóteses legais específic... | null | true | 1 | 1 norma |
38-03 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 0 | B | formato | true | acerto | 255 | 283 | 4.39 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras do Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/1994) relativas à suspensão preventiva, previstas no Art. 70, § 3º.
A suspensão preventiva é medida cautelar de competência do Presidente do Conselho Seccional (e não do Tribunal de Ética e Disciplina de forma originár... | null | true | 1 | 1 norma |
38-03 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0 | 393 | B | formato | true | acerto | 303 | 395 | 4.39 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o texto legal fornecido (§ 3º do art. 70 da Lei nº 8.906/94 - Estatuto da Advocacia e da OAB) e as alternativas apresentadas:
- **A** incorreta, pois a competência é do Tribunal de Ética e Disciplina do Conselho onde o acusado tenha **inscrição principal** (e não necessariame... | null | true | 1 | 1 norma |
38-03 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0 | 393 | B | formato | true | acerto | 242 | 395 | 4.2 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o texto legal fornecido (§ 3º do art. 70 da Lei nº 8.906/94 - Estatuto da Advocacia e da OAB) e as alternativas apresentadas:
- **A) Incorreta:** A competência para a suspensão preventiva é do Tribunal de Ética e Disciplina do Conselho **onde o acusado tenha inscrição princip... | null | true | 1 | 1 norma |
38-03 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0 | 1,477 | B | formato | true | acerto | 275 | 738 | 5.38 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras relativas à suspensão preventiva do advogado previstas no Estatuto da OAB (Lei nº 8.906/94).
A alternativa correta é a **B**, pois, nos termos do Art. 70, § 3º, do Estatuto da OAB, a suspensão preventiva é medida cautelar que pressupõe repercussão prejudicial à dign... | null | true | 1 | 1 norma |
38-07 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | C | formato | false | erro | 1,332 | 288 | 5.63 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as prerrogativas da advogada gestante e lactante inseridas no Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/1994), especialmente com as alterações trazidas pela Lei nº 13.363/2016 (conhecida como Estatuto da Mulher Advogada).
Analisando as alternativas à luz do art. 7º-A da Le... | null | true | 5 | 2+ normas |
38-07 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 115 | A | formato | true | acerto | 312 | 341 | 1.49 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as prerrogativas da advogada gestante e lactante previstas no Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/1994, com as alterações da Lei nº 13.363/2016).
Analisando as alternativas com base no Art. 7º-A da referida lei:
- A alternativa **A** está correta, pois reproduz exata... | null | true | 5 | 2+ normas |
38-07 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 1,477 | A | formato | true | acerto | 292 | 743 | 1.49 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as normas do Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/94) transcritas no enunciado:
- A alternativa **A** está correta de acordo com o Art. 7º-A, I, "b", que assegura à advogada gestante a "reserva de vaga em garagens dos fóruns dos tribunais".
- A alternativa **B** está ... | null | true | 5 | 2+ normas |
38-07 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 816 | D | formato | false | erro | 355 | 528 | 2.41 | stop | Para responder à questão, devemos analisar os direitos da advogada gestante e lactante previstos no Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/1994).
Entre as prerrogativas inseridas pela Lei nº 13.363/2016 (conhecida como Estatuto da Mulher Advogada), o art. 7º-A, inciso IV, da EAOAB estabelece que é direito da ad... | null | true | 5 | 2+ normas |
38-08 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0.25 | 0 | C | formato | true | acerto | 282 | 243 | 2.73 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras sobre o cancelamento da inscrição na OAB, conforme a Lei nº 8.906/1994 (Estatuto da OAB):
A) Incorreta. A solicitação de cancelamento feita pelo próprio profissional (art. 11, I, do EOAB) é um direito potestativo, não exigindo motivação justificada.
B) Incorreta. A ... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-08 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 332 | C | formato | true | acerto | 284 | 346 | 2.38 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as normas que regem o Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/1994) acerca do cancelamento da inscrição.
Analisando as alternativas com base na legislação e no enunciado fornecido (que transcreve o Art. 11, IV e § 1º):
A) Incorreta. O pedido de cancelamento formulado pe... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-08 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 816 | C | formato | true | acerto | 224 | 487 | 1.24 | stop | Com base na legislação aplicável à advocacia (Estatuto da OAB - Lei nº 8.906/94):
- A alternativa A está incorreta, pois o pedido de cancelamento a requerimento do próprio profissional (Art. 11, I) prescinde de justificativa.
- A alternativa B está incorreta, pois a penalidade de exclusão permite um novo pedido de ins... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-08 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0.25 | 221 | C | formato | true | acerto | 265 | 305 | 12.59 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras da Lei Federal nº 8.906/1994 (Estatuto da OAB) relativas ao cancelamento da inscrição.
Análise das alternativas:
A) Incorreta. O pedido de cancelamento da inscrição feito pelo próprio profissional decorre de sua vontade, não dependendo de "motivo justificado" (Art. ... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-21 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | A | formato | true | acerto | 190 | 190 | 1.89 | stop | A questão aborda a imunidade de jurisdição de Estados estrangeiros e a soberania na concessão de vistos. A concessão ou negação de visto de trabalho por uma representação consular de um Estado estrangeiro é um ato de império (ato de soberania), praticado no exercício de prerrogativas públicas e fundamentado no direito ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-21 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 221 | A | formato | true | acerto | 208 | 254 | 1.41 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a imunidade de jurisdição consular à luz do direito internacional e do direito brasileiro.
A Convenção de Viena sobre Relações Consulares (promulgada no Brasil pelo Decreto nº 61.078/1967), cujo texto é reproduzido no enunciado, estabelece que os funcionários consulares não ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-21 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 221 | A | formato | true | acerto | 226 | 254 | 1.4 | stop | A análise do caso envolve a aplicação do direito internacional público e das normas que regem as relações consulares, especificamente a imunidade de jurisdição consagrada na Convenção de Viena sobre Relações Consulares.
Conforme o enunciado e o art. 43.1 da norma aplicável, os funcionários e empregados consulares poss... | null | true | 1 | 1 norma |
38-21 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 159 | A | formato | true | acerto | 146 | 246 | 1.2 | stop | A questão aborda a imunidade de jurisdição e a atuação consular no Direito Internacional Público e Processual Civil brasileiro. Os atos praticados por agentes diplomáticos e consulares estrangeiros no exercício de suas funções (como a concessão ou negativa de vistos) são atos de império de um Estado soberaniamente cons... | null | true | 1 | 1 norma |
38-22 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 0 | C | formato | false | erro | 128 | 167 | 2.96 | stop | De acordo com o Direito Internacional Privado brasileiro, conforme o art. 10, *caput*, do Decreto-Lei nº 4.657/1942 (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro - LINDB), a sucessão por morte de bens situados no Brasil será regulada pela **lei brasileira**, em benefício do cônjuge ou dos filhos sobreviventes, sem... | null | true | 1 | 1 norma |
38-22 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 159 | B | formato | true | acerto | 145 | 221 | 1.02 | stop | Para responder à questão, devemos aplicar a regra de Direito Internacional Privado estabelecida no enunciado e na legislação brasileira (Art. 10, *caput*, do Decreto-Lei nº 4.657/42 - LINDB), que determina que a sucessão por morte obedece à lei do país em que o de cujus era domiciliado, independentemente da natureza ou... | null | true | 1 | 1 norma |
38-22 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 159 | B | formato | true | acerto | 202 | 221 | 1.3 | stop | Para resolver a questão, devemos aplicar a regra de Direito Internacional Privado brasileiro estabelecida na norma apresentada (que reproduz o art. 10, *caput*, do Decreto-Lei nº 4.657/42 - LINDB): *"A sucessão por morte ou por ausência obedece à lei do país em que domiciliado o defunto ou o desaparecido, qualquer que ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-22 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 1,061 | C | formato | false | erro | 535 | 464 | 2.82 | stop | Para responder à questão, devemos aplicar as regras de Direito Internacional Privado brasileiro, especificamente no que tange ao direito sucessório.
De acordo com o Art. 10, caput, da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB) — Decreto-Lei nº 4.657/1942 —, "a sucessão por morte ou por ausência obedece ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-23 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 0 | B | formato | true | acerto | 585 | 353 | 3.48 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o regime de pagamento de condenações judiciais pela Fazenda Pública estabelecido pela Constituição Federal de 1988, em especial o Art. 100, § 3º e § 4º, que trata das Obrigações de Pequeno Valor (RPV).
Na ausência de lei própria do Estado que defina limite inferior, aplica-se... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-23 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 1 | 1,061 | B | formato | true | acerto | 229 | 650 | 1.72 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o valor da condenação (30 salários mínimos) à luz da ausência de lei estadual própria sobre o tema.
Segundo o Art. 87, inciso I, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), até que sobrevenha lei própria do ente federado definindo valores distintos para as ob... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-23 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 1 | 1,061 | B | formato | true | acerto | 168 | 650 | 1.76 | stop | Com base nos dispositivos constitucionais apresentados, as obrigações definidas em leis como de pequeno valor são pagas sem a expedição de precatórios. Como o Estado Gama não editou legislação própria fixando o valor para as obrigações de pequeno valor, aplica-se a regra subsidiária do Art. 87 do ADCT, que fixa o teto ... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-23 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 533 | B | formato | true | acerto | 262 | 496 | 2.46 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras constitucionais sobre o pagamento de condenações judiciais pela Fazenda Pública (art. 100 da CF/88), especificamente no que tange às Requisições de Pequeno Valor (RPV).
O art. 100, § 3º, da Constituição Federal estabelece que o pagamento de obrigações de pequeno val... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-24 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 242 | 281 | 1.32 | stop | A questão aborda o tema do orçamento público, especificamente a definição constitucional do **Plano Plurianual (PPA)**, conforme o art. 165, § 1º, da Constituição Federal de 1988: *"A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública fed... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-24 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0 | 460 | D | formato | true | acerto | 253 | 405 | 1.24 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o texto da norma constitucional citada (Art. 165, § 1º, da CF/88), que define o conteúdo do **Plano Plurianual (PPA)**: "A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despe... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-24 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0 | 533 | D | formato | true | acerto | 251 | 424 | 1.38 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o enunciado à luz da Constituição Federal de 1988:
1. O texto transcrito no Art. 165, § 1º, refere-se ao **Plano Plurianual (PPA)**, e não à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ou à Lei Orçamentária Anual (LOA). Isso elimina as alternativas A e B.
2. O PPA é instituído por ... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-24 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 1,000 | D | formato | true | acerto | 253 | 574 | 2.32 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o enunciado à luz da Constituição Federal de 1988, especificamente no que tange aos instrumentos de planejamento orçamentário (Art. 165 da CF/88).
O enunciado descreve a elaboração de projeto de lei que estabelece "as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública fed... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-25 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | A | formato | true | acerto | 289 | 373 | 2.47 | stop | Para responder à questão, devemos analisar dois pontos principais à luz da Constituição Federal e do Código Tributário Nacional (CTN):
1. **Atualização monetária do IPTU:** A Súmula Vinculante nº 16 do STF estabelece que *"o gasta de IPTU por decreto ao índice oficial de inflação não constitui aumento de majoração"*, ... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-25 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 462 | A | formato | true | acerto | 290 | 525 | 2.26 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a legalidade do decreto municipal sob a ótica do Direito Tributário brasileiro e da jurisprudência consolidada:
1. **Atualização da base de cálculo do IPTU (Índice oficial):** Conforme o Art. 97, § 2º, do CTN e a Súmula 160 do STJ, a atualização monetária da base de cálculo d... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-25 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 1,000 | D | formato | false | erro | 359 | 668 | 1.68 | stop | Para responder à questão, devemos analisar os dispositivos legais e constitucionais aplicados ao caso:
1. **Atualização do IPTU:** De acordo com o Art. 97, § 2º, do CTN (e a Súmula 160 do STJ), a simples atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo não constitui majoração e **pode ser feita por decreto... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-25 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 744 | D | formato | false | erro | 533 | 571 | 3.31 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a exigência de reserva legal em matéria tributária (Art. 150, I, da CF/88), segundo a qual é vedado aos entes políticos exigir ou aumentar tributos sem lei que o estabeleça, regra que também se aplica às isenções, conforme o entendimento sumulado do STF (Súmula 544: "Isenções ... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-26 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 366 | 393 | 2.36 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a possibilidade de adoção de alíquotas progressivas nas contribuições sociais para custeio do regime próprio de previdência social (RPPS) dos servidores públicos.
O Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar a Emenda Constitucional nº 41/2003 e o Tema 163 de Repercussão Geral,... | null | true | 1 | 1 norma |
38-26 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 744 | D | formato | true | acerto | 299 | 593 | 2.04 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a previsão expressa contida no Art. 149, § 1º, da Constituição Federal, o qual estabelece que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, por meio de lei, contribuições para custeio de regime próprio de previdência social, cobradas dos servidores ativo... | null | true | 1 | 1 norma |
38-26 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 744 | D | formato | true | acerto | 299 | 593 | 2.04 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a previsão expressa contida no Art. 149, § 1º, da Constituição Federal, o qual estabelece que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, por meio de lei, contribuições para custeio de regime próprio de previdência social, cobradas dos servidores ativo... | null | true | 1 | 1 norma |
38-26 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0 | 242 | D | formato | true | acerto | 243 | 464 | 2.14 | stop | A questão versa sobre a possibilidade de adoção de alíquotas progressivas na contribuição social para custeio do regime próprio de previdência social (RPPS) de servidores públicos.
O Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar a matéria (especialmente no Tema 933 e na Emenda Constitucional nº 41/2003, que deu nova redaç... | null | true | 1 | 1 norma |
38-27 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0.25 | 0 | C | formato | true | acerto | 323 | 351 | 1.74 | stop | A questão aborda a possibilidade de cobrança de IPVA sobre bicicletas elétricas por meio de analogia.
Conforme o Código Tributário Nacional (CTN), em seu Art. 108, § 1º, o emprego da analogia não pode resultar na exigência de tributo não previsto em lei. Além disso, o IPVA (Art. 155, III, da CF/88) incide sobre a pro... | null | true | 1 | 1 norma |
38-27 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 242 | C | formato | true | acerto | 125 | 422 | 1.06 | stop | Como advogado consultado pelo sindicato, deve-se aplicar o disposto no Art. 108, § 1º, do Código Tributário Nacional (CTN), que estabelece expressamente que "o emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei". Sendo o IPVA um imposto cuja incidência recai sobre veículos automotores, ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-27 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 242 | C | formato | true | acerto | 86 | 422 | 0.92 | stop | Com base no Código Tributário Nacional (art. 108, § 1º), o emprego da analogia não pode resultar na exigência de tributo não previsto em lei. Como a legislação não prevê a incidência de IPVA sobre bicicletas elétricas (que não são veículos automotores nos termos da lei), a cobrança por analogia é expressamente vedada.
... | null | true | 1 | 1 norma |
38-27 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 413 | C | formato | true | acerto | 322 | 457 | 2.44 | stop | Como advogado consultado pelo sindicato dos lojistas, a análise deve se basear no Sistema Tributário Nacional e nas limitações ao poder de tributar.
De acordo com o Art. 108, § 1º, do Código Tributário Nacional (CTN), o emprego da analogia não pode resultar na exigência de tributo não previsto em lei. Além disso, o I... | null | true | 1 | 1 norma |
38-28 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0.25 | 0 | A | formato | false | erro | 439 | 374 | 3.23 | stop | A questão versa sobre os efeitos da formulação de consulta tributária tempestiva, tema regulado pelo art. 161, § 2º, e art. 161, caput, do Código Tributário Nacional (CTN).
De acordo com o CTN, a formulação de consulta suspende a exigibilidade do crédito tributário (art. 151, inciso II), mas a jurisprudência e a doutr... | null | true | 1 | 1 norma |
38-28 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 413 | C | formato | true | acerto | 422 | 482 | 3.25 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o art. 161 do Código Tributário Nacional (CTN), transcrito nas normas aplicáveis, em especial o seu § 2º: *"O disposto neste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada pelo devedor dentro do prazo legal para pagamento do crédito."*
Isso significa que, enquanto a ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-28 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 413 | C | formato | true | acerto | 273 | 484 | 1.51 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o disposto no Art. 161 do Código Tributário Nacional (CTN) e o efeito suspensivo da consulta formulada tempestivamente.
O caput do Art. 161 estabelece que o crédito não integralmente pago no vencimento é acrescido de juros de mora, sem prejuízo de penalidades (multas) e medid... | null | true | 1 | 1 norma |
38-28 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 1,135 | C | formato | true | acerto | 298 | 733 | 1.58 | stop | Para responder à questão, devemos analisar os efeitos da formulação de consulta tributária tempestiva (dentro do prazo legal para pagamento), conforme o Código Tributário Nacional (CTN).
Nos termos do art. 161, § 2º, e do art. 151, II, do CTN, a formulação de consulta suspende a exigibilidade do crédito tributário, de... | null | true | 1 | 1 norma |
38-29 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 231 | 400 | 1.88 | stop | A questão aborda a possibilidade de alteração de alíquota do Imposto sobre a Importação (II) por meio de decreto e a observância dos princípios da legalidade e da anterioridade.
Nos termos do Art. 153, § 1º, da Constituição Federal, o Poder Executivo pode, nas condições e nos limites estabelecidos em lei, alterar as a... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-29 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 412 | D | formato | true | acerto | 347 | 524 | 2.23 | stop | Como advogado respondendo à consulta com base no Direito Tributário brasileiro e na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), analisamos a questão do Imposto sobre a Importação (II).
Conforme o art. 153, § 1º, da Constituição Federal, o Poder Executivo pode alterar as alíquotas do Imposto de Importação (II) po... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-29 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 1,135 | D | formato | true | acerto | 336 | 757 | 2.16 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a natureza jurídica e o regime constitucional do Imposto sobre a Importação (II), previsto no Art. 153, I, da Constituição Federal.
1. **Legalidade**: O § 1º do Art. 153 da CF/88 autoriza expressamente que o Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos e... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-29 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 1,010 | D | formato | true | acerto | 233 | 646 | 1.87 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras constitucionais aplicáveis ao Imposto sobre a Importação (II), conforme o art. 153, § 1º, da Constituição Federal de 1988.
O Imposto sobre a Importação possui natureza predominantemente extrafiscal, razão pela qual o Poder Executivo é autorizado, nos limites estabel... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-30 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 407 | 435 | 2.18 | stop | A questão aborda o direito de acesso à informação (regulamentado pela Lei nº 12.527/2011 - LAI) no âmbito da Administração Pública federal, especificamente em relação a dados que fundamentam ato administrativo que atinge diretamente o interesse do administrado ou servidor.
Nos termos da Lei nº 12.527/11, o acesso à in... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-30 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 224 | D | formato | true | acerto | 343 | 496 | 2.13 | stop | A questão aborda o direito de acesso à informação (Lei nº 12.527/2011 - LAI) e o direito de o servidor público obter dados relativos à sua própria avaliação funcional que fundamentaram o indeferimento de sua progressão.
De acordo com o art. 3º, inciso I, e com o art. 7º, inciso V, da Lei de Acesso à Informação, o ace... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-30 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 1,010 | D | formato | true | acerto | 202 | 681 | 2.06 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a situação sob a ótica da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/11) e do direito administrativo.
O enunciado apresenta que Ariquemes pleiteou acesso às informações que fundamentaram o indeferimento de sua progressão funcional. A negativa sob o argumento de "falta de inte... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-30 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0 | 868 | D | formato | true | acerto | 105 | 633 | 1.36 | stop | Com base na Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/11), o direito de acesso aos dados públicos compreende o direito de obter informações relativas à gestão, organização e aos atos dos órgãos públicos. A negativa de acesso sob a justificativa genérica de ausência de interesse público viola os princípios da publicidad... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-31 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | A | formato | true | acerto | 559 | 520 | 3.32 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), com as alterações promovidas pela Lei nº 14.230/2021.
1. **Quanto à ação contra Carlos (Prefeito - negação de publicidade):** A Lei nº 8.429/92, no seu art. 11, inciso IV (com a redação dada pela Lei nº 14.230/2021), pr... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-31 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 250 | A | formato | true | acerto | 341 | 590 | 1.65 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as alterações introduzidas na Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) pela Lei nº 14.230/2021.
Com a reforma, os atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da Administração Pública exigem a comprovação de **dolo específico** e a demonst... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-31 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 868 | A | formato | true | acerto | 550 | 722 | 2.56 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92), com as alterações promovidas pela Lei nº 14.230/2021, à luz das normas aplicáveis fornecidas no enunciado.
1. **Atos que atentam contra os princípios da administração pública**: A nova redação da Lei de Improbidade Admini... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-31 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 394 | A | formato | true | acerto | 362 | 611 | 2.07 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92), especialmente após as alterações promovidas pela Lei nº 14.230/2021.
1. **Requisito subjetivo (Dolo específico):** A atual redação da LIA exige expressamente o dolo (vontade livre e consciente de alcançar o resultado ilíc... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-33 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 215 | 499 | 1.37 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as características do caso narrado à luz da Nova Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/21).
O enunciado descreve uma contratação que envolve inovação tecnológica, a impossibilidade de a Administração definir as especificações técnicas com precisão suficiente e a neces... | null | true | 1 | 1 norma |
38-33 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 394 | D | formato | true | acerto | 237 | 588 | 1.91 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as características do caso narrado à luz da nova Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/21).
O enunciado descreve uma situação em que o Município Alfa precisa contratar uma solução que envolve inovação tecnológica, com impossibilidade de definir as especificações técni... | null | true | 1 | 1 norma |
38-33 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 394 | D | formato | true | acerto | 222 | 590 | 1.42 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a situação fática narrada à luz da Lei nº 14.133/21 (Nova Lei de Licitações e Contratos).
O enunciado apresenta os requisitos exatos para a aplicação da modalidade **diálogo competitivo**, prevista no Art. 32 da Lei nº 14.133/21, que é restrita a contratações em que a Admini... | null | true | 1 | 1 norma |
38-33 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0 | 86 | D | formato | true | acerto | 216 | 533 | 1.9 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as características da situação fática apresentada à luz da nova Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/21):
1. Necessidade de contratação que envolve inovação tecnológica ou técnica e adaptação de soluções disponíveis no mercado.
2. Impossibilidade de a Administração def... | null | true | 1 | 1 norma |
38-34 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | D | formato | false | erro | 284 | 382 | 2.28 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o regime jurídico da servidão administrativa no direito brasileiro.
A servidão administrativa é um direito real de gozo que a Administração Pública impõe sobre propriedade alheia, com o objetivo de executar obras e serviços de interesse público (como a passagem de fios e inst... | null | true | 1 | 1 norma |
38-34 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 86 | D | formato | false | erro | 426 | 418 | 3.15 | stop | Para responder à questão, deve-se analisar o regime jurídico da servidão administrativa no direito brasileiro.
A servidão administrativa é um direito real público que autoriza o Poder Público a usar a propriedade particular para a execução de obras e serviços de interesse público. Conforme o Decreto-Lei nº 3.365/41 (... | null | true | 1 | 1 norma |
38-34 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 86 | D | formato | false | erro | 333 | 418 | 2.71 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a natureza jurídica da servidão administrativa no direito brasileiro.
A servidão administrativa é um direito real público que autoriza a Administração Pública a usar a propriedade alheia para a execução de obras e serviços de interesse público (como a passagem de fios e inst... | null | true | 1 | 1 norma |
38-34 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 862 | D | formato | false | erro | 411 | 659 | 2.71 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o regime jurídico da servidão administrativa, que é uma forma de intervenção do Estado na propriedade privada.
A servidão administrativa é um direito real sobre coisa alheia, pela qual a Administração Pública impõe um ônus sobre um imóvel privado para atender a um interesse ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-35 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0.25 | 0 | C | formato | true | acerto | 152 | 359 | 2 | stop | De acordo com a Constituição Federal de 1988 (art. 23, VI, e art. 24, VI), a competência para legislar sobre proteção ao meio ambiente é concorrente entre União, Estados e Distrito Federal. No entanto, o art. 30, inciso II, da CRFB/88 estabelece que compete aos Municípios suplementar a legislação federal e a estadual n... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-35 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 609 | C | formato | true | acerto | 117 | 575 | 0.93 | stop | Com base na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (RE 732686) e no Art. 30 da Constituição Federal de 1988, os Municípios possuem competência legislativa para suplementar a legislação federal e a estadual no que couber, o que inclui a matéria ambiental no limite do seu interesse local, desde que o regramento seja ... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-35 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 862 | C | formato | true | acerto | 439 | 638 | 1.99 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o sistema de repartição de competências legislativas na Constituição Federal de 1988, especificamente no que tange ao direito ambiental.
Conforme o art. 24, VI, da CRFB/88, compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre proteção ao meio am... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-35 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0 | 455 | C | formato | true | acerto | 411 | 505 | 1.91 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a repartição de competências legislativas em matéria ambiental estabelecida pela Constituição da República de 1988 (CRFB/88).
Conforme o Art. 24, inciso VI, da CRFB/88, compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar **concorrentemente** sobre proteção ao meio amb... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-36 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 206 | 369 | 1.27 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a competência para a gestão de recursos hídricos e licenciamento ambiental no direito brasileiro.
De acordo com o Art. 20, inciso III, e Art. 21, inciso XIX, da Constituição Federal, bem como a Lei nº 9.433/1997 (Política Nacional de Recursos Hídricos), as águas subterrâneas ... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-36 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 455 | D | formato | true | acerto | 163 | 511 | 1.89 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a competência para a outorga de uso de recursos hídricos e o domínio das águas.
De acordo com o Art. 26, inciso I, da CRFB/88, as águas subterrâneas pertencem aos Estados. Conforme o Art. 12, inciso II, da Lei nº 9.433/1997 (Política Nacional de Recursos Hídricos), a extraçã... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-36 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 455 | D | formato | true | acerto | 216 | 511 | 1.83 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a competência para a gestão e outorga de recursos hídricos subterrâneos no Brasil.
Segundo o Art. 26, inciso I, da CRFB/88, as águas subterrâneas pertencem aos Estados. Além disso, de acordo com a Lei nº 9.433/97 (Política Nacional de Recursos Hídricos) e com o texto normati... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-36 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 396 | D | formato | true | acerto | 206 | 480 | 1.85 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a competência para a gestão de recursos hídricos e licenciamento ambiental.
Segundo a Constituição Federal (Art. 20, inciso XIX, e Art. 26, inciso I), as águas subterrâneas que não cruzam fronteiras com outros países ou Estados, nem estão em terras da União, pertencem aos Est... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-37 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0.25 | 0 | B | formato | true | acerto | 512 | 347 | 2.68 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras do Código Civil brasileiro sobre obrigações solidárias e divisíveis.
1. **Solidariedade passiva**: O enunciado afirma que Pedro e Mariana se obrigaram, solidariamente, a pagar o preço pactuado de R$ 600.000,00. Pelo Art. 275 do Código Civil, o credor tem o direito d... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-37 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0 | 396 | B | formato | true | acerto | 385 | 460 | 2.69 | stop | Para resolver a questão, devemos analisar a situação sob a ótica do Código Civil brasileiro quanto à pluralidade de partes (credores e devedores) e a solidariedade.
1. **Quanto aos devedores:** O enunciado afirma expressamente que Pedro e Mariana se obrigaram **solidariamente** a pagar o preço pactuado (R$ 600.000,00)... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-37 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0 | 396 | B | formato | true | acerto | 541 | 462 | 2.6 | stop | Para solucionar a questão, devemos analisar a situação sob a ótica da solidariedade passiva e da pluralidade de credores no direito civil brasileiro (Código Civil):
1. **No polo passivo**: Pedro e Mariana obrigaram-se **solidariamente** ao pagamento do preço total (R$ 600.000,00). Pelo art. 275 do Código Civil (citado... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-37 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | B | 0 | 542 | B | formato | true | acerto | 359 | 505 | 2.47 | stop | Para resolver a questão, devemos analisar as regras de solidariedade passiva e pluralidade de credores (obrigações divisíveis) no Direito Civil brasileiro.
1. **Quanto ao polo passivo (devedores):** Pedro e Mariana obrigaram-se **solidariamente** ao pagamento do preço de R$ 600.000,00. Pela regra do art. 275 do Código... | null | true | 2 | 2+ normas |
38-38 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | C | formato | false | erro | 1,092 | 329 | 5.71 | stop | Para responder à questão, vamos analisar cada uma das alternativas com base no Código Civil brasileiro (Lei nº 10.406/2002), especificamente no capítulo que trata da fiança:
A) **Incorreta**. A responsabilidade do fiador abrange todos os acessórios da dívida principal, inclusive as despesas judiciais, **mas estas cont... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-38 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 143 | C | formato | false | erro | 368 | 379 | 2.73 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras relativas ao contrato de fiança no Direito Civil brasileiro (Código Civil):
A) Incorreta. Embora a fiança abranja os acessórios, a cobrança integral de um cofiador depende da existência de solidariedade entre eles ou de previsão contratual nesse sentido (benefício d... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-38 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 542 | A | formato | true | acerto | 320 | 489 | 1.58 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as normas legais aplicáveis ao contrato de fiança (previstas no Código Civil brasileiro) e as alternativas apresentadas:
- A **Alternativa A** está correta de acordo com a primeira norma citada: "Não sendo limitada, a fiança compreenderá todos os acessórios da dívida principa... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-38 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0 | 557 | C | formato | false | erro | 880 | 487 | 5.11 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras aplicáveis ao contrato de fiança no direito civil brasileiro (Código Civil):
A alternativa **A** está incorreta porque a responsabilidade pelos juros de mora e despesas judiciais decorre da lei ou da mora, mas a extensão da fiança deve ser interpretada restritivamen... | null | true | 4 | 2+ normas |
38-39 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 239 | 317 | 1.56 | stop | Para responder à questão, devemos analisar os efeitos da condenação criminal e prisão em regime fechado sobre a obrigação alimentar no direito brasileiro.
De acordo com o Código Civil brasileiro, a obrigação de prestar alimentos decorre do dever de sustento dos filhos menores (poder familiar) ou da solidariedade famil... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-39 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 178 | D | formato | true | acerto | 114 | 373 | 1.02 | stop | De acordo com a jurisprudência dominante e as normas aplicáveis ao Direito de Família, a prisão do alimentante não o isenta do dever de prestar alimentos, pois persiste a possibilidade de aferição de renda ou do exercício de atividade remunerada no cárcere (ou eventual patrimônio anterior). A prisão por si só não extin... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-39 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 557 | D | formato | true | acerto | 99 | 475 | 0.91 | stop | Com base na jurisprudência consolidada citada no enunciado (“o fato de estar preso não isenta o alimentante de seu dever para com o alimentado, pois existe a possibilidade de exercer atividade remunerada no cárcere”), a prisão do alimentante não tem o condão de extinguir ou suspender automaticamente a obrigação de pres... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-39 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 276 | D | formato | true | acerto | 246 | 398 | 2.52 | stop | Para responder à questão, devemos analisar os efeitos da condenação criminal e da prisão em regime fechado sobre a obrigação de prestar alimentos, à luz do Direito Civil brasileiro.
A prisão do devedor (seja civil ou penal) não o exime da obrigação alimentar, tampouco a suspende automaticamente. A impossibilidade de c... | null | true | 3 | 2+ normas |
38-40 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 0 | A | formato | true | acerto | 458 | 336 | 1.9 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o instituto do direito real de habitação previsto no Art. 1.831 do Código Civil brasileiro, bem como a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O STJ possui entendimento pacificado de que o direito real de habitação (garantido ao cônjuge ou companheir... | null | true | 1 | 1 norma |
38-40 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 276 | A | formato | true | acerto | 309 | 417 | 2.24 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a situação à luz do Código Civil brasileiro e da jurisprudência pacificada do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O enunciado apresenta o texto legal que fundamenta a matéria: o direito real de habitação é assegurado ao cônjuge sobrevivente, **qualquer que seja o regime de be... | null | true | 1 | 1 norma |
38-40 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 1 | 276 | A | formato | true | acerto | 300 | 419 | 1.63 | stop | Para resolver a questão, devemos analisar a norma aplicável e a jurisprudência pacificada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o direito real de habitação.
O enunciado e a jurisprudência (consagrada no Enunciado 117 das Jornadas de Direito Civil e no julgamento do REsp 1.846.167/MA pelo STJ) estabelecem que ao ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-40 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | A | 0.25 | 232 | A | formato | true | acerto | 432 | 403 | 2.07 | stop | Para responder à questão, devemos analisar o direito real de habitação do cônjuge sobrevivente no direito brasileiro (Art. 1.831 do Código Civil), que garante ao cônjuge sobrevivente o direito de habitar o imóvel destinado à residência da família, qualquer que seja o regime de bens, desde que seja o único imóvel daquel... | null | true | 1 | 1 norma |
38-41 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 0.25 | 0 | C | formato | true | acerto | 365 | 337 | 1.96 | stop | A questão versa sobre a possibilidade de alteração de prenome no registro civil brasileiro, conforme as inovações trazidas pela Lei nº 14.382/2022, que alterou a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/73).
Nos termos do art. 58 da Lei nº 6.015/73, com a redação dada pela Lei nº 14.382/2022, qualquer pessoa maior de 1... | null | true | 1 | 1 norma |
38-41 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 232 | C | formato | true | acerto | 184 | 404 | 1.21 | stop | Para responder à questão, devemos analisar a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/1973), com a redação dada pela Lei nº 14.382/2022, que alterou o art. 56 da referida lei. A norma estabelece que a pessoa registrada, após atingir a maioridade civil, poderá requerer pessoalmente e **imotivadamente** a alteração de seu... | null | true | 1 | 1 norma |
38-41 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 232 | C | formato | true | acerto | 141 | 402 | 1.73 | stop | De acordo com a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/73, com a redação dada pela Lei nº 14.382/2022), especificamente no artigo 56, a pessoa registrada poderá, após ter atingido a maioridade civil, requerer pessoalmente e imotivadamente a alteração de seu prenome, independentemente de decisão judicial, diretamente n... | null | true | 1 | 1 norma |
38-41 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | C | 1 | 315 | C | formato | true | acerto | 814 | 434 | 4.59 | stop | A questão aborda a possibilidade de alteração de prenome no registro civil em razão de constrangimento causado por divergência com o nome socialmente adotado.
De acordo com a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/1973), com a redação dada pela Lei nº 14.382/2022, especificamente no art. 56, a pessoa maior de idade ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-42 | 38 | dev | sem_lei | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 0 | D | formato | true | acerto | 172 | 286 | 1.86 | stop | A situação descrita refere-se ao direito de passagem forçada, previsto no Art. 1.285 do Código Civil brasileiro. O dono de prédio que não tiver acesso a via pública, nascente ou porto, pode, mediante pagamento de indenização cabal, constranger o vizinho a lhe dar passagem.
Ademais, o parágrafo 1º do mesmo artigo esta... | null | true | 1 | 1 norma |
38-42 | 38 | dev | com_lei_certa | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 315 | D | formato | true | acerto | 136 | 387 | 1.01 | stop | Com base no Art. 1.285 do Código Civil e no parágrafo único fornecido no enunciado ("Sofrerá o constrangimento o vizinho cujo imóvel mais natural e facilmente se prestar à passagem"), conclui-se que Antônio deve exigir a passagem do vizinho cujo imóvel mais natural e facilmente se prestes a isso, que no caso é Ricardo ... | null | true | 1 | 1 norma |
38-42 | 38 | dev | com_lei_total | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 1 | 315 | D | formato | true | acerto | 141 | 385 | 1.94 | stop | Com base no texto legal apresentado (que reproduz o Art. 1.285 do Código Civil brasileiro), o proprietário de prédio encravado pode constranger o vizinho a lhe dar passagem, mediante pagamento de indenização cabal. A lei estabelece expressamente que sofrerá o constrangimento o vizinho cujo imóvel mais natural e facilme... | null | true | 1 | 1 norma |
38-42 | 38 | dev | com_lei_errada | google/gemini-3.5-flash-lite | 0 | D | 0.25 | 375 | D | formato | true | acerto | 187 | 383 | 2.25 | stop | Para responder à questão, devemos analisar as regras do Código Civil brasileiro relativas ao direito de vizinhança, especificamente no que tange à passagem forçada (Art. 1.285 do Código Civil).
O proprietário de prédio que não tiver acesso à via pública, nascente ou porto, pode, mediante pagamento de indenização cabal... | null | true | 1 | 1 norma |
tessera-experimentos
Resultados dos experimentos sobre
tessera-extraidollm-gpt-5-mini-corrigido:
a mesma questão da OAB apresentada ao modelo com e sem a norma aplicável no contexto.
As condições
| condição | o que vai no contexto |
|---|---|
sem_lei |
nada — a linha de base |
com_lei_certa |
só a norma da alternativa correta |
com_lei_total |
todas as normas transcritas na questão |
com_lei_errada |
a norma de outra questão — o controle |
O controle é o que faz o resto significar alguma coisa: se a acurácia subir com a lei errada tanto quanto com a certa, o modelo está reagindo a ter texto jurídico no prompt, não ao conteúdo dele.
Acurácia (%)
condicao com_lei_certa com_lei_errada com_lei_total sem_lei Δ com_lei_certa Δ com_lei_total Δ com_lei_errada
modelo
google/gemini-3.5-flash-lite 95.4 83.6 94.5 87.2 8.2 7.3 -3.6
google/gemma-3-12b-it 82.8 54.1 79.2 53.6 29.2 25.6 0.5
meta-llama/llama-3.1-8b-instruct 74.0 45.4 69.4 45.4 28.6 24.0 0.0
meta-llama/llama-3.2-1b-instruct 38.3 27.0 18.9 17.1 21.2 1.8 9.9
meta-llama/llama-3.2-3b-instruct 53.3 34.7 45.7 30.2 23.1 15.5 4.5
meta-llama/llama-3.3-70b-instruct 89.3 69.4 91.5 71.0 18.3 20.5 -1.6
minimax/minimax-m3 90.2 71.0 93.2 74.0 16.2 19.2 -3.0
mistralai/mistral-small-24b-instruct-2501 91.3 62.0 87.8 62.5 28.8 25.3 -0.5
qwen/qwen-2.5-7b-instruct 79.8 48.4 75.6 48.8 31.0 26.8 -0.4
qwen/qwen3-32b 89.1 62.0 90.2 61.7 27.4 28.5 0.3
~deepseek/deepseek-v4-flash-latest 91.8 79.5 91.0 82.5 9.3 8.5 -3.0
Falha de leitura da resposta (%)
condicao com_lei_certa com_lei_errada com_lei_total sem_lei
modelo
google/gemini-3.5-flash-lite 0.0 0.5 0.8 0.3
google/gemma-3-12b-it 0.0 0.0 0.0 0.0
meta-llama/llama-3.1-8b-instruct 2.2 1.1 0.3 2.5
meta-llama/llama-3.2-1b-instruct 16.7 21.0 46.7 42.7
meta-llama/llama-3.2-3b-instruct 18.3 16.9 18.8 24.1
meta-llama/llama-3.3-70b-instruct 0.5 0.8 0.5 0.3
minimax/minimax-m3 2.7 9.3 1.6 7.7
mistralai/mistral-small-24b-instruct-2501 0.0 0.8 0.2 0.3
qwen/qwen-2.5-7b-instruct 0.0 0.0 0.1 0.3
qwen/qwen3-32b 1.9 3.8 2.5 4.6
~deepseek/deepseek-v4-flash-latest 6.6 10.9 6.8 7.4
Arquivos
geracoes/<modelo>.parquet |
uma linha por geração, com o texto cru do modelo |
metricas/<modelo>.parquet |
uma linha por condição: acurácia, IC95, baseline, McNemar |
metricas/<modelo>.txt |
o relatório completo, como foi impresso |
TODOS.parquet |
tudo concatenado |
Como ler
O número se lê contra o baseline_burro, não contra os 25% do acaso. O baseline é um
contador de palavras sem nenhum conhecimento jurídico: para cada alternativa, a fração das
suas palavras que aparece no contexto. Como a norma transcrita é a passagem que o
comentarista escolheu por decidir a questão, parte de qualquer ganho é casamento lexical.
O desenho, as hipóteses e o critério de decisão estão em experimentos/PLANO.md no repo do
projeto.
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